Aliança para a Transição Energética prevê 134 milhões de euros em vendas até 2028

A Agenda para a Transição Energética (ATE) fechou com um balanço de 68 activos de exploração, entre produtos, serviços, processos, protótipos e pilotos, a que associa um impacto económico estimado em 134 milhões de euros em vendas e 96 milhões de euros em exportações até 2028. Os resultados foram apresentados esta semana, no Porto, no encontro “Da Estratégia ao Legado”, que assinalou o encerramento da agenda. …

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Um parque edificado envelhecido e a necessidade de renovar: o que propõe a Arquitectura Pública 2030 

A Ordem dos Arquitectos apresentou a “Arquitetura Pública 2030. Agenda para a Valorização da Arquitetura e do Território Português”, um documento no qual propõe oito compromissos que apresentam a arquitectura como disciplina de interesse público e reforçam o seu contributo para a qualidade do ambiente construído, a valorização do território e a qualidade de vida. 

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Gases fluorados: fiscalização e transição para alternativas naturais trazem novos desafios para o sector 

Dez anos após a adopção da Emenda de Kigali, a ZERO alerta para falhas na fiscalização dos gases fluorados e defende que os apoios públicos privilegiem refrigerantes naturais. Em declarações à Edifícios e Energia, a APIRAC reconhece problemas no controlo do mercado, mas sublinha o trabalho que o sector tem vindo a desenvolver na certificação e formação de profissionais. 

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UPCoimbra conclui 15 projectos de eficiência energética com investimento de 6,2 milhões de euros 

A Universidade Politécnica de Coimbra (UPCoimbra) concluiu 15 projectos de eficiência energética financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Com um investimento global de cerca de 6,2 milhões de euros, as intervenções abrangeram 15 edifícios e instalações da instituição e permitiram reduzir o consumo de energia e as emissões de gases com efeito de estufa, aumentar a produção de energia renovável para autoconsumo e melhorar a eficiência hídrica. 

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Descarbonizar os edifícios nas cidades: A estratégia de Guimarães para atingir a neutralidade carbónica

A descarbonização deixou de ser apenas uma expressão associada às políticas ambientais para se tornar num dos maiores desafios económicos, sociais e urbanos deste século. Enquanto a generalidade dos países europeus aponta para a neutralidade carbónica em 2050, Guimarães decidiu antecipar a meta em duas décadas. A cidade quer tornar-se climaticamente neutra até 2030 ao transformar um objectivo que muitos ainda encaram como uma ambição distante num
compromisso político de execução a curto prazo. A renovação dos edifícios surge no topo das prioridades.

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Portugal entre os países da UE onde a renovação dos edifícios ainda não está articulada com o aquecimento e arrefecimento urbano 

A renovação energética dos edifícios e o planeamento dos sistemas urbanos de aquecimento e arrefecimento continuam a ser tratados de forma pouco articulada na União Europeia. Portugal está entre os países cuja primeira versão do Plano Nacional de Renovação de Edifícios (PNRE) não estabelece uma ligação clara com os Planos Locais de Aquecimento e Arrefecimento (LHCP), segundo a análise da Comissão Europeia. 

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108 municípios continuam sem Plano Municipal de Acção Climática 

O facto de 108 municípios portugueses ainda não terem Plano Municipal de Acção Climática (PMAC) está a limitar a capacidade de resposta das autarquias perante o agravamento dos fenómenos extremos, alerta a Quercus. A associação ambientalista considera positiva a criação de uma linha de apoio à implementação de refúgios climáticos, mas defende medidas urgentes para acelerar a adaptação das cidades. 

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