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	<title>Arquivo de GlobalABC - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 20 Mar 2025 19:02:14 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de GlobalABC - Edificios e Energia</title>
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		<title>Emissões do sector da construção pararam de crescer pela primeira vez desde 2020, conclui a ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 08:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
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		<category><![CDATA[resíduos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Relatório sobre a Situação Global dos Edifícios e da Construção 2024/2025 destaca os progressos alcançados em relação aos objectivos climáticos globais e apela a uma maior ambição em seis áreas, incluindo os códigos de energia para edifícios, as energias renováveis e o financiamento. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/emissoes-do-sector-da-construcao-pararam-de-crescer-pela-primeira-vez-desde-2020-conclui-a-onu/">Emissões do sector da construção pararam de crescer pela primeira vez desde 2020, conclui a ONU</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e a Aliança Global para Edifícios e Construção (GlobalABC) publicaram esta semana o relatório que, ano após anos, analisa o panorama do sector dos edifícios e da construção. O <em><a href="https://wedocs.unep.org/handle/20.500.11822/47214" target="_blank" rel="noopener">Relatório sobre a Situação Global dos Edifícios e da Construção 2024/2025</a></em> destaca os progressos alcançados em relação aos objectivos climáticos globais e apela a uma maior ambição em seis áreas, incluindo os códigos de energia para edifícios, as energias renováveis e o financiamento. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Analisando a década desde a assinatura do Acordo de Paris em 2015, o relatório conclui que 2023 foi o primeiro ano em que o crescimento contínuo da construção de edifícios foi dissociado das emissões de gases com efeito de estufa associadas ao sector, que já se encontravam estáveis. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O documento conclui que, embora um número crescente de países esteja a trabalhar para descarbonizar os edifícios, “a lentidão dos progressos e do financiamento põe em risco os objectivos climáticos globais”. Citada em comunicado, Inger Andersen, directora executiva do PNUMA, considera que “a boa notícia é que as acções governamentais estão a resultar. Mas temos de fazer mais e mais depressa. Encorajo todos os países a incluírem planos para reduzir rapidamente as emissões dos edifícios e da construção nas suas novas Contribuições Nacionalmente Determinadas (contribuição a que cada país se propõe para baixar as emissões de gases com efeito de estufa, decorrente do Acordo de Paris)”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ao adoptar a obrigatoriedade de códigos de energia para a construção alinhados com a meta de emissões líquidas zero, padrões de desempenho obrigatórios e o potenciar dos investimentos em eficiência energética, a intensidade energética do sector foi reduzida em quase 10 %, enquanto a participação das energias renováveis na procura final de energia aumentou em quase 5 %. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">As práticas de construção circular, os arrendamentos ecológicos, a adaptação dos edifícios existentes com eficiência energética e a prioridade à utilização de materiais com baixo teor de carbono são vistas como medidas adicionais que podem reduzir ainda mais o consumo de energia, melhorar a gestão dos resíduos e reduzir as emissões em geral.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar dos progressos assinalados no relatório, é reforçada a ideia de que “o sector da construção continua a ser um dos principais motores da crise climática, consumindo 32 % da energia global e contribuindo para 34 % das emissões globais de CO2”. Para além disso, é uma área que depende de materiais como o cimento e o aço, “responsáveis por 18 % das emissões globais e constituem uma importante fonte de resíduos de construção”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório da ONU lança um desafio aos principais países emissores de carbono para que adoptem códigos energéticos de construção sem emissões de carbono até 2028, aos quais se seguirão todos os outros países, o mais tardar, em 2035. “Os códigos de construção e a integração dos planos de reforma dos códigos de construção na apresentação em curso das Contribuições Nacionalmente Determinadas são fundamentais para cumprir o compromisso global da COP28 em matéria de energias renováveis e eficiência energética”, lê-se no documento.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">É referido ainda que todos os governos, instituições financeiras e empresas devem trabalhar em conjunto para duplicar o investimento global na eficiência energética dos edifícios de 270 mil milhões de dólares para 522 mil milhões de dólares até 2030. A adopção do princípio da responsabilidade alargada do produtor e de práticas de economia circular &#8211; incluindo o prolongamento da vida útil dos edifícios, a melhoria da eficiência e reutilização dos materiais, a reciclagem e a gestão de resíduos &#8211; são “fundamentais para ajudar a colmatar as lacunas de financiamento, enquanto os programas de desenvolvimento da mão de obra são essenciais para colmatar as lacunas de competências no sector”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Unsplash</p>
