Contextualização da Diretiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD)

Depois de o Conselho Europeu ter adotado a EPBD, este é o último passo que faltava para que o documento entrasse em vigor. A diretiva estabelece as linhas orientadoras para que os Estados-Membros reduzam as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) e a utilização de energia nos edifícios – abrangendo edifícios destinados a habitação, de tipo unifamiliar ou multifamiliar, escritórios, escolas, hospitais e outros edifícios públicos. O impulso à independência energética da Europa é outro dos aspetos destacados.

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A região europa da ASHRAE adotou o lema “Engineering Global Net Zero”

O lema orientador para a atuação da ASHRAE a nível Europeu é muito inspirador e pretende fazer a ligação das prioridades de atuação da ASHRAE com as iniciativas políticas e legislativas em curso na Europa que visam a descarbonização total (global?) de todos os setores da economia, nomeadamente para os edifícios a Diretiva EPBD, que está agora em fase de transposição da sua última versão.

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Pacto de Autarcas com foco na “energia dos cidadãos” e apoio redobrado às cidades em 2026

O ano de 2026 deverá marcar uma nova etapa para o Pacto de Autarcas da União Europeia, numa altura em que Bruxelas prepara a próxima década em termos de política climática e energética. Depois de um 2025 considerado positivo pela Comissão Europeia, a iniciativa promete reforçar o seu papel como ponte entre a acção local e as grandes orientações vindas da União Europeia. 

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Fotovoltaico descentralizado: Europa preocupada com abrandamento do sector

Depois de dois anos de um crescimento promissor, o ritmo da energia solar fotovoltaica tem vindo a abrandar na Europa: pela primeira vez em quase uma década, está prevista uma contração em 2025. Vamos perceber o que está em causa, num momento em que a União Europeia precisa mais do que nunca de consolidar o fotovoltaico como pilar da transição energética do continente.

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Fotovoltaico descentralizado: Uma aposta necessária!

Com a nova regulamentação sobre o desempenho energético dos edifícios à porta, Portugal precisa de dar um novo impulso ao fotovoltaico. Mais incentivos, integração arquitectónica, sensibilização e flexibilidade são fundamentais para que a descarbonização dos nossos edifícios deixe de ser uma miragem em 2050. Sem um sector forte, não conseguimos lá chegar!

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