“O sector estará, como sempre esteve, pronto para responder às exigências do mercado”

“Os edifícios são um reservatório de materiais significativo, constituindo depósitos de recursos ao longo de muitas décadas e as opções de conceção e a escolha de materiais influenciam de sobremaneira as emissões de todo o ciclo de vida dos edifícios novos e dos edifícios renovados”, lê-se na nova EPBD. Numa conversa com Manuel Reis Campos, presidente da CPCI e da AICCOPN, fomos conhecer a forma como o sector da construção está a olhar para estas mudanças.

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Pacto “Edifícios preparados para 2050” (2050 Ready Building Pact)

É imperioso olharmos para o que pensam e dizem os nossos parceiros. Todos aprendemos sempre muito com outros que possam estar mais avançados nos seus estudos e reflexões e que, ao mesmo tempo, se manifestem como defensores de mudança. O MANIFESTO REHVA é, do nosso ponto de vista, muito assertivo e será indispensável levar em linha de conta para a compreensão do futuro do setor de AVAC a nível europeu.

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EPBD Edifícios “Zero Emissões”: Uma ambição cheia de fragilidades

A sustentabilidade dos edifícios vai passar a estar centrada nas emissões de todos os processos construtivos, dos materiais e equipamentos. Ou seja, a pegada carbónica de um edifício passa a centrar-se no seu ciclo de vida e no ciclo de vida de todos os seus componentes. O sector da construção vai ocupar um espaço decisivo na avaliação e contabilidade do desempenho energético dos edifícios. A eficiência energética ganha assim novo significado e o mercado terá de se adaptar rapidamente.

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A EPBD de 2024 é (apenas) uma diretiva de transição no caminho para a descarbonização do setor dos edifícios

A EPBD foi e continua a ser um instrumento poderoso para melhorar a eficiência energética dos edifícios na Europa. Desde 2002, ano em que foi publicada pela primeira vez, impôs uma filosofia comum para todos os Estados-Membros (EM) da União Europeia (UE), alguns dos quais nem sequer tinham ainda qualquer requisito mínimo de eficiência térmica e energética para os seus edifícios.

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O caminho da Invicta para a descarbonização

Filipe Araújo, vice-presidente da câmara municipal do Porto não tem dúvidas: para a descarbonização da Cidade Invicta e para “reduzirmos as emissões é fundamental actuarmos decisivamente nos edifícios de serviços e habitação”. 160 milhões de euros é o valor já investido, só na habitação municipal, nos últimos dez anos. Apesar do esforço financeiro envolvido, Filipe Araújo não esconde as dificuldades ao nível do financiamento que considera serem “incontornáveis”.

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Guia técnico para a implementação da EPBD aprovada em 18 de Março de 2024

O indicador de energia primária (PE) é o principal indicador de desempenho energético (EP) na Directiva do Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), sendo usado para definir requisitos mínimos e, na maioria dos certificados de desempenho energético, a escala de classificação energética. A revisão da EPBD proporcionou algumas alterações importantes no cálculo do desempenho energético…

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nota do editor

Nova EPBD: conseguem imaginar a aventura?

Na edição da revista Edifícios e Energia deste mês de Novembro abordamos o tema da nova Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) numa perspectiva diferente. Agora, tudo vai ser diferente com a introdução desta nova EPBD…

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Smart Waste Portugal debate circularidade nas cidades e indústrias em Serralves

No dia 26 de Novembro irá realizar-se a Conferência ASWP/Serralves 2024 “Regenerar o Futuro: Estratégias para Cidades e Indústrias Circulares”. Entre as 14h00 e as 18h30, o Auditório do Museu de Serralves, no Porto, será o palco do evento organizado pela Associação Smart Waste Portugal (ASWP), em parceria com a Fundação de Serralves (FS), e onde será debatido o caminho para cidades e indústrias descarbonizadas e mais circulares até 2050. …

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Como avaliar e melhorar a inteligência dos edifícios

O indicador de aptidão para tecnologias inteligentes, Smart Readiness Indicator (SRI), incluído na Diretiva Europeia sobre o Desempenho Energético dos Edifícios, está definido num regime europeu comum que avalia a capacidade dos edifícios de adotarem tecnologias inteligentes. …

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