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	<title>Arquivo de aquecimento e arrefecimento - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Dec 2025 16:28:55 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de aquecimento e arrefecimento - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>Filtro Filterstop: a solução compacta da CALEFFI que incorpora também uma interceção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[AQS]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Caleffi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O FILTERSTOP da Caleffi foi desenvolvido para aplicação em instalações de aquecimento/arrefecimento e de água sanitária. O seu formato compacto facilita a instalação em tubagens horizontais ou verticais, sem alterar a sua capacidade de separação. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-da6af3784984af259fef9c6bfcc482a8 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-56d72e5fc1b5e5b8c05cba67dccde4d3 wp-block-paragraph"><br>O <strong>FILTERSTOP</strong> da <strong>Caleffi</strong> foi desenvolvido para aplicação em instalações de aquecimento/arrefecimento e de água sanitária. O seu formato compacto facilita a instalação em tubagens horizontais ou verticais, sem alterar a sua capacidade de separação.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-96ad1ac68ac0281f3f7340a434421680 wp-block-paragraph">O dispositivo é fornecido com uma esfera de interceção integrada para bloquear o fluxo de água antes de proceder à manutenção. Sem esvaziamento da instalação, sem riscos. A ausência de manípulo de abertura e a extração da malha filtrante pela parte frontal tornam-no uma solução adequada mesmo quando há limitação de espaço.<br><br><strong>Porquê instalar o FILTERSTOP?</strong><br>Protege tanto as instalações de aquecimento/arrefecimento como as instalações hidrossanitárias, permitindo poupar espaço e efetuar operações de limpeza do filtro de forma simples e segura, sem ser necessário esvaziar a instalação.<br><br><strong>Onde instalar o novo filtro inspecionável?</strong><br>Em circuito fechado, recomendamos a instalação do <strong>FILTERSTOP</strong> a montante da fonte térmica para maximizar a sua eficácia na ativação da proteção imediata contra as impurezas da água.<br>Em circuito aberto, aconselhamos a montagem do dispositivo a montante da instalação para proteção contra as impurezas provenientes da rede.<br><br><strong>Pontos fortes</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ec81f429157abe24f283b962afc8cc80 wp-block-paragraph"><strong>Malha filtrante fina, ampla e resistente</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-403f843792a196fe9f109300547a41c7">Retém as impurezas com dimensões até 160 μm logo na primeira passagem e garante uma eficiência de separação muito elevada.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-e28c3fa5b94ce25897fe82b56b52e338">A sua superfície ampla permite uma melhor distribuição da sujidade, com a vantagem de evitar perdas de carga e a consequente redução do Kv.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-db7fe6160a4c5022d2f633d3426d5a3f">A sua estrutura evita que as partículas se dispersem durante a extração.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5bb73f85b554e640d2b8cb214c8d3ed9">Fabricada em aço inoxidável, é extremamente resistente, mantendo a eficácia ao longo do tempo.</li>
</ul>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5b09cb10859f996694f72a9e70a98a86 wp-block-paragraph"><br><strong>Abertura do filtro com total segurança</strong><br>Para remover o filtro, a interceção deve ser fechada e assim deve permanecer quando aquele for reintroduzido no interior do dispositivo. Estes passos evitam fugas de água indesejadas durante a manutenção. Além disso, desapertando o parafuso específico, a pressão interna é descarregada, tornando a abertura do dispositivo mais simples e segura.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-079c237b34ed1d9878b0c5abd49c3ad0 wp-block-paragraph"><strong>Sem manípulo de abertura e filtro extraível pela parte frontal</strong><br>A instalação torna-se mais prática e simples graças ao mecanismo de interceção utilizando uma chave inglesa em vez de um manípulo. Por este motivo, o <strong>FILTERSTOP</strong> não necessita de espaço adicional nem de espaço para a rotação do manípulo, sendo ideal para espaços limitados.<br>O filtro é extraído pela parte frontal para agilizar todas as fases operacionais, desde a instalação à manutenção.<br><br><strong>Aplicação dupla</strong><br>O filtro é particularmente versátil, uma vez que pode ser instalado tanto em circuitos fechados como em circuitos para água sanitária.<br>Posicionado numa instalação de aquecimento/arrefecimento, protege a fonte térmica contra possíveis bloqueios e gripagens, melhorando a gestão da água técnica e a eficiência do sistema. Por outro lado, aplicado numa instalação hidrossanitária, melhora a qualidade da água potável, protegendo as torneiras e os eletrodomésticos.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ac00cf961d1ea846fe5a532228b76c6 wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="340" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/12/Filterstop_esquema.png" alt="" class="wp-image-34036" style="width:640px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/12/Filterstop_esquema.png 640w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/12/Filterstop_esquema-300x159.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/12/Filterstop_esquema-610x324.png 610w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-bfc48396da44d453b2bbcea4e9c928aa wp-block-paragraph"><br></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-c07eb39323055b354de8f25c2caf0d83 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>União Europeia revê regulamento de ecodesign de produtos de aquecimento e arrefecimento</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/uniao-europeia-reve-regulamento-de-ecodesign-de-produtos-de-aquecimento-e-arrefecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 08:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[ecodesign]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Europeia anunciou recentemente o início do processo de revisão e actualização das regras em matéria de concepção ecológica de sistemas de aquecimento e arrefecimento. Até 31 de Agosto, a instituição europeia aguarda feedback relativo às alterações por parte de técnicos e partes interessadas. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Comissão Europeia anunciou recentemente o início do processo de revisão e actualização das regras em matéria de concepção ecológica de sistemas de aquecimento e arrefecimento. Até 31 de Agosto, a instituição europeia aguarda <em>feedback</em> relativo às alterações por parte de técnicos e partes interessadas. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">No site da Comissão Europeia é mencionado que o regulamento relativo à concepção ecológica (ou ecodesign) reduziu o consumo de energia dos produtos de aquecimento e arrefecimento. Este documento, criado em 2016, estabelece requisitos mínimos de eficiência energética para produtos de aquecimento, produtos de refrigeração, refrigeradores de processo de alta temperatura e unidades ventilo-convectoras.