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	<title>Arquivo de smart buildings - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Dec 2024 18:10:25 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de smart buildings - Edificios e Energia</title>
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		<title>50% das empresas estão dispostas a pagar mais por Smart Buildings</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/50-das-empresas-estao-dispostas-a-pagar-mais-por-smart-buildings/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 06:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o estudo Transforming Properties into Smart Buildings, desenvolvido pela CBRE, consultora líder na prestação de serviços imobiliários, há uma importância crescente na transformação dos edifícios em estruturas inteligentes para promover a sustentabilidade, a eficiência energética e a valorização dos imóveis. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o estudo <em>Transforming Properties into Smart Buildings</em>, desenvolvido pela <a href="https://www.cbre.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>CBRE</strong></a>, consultora líder na prestação de serviços imobiliários, há uma importância crescente na transformação dos edifícios em estruturas inteligentes para promover a sustentabilidade, a eficiência energética e a valorização dos imóveis.</p>
<p>Num contexto em que o setor imobiliário enfrenta novos desafios, especialmente em Lisboa, onde cerca de 90% dos edifícios vagos não são classe A, a implementação de tecnologias avançadas surge como um fator diferenciador essencial. Os edifícios inteligentes, ou <em>smart buildings</em>, são concebidos para otimizar o uso de recursos através de sistemas automatizados que ajustam, por exemplo, a climatização e a iluminação com base na ocupação e nas condições ambientais. Para além de reduzirem o consumo energético e os custos operacionais, estes edifícios oferecem uma melhor experiência para os seus utilizadores, promovendo o bem-estar e a segurança. Estes estão também preparados para as exigências das empresas, como a integração de serviços digitais e o controlo remoto de operações, tornando-se cada vez mais atrativos para ocupantes que valorizam a inovação e a sustentabilidade.</p>
<p>De acordo com este estudo da CBRE, mais de 50% dos ocupantes de imóveis estão dispostos a pagar um valor superior por edifícios que incorporem estas tecnologias, sobretudo aquelas que reduzem o impacto ambiental. Além disso, os edifícios de classe A, que são tecnologicamente mais avançados, têm significativamente menos dificuldade em atrair melhores inquilinos e que paguem rendas mais elevadas, apresentando uma taxa de desocupação bastante inferior em comparação com imóveis de menor sofisticação tecnológica.</p>
<p><em>“A transformação dos edifícios em ativos inteligentes é uma tendência incontornável no mercado imobiliário atual, que vai além da simples eficiência operacional. Trata-se de criar espaços que respondam às novas exigências de sustentabilidade e de conforto dos utilizadores, enquanto se reduzem custos operacionais e se melhora a eficiência energética. Para além disso, as tecnologias inteligentes aumentam significativamente a atratividade dos edifícios para potenciais inquilinos, resultando em taxas de ocupação mais elevadas e num retorno de investimento mais rápido.</em>”, afirma Duarte Cardoso Ferreira, Senior Director &amp; Strategic Advisory da CBRE Portugal.</p>
<p>Para além dos benefícios ambientais e da eficiência, os edifícios inteligentes posicionam-se como ativos mais valorizados e desejáveis, atraindo um maior número de inquilinos e investidores. As certificações como, por exemplo, o <em>SmartCore</em>, que avaliam a “inteligência” dos edifícios com base em critérios como a gestão de energia e conectividade, tornam-se um importante selo de qualidade do setor.</p>
<p><em>“Neste cenário, zonas como um elevado número de edifícios ainda a necessitar de modernização, como, por exemplo, a cidade de Lisboa, apresentam um grande potencial para esta transformação, especialmente numa altura em que Portugal tenta afirmar-se como um destino global para empresas e talentos internacionais. Na CBRE apoiamos já diversos promotores e investidores imobiliários neste processo de upgrade tecnológico e certificação.”</em>, afirma Duarte Cardoso Ferreira, Senior Director &amp; Strategic Advisory da CBRE Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
</span></span></strong></em><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">Fonte: Press Release</span></span></strong></em></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Centro comercial finlandês Sello atinge um Smart Readiness Indicator de 92 %</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/1310-centro-comercial-finlandes-sello-atinge-um-smart-readiness-indicator-de-92/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Oct 2023 08:39:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[flexibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Sello]]></category>
