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	<title>Arquivo de Celeste Campinho - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 05 Dec 2024 10:13:42 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Celeste Campinho - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>Celeste Campinho reeleita Presidente da AIPOR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 10:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[AIPOR]]></category>
		<category><![CDATA[Celeste Campinho]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Direcção da AIPOR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eleições para o próximo triénio 2025-2027 decorreram a 29 de novembro. “Credibilidade, crescimento e qualificação” são os valores que balizam as prioridades da direção agora eleita. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/celeste-campinho-reeleita-presidente-da-aipor/">Celeste Campinho reeleita Presidente da AIPOR</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Eleições para o próximo triénio 2025-2027 decorreram a 29 de novembro. “Credibilidade, crescimento e qualificação” são os valores que balizam as prioridades da direção agora eleita.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Celeste Campinho foi reeleita Presidente da <a href="https://aipor.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Associação dos Instaladores de Portugal (AIPOR)</strong></a> a 29 de novembro. Neste dia, tiveram lugar as eleições para os órgãos sociais da Associação, sendo que votaram neste ato eleitoral 40% dos Associados.</p>
<p>A Lista A, encabeçada por Celeste Campinho, apresentou-se a votos com o foco muito claro nos objetivos a que se propõe, e na linha de continuidade da liderança dos últimos anos à frente dos destinos da <strong>AIPOR</strong>. “<em>Credibilidade, crescimento e qualificação”</em> são os valores de referência da Lista A e pelos quais a equipa de trabalho se apresentou a votação.</p>
<p>A nova Direção aponta ainda como prioridades:</p>
<ul>
<li>o reforço de parcerias estratégicas, quer a nível nacional quer internacional, capazes de enriquecer a capacidade de intervenção;</li>
<li>o reconhecimento da <strong>AIPOR</strong> com a presença em webinars, feiras, seminários, workshops e palestras;</li>
<li>foco nos Associados, objetivo indissociável da existência da <strong>AIPOR</strong>, continuando a merecer a atenção dos empresários do setor, por via das várias ações que no terreno venham a ser desenvolvidas;</li>
<li>proporcionar o acesso a formação técnica de qualidade e acessível;</li>
<li>e, na formação, garantir a participação da <strong>AIPOR</strong> nas alterações da legislação com impacto no dia-a-dia dos Instaladores.</li>
</ul>
<p>Com o objetivo de responder às necessidades do mercado, a nova Direção aposta no desenvolvimento e crescimento do <a href="https://aipor.pt/2472" target="_blank" rel="noopener"><strong>OCP – Organismo de Certificação de Pessoas</strong></a> e na qualificação de técnicos. Sem esquecer a participação em comissões técnicas (CERTIF, IEP, SGS, APCER, …), em prol dos interesses dos Associados.</p>
<p>A nível de serviços, a <strong>AIPOR</strong> continuará a prestar apoio na área dos alvarás, ramo jurídico, certificação de empresas de gases fluorados e alternativos e sistemas de gestão (qualidade, ambiente, segurança, responsabilidade social, etc.) segurança e medicina do trabalho, calibrações, medidas de autoproteção, entre outros.</p>
<p><em>“Continuaremos firmes na trajetória que temos construído nos últimos anos, em prol dos nossos Associados, o principal motor da <strong>AIPOR</strong>. Além disso, é e continuará a ser uma preocupação a melhoria das condições técnicas e profissionais de todo o setor e dos seus profissionais”</em>, assegura Celeste Campinho, a presidente reeleita e que continuará a liderar a instituição nos próximos três anos.</p>
<p>A tomada de posse dos novos Órgãos Sociais da <strong>AIPOR</strong> ocorre no início de dezembro.<br />
Confira os novos órgãos sociais da <strong>AIPOR</strong>:</p>
<p><strong><br />
Direção</strong></p>
<ul>
<li>Presidente EUROCALOR &#8211; Celeste Campinho</li>
<li>Vice-Presidente CLIMÁBITUS &#8211; Fernando Madeira</li>
<li>Vogal ASFCLIMA &#8211; José Piteira</li>
<li>Vogal TEKIBERIA &#8211; Ricardo Mendes</li>
<li>Vogal MEPSYS &#8211; Paulo Carvalho</li>
<li>Vogal (Suplente) VISMEC &#8211; João Esteves</li>
</ul>
<p><strong>Mesa da Assembleia-Geral</strong></p>
<ul>
<li>Presidente VENTIFOR &#8211; Nuno Macedo</li>
<li>Vice-Presidente INFINIPLUS &#8211; Tiago Oliveira</li>
<li>Secretário ECOWORLD &#8211; Santos Leite</li>
</ul>
<p><strong>Conselho Fiscal</strong></p>
<ul>
<li>Presidente FLOSEL &#8211; José Flores</li>
<li>Vogal B.MARKET &#8211; Bruno Cipriano</li>
<li>Vogal CLIMAHOTEL &#8211; Fernando Silva</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