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar da redução do consumo energético, estes sistemas contribuem significativamente para a utilização de energia e para as emissões de gases com efeito de estufa (GEE). A Comissão Europeia estima que o consumo anual de energia primária tenha sido 600 TWh em 2020, sendo que o equipamento de arrefecimento consome a maior parte deste valor (cerca de 400 TWh/a). “Este valor representa aproximadamente 5,6% do consumo global de energia primária da UE-27&#8243;, pode ler-se no site da Comissão Europeia.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Com a prevista revisão das regras estabelecidas pelo Regulamento 2016/2281 da Comissão para os produtos de aquecimento e arrefecimento, o objectivo é fazer com que o quadro jurídico reflicta os recentes desenvolvimentos tecnológicos no sector, como a recuperação de calor e o arrefecimento gratuito, e as alterações na legislação europeia, como o regulamento relativo aos gases fluorados com efeito de estufa. Para proceder à análise necessária, serão recolhidos dados qualitativos (tecnologias disponíveis, opiniões dos consumidores e das organizações ambientais) e dados quantitativos (dados de mercado sobre vendas e preços ou resultados de testes).</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O novo regulamento vai incluir requisitos de concepção ecológica mais aprofundados &#8211; novas regras sobre a durabilidade, reutilização, actualização e reparação dos produtos &#8211; e será mais amplamente aplicável a um número maior de grupos de produtos.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O público-alvo do <em>feedback</em> pedido pela União Europeia são peritos e representantes de quaisquer partes interessadas, incluindo associações industriais, empresas individuais, organizações ambientais e de consumidores, países da UE e particulares. A partilha de opiniões sobre o regulamento estará disponível até 31 de Agosto.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Entretanto, o regulamento deverá ser publicado em breve no Jornal Oficial da União Europeia e entrará em vigor 20 dias após a sua publicação. É esperado que as regras actualizadas de ecodesign dos produtos de aquecimento e arrefecimento sejam adoptadas até ao segundo trimestre de 2026.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fabricantes europeus de sistemas solares térmicos apelam à descarbonização do calor renovável</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/fabricantes-europeus-de-sistemas-solares-termicos-apelam-a-descarbonizacao-do-calor-renovavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 08:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[parlamento europeu]]></category>
		<category><![CDATA[Solar Heat Europe]]></category>
		<category><![CDATA[solar térmico]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No seguimento da reunião da Assembleia Geral em Bruxelas, o sector solar térmico divulgou o relatório de mercado para 2023. No documento, os fabricantes de sistemas solares térmicos da União Europeia (UE) apelam às autoridades públicas para que seja acelerada a descarbonização do calor proveniente de fontes renováveis. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No seguimento da reunião da Assembleia Geral em Bruxelas, o sector solar térmico divulgou o relatório de mercado para 2023. No documento, os fabricantes de sistemas solares térmicos da União Europeia (UE) apelam às autoridades públicas para que seja acelerada a descarbonização do calor proveniente de fontes renováveis. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório, publicado pela Solar Heat Europe, fornece uma visão da evolução do mercado. Valérie Séjourné, directora-geral da Solar Heat Europe confessou que o impulso registado no mercado durante o ano de 2022 parece ter-se perdido em 2023: &#8220;tal como outros sectores do calor renovável, estamos a observar um crescimento demasiado lento da capacidade total instalada da nossa tecnologia na Europa até agora&#8221;.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para inverter este lento crescimento, o sector apela a “sinais políticos claros e constantes” e incentivos ao calor solar, por parte das autoridades públicas, para que possa ser uma opção clara para fornecer uma fonte de energia eficiente, resiliente e produzida na UE, quer seja para edifícios, quer seja para utilizadores industriais.  </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar do cenário pouco otimista retratado pelo documento, é referido que foram recentemente instalados 1,8 milhões de m2 de colectores solares térmicos por toda a Europa e que onze milhões de telhados já estão equipados com colectores solares térmicos, algo que se traduz em 41 GWth de energia limpa proveniente da luz do sol. Este crescimento foi apoiado por projectos encomendados nos mercados de grande escala, que incluem várias redes de aquecimento urbano solar na Alemanha e na Áustria, bem como vários projectos de descarbonização da indústria em diferentes países europeus, tendo os maiores atingido 11 e 30 MWth, em França e Espanha, respectivamente.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8220;Embora tenhamos assistido a diferentes dinâmicas de mercado entre países e segmentos de mercado, o ritmo da descarbonização do calor está muito longe do que a Europa precisa para atingir os seus objectivos climáticos e de segurança energética, especialmente quando muitas empresas que fabricam essas tecnologias são pequenas e médias empresas sediadas na UE&#8221;, assegura Valérie Séjourné.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Centrando-se numa visão para o futuro, o sector solar térmico congratula-se com o pacote Fit for 55. Segundo o relatório, esta iniciativa oferece “sinais claros” aos 27 Estados-Membros para a adopção de energias renováveis com os objectivos da Directiva das Energias Renováveis e da Directiva da Eficiência Energética, os requisitos para os municípios fornecerem Planos de Aquecimento e Arrefecimento, o Mandato Solar na Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), ou o Regime de Comércio de Emissões para a descarbonização da indústria.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Guglielmo Cioni, presidente da Solar Heat Europe, também se pronunciou a propósito da publicação do relatório, deixando um apelo aos responsáveis políticos: &#8220;o nosso sector fornece calor resiliente, fora da rede, produzido na UE e fiável. Apelamos aos decisores políticos a nível nacional para que lhe dêem um apoio claro, uma vez que todas as energias renováveis são necessárias nesta corrida para a neutralidade climática e todas devem ser igualmente apoiadas para uma transição energética resiliente e bem-sucedida&#8221;. O responsável diz que o calor representa metade das nossas necessidades energéticas e que o solar térmico pode satisfazer uma grande parte dessas necessidades. “Estamos ansiosos por trabalhar com os novos membros do Parlamento Europeu e com a futura Comissão para atingir estes objectivos, em linha com o nosso </span><a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/sector-da-energia-solar-manifesto-sensibiliza-decisores-politicos-para-o-potencial-da-energia-solar-termica/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Manifesto &#8216;Solar Heat is SMART&#8217;</span></a><span data-contrast="auto">&#8220;, concluiu.