AVAC e Solar Térmico: Como estão as indústrias a reagir?

Preços da energia altos, taxas do IVA desfasadas e políticas pouco assertivas são alguns dos problemas com que se debatem estes sectores. Fomos falar com a REHVA, EHPA e Solar Heat Europe e conhecer a realidade destes mercados. Entre várias conclusões, ressalta a necessidade de investimento, inovação e capacidade produtiva. Os agentes de mercado têm de se manter na vanguarda para liderarem esta transformação. Sem eles não chegamos aos edifícios zero emissões.

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Uso de energia renovável para aquecimento e arrefecimento atinge 26 %, segundo dados do Eurostat

Os dados do Serviço de Estatísticas da Comissão Europeia demonstram que continua a aumentar a utilização de fontes de energia renováveis para aquecimento e arrefecimento na União Europeia (UE). A quota de energia proveniente de fontes renováveis nestas áreas atingiu 26,2 % em 2023, o valor mais elevado desde que foi iniciado o processo de monitorização em 2004 (11,7 %).

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Edifícios que são ecossistemas vivos

Numa altura em que a palavra de ordem é a descarbonização dos edifícios e todas as estratégias apontam para essa ambição, é importante reflectir sobre formas inovadoras de tornar os edifícios menos “pesados” para o planeta e para as cidades onde vivemos. As microalgas podem ser um bom exemplo.

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“A indústria do cimento tem vindo a tornar-se muito mais eficiente do ponto de vista energético”

Jorge de Brito é professor catedrático no Departamento de Engenharia Civil, Arquitectura e Ambiente do Instituto Superior Técnico (Universidade de Lisboa). Doutorado em Engenharia Civil, a sua área de investigação está relacionada com os materiais, soluções construtivas e ciclo de vida dos edifícios. Para este especialista, “o futuro é brilhante. Vamos continuar a apostar no desenvolvimento de soluções e tenho a certeza de que daqui a 20 anos vamos ter materiais muito aperfeiçoados e que toda a construção será feita com muito menor impacte ambiental”.

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Valladolid, uma cidade em busca da neutralidade carbónica

A bordo da Missão Cidades da União Europeia, Valladolid tem vindo a construir o seu caminho rumo à neutralidade carbónica. O parque edificado é uma das principais preocupações da cidade espanhola pelo facto de, em 2019, os edifícios e o aquecimento terem representado um total de 22 % das suas emissões de GEE. Valladolid definiu, assim, que um dos principais focos da sua estratégia seria a renovação energética dos edifícios e o desenvolvimento de redes de aquecimento urbano.

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Guia técnico para a implementação da EPBD aprovada em 18 de Março de 2024

O indicador de energia primária (PE) é o principal indicador de desempenho energético (EP) na Directiva do Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), sendo usado para definir requisitos mínimos e, na maioria dos certificados de desempenho energético, a escala de classificação energética. A revisão da EPBD proporcionou algumas alterações importantes no cálculo do desempenho energético…

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A Europa em busca da perfeição e da felicidade

A consciência das limitações e as preocupações à medida que os objetivos e requisitos aumentam merecem, certamente, uma atenção redobrada. Dada a complexidade e diversidade das propostas em apreço, muito trabalho será necessário fazer e muita tinta correrá até à transposição final desta EPBD para o quadro legislativo nacional. Não se trata de pessimismo, mas, sim, de realismo!

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