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	<title>Arquivo de Açores - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 18 Dec 2025 09:54:46 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Açores - Edificios e Energia</title>
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		<title>Geotermia nos Açores: Um exemplo de independência energética</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/geotermia-nos-acores-um-exemplo-de-independencia-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 09:54:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[geotermia]]></category>
		<category><![CDATA[independência energética]]></category>
		<category><![CDATA[potencial geotérmico]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa altura em que a Europa acelera a transição energética, os Açores assumem-se como um caso único no contexto nacional no que toca à geotermia — e um exemplo relevante a nível europeu. O arquipélago tem explorado a energia geotérmica para garantir uma maior independência energética, reduzir emissões e tirar partido dos seus recursos naturais. Situado numa das regiões geológicas mais activas do planeta, o arquipélago tornou-se referência na produção eléctrica a partir do calor do subsolo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/geotermia-nos-acores-um-exemplo-de-independencia-energetica/">Geotermia nos Açores: Um exemplo de independência energética</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=161" target="_blank" rel="noopener">edição nº 161 da Edifícios e Energia</a> (Setembro/Outubro 2025).</em></strong></p>
<p>Numa altura em que a Europa acelera a transição energética, os Açores assumem-se como um caso único no contexto nacional no que toca à geotermia — e um exemplo relevante a nível europeu. O arquipélago tem explorado a energia geotérmica para garantir uma maior independência energética, reduzir emissões e tirar partido dos seus recursos naturais. Situado numa das regiões geológicas mais activas do planeta, o arquipélago tornou-se referência na produção eléctrica a partir do calor do subsolo.</p>
<p>A o contrário do território continental, não existe interligação entre os sistemas eléctricos das nove ilhas dos Açores, essencialmente pela ausência de tecnologias viáveis que o permitam. Cada ilha tem o seu próprio sistema de produção e distribuição, o que obriga à adopção de soluções energéticas adaptadas à escala e características locais. Esta realidade trouxe consigo alguns desafios técnicos e económicos, que também se transformaram em oportunidades. Abrindo espaço à inovação, a geotermia destacou-se como uma resposta de excelência.</p>
<h4><strong>O CONTEXTO ENERGÉTICO DOS AÇORES</strong></h4>
<p>As primeiras experiências e prospecções iniciaram-se na década de 70 do século passado. Desde então, o calor que o subsolo açoriano tem para oferecer ganhou força e o seu potencial tem vindo a ser cada vez mais explorado. Actualmente, contabilizam-se três centrais geotérmicas no arquipélago: a Central Geotérmica do Pico Vermelho, a da Ribeira Grande, ambas em São Miguel, e a Central Geotérmica do Pico Alto, localizada na ilha Terceira.</p>
<p>Em entrevista à Edifícios e Energia, Paulo André, presidente do conselho de administração da EDA Renováveis, a entidade responsável pela produção de energia eléctrica a partir de fontes renováveis nos Açores, explicou que, por enquanto, “a EDA Renováveis não tem planos para a instalação em outras ilhas, uma vez que a dimensão dos restantes sistemas eléctricos destas ilhas, que são isolados entre si, não tornam economicamente viável estes investimentos”.</p>
<p>A ilha de São Miguel, a maior dos Açores, é também aquela onde a geotermia tem maior expressão &#8211; em 2024, a energia geotérmica foi responsável por 35,6% da produção de electricidade na ilha. A Central Geotérmica do Pico Vermelho, actualmente, tem 11 MW (Megawatt) de potência instalada. Já a Central Geotérmica da Ribeira Grande tem 8 MW de potência instalada.</p>
<p>Paulo André conta que é esperado que estas potências venham a ser aumentadas em 2026: “Estamos, no momento, com projectos de ampliação nas centrais da ilha de São Miguel e esperamos, em 2026, ter um aumento de potência instalada de mais 12 MW no Pico Vermelho e mais 5 MW na Ribeira Grande”.</p>
<p>Já na ilha Terceira, a segunda maior ilha do arquipélago, a Central do Pico Alto tem uma potência instalada de 3 MW, correspondendo a 3,7% da produção de electricidade nesta ilha. Ainda assim, o potencial é promissor, com a EDA Renováveis a pretender expandir a potência desta central. Neste sentido, estão em curso estudos de prospecção que, explica Paulo André, ainda não foram concluídos e, por isso, ainda não são conhecidas conclusões sobre este processo.</p>