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/fabricantes-europeus-de-sistemas-solares-termicos-apelam-a-descarbonizacao-do-calor-renovavel/">Fabricantes europeus de sistemas solares térmicos apelam à descarbonização do calor renovável</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Portugal e outros 14 Estados-Membros apelam a um maior esforço para a descarbonização do sector do aquecimento e arrefecimento</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/portugal-e-outros-14-estados-membros-apelam-a-um-maior-esforco-para-a-descarbonizacao-do-sector-do-aquecimento-e-arrefecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 07:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[poupança energética]]></category>
		<category><![CDATA[produção de energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa carta conjunta endereçada à Comissão Europeia, 15 Estados-Membros unem forças para que sejam aumentados os esforços de descarbonização no sector europeu com maior consumo de energia: o aquecimento e o arrefecimento.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/portugal-e-outros-14-estados-membros-apelam-a-um-maior-esforco-para-a-descarbonizacao-do-sector-do-aquecimento-e-arrefecimento/">Portugal e outros 14 Estados-Membros apelam a um maior esforço para a descarbonização do sector do aquecimento e arrefecimento</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Numa <a href="https://api.euroheat.org/uploads/the_role_of_the_heating_and_cooling_sector_in_2040_14_05_2024_6abffcd918.pdf" target="_blank" rel="noopener">carta conjunta</a> endereçada à Comissão Europeia, 15 Estados-Membros unem forças para que sejam aumentados os esforços de descarbonização no sector europeu com maior consumo de energia: o aquecimento e o arrefecimento. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Para além de Portugal, juntam-se a esta carta aberta a </span><span data-contrast="auto">Letónia, Áustria, Chipre, Dinamarca, Estónia, França, Irlanda, Grécia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Eslováquia e Eslovénia. No documento, este conjunto de países começa por congratular a Comissão Europeia pela sua comunicação intitulada “Assegurar o nosso futuro &#8211; Objectivo climático da Europa para 2040 e rumo à neutralidade climática até 2050, construindo uma sociedade sustentável, justa e próspera”, apresentada em Fevereiro deste ano. Essa mesma comunicação dá início ao processo de definição de um objectivo climático para a União Europeia (UE) até 2040, que estabelece o caminho para a meta de 1,5ºC e a neutralidade climática até 2050. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Descarbonizar é a palavra de ordem</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Segundo a Comissão Europeia, o parque habitacional da UE representa 42% do consumo final de energia e aproximadamente 35% das emissões de gases com efeito de estufa relacionadas com a energia. Cerca de 80% do consumo de energia nos edifícios resulta das necessidades de aquecimento e arrefecimento. Tendo estes dados em mente, os signatários da carta consideram que “</span><span data-contrast="auto">é evidente que se trata de um sector central a abordar e que merece maior atenção”. E o potencial de descarbonização para alterar este cenário não ganhou, no seu entender, o impulso necessário e continua em grande parte por explorar a nível da UE &#8211; de acordo com o Eurostat, no espaço de 10 anos, a quota média de energia proveniente de fontes renováveis para aquecimento e arrefecimento na UE aumentou de 18,6% para 24,8% em 2022.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Assim, parece existir uma necessidade de desbloquear o potencial que as fontes de energia renováveis têm para a descarbonização do sector do aquecimento e arrefecimento, em geral, e as redes urbanas de distribuição de calor e frio, de forma mais concreta. Na carta aberta, os Estados-Membros realçam que existe a previsão de que nos países do sul da Europa o consumo final de energia relacionado com o arrefecimento de edifícios venha a duplicar até 2040.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Para além da melhoria da eficiência energética dos sistemas existentes e do desenvolvimento de novos sistemas, assegurando assim a operacionalização da </span><a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-parlamento-europeu-avanca-com-acordo-de-poupar-117-no-consumo-de-energia-ate-2030/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Directiva da Eficiência Energética</span></a><span data-contrast="auto"> e a minimização das necessidades energéticas dos edifícios, tal implicaria também a mudança para aquecimento a partir de fontes de energia renováveis, como a energia solar, a energia ambiente, a bioenergia, a energia geotérmica e a utilização de tecnologias como bombas de calor de grande escala, sistemas solares térmicos e calor residual”, explicam os países signatários. Estes argumentam que, já que a electrificação será o principal catalisador da transição energética, a UE deve estabelecer “um plano concreto para aumentar rapidamente a utilização das diferentes tecnologias de energias renováveis susceptíveis de o fazer”. São dados como exemplo as instalações solares de aquecimento urbano, as bombas de calor (incluindo as que utilizam a energia ambiente das águas residuais e de outras fontes) e, em especial, as bombas de calor industriais de grande escala que devem ser integradas em sistemas de aquecimento urbano, juntamente com sistemas de armazenamento de energia.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">A acção política que se espera</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Perante os longos ciclos de investimento e a necessidade de envolver os cidadãos, os consumidores e os investidores na transição energética no sector do aquecimento e arrefecimento, os Estados-Membros são claros na sua posição: “precisamos de sinais políticos claros num próximo quadro para concretizar a descarbonização do sector, incluindo o balanço das medidas regulamentares existentes, a aplicação dessas medidas políticas específicas e o apoio financeiro público e privado orientado para criar condições estáveis e permitir o investimento em plena conformidade com o </span><a href="https://energy.ec.europa.eu/topics/energy-efficiency/energy-efficiency-targets-directive-and-rules/energy-efficiency-first-principle_en?prefLang=pt&amp;etrans=pt" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Princípio da prioridade à eficiência energética</span></a><span data-contrast="auto">”.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No entender dos Estados-Membros, acelerar a implantação e o aumento da procura de soluções renováveis de aquecimento e arrefecimento não só desempenharão um papel significativo na descarbonização &#8211; e aumentarão, a longo prazo, a acessibilidade dos preços para todos os consumidores &#8211; como também contribuirão para a competitividade da UE, ao proporcionar um mercado escalável para as indústrias europeias das energias renováveis, como é o caso das bombas de calor. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A carta conjunta termina com um apelo à Comissão Europeia para que publique o anunciado Plano de Acção para as Bombas de Calor e reveja a “ultrapassada” Estratégia da UE para o Aquecimento e Arrefecimento de 2016, pedindo para que seja alinhada com os próximos objectivos climáticos para 2040.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Unsplash</em></p>
