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	<title>Arquivo de consumo de energia - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Sep 2024 08:37:07 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de consumo de energia - Edificios e Energia</title>
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		<title>Uma cidade italiana está a tornar-se numa ilha de energia autossuficiente</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/uma-cidade-italiana-esta-a-tornar-se-numa-ilha-de-energia-autossuficiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 08:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[autossuficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[ilha de energia]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[partilha de energia]]></category>
		<category><![CDATA[projecto RENenergetic]]></category>
		<category><![CDATA[Segrate]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projecto RENenergetic, integrado na iniciativa Horizonte 2020, conecta edifícios públicos na cidade de Segrate, em Milão, através da partilha de energia, da redução do consumo energético e do envolvimento activo da comunidade.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/uma-cidade-italiana-esta-a-tornar-se-numa-ilha-de-energia-autossuficiente/">Uma cidade italiana está a tornar-se numa ilha de energia autossuficiente</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O projecto RENenergetic, integrado na iniciativa Horizonte 2020, conecta edifícios públicos na cidade de Segrate, em Milão, através da partilha de energia, da redução do consumo energético e do envolvimento activo da comunidade. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Primeiramente, é importante perceber em que consiste uma “ilha de energia”. Trata-se de uma zona geograficamente delimitada que tem por objectivo atingir um elevado nível de autossuficiência energética, oferecendo, se e quando necessário, serviços energéticos a redes externas. A principal tarefa da iniciativa RENenergetic tem sido esta: optimizar a produção e a composição do fornecimento de energia, ao mesmo tempo que a distribui de forma eficiente.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O projecto é composto por duas entidades: o Hospital San Raffaele, um enorme complexo hospitalar, e o município de Segrate, com cerca de 35 mil habitantes. Cinco edifícios públicos estão ligados entre si, partilhando e distribuindo a energia que produzem localmente. São eles a Câmara Municipal de Segrate, dois centros cívicos, uma esquadra de polícia e uma escola. Desde que o projecto começou, já foi possível instalar painéis solares fotovoltaicos no telhado da Câmara Municipal.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O RENenergetic desenvolveu modelos de previsão baseados em inteligência artificial para melhorar a distribuição de calor e electricidade em colaboração com uma central combinada de calor e electricidade presente no complexo hospitalar.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">É esperado que o sistema concebido consiga reduzir significativamente o consumo de energia. As projecções para os edifícios envolvidos indicam uma diminuição de 40% no consumo energético. E o projecto quer que os cidadãos façam parte desta missão. Neste sentido, foi desenvolvida uma plataforma interactiva para comunicar com os gestores de energia e para informar e sensibilizar os utilizadores de todos os edifícios sobre o consumo actual de energia, as quotas e o consumo real no total dos edifícios e áreas da ilha de energia. Para além disso, um conjunto de reuniões e </span><i><span data-contrast="auto">workshops</span></i><span data-contrast="auto"> no Hospital San Raffaele foram pensados para aumentar a consciência sobre o tema da energia e a abordagem RENergetic no hospital. Por último, estão também a ser criados grupos de discussão com habitantes privados e decisores políticos para discutir formas de promover a autossuficiência e a poupança de energia.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A abordagem do projecto RENenergetic em Segrate &#8211; que engloba a tecnologia, a participação dos cidadãos e a recolha de dados – pretende servir de inspiração para outras cidades que procurem melhorar a sua eficiência energética ou que pretendam criar ilhas urbanas de energia e comunidades energéticas. Neste momento, os responsáveis pelo projecto estão a trabalhar na definição de um “quadro de replicabilidade” para outras comunidades de energia que queiram aplicar a solução RENergetic.