		<category><![CDATA[siemens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Espoo, na Área Metropolitana de Helsínquia, o Sello apresenta-se como “o centro comercial mais sustentável da Finlândia e um dos mais inteligentes da Europa”. Numa parceria com a Siemens, o edifício aposta na automação, inteligência e flexibilidade dos equipamentos e do ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em Espoo, na Área Metropolitana de Helsínquia, o Sello apresenta-se como “o centro comercial mais sustentável da Finlândia e um dos mais inteligentes da Europa”. Numa parceria com a Siemens, o edifício aposta na automação, inteligência e flexibilidade dos equipamentos e do sistema energético – 100 % renovável – como um todo, através de uma planta virtual de energia.</strong></p>
<p>Todos os anos, mais de 21 milhões de pessoas visitam o centro comercial Sello, situado na Finlândia, um país com cerca de 5,5 milhões de habitantes. Este edifício, comummente tratado como um <em>city center</em> pelas suas diversas valências – incluindo no seu espaço, além de lojas e hipermercados, uma biblioteca, um auditório, um centro oftalmológico, uma escola de música, centros infantis, atracções de entretenimento –, foi o primeiro centro comercial da Europa a obter a certificação <em>LEED EB Gold</em>, em 2010.</p>
<p>Desde então, tem avançado para patamares mais ambiciosos no que diz respeito a esta certificação de liderança em energia e design ambiental para edifícios existentes. Em 2015, conseguiu cumprir os requisitos mais exigentes da certificação <em>LEED EB Platina</em>, graças a medidas de eficiência hídrica, de gestão de resíduos sólidos, de integração de várias opções de transporte alternativas (autocarros, comboios, e com uma nova ligação ao transporte colectivo sob construção), e, sobretudo, devido a soluções relacionadas com a eficiência energética e as energias renováveis, com a qualidade do ambiente interior e com a inovação na operação.</p>
<p>Com a certificação <em>LEED EB Platina</em>, entretanto renovada em Dezembro de 2020, o Sello, localizado em Espoo, na Área Metropolitana de Helsínquia, tornou-se o “primeiro centro comercial – e um dos apenas nove edifícios do género na Europa – a fazê-lo”. Quem o diz é a Siemens, parceira tecnológica deste centro comercial finlandês desde 2003, altura em que o edifício ainda estava em construção.</p>
<p>A parceria, que começou por incluir o fornecimento de um sistema de automação, foi evoluindo ao longo dos anos, passando por “serviços e tecnologia focados em dados” com o intuito de conseguir uma elevada eficiência energética, uma baixa pegada carbónica, um sistema de energia optimizado, com uma planta virtual de energia do próprio Sello, e uma participação activa no mercado da electricidade. Adicionalmente, no âmbito desta colaboração, está também em curso o desenvolvimento de um gémeo digital, ou <em>digital twin</em>, do edifício.</p>
<h4><strong>“Um activo vivo, com órgãos funcionais”</strong></h4>
<p>Com 102 000 m<sup>2</sup> e 170 lojas, o centro comercial Sello apoia-se na colaboração com a Siemens para uma gestão mais inteligente da operação e da manutenção do edifício. Sublinhe-se, quanto a isto, que a multinacional alemã, com uma área dedicada a <em>smart infrastructure</em>, lançou, em Junho de 2022, uma plataforma digital aberta para digitalizar, descarbonizar e descentralizar os negócios dos clientes da Siemens – a <em>Xcelerator</em> –, na qual está inserida uma outra plataforma, a <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1605-building-x-aposta-da-siemens-para-uma-gestao-mais-inteligente-dos-edificios-xcelerator-siemens-smart-infrastructure-thomas-kiessling/"><em>Building X</em>,</a> para promover a inteligência, eficiência e descarbonização de edifícios com base em tecnologia <em>cloud</em> e analítica.</p>
<p>Alavancando este conhecimento e esta experiência para o centro comercial Sello, a Siemens recolhe dados de mais de 1 500 <em>data points</em> de sistemas de AVAC e energia, de sensores de qualidade de ar e de temperatura, de taxas de ocupação e de dados meteorológicos para ter uma visão 360º do edifício.</p>
<p>Mas não só. Para haver uma melhor compreensão das necessidades do edifício, bem como das oportunidades de melhoria a nível de eficiência energética e financeira e de optimização do conforto, a Siemens leva a cabo uma abordagem analítica. Essa abordagem, refere a empresa, “inclui a análise de tendências a nível dos espaços e equipamentos, de um conjunto personalizado de parâmetros para o desempenho dos equipamentos e para as condições ambientais, bem como a detecção e o diagnóstico de falhas e avarias para garantir que quaisquer problemas são resolvidos de forma rápida e quantificável”.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-24557 size-full aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/9KeOZNc7XYZdwNfi3tmlB8XtbaMNzuFn4TEMOTkr.jpg" alt="" width="650" height="340" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/9KeOZNc7XYZdwNfi3tmlB8XtbaMNzuFn4TEMOTkr.jpg 650w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/9KeOZNc7XYZdwNfi3tmlB8XtbaMNzuFn4TEMOTkr-300x157.