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		<title>A União Europeia e os governos nacionais não estão a dar o apoio necessário à implantação do aquecimento limpo, diz relatório</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/a-uniao-europeia-e-os-governos-nacionais-nao-estao-a-dar-o-apoio-necessario-a-implantacao-do-aquecimento-limpo-diz-relatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 08:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[união europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relatório “How Europe Can Fill the Clean Heat Gap” afirma que, na Europa, as políticas ainda não são “suficientemente fortes ou coerentes” para incentivar uma adopção em larga escala de sistemas de aquecimento e arrefecimento livres de combustíveis fósseis.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/a-uniao-europeia-e-os-governos-nacionais-nao-estao-a-dar-o-apoio-necessario-a-implantacao-do-aquecimento-limpo-diz-relatorio/">A União Europeia e os governos nacionais não estão a dar o apoio necessário à implantação do aquecimento limpo, diz relatório</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O relatório <em>“How Europe Can Fill the Clean Heat Gap”</em> afirma que, na Europa, as políticas ainda não são “suficientemente fortes ou coerentes” para incentivar uma adopção em larga escala de sistemas de aquecimento e arrefecimento livres de combustíveis fósseis.  </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O documento apresentado pela </span><em>Clean Heat Europe</em><span data-contrast="auto"> é baseado num estudo realizado pela empresa de investigação </span><em>Trinomics</em><span data-contrast="auto">, com foco no caminho que tem vindo a ser percorrido para a implantação de aquecimento limpo em 12 países europeus &#8211; Croácia, Chéquia, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Hungria, Itália, Lituânia, Polónia, Espanha e Suécia. </span><span data-contrast="auto">O estudo concluiu que alguns dos países progrediram no sentido de apoiar o sector do calor limpo e os próprios consumidores, mas que a maioria ainda não está a tomar medidas suficientes.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Dos países analisados, a Lituânia, a Finlândia e a França são aqueles que, segundo o relatório, “apresentam as abordagens mais fortes para a implementação do aquecimento limpo”. Também é referido que a Alemanha e a Itália estão a fazer progressos, contudo, os custos operacionais continuam a ser vistos como um obstáculo. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Já a Hungria, a Polónia, a Croácia e a Chéquia são mencionados como os países mais atrasados na implementação do aquecimento limpo, “com planos limitados de eliminação progressiva dos combustíveis fósseis e uma carga administrativa significativa na implementação de soluções de aquecimento limpo”. A Croácia e a Hungria destacam-se pela sua carência de informação e sensibilização sobre o aquecimento limpo e apenas oferecem alguns incentivos para a instalação de sistemas de aquecimento livres de combustíveis fósseis.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O estudo referiu que, nos 12 países analisados, a descarbonização do sector do aquecimento começou a acontecer com as políticas no âmbito do Pacto Ecológico Europeu, “incluindo medidas para avançar com a eliminação progressiva do aquecimento a partir de combustíveis fósseis, e para aumentar a eficiência energética e a quota de aquecimento renovável nos edifícios”. No entanto, sublinhou a necessidade de um quadro político “mais sólido e mais robusto e de uma maior coerência política para acelerar a tão necessária transição”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Neste sentido, o relatório da </span><em>Clean Heat Europe</em><span data-contrast="auto"> destaca algumas recomendações a nível político, financeiro e técnico. Do ponto de vista político é recomendado o incentivo à adopção de tecnologias de aquecimento sem recurso a combustíveis fósseis “através de normas de aquecimento limpo, do plano de acção para as bombas de calor e de uma estratégia revista para o aquecimento e arrefecimento”. Os Planos Nacionais para a Energia e Clima (PNEC) e os Planos Nacionais de Renovação de Edifícios também devem fixar objectivos “claros” para o aquecimento e arrefecimento.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A nível financeiro, o relatório pretende que o Fundo Social para o Clima seja rapidamente implementado e que sejam atribuídos subsídios, em especial para agregados familiares com baixos rendimentos. São ainda propostas a redução dos custos da electricidade &#8211; com a eliminação de impostos e taxas na factura da electricidade &#8211; e a aplicação do regime alargado do </span><a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2404-fit-for-55-parlamento-europeu-sistema-comercio-licencas-emissao-edificios-mecanismo-carbono-fundo-social-clima/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Sistema de Comércio de Licenças de Emissão</span></a><span data-contrast="auto"> (CELE), garantindo salvaguardas sociais para compensar o seu impacto.</span><span data-ccp-props="{&quot;335559685&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Do ponto de vista técnico, o documento recomenda que, em edifícios novos ou renovados, sejam estabelecidos “requisitos para sistemas de distribuição de aquecimento de baixa temperatura, hidrónicos ou a ar, e para a modernização das instalações eléctricas”. Outra das propostas é o “desbloqueio de sinergias económicas entre tecnologias de aquecimento limpo e energias renováveis”, assegurando a interoperabilidade e controlo remoto dos dispositivos.</span><span data-ccp-props="{&quot;335559685&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A <em>Clean Heat Europe</em> trata-se de uma coligação entre a <em>Euroheat&amp;Power</em>, a Associação Europeia de Bombas de Calor (EHPA), a Associação Internacional do Cobre, a <em>SolarPower Europe</em> e a Fundação Europeia do Clima. A sua principal missão é apelar à acção política para que seja garantido um tipo de aquecimento mais económico, acessível e amigo do ambiente para os agregados familiares europeus.</span><span data-ccp-props="{&quot;335559685&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório pode ser consultado na íntegra </span><a href="https://www.cleanheateurope.eu/wp-content/uploads/2024/04/Clean_Heat_Report_2024.