Como avaliar e melhorar a inteligência dos edifícios

O indicador de aptidão para tecnologias inteligentes, Smart Readiness Indicator (SRI), incluído na Diretiva Europeia sobre o Desempenho Energético dos Edifícios, está definido num regime europeu comum que avalia a capacidade dos edifícios de adotarem tecnologias inteligentes. …

Ler Artigo >

Nova EPBD e metas para a renovação dos edifícios existentes: uma realidade ou um embuste?

Temos finalmente a versão número quatro da EPBD! Demorou bastante tempo a sair, por razões ligadas à renovação dos edifícios existentes, já aqui discutidas no último ano. Após relatos de comentadores especializados de que os EM tinham destruído a proposta da Comissão e de que a nova EPBD tinha perdido toda a sua força queria ver bem os detalhes.

Ler Artigo >

EPBD: Missão Impossível?

O tempo já começou a contar. Descarbonizar os edifícios até 2050 e pôr a andar as ambições de Bruxelas não vai ser uma tarefa fácil. Temos pouco tempo e é preciso muito dinheiro! Todos os componentes, materiais de construção ou sistemas serão contabilizados nesta corrida às emissões nulas. A qualidade do ar interior ganha nova vida, mas as incertezas são muitas. Conheça o que está em causa com a nova directiva para os edifícios.

Ler Artigo >

Os sistemas de automatização e controlo de edifícios e a nova EPBD

A transição para a economia circular na construção é uma das alavancas do desenvolvimento sustentável, tanto a nível ambiental como económico. Acelerar este processo implica, entre outros aspectos, desenvolver e promover políticas concretas e adequadas e análises de custo-benefício que considerem as perspectivas dos diferentes stakeholders.

Ler Artigo >

“Vão ser precisos fundos públicos para alavancar o investimento privado”

Nelson Lage, presidente da ADENE – Agência para a Energia, fala-nos dos desafios na implementação da nova directiva para os edifícios e das barreiras que devem ser eliminadas no âmbito da grande vaga de renovações de edifícios que é exigida. É preciso criar “condições facilitadoras e atractivas de financiamento”. Fala-se em “20 % de investimento público e 80 % de investimento privado. Sejam quais forem os números exactos, é evidente que será necessário usar os fundos públicos para alavancar os investimentos privados”.

Ler Artigo >

PUBLICIDADE