Pacto “Edifícios preparados para 2050” (2050 Ready Building Pact)

É imperioso olharmos para o que pensam e dizem os nossos parceiros. Todos aprendemos sempre muito com outros que possam estar mais avançados nos seus estudos e reflexões e que, ao mesmo tempo, se manifestem como defensores de mudança. O MANIFESTO REHVA é, do nosso ponto de vista, muito assertivo e será indispensável levar em linha de conta para a compreensão do futuro do setor de AVAC a nível europeu.

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EPBD Edifícios “Zero Emissões”: Uma ambição cheia de fragilidades

A sustentabilidade dos edifícios vai passar a estar centrada nas emissões de todos os processos construtivos, dos materiais e equipamentos. Ou seja, a pegada carbónica de um edifício passa a centrar-se no seu ciclo de vida e no ciclo de vida de todos os seus componentes. O sector da construção vai ocupar um espaço decisivo na avaliação e contabilidade do desempenho energético dos edifícios. A eficiência energética ganha assim novo significado e o mercado terá de se adaptar rapidamente.

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A EPBD de 2024 é (apenas) uma diretiva de transição no caminho para a descarbonização do setor dos edifícios

A EPBD foi e continua a ser um instrumento poderoso para melhorar a eficiência energética dos edifícios na Europa. Desde 2002, ano em que foi publicada pela primeira vez, impôs uma filosofia comum para todos os Estados-Membros (EM) da União Europeia (UE), alguns dos quais nem sequer tinham ainda qualquer requisito mínimo de eficiência térmica e energética para os seus edifícios.

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PAE LIVING BUILDING: um edifício que respira história, sustentabilidade e inovação

Já pensou em trabalhar num “edifício vivo”? Agora, este pensamento não é utópico. O primeiro edifício comercial certificado como Living Building está em Portland, Oregon, nos Estados Unidos da América. Além de cumprir rigorosos padrões, respondendo a necessidades energéticas, de temperatura, de água e até estéticas, está preparado para durar 500 anos. A longevidade é um ponto fulcral e este edifício promete estabelecer novos padrões para o futuro da arquitectura sustentável.

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O caminho da Invicta para a descarbonização

Filipe Araújo, vice-presidente da câmara municipal do Porto não tem dúvidas: para a descarbonização da Cidade Invicta e para “reduzirmos as emissões é fundamental actuarmos decisivamente nos edifícios de serviços e habitação”. 160 milhões de euros é o valor já investido, só na habitação municipal, nos últimos dez anos. Apesar do esforço financeiro envolvido, Filipe Araújo não esconde as dificuldades ao nível do financiamento que considera serem “incontornáveis”.

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50% das empresas estão dispostas a pagar mais por Smart Buildings

De acordo com o estudo Transforming Properties into Smart Buildings, desenvolvido pela CBRE, consultora líder na prestação de serviços imobiliários, há uma importância crescente na transformação dos edifícios em estruturas inteligentes para promover a sustentabilidade, a eficiência energética e a valorização dos imóveis. …

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“É possível gerir melhor os edifícios com outras soluções energéticas”

Rui Lameiras é o coordenador geral da Aliança para a Transição Energética, uma rede constituída por 91 parceiros que mobiliza, entre outros, um total de 53 empresas e 26 entidades de inovação e desenvolvimento. O objectivo é, afirma o representante, “descentralizar a digitalização do sector da energia, promovendo, em Portugal, um ecossistema nacional competitivo único à escala internacional”.

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24ªs Jornadas de Climatização: o “papel decisivo” da climatização e refrigeração no percurso para a neutralidade carbónica

“Neutralidade Carbónica nos Edifícios e Indústria” foi o tema escolhido para as próximas Jornadas de Climatização, que chegam à 24ª edição no dia 16 de Janeiro de 2025. Este evento, que terá lugar no Auditório da Sede Nacional da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa, será o culminar de um ano de iniciativas no sector da climatização.

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