A inteligência nos edifícios

Este tema transporta-nos para a vivência dos anos em que se começou a dar importância e reconhecimento às múltiplas vantagens que as novas tecnologias emergentes foram paulatinamente integrando nos novos edifícios e, também em alguns casos, nos edifícios existentes sujeitos a renovação. Recordemos um pouco de história, as datas e a evolução dos conceitos emergentes.

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A indústria dos equipamentos de AVAC&R – metas e desafios

Atualmente, a indústria de equipamentos de aquecimento, ar condicionado, bombas de calor e solar defrontam-se com a imposição de importantes metas e relevantes desafios. A indústria de AVAC&R (Aquecimento, Refrigeração, Ventilação e Ar Condicionado & Refrigeração) está a passar por uma transformação significativa e a tentar adaptar-se rapidamente às exigências normativas comunitárias, visando reduzir emissões e aumentar a eficiência energética. A indústria está em franco crescimento e a procura futura adivinha-se muito promissora.

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Normalização Europeia da Qualidade do Ar Interior

A Normalização na Qualidade do Ar Interior (QAI) está principalmente focada nos requisitos de saúde e nos requisitos para a ventilação. Os requisitos de saúde estão estabelecidos pela OMS e são muitas vezes referenciados nas normas de QAI. Atualmente, a norma europeia mais importante para a QAI é a EN 16798- 1/2. Esta norma foi desenvolvida na comissão técnica do CEN – TC156 e encontra-se agora em revisão.

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Estratégia para a construção de edifícios zero emissões

O edifício zero emissões realiza um balanço de carbono neutro através de várias estratégias e tecnologias avançadas. Os edifícios zero emissões são parte essencial dos esforços de uma resposta às alterações climáticas, contribuindo para um futuro mais sustentável e para a redução da pegada de carbono do setor da construção, que é uma das indústrias mais poluentes do mundo.

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A viabilidade das medidas de melhoria para renovação de frações autónomas em edifícios residenciais multifamiliares

Por razões privadas, tive oportunidade de rever um conjunto de Certificados Energéticos emitidos durante o último ano, todos eles relativos a frações autónomas em edifícios de habitação multifamiliares existentes, todas com mais de 30 anos de idade, com classes energéticas entre o B+ e o G. Eram frações que eu conhecia bem e para as quais já tinha estudado com algum detalhe como implementar, ou aconselhar a implementar (ou não) medidas que pudessem melhorar a eficiência energética e aumentar o conforto dos ocupantes reduzindo-lhes, ao mesmo tempo, os custos energéticos associados.

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Eficiência energética e políticas de construção na UE

A União Europeia está comprometida com garantir a segurança energética e acelerar a transição verde, colaborando em várias frentes para alcançar esses objetivos. Fomentar práticas de construção sustentável, de forma a minimizar o impacto negativo que a indústria da construção gera no meio ambiente, é uma prioridade atual.

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Desafios ao Sistema de Certificação Energética

“Portugal está agora numa peugada da nova EPBD, com o objetivo de tornar mais claras as várias alterações da Diretiva original, usando 84 considerandos, 38 artigos e 10 anexos com data marcada de entrada na legislação nacional a partir de 30 de maio de 2026. Para além de clarificar e reafirmar políticas anteriores de descarbonização (…)

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