</span></span></strong></em><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">Fonte: Press Release</span></span></strong></em></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/celeste-campinho-reeleita-presidente-da-aipor/">Celeste Campinho reeleita Presidente da AIPOR</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Celeste Campinho: &#8220;maioria&#8221; dos técnicos de manutenção de gases fluorados &#8220;está tecnicamente preparada&#8221; para alternativas</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/1910-celeste-campinho-maioria-dos-tecnicos-de-manutencao-de-gases-fluorados-esta-tecnicamente-preparada-para-alternativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 09:02:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[AIPOR]]></category>
		<category><![CDATA[Celeste Campinho]]></category>
		<category><![CDATA[gases fluorados]]></category>
		<category><![CDATA[manutenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No início de Outubro, o Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia chegaram a um acordo provisório que prevê a eliminação de gases fluorados até 2050 e a aceleração de soluções mais amigas do ambiente. A avançar, terá um impacto nos equipamentos dos edifícios e nas competências dos...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1910-celeste-campinho-maioria-dos-tecnicos-de-manutencao-de-gases-fluorados-esta-tecnicamente-preparada-para-alternativas/">Celeste Campinho: &#8220;maioria&#8221; dos técnicos de manutenção de gases fluorados &#8220;está tecnicamente preparada&#8221; para alternativas</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No início de Outubro, o Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia chegaram a um acordo provisório que prevê a eliminação de gases fluorados até 2050 e a aceleração de soluções mais amigas do ambiente. A avançar, terá um impacto nos equipamentos dos edifícios e nas competências dos técnicos, explica a </strong><strong>presidente da <a href="https://aipor.pt/">AIPOR – Associação dos Instaladores de Portugal</a>, <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/celeste-campinho3008-conjuntura-sector-avac-r-instalacao-configura-verdadeiro-pantano-formacao">Celeste Campinho</a>, que, no entanto, aponta para uma percepção de que as &#8220;questões que se colocam sobre o clima são claras na necessidade de reduzir os gases fluorados com efeito de estufa&#8221; e de que muitos técnicos certificados que manuseiam estes gases estão preparados para as alternativas, ainda que seja necessário actualizar conhecimentos.</strong></p>
<p><strong>O acordo provisório entre estes dois órgãos europeus estabelece a eliminação da utilização de gases fluorados até 2050, ou até antes no caso dos gases fluorados com maior potencial de aquecimento global (PAG). Que mudanças é que isto vai poder trazer a nível dos edifícios e dos seus equipamentos?</strong></p>
<p>O Regulamento (EU) 517/2014, actualmente em vigor, já tinha introduzido a eliminação da utilização de determinados gases fluorados cujo impacto veio obrigar a alterações nas instalações de refrigeração para <a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/refrigerantes-naturais-estao-mais-bem-preparados-para-os-futuros-desafios-diz-roberto-aguilo/">soluções chamadas &#8220;verdes&#8221;</a>, tais como o CO2 e o R290, ou para soluções com gases fluorados abaixo do PAG 2500, tais como o R448A, o R449A e o R452A. Estes tanto foram utilizados para instalações novas como para o <em>retrofit</em> de instalações existentes que utilizavam o R404A, proibido a partir de Janeiro de 2020. No ar condicionado, a proibição de utilização de gases fluorados com PAG igual ou superior a 750, a partir de Janeiro de 2025, obrigou ao desenvolvimento de equipamentos que utilizassem um fluido refrigerante mais amigo do ambiente, o R32 com um PAG de 675.</p>
<p>Este novo acordo provisório de que estamos a falar será, primeiro, submetido aos representantes dos Estados-Membros no Conselho (COREPER) e à Comissão do Ambiente do Parlamento para aprovação. Se aprovado, o texto será formalmente adoptado por ambas as instituições, antes de poder ser publicado no Jornal Oficial da União Europeia e entrar em vigor.</p>
<p>O novo Regulamento, se aprovado, que poderá entrar em vigor em Janeiro de 2024 (se se confirmar), eliminará gradualmente o consumo de gases fluorados na Europa até 2050, com reduções acentuadas de quotas já a partir de 2024.</p>
<p>Os HFCs mais comuns (como R448A, R449A, R452A, R134a, R410A, etc.) serão proibidos, uma vez que o limite actual do PAG 2500 é reduzido para PAG 150 a partir de 2030 para todos os produtos de refrigeração, ar condicionado e bombas de calor, e PAG 750, a partir de 2032, para assistência e manutenção dos sistemas e equipamentos existentes.</p>
<p>Como consequência, irá obrigar ao desenvolvimento de novos equipamentos, novos fluidos refrigerantes e acções em tudo semelhantes ao que aconteceu com o Regulamento em vigor.</p>