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/9KeOZNc7XYZdwNfi3tmlB8XtbaMNzuFn4TEMOTkr-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>À digitalização e automação, junta-se a inteligência. Entre as soluções de domótica adoptadas no Sello, inserem-se também a iluminação LED inteligente ou os sistemas de aquecimento preditivos, que, com base em dados de previsões atmosféricas (e de outros factores, como o preço de energia), derretem neve junto às entradas do edifício apenas quando necessário, evitando a acumulação de gelo e acidentes. Estas, a par de uma gestão inteligente do edifício, “reduzem o consumo de energia e melhoram a experiência dos ocupantes”.</p>
<p>“Se adicionar inteligência ao edifício, este passa a ser um activo vivo, com órgãos funcionais, e com algo para oferecer. Deixa de ser só um bem passivo”, destaca Harald Schnur, responsável pela Siemens Smart Infrastructure na Finlândia e nos Bálticos, durante uma apresentação do projecto aos jornalistas. O responsável diz ainda que aquilo que começou por ser um “edifício normal” alcança, agora, um <em>Smart Readiness Indicator</em> de 92 %. “É um [exemplo para o] <em>benchmarking</em> para toda a Europa”, argumenta.</p>
<p>O fornecimento destes serviços é feito tanto no próprio local, por um gestor de energia e por uma equipa de manutenção dos sistemas de automação do edifício, ou de forma remota. Esta última modalidade é possível através de uma conexão de todo o sistema ao Centro de Serviços e Navegação Digitais da Siemens, uma plataforma de energia e sustentabilidade baseada na <em>cloud</em>.</p>
<h4><strong>Aposta na flexibilidade energética</strong></h4>
<p>Integrado no centro comercial finlandês, há um sistema de energia que confere ao edifício maior autossuficiência e <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1705-finlandia-a-fabrica-de-cerveja-sinebrychoff-mostra-como-ir-da-descarbonizacao-a-flexibilidade-energetica-siemens-planta-virtual-energia/">flexibilidade em termos energéticos</a> e que é composto por um sistema de painéis solares com uma capacidade de 550 kW-pico, por 50 pontos de carregamento para veículos eléctricos, pelos vários equipamentos de AVAC e iluminação inteligente, por uma microrrede baseada na tecnologia do Sello e também por uma unidade de armazenamento eléctrico com capacidade de 2 MW.</p>
<p>Através desta unidade, além da produção e do consumo de energia totalmente proveniente de energias renováveis locais e da compra de energia à rede eléctrica apenas quando necessário, também há a possibilidade de armazenamento. Embora a energia produzida pelo sistema fotovoltaico seja, por norma, utilizada directamente, os acumuladores instalados no próprio centro são uma opção para as alturas em que o preço da electricidade está mais elevado ou para dar resposta a eventuais picos de consumo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-24560 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/VTifkA9MpdkkAJCkGdHpUM3Ej5fygFO9Tfu2pSKX.jpg" alt="" width="367" height="192" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/VTifkA9MpdkkAJCkGdHpUM3Ej5fygFO9Tfu2pSKX.jpg 650w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/VTifkA9MpdkkAJCkGdHpUM3Ej5fygFO9Tfu2pSKX-300x157.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/VTifkA9MpdkkAJCkGdHpUM3Ej5fygFO9Tfu2pSKX-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 367px) 100vw, 367px" />No fim de contas, o armazenamento eléctrico, que é normalmente carregado à noite aproveitando os preços spot mais baixos, permite gerar poupanças de energia equivalentes à electricidade necessária para aquecer 20 casas unifamiliares todos os dias durante o Inverno finlandês.</p>
<p>Em todo o processo, não há injecção de energia produzida pelo Sello na rede eléctrica nacional, refere a Siemens, que aponta para uma planta virtual de energia do centro comercial como a solução para estabilizar a frequência deste sistema e optimizá-lo.</p>
<p>Esta planta virtual de energia, concebida e mantida pela tecnológica alemã, tornou-se, segundo a mesma entidade, num exemplo de um modelo de operação para outros centros comerciais, ao demonstrar as vantagens da flexibilidade energética e da participação no mercado de reserva eléctrica, quer financeiras e ambientais para o Sello, quer para a rede eléctrica nacional (Fingrid) e para a rede de aquecimento urbano, uma vez que é possível atenuar eventuais sobrecargas por picos de procura de electricidade.</p>
<h4><strong>“Temos resultados”</strong></h4>
<p>“Temos resultados; não apenas conversa”, afirma Marjo Kankaanranta, <em>managing director</em> do centro comercial Sello desde 2021, na mesma conferência de imprensa. Os números avançados pela responsável apontam para poupanças anuais de quase 550 mil euros decorrentes das soluções adoptadas a nível de energia, manutenção, flexibilidade e investimento. A implementação de uma planta virtual de energia do Sello converteu-se ainda noutros benefícios de natureza financeira e ambiental: uma poupança de 2,4 milhões de euros desde 2019; um ganho anual de cerca de 350 mil euros no mercado flexível; e uma redução no consumo de electricidade e energia térmica de 40 % em relação ao ano de 2010.</p>