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A União Europeia e os governos nacionais não estão a dar o apoio necessário à implantação do aquecimento limpo, diz relatório</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/a-uniao-europeia-e-os-governos-nacionais-nao-estao-a-dar-o-apoio-necessario-a-implantacao-do-aquecimento-limpo-diz-relatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 08:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[união europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relatório “How Europe Can Fill the Clean Heat Gap” afirma que, na Europa, as políticas ainda não são “suficientemente fortes ou coerentes” para incentivar uma adopção em larga escala de sistemas de aquecimento e arrefecimento livres de combustíveis fósseis.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/a-uniao-europeia-e-os-governos-nacionais-nao-estao-a-dar-o-apoio-necessario-a-implantacao-do-aquecimento-limpo-diz-relatorio/">A União Europeia e os governos nacionais não estão a dar o apoio necessário à implantação do aquecimento limpo, diz relatório</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O relatório <em>“How Europe Can Fill the Clean Heat Gap”</em> afirma que, na Europa, as políticas ainda não são “suficientemente fortes ou coerentes” para incentivar uma adopção em larga escala de sistemas de aquecimento e arrefecimento livres de combustíveis fósseis.  </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O documento apresentado pela </span><em>Clean Heat Europe</em><span data-contrast="auto"> é baseado num estudo realizado pela empresa de investigação </span><em>Trinomics</em><span data-contrast="auto">, com foco no caminho que tem vindo a ser percorrido para a implantação de aquecimento limpo em 12 países europeus &#8211; Croácia, Chéquia, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Hungria, Itália, Lituânia, Polónia, Espanha e Suécia. </span><span data-contrast="auto">O estudo concluiu que alguns dos países progrediram no sentido de apoiar o sector do calor limpo e os próprios consumidores, mas que a maioria ainda não está a tomar medidas suficientes.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Dos países analisados, a Lituânia, a Finlândia e a França são aqueles que, segundo o relatório, “apresentam as abordagens mais fortes para a implementação do aquecimento limpo”. Também é referido que a Alemanha e a Itália estão a fazer progressos, contudo, os custos operacionais continuam a ser vistos como um obstáculo. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Já a Hungria, a Polónia, a Croácia e a Chéquia são mencionados como os países mais atrasados na implementação do aquecimento limpo, “com planos limitados de eliminação progressiva dos combustíveis fósseis e uma carga administrativa significativa na implementação de soluções de aquecimento limpo”. A Croácia e a Hungria destacam-se pela sua carência de informação e sensibilização sobre o aquecimento limpo e apenas oferecem alguns incentivos para a instalação de sistemas de aquecimento livres de combustíveis fósseis.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O estudo referiu que, nos 12 países analisados, a descarbonização do sector do aquecimento começou a acontecer com as políticas no âmbito do Pacto Ecológico Europeu, “incluindo medidas para avançar com a eliminação progressiva do aquecimento a partir de combustíveis fósseis, e para aumentar a eficiência energética e a quota de aquecimento renovável nos edifícios”. No entanto, sublinhou a necessidade de um quadro político “mais sólido e mais robusto e de uma maior coerência política para acelerar a tão necessária transição”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Neste sentido, o relatório da </span><em>Clean Heat Europe</em><span data-contrast="auto"> destaca algumas recomendações a nível político, financeiro e técnico. Do ponto de vista político é recomendado o incentivo à adopção de tecnologias de aquecimento sem recurso a combustíveis fósseis “através de normas de aquecimento limpo, do plano de acção para as bombas de calor e de uma estratégia revista para o aquecimento e arrefecimento”. Os Planos Nacionais para a Energia e Clima (PNEC) e os Planos Nacionais de Renovação de Edifícios também devem fixar objectivos “claros” para o aquecimento e arrefecimento.