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">aqui</span></a><span data-contrast="auto">.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Organizações europeias querem descarbonização do aquecimento e arrefecimento como prioridade no próximo mandato europeu</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/organizacoes-europeias-querem-descarbonizacao-do-aquecimento-e-arrefecimento-como-prioridade-no-proximo-mandato-europeu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 09:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um conjunto de associações industriais e Organizações Não-Governamentais (ONG’s) apela à Comissão Europeia e aos Estados-Membro para que a eliminação gradual dos combustíveis fósseis no aquecimento e arrefecimento seja considerada uma prioridade.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/organizacoes-europeias-querem-descarbonizacao-do-aquecimento-e-arrefecimento-como-prioridade-no-proximo-mandato-europeu/">Organizações europeias querem descarbonização do aquecimento e arrefecimento como prioridade no próximo mandato europeu</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um conjunto de associações industriais e Organizações Não-Governamentais (ONG’s) apela à Comissão Europeia e aos Estados-Membro para que a eliminação gradual dos combustíveis fósseis no aquecimento e arrefecimento seja considerada uma prioridade. Em declaração conjunta, as associações lamentam que na comunicação da Comissão Europeia relativa ao objectivo climático para 2040 não tenha sido abordada “a tão necessária descarbonização do aquecimento e arrefecimento, que representam 80% do consumo de energia dos edifícios e 60% das necessidades energéticas totais das indústrias”.</p>
<p>No seguimento da declaração, vários representantes destas organizações pronunciaram-se sobre as medidas reivindicadas pelo sector. Hans Korteweg, secretário-geral do COGEN Europe, afirmou que, se a União Europeia (UE) quiser atingir emissões líquidas nulas no sector da energia entre 2040 e 2050, “deve dar prioridade ao sector do aquecimento e da refrigeração e acelerar os investimentos na eficiência energética e nas energias renováveis, incluindo a cogeração de elevada eficiência”. E acrescenta que o objetivo só poderá ser alcançado “através da adopção de uma abordagem integrada dos sistemas energéticos a nível local em todos os vectores energéticos, promovendo uma energia segura e a preços acessíveis para os consumidores, a indústria e as pequenas empresas europeias&#8221;.</p>
<p>As bombas de calor, o ar condicionado e os equipamentos de refrigeração produzidos pela indústria europeia parecem estar ao nível do desafio de descarbonização da UE. Quem o diz é o director-geral da Parceria Europeia para a Energia e o Ambiente (EPEE), Russell Patten: “estamos prontos para apoiar esta transição vital, fornecendo equipamentos a escolas, hospitais, lares e escritórios em todo o continente”, refere.</p>
<p>Olhando especificamente para o sector solar térmico, Valérie Séjourné, directora-geral da Solar Heat Europe, considera que este “está bem posicionado para contribuir ativamente para o objectivo de redução de 90% das emissões de CO2, com os seus produtos fabricados na UE e prontos a instalar, fornecendo calor resiliente, acessível e fiável a edifícios e indústrias em toda a Europa&#8221;.</p>
<p>Com o cenário pós-2030 em mente, na declaração conjunta as organizações europeias enunciam um conjunto de medidas que consideram necessárias: “acções específicas para financiar a eficiência energética, projectos de eficiência energética, de energias renováveis sustentáveis e de recuperação de calor nos sectores residencial, terciário e industrial, bem como para aumentar a escala das soluções eficientes de aquecimento e arrefecimento das comunidades de energia renovável (CER)”.</p>
<p>O desenvolvimento de estratégias integradas para a renovação de edifícios e a agilização da adopção de tecnologias para os consumidores vulneráveis e afectados pela atual crise económica são também algumas das medidas destacadas no documento.</p>
<p>Este “apelo à acção” por parte de organizações europeias tem como base um encontro que aconteceu em Maio de 2023 com Kadri Simson, comissária europeia para a energia, e onde onze organizações de energia apresentaram à Comissão Europeia um plano específico de descarbonização do sector do aquecimento e arrefecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Parlamento aprova Directiva das Energias Renováveis propondo 49 % de renováveis nos edifícios em 2030</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/1409-parlamento-aprova-directiva-das-energias-renovaveis-propondo-49-de-renovaveis-nos-edificios-em-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 10:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[directiva]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[parlamento europeu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 470 votos a favor, o Parlamento Europeu aprovou, nesta terça-feira, novas metas para a Directiva das Energias Renováveis. A proposta deste órgão para a directiva é que se aponte para uma integração de ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1409-parlamento-aprova-directiva-das-energias-renovaveis-propondo-49-de-renovaveis-nos-edificios-em-2030/">Parlamento aprova Directiva das Energias Renováveis propondo 49 % de renováveis nos edifícios em 2030</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header class="entry-header"></header>
<p>Com 470 votos a favor, o Parlamento Europeu aprovou, nesta terça-feira, novas metas para a Directiva das Energias Renováveis. A proposta deste órgão para a directiva é que se aponte para uma integração de energia renovável de 49 % no sector dos edifícios e que, a nível macro, 42,5 % passe a ser a quota mínima de energia renovável no consumo de energia da União Europeia (UE) que deve ser atingida até 2030.</p>
<p>Em linha com o <em>Pacto Ecológico Europeu</em> e com o plano <em>REPowerEU</em>, os eurodeputados decidiram, nesta terça-feira, em favor do aumento da quota de energias renováveis no consumo global de energia da UE. O objectivo é alcançar, até 2030, uma quota de 42,5 %, com um complemento indicativo adicional de 2,5 % para se chegar a 45 %. Segundo o Parlamento Europeu, todos os Estados-Membros terão de contribuir para esta nova meta e deverão ter como ambição alcançar os 45 %.</p>
<p>Além disso, os países da UE deverão também reforçar as suas ambições para os edifícios. Neste sector, deverá ser fixada, e indicada nos planos nacionais de energia, uma meta indicativa de, pelo menos, 49 % de energias renováveis no consumo final de energia dos edifícios da UE em 2030. Como tal, os Estados-Membros deverão também &#8220;introduzir medidas adequadas nos respectivos regulamentos nacionais e códigos de construção e, se for caso disso, nos respectivos regimes de apoio, para aumentar a quota de electricidade, aquecimento e arrefecimento provenientes de fontes renováveis produzidas no local ou nas proximidades bem como as energias renováveis provenientes da rede no parque imobiliário&#8221;, refere <a href="https://www.europarl.europa.eu/doceo/document/TA-9-2023-0303_PT.html">o texto aprovado</a>.</p>