<p>Também em 2019, o Sello, com um consumo anual de electricidade e calor de 36 GWh, foi o primeiro centro comercial finlandês a atingir a neutralidade carbónica nas suas operações. “Na Finlândia, dizemos que há um tempo ‘antes’ do Sello [como ele é hoje conhecido] e um tempo ‘depois’ do Sello – 2019 foi um ano de viragem”, realça Harald Schnur.</p>
<p>De acordo com a empresa alemã, o “sucesso do projecto” tem que ver também com a parceria estabelecida: um acordo baseado num modelo EPC (<em>Energy Performance Contracting</em>) e no pré-financiamento do investimento necessário pela Siemens. Neste acordo, foram garantidas ao centro comercial poupanças anuais de pelo menos 1 250 000 kWh em electricidade, 1 300 000 kWh de energia térmica e 536 toneladas de CO<sub>2</sub>, correspondendo a uma redução de 133 mil euros por ano em custos energéticos, com uma parte da poupança financeira a ir para a recuperação do investimento e outra a ser dividida até ao final do contrato.</p>
<p>Perspectivando o futuro, e com o objectivo de posicionar o Sello como “o centro comercial mais verde na Europa”, a equipa da Siemens e a do centro comercial estão a apostar na contínua melhoria da gestão do edifício, que irá também, como diz Marjo Kankaanranta, expandir-se em 10 000 m<sup>2</sup>, sendo logo integrado neste sistema de gestão inteligente. Neste caminho, está também já a ser desenvolvido e aperfeiçoado um gémeo digital do edifício, um instrumento tecnológico que, nas palavras de <a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/1809-thomas-kiessling-edificios-inteligentes-tem-enorme-potencial-de-reduzir-pegada-de-carbono-mundial-ee148/">Thomas Kiessling, <em>Chief Technology Officer</em> da Siemens Smart Infrastructure</a>, vai melhorar as funções de “planear, operar e manter” o edifício, facilitando actualizações ao mesmo tempo que reduz a probabilidade de erros com sincronização de dados.</p>
<p style="text-align: center;"><em>*A jornalista viajou a convite da Siemens Portugal</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Smart Readiness Indicator: novo portal esclarece questões frequentes sobre o SRI</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/0310-smart-readiness-indicator-novo-site-esclarece-questoes-frequentes-sobre-o-sri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 09:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[smart buildings]]></category>
		<category><![CDATA[Smart Square]]></category>
		<category><![CDATA[SRI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projecto Smart Square, que visa desenvolver e disponibilizar instrumentos que promovam a avaliação e implementação da inteligência dos edifícios na Europa através do esquema do Smart Readiness Indicator (SRI), lançou um portal de FAQ (Frequently Asked Questions, ou questões ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/0310-smart-readiness-indicator-novo-site-esclarece-questoes-frequentes-sobre-o-sri/">Smart Readiness Indicator: novo portal esclarece questões frequentes sobre o SRI</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="entry-header">O projecto <em>Smart Square</em>, que visa desenvolver e disponibilizar instrumentos que promovam a avaliação e implementação da inteligência dos edifícios na Europa através do esquema do <em>Smart Readiness Indicator </em>(SRI), lançou um <a href="https://sri-faq.eu/devices/">portal de FAQ</a> (<em>Frequently Asked Questions</em>, ou questões frequentes) sobre o SRI. O portal está disponível em inglês e contempla 21 categorias de perguntas sobre o SRI.</p>
<p class="entry-header">O portal da iniciativa europeia <em>Smart Square</em>, com 21 categorias de perguntas, esclarece desde questões mais simples, como o que é o SRI, para que é utilizado, quais os seus benefícios e que desafios se podem colocar na sua implementação, até questões mais específicas, por exemplo, sobre como se aplica a diferentes tipos de edifícios e a diferentes zonas climáticas.</p>
<p class="entry-header">Informação sobre a metodologia, o cálculo e a avaliação do indicador SRI são também categorias de questões frequentes disponíveis nesta plataforma, assim como perguntas sobre o processo de certificação, perguntas sobre os equipamentos necessários ou perguntas associadas aos utilizadores e às empresas de energia e outras.</p>
<p class="entry-header">Também no que diz respeito à relação entre o SRI e o desempenho e a eficiência energética de um edifício se apresentam algumas perguntas e respostas, por exemplo, sobre se o SRI considera o impacto ambiental dos materiais e da construção de um edifício ou sobre se o SRI pode ser utilizado para medir o impacto de renovações energéticas no desempenho de um edifício.</p>
