<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de LNEC - Edificios e Energia</title>
	<atom:link href="https://edificioseenergia.pt/tag/lnec/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/lnec/</link>
	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 04 Nov 2025 10:05:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2019/02/cropped-icon_001-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de LNEC - Edificios e Energia</title>
	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/lnec/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Congresso “A Engenharia e o Futuro” debate desafios e oportunidades da Engenharia em Portugal</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/congresso-a-engenharia-e-o-futuro-debate-desafios-e-oportunidades-da-engenharia-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 09:06:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCB]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[LNEC]]></category>
		<category><![CDATA[ordem dos engenheiros]]></category>
		<category><![CDATA[PROFORUM]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=33477</guid>

					<description><![CDATA[<p>A PROFORUM – Associação para o Desenvolvimento da Engenharia assinala este ano o seu 30.º aniversário com um congresso dedicado ao tema “A Engenharia e o Futuro”. No dia 5 de Novembro, no Centro Cultural de Belém, serão debatidos os grandes desafios e oportunidades da Engenharia em Portugal. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/congresso-a-engenharia-e-o-futuro-debate-desafios-e-oportunidades-da-engenharia-em-portugal/">Congresso “A Engenharia e o Futuro” debate desafios e oportunidades da Engenharia em Portugal</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A PROFORUM – Associação para o Desenvolvimento da Engenharia assinala este ano o seu 30.º aniversário com um congresso dedicado ao tema “A Engenharia e o Futuro”<i>. </i>No dia 5 de Novembro, no Centro Cultural de Belém, serão debatidos os grandes desafios e oportunidades da Engenharia em Portugal. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O evento irá reunir empresas, entidades oficiais e especialistas num programa que abordará temas estratégicos como a gestão de talento na engenharia, a inovação e competitividade, a inteligência artificial nas empresas e o planeamento e financiamento de projectos de infraestruturas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No âmbito do evento, será ainda apresentado o estudo “Talent – Point of View”, desenvolvido pela PROFORUM em parceria com a Accenture, que analisa as tendências e desafios do mercado de talento e a sua influência na competitividade da economia portuguesa. O programa inclui ainda momentos de debate e </span><i><span data-contrast="auto">networking</span></i><span data-contrast="auto">, bem como a entrega de medalhas comemorativas que assinalam os 30 anos da associação.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O evento conta com a participação de oradores, entre os quais se destacam Gonçalo Saraiva Matias, ministro adjunto e da Reforma do Estado, Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação, assim como Fernando Almeida Santos, bastonário da Ordem dos Engenheiros, e Laura Caldeira, presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC). O painel será ainda reforçado com a presença de líderes do sector empresarial e financeiro.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O programa completo do congresso está disponível neste </span><a href="https://proforum.pt/project/congresso-do-30o-aniversario-da-proforum/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">site</span></a><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © PROFORUM</p><p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/congresso-a-engenharia-e-o-futuro-debate-desafios-e-oportunidades-da-engenharia-em-portugal/">Congresso “A Engenharia e o Futuro” debate desafios e oportunidades da Engenharia em Portugal</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conferência AICCOPN: &#8220;Portugal 2030: Futuro Estratégico para o Sector da Contrução&#8221;</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/conferencia-aiccopn-portugal-2030-futuro-estrategico-para-o-sector-da-contrucao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 11:36:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[AICCOPN]]></category>
		<category><![CDATA[conferência]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[LNEC]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal 2030]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=29706</guid>

					<description><![CDATA[<p>A AICCOPN - Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas vai realizar, no próximo dia 17 de fevereiro, a Conferência "Portugal 2030: Futuro estratégico para e setor da construção", no Auditório de Congressos do LNEC, em Lisboa. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/conferencia-aiccopn-portugal-2030-futuro-estrategico-para-o-sector-da-contrucao/">Conferência AICCOPN: &#8220;Portugal 2030: Futuro Estratégico para o Sector da Contrução&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-ed4c35b92871abe89c4be8da180f2dc1 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ac00cf961d1ea846fe5a532228b76c6 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ffed932163b6a45c682f86cd36a0b7d wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.aiccopn.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">AICCOPN &#8211; Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas</a></strong> vai realizar, no próximo dia 17 de fevereiro, a Conferência &#8220;Portugal 2030: Futuro estratégico para e setor da construção&#8221;, no Auditório de Congressos do LNEC, em Lisboa.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-92cd5ba1ad2fda11f9e6b9244fc84273 wp-block-paragraph">Com esta Conferência, com o <strong>programa que pode consultar abaixo</strong>, pretende-se promover uma reflexão abrangente sobre os desafios e oportunidades do Setor da Construção no contexto atual, com foco nos temas estruturantes, como o PRR – Plano de Recuperação e Resiliência e o quadro de financiamento Portugal 2030, que se apresentam como alavancas fundamentais para o desenvolvimento de infraestruturas, habitação, eficiência energética e mobilidade sustentável.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ceae5d813298074c2265e5aeb7ef8358 wp-block-paragraph"><strong>As inscrições encerram no dia 12 de fevereiro.</strong><br>Para participar nesta Conferência, deverá proceder ao respetivo registo <a href="https://forms.gle/kX5PjqFDXuyqQUjq7"><strong>AQUI</strong></a></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-98c561bcf79858ea9ff25bd9011b2c82 wp-block-paragraph"><strong>PROGRAMA</strong><br><strong>09h00 &#8211; ACREDITAÇÃO | RECEÇÃO DOS PARTICIPANTES</strong><br><strong>09h30 &#8211; SESSÃO DE ABERTURA</strong><br>Manuel Reis Campos &#8211; Presidente da AICCOPN<br>Miguel Pinto Luz &#8211; Ministro das Infraestruturas e Habitação<br><strong>10h15 &#8211; VISÃO GERAL DO ESTUDO</strong><br><strong>ESTRATÉGIA TRANSFORMADORA PARA O SETOR DA CONSTRUÇÃO EM PORTUGAL NO HORIZONTE 2030</strong><br>EY Portugal<br><strong>10h30 &#8211; COFFEE BREAK &amp; NETWORKING</strong><br><strong>10h45 &#8211; PAINEL I<br>O SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL EM PORTUGAL | ESTRATÉGIA 2030 &#8211; DESAFIOS E OPORTUNIDADES</strong><br>Paulo Macedo &#8211; Presidente da Comissão Executiva da CGD<br>Carlos Mota Santos &#8211; Presidente da MOTA-ENGIL &#8211; Engenharia e Construção, S.A.