<p>Quanto às restantes ilhas, o cenário é mais limitado. A escala reduzida do consumo energético torna os investimentos em geotermia pouco viáveis neste momento. No entanto, “prevê-se prospecção geotérmica com aprofundamento de estudos geofísicos na ilha do Faial”, diz o presidente da administração da EDA Renováveis.</p>
<h4><strong>UM POTENCIAL EM CRESCIMENTO</strong></h4>
<p>Apesar do enorme potencial térmico do subsolo açoriano, as centrais geotérmicas são, actualmente, usadas apenas para produção de energia eléctrica. Ainda assim, Paulo André assegura que têm sido desenvolvidos estudos no sentido de potenciar a utilização do calor, por exemplo, no sector da agroindústria. “Apesar do potencial identificado, a necessidade de uma extensa rede de tubagens para o transporte do fluido geotérmico desde os poços até ao ponto de utilização e o seu retorno para reinjeção tem inviabilizado, até ao momento, a obtenção de rentabilidade económica”, elabora o responsável.</p>
<p>Acrescenta que alguns estudos-piloto exploram a utilização do calor geotérmico para o aquecimento de habitações, mas, com o clima temperado dos Açores, “estas soluções não têm sido implementadas”. E, embora o aproveitamento do calor geotérmico revele algum potencial em determinadas aplicações, “a reduzida escala das mesmas tem limitado a sua concretização prática”.</p>
<h4><strong>ENTRE RISCOS E BENEFÍCIOS</strong></h4>
<p>Embora exista um elevado potencial de geotermia nos Açores, a exploração deste recurso natural envolve riscos consideráveis, sobretudo do ponto de vista económico, como explica Paulo André: “Os riscos são sobretudo financeiros, uma vez que são investimentos avultados e só após o investimento inicial nos poços geotérmicos é que é possível perceber a viabilidade dos projectos”.</p>
<p>Para mitigar esses riscos, a EDA Renováveis tem recorrido ao apoio de fundos comunitários “para apoiar o estabelecimento dos investimentos e os actuais projectos em curso estão a ser financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)”.</p>
<p>Existe uma outra questão frequentemente associada à exploração da energia geotérmica: o risco sísmico. O arquipélago dos Açores está localizado na confluência de três grandes placas tectónicas e a extracção de vapor e água do interior da Terra provoca uma pressão. Num processo de libertação da pressão, podem registar-se micro-sismos. Contudo, é feita uma monitorização sísmica das explorações para detectar e avaliar o risco de micro-sismicidade.</p>
<p>Apesar dos desafios, os benefícios associados à geotermia são amplamente reconhecidos e estratégicos para o futuro do arquipélago. &#8220;Os benefícios são sobretudo o reforço da independência energética da região, a redução das emissões de carbono para a atmosfera e a contribuição para a segurança do abastecimento, fruto de ser uma fonte renovável estável e previsível”, elucida o responsável.</p>
<p>Ao contrário de outras fontes renováveis, como o vento ou o sol, cuja produção depende das condições meteorológicas, a geotermia apresenta uma estabilidade rara, com produção contínua ao longo das 24 horas do dia. Esta característica contribui para a fiabilidade da rede eléctrica insular, especialmente num território que é disperso e onde não existem interligações entre as ilhas.</p>
<p>Com os olhos postos no futuro, Paulo André assegura que a EDA Renováveis “continua a realizar diversas campanhas exploratórias que incidem sobre os recursos geotérmicos disponíveis, com vista à maximização da sua utilização”. Sendo uma fonte endógena e limpa, a geotermia é assim encarada como uma solução estratégica de longo prazo para a resiliência e independência energética dos Açores.</p>
<p>Fotografia de destaque: © EDA Renováveis</p><p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/geotermia-nos-acores-um-exemplo-de-independencia-energetica/">Geotermia nos Açores: Um exemplo de independência energética</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Segmento Urbano conquista prémio no World Architecture Festival</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/segmento-urbano-conquista-premio-no-world-architecture-festival/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 09:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[“Echoes of the Void”]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Ageing and Health”]]></category>
		<category><![CDATA[atelier Segmento Urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Furnas - São Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[inovação formal]]></category>
		<category><![CDATA[prémio]]></category>
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		<category><![CDATA[sensibilidade poética]]></category>