<p>Além disso, são também consideradas questões no âmbito do estado de implementação e disponibilidade do SRI nos Estados-Membros, da sua eventual obrigatoriedade, e ainda da regulamentação, dos programas e dos incentivos existentes. Como complemento, o portal inclui uma secção dedicada às questões relacionadas com documentação e ferramentas.</p>
<p>Recorde-se que o SRI é um indicador que considera nove domínios, sendo eles o aquecimento, as águas quentes sanitárias, o arrefecimento, a ventilação, a iluminação, a dinâmica do envelope do edifício, a electricidade, o carregamento de veículos eléctricos e a monitorização e o controlo dos vários parâmetros.</p>
<p>Este portal, disponível em inglês, é uma das acções do <a href="https://www.smartsquare-project.eu/">projecto <em>Smart Square</em></a>, cujo objectivo é criar ferramentas adequadas à promoção e à implementação de inteligência nos edifícios europeus, incluindo a sua avaliação, nomeadamente através do esquema SRI.</p>
<p>Guiado por este propósito, o projecto, cofinanciado pela União Europeia, ambiciona disponibilizar, em todas as línguas oficiais da União Europeia, uma plataforma aberta baseada na nuvem de avaliação da inteligência dos edifícios, considerando os diferentes contextos dos Estados-Membros.</p>
<p>O projecto ambiciona também desenvolver uma metodologia para identificar o custo da integração de inteligência nos edifícios e qual o nível óptimo de intervenção tendo em conta os princípios de custos de ciclo de vida, bem como criar, por exemplo, um centro de formação virtual e a primeira comunidade <em>smart ready</em>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/0310-smart-readiness-indicator-novo-site-esclarece-questoes-frequentes-sobre-o-sri/">Smart Readiness Indicator: novo portal esclarece questões frequentes sobre o SRI</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Building X: aposta da Siemens para uma gestão mais inteligente dos edifícios</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/1605-building-x-aposta-da-siemens-para-uma-gestao-mais-inteligente-dos-edificios-xcelerator-siemens-smart-infrastructure-thomas-kiessling/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 10:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[automação]]></category>
		<category><![CDATA[Building X]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[digitalização]]></category>
		<category><![CDATA[siemens]]></category>
		<category><![CDATA[Siemens Smart Infrastructure]]></category>
		<category><![CDATA[smart buildings]]></category>
		<category><![CDATA[smartenergy]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Kiessling]]></category>
		<category><![CDATA[Xcelerator]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do investimento da Siemens na plataforma Xcelerator para acelerar a transformação digital, há uma plataforma dedicada à promoção da inteligência, da eficiência e da descarbonização dos edifícios: a Building X. Com recurso à cloud, à analítica e a...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1605-building-x-aposta-da-siemens-para-uma-gestao-mais-inteligente-dos-edificios-xcelerator-siemens-smart-infrastructure-thomas-kiessling/">Building X: aposta da Siemens para uma gestão mais inteligente dos edifícios</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No âmbito do investimento da <a href="https://www.siemens.com/global/en/products/xcelerator.html">Siemens na plataforma </a></span><em><span style="font-weight: 400;">Xcelerator</span></em><span style="font-weight: 400;"> para acelerar a transformação digital, há uma plataforma dedicada à promoção da inteligência, da eficiência e da descarbonização dos edifícios: a </span><em><span style="font-weight: 400;">Building X</span></em><span style="font-weight: 400;">. Com recurso à </span><em><span style="font-weight: 400;">cloud</span></em><span style="font-weight: 400;">, à analítica e a várias tecnologias, <a href="https://www.siemens.com/global/en/products/buildings/building-x.html">a plataforma </a></span><em><span style="font-weight: 400;">Building X</span></em><span style="font-weight: 400;"> pretende dar uma visão integrada dos edifícios e facilitar a sua gestão. Thomas Kiessling, enquanto responsável pela parte tecnológica desta área da Siemens, assinala que esta é uma “oportunidade chave” para os edifícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há quase um ano, a Siemens anunciava o lançamento de uma nova plataforma digital aberta com o objectivo de alavancar os três “D’s” – digitalização, descarbonização e descentralização – de forma fácil, rápida e escalável. Com um portfólio que inclui </span><em><span style="font-weight: 400;">hardware</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">software</span></em><span style="font-weight: 400;"> e serviços digitais com integração de IoT (Internet das Coisas) e um ecossistema crescente de parceiros, a plataforma “</span><em><span style="font-weight: 400;">Xcelerator </span></em><span style="font-weight: 400;">é o chapéu para a digitalização e <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/siemens-coca-cola-0804/">descarbonização dos negócios</a> dos clientes da Siemens”, descreve Thomas Kiessling, </span><em><span style="font-weight: 400;">Chief Technology Officer</span></em><i><span style="font-weight: 400;"> (CTO) </span></i><span style="font-weight: 400;">da Siemens Smart Infrastructure, durante uma sessão para jornalistas* realizada na semana passada, na Finlândia, que contou também com a apresentação de outros projectos que integram este serviço da Siemens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o responsável, a </span><em><span style="font-weight: 400;">Xcelerator</span></em><span style="font-weight: 400;"> tem sido aplicada na indústria e nos sectores dos edifícios, das redes energéticas e da mobilidade e, no caso particular dos edifícios, deu origem a uma nova oferta de </span><em><span style="font-weight: 400;">software </span></em><span style="font-weight: 400;">como serviço: a </span><em><span style="font-weight: 400;">Building X</span></em><span style="font-weight: 400;">. “Aquilo que estamos a criar é uma camada de </span><em><span style="font-weight: 400;">software</span></em><span style="font-weight: 400;"> ‘por cima da digitalização’ que vai permitir criar apps para ajudar os agentes a descarbonizar os edifícios, a torná-los mais eficientes, com acesso a recomendações. Pense-se [nisto] como um sistema operativo.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Combinando as esferas física e digital, a </span><em><span style="font-weight: 400;">Building X</span></em><span style="font-weight: 400;"> recorre a tecnologia </span><em><span style="font-weight: 400;">cloud</span></em><span style="font-weight: 400;"> e a analítica de modo a disponibilizar dados, diferentes modelos de negócio e abordagens abertas e holísticas no campo dos edifícios. A ideia é permitir uma melhor gestão naquilo que diz respeito não só à operação dos edifícios, mas também naquilo que diz respeito <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/projecto-sato-0910/">à energia</a>, às emissões de gases com efeito de estufa, à segurança, à protecção contra incêndios. Só do ponto de vista da operação dos edifícios, o recurso “a inteligência permite diminuir as emissões de dióxido de carbono para metade”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A plataforma </span><em><span style="font-weight: 400;">Building X </span></em><span style="font-weight: 400;">pretende ainda que, a partir de uma visão 360 º, seja possível gerir todos os dispositivos conectados através da </span><em><span style="font-weight: 400;">cloud </span></em><span style="font-weight: 400;">e implementar com flexibilidade novas funcionalidades, bem como permitir a integração de outras soluções de terceiros ou ainda de inteligência artificial (para melhorar previsões, por exemplo).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Alguns casos [da integração de tecnologia] são muito simples; [um exemplo] pode ser ter luz baseada na passagem e na permanência dos ocupantes”, ilustra Thomas Kiessling, salientando que os ganhos são, no entanto, significativos quando se pensa no desempenho energético alavancado. Além disso, também a conectividade entre sistemas de fluxos de entradas e saídas de um edifício e relatórios de aspectos ligados a emergências e a respetiva disponibilização desta informação numa só aplicação móvel de controlo remoto sobre um ou mais edifícios são destacadas por Thomas Kiessling como um exemplo da possibilidade de “melhorar a produtividade”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a capacidade de gerar relatórios é outra função assinalada pelo responsável, que diz que, num edifício com múltiplos “sintomas”, o sistema é capaz de fazer uma análise holística para procurar a “raiz do problema”. De acordo com a Siemens, “através da </span><em><span style="font-weight: 400;">Building X</span></em><span style="font-weight: 400;">, é possível reduzir os custos de manutenção e reparação em mais de 60 %”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste sentido, e realçando que a digitalização é vista como uma “oportunidade chave” para lidar com os desafios dos edifícios, sobretudo no que diz respeito aos edifícios comerciais “em que apenas uma pequena parte está digitalizada”, o </span><span style="font-weight: 400;">CTO </span><span style="font-weight: 400;">afirma que a digitalização e a automação dos edifícios pode ser também uma forma de “melhorar a experiência dos funcionários” e atrair talento para a operação e gestão dos edifícios. </span></p>