<p>Neste contexto, o autoconsumo e as comunidades de energias renováveis, o armazenamento local de energia e o carregamento inteligente e bidireccional são algumas das potenciais respostas. Estas opções poderão ainda ser facilitadas pela aposta na eficiência energética e na renovação profunda dos edifícios que assegure menores necessidades energéticas, bem como em tecnologias de climatização electrificadas, renováveis e  inteligentes e, se necessário, em sistemas de gestão inteligente do consumo de energia nos edifícios.</p>
<h4>Aquecimento e arrefecimento</h4>
<p>Quanto ao aquecimento e ao arrefecimento, a proposta aprovada pelo Parlamento Europeu prevê um aumento gradual da integração de energias renováveis. Numa primeira fase, até 2026, os Estados-Membros têm de alcançar, anualmente e de forma vinculativa, um aumento de 0,8 % em termos da integração das renováveis no aquecimento e no arrefecimento. Entre 2026 e 20230, o acréscimo anual deverá ser de 1,1 %. Estes mínimos poderão ainda ser complementados com aumentos indicativos adicionais calculados especificamente para cada Estado-Membro.</p>
<p>A par destas medidas, pensando no calor e no frio residuais, o Parlamento Europeu, considerando-os disponíveis, mas subutilizados, propõe que estes, &#8220;desde que sejam fornecidos a partir de sistemas eficientes de aquecimento e arrefecimento urbano&#8221;, possam contar para o cumprimento parcial das metas em matéria de energias renováveis nos edifícios, na indústria e no aquecimento e arrefecimento, e para o total cumprimento das metas de aquecimento e arrefecimento urbano.</p>
<h4>Agilizar o licenciamento</h4>
<p>Outra consequência desta votação é o acelerar de processos de licenciamento para projectos de energia renovável. Em particular, aquilo que o órgão europeu propõe é incluir um prazo máximo de 12 meses para a aprovação de novas instalações deste género em zonas que sejam propícias a esta implementação. Entre essas zonas, estão incluídas as superfícies artificiais e edificadas, como telhados e fachadas de edifícios, por exemplo.</p>
<p>Nas zonas que não sejam propícias ao desenvolvimento de energia renovável, as autoridades nacionais também deverão ter um prazo máximo de aprovação, mas de 24 meses. &#8220;De acordo com o princípio do <em>silêncio positivo</em>, os investimentos serão considerados aprovados na ausência de resposta administrativa&#8221;, <a href="https://www.europarl.europa.eu/news/pt/press-room/20230911IPR04926/eurodeputados-apoiam-planos-para-impulsionar-a-utilizacao-de-energias-renovaveis">sublinha Markus Pieper, eurodeputado relator, em comunicado</a>.</p>
<p>A par destas questões, o Parlamento Europeu quer ainda que a utilização de biomassa, que continuará a ser considerada energia renovável, passe a ser feita sob critérios mais rigorosos para assegurar a sustentabilidade desta prática e que os Estados-Membros estabeleçam um quadro vinculativo para projectos energéticos transfronteiriços. Ademais, os países da UE deverão também estabelecer um alvo indicativo para as tecnologias inovadoras de aproveitamento de energias renováveis de pelo menos 5 % da capacidade de produção energética renovável recém-instalada.</p>
<p>A votação no âmbito da Directiva de Energias Renováveis no Parlamento Europeu contou com 470 votos a favor, 120 contra e 40 abstenções e irá agora seguir para o Conselho da UE, que deverá aprovar formalmente as mudanças. Isto porque, recorde-se, a actualização destas metas já tinha sido negociada entre os dois órgãos europeus, que, no final de Março, chegaram a um acordo político provisório nestas linhas adoptadas pelos eurodeputados.</p>
<p>Recorde-se ainda que também a Directiva da Eficiência Energética se tornou, recentemente, mais ambiciosa. <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-parlamento-europeu-avanca-com-acordo-de-poupar-117-no-consumo-de-energia-ate-2030/">Em Julho, passou a ter como meta</a> a redução colectiva de 11,7 % no consumo de energia dos Estados-Membros até 2030.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1409-parlamento-aprova-directiva-das-energias-renovaveis-propondo-49-de-renovaveis-nos-edificios-em-2030/">Parlamento aprova Directiva das Energias Renováveis propondo 49 % de renováveis nos edifícios em 2030</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Nova edição Julho/Agosto 2023 &#124; Edifícios: os protagonistas da descarbonização das cidades</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-julho-agosto-2023-edificios-os-protagonistas-da-descarbonizacao-das-cidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 08:27:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[cer]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[digitalização]]></category>
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		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O compromisso europeu da neutralidade carbónica tem trazido novos desafios para o sector dos edifícios. A exigência da eficiência energética, da integração de renováveis, do design circular e bioclimático, da interacção com as comunidades e com ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-23492 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/07/capa-img-ee148-scaled.jpg" alt="" width="403" height="570" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/07/capa-img-ee148-scaled.jpg 848w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/07/capa-img-ee148-212x300.jpg 212w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/07/capa-img-ee148-724x1024.jpg 724w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/07/capa-img-ee148-768x1086.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/07/capa-img-ee148-1086x1536.jpg 1086w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/07/capa-img-ee148-1448x2048.jpg 1448w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/07/capa-img-ee148-610x863.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/07/capa-img-ee148-1080x1527.jpg 1080w" sizes="(max-width: 403px) 100vw, 403px" /></p>
<h4> </h4>
<h4><strong>Edifícios: os protagonistas da descarbonização das cidades<br /></strong></h4>
<p>O compromisso europeu da neutralidade carbónica tem trazido novos desafios para o sector dos edifícios. A exigência da eficiência energética, da integração de renováveis, do design circular e bioclimático, da interacção com as comunidades e com os bairros e da digitalização coloca os edifícios no centro de qualquer estratégia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda nesta edição:</p>
<p><strong>ENTREVISTA</strong></p>
<p>Vai ser preciso nivelar diferentes patamares do BIM em Portugal, diz Cláudia Antunes, directora executiva da StratBIM.</p>
<p>Thomas Kiessling: Edifícios inteligentes têm “enorme potencial” de reduzir pegada de carbono mundial;</p>
<p><strong>DESTAQUE</strong></p>
<p>Na Alta de Lisboa, um condomínio transforma-se numa comunidade de energia renovável.</p>