<br>Moderador: Ricardo Gomes, Vice-Presidente da AICCOPN<br><strong>DEBATE</strong><br><strong>12h00 &#8211; PAINEL II<br>A CAPACITAÇÃO DO SETOR NAS DIMENSÕES ORGANIZATIVA E OPERACIONAL</strong><br>Miguel Mateus &#8211; CTO da ANA &#8211; Aeroportos de Portugal<br>Miguel Saraiva &#8211; CEO da Saraiva + Associados<br>Moderador: António Carlos Rodrigues, Vice-Presidente da AICCOPN<br><strong>DEBATE</strong><br><strong>13h15 &#8211; ALMOÇO &amp; NETWORKING</strong><br><strong>14h45 &#8211; PERSPETIVAS E CONCLUSÃO DO ESTUDO ESTRATÉGIA TRANSFORMADORA PARA O SETOR DA CONSTRUÇÃO EM PORTUGAL NO HORIZONTE 2030</strong><br>EY Portugal<br><strong>15h30 &#8211; PAINEL III<br>OS FUNDOS EUROPEUS E OUTROS INSTRUMENTOS FINANCEIROS: PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO &#8211; DESAFIOS DA FILEIRA DA CONSTRUÇÃO</strong><br>Intervenção de Abertura &#8211; Manuel Castro Almeida &#8211; Ministro Adjunto e da Coesão Territorial<br>Fernando Alfaiate &#8211; Presidente da Estrutura de Missão “Recuperar Portugal”<br>António Mendonça &#8211; Bastonário da Ordem dos Economistas<br>António Ramalho &#8211; Chairman da Touro Capital Partners<br>Moderadora: Sónia Oliveira, Diretora Geral da AICCOPN<br><strong>DEBATE<br>17h00 &#8211; SESSÃO DE ENCERRAMENTO</strong><br>Intervenção de Sua Excelência o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ac00cf961d1ea846fe5a532228b76c6 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ac00cf961d1ea846fe5a532228b76c6 wp-block-paragraph"></p>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/conferencia-aiccopn-portugal-2030-futuro-estrategico-para-o-sector-da-contrucao/">Conferência AICCOPN: &#8220;Portugal 2030: Futuro Estratégico para o Sector da Contrução&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Há novas recomendações no quinto relatório de progresso da ELPRE</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/ha-novas-recomendacoes-no-quinto-relatorio-de-progresso-da-elpre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 07:03:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ADENE]]></category>
		<category><![CDATA[DGEG]]></category>
		<category><![CDATA[edificado]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[elpre]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de longo prazo para a renovação dos edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[LNEC]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza energética]]></category>
		<category><![CDATA[relatório de progresso]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=25630</guid>

					<description><![CDATA[<p>Melhorar a informação disponível e apostar nos apoios financeiros são algumas das sugestões deixadas pelo grupo de coordenação que está a elaborar a Estratégia de Longo Prazo para a Renovação dos Edifícios até 2050.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/ha-novas-recomendacoes-no-quinto-relatorio-de-progresso-da-elpre/">Há novas recomendações no quinto relatório de progresso da ELPRE</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Está disponível o quinto relatório de progresso da Estratégia de Longo Prazo para a </span><span class="s1">Renovação dos Edifícios até 2050 (ELPRE).</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Melhorar o desempenho energético do parque imobiliário em Portugal, conseguindo uma poupança cumulativa de energia primária de 34% e uma redução das emissões de CO2 de 77%, face a 2018, é um dos grandes objectivos a cumprir neste período.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Dividida em sete sectores de actuação, a ELPRE foca-se em renovação do edificado; edifícios inteligentes; certificação energética; formação e qualificação; combate à pobreza energética; informação e consciencialização; e monitorização.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O <a href="https://www.adene.pt/wp-content/uploads/2024/01/5.o-Relatorio-Grupo-Coordenacao-ELPRE_Nov2023.pdf">documento</a> mais recente segue a mesma linha dos anteriores, que têm servido para avaliar o progresso de execução da estratégia, e analisa a evolução entre junho e novembro de 2023.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Mediante os resultados obtidos, o grupo de coordenação deixa algumas recomendações para a renovação do parque edificado. “Torna-se evidente […] a necessidade de melhorar a informação disponível, sob pena de estarmos a realizar uma análise incompleta do estado atual de execução da ELPRE”, alerta o relatório, deixando sugestões:</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">“Necessidade de redução do período de publicação dos Inquéritos ao Consumo de Energia no Sector Doméstico (ICESD)” ou “inclusão no Certificado Energético a par com a classe energética dos imóveis do indicador de conforto térmico”, entre outras coisas.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">“Considerando o actual contexto económico e as condições financeiras da maioria das famílias portuguesas, e atendendo a que existe a necessidade de acelerar a renovação do parque de edifícios e executar os fundos europeus atualmente disponíveis, é necessário apostar fortemente nos apoios financeiros”, pode ainda ler-se no documento. Mais benefícios fiscais e mecanismos financeiros “mais diversificados (reembolsos, empréstimos com taxas de 0% juro, etc.)” são algumas das indicações deixadas.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Juntam-se a tudo isto várias directivas para a renovação do parque de edifícios na Administração Pública e a necessidade da criação de subgrupos de trabalho para agilizar ainda mais a ELPRE.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Do grupo de coordenação fazem parte a DGEG (Direção Geral de Energia e Geologia), a ADENE (Agência para a Energia) e o LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil).</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/ha-novas-recomendacoes-no-quinto-relatorio-de-progresso-da-elpre/">Há novas recomendações no quinto relatório de progresso da ELPRE</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Edifícios protagonizam a transformação sustentável das cidades do futuro</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/0410-edificios-protagonizam-a-transformacao-sustentavel-das-cidades-do-futuro-ee148/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 08:33:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[autoconsumo]]></category>
		<category><![CDATA[BUILT CoLAB]]></category>
		<category><![CDATA[carbono incorporado]]></category>
		<category><![CDATA[cer]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[digitalização]]></category>
		<category><![CDATA[economia circular]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[elpre]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[Fit for 55]]></category>