<h4><em><b>Xcelerator </b></em><b>de mãos dadas com as redes energéticas e a electrificação</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">“[A plataforma] Siemens </span><em><span style="font-weight: 400;">Xcelerator </span></em><span style="font-weight: 400;">vai tornar, para as empresas, mais fácil do que nunca o processo de transformação digital – um processo mais rápido e escalável. Ao combinarmos os mundos real e digital em tecnologias operacionais e de informação, damos poder aos nossos clientes e parceiros para que promovam a produtividade, a competitividade e para que escalem inovações”, referia Roland Busch, presidente e CEO da Siemens AG, aquando do lançamento da </span><em><span style="font-weight: 400;">Xcelerator</span></em><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de se focar nos edifícios, esta plataforma incide sobre dois outros pilares: as <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/1603-sistemas-baterias-inovadores-redes-isoladas-europa-operacao-acores/">redes energéticas</a> (</span><em><span style="font-weight: 400;">grids</span></em><span style="font-weight: 400;">) e sobre a electrificação. No que diz respeito às </span><em><span style="font-weight: 400;">grids</span></em><span style="font-weight: 400;">, onde a previsão de crescente procura energética pressiona os sistemas energéticos, Thomas Kiessling declara que é necessário, a par da electrificação, da eficiência energética e da descentralização, digitalizar as redes e  planear melhor. Simplificando, o responsável diz que o “problema nas redes [de energia] é que os sistemas de planeamento não são adequados. Os sistemas de planeamento, de operação e de manutenção [das redes energéticas] são diferentes e não estão a comunicar uns com os outros.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por esse motivo, e para enfrentar a necessidade de aumentar de forma significativa a capacidade do sistema energético – triplicar, até, em casos semelhantes ao da Alemanha –, evitando </span><span style="font-weight: 400;"><em>bottlenecks</em> na rede </span><span style="font-weight: 400;">e consequentes </span><span style="font-weight: 400;"><em>blackouts</em> </span><span style="font-weight: 400;">de energia, Thomas Kiessling argumenta que “é necessária inteligência”, facilitada pela <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1904-isabel-sarmento-ordem-engenheiros-climatizacao-mais-habitacao-digitalizacao-edificios-bim/">digitalização</a> e por </span><em><span style="font-weight: 400;">softwares</span></em><span style="font-weight: 400;">. Neste campo, refere ainda o papel dos gémeos digitais que ao integrarem os mesmos dados nas funções de “planear, operar e manter” melhoram o processo e facilitam as actualizações ao mesmo tempo que reduzem a probabilidade de erros com sincronização de dados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da <a href="https://www.fingrid.fi/en/">Fingrid</a>, a operadora de rede de transmissão de electricidade nacional finlandesa, o desenvolvimento de um gémeo digital, já disponível mas ainda em desenvolvimento, implica “menos 60 % do esforço necessário para a recolha de dados e para a criação de modelos”. E com a integração, diz Thomas Kiessling, surge uma oportunidade para “simulações mais sérias” capazes de conferir “maior flexibilidade” à rede e às infraestruturas, ajustando mutuamente e em tempo real a oferta e a procura de energia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já quanto à aplicação da </span><span style="font-weight: 400;">Siemens <em>Xcelerator</em></span><span style="font-weight: 400;"> para a electrificação, Thomas Kiessling abordou o serviço de gestão de </span><em><span style="font-weight: 400;">eHubs</span></em><span style="font-weight: 400;"> comerciais para estações de carregamento de frotas eléctricas como uma maneira de maximizar a utilização dos activos com o menor custo energético possível com base em dados sobre as estruturas, a gestão de armazenamento, a gestão de carga, etc. “É uma forma de ajudar os agentes a operarem frotas eléctricas.”</span></p>
<p style="text-align: left;"><em><span style="font-weight: 400;">*A jornalista viajou a convite da Siemens Portugal</span></em></p>
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<p style="text-align: center;"><em>Fotografia: © Siemens</em></p>
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		<title>Viver a casa de forma confortável e segura com a Reynaers Aluminium</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/0310-reynaers-aluminium-smart-buildings/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 10:24:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Reynaers Aluminium]]></category>
		<category><![CDATA[smart buildings]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=19322</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Reynaers Aluminium desenvolveu uma nova gama de soluções para Smart Buildings que permite uma vida em casa – ou no edifício de trabalho – mais confortável e segura.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/0310-reynaers-aluminium-smart-buildings/">Viver a casa de forma confortável e segura com a Reynaers Aluminium</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Smart Buildings</em> são edifícios inteligentes que possuem sistemas para monitorizar e controlar várias funções da casa ou do edifício. A <a href="https://www.reynaers.pt/">Reynaers Aluminium</a> desenvolveu uma nova <a href="https://www.reynaers.pt/produtos/smart-buildings">gama de soluções para <em>Smart Buildings</em></a> que permite uma vida em casa – ou no edifício de trabalho – mais confortável e segura, todos os dias e no que a janelas e portas diz respeito, incluindo soluções de ventilação natural.</p>
