“Missão Solar 2040”: integrar as energias renováveis com soluções de flexibilidade da rede eléctrica

A SolarPower Europe lançou recentemente um relatório no qual conclui que a aposta num sistema de energia limpa baseado nas energias renováveis, na flexibilidade e na electrificação é a melhor forma de trazer os benefícios da transição energética para as empresas e os cidadãos europeus e de garantir a competitividade e prosperidade da Europa.

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Helder Gonçalves: Desafios da transição energética no ambiente construído

Para descarbonizar as cidades, que são cada vez mais impactadas pelas alterações climáticas, é preciso acelerar a transição energética, um processo a que os edifícios não são alheios. Neste caminho cheio de desafios, traçam-se estratégias e planos, mas ainda falta colocá-los em prática, observa Helder Gonçalves, director do Laboratório de Energia do LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia.

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Nova edição Julho/Agosto 2024 | EPBD: Missão Impossível?

O tempo já começou a contar. Descarbonizar os edifícios até 2050 exige muita vontade e muito dinheiro! Todos os materiais de construção ou sistemas vão passar a ser contabilizados nesta corrida às emissões nulas. A qualidade do ar interior ganha nova vida, mas as incertezas são muitas. Conheça o que está em causa com a publicação da nova Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios.

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Relatório Solar Heat Worldwide destaca a versatilidade do calor solar para a transição do sector do aquecimento

A edição de 2024 do relatório “Solar Heat Worldwide” do Programa Aquecimento & Arrefecimento Solar da Agência Internacional de Energia destaca a resiliência e a mudança do panorama do calor solar. Este ano, o relatório inclui capítulos dedicados a duas tecnologias em crescimento: os sistemas fotovoltaicos térmicos (PVT) e os sistemas de calor gerado por energia fotovoltaica (PGH).

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União Europeia retira-se do Tratado da Carta da Energia

Após aprovação pelo Parlamento Europeu em Abril deste ano, o Conselho da União Europeia deu luz verde definitiva à retirada da União Europeia (UE) e da Euratom (Comunidade Europeia da Energia Atómica) do Tratado da Carta da Energia. A incompatibilidade do tratado com as metas climáticas europeias foi o principal motivo que levou à retirada. 

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