		<category><![CDATA[WAFX 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição de 2025 do World Architecture Festival (WAF), que este ano se realiza em Miami, distinguiu o Atelier Segmento Urbano com o projeto “Echoes of the Void”, com o prémio WAFX 2025, na categoria “Ageing and Health”.  ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/segmento-urbano-conquista-premio-no-world-architecture-festival/">Segmento Urbano conquista prémio no World Architecture Festival</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a4c574e959788109ce38cac8aa3cf382 wp-block-paragraph" style="font-size:12px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"><strong>“Echoes of the Void”, destacou-se entre os mais importantes projetos de arquitetura do mundo</strong><br></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-20f84904814d4a4f877be6c6c12382c0 wp-block-paragraph"><br>A edição de 2025 do <strong><a href="https://worldarchitecturefestival.com/worldarchitecturefestival2025/en/page/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">World Architecture Festival (WAF)</a></strong>, que este ano se realiza em Miami, distinguiu o <strong><a href="https://www.segmentourbano.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Atelier Segmento Urbano</a></strong> com o projeto <strong><em>“Echoes of the Void”</em></strong>, com o prémio <strong>WAFX 2025</strong>, na categoria <em><strong>“Ageing and Health”</strong></em>. O júri do festival que anualmente distingue os projetos mais visionários da arquitetura contemporânea anunciou os primeiros 28 premiados.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-864357b67ed5a8f8998bbe85b9d4ba5f wp-block-paragraph"><strong><em>“Echoes of the Void”</em></strong> é um projeto concebido para o contexto singular das Furnas, na ilha de São Miguel, nos Açores. Integrado entre a floresta densa e a paisagem lacustre, o edifício propõe um espaço de acolhimento e contemplação destinado a pessoas em fim de vida. Não se trata de um centro clínico convencional, mas de um lugar que permite o silêncio, a pausa e a intimidade com o tempo e com a paisagem.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ac00cf961d1ea846fe5a532228b76c6 wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="340" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/SegmentoUrbano2.png" alt="" class="wp-image-32254" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/SegmentoUrbano2.png 640w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/SegmentoUrbano2-300x159.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/SegmentoUrbano2-610x324.png 610w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-f4f20d8ca0123db16bd3f3e2227c7ae3 wp-block-paragraph">A arquitetura do espaço inspira-se nas cinco fases do luto — negação, raiva, negociação, depressão e aceitação — desenhando um percurso onde a luz natural, as sombras, os planos verticais e os intervalos de vazio conduzem a experiência espacial e emocional. O projeto explora a delicadeza do interstício como espaço de presença e escuta, onde o que não é dito ganha forma através da matéria e da ausência dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="640" height="340" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/SegmentoUrbano3.png" alt="" class="wp-image-32255" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/SegmentoUrbano3.png 640w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/SegmentoUrbano3-300x159.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/SegmentoUrbano3-610x324.png 610w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-29758f059b663d7ce87b3276c389aa04 wp-block-paragraph">Para Maria João Correia, arquiteta e fundadora do <strong>Atelier Segmento Urbano</strong>, <em>“esta conquista representa a afirmação da capacidade criativa da arquitetura nacional, para além dos vultos consagrados de Siza ou Souto Moura. O World Architecture Festival é reconhecido por destacar propostas visionárias e inovadoras, e esta distinção reforça o potencial de exportação da arquitetura nacional, num momento em que a procura por soluções mais humanas, sustentáveis e contextuais ganha força no mercado imobiliário internacional”.</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-502877c914982cf54aaaab977d52fa72 wp-block-paragraph">Para a mesma responsável, <em>“este prémio tem um sabor ainda mais especial, uma vez que o mesmo confere visibilidade ao nosso posicionamento enquanto atelier atento às questões contemporâneas da arquitetura e capaz de propor soluções que cruzam inovação formal, sensibilidade poética e responsabilidade social”</em>.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-c07eb39323055b354de8f25c2caf0d83 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/segmento-urbano-conquista-premio-no-world-architecture-festival/">Segmento Urbano conquista prémio no World Architecture Festival</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>SunEnergy instala 1.700 painéis solares na Cimentaçor, empresa do Grupo Cimpor nos Açores</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/sunenergy-instala-1-700-paineis-solares-na-cimentacor-empresa-do-grupo-cimpor-nos-acores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 10:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[autoconsumo]]></category>