<p>Também em Portugal, os <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/inquerito-design-certificado-sri/"><em>Smart Buildings</em></a> são uma realidade cada vez mais valorizada, ao permitirem controlo e interligação dos vários sistemas através da domótica e automação. O momento atual do setor imobiliário revela uma procura por casas e edifícios inteligentes sobretudo por questões de conforto e segurança, ocorrendo também um aumento do valor do património e a melhoria da experiência de utilização no dia-a-dia.</p>
<p>A gama <em>Smart Buildings</em> da Reynaers Aluminium inclui uma série de sistemas <a href="https://edificioseenergia.pt/?s=inteligentes">inteligentes</a> que permitem gerir o acesso à habitação de forma simples e segura – seja através do controlo remoto, teclado, leitor biométrico, seja através de aplicação no<em> smartphone</em> ou ligação ao sistema domótica, entre outros. Ao mesmo tempo proporciona segurança, conforto, conveniência e eficiência energética.</p>
<h4><strong>Controlo de Acessos</strong></h4>
<p><strong>Ligue a sua casa, mesmo a partir da porta de entrada</strong></p>
<p>Gerir o acesso à sua casa nunca foi tão fácil. A gama <em>Smart Buildings</em> da Reynaers Aluminium prevê diferentes dispositivos que se adaptam às necessidades e preferências pessoais dos utilizadores: controlos remotos, teclado, através de aplicação móvel, utilizando um leitor biométrico ou centralizando tudo no sistema de domótica. Decida quem entra e quando, verifique se as portas e janelas estão devidamente fechadas e tranque-as remotamente, conceda ou retire acessos em função das suas necessidades. Além das moradias unifamiliares, também os edifícios coletivos ou apartamentos no mercado de arrendamento gozam de mais conforto e funcionalidade, ao eliminar-se a necessidade de chaves. O futuro da segurança dos edifícios está aqui.</p>
<p>As soluções de acesso inteligente são de fácil utilização para todos os membros da família e podem ser perfeitamente integradas nos perfis da marca com um design sofisticado que salvaguarda a fachada do edifício.</p>
<p>No arrendamento ou alojamento local, são uma solução perfeita para conceder, retirar ou alterar acessos, sem os inconvenientes das chaves tradicionais. Para os profissionais do setor da caixilharia, o sistema foi concebido para uma assemblagem ‘<em>plug &amp; play</em>’, com necessidade mínima de interferência de um eletricista.</p>
<h4><strong>Conforto motorizado</strong></h4>
<p><strong>Passagem cómoda e sem esforço, sempre que precisar</strong></p>
<p>Experimente o acesso rápido e fácil ao seu jardim, terraço ou a qualquer outra área adjacente, sempre que precisar. Mãos ocupadas? Basta tocar no botão para que mesmo os painéis de vidro mais pesados se abram suavemente. Dessa forma, pode continuar com o que realmente importa: desfrutar da vida ao máximo.</p>
<h4><strong>Ventilação natural</strong></h4>
<p><strong>Ambientes saudáveis a um custo acessível</strong></p>
<p>A simples abertura de uma janela para ventilação pode ajudar a criar um clima interior saudável e evitar o sobreaquecimento por arrefecimento passivo. Mas a Reynaers Aluminium leva a ventilação um passo mais longe. As janelas motorizadas, juntamente com os sistemas HVAC (<em>Heating, Ventilation And Cooling</em>) padrão, podem elevar drasticamente a qualidade do ar interior. As soluções motorizadas da Reynaers Aluminium para ventilação natural são como as outras soluções da gama: ocultas, conectadas e seguras na utilização.</p>
<h4><strong>Contactos magnéticos</strong></h4>
<p><strong>Segurança em todos os vãos</strong></p>
<p>Monitorize todas as suas janelas e portas deslizantes com contactos magnéticos integrados. Uma interrupção do contacto magnético pode acionar o sistema de alarme ou desligar o aquecimento, a ventilação ou o sistema de ar condicionado para economizar energia. Os contactos magnéticos são validados e certificados para utilização oficial em sistemas de alarme e controlo de HVAC.</p>
<p>Os componentes da gama<em> Smart Buildings</em> da Reynaers Aluminium são compatíveis com as aplicações e os protocolos de domótica líderes de mercado. Desde ligar vários motores para abertura sincronizada, ligação a sensores de movimento, até à aplicação para <em>smartphones</em>, as possibilidades são infinitas. Fiel à sua missão, as soluções <em>Smart Buildings</em> da Reynaers Aluminium são instaladas pelos seus parceiros, serralheiros de alumínio, especialistas confiáveis em caixilharia de alumínio.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p style="text-align: center;"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade da empresa/entidade em causa. </strong></em><br />
<strong>FONTE: </strong><em><strong>Press Release</strong></em></p>
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