<p><strong>O acordo traz também implicações a nível da manutenção, prevendo-se a proibição de alguns equipamentos necessários para reparar ou manter equipamentos de refrigeração, ar condicionado e bombas de calor que utilizem gases fluorados. Os prazos são diferentes consoante o tipo de equipamento e o PAG do gás fluorado utilizado, por exemplo, mas o primeiro aponta já para 2025. Como é que a AIPOR vê esta mudança? Os técnicos de manutenção estão preparados?</strong></p>
<p>As questões que se colocam sobre o clima são claras na necessidade de reduzir os gases fluorados com efeito de estufa, pelo que a tendência é caminharmos cada vez mais para soluções alternativas mais &#8220;verdes&#8221; capazes de mitigar o efeito do aquecimento global.</p>
<p>No entanto, actualmente, esse caminho implica a utilização de fluidos refrigerantes naturais com características que obrigam a uma actualização de competências no seu manuseamento, quer pela sua toxicidade e elevadas pressões quer pela sua inflamabilidade. Embora o R717 (Amoníaco) já seja utilizado há bastante tempo, o CO2, o R290 e o R32 só começaram a ser utilizados na refrigeração, ar condicionado e bombas de calor, no nosso mercado, há cerca de uma década.</p>
<p>Podemos dizer que a grande maioria dos técnicos de manutenção certificados em <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/2303-aipor-conta-com-mais-de-2000-tecnicos-certificados-manuseamento-gases-fluorados/">manuseamento de fluorados</a> está tecnicamente preparada, pois muitos dos procedimentos são semelhantes. No entanto, a utilização destes novos fluidos implica, obrigatoriamente, uma sensibilização/actualização de conhecimentos para as actividades que envolvam fluidos <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/0606-alfredo-oliveira-nos-refrigerantes-naturais-a-questao-que-se-coloca-e-seguranca-vs-consumos-vs-pegada-ecologica/">refrigerantes naturais, nomeadamente em matéria de segurança</a>.</p>
<p><strong>A nível da manutenção, outro factor que influencia o prazo da proibição está relacionado com a possibilidade de se recuperar ou reciclar os gases fluorados. É uma prática comum e acessível?</strong></p>
<p>Desde que foi conhecida a proibição da <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/3103-parlamento-europeu-gases-fluorados-ehpa-eliminar-mercado-europeu-2050-controversia/">utilização de gases fluorados</a> com PAG igual ou superior a 2500 em equipamentos de refrigeração, a partir de 2020, que esta questão se colocou, pelo que se trata de uma prática comum e acessível, quando comparada com um <em>retrofit</em> ou mesmo com a alteração total da instalação. Além de ser um procedimento bem conhecido pela maior parte das empresas de instaladores, também não há lugar a investimento em novos fluidos refrigerantes. O maior custo é mesmo o &#8220;armazenamento&#8221; do gás fluorado recuperado ou reciclado, por parte do detentor.</p>
<p>É importante esclarecer que a &#8220;reutilização&#8221; do gás fluorado recuperado ou reciclado só pode ser efectuada nos casos dos equipamentos ou da instalação se pertencerem à mesma entidade, ou seja, se a propriedade estiver com o mesmo NIF.</p>
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		<title>Celeste Campinho: “A conjuntura que vivemos configura um verdadeiro pântano”</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/celeste-campinho3008-conjuntura-sector-avac-r-instalacao-configura-verdadeiro-pantano-formacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 09:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AIPOR]]></category>
		<category><![CDATA[Celeste Campinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perante as disrupções nas cadeias de produção e distribuição que estão a afectar o mercado de AVAC-R, e não só, Celeste Campinho, presidente da Associação dos Instaladores de Portugal (AIPOR), defende que é preciso salvaguardar ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/celeste-campinho3008-conjuntura-sector-avac-r-instalacao-configura-verdadeiro-pantano-formacao/">Celeste Campinho: “A conjuntura que vivemos configura um verdadeiro pântano”</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Perante as disrupções nas cadeias de produção e distribuição que estão a afectar o mercado de AVAC-R, e não só, Celeste Campinho, presidente da </span><a href="https://aipor.pt/"><span style="font-weight: 400;">Associação dos Instaladores de Portugal</span></a><span style="font-weight: 400;"> (AIPOR), defende que é preciso salvaguardar a solidez das empresas do país e continuar a apostar na formação dos profissionais do sector.</span></p>