		<category><![CDATA[LNEC]]></category>
		<category><![CDATA[LNEG]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade carbónica]]></category>
		<category><![CDATA[PNEC]]></category>
		<category><![CDATA[renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[transição climática]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=24247</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os edifícios zero emissões estão na luz da ribalta, com as políticas europeias a exigirem às cidades a neutralidade climática. Mas o que significa descarbonizar os edifícios e como podem estes, enquanto protagonistas, encenar a mudança para um futuro mais sustentável? Eficiência...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/0410-edificios-protagonizam-a-transformacao-sustentavel-das-cidades-do-futuro-ee148/">Edifícios protagonizam a transformação sustentável das cidades do futuro</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os edifícios zero emissões estão na luz da ribalta, com as políticas europeias a exigirem às cidades a neutralidade climática. Mas o que significa descarbonizar os edifícios e como podem estes, enquanto protagonistas, encenar a mudança para um futuro mais sustentável? Eficiência energética, renováveis, soluções digitais, design circular, conexões com a comunidade e soluções para as cidades são algumas das palavras-chave.</strong></p>
<p>Em 2015, a constituição do Acordo de Paris, que entrou em vigor no ano seguinte, foi um ponto decisivo no rumo do trajecto climático ao solicitar a limitação do aquecimento global e a redução das emissões de CO<sub>2</sub> em 40 % em relação aos valores de 1990, para travar os riscos e os impactos associados às alterações climáticas. Assinado pela União Europeia (UE), e por outros 194 países, serviu como catalisador para vários compromissos políticos que lhe sucederam no mesmo sentido, entre os quais pacotes estratégicos para enfrentar um dos maiores desafios nesta caminhada – a transição energética. Um deles, o pacote legislativo <em>Energia limpa para todos os europeus</em>, apresentado em 2016, definiu, por exemplo, que os Estados-Membros (EM) teriam de desenvolver um <em>Plano Nacional de Energia e Clima</em> (PNEC) para o horizonte 2030. Mais tarde, no final de 2019, o <em>Pacto Ecológico Europeu</em> entrou em cena como resposta à declaração de crise climática pelo Parlamento Europeu, estabelecendo um roteiro para a UE atingir a neutralidade climática até 2050 – ambição que, em 2021, passou a ser obrigatória para todos os EM na sequência da aprovação da Lei Europeia do Clima. Surgiu, então, ainda em 2021, outro pacote da Comissão Europeia, o <em>Fit for 55</em>, que, para assegurar a concretização desta meta, reforçou a ambição climática ao procurar uma redução de pelo menos 55 % das emissões líquidas de gases com efeito de estufa (GEE) até ao final da década.</p>
<p>Passo a passo, estes desenvolvimentos políticos para cidades mais sustentáveis foram trazendo crescentes exigências ao sector dos edifícios. Da <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2509-estamos-dispostos-a-pagar-pela-descarbonizacao-dos-edificios-ee148/">descarbonização</a> dos consumos energéticos e da diminuição das necessidades de energia para reduzir desperdícios e emissões associadas à operação, passámos para uma visão que se expande a todo o ciclo de vida do edifício, que deve ser de emissões nulas, e coloca à lupa temas como energia incorporada e carbono incorporado dos materiais e equipamentos. Em paralelo, caminhamos cada vez mais para uma abordagem macro porque, segundo os especialistas, mais do que descarbonizar um edifício, é preciso escalar soluções e explorar sinergias ao nível local.</p>
<h4><strong>Edifícios de emissões nulas</strong></h4>
<p>“O sector dos edifícios e da construção não está no caminho certo para se descarbonizar até 2050. As emissões operacionais de CO<sub>2</sub> e a utilização de energia do sector atingiram [em 2021] um valor recorde, excedendo os picos pré-pandemia. Acções concretas são necessárias já.” O balanço é feito pela GlobalABC, a plataforma mundial que reúne diversos agentes em torno do objectivo de alcançar um sector dos edifícios e da construção zero emissões, eficiente e resiliente, num relatório anual de progresso, publicado em Novembro.</p>
<p>No <a href="https://globalabc.org/sites/default/files/2022-11/FULL%20REPORT_2022%20Buildings-GSR_1.pdf"><em>2022 Global Status Report for Buildings and Construction</em></a>, o cenário, considerando dados de 2021, é este: o sector, a nível mundial, é responsável por cerca de 37 % das emissões de CO<sub>2</sub> relacionadas com a energia e com os processos e por mais de 34 % da procura de energia, e a descarbonização do sector – “levada a cabo de forma pouco consistente” – parece cada vez mais longe, com o fosso entre o objectivo da neutralidade carbónica e o desempenho energético dos edifícios a aumentar. Na Europa, o sector dos edifícios apresenta-se com um peso ainda maior na procura de energia – com uma fatia de 40 % do consumo final de energia, de que 80 % diz respeito a energia de origem fóssil. É certo que o ano de 2022, com o eclodir da guerra na Ucrânia e com a consequente criação do plano europeu <em>RePowerEU</em>, poderá gerar outros resultados, mas os contornos do desafio mantêm-se.</p>
<p>Como parte do pacote <em>Fit for 55</em>, a revisão da Directiva Europeia para o Desempenho Energético dos Edifícios (<a href="https://edificioseenergia.pt/?s=epbd">EPBD</a>), ainda não finalizada, tem avançado com novas e mais ambiciosas normas de eficiência energética para edifícios novos e existentes. A ideia é ir além dos edifícios de necessidades quase nulas de energia e concretizar edifícios de emissões nulas, ou “zero emissões”, cujo Potencial de Aquecimento Global (PAG), com base em emissões de carbono durante todo o ciclo de vida, tem de ser explicitado num certificado energético. O prazo para que isto aconteça é que ainda não reúne consenso.</p>
<p>No caso das novas construções, a proposta da Comissão Europeia, apresentada no final de 2021, é que se aponte para 2030 ou, no caso dos novos edifícios detidos por organismos públicos, até 2027. O Conselho Europeu defende que os organismos públicos devem ter mais um ano para cumprir a meta, apontando para 2028 na proposta apresentada em Outubro de 2022. Já neste ano, o Parlamento Europeu fez saber que quer acelerar todo o processo, tendo em vista o ano de 2028 para os novos edifícios e o de 2026 para os públicos.</p>
<p>Nas construções existentes, o caminho deverá ser feito de forma faseada e com base em requisitos mínimos de desempenho de modo a melhorar os edifícios com classificação G, correspondendo aos 15 % com pior desempenho energético em cada EM. A Comissão Europeia quer que estes subam para, pelo menos, uma classificação F até 2027, no caso dos edifícios não-residenciais, e até 2030, para os habitacionais. Para o Parlamento Europeu, a melhoria deverá resultar numa classificação mínima de E até 2027 nos não-residenciais e 2030 nos residenciais, patamar que deverá subir até D em 2030 e 2033, respectivamente. O Conselho partilha a exigência de um desempenho energético D até 2033 nos edifícios residenciais e propõe, para os não-residenciais, outro método: estes têm de estar abaixo do limiar do consumo de energia primária dos 15 % edifícios deste tipo com pior desempenho do EM em questão até 2030 e dos 25 % até 2034.</p>