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A nível financeiro, o relatório pretende que o Fundo Social para o Clima seja rapidamente implementado e que sejam atribuídos subsídios, em especial para agregados familiares com baixos rendimentos. São ainda propostas a redução dos custos da electricidade &#8211; com a eliminação de impostos e taxas na factura da electricidade &#8211; e a aplicação do regime alargado do </span><a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2404-fit-for-55-parlamento-europeu-sistema-comercio-licencas-emissao-edificios-mecanismo-carbono-fundo-social-clima/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Sistema de Comércio de Licenças de Emissão</span></a><span data-contrast="auto"> (CELE), garantindo salvaguardas sociais para compensar o seu impacto.</span><span data-ccp-props="{&quot;335559685&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Do ponto de vista técnico, o documento recomenda que, em edifícios novos ou renovados, sejam estabelecidos “requisitos para sistemas de distribuição de aquecimento de baixa temperatura, hidrónicos ou a ar, e para a modernização das instalações eléctricas”. Outra das propostas é o “desbloqueio de sinergias económicas entre tecnologias de aquecimento limpo e energias renováveis”, assegurando a interoperabilidade e controlo remoto dos dispositivos.</span><span data-ccp-props="{&quot;335559685&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A <em>Clean Heat Europe</em> trata-se de uma coligação entre a <em>Euroheat&amp;Power</em>, a Associação Europeia de Bombas de Calor (EHPA), a Associação Internacional do Cobre, a <em>SolarPower Europe</em> e a Fundação Europeia do Clima. A sua principal missão é apelar à acção política para que seja garantido um tipo de aquecimento mais económico, acessível e amigo do ambiente para os agregados familiares europeus.</span><span data-ccp-props="{&quot;335559685&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório pode ser consultado na íntegra </span><a href="https://www.cleanheateurope.eu/wp-content/uploads/2024/04/Clean_Heat_Report_2024.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">aqui</span></a><span data-contrast="auto">.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/a-uniao-europeia-e-os-governos-nacionais-nao-estao-a-dar-o-apoio-necessario-a-implantacao-do-aquecimento-limpo-diz-relatorio/">A União Europeia e os governos nacionais não estão a dar o apoio necessário à implantação do aquecimento limpo, diz relatório</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Organizações europeias querem descarbonização do aquecimento e arrefecimento como prioridade no próximo mandato europeu</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/organizacoes-europeias-querem-descarbonizacao-do-aquecimento-e-arrefecimento-como-prioridade-no-proximo-mandato-europeu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 09:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um conjunto de associações industriais e Organizações Não-Governamentais (ONG’s) apela à Comissão Europeia e aos Estados-Membro para que a eliminação gradual dos combustíveis fósseis no aquecimento e arrefecimento seja considerada uma prioridade.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/organizacoes-europeias-querem-descarbonizacao-do-aquecimento-e-arrefecimento-como-prioridade-no-proximo-mandato-europeu/">Organizações europeias querem descarbonização do aquecimento e arrefecimento como prioridade no próximo mandato europeu</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um conjunto de associações industriais e Organizações Não-Governamentais (ONG’s) apela à Comissão Europeia e aos Estados-Membro para que a eliminação gradual dos combustíveis fósseis no aquecimento e arrefecimento seja considerada uma prioridade. Em declaração conjunta, as associações lamentam que na comunicação da Comissão Europeia relativa ao objectivo climático para 2040 não tenha sido abordada “a tão necessária descarbonização do aquecimento e arrefecimento, que representam 80% do consumo de energia dos edifícios e 60% das necessidades energéticas totais das indústrias”.</p>
<p>No seguimento da declaração, vários representantes destas organizações pronunciaram-se sobre as medidas reivindicadas pelo sector. Hans Korteweg, secretário-geral do COGEN Europe, afirmou que, se a União Europeia (UE) quiser atingir emissões líquidas nulas no sector da energia entre 2040 e 2050, “deve dar prioridade ao sector do aquecimento e da refrigeração e acelerar os investimentos na eficiência energética e nas energias renováveis, incluindo a cogeração de elevada eficiência”. E acrescenta que o objetivo só poderá ser alcançado “através da adopção de uma abordagem integrada dos sistemas energéticos a nível local em todos os vectores energéticos, promovendo uma energia segura e a preços acessíveis para os consumidores, a indústria e as pequenas empresas europeias&#8221;.</p>
