A EPBD de 2024 é (apenas) uma diretiva de transição no caminho para a descarbonização do setor dos edifícios

A EPBD foi e continua a ser um instrumento poderoso para melhorar a eficiência energética dos edifícios na Europa. Desde 2002, ano em que foi publicada pela primeira vez, impôs uma filosofia comum para todos os Estados-Membros (EM) da União Europeia (UE), alguns dos quais nem sequer tinham ainda qualquer requisito mínimo de eficiência térmica e energética para os seus edifícios.

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Programa de Apoio a Edifícios Sustentáveis reforçado com 60 milhões de euros antes de chegar ao fim

Ainda não são conhecidos os detalhes da estratégia do Governo para 2025, mas, para a ministra do Ambiente e Energia, a ideia passa por reformular os incentivos à eficiência energética, tornando os processos de candidatura menos burocráticos e complexos e mantendo subsídios directos às famílias, com prioridade para as mais vulneráveis. 

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Nova EPBD e metas para a renovação dos edifícios existentes: uma realidade ou um embuste?

Temos finalmente a versão número quatro da EPBD! Demorou bastante tempo a sair, por razões ligadas à renovação dos edifícios existentes, já aqui discutidas no último ano. Após relatos de comentadores especializados de que os EM tinham destruído a proposta da Comissão e de que a nova EPBD tinha perdido toda a sua força queria ver bem os detalhes.

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Estudo sublinha a importância da acção política para enfrentar a pobreza energética persistente

O Centro Comum de Investigação (CCI) da Comissão Europeia publicou o relatório “A persistência da pobreza energética na União Europeia”. O objectivo principal é analisar a duração e a magnitude da pobreza energética ao longo do tempo e identificar os factores socioeconómicos e demográficos que contribuem para esta persistência.

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Descarbonização dos edifícios nas cidades: que cenário tem Lisboa para mostrar?

Mais de 50 % das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) resultam da actividade dos centros urbanos e a ambição da descarbonização só é possível com um contributo firme por parte das cidades e das suas estratégias para os edifícios. Priorizar o autoconsumo renovável, promover incentivos fiscais ou a partilha de excedente de energia pelos bairros das cidades são alguns dos factores em cima da mesa.

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