<figure id="attachment_9415" aria-describedby="caption-attachment-9415" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-9415 size-medium" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2020/04/celestecampinho-300x233.png" alt="Celeste Campinho" width="300" height="233" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2020/04/celestecampinho-300x233.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2020/04/celestecampinho.png 450w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-9415" class="wp-caption-text">Celeste Campinho, presidente da AIPOR.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">“A conjuntura que vivemos configura um verdadeiro pântano, pois a imprevisibilidade das circunstâncias é brutal”, refere a presidente da AIPOR à revista </span><em><span style="font-weight: 400;">Edifícios e Energia</span></em><span style="font-weight: 400;">. Para a responsável, duas grandes causas para são a “subida abrupta dos preços das matérias-primas, materiais e equipamentos, bem como a </span><a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/arcondicionado-chillers-2705/"><span style="font-weight: 400;">disrupção das cadeias</span></a><span style="font-weight: 400;"> de produção e distribuição dos produtos </span><a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/hugo-santos-ferreira-141-entrevista/"><span style="font-weight: 400;">necessários à execução das obras</span></a><span style="font-weight: 400;">”, uma situação que já resultava “em larga medida da pandemia” e que, agora, “se agrava e exponencia brutalmente com o conflito entre a Rússia e a Ucrânia”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste momento, que caracteriza como “particularmente difícil” para o tecido empresarial, Celeste Campinho defende a necessidade de “salvaguardar a solidez das empresas do país”, rejeitando um cenário de “aumento descontrolado dos custos operacionais”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A AIPOR já intercedeu junto do Governo no sentido de serem adoptadas medidas capazes de acautelar a competitividade do tecido empresarial do sector”, partilha a presidente, mencionando que ainda não obteve resposta. E exemplifica: “Estamos a falar, por um lado, de medidas que permitam concluir projectos em curso e que permitam a </span><a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/prr-luischedas-thermosite-portugal2207/"><span style="font-weight: 400;">concretização do </span><i><span style="font-weight: 400;">Plano de Recuperação e Resiliência</span></i></a><span style="font-weight: 400;">”; por outro lado, [de] indicações adequadas, emanadas aos donos de obra, para que reconheçam que a conjuntura que vivemos [é complexa] (&#8230;), [sendo] necessária a indicação para aceitação dos pedidos de prorrogação de prazos de execução das empreitadas, sem aplicação de penalizações para as empresas; [e ainda] do direito de uma compensação financeira que permita às empresas executantes fazer face aos custos acrescidos de matéria-prima, materiais e equipamentos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar das vicissitudes, Celeste Campinho reforça que as empresas do sector AVAC-R têm “dado um contributo positivo para a actividade económica e para o emprego”. Reforça ainda que, para continuar a fazê-lo, é preciso ter a noção de que “só através da capacitação do tecido empresarial é que se consegue uma</span><a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/mercado-iberico-arcondicionado-2508/"><span style="font-weight: 400;"> resposta útil para o incremento económico</span></a><span style="font-weight: 400;">”. Nesse sentido, a presidente incide sobre uma questão elementar: a mão-de-obra. </span></p>
<h4><b>Priorizar a capacitação</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">“Identifica-se, na globalidade do sector da construção, a necessidade de 70 a 80 mil trabalhadores, sendo a </span><a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/anfaje-2022-mao-de-obra-qualificada/"><span style="font-weight: 400;">falta de mão-de-obra qualificada</span></a><span style="font-weight: 400;"> apontada por cerca de 80 % das empresas com um dos principais constrangimentos à actividade”, alerta. O que significa este desafio? Para a AIPOR, reflecte que há um trabalho a fazer e que, nesse caminho, é essencial haver “medidas concretas que passam, desde logo, pela reorientação da formação profissional e do próprio sistema de ensino”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É necessário que o sistema de ensino português dê um foco especial ao ensino profissional, aos cursos técnicos superiores profissionais, direccionando-os para as áreas que estão largamente deficitárias; e, por último, é também necessário tirar partido dos centros de formação existentes, dando assim uma resposta efectiva às necessidades do mercado de trabalho”, conclui.</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/celeste-campinho3008-conjuntura-sector-avac-r-instalacao-configura-verdadeiro-pantano-formacao/">Celeste Campinho: “A conjuntura que vivemos configura um verdadeiro pântano”</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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