<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de zero emissões - Edificios e Energia</title>
	<atom:link href="https://edificioseenergia.pt/tag/zero-emissoes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/zero-emissoes/</link>
	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 12 Mar 2025 09:57:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2019/02/cropped-icon_001-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de zero emissões - Edificios e Energia</title>
	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/zero-emissoes/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Nova edição Março/Abril 2025 &#124; Passaporte Digital de Produto: O que está por fazer!</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-marco-abril-2025-passaporte-digital-de-produto-o-que-esta-por-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 09:57:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[parque edificado]]></category>
		<category><![CDATA[passaporte digital de produto]]></category>
		<category><![CDATA[ZEB]]></category>
		<category><![CDATA[zero emissões]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=30351</guid>

					<description><![CDATA[<p>O caminho para os ZEB, edifícios com zero emissões, não se faz sem as metodologias e os planos formais de verificação e fiscalização. A indústria já consegue saber quase tudo, mas faltam as ferramentas oficiais. Um trabalho, aparentemente, sem fim à vista para que o Passaporte Digital de Produto seja central em todas as estratégias.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-marco-abril-2025-passaporte-digital-de-produto-o-que-esta-por-fazer/">Nova edição Março/Abril 2025 | Passaporte Digital de Produto: O que está por fazer!</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="p1"><span class="s1"><b><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-30353 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/CapaEE158-Post-768x1024.jpg" alt="" width="456" height="608" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/CapaEE158-Post-768x1024.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/CapaEE158-Post-225x300.jpg 225w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/CapaEE158-Post-1152x1536.jpg 1152w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/CapaEE158-Post-610x813.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/CapaEE158-Post-1080x1440.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/CapaEE158-Post-scaled.jpg 900w" sizes="(max-width: 456px) 100vw, 456px" /></b></span></h4>
<h4></h4>
<h4>PASSAPORTE DIGITAL DE PRODUTO: O QUE ESTÁ POR FAZER!</h4>
<p class="p2">O caminho para os ZEB, edifícios com zero emissões, não se faz sem as metodologias e os planos formais de verificação e fiscalização. A indústria já consegue saber quase tudo, mas faltam as ferramentas oficiais. Um trabalho, aparentemente, sem fim à vista para que o Passaporte Digital de Produto seja central em todas as estratégias.</p>
<p>Ainda nesta edição:</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>ENTREVISTA</b></span></h4>
<p class="p2"><span class="s1">Carlos Soares, projectista, faz um balanço <span data-teams="true">sobre os desafios que os projectistas têm à sua frente com a ambição da descarbonização.</span></span></p>
<h4>ANÁLISE</h4>
<p>Normalização Europeia da Qualidade do Ar Interior.</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>OPINIÃO</b></span></h4>
<p class="p2">Eduardo Maldonado: &#8220;A Viabilidade das Medidas de Melhoria para Renovação de Frações Autónomas em Edifícios Residenciais Multifamiliares&#8221;;</p>
<p>Serafin Graña: “Estratégia para a Construção de Edifícios Zero Emissões”;</p>
<p>Ernesto Peixeiro Ramos: “Transposição da Nova Revisão da EPBD: 2ª Chance para a Manutenção dos Sistemas AVAC”.</p>
<h4>DESTAQUE</h4>
<p>Relatório da Lisboa E-Nova dá a conhecer as condições térmicas vividas nas habitações em Lisboa.</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>CIDADES</b></span></h4>
<p class="p2">Passive House: Um Futuro Sustentável na Construção.</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL</b></span></h4>
<p class="p2">Giovanna Schäfer Bartels, Inês Flores-Colen, José Dinis Silvestre, Luis Silva: &#8220;Plano de Manutenção Proativa de uma Cobertura Plana Tradicional Inovadora&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p6"><em><span class="s1"><strong>Não perca estes e outros temas na edição de Março/Abril de 2025. </strong><strong>Saiba mais <a href="http://loja.medialine.pt/Loja/?p=edificiosenergia" target="_blank" rel="noopener"><span class="s5">aqui</span></a>.</strong></span></em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-marco-abril-2025-passaporte-digital-de-produto-o-que-esta-por-fazer/">Nova edição Março/Abril 2025 | Passaporte Digital de Produto: O que está por fazer!</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova edição Janeiro/Fevereiro 2025 &#124; Cidades e Edifícios Zero Emissões: Uma ambição difícil de financiar!</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-janeiro-fevereiro-2025-cidades-e-edificios-zero-emissoes-uma-ambicao-dificil-de-financiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 08:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[nzeb]]></category>