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		<category><![CDATA[sunenergy]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A SunEnergy, especialista em soluções de produção de energia elétrica a partir do sol, acaba de concluir um projeto na ilha de São Miguel, nos Açores, na empresa Cimentaçor, empresa do Grupo Cimpor. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/sunenergy-instala-1-700-paineis-solares-na-cimentacor-empresa-do-grupo-cimpor-nos-acores/">SunEnergy instala 1.700 painéis solares na Cimentaçor, empresa do Grupo Cimpor nos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<section class="elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-daaf713 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="daaf713" data-element_type="section" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}"></section>
<p class="x_MsoNormal">A <a href="https://www.sunenergy.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>SunEnergy</strong></a>, especialista em soluções de produção de energia elétrica a partir do sol, acaba de concluir um projeto na ilha de São Miguel, nos Açores, na empresa <strong>Cimentaçor</strong>, empresa do <a href="https://www.sunenergy.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Grupo Cimpor</strong></a>.</p>
<p class="x_MsoNormal">Este é um dos maiores projetos de autoconsumo realizados nos Açores, ao contemplar a instalação de 1.700 painéis solares fotovoltaicos de 550W.</p>
<p class="x_MsoNormal">O projeto de 935 kW de potência vai permitir à  <strong>Cimentaçor</strong>  uma redução significativa  do valor do seu consumo energético, de aproximadamente  200 mil euros por ano. Além disso, o projeto traz também uma importante poupança nas emissões de CO<sub>2</sub>, estimando-se  uma  diminuição na ordem das  200 toneladas/ano.</p>
<p class="x_MsoNormal"><em>“A sustentabilidade ambiental é uma prioridade para a Cimpor. Estamos conscientes do nosso impacto como indústria com um consumo energético elevado e regular e, por isso, a instalação de painéis solares para o autoconsumo é um passo natural a dar no sentido de reforçar a preocupação da marca com a economia circular”</em>, afirma Sandro Conceição – Diretor de Coprocessamento e Ambiente da <strong>Cimpor</strong>.</p>
<p class="x_MsoNormal">Para Paulino Oliveira, CTO da SunEnergy, <em>“as empresas continuam a apostar fortemente na transição energética, sobretudo, ao nível da energia fotovoltaica, não só para reforçarem os seus compromissos de sustentabilidade, mas também porque permite uma grande poupança anual de energia. Mais uma vez, a SunEnergy está ao lado dessas empresas, independentemente do seu setor e da sua localização geográfica. Queremos continuar a apostar em projetos de referência no panorama nacional de autoconsumo e ajudar as empresas a serem mais sustentáveis”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal" style="text-align: center;"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.</strong></em><br />
<em><strong>Fonte: Press Release</strong></em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/sunenergy-instala-1-700-paineis-solares-na-cimentacor-empresa-do-grupo-cimpor-nos-acores/">SunEnergy instala 1.700 painéis solares na Cimentaçor, empresa do Grupo Cimpor nos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Construir uma CER nos Açores: a partilha de energia chegou ao meio do Atlântico</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/construir-uma-cer-nos-acores-a-partilha-de-energia-chegou-ao-meio-do-atlantico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Margarida Fialho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 08:15:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade de energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[painéis solares fotovoltaicos]]></category>
