Sector europeu de bombas de calor mantém papel-chave na transição energética, apesar de retracção temporária, aponta relatório

Após um boom em 2022 impulsionado pela crise energética, o mercado europeu de bombas de calor desacelerou nos dois anos seguintes, mas os indicadores de longo prazo continuam a apontar para um futuro de crescimento robusto. A conclusão surge de um novo relatório do Observatório de Tecnologias de Energia Limpa, que descreve as bombas de calor como “uma das tecnologias-chave para a meta de neutralidade de carbono até 2050”. 

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LISBON ALLIANCE: O novo impulso da Lisboa E-Nova para a eficiência energética e a descarbonização urbana

Lisboa definiu uma meta ambiciosa: tornar-se uma cidade neutra em carbono até 2030. Para atingir esse objetivo, é essencial agir em várias frentes, edifícios, iluminação pública, mobilidade, energia e planeamento urbano, e garantir que todos os players caminham na mesma direção. A Lisboa E-Nova, enquanto Agência de Energia e Ambiente de Lisboa, tem um papel importante neste processo. …

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bombas calor

Países da União Europeia restringem subsídios às bombas de calor

Nos últimos dois anos, os subsídios às bombas de calor na Europa sofreram alterações significativas. Apesar da urgência em acelerar a transição energética, vários Estados-Membros optaram por reduzir, redireccionar ou suspender os apoios públicos destinados à adopção desta tecnologia de aquecimento renovável. 

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Europa de olhos postos na geotermia

Com potencial a ser explorado, a geotermia está a ganhar protagonismo na transição energética a nível europeu. Contrariamente a outros tipos de energia renovável, esta fonte de calor e electricidade é estável, baixa em emissões e está disponível de forma constante no subsolo 24 horas por dia, 365 dias por ano. Cada vez mais, a geotermia ganha terreno como uma peça-chave para a descarbonização da Europa.

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Energias Renováveis: Uma nova vida para a geotermia

A reboque da Europa, Portugal entra na corrida à geotermia. Em jeito de antecipação ao quadro regulamentar que se avizinha, o Plano Estratégico para a Geotermia foi bem acolhido pela academia e o mercado. As vantagens são evidentes e na calha está um razoável envelope financeiro que promove esta solução e as bombas de calor geotérmicas. Soma-se ainda a perspectiva de um novo impulso para as redes urbanas de distribuição de frio e calor. O sector já está a preparar-se.

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