		<category><![CDATA[parque edificado]]></category>
		<category><![CDATA[zero emissões]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=28986</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ano de 2024 foi marcado pela ambição da descarbonização. Um caminho que já se está a fazer rumo às emissões nulas nas cidades e nos edifícios. Mas esta missão não será possível sem um enorme investimento que as cidades dificilmente vão conseguir suportar. Caracterizar a realidade energética dos municípios é outra das dificuldades. Conheça os desafios e as estratégias que muitos projectos apresentam.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-janeiro-fevereiro-2025-cidades-e-edificios-zero-emissoes-uma-ambicao-dificil-de-financiar/">Nova edição Janeiro/Fevereiro 2025 | Cidades e Edifícios Zero Emissões: Uma ambição difícil de financiar!</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="p1"><span class="s1"><b><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-28989 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/01/CapaEE157_Post-768x1024.png" alt="" width="492" height="656" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/01/CapaEE157_Post-768x1024.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/01/CapaEE157_Post-225x300.png 225w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/01/CapaEE157_Post-1152x1536.png 1152w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/01/CapaEE157_Post-610x813.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/01/CapaEE157_Post-1080x1440.png 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/01/CapaEE157_Post.png 1200w" sizes="(max-width: 492px) 100vw, 492px" /></b></span></h4>
<h4></h4>
<h4 class="p1">CIDADES E EDIFÍCIOS ZERO EMISSÕES: UMA AMBIÇÃO DIFÍCIL DE FINANCIAR!</h4>
<p class="p2">O ano de 2024 foi marcado pela ambição da descarbonização. Um caminho que já se está a fazer rumo às emissões nulas nas cidades e nos edifícios. Mas esta missão não será possível sem um enorme investimento que as cidades dificilmente vão conseguir suportar. Caracterizar a realidade energética dos municípios é outra das dificuldades. Conheça os desafios e as estratégias que muitos projectos apresentam.</p>
<p>Ainda nesta edição:</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>ENTREVISTA</b></span></h4>
<p class="p2"><span class="s1">Jorge de Brito, professor do Instituto Superior Técnico, aborda a indústria do cimento e as construções do futuro.</span></p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>TEMA DE CAPA</b></span></h4>
<p class="p2">Conheça a forma como a cidade espanhola de Valladolid pretende atingir a neutralidade carbónica até 2030.</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>OPINIÃO</b></span></h4>
<p class="p2">Carlos Oliveira: &#8220;Desafios ao Sistema de Certificação Energética&#8221;.</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>CIDADES</b></span></h4>
<p class="p2">Edifícios que são ecossistemas vivos.</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL</b></span></h4>
<p class="p2">Luís Bragança, Universidade do Minho: &#8220;Construção Circular: Indicadores e Certificações como Alavancas para um Futuro Sustentável&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p6"><em><span class="s1"><strong>Não perca estes e outros temas na edição de Janeiro/Fevereiro de 2025. </strong><strong>Saiba mais <a href="http://loja.medialine.pt/Loja/?p=edificiosenergia" target="_blank" rel="noopener"><span class="s5">aqui</span></a>.</strong></span></em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-janeiro-fevereiro-2025-cidades-e-edificios-zero-emissoes-uma-ambicao-dificil-de-financiar/">Nova edição Janeiro/Fevereiro 2025 | Cidades e Edifícios Zero Emissões: Uma ambição difícil de financiar!</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova edição Novembro/Dezembro 2024 &#124; EPBD: Edifícios &#8220;Zero Emissões&#8221; &#8211; Uma ambição cheia de fragilidades</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-novembro-dezembro-2024-epbd-edificios-zero-emissoes-uma-ambicao-cheia-de-fragilidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 08:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[nzeb]]></category>