<p>As bombas de calor, o ar condicionado e os equipamentos de refrigeração produzidos pela indústria europeia parecem estar ao nível do desafio de descarbonização da UE. Quem o diz é o director-geral da Parceria Europeia para a Energia e o Ambiente (EPEE), Russell Patten: “estamos prontos para apoiar esta transição vital, fornecendo equipamentos a escolas, hospitais, lares e escritórios em todo o continente”, refere.</p>
<p>Olhando especificamente para o sector solar térmico, Valérie Séjourné, directora-geral da Solar Heat Europe, considera que este “está bem posicionado para contribuir ativamente para o objectivo de redução de 90% das emissões de CO2, com os seus produtos fabricados na UE e prontos a instalar, fornecendo calor resiliente, acessível e fiável a edifícios e indústrias em toda a Europa&#8221;.</p>
<p>Com o cenário pós-2030 em mente, na declaração conjunta as organizações europeias enunciam um conjunto de medidas que consideram necessárias: “acções específicas para financiar a eficiência energética, projectos de eficiência energética, de energias renováveis sustentáveis e de recuperação de calor nos sectores residencial, terciário e industrial, bem como para aumentar a escala das soluções eficientes de aquecimento e arrefecimento das comunidades de energia renovável (CER)”.</p>
<p>O desenvolvimento de estratégias integradas para a renovação de edifícios e a agilização da adopção de tecnologias para os consumidores vulneráveis e afectados pela atual crise económica são também algumas das medidas destacadas no documento.</p>
<p>Este “apelo à acção” por parte de organizações europeias tem como base um encontro que aconteceu em Maio de 2023 com Kadri Simson, comissária europeia para a energia, e onde onze organizações de energia apresentaram à Comissão Europeia um plano específico de descarbonização do sector do aquecimento e arrefecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>ADENE &#124; O autoconsumo: estratégias para o fotovoltaico</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/adene-o-autoconsumo-estrategias-para-o-fotovoltaico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manuel Casquiço]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 10:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ADENE]]></category>
		<category><![CDATA[armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconsumo]]></category>
		<category><![CDATA[cer]]></category>
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		<category><![CDATA[fotovoltaico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O autoconsumo de energia refere-se à prática de produzir energia elétrica num determinado local específico para fazer face às necessidades do consumo de energia desse local, através do autoconsumo coletivo e das comunidades de energia renovável (CER), nas proximidades ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O autoconsumo de energia refere-se à prática de produzir energia elétrica num determinado local específico para fazer face às necessidades do consumo de energia desse local, através do autoconsumo coletivo e das comunidades de energia renovável (CER), nas proximidades, em instalações vizinhas. Com o aumento dos preços de energia face à atual conjuntura global, cada vez mais consumidores estão a optar por esta solução para reduzirem a fatura de energia.</p>
<p>O autoconsumo através de painéis fotovoltaicos é uma estratégia eficaz para aproveitar a energia solar de forma a suprir as necessidades de eletricidade numa habitação ou numa empresa. A viabilidade do autoconsumo fotovoltaico pode variar dependendo da localização, das condições climáticas, dos incentivos governamentais e do custo inicial de instalação. Portanto, será sempre importante realizar uma análise detalhada antes de se investir numa solução de autoconsumo direcionada ao sistema de painéis solares fotovoltaicos. Após esta análise, o primeiro passo será a instalação de painéis solares fotovoltaicos no local para gerar eletricidade a partir da energia solar. Algumas estratégias para maximizar o benefício do autoconsumo fotovoltaico passam por fatores como o dimensionamento correto do sistema, avaliando as necessidades de eletricidade ao longo do dia e ao longo do ano, e levando em consideração as variações sazonais, bem como a orientação solar.</p>