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		<title>&#8220;Fosso&#8221; entre desempenho climático e neutralidade carbónica dos edifícios está a aumentar, alerta relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 10:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[GlobalABC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de o investimento em eficiência energética nos edifícios estar a aumentar e a intensidade energética a diminuir, a procura energética e as emissões operacionais ligadas ao sector também subiram. O cenário de um “fosso” maior em relação ao objectivo da neutralidade ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/fosso-entre-a-performance-climatica-do-sector-dos-edificios-e-a-neutralidade-esta-a-aumentar-alerta-3011globalabc/">&#8220;Fosso&#8221; entre desempenho climático e neutralidade carbónica dos edifícios está a aumentar, alerta relatório</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de o investimento em eficiência energética nos edifícios estar a aumentar e a intensidade energética a diminuir, a procura energética e as emissões operacionais ligadas ao sector também subiram. O cenário de um “fosso” maior em relação ao objectivo da neutralidade climática é retratado pelo </span><em><span style="font-weight: 400;">2022 Global Status Report for Buildings and Constructions</span></em><span style="font-weight: 400;">, publicado em Novembro pela <a href="https://globalabc.org/">Global Alliance for Buildings and Construction</a> (GlobalABC), que apela à acção conjunta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2021, mais de 34 % da procura energética foi atribuída ao sector dos edifícios e da construção, que, para fins operacionais de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/desafio-nzeb-1909/">climatização</a>, <a href="https://edificioseenergia.pt/?s=ilumina%C3%A7%C3%A3o">iluminação</a> e utilização de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eprel-classe-eficiencia-0206energetica-base-dados-comissao-europeia-equipamentos-climatizacao-aqs-ventilacao/">equipamentos</a> em edifícios, aumentou a sua <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/subida-electricidade-2801/">procura energética</a> em cerca de 4 % face a 2020 e 3 % em relação a 2019. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este cenário contribuiu também para um retrato pior de emissões de CO₂ ligadas à energia e a processos associados em relação aos anos anteriores: sendo responsável por cerca de 37 % destas emissões, o sector emitiu dez gigatoneladas de CO₂ equivalente – mais 5 % e mais 2 % do que em 2020 e 2019, respectivamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao mesmo tempo, o ano passado verificou o maior investimento em <a href="https://edificioseenergia.pt/?s=efici%C3%AAncia+energ%C3%A9tica">eficiência energética</a> de sempre. Esta aposta atingiu um montante de 237 mil milhões de dólares americanos, representando uma subida de 16 % quanto a 2020. Enquanto isso, também a intensidade das emissões do sector em kg de  CO₂ por m² e a intensidade energética em kW/hora diminuíram – a primeira passou de 43 em 2015 para 40 em 2021, e a segunda de 153 em 2015 para 152 em 2021.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não obstante a melhoria nalguns aspectos, a </span><a href="https://www.bpie.eu/news/emissions-from-buildings-and-construction-hit-new-high-leaving-sector-off-track-to-decarbonize-by-2050/"><span style="font-weight: 400;">GlobalABC alerta</span></a><span style="font-weight: 400;"> que “o fosso entre o desempenho climático do sector e o caminho para a neutralidade [carbónica] em 2050 está a aumentar”. Este fenómeno de aumento da <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/antonio-raimundo-nzeb-energia-0610/">procura energética</a> e de aumento de emissões é explicado também pelo aumento da área total de construção entre 2015 e 2021, já que houve um crescimento global de cerca de 24 mil km², o equivalente à superfície terrestre ocupada pela Alemanha, pela França, pela Itália e pelos Países Baixos.</span></p>
<h4><b>Como reorientar o sector para a neutralidade?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">No relatório apresentado, a GlobalABC delineia uma série de “recomendações-chave para os decisores” para enfrentar o problema, entre as quais a implementação, por diferentes níveis de governação, de roteiros para a descarbonização dos edifícios, directivas obrigatórias para a energia nos edifícios para a neutralidade carbónica e de políticas promotoras da <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/transicao-para-economia-circular-mercado-construcao1407/">economia circular</a>. A eficiência energética deve também continuar a ser alvo de investimento e de forma mais intensa, quer pelos governos, quer por outros actores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aos vários </span><em><span style="font-weight: 400;">stakeholders</span></em><span style="font-weight: 400;"><em>,</em> como a indústria de construção e de materiais de construção ou o sector imobiliário, cabe também a responsabilidade de implementar estratégias para a <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/electrificacao-renovaveis-eficienciaenergetica-1910/">descarbonização</a> dos edifícios novos e existentes e de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/norma-carbono-ciclo-de-vida-edificios-comite-ashrae-the-international-code-council/">reduzir as emissões de carbono</a> ao longo das cadeias de valor, incluindo a diminuição da pegada carbónica dos <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/cees-2021-1510/">materiais</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A GlobalABC deixa ainda uma nota aos países e às economias em rápido desenvolvimento: é preciso investir na melhoria das capacidades e nas cadeias de fornecimento que promovam desenhos eficientes em termos de energia e hipo-carbónicos e uma construção sustentável. </span></p>
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