<p>Das discussões em trílogo, deverão ainda resultar outras exigências: criação de roteiros para monitorizar a renovação energética e os resultados climáticos, obrigatoriedade de certificados de desempenho energético – incluindo certificados A0 para edifícios de emissões nulas e certificados A+ para aqueles que são A0 e contribuem também para a rede energética com energia renovável produzida no local –, bem como de produção de energia solar nos edifícios novos, abandono dos combustíveis fósseis para aquecimento e arrefecimento, integração de infraestruturas verdes, e novos parâmetros para a qualidade do ambiente interior, para a capacidade de resiliência às alterações climáticas, para a segurança contra incêndios, entre outros.</p>
<p>Uma coisa é certa: a descarbonização vai continuar a fazer parte de uma das várias exigências sobre o sector dos edifícios, que, a partir de 2027 ou 2028, deverá passar a estar abrangido por um novo Sistema de Comércio de Licenças de Emissão, o <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1606-carolina-silva-zero-edificios-e-construcao-podem-estar-na-vanguarda-do-mercado-voluntario-de-carbono/">CELE II</a>, que irá fixar um preço mais duro por tonelada de emissões de GEE ligadas a este sector e ao dos transportes.</p>
<blockquote>
<p>“É preciso ter um discurso narrativo, mas de compromisso, onde as coisas aconteçam. E isto não pode ser só do Governo; tem que ser da sociedade civil, porque não vai haver nenhum orçamento de Estado que consiga resolver os desafios da reabilitação.”</p>
</blockquote>
<h4><strong>Descarbonização dos edifícios de A a Z</strong></h4>
<p>Mas afinal o que significa realmente descarbonizar os edifícios? “É uma temática muito complicada”, refere Marco Pedroso, responsável pelo pilar da sustentabilidade no BUILT CoLAB, um laboratório colaborativo para alinhar o sector da construção com as transições ecológica e digital. Numa primeira vertente, relacionada directamente com a fase operacional, a descarbonização dos edifícios implica consumir energia limpa. “De uma forma simplista, toda a energia que nós consumimos nos edifícios terá que ser de origem renovável”, afirma, por sua vez, Manuela Almeida, investigadora na Universidade do Minho. Implica também, para facilitar esse caminho, reduzir necessidades energéticas, relevando a necessidade da eficiência energética dos aspectos construtivos e dos equipamentos.</p>
<p>“A arquitectura aplicada em Portugal, muitas vezes, não se coaduna com o clima que temos, actualmente, no país, nem com as alterações climáticas e com os fenómenos extremos expectáveis”, alerta Marco Pedroso. “É muito giro construir edifícios envidraçados, expostos a Sul, com uma vista privilegiada, mas se um sistema de climatização estiver a gastar muita energia eléctrica para dar conforto térmico às pessoas no seu interior, estaremos, naturalmente, a contribuir para nos distanciarmos daquilo que é um objectivo que não é facultativo. (&#8230;) Não podemos continuar a ter o mesmo nível de dispêndio ineficiente de energia, sem pensar nas consequências”, acrescenta João Moutinho, director do BUILT CoLAB.</p>
<p>Em matéria de eficiência energética, Helder Gonçalves, director do Laboratório de Energia do LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia, também lembra que o Grupo dos Sete considera este elemento o fuel primordial na rota para a neutralidade carbónica e que a Agência Internacional de Energia (AIE), na sua conferência sobre o tema, apelou a que se duplicasse o progresso em eficiência energética até 2030, lançando também o relatório <a href="https://www.iea.org/reports/energy-efficiency-the-decade-for-action"><em>Energy Efficiency – The decade for action</em></a> e um <a href="https://www.iea.org/reports/the-value-of-urgent-action-on-energy-efficiency/policy-toolkit"><em>toolkit</em> </a>de princípios e pacotes políticos para ajudar os governos a implementarem acções eficientes.</p>
<p>Não obstante este papel, e embora reconheça que a eficiência energética está contemplada nos programas dos governos, o responsável do LNEG argumenta que o tema “não está na ordem do dia” e que “é por isso que os resultados são sempre muito fraquinhos”. “Se olharmos para Portugal, as renováveis estão na agenda, nas ‘bocas do mundo’. A eficiência energética não está.” Então o que fazer?</p>
<p>Apostar na componente passiva, adoptando princípios do desenho bioclimático para adaptar o edifício às características do local e do clima, melhorando isolamentos, dimensionando envidraçados de forma adequada, é o caminho para os especialistas. Outra hipótese, também apontada pela <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/futuro-edificios-2505-sustentabilidade/">construção sustentável</a>, é a integração de fachadas e coberturas verdes, por exemplo, com benefícios a nível da mitigação do efeito ilha de calor e da compensação de emissões de CO<sub>2</sub>. Todavia, para Manuela Almeida, estas intervenções verdes ainda carecem de mais investimento e melhoria, para evitar que instalações desadequadas resultem em infiltrações ou ineficiências do ponto de vista do consumo de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2803-adene-nexus-agua-energia-nacoes-unidas-grupo-trabalho-aqua/">água</a>. O recurso hídrico é, aliás, um elemento que deverá fazer parte das preocupações nos edifícios, não só através da melhoria da eficiência, mas também do aproveitamento de águas pluviais para lavagem de pavimentos, rega de jardins, e descargas das sanitas, por exemplo. Esta opção, que torna os edifícios mais sustentáveis e pode contribuir para a descarbonização das cidades pela redução de necessidades de transporte de água, “já está posta em prática, só que ainda é uma solução singular, não generalizada”, refere.</p>
<p>Na componente activa, a aposta está em electrodomésticos e sistemas de iluminação e AVAC-R (aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração) mais eficientes. Neste último campo, Helder Gonçalves salienta ser “fundamental” alavancar a taxa de implementação dos colectores solares térmicos em Portugal (actualmente “entre 2 e 3 %”) para dar conta da fatia “importantíssima do consumo dos edifícios relativa às águas quentes sanitárias”. Destaca ainda o fotovoltaico enquanto elemento central, mas que já recebe mais atenção, tendo crescido nos últimos anos, e o ar condicionado como um equipamento que, com o <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/desafio-futuro-cidades-0303-hg/">sobreaquecimento das cidades</a>, terá uma utilização crescente.</p>