		<category><![CDATA[partilha de energia]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação energética]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Cleanwatts, a câmara municipal da Ribeira Grande e a Kinergy unem esforços para criar a primeira comunidade de energia renovável (CER) nos Açores. Soluções que permitem a partilha de energia, o combate à pobreza energética e a diminuição da factura de electricidade no final do mês para empresas e açorianos. Este é um projecto inovador e inédito na região dos Açores.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/construir-uma-cer-nos-acores-a-partilha-de-energia-chegou-ao-meio-do-atlantico/">Construir uma CER nos Açores: a partilha de energia chegou ao meio do Atlântico</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=152" target="_blank" rel="noopener">edição nº 152 da Edifícios e Energia</a> (Março/Abril 2024).</em></p>
<p><strong>A Cleanwatts, a câmara municipal da Ribeira Grande e a Kinergy unem esforços para criar a primeira comunidade de energia renovável (CER) nos Açores. Soluções que permitem a partilha de energia, o combate à pobreza energética e a diminuição da factura de electricidade no final do mês para empresas e açorianos. Este é um projecto inovador e inédito na região dos Açores. </strong></p>
<p><span data-contrast="none">Após algumas implementações e experiências em Portugal Continental, a empresa Cleanwatts vira agora as suas atenções para o arquipélago dos Açores. A Ribeira Grande vai ser a primeira cidade das nove ilhas a ter uma comunidade de energia renovável. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A parceria entre a Cleanwatts e a câmara municipal da Ribeira Grande, em São Miguel, vai conseguir maximizar a eficiência da comunidade de energia, gerar poupanças adicionais, desbloquear novas formas de gerar receita e posicionar esta comunidade no caminho para o <em>net zero</em>, isto é, reduzir as emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera. A Kinergy, uma empresa açoriana, vai ajudar na implementação. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A Cleanwatts permite, assim, com a criação de CER, trazer “benefícios económicos, sociais e ambientais tanto para os clientes âncora (produtores de energia), como para os membros das comunidades (consumidores)”. A criação da primeira CER em Portugal teve a sua sede em Miranda do Douro, em Agosto de 2021. Actualmente, a empresa conta com mais de 230 CER espalhadas por todo o mundo, o que envolve mais de 1 500 membros de comunidades. Com isto, já foram evitadas mais de 18 toneladas de emissões de dióxido de carbono para a atmosfera.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A empresa portuguesa quer que todos tenham a possibilidade de participar na transição energética, construindo um futuro mais verde e sustentável. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="none">O QUE VAI ACONTECER NA RIBEIRA GRANDE?</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="none">Alexandre Gaudêncio, presidente da câmara da Ribeira Grande, explica que já foram investidos no município cerca de 500 mil euros em painéis solares fotovoltaicos em edifícios municipais. Este projecto foi concretizado em 2023 e todos os painéis já se encontram em funcionamento. O objectivo deste investimento foi reduzir a factura de autoconsumo desses edifícios públicos, que “foram identificados como aqueles que gastavam mais no município”, logo, houve uma maior urgência em encontrar soluções para esses imóveis.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">As horas de sol diárias entre o continente e uma ilha no meio do Atlântico são diferentes. Alexandre Gaudêncio revela que, normalmente, São Miguel recebe mais de 12 horas diárias de sol a partir dos meses de Março/Abril, tendo “uma exposição solar bastante abrangente” e ideal para trabalhar com estas tecnologias. “De acordo com os cálculos que temos, prevemos uma redução que pode ir desde os 30 % [até] aos 40 % na nossa facturação energética”, acrescenta. É, assim, essencial aproveitar o máximo de energia que é possível retirar do meio ambiente, porque isso não só ajudará a reduzir as despesas das empresas, como também as das famílias açorianas que venham a fazer parte desta CER.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A comunidade vai ser então criada a partir da capacidade fotovoltaica que já existe e que foi financiada em 85 % pelo programa Açores 2020. Logo, não existirá nenhum investimento adicional por parte do município. “Uma das vantagens é que vamos reaproveitar um investimento que já estava realizado”, refere Alexandre Gaudêncio. Este foi já um passo dado na direcção da transição energética, que agora se torna mais completo.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Existe já um programa de incentivo à instalação de painéis solares fotovoltaicos na região: o Solenerge. Este permite que as famílias adquiram estes painéis com a garantia de poderem ter até 100 % de financiamento. Alexandre Gaudêncio garante que já são mais de mil as candidaturas a este apoio. “Isto denota uma sensibilidade dos açorianos em [relação a] aderirem a energias mais amigas do ambiente.”