“O sector estará, como sempre esteve, pronto para responder às exigências do mercado”

“Os edifícios são um reservatório de materiais significativo, constituindo depósitos de recursos ao longo de muitas décadas e as opções de conceção e a escolha de materiais influenciam de sobremaneira as emissões de todo o ciclo de vida dos edifícios novos e dos edifícios renovados”, lê-se na nova EPBD. Numa conversa com Manuel Reis Campos, presidente da CPCI e da AICCOPN, fomos conhecer a forma como o sector da construção está a olhar para estas mudanças.

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Pacto “Edifícios preparados para 2050” (2050 Ready Building Pact)

É imperioso olharmos para o que pensam e dizem os nossos parceiros. Todos aprendemos sempre muito com outros que possam estar mais avançados nos seus estudos e reflexões e que, ao mesmo tempo, se manifestem como defensores de mudança. O MANIFESTO REHVA é, do nosso ponto de vista, muito assertivo e será indispensável levar em linha de conta para a compreensão do futuro do setor de AVAC a nível europeu.

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Projecto DISCOVER: a tecnologia em prol de um sector da construção mais circular

A Universidade Politécnica da Catalunha (UPC) lidera o projecto europeu DISCOVER, uma iniciativa inovadora para reduzir os resíduos de construção e demolição através de tecnologias de inteligência artificial, robótica avançada e Building Information Modeling (BIM). Com o objectivo de tornar o sector da construção mais sustentável e eficiente, o projecto está empenhado na reutilização de materiais e na redução das emissões de gases com efeito de estufa.

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EPBD Edifícios “Zero Emissões”: Uma ambição cheia de fragilidades

A sustentabilidade dos edifícios vai passar a estar centrada nas emissões de todos os processos construtivos, dos materiais e equipamentos. Ou seja, a pegada carbónica de um edifício passa a centrar-se no seu ciclo de vida e no ciclo de vida de todos os seus componentes. O sector da construção vai ocupar um espaço decisivo na avaliação e contabilidade do desempenho energético dos edifícios. A eficiência energética ganha assim novo significado e o mercado terá de se adaptar rapidamente.

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A EPBD de 2024 é (apenas) uma diretiva de transição no caminho para a descarbonização do setor dos edifícios

A EPBD foi e continua a ser um instrumento poderoso para melhorar a eficiência energética dos edifícios na Europa. Desde 2002, ano em que foi publicada pela primeira vez, impôs uma filosofia comum para todos os Estados-Membros (EM) da União Europeia (UE), alguns dos quais nem sequer tinham ainda qualquer requisito mínimo de eficiência térmica e energética para os seus edifícios.

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PAE LIVING BUILDING: um edifício que respira história, sustentabilidade e inovação

Já pensou em trabalhar num “edifício vivo”? Agora, este pensamento não é utópico. O primeiro edifício comercial certificado como Living Building está em Portland, Oregon, nos Estados Unidos da América. Além de cumprir rigorosos padrões, respondendo a necessidades energéticas, de temperatura, de água e até estéticas, está preparado para durar 500 anos. A longevidade é um ponto fulcral e este edifício promete estabelecer novos padrões para o futuro da arquitectura sustentável.

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O caminho da Invicta para a descarbonização

Filipe Araújo, vice-presidente da câmara municipal do Porto não tem dúvidas: para a descarbonização da Cidade Invicta e para “reduzirmos as emissões é fundamental actuarmos decisivamente nos edifícios de serviços e habitação”. 160 milhões de euros é o valor já investido, só na habitação municipal, nos últimos dez anos. Apesar do esforço financeiro envolvido, Filipe Araújo não esconde as dificuldades ao nível do financiamento que considera serem “incontornáveis”.

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