<p>As bombas de calor já fazem parte desta viagem, estando nas prioridades da Comissão Europeia, que prepara a publicação do primeiro<em> Plano de Acção para as Bombas de Calor</em>, para assegurar, em alinhamento com o <em>REPowerEU</em>, a instalação de mais 60 milhões de equipamentos na Europa até 2030 – um mercado que, segundo a EHPA, voltou a bater um recorde de vendas (cerca de três milhões) em 2022.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24254 size-full" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_321045740.jpg" alt="" width="650" height="340" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_321045740.jpg 650w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_321045740-300x157.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_321045740-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>“A certificação energética, muitas vezes, já mitiga algumas das ineficiências e resolve alguns dos problemas, mas o verdadeiro desafio está naquilo que são as contribuições do edifício ao longo de todo o ciclo de vida”, afirma João Moutinho. Neste ponto, e já “ultrapassada” a proposta dos edifícios de necessidades energéticas quase nulas, Manuela Almeida explica, por sua vez, que novas variáveis entram em jogo com os edifícios de emissões de carbono nulas. Neste cenário, os materiais de construção – com preponderância para os materiais de base natural – assumem um papel de destaque e conceitos como <a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/jose-silvestre-entrevista-calcular-energia-incorporada-materiais-construcao-sim-e-possivel-ee145-2103/">energia incorporada</a>, carbono incorporado, <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/edificios-energia-incorporada-e-pegada-ambiental-uma-nova-dimensao-da-sustentabilidade-1003/">pegada ambiental</a>, <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2804-cristina-rocha-design-circular-aplicabilidade-varios-niveis-sector-edificios-circo-hub-portugal-lneg-iapmei-apa/">ecodesign</a>, Declaração Ambiental de Produto (um “passaporte” da pegada carbónica de um produto que se está a tornar cada vez mais comum), avaliação do ciclo de vida (ACV) e <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/3008-economia-circular-no-ambiente-construido-painel-modular-a-base-de-plastico-reciclado-para-renovacao-de-fachadas-de-edificios-ee147/">economia circular</a> passam a fazer parte do vocabulário do sector.</p>
<p><a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/0208-paulo-ferrao-chegou-o-momento-de-pensarmos-muito-a-serio-na-energia-entrevista-ee147/">Energia</a> e carbono incorporados “não são conceitos novos” e estão associados a todo o edifício, “desde paredes, janelas, pavimentos, até colectores solares, caldeiras, painéis solares, etc.”, uma vez que a extracção, a produção, o transporte, a operação, e a demolição têm uma pegada ambiental associada, realça. Para a especialista, o facto de a revisão da EPBD enfatizar a avaliação da sustentabilidade – sobretudo através do tal PAG – “é, no fundo, uma chamada de atenção para que se olhe para os materiais e se seja criterioso na escolha”. Embora ainda veja nos materiais de base natural alguns problemas, em particular, quanto à durabilidade, a investigadora felicita a decisão política. “É bom que haja pressão legislativa, porque obriga a mexer. As pessoas vão espernear, porque é tudo tão complicado. Não temos ainda as soluções óptimas, se calhar nem soluções boas, mas isto vai obrigar a que as pessoas pensem, a que invistam e procurem outras respostas até chegarmos às soluções ideais.”</p>
<p>Esta reflexão vai ter particular impacto na fase de concepção e não poderá estar dissociada da economia <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1905-cirmat-mafalda-rodrigues-tratar-reintroduzir-residuos-subprodutos-construcao-indispensavel/">circular</a> e da ACV, afirma Marco Pedroso. “Esta fase permite, desde o início, simular e optimizar soluções a prescrever soluções para a construção e, assim, contribuir para a descarbonização”. Neste âmbito, João Moutinho remata que “a fase final do ciclo de vida, a desconstrução, que gera resíduos, é um dos principais desafios não só a nível ambiental, mas também a nível de sustentabilidade económica e social” – não só porque alguns resíduos de construção são perigosos, como o fibrocimento, ou porque alguns são depositados ilegalmente nos espaços periurbanos, mas também porque é preciso encontrar formas de valorizar os resíduos. O design para a desmontagem ou para a modularidade é uma hipótese para responder aos desafios, sobretudo nos próximos tempos em que, na visão do engenheiro eléctrico, se vai “deixar de construir e passar a fabricar e montar edifícios”.</p>
<h4><strong>Digitalização ao serviço da descarbonização</strong></h4>
<p>Como parte da dupla transição advogada pela UE, a transição digital anda de mãos dadas com a transição ecológica. E digitalização pode rimar, nos edifícios, com eficiência energética. “Na <a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/1809-thomas-kiessling-edificios-inteligentes-tem-enorme-potencial-de-reduzir-pegada-de-carbono-mundial-ee148/">operação dos edifícios</a>, nós sabemos que há todo um conjunto de soluções já disponíveis, portanto, electrodomésticos cada vez mais eficientes, equipamentos para medir o consumo e influenciar comportamentos, sistemas avançados de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/0310-smart-readiness-indicator-novo-site-esclarece-questoes-frequentes-sobre-o-sri/">inteligência </a>que controlam edifícios para regular, por exemplo, o sombreamento ou a temperatura ou a luminosidade de uma forma eficiente relacionada com a ocupação de pessoas no interior”, descreve João Moutinho.</p>
<p>Na qualidade de representante institucional do BUILT CoLAB, este especialista afirma que a <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2108-digitalizacao-industrializacao-e-renovacao-de-edificios/">digitalização</a>, um dos grandes pilares do laboratório, pode ser útil para muito mais: “o BUILT CoLAB, neste momento, está a desenvolver soluções para o sector da construção para todas as fases do ciclo de vida”, para que se possa, através de um abordagem holística, conceber edifícios mais sustentáveis e reabilitar consoante as melhores práticas de sustentabilidade, encontrando o melhor<em> trade-off</em> entre vantagens e desvantagens das intervenções. “Só se pode avaliar aquilo que se consegue medir – e temos mesmo que medir. E, quando não pudermos medir, temos que estimar com muito rigor porque o efeito multiplicativo de estimativas, principalmente subestimadas, pode ser também devastador.”</p>