<p><strong>OPINIÃO</strong></p>
<p>Eduardo Maldonado: “Estamos dispostos a pagar pela descarbonização dos edifícios?”;</p>
<p>Serafin Graña: “<em>Pacto Ecológico Europeu</em>: tentar ser o primeiro continente com impacto neutro no clima”;</p>
<p><strong>ANÁLISE</strong></p>
<p>À prova de futuro: como pode a Europa evitar outra crise energética?;</p>
<p><strong>EFICIÊNCIA E ENERGIA</strong></p>
<p>Centro comercial finlandês Sello atinge um <em>Smart Readiness Indicator</em> de 92 %;</p>
<p>Cooperativa irlandesa apoia reabilitação para combater pobreza energética e estimular economia local;</p>
<p><strong>ACTUALIDADES</strong></p>
<p>Reabilitação de centro vianense vai permitir testar soluções circulares e energéticas;</p>
<p><strong>CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL</strong></p>
<p>Avaliação do ciclo de vida ambiental baseada na frota: aplicação à reabilitação térmica de edifícios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não perca estes e outros temas na edição de Julho/Agosto</strong><strong> de 2023 da <a href="https://edificioseenergia.pt/revista/"><em>Edifícios e Energia</em>.</a> Saiba mais <a href="http://loja.medialine.pt/Loja/?p=edificiosenergia">aqui</a>.</strong></p>
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		<title>IRENA fornece toolbox para electrificação inteligente do aquecimento e arrefecimento</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/2306-irena-fornece-toolbox-para-electrificacao-inteligente-do-aquecimento-e-arrefecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2023 09:02:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[electrificação inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[IRENA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terça-feira, a Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA) lançou o relatório Innovation Landscape for smart electrification, onde se explora a electrificação inteligente com energias renováveis no uso de energia nos edifícios, na indústria e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nesta terça-feira, a <a href="https://www.irena.org/">Agência Internacional para as Energias Renováveis</a> (IRENA) lançou o <a href="https://mc-cd8320d4-36a1-40ac-83cc-3389-cdn-endpoint.azureedge.net/-/media/Files/IRENA/Agency/Publication/2023/Jun/IRENA_Innovation_landscape_smart_electrification_2023.pdf?rev=786ef5cd85024414b21bc32d0af8be3c">relatório </a></span><i><span style="font-weight: 400;">Innovation Landscape for smart electrification</span></i><span style="font-weight: 400;">, onde se explora a electrificação inteligente com energias renováveis no uso de energia nos edifícios, na indústria e nos transportes e se apresenta uma caixa de ferramentas com 100 soluções para levar a cabo a descarbonização neste âmbito, 35 das quais dedicadas ao aquecimento e arrefecimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A electrificação do uso de energia na indústria, nos transportes e nos edifícios com as <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2303-irena-estatisticas-capacidade-renovavel-cresce-recorde-96-portugal-tambem-cresce-83/">energias renováveis</a> é uma forma financeiramente efectiva de descarbonizar os sectores de uso final, aumentar a segurança do fornecimento, reduzir a dependência dos combustíveis fósseis importados e mitigar os riscos da volatilidade dos preços dos combustíveis, como aconteceu nos últimos anos”, refere a IRENA, num comunicado a dar conta da publicação do novo relatório sobre o tema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste documento, a IRENA faz um balanço do estado da arte da electrificação em diferentes áreas, apresenta as metas necessárias para cumprir o cenário de limitar o aquecimento global em 1,5 ºC e avança com um conjunto de instrumentos que podem ajudar a inovar e a acelerar a descarbonização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No âmbito do aquecimento e do arrefecimento, uma das componentes em destaque neste relatório, a IRENA conclui que “a <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/electrificacao-renovaveis-eficienciaenergetica-1910/">electrificação</a>, sobretudo do aquecimento [onde os edifícios e o sector industrial são responsáveis por 95 % da procura total], é a estratégia-chave para descarbonizar o aquecimento e o arrefecimento”. Isto acontece, explica a agência, porque o aquecimento ainda está pouco electrificado – “a maior parte do calor provém de combustíveis fósseis e de algum uso insustentável de biomassa”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No que se refere ao arrefecimento, a previsão é de que <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2802-eurostat-graus-dias-anuais-arrefecimento-portugal-aquecimento-edificios-uniao-europeia/">a procura aumente</a> em 45 % até 2050, em relação a 2016, sendo que metade das necessidades estarão associadas ao arrefecimento de espaços – sobretudo em edifícios – e a outra metade à refrigeração industrial e comercial. No entanto, aqui, “uma vez que o arrefecimento já é predominantemente produzido por electricidade, os ganhos de descarbonização estarão associados a estratégias de electrificação inteligente em vez de maior electrificação”.</span></p>
<h4><b>O que fazer no aquecimento e arrefecimento?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda que diga que uma “estratégia <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1605-building-x-aposta-da-siemens-para-uma-gestao-mais-inteligente-dos-edificios-xcelerator-siemens-smart-infrastructure-thomas-kiessling/">inteligente</a> eficaz dependa de múltiplas variáveis, como grau de flexibilidade do sistema energético ou da capacidade da rede”, a IRENA aponta, neste documento, para a necessidade de inovações a nível da electrificação inteligente de aquecimento e arrefecimento, avançando com 35 propostas para tal, distribuídas por quatro vertentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Numa primeira, da tecnologia e infraestrutura, são apresentadas como soluções as tecnologias de conversão (como <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2604-bombas-calor-reduzir-despesas-energia-dependencia-gas-2030-relatorio-ehpa-ecf-cambridge-econometrics/">bombas de calor</a> de alta e baixa temperatura e tecnologia que utiliza resíduos de calor para energia), o armazenamento térmico, os sistemas de aquecimento e <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2405-actonheat-arrefecimento-urbano-pode-ser-alternativa-interessante-no-sul-da-europa-diz-juan-varo-lopes/">arrefecimento urbanos</a> e a digitalização (IoT para a electrificação inteligente, inteligência artificial para previsão de procura deste tipo de necessidades energéticas, </span><i><span style="font-weight: 400;">blockchain</span></i><span style="font-weight: 400;"> para transações, etc.).