<p>Outro fator a considerar é o armazenamento de energia. A instalação de um sistema como baterias solares permite o armazenamento do excesso de eletricidade gerada durante o dia para uso à noite ou em dias nublados. Isso aumenta a independência da rede elétrica e garante um fornecimento contínuo de eletricidade. Por outro lado, a monitorização e a gestão inteligente permitem acompanhar o desempenho do sistema solar em tempo real. Isso permite ajustar o consumo de energia e otimizar o uso da energia solar gerada. A flexibilidade dos sistemas vai ser uma peça-chave no futuro próximo.</p>
<p>Estar atento aos incentivos e às tarifas especiais e aos programas de incentivo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/adene-autoconsumo-e-a-sua-implementacao/">para o autoconsumo</a>, para reduzir os custos de instalação e melhorar o retorno sobre o investimento, é, também, outro vetor de extrema importância. Para tal, os consumidores podem consultar regularmente o <a href="https://www.fundoambiental.pt/">portal do Fundo Ambiental</a> para validar a existência de um eventual apoio.</p>
<p>É também importante assegurar a vida útil das instalações, efetuando a manutenção regular para garantir que os painéis solares funcionam de forma eficaz. Esta manutenção inclui a limpeza dos painéis, a inspeção de cabos e conexões e a substituição de componentes que se encontrem em mau estado.</p>
<p>Outra situação a ter em linha de conta será a de promover a consciencialização sobre a energia solar entre os condóminos do prédio, os moradores do bairro ou entre os colaboradores da empresa, de forma a incentivar o uso responsável da eletricidade e a conservação de energia gerada pelos painéis fotovoltaicos.</p>
<p>Todo este processo requer uma avaliação contínua, uma vez que é preciso avaliar o desempenho do sistema fotovoltaico e fazer os ajustes necessários para otimizar a eficiência e a economia proporcionada pelo mesmo.</p>
<p>O autoconsumo de energia solar fotovoltaica é, assim, uma estratégia sustentável e mais económica para aproveitar a energia do sol de forma a suprir as necessidades de eletricidade numa habitação, empresa ou em qualquer outra instituição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>As opiniões expressas são da responsabilidade dos autores e não reflectem necessariamente as ideias da revista Edifícios e Energia.</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>ESTE ARTIGO CONTA COM O APOIO DA <a href="https://www.adene.pt/">ADENE</a></em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/adene-o-autoconsumo-estrategias-para-o-fotovoltaico/">ADENE | O autoconsumo: estratégias para o fotovoltaico</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Thermor lança app que permite calcular consumo energético</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/2003-thermor-lanca-app-que-permite-calcular-consumo-energetico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 09:15:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[thermor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Thermor, especialista em soluções para o conforto em casa, desenvolveu e lançou uma app que permite calcular a poupança que pode ser obtida com a instalação de equipamentos aerotérmicos. A análise pode ser feita para equipamentos de água quente ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/2003-thermor-lanca-app-que-permite-calcular-consumo-energetico/">Thermor lança app que permite calcular consumo energético</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.thermor.pt/">Thermor</a>, especialista em <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/thermor-novos-precos-0103/">soluções para o conforto em casa</a>, desenvolveu e lançou uma app que permite calcular a poupança que pode ser obtida com a instalação de equipamentos aerotérmicos. A análise pode ser feita para equipamentos de água quente doméstica, aquecimento ou ambos se estiverem na mesma instalação.</p>