		<category><![CDATA[parque edificado]]></category>
		<category><![CDATA[sector da construção]]></category>
		<category><![CDATA[zero emissões]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=28308</guid>

					<description><![CDATA[<p>A sustentabilidade vai passar a estar centrada nas emissões de todos os processos e materiais construtivos. A pegada carbónica de um edifício passa a centrar-se no seu ciclo de vida e o sector da construção vai ocupar um espaço decisivo na avaliação e contabilidade do desempenho energético dos edifícios. Conheça o que está em causa.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-novembro-dezembro-2024-epbd-edificios-zero-emissoes-uma-ambicao-cheia-de-fragilidades/">Nova edição Novembro/Dezembro 2024 | EPBD: Edifícios &#8220;Zero Emissões&#8221; &#8211; Uma ambição cheia de fragilidades</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="p1"><span class="s1"><b><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-28313 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/11/CapaPost.png" alt="" width="426" height="568" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/11/CapaPost.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/11/CapaPost-225x300.png 225w" sizes="(max-width: 426px) 100vw, 426px" /></b></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>EPBD: EDIFÍCIOS &#8220;ZERO EMISSÕES&#8221; &#8211; UMA AMBIÇÃO CHEIA DE FRAGILIDADES</strong></h4>
<p class="p2">A sustentabilidade vai passar a estar centrada nas emissões de todos os processos e materiais construtivos. A pegada carbónica de um edifício passa a centrar-se no seu ciclo de vida e o sector da construção vai ocupar um espaço decisivo na avaliação e contabilidade do desempenho energético dos edifícios. Conheça o que está em causa.</p>
<p>Ainda nesta edição:</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>ENTREVISTA</b></span></h4>
<p class="p2"><span class="s1">Manuel Reis Campos, presidente da CPCI e da AICCOPN, prevê os próximos dez anos do sector da construção.</span></p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>ANÁLISE</b></span></h4>
<p class="p2">Avaliando o impacto de futuros cenários climáticos no desempenho dos sistemas de AVAC.</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>OPINIÃO</b></span></h4>
<p>Eduardo Maldonado: “A EPBD de 2024 é (apenas) uma diretiva de transição no caminho para a descarbonização do setor dos edifícios”;</p>
<p class="p2">Serafin Graña: &#8220;“Manifesto REHVA para edifícios sustentáveis, saudáveis e acessíveis: Pacto “Edifícios preparados para 2050” (<em>2050 Ready Building Pact</em>)&#8221;.</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>EFICIÊNCIA E ENERGIA</b></span></h4>
<p class="p2">Telhados com vida: mais verdes, mais sustentáveis e a pensar no futuro de Paris.</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL</b></span></h4>
<p class="p2">Nuno Simões, Joana Prata, Rita Garcia, Paulo Santos e Bruna Morais: &#8220;Reflexão sobre o sistema de etiquetagem de janelas&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p6"><em><span class="s1"><strong>Não perca estes e outros temas na edição de Novembro/Dezembro de 2024. </strong><strong>Saiba mais <a href="http://loja.medialine.pt/Loja/?p=edificiosenergia" target="_blank" rel="noopener"><span class="s5">aqui</span></a>.</strong></span></em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-novembro-dezembro-2024-epbd-edificios-zero-emissoes-uma-ambicao-cheia-de-fragilidades/">Nova edição Novembro/Dezembro 2024 | EPBD: Edifícios &#8220;Zero Emissões&#8221; &#8211; Uma ambição cheia de fragilidades</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Knauf Insulation reduz o carbono operacional apenas 95 dias após a instalação</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/knauf-insulation-reduz-o-carbono-operacional-apenas-95-dias-apos-a-instalacao-030624-1-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 10:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Descarbonizar]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento]]></category>
		<category><![CDATA[knauf insulation]]></category>
		<category><![CDATA[lã mineral]]></category>
		<category><![CDATA[Pegada de Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[zero emissões]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=26954</guid>