<p>Para isso, poderá fazer-se uso de tecnologias-chave. “Estamos a falar de coisas como inteligência artificial, IoT [Internet das Coisas], BIM”, explicita João Moutinho, identificando-as como os “<em>basic building blocks</em>” daquilo que se pretende fazer no sector da construção. Na perspectiva da adopção da <a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/0210-claudia-antunes-bim-eficiencia-comunicacao-e-interoperabilidade-ee148/">metodologia BIM em Portugal</a>, o responsável vê um “importante” contributo por “funcionar como substrato essencial para se fazer a avaliação da sustentabilidade”. Perceber de início o impacto ambiental subjacente a diferentes opções de materiais e fazer simulações dos seus comportamentos higrotérmicos são duas das possibilidades levantadas pelo BIM que facilitam que se faça, desde logo, a prescrição de uma “escolha integradora e que contribua positivamente para a redução dos impactos do edifício”, adiciona Marco Pedroso.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-24256  alignleft" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_2066675699.jpg" alt="" width="426" height="223" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_2066675699.jpg 650w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_2066675699-300x157.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_2066675699-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 426px) 100vw, 426px" />Também os <em>digital twins</em> cabem nesta digitalização. “O<em> digital twin</em> utiliza BIM, sensorização, IoT para, em tempo real, conseguirmos avaliar o que se passa no edifício tanto na fase de construção, optimizando-a, poupando materiais e recursos, baixando emissões associadas, como na fase de utilização e na de desmontagem do edifício”, descreve o engenheiro civil.</p>
<p>Mas num “sector conservador, que resiste à introdução de tecnologia e de ferramentas”, João Moutinho diz que parte da mudança vai exigir capacitação e introdução de ferramentas que sejam “simples e utilizáveis”, a cujo contributo para a sustentabilidade se irão somar vantagens de “eficiência e competitividade”. Nesse sentido, o BUILT CoLAB, no âmbito do <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/revconstruction-projecto-verdadeiramente-mobilizador-para-digitalizar-construcao-termina-neste-mes/">projecto <em>REV@Construction</em></a>, trouxe à luz do dia, em Junho, instrumentos à disposição do sector. “As empresas têm de já estar a pensar preventivamente que a fase do pau [da obrigação] está para vir”, alerta, depois de o colega antever que as entidades bancárias vão deixar de querer estar associadas a actividades de grande carga carbónica quando o Banco Central Europeu, em Janeiro de 2026, passar a seguir a taxonomia europeia.</p>
<h4><strong>Desafio da reabilitação</strong></h4>
<p>Em 2050, a maior parte do parque edificado será composto por edifícios já existentes, incluindo os que hoje e nos próximos anos representam novas construções e que, mesmo assim, vão estar em incumprimento com a ambição plasmada na revisão da EPBD.</p>
<p>Assim, ainda com distância do horizonte de edifícios zero carbono, a AIE está a propor o conceito de<em> zero carbon ready buildings</em> (edifícios preparados para o zero carbono), que, segundo a agência, deverá ser atingido através da <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2905-reabilitacao-termica-da-envolvente-opaca-de-edificios-vantagens-e-limitacoes-de-solucoes-correntes/">reabilitação</a> em pelo menos 20 % do edificado existente até 2030. “Ou seja, estes edifícios ainda podem emitir carbono, mas têm de já estar preparados para, num futuro a curto prazo, deixarem de o fazer”, explica Manuela Almeida, ilustrando que tal pode significar a substituição de uma fonte de energia não-renovável por uma 100 % renovável, por exemplo, o gás natural por biocombustível.</p>
<p>Para dar resposta ao desafio da reabilitação energética, a EPBD sob discussão parece estar também a criar espaço para directrizes que reforcem o processo através de um <em>Plano Nacional para a Reabilitação Energética</em>, um documento complementar à <em>Estratégia de Longo Prazo para a Renovação dos Edifícios</em> (ELPRE), aprovada pelo Governo português em 2021 no decorrer da Vaga de Renovação europeia.</p>
<p>Fala-se em planos e estratégias, mas, para Helder Gonçalves, não basta “ter intenções e porventura medidas”. Na sua visão, é preciso que o discurso narrativo e o compromisso mobilizem o Governo e a sociedade civil como um todo para fazer as coisas acontecerem, seja a reabilitação, seja a própria descarbonização. Mas no caso da reabilitação dos edifícios, é perentório: “não vai haver nenhum orçamento de Estado que consiga resolver os desafios da reabilitação. Os fundos [dispensados] são absolutamente impossíveis [para as necessidades]”. Partilhando da opinião de que o montante para lidar com a ineficiência de 80 % do parque edificado português só permite “tapar o sol com a peneira”, e notando os benefícios para o combate à pobreza energética, Manuela Almeida reitera que “a reabilitação dos edifícios é um must” e que será necessário encontrar novos modelos de negócio. “Uma das ideias da Comissão Europeia é taxar as petrolíferas e utilizar esse valor para a reabilitação do edificado”, refere.</p>
<p>Mas, afinal, como estamos em Portugal? Ana Brandão de Vasconcelos, enquanto membro do Laboratório Nacional de Engenharia Civil e da equipa responsável pela monitorização do progresso da ELPRE, faz o seguinte balanço: “o sector dos edifícios está a descarbonizar; as alterações são sobretudo a montante, na produção de energia, sendo que é necessário reforçar o investimento na reabilitação energética do parque de edifícios existentes.” A avaliação tem por base os dados do último relatório de monitorização da ELPRE, que traça um cenário positivo no que concerne à percentagem de energia renovável – “a produção aumentou consideravelmente em todo o parque de edifícios; [sendo que] já se atingiu, em 2021, 9,7 % dos 11 % definidos para 2030” – e também à percentagem de redução de emissões de CO<sub>2</sub> – “já se ultrapassou a meta definida para 2030 em todo o parque de edifícios, estando próximo da meta para 2040, de 47 %”. Na poupança de energia primária, o cenário de 2021 ainda é de recuperação do agravamento do consumo no residencial durante a pandemia, mas de redução de consumos nos edifícios não-residenciais. Já na questão da renovação em si, a trajectória demonstra que ainda se está “bastante aquém” da meta de 49 % para 2030. “Estamos só próximos de 1 %”, lamenta, ressalvando, porém, que o valor pode “estar subestimado” uma vez que a monitorização é feita a partir dos programas de financiamento existentes, podendo haver trabalhos de renovação fora desta esfera.</p>
<p>Para Manuela Almeida, a descarbonização rápida vai depender, precisa e principalmente, desta “reabilitação”. Vai também depender da capacidade de escalar soluções ao nível das comunidades, dos bairros e das cidades; soluções que, segundo João Moutinho, podem visar a “criação de dinâmicas de renovação histórica que beneficiam de economia de escala” através da análise de um conjunto de edifícios pela via tecnológica, para evitar que a renovação seja feita de forma insustentável do ponto de vista dos resíduos, mas não só.</p>
<h4><strong>Escalar soluções</strong></h4>
<p>“Quando se aborda a descarbonização das cidades, é preciso ver [a questão] no seu todo. Por um lado, podemos querer focar-nos nos edifícios, independentemente de serem de serviços ou residenciais, e [por outro] em como o <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2709-temos-de-olhar-para-a-energia-como-uma-plataforma-sublinha-jorge-vasconcelos/">sistema energético</a> vai influenciar a descarbonização desse parque”, diz Helder Gonçalves. E é nesse último ponto que o representante do LNEG diz começarem a surgir oportunidades. “Tem de haver modelos de negócio atractivos, o que começa a haver, e opções legais mais ou menos atraentes, como as <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2607-poder-as-pessoas-como-as-cer-estao-a-reformular-o-mercado-da-energia-ee147/">comunidades de energia renovável</a> (CER).” Este <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1209-nova-base-de-dados-livre-agrega-as-abordagens-legais-de-cada-estado-membro-as-cer/">modelo</a>, cuja figura entrou em vigor em Portugal no início de 2020, também é apontado por Manuela Almeida como um caminho para pensar a “descarbonização em larga escala”, da comunidade e do bairro à cidade.</p>