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num segundo vector, relacionado com o desenho e com a regulação do mercado, são apresentados instrumentos no âmbito do mercado eléctrico, como tarifas dinâmicas, acordos de compra de energia flexível, e no âmbito de incentivos e regulamentos ao sector, por exemplo, normas e certificações para os equipamentos, programas de eficiência energética nos edifícios e na indústria, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na vertente de planeamento e operação do sistema, abordam-se duas questões: o planeamento integrado, onde são apresentadas como ferramentas o planeamento holístico para as cidades, os mapas de aquecimento e arrefecimento e o acoplamento de cargas de arrefecimento com a produção solar; e a operação inteligente, onde se inserem soluções para esta operação com inércia térmica, com armazenamento térmico sazonal, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A última categoria diz respeito aos modelos de negócio. Serviços para o sistema eléctrico, agregadores, aquecimento e arrefecimento como serviço, modelos de recuperação de calor (por exemplo, de </span><i><span style="font-weight: 400;">data centers </span></i><span style="font-weight: 400;">ou de processos industriais ou ainda de fluxos de energia circular nas cidades) e ainda modelos para facilitar a criação de iniciativas onde a comunidade é proprietária são as propostas da IRENA, que avança também, no relatório, com orientações para a implementação das ferramentas deste </span><i><span style="font-weight: 400;">toolkit</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Act!onHeat: arrefecimento urbano pode ser &#8220;alternativa interessante&#8221; no Sul da Europa, diz Juan Varo López</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/2405-actonheat-arrefecimento-urbano-pode-ser-alternativa-interessante-no-sul-da-europa-diz-juan-varo-lopes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 08:28:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Act!onHeat]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[arrefecimento urbano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O programa Act!onHeat vai apoiar 120 municípios europeus a desenvolverem um plano estratégico para a transição energética no sector do aquecimento e arrefecimento, visando a disseminação de projectos de redes urbanas, através do acesso a serviços ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2405-actonheat-arrefecimento-urbano-pode-ser-alternativa-interessante-no-sul-da-europa-diz-juan-varo-lopes/">Act!onHeat: arrefecimento urbano pode ser &#8220;alternativa interessante&#8221; no Sul da Europa, diz Juan Varo López</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O programa<em><a href="https://actionheat.eu/"> Act!onHeat</a></em> vai apoiar 120 municípios europeus a desenvolverem um plano estratégico para a transição energética no sector do aquecimento e arrefecimento, visando a disseminação de projectos de redes urbanas, através do acesso a s</strong><strong>erviços de consultadoria e capacitação e aos <em>softwares </em>de planeamento <a href="https://www.hotmaps-project.eu/" target="_blank" rel="noopener">Hotmaps</a> e <a href="https://www.thermos-project.eu/home/" target="_blank" rel="noopener">THERMOS</a>. </strong><strong>As candidaturas dirigem-se a governos locais e regionais, agências de energia e urbanistas e estão abertas até dia 31 de Julho e, segundo Juan Varo López, gestor de projecto na empresa espanhola <a href="https://www.creara.es/?lang=en">Creara</a>, um dos elementos do consórcio, o planeamento do arrefecimento urbano poderá ser uma &#8220;alternativa interessante&#8221; para os países do Sul da Europa. </strong><strong>Financiado pelo <em>Horizonte 2020</em>, o <em>Act!onHeat </em>vai ainda apoiar 30 pré-estudos de viabilidade para projectos individuais e uma análise de <em>performance</em> adicional a 15 projectos. Saiba mais <a href="https://actionheat.eu/Call_for_applicants">aqui</a> sobre este projecto liderado pelo <a href="https://www.fraunhofer.pt/">Instituto Fraunhofer</a> e apoiado pela rede </strong><strong><a href="https://iclei-europe.org/">ICLEI Europe</a>, pela alemã <a href="https://www.eclareon.com/">Eclareon</a>, pelas austríacas <a href="https://www.tuwien.at/">TU Wien</a> e <a href="https://www.e-think.ac.at/">e-think</a> e pelo britânico <a href="https://energycenter.org/">CSE – Center for Sustainable Energy</a>.</strong></p>
<p><strong>Quais podem ser os benefícios, bem como os desafios, de desenvolver um planeamento de aquecimento e arrefecimento urbano (<em>district heating and cooling</em>) em países do sul da Europa, como é o caso de Portugal?</strong></p>
<p><strong>Juan Varo López, <em>Project Manager</em> na Creara: </strong>As redes de aquecimento e arrefecimento urbano (DHC, na sigla inglesa) estão significativamente menos difundidas nas regiões do Sul da Europa. Tal deve-se principalmente à falta de necessidade de aquecimento nestas regiões, uma vez que os primeiros sistemas DHC visavam sobretudo este aspecto. No entanto, desenvolvimentos tecnológicos recentes, como o armazenamento a frio, bem como um maior foco no sentido da sustentabilidade e da eficiência energética, tornaram o arrefecimento urbano uma alternativa interessante a considerar no desenvolvimento do planeamento estratégico do aquecimento e do arrefecimento. Isto é particularmente interessante para o Sul da Europa, uma vez que as suas <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2802-eurostat-graus-dias-anuais-arrefecimento-portugal-aquecimento-edificios-uniao-europeia/">necessidades tendem a estar mais relacionadas com o arrefecimento</a> do que com o aquecimento.</p>
<p>Além disso, a última geração de sistemas DHC tenta abranger tanto o aquecimento como o arrefecimento através de um sistema inteligente que utiliza fontes de calor e dissipadores de calor. Isto pode ser visto como uma oportunidade para estes países liderarem o desenvolvimento da próxima geração de redes DHC eficientes.</p>
<p>O <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/actonheat-municipios-descarbonizar-aquecimento-arrefecimento-local/">projecto <em>Act!onHeat</em></a> tem como alvo os responsáveis pelo planeamento urbano de modo a formá-los em relação à forma de avaliar este tipo de desenvolvimento, tanto do ponto de vista técnico como económico. O mecanismo de apoio também fornece ferramentas que permitem avaliar a possibilidade de implementar uma rede DHC de forma rápida e eficiente, bem como todo o apoio necessário para aprender a utilizá-las de forma autónoma.</p>
<p><strong>Que papel desempenham os edifícios em todo este processo de planeamento?</strong></p>
<p><strong>Ali Aydemir, coordenador do projecto <em>Act!onHeat</em>: </strong>Os edifícios estão no centro do planeamento do aquecimento e do arrefecimento. O conhecimento fornecido pela estrutura de apoio do <em>Act!onheat</em> ajuda os municípios a identificarem estratégias resilientes para a sua renovação, aquecimento e arrefecimento.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2405-actonheat-arrefecimento-urbano-pode-ser-alternativa-interessante-no-sul-da-europa-diz-juan-varo-lopes/">Act!onHeat: arrefecimento urbano pode ser &#8220;alternativa interessante&#8221; no Sul da Europa, diz Juan Varo López</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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