Tributação da electricidade está a comprometer a segurança energética europeia, adverte a EHPA

Uma análise da Associação Europeia de Bombas de Calor (EHPA) aponta que a política fiscal de vários governos europeus está a dificultar a transição energética e a “minar o papel crucial das bombas de calor no reforço da segurança energética da Europa”. A principal crítica recai sobre a disparidade na tributação entre electricidade e gás. 

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Taxa de carbono será aplicada ao aquecimento residencial a partir de 2027

A partir de 2027, os combustíveis fósseis utilizados para aquecer as casas na Europa terão um custo de carbono. O novo Sistema de Comércio de Emissões da UE – conhecido como ETS2 – começará a atribuir um preço às emissões de carbono prejudiciais ao clima provenientes de edifícios e transportes rodoviários.  

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GEOTA exige aposta na produção descentralizada de energia para maior resiliência do abastecimento de electricidade

Na sequência do apagão geral que deixou dezenas de milhões de pessoas sem acesso a electricidade, o GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente lançou um comunicado no qual reivindica uma resposta estrutural assente na eficiência energética e na produção descentralizada de energia renovável, rejeitando soluções como o regresso ao carvão ou o recurso à energia nuclear. 

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Solar fotovoltaico plug-in: um segmento emergente a ganhar força na Europa

A SolarPower Europe, associação europeia do sector solar fotovoltaico, lança o seu primeiro relatório sobre a energia solar fotovoltaica plug-in, que analisa o crescimento, oportunidades, desafios e panorama regulamentar do segmento solar fotovoltaico plug-in. A Alemanha é líder, com mais de 780 mil sistemas registados em 2024. 

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EASE: Pacto para a Indústria Limpa é um “passo na direcção certa” para a promoção do armazenamento de energia na Europa

Temos vindo a acompanhar as reacções das associações relativamente ao Acordo para a Indústria Limpa e o Plano de Acção para Energia Acessível, apresentados no final do mês de Fevereiro. A EASE, Associação Europeia para o Armazenamento de Energia, foi também uma das entidades a partilhar o seu parecer sobre estes documentos. Recentemente, em comunicado, a associação considerou que tanto o acordo direccionado para a indústria como o plano para uma energia com custos reduzidos “irão moldar o panorama energético da Europa”.

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