<p>&#8220;A poupança energética e económica é um dos argumentos mais importantes quando se instala uma bomba de calor. A nova aplicação <em>Thermor </em>foi concebida para acompanhar o profissional aerotérmico nos seus argumentos de venda, sendo capaz de mostrar instantaneamente os <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1303-conselho-parlamento-europeus-acordo-provisorio-diminuir-consumo-energia-ue-directiva-eficiencia-energetica/">resultados do consumo</a> e [a] consequente <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/thermor-ano-novo-frio-2001/">poupança energética</a>, em comparação com outras soluções alternativas, num projeto real&#8221;, diz Blanca Molina, diretora de marketing da Thermor, Groupe Atlantic.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright wp-image-21321 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/03/6202e385-4b43-75b4-c409-c6f1f90fe76a.png" alt="app Thermor consumo energia" width="334" height="286" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/03/6202e385-4b43-75b4-c409-c6f1f90fe76a.png 505w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/03/6202e385-4b43-75b4-c409-c6f1f90fe76a-300x257.png 300w" sizes="(max-width: 334px) 100vw, 334px" /></p>
<p>A aplicação também permite ao utilizador criar o seu próprio perfil, guardar o número de projetos que quiser, gerar e partilhar relatórios de resultados, entre outras funcionalidades.</p>
<p>No final, a <em>Calculadora Aerotermia Thermor</em> oferece ainda aos profissionais um serviço de engenharia que recomenda o equipamento aerotérmico Thermor que melhor se adapta às especificações de um determinado projeto, e fornece também todo o aconselhamento técnico necessário para a conclusão do projeto.</p>
<p>A energia aerotérmica é a energia renovável mais universal e acessível do planeta; permite poupar na produção de água quente e no aquecimento através da utilização de uma <a href="https://edificioseenergia.pt/?s=bomba+de+calor">bomba de calor</a>.</p>
<p>A app está disponível em português para os sistemas <em>Android</em> e<em> iOS</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade da empresa/entidade em causa. </em></strong><br /><strong>FONTE: <em>Press Release</em></strong></p>
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		<title>Conselho e Parlamento Europeus chegam a acordo provisório mais ambicioso para diminuir o consumo de energia na UE</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/1303-conselho-parlamento-europeus-acordo-provisorio-diminuir-consumo-energia-ue-directiva-eficiencia-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 09:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[conselho europeu]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[parlamento europeu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até 2030, os Estados-Membros (EM) da União Europeia deverão reduzir colectivamente o consumo de energia em 11,7 %, de forma suplementar – isto se o acordo provisório entre o Parlamento Europeu e o Conselho Europeu, alcançado na sexta-feira, for para a frente...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Até 2030, os Estados-Membros (EM) da União Europeia deverão reduzir colectivamente o consumo de energia em 11,7 %, de forma suplementar – isto se o acordo provisório entre o Parlamento Europeu e o Conselho Europeu, alcançado na sexta-feira, for para a frente. O entendimento decorre no âmbito da revisão da Directiva da Eficiência Energética e incumbe uma maior responsabilidade ao sector público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia 10 de Março, a presidência do Parlamento Europeu e os negociadores do Conselho Europeu chegaram a um acordo político provisório para reduzir de forma suplementar o <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/antonio-raimundo-nzeb-energia-0610/">consumo de energia</a> na União Europeia (UE). Segundo esse entendimento, o alvo para a diminuição adicional de consumo final de energia na UE até 2030 é de, pelo menos, 11,7 %, relativamente às previsões de 2020, sendo obrigatório cumpri-lo a nível colectivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para alcançar esse desígnio, o acordo temporário estabelece que cada EM deve contribuir aproveitando as trajectórias definidas nos Planos Nacionais para a Energia e o Clima (PNEC), que entretanto, entre 2023 e 2024, estarão sob actualização. Paralelamente, será calculado um contributo correspondente a cada EM através de uma fórmula que inclui vários indicadores, entre os quais intensidade energética, PIB </span><em><span style="font-weight: 400;">per capita</span></em><span style="font-weight: 400;">, desenvolvimento de renováveis e potencial de poupança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os valores obtidos através dessa fórmula serão indicativos, mas a ideia é que os membros da UE não se afastem deles em mais de 2,5 %, </span><a href="https://www.consilium.europa.eu/en/press/press-releases/2023/03/10/council-and-parliament-strike-deal-on-energy-efficiency-directive/"><span style="font-weight: 400;">explica o Conselho Europeu, em comunicado</span></a><span style="font-weight: 400;">. Além disso, caso os contributos totais dos EM sejam insuficientes para atingir o objectivo comum da UE, será activado um mecanismo de &#8220;</span><em><span style="font-weight: 400;">gap-filling</span></em><span style="font-weight: 400;">&#8220;, estipulando-se novas metas nacionais para os EM cujos contributos estejam aquém daqueles obtidos através da fórmula.