					<description><![CDATA[<p>A lã mineral de isolamento da Knauf Insulation reduz o carbono operacional dos edifícios em 3,6 milhões de toneladas todos os anos, o que equivale a retirar 2,5 milhões de carros das nossas estradas na Europa. Esse benefício começa apenas 95 dias após a instalação ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/knauf-insulation-reduz-o-carbono-operacional-apenas-95-dias-apos-a-instalacao-030624-1-1/">Knauf Insulation reduz o carbono operacional apenas 95 dias após a instalação</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A lã mineral de isolamento da <strong>Knauf Insulation</strong> reduz o carbono operacional dos edifícios em 3,6 milhões de toneladas todos os anos, o que equivale a retirar 2,5 milhões de carros das nossas estradas na Europa. Esse benefício começa apenas 95 dias após a instalação.</p>
<p>Os edifícios desempenham um papel crítico na luta da Europa contra as alterações climáticas. São responsáveis por 40% do consumo de energia, e produzem 38% das nossas emissões de CO2. Precisamos de abordar este assunto com urgência; para alcançar zero emissões líquidas até 2050, é necessário reduzir mais de metade dessas emissões de carbono, e isso até 2030.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-26956 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf1-300x157.png" alt="" width="478" height="250" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf1-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf1-610x319.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf1.png 650w" sizes="(max-width: 478px) 100vw, 478px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os nossos edifícios não vão a lado nenhum &#8211; na verdade, as nossas cidades estão a crescer. Então, como podemos descarbonizar rapidamente os nossos edifícios?</strong></p>
<p>A solução é simples, mas muito eficaz: o isolamento. Atualmente, 75% dos edifícios europeus não são energeticamente eficientes, mas o isolamento adequado e corretamente instalado pode mudar esse fator. Para aproveitar ao máximo os benefícios do isolamento e cumprir os nossos objetivos de sustentabilidade, a taxa e a profundidade dos projetos de renovação devem aumentar significativamente. O isolamento minimiza o desperdício de energia através da envolvente do edifício, o que pode reduzir a demanda de energia nos edifícios, em 44%. O resultado são edifícios que são melhores para as pessoas, mais eficientes em termos de custos operacionais e melhores para o planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mas o que acontece com o custo de carbono do nosso isolamento de lã mineral? </strong></p>
<p>O isolamento reduz o carbono operacional dos edifícios, mas como todos os produtos fabricados, também tem um custo de carbono. As emissões geradas ao fabricar, embalar e transportar o produto contribuem todas para o seu &#8220;carbono incorporado&#8221;.</p>
<p>Como fabricante, temos a responsabilidade de garantir que a pegada de carbono dos nossos produtos seja compensada pela sua redução de carbono no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O nosso isolamento compensa os seus &#8220;créditos de carbono&#8221; em apenas 95 dias</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-26957 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf2-300x157.png" alt="" width="546" height="286" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf2-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf2-610x319.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf2.png 650w" sizes="(max-width: 546px) 100vw, 546px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O nosso estudo, em colaboração com especialistas em sustentabilidade da Ramboll, mostrou que são necessários apenas 95 dias desde a instalação para compensar o carbono incorporado do nosso isolamento de lã mineral. A partir desse momento, o benefício equivale a uma redução de 3,6 milhões de toneladas de carbono operacional todos os anos.</p>
<p>Produtos com menor carbono incorporado permitem-nos ver esse impacto positivo mais cedo. Eles minimizam o custo de carbono e fazem com que o isolamento faça mais para descarbonizar os nossos edifícios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-26958 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf3-300x157.png" alt="" width="516" height="270" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf3-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf3-610x319.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf3.png 650w" sizes="(max-width: 516px) 100vw, 516px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é o próximo passo?</strong></p>
<p>Compreender melhor a pegada de carbono do isolamento é importante, mas é apenas um passo na nossa jornada para zero emissões líquidas. Na Knauf Insulation, não observamos apenas as mudanças na nossa indústria; estamos a moldar ativamente o futuro. Embora as nossas soluções contribuam significativamente para reduzir o carbono operacional, o processo de fabricação ainda é intenso em carbono. Por esse motivo, estamos a fazer investimentos substanciais.</p>
