Que ar respiramos dentro dos edifícios? O desafio da QAI na Europa

Passamos grande parte do tempo em espaços fechados, mas raramente pensamos na qualidade do ar que respiramos dentro de portas. Muito se fala sobre a poluição atmosférica, mas a verdade é que o ar no interior dos edifícios pode estar significativamente mais poluído do que o ar exterior, com impactos na saúde, no conforto e até na produtividade. A qualidade do ar interior surge, assim, como um dos grandes desafios a nível europeu.

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Governo avança com elaboração da Estratégia Industrial Verde 

O Governo determinou, através de despacho publicado em Diário da República, o arranque da elaboração da proposta da futura Estratégia Industrial Verde. A medida enquadra-se na Lei de Bases do Clima e tem como objectivo criar um quadro estratégico que apoie a descarbonização do sector industrial, promovendo o crescimento económico sustentado e o reforço da competitividade das empresas nacionais. 

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COLD SURFACE: projecto europeu quer reduzir até 2º C a temperatura dos edifícios no Verão

Todos os verões, as fachadas, os telhados e os pavimentos das cidades absorvem grande parte da radiação solar, funcionando como acumuladores de calor. O fenómeno aumenta a necessidade de refrigeração dos edifícios, disparando o consumo de energia e as emissões associadas. É este problema que o projecto COLD SURFACE se propõe resolver através do desenvolvimento de materiais fotoluminescentes capazes de manter as fachadas mais frias. 

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Comissão Europeia abre processos de infracção contra todos os Estados-Membros por atraso na transposição da EPBD

Nenhum dos 27 países da União Europeia cumpriu integralmente o prazo para transpor a revisão da Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), levando a Comissão Europeia a instaurar processos de infracção contra todos os Estados-Membros, incluindo Portugal. A decisão demonstra que o atraso não é um caso isolado do país, mas um incumprimento generalizado em toda a União Europeia. 

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APIRAC considera Plano de Acção para a Electrificação alinhado com reivindicações do sector das bombas de calor 

A APIRAC, Associação Portuguesa das Empresas dos Sectores Energético, Electrónico e do Ambiente, considera que o Plano de Acção para a Electrificação da União Europeia incorpora várias medidas há muito defendidas pelo sector da climatização, sobretudo no que respeita ao reforço da electrificação através da adopção de bombas de calor. 

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Plano de Electrificação da UE: Solar Heat Europe avisa que só electricidade não chega para descarbonizar o aquecimento

Depois da apresentação do Plano de Acção para a Electrificação pela Comissão Europeia, chegou mais uma reacção do sector das energias renováveis. A Solar Heat Europe, associação que representa a indústria da energia solar térmica, reconhece o valor da proposta, mas alerta que a electrificação, por si só, não será suficiente para atingir a neutralidade climática. 

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Sector da geotermia aplaude plano de electrificação da UE, mas lamenta ausência de estratégia própria 

A Comissão Europeia apresentou o aguardado Plano de Acção para a Electrificação com um objectivo ambicioso: tornar a Europa no primeiro continente do mundo totalmente movido a electricidade renovável. A proposta foi bem recebida pelo sector da energia geotérmica, que lamenta, no entanto, a ausência de um plano equivalente dedicado à geotermia. 

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UE lança projecto para ajudar países a desenhar política climática sobre refrigeração e gases fluorados 

As ondas de calor registadas este ano estão a tornar-se “o novo normal” com um calor extremo que dura mais tempo, atinge com mais intensidade e ocorre com maior frequência. A pensar nesta realidade, a União Europeia lançou um novo projecto — o IMPACT-F (Plataforma Integrada de Mitigação para Avaliação de Metas Climáticas para Gases Fluorados) — com o objectivo de ajudar os decisores políticos a compreender melhor o que está realmente em jogo quando se fala sobre refrigeração. 

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Justiça define metas ambientais e de eficiência de recursos até 2027 

O Ministério da Justiça definiu as metas de eficiência energética, hídrica e material para o triénio 2025-2027, no âmbito do Programa de Eficiência de Recursos e de Descarbonização na Administração Pública (ECO.AP 2030). O objectivo passa por reduzir o consumo de recursos, aumentar a utilização de energias renováveis e melhorar o desempenho ambiental dos edifícios da área da Justiça. 

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