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este caminho será, sobretudo, feito de forma gradual e crescente. Em particular, a meta para a poupança anual de energia em termos de consumo energético final deverá ir subindo de ano para ano, começando em 1,49 % no ano de 2024 e terminando em 1,9 % no final de 2030. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas regras, a avançarem, serão menos flexíveis no sector público, onde a poupança de energia nesse âmbito deverá ser de 1,9 % todos os anos, ainda que se possam excluir desta conta o transporte público e as forças armadas. &#8220;Adicionalmente, os EM seriam [no caso de o acordo se manter] obrigados a renovar, a cada ano, pelo menos 3 % da área total útil dos edifícios detidos por entidades públicas&#8221;, lê-se no comunicado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Posta esta nova visão, a UE não poderá ultrapassar, colectivamente, 763 milhões de toneladas equivalentes de petróleo no consumo final de energia. De modo indicativo, deverá cingir-se a um consumo primário de 993 toneladas equivalentes de petróleo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://portugal.representation.ec.europa.eu/news/pacto-ecologico-europeu-regras-mais-rigorosas-para-aumentar-eficiencia-energetica-2023-03-10_pt"><span style="font-weight: 400;">Comissão Europeia já veio felicitar</span></a><span style="font-weight: 400;"> “as regras mais rigorosas” estabelecidas neste acordo provisório entre os outros dois órgãos europeus. Para Bruxelas, esta visão irá permitir “reformar e reforçar a Directiva da <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/electrificacao-renovaveis-eficienciaenergetica-1910/">Eficiência Energética</a> da UE” e irá representar “mais uma etapa na consecução do pacote </span><em><span style="font-weight: 400;">Fit for 55</span></em><span style="font-weight: 400;"> para a concretização do </span><em><span style="font-weight: 400;">Pacto Ecológico Europeu </span></em><span style="font-weight: 400;">e do <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/repowereu-renovaveis-2605eficiencia-energetica-novo-pacote-apren-aplaude/">plano </a></span><em><span style="font-weight: 400;">REPowerEU</span></em><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Irá também actuar como um &#8220;<a href="https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/pt/IP_23_1581">poderoso instrumento</a> para estimular a poupança de energia nos sectores de utilização final&#8221;, como é o caso dos edifícios, realça a Comissão Europeia. A entidade demonstra ainda o seu apoio quanto às medidas de incentivo à eficiência energética para as empresas, que incluem o desenvolvimento de sistemas de gestão energética (até para PME que ultrapassem um consumo anual de 85 TJ), bem como a tónica na necessidade de os EM promoverem &#8220;regimes de financiamento inovadores e produtos de crédito ecológicos que contribuam para um aumento da eficiência energética&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acordo será, agora, submetido ao Comité de Representantes Permanentes no Conselho Europeu e à Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia (<a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1002-proposta-epbd-parlamento-europeu-comissao-industria-investigacao-energia/">ITRE</a>), do Parlamento Europeu. Se for aprovado, passará para uma fase de adopção formal até entrar em vigor aquando da publicação no Jornal Oficial da UE.</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1303-conselho-parlamento-europeus-acordo-provisorio-diminuir-consumo-energia-ue-directiva-eficiencia-energetica/">Conselho e Parlamento Europeus chegam a acordo provisório mais ambicioso para diminuir o consumo de energia na UE</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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