APIRAC sobre PNRE: “Todas as tecnologias disponíveis são necessárias” 

A Edifícios e Energia está a recolher opiniões sobre a estratégia portuguesa para dar resposta aos edifícios carbono zero. A APIRAC – Associação Portuguesa das Empresas dos Setores Térmico, Energético, Eletrónico e do Ambiente, que representa grande parte do sector, deixa-nos aqui vários alertas: “todas as tecnologias disponíveis são necessárias e as bombas de calor são essenciais para a transição da UE para a energia limpa”. Para esta associação, “o apoio financeiro é crucial”. 

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Mais informação!

A revista Edifícios e Energia continua a inovar. Mais notícias e mais visibilidade para os seus parceiros são a aposta deste ano. A revista referência na área da sustentabilidade e da eficiência energética nos edifícios aposta na comunicação digital com mais informação, novos canais e mais espaços comerciais!

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Materiais eficientes no centro do debate sobre edifícios carbono zero em Lisboa 

A transição para edifícios zero emissões volta a estar em destaque com a conferência “O contributo dos materiais eficientes a caminho do Carbono Zero”, promovida pela Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes (ANFAJE). A sessão decorre a 4 de Março, às 16h45, na Lisboa Social Mitra, integrada na programação da Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa 2026.

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Energia Solar Integrada

Os sistemas de energia integrada chamados BIPV – Building Integrated Photovoltaics – estão a desenvolver-se rapidamente porque vão muito além da colocação de painéis sobrepostos em coberturas ou fachadas, que, por si só, desvirtuam a estética urbana e paisagem local. Com estes sistemas de energia solar integrada, os módulos solares são parte integrante da estrutura do edifício, sobrepondo-se a materiais convencionais como vidro, telha ou revestimentos. O resultado é duplo: produção de eletricidade limpa e integração arquitetónica harmoniosa.

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Contextualização da Diretiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD)

Depois de o Conselho Europeu ter adotado a EPBD, este é o último passo que faltava para que o documento entrasse em vigor. A diretiva estabelece as linhas orientadoras para que os Estados-Membros reduzam as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) e a utilização de energia nos edifícios – abrangendo edifícios destinados a habitação, de tipo unifamiliar ou multifamiliar, escritórios, escolas, hospitais e outros edifícios públicos. O impulso à independência energética da Europa é outro dos aspetos destacados.

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