<p>Saiba mais sobre a nossa estratégia de sustentabilidade e o nosso roteiro para alcançar zero emissões líquidas na nossa <a href="https://www.knaufinsulation.com/who-we-are/annual-review-2023" target="_blank" rel="noopener">Revisão Anual de 2023</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 Fonte: Eurima Por que Isolar? Por que Renovar? Com Isolamento de Lã Mineral<br />
2 https://www.visualcapitalist.com/cp/proje</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/knauf-insulation-reduz-o-carbono-operacional-apenas-95-dias-apos-a-instalacao-030624-1-1/">Knauf Insulation reduz o carbono operacional apenas 95 dias após a instalação</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carolina Silva: edifícios e construção podem estar &#8220;na vanguarda do Mercado Voluntário de Carbono de amanhã&#8221;</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/1606-carolina-silva-zero-edificios-e-construcao-podem-estar-na-vanguarda-do-mercado-voluntario-de-carbono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jun 2023 08:29:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[carbono incorporado]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Fit 55]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Voluntário de Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[ZERO]]></category>
		<category><![CDATA[zero emissões]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=23036</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Assembleia da República recomendou, ao Governo, na Resolução n.º 62/2023, de 7 de Junho, a criação de condições para o desenvolvimento do Mercado Voluntário de Carbono em Portugal, uma proposta que tem sido discutida ao longo deste ano. Para perceber ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1606-carolina-silva-zero-edificios-e-construcao-podem-estar-na-vanguarda-do-mercado-voluntario-de-carbono/">Carolina Silva: edifícios e construção podem estar &#8220;na vanguarda do Mercado Voluntário de Carbono de amanhã&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Assembleia da República recomendou, ao Governo, na <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/resolucao-assembleia-republica/62-2023-214100362">Resolução n.º 62/2023</a>, de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/0906-assembleia-da-republica-propoe-mais-incentivos-ao-autoconsumo-e-as-cer-e-novo-programa-sol-para-todos/">7 de Junho</a>, a criação de condições para o desenvolvimento do Mercado Voluntário de Carbono em Portugal, uma proposta que tem sido discutida ao longo deste ano. Para perceber o impacto desta medida no sector dos edifícios, e também no da construção, e como é que as empresas se devem posicionar, convidámos Carolina Silva, <em>Policy</em><em style="font-weight: bold;"> Officer</em> da <a href="https://zero.ong/">ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável</a>. Para a responsável, estes sectores &#8220;têm uma oportunidade real de aproveitar o ímpeto e de estarem na vanguarda do mercado voluntário de carbono de amanhã&#8221;, uma iniciativa que deverá também acelerar os objectivos de descarbonização.</strong></p>
<p><strong>Actualmente, o mercado de carbono é regulado através do Sistema de Comércio de Licenças de Emissão (CELE) europeu, que <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2404-fit-for-55-parlamento-europeu-sistema-comercio-licencas-emissao-edificios-mecanismo-carbono-fundo-social-clima/">está a ser reformulado</a> de modo a incluir, em 2027 ou 2028, um novo sistema específico (CELE II) destinado aos sectores do transporte rodoviário e dos edifícios. Com a possibilidade da criação, em paralelo, de um Mercado Voluntário de Carbono em Portugal, que perspectivas se poderiam traçar para o sector dos edifícios?</strong></p>
<p>O Comércio Europeu de Licenças de Emissão não se cruza, nem poderá cruzar, com o Mercado Voluntário de Carbono, mas a inclusão do sector dos edifícios será um passo importante no sentido de acelerar a transição para a descarbonização ao impor um preço sobre as emissões associadas à utilização de combustíveis fósseis naquele sector. Naturalmente que esta disposição regulatória cria uma pressão adicional sobre o sector, obrigando-o a adoptar soluções mais limpas de aquecimento e arrefecimento, por exemplo. Além disso, com o <em>Pacote Objectivo 55</em> e com a revisão da Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (<a href="https://edificioseenergia.pt/?s=epbd">EPBD</a>, na sigla inglesa), actualmente em trílogos nas instituições europeias, o sector dos edifícios terá que adoptar medidas cada vez mais rigorosas para cumprir com objectivos também eles mais rigorosos em termos de eficiência energética.</p>