<p>Apoiando-se naquilo que a EPBD elenca quanto aos edifícios estarem equipados com sistemas de produção de energia local, a engenheira reitera que “está mais do que provado que não é rentável ter esses sistemas de produção de energia renovável edifício em edifício”. “Para serem rentáveis, temos de construir sistemas que consigam abastecer não um edifício, nem dois, nem três, mas um conjunto grande. Quanto maior for, mais rentável é a solução.”</p>
<p>Num documento que preparou, Manuela Almeida incidiu também sobre as questões que surgem nesta área. Admitindo que é necessário “investir muito” para colmatar a lacuna nas soluções de armazenamento de energia, a docente diz que “as questões técnicas se resolvem”. Na sua visão, os “problemas de coordenação e gestão” na criação de CER são maiores, porque “há uma falta de interesse gerada por um desconhecimento generalizado e também porque nunca se investiu muito nisto”, sendo necessário que os municípios se envolvam mais e puxem os cidadãos para esta transição.</p>
<p><img decoding="async" class="alignright wp-image-24253 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_2183444657.jpg" alt="" width="480" height="251" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_2183444657.jpg 650w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_2183444657-300x157.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_2183444657-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p>
<p>Outro tema que surge é o das redes de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2306-irena-fornece-toolbox-para-electrificacao-inteligente-do-aquecimento-e-arrefecimento/">aquecimento e arrefecimento</a> urbanas. Em Portugal, há um único exemplo deste sistema na Expo lisboeta, já com mais de duas décadas, e “não se replicou a solução”. Mas poderia ser uma opção viável? A resposta, acredita a investigadora, poderá ser positiva – tanto para o aquecimento como para o <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2405-actonheat-arrefecimento-urbano-pode-ser-alternativa-interessante-no-sul-da-europa-diz-juan-varo-lopes/">arrefecimento</a> –, mas a análise tem de ser feita “caso a caso”. “Fizemos um pequeno ensaio para uma pequena CER em Braga para ver se teria pernas para andar e mostrou-se que sim.” Ressalvando que é necessário realizar mais estudos, e mais a fundo, uma vez que não há historial suficiente no país e poucos exemplos no Sul da Europa, Manuela Almeida diz que um futuro renovável parece abrir novas oportunidades para estas redes. “Em relação à rentabilidade das redes, há algumas dúvidas, principalmente quando pensamos em fontes de energia fóssil, mas, como agora temos de pensar num futuro com energia renovável, o caso muda de figura. A rentabilidade aumenta por essa via.”</p>
<p>“Um edifício é apenas, e só, uma célula, quando consideramos que um quarteirão é um órgão”. A analogia de Marco Pedroso deixa patente o facto de o edifício ter um contexto onde há potencial de interacção. Tal como um poste de iluminação pública pode ser mais ou menos eficiente, ecológico, inteligente e pode servir a sua função básica de iluminar ou incluir outras ao integrar sensores de monitorização de trânsito ou de qualidade do ar, por exemplo, também o edifício pode ser mais ou menos bem concebido e servir uma ou mais funções. As sinergias são, muitas vezes, encontradas na ponte com a mobilidade eléctrica – sistemas de carregamento de veículos eléctricos a entrarem nas políticas – e com a própria rede eléctrica, percebendo como adaptar os consumos e o comportamento dos cidadãos para uma maior flexibilidade e estabilidade da rede. A ideia é caminhar para bairros de energia positiva (PED), um modelo que se baseia em edifícios eficientes do ponto de vista energético e numa maior produção do que consumo resultantes de sistemas de energia renovável hipocarbónicos e que vai ser testado pela AdEPorto – Agência de Energia do Porto no município portuense no âmbito do projecto europeu <em>ASCEND</em>. <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/making-city-ped-groningen-2710/">PED a PED</a>, a descarbonização dos edifícios e das cidades estará mais próxima.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-julho-agosto-2023-edificios-os-protagonistas-da-descarbonizacao-das-cidades/">edição nº 148</a> da Edifícios e Energia (Julho/Agosto 2023).</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/0410-edificios-protagonizam-a-transformacao-sustentavel-das-cidades-do-futuro-ee148/">Edifícios protagonizam a transformação sustentável das cidades do futuro</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>LIFE Transição para as Energias Limpas: sessões de apoio a candidaturas na próxima semana no Porto e em Coimbra</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/2109-life-transicao-para-as-energias-limpas-sessoes-de-apoio-a-candidaturas-na-proxima-semana-no-porto-e-em-coimbra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 09:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[APA]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
		<category><![CDATA[DGEG]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[LIFE]]></category>
		<category><![CDATA[LNEC]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
		<category><![CDATA[Transição para as Energias Limpas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=24352</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o objectivo de auxiliar as candidaturas ao subprograma europeu LIFE Transição para as Energias Limpas, a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em colaboração com a Agência Portuguesa do Ambiente, ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2109-life-transicao-para-as-energias-limpas-sessoes-de-apoio-a-candidaturas-na-proxima-semana-no-porto-e-em-coimbra/">LIFE Transição para as Energias Limpas: sessões de apoio a candidaturas na próxima semana no Porto e em Coimbra</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objectivo de auxiliar as candidaturas ao subprograma europeu <em>LIFE Transição para as Energias Limpas</em>, a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em colaboração com a Agência Portuguesa do Ambiente, têm vindo a promover sessões regionais de divulgação e <em>workshops hands-on</em>. Os próximos são no Porto e em Coimbra já na próxima semana. As inscrições para participar terminam amanhã.</p>
<p>O <em>Programa para o Ambiente e a Acção Climática</em> (LIFE), que pretende financiar iniciativas que estimulem a transição climática, tornando a economia, os estilos de vida, os territórios e os ecossistemas mais saudáveis, ecológicos e resilientes, é promovido pela Comissão Europeia em várias vertentes. Uma delas corresponde ao subprograma <em>Transição para as Energias Limpas</em>, que visa, entre outros objectivos, criar enquadramentos políticos e projectos de financiamento que facilitem a transição energética, bem como apoiar a melhoria de competências no mercado e o envolvimento dos cidadãos.</p>