<p>Neste quadro, a criação e comercialização de créditos de carbono poderá incentivar o uso de energia renovável, a construção de edifícios com necessidade nula de energia e a renovação profunda nos edifícios existentes. Sem dúvida que projectos de eficiência energética ou a instalação de soluções <a href="https://edificioseenergia.pt/?s=fotovoltaico">fotovoltaicas</a> nas fachadas de alguns edifícios apresentam uma excelente oportunidade para aplicar soluções que ainda não são verificadamente rentáveis.</p>
<p>Partindo do pressuposto que serão estabelecidos pontos de partida quantificáveis para calcular/verificar o impacte dos projectos e analisar/verificar a adicionalidade dos mesmos, este tipo de iniciativas poderá constituir não só uma verdadeira mitigação climática, como também uma oportunidade de rentabilizar e, consequentemente multiplicar, soluções para o sector dos edifícios que teriam que ser eventualmente implementadas devido às exigências climáticas cada vez mais rigorosas do enquadramento regulatório europeu e português.</p>
<p><strong>Como é que as empresas do sector dos edifícios se podem melhor preparar para tirarem o máximo proveito de uma eventual implementação deste Mercado Voluntário de Carbono?</strong></p>
<p>É crucial relevar, desde logo, que o foco do eventual Mercado Voluntário de Carbono em Portugal estará nos projectos de gestão florestal, mas, ainda assim, existe espaço para projectos de mitigação de emissões e é neste quadro que as empresas do sector dos edifícios podem e se devem posicionar.</p>
<p>Em primeiro lugar, o sector dos edifícios deve ter em consideração todo o ciclo de carbono dos edifícios, ou seja, [também] as emissões <a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/jose-silvestre-entrevista-calcular-energia-incorporada-materiais-construcao-sim-e-possivel-ee145-2103/">incorporadas</a>. Segundo algumas estimativas, os custos de carbono incorridos através do desenvolvimento, do transporte e da montagem de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1704-materiais-construcao-transicao-energetica-ee-145-opiniao-eduardo-maldonado/">materiais de construção</a>, bem como da manutenção e da eventual desactivação de activos de construção, podem ser responsáveis por até metade do impacto cumulativo de carbono do ambiente construído <span>–</span> aproximadamente 11 % do total anual global.</p>
<p>A eliminação do carbono incorporado num edifício não exigiria apenas a obtenção imediata de operações líquidas zero, mas, [de modo] mais importante, um avanço progressivo nas operações de carbono negativo. Neste quadro, o sector dos edifícios poderá usufruir de alguma vantagem com o Mercado Voluntário de Carbono no sentido de acelerar a transição para edifícios <i>net zero</i>. Além disso, este é um sector que detém uma riqueza de dados operacionais verificáveis, e, como tal, é propício para projectos de compensação de carbono de eficácia padronizada, bem como para processos de monitorização, relatórios e verificação mais duráveis.</p>
<p>Por outro lado, as emissões reduzidas, evitadas ou removidas através de projectos de compensação de carbono no ambiente construído são capazes de satisfazer os critérios centrais dos <a href="https://icvcm.org/consulta-publica-portugues/">Princípios Fundamentais de Carbono propostos pelo Conselho de Integridade para o Mercado Voluntário de Carbono</a> (ICVCM), sendo que os resultados de mitigação alcançados por esse tipo de projectos não teriam ocorrido sem o incentivo do crédito de carbono e são permanentes. Os sectores dos edifícios e da construção têm uma oportunidade real de aproveitar o ímpeto e de estarem na vanguarda do mercado voluntário de carbono de amanhã. O que é urgente agora é a vontade de agir e a coragem de experimentar. A participação neste mercado deverá ser especialmente interessante para empresas que queiram acelerar a sua descarbonização e que ao mesmo tempo desejam posicionar-se bem em <em>ratings</em> <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/1105-bem-estar-localizacao-esg-e-trabalho-hibrido-sao-as-quatro-grandes-tendencias-que-redefinem-os-espacos/">ESG</a>. Este último aspecto tem &#8220;grande potencial&#8221;, referindo a atractividade em termos do financiamento que ganham, do ponto de vista dos bancos, para futuros investimentos no modelo de negócio mais sustentável.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1606-carolina-silva-zero-edificios-e-construcao-podem-estar-na-vanguarda-do-mercado-voluntario-de-carbono/">Carolina Silva: edifícios e construção podem estar &#8220;na vanguarda do Mercado Voluntário de Carbono de amanhã&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