<p>Para abordar este subprograma e as várias chamadas que o compõem, incluindo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1007-programa-life-esta-a-receber-propostas-para-facilitar-renovacao-profunda-dos-edificios/">uma dedicada a promover a renovação mais rápida, profunda e inteligente dos edifícios</a> para um melhor desempenho energético, a DGEG e o LNEC, em colaboração com a APA, estão a promover sessões regionais e <em>workshops </em>pelo país. O objectivo é, segundo a DGEG, &#8220;apoiar a preparação de candidaturas com parceiros nacionais ao programa&#8221;.</p>
<p>As sessões, realizadas durante a manhã, consistem na apresentação do programa <em>LIFE 2021-2027</em>, do subprograma <em>Transição para as Energias</em> <em>Limpas</em>, de casos de sucesso (projectos financiados em chamadas anteriores) e num espaço de questões e respostas. Depois de almoço, os participantes avançam para um <em>workshop </em>de apoio a candidaturas, dedicado a discutir boas práticas transversais, a ideia de projecto, a formalização da candidatura e a estrutura de projecto e orçamentação.</p>
<p>A próxima sessão vai acontecer no Porto, no dia 27 de Setembro, na sede da Região Norte da Ordem dos Engenheiros. Logo no dia seguinte, dia 28, este projecto de capacitação nacional chega a Coimbra, que receberá os participantes nas instalações da DGEG.</p>
<p>Segundo a DGEG, os participantes nestas sessões &#8220;deverão ser entidades e/ou empresas com conhecimentos elementares do funcionamento do <em>Programa LIFE</em> e que detenham, desde já, ideias sobre a concepção do projecto a submeter na <em>Call 2023</em> do subprograma <em>Transição para as Energias Limpa</em>s, que se encontra a decorrer até 16 de novembro de 2023.&#8221;</p>
<p class="v1xmsonormal">As inscrições, gratuitas e obrigatórias, podem ser realizadas até amanhã, dia 22 de Setembro, através do preenchimento de um formulário <em>on-line</em>. As inscrições na sessão do Porto podem ser realizadas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScpw-UQdBE11bloSKz-ioFRMTTMuv80lF-6zSYaYsvfQIdCag/viewform">aqui</a> e as na de Coimbra <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd41jFetSNahqK4UC4K43lq3wDzTq73N9qFKgVV2nSPjbtl5Q/viewform">aqui</a>.</p>
<p>Recorde-se que estas duas sessões serão a segunda e terceira. A primeira aconteceu em Évora, no dia 5 de Setembro.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2109-life-transicao-para-as-energias-limpas-sessoes-de-apoio-a-candidaturas-na-proxima-semana-no-porto-e-em-coimbra/">LIFE Transição para as Energias Limpas: sessões de apoio a candidaturas na próxima semana no Porto e em Coimbra</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ANFAJE apoia 2.ª edição do Mestrado em Tecnologia de Fachadas na FCT-NOVA</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/1307-anfaje-apoia-2-a-edicao-do-mestrado-em-tecnologia-de-fachadas-na-fct-nova/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2023 09:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[anfaje]]></category>
		<category><![CDATA[fachadas]]></category>
		<category><![CDATA[FCT-NOVA]]></category>
		<category><![CDATA[LNEC]]></category>
		<category><![CDATA[LNEG]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=23502</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (FCT-NOVA) promove, em parceria com a Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes (ANFAJE), o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/1307-anfaje-apoia-2-a-edicao-do-mestrado-em-tecnologia-de-fachadas-na-fct-nova/">ANFAJE apoia 2.ª edição do Mestrado em Tecnologia de Fachadas na FCT-NOVA</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (FCT-NOVA) promove, em parceria com a Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes (ANFAJE), o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), a 2.ª edição do Mestrado em Tecnologia de Fachadas.</p>
<div class="col-text-1 text-normal element-top-20 element-bottom-20" data-os-animation="none" data-os-animation-delay="0s">
<p>Este mestrado profissionalizante, que garante o mesmo grau que os mestrados “tradicionais” (nível 7 do Quadro Nacional de Qualificações), tem a duração de um ano (dois semestres, 60 ECTS) e decorre em regime pós-laboral às quintas e sextas-feiras (tarde) e aos sábados (todo o dia).</p>
<p>Podem candidatar-se ao mestrado os titulares do grau de licenciado na área de Engenharia (Civil, Mecânica, Elétrica ou afins) ou Arquitetura, com pelo menos cinco anos de experiência profissional.</p>
<p>A ANFAJE apoia ativamente o curso de <a href="https://anfaje.pt/mestrado-tecnologia-fachadas/">Mestrado em Tecnologia de Fachadas</a>, pois considera indispensável para aumentar as qualificações dos atuais e futuros <a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/anfaje-2022-mao-de-obra-qualificada/">colaboradores</a> <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/0805-tektonica-associacoes-sector-desafio-e-solucao/">do sector</a> das janelas e fachadas, o que permite desenvolver a competitividade das empresas no mercado global e, assim, contribuir decisivamente para o crescimento da economia portuguesa.</p>
<p>Os Associados da ANFAJE beneficiam de bolsas de 125€/inscrição.</p>
<h4>Objetivos</h4>
<div class="col-text-1 text-normal element-top-20 element-bottom-20" data-os-animation="none" data-os-animation-delay="0s">
<p>Este curso inovador e único no panorama nacional, vocacionado para a aprendizagem ao longo da vida, tem como objetivo de desenvolver e/ou aprofundar competências transversais interdisciplinares em diferentes tópicos, como sejam o desempenho (higrotérmico, acústico, lumínico e estrutural), a qualidade e a sustentabilidade, as tecnologias e a inovação e a integração de renováveis nas fachadas.</p>
<div id="ultimate-heading-916164afbdd5078ec" class="uvc-heading ult-adjust-bottom-margin ultimate-heading-916164afbdd5078ec uvc-6624 " data-hspacer="no_spacer" data-halign="left">
<div class="uvc-main-heading ult-responsive" data-ultimate-target=".uvc-heading.ultimate-heading-916164afbdd5078ec h2" data-responsive-json-new="{&quot;font-size&quot;:&quot;&quot;,&quot;line-height&quot;:&quot;&quot;}">
<h4>Programa</h4>
</div>
</div>
<div class="col-text-1 text-normal element-top-20 element-bottom-20" data-os-animation="none" data-os-animation-delay="0s">
<p>Conheça o programa do Mestrado em Tecnologia de Fachadas <a href="https://guia.unl.pt/pt/2021/fct/program/1041" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
</div>
</div>
</div>
<p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade da empresa/entidade em causa.</em></strong><br />
<strong>FONTE: <em>Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/1307-anfaje-apoia-2-a-edicao-do-mestrado-em-tecnologia-de-fachadas-na-fct-nova/">ANFAJE apoia 2.ª edição do Mestrado em Tecnologia de Fachadas na FCT-NOVA</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