</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Numa CER existe uma produção, uma partilha e um consumo colectivo de uma energia limpa, acontecendo entre edifícios públicos e residenciais. Na Ribeira Grande, na sequência do investimento já realizado pela autarquia, os edifícios públicos com painéis solares fotovoltaicos irão partilhar a energia que produzirem em excesso (energia produzida, mas não consumida localmente) com as casas de 30 famílias. Estas famílias têm de estar nas proximidades dos edifícios públicos para poderem fazer parte desta comunidade. Todas as famílias que estiverem num raio de três a quatro quilómetros dos imóveis podem candidatar-se ao projecto, no entanto, será dada prioridade às famílias mais carenciadas, de forma a “aliviar o orçamento familiar, no que diz respeito a uma factura de energia”, explica Alexandre Gaudêncio. Assim, estas darão o primeiro passo no combate à pobreza energética, começando a beneficiar de energia mais verde e obtida de forma sustentável.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Como a energia é recebida através de painéis solares fotovoltaicos instalados nos edifícios municipais, aos fins-de-semana e feriados toda a energia é remetida para a comunidade. Além disso, as próprias baterias destes painéis permitem o armazenamento de energia para que nada seja desperdiçado. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="none">AVISTA-SE UM FUTURO AINDA MAIS VERDE NA ILHA </span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="none">O presidente da câmara da Ribeira Grande destaca ainda o potencial de, no futuro, existir uma partilha de energia dentro da comunidade de energia que passe de ser apenas entre edifícios públicos para incluir também edifícios residenciais: “à medida que as casas que estão ao lado dos nossos imóveis municipais forem colocando painéis solares fotovoltaicos, podemos congregar esforços e aquilo que for ‘desperdiçado’ pode ser aproveitado na própria comunidade.” </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Além disto, Alexandre Gaudêncio destaca também o objectivo futuro de expandir o investimento realizado para o resto do concelho, incluindo o parque industrial municipal, que agrega as oficinas da autarquia e que poderá também fazer parte da CER, sendo este um espaço “âncora”, que irá permitir a distribuição de energia não utilizada para outros membros da comunidade industrial que se encontrem nas proximidades, à semelhança do projecto realizado com os edifícios municipais. Isto poderá também incentivar a que essas indústrias instalem estas soluções e a que haja uma “repartição do investimento” cada vez maior, assim como do retorno que isto irá trazer a essas empresas. Para o presidente da câmara da Ribeira Grande, a inovação e a implementação de soluções mais sustentáveis tornará também o concelho mais atractivo para sediar novas empresas.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">As tecnologias utilizadas na Ribeira Grande são, então, o mote para aquilo que pode vir também a replicar-se no resto da região. As alterações climáticas são um problema mundial e que deve ser combatido. As ilhas estão ainda mais vulneráveis e Alexandre Gaudêncio diz já notar algumas diferenças no clima e nos seus fenómenos associados. Assim, considera importante passar a mensagem aos açorianos de que este tipo de investimento é a pensar no futuro do concelho e até da própria região. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A CER irá trazer benefícios para todos, sejam empresas ou edifícios residenciais, tanto em relação ao combate à pobreza energética, diminuindo o valor da factura de energia no final do mês, como em relação ao contributo para a diminuição do desperdício de energia e para a redução das emissões de dióxido de carbono para a atmosfera. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:191}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Espera-se que entre Abril e Maio deste ano o projecto passe à fase seguinte, já com as 30 famílias seleccionadas e prontas para receberem as vantagens desta comunidade de energia.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Vai nascer a primeira Comunidade de Energia Renovável nos Açores</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/vai-nascer-a-primeira-comunidade-de-energia-renovavel-nos-acores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 09:41:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[cer]]></category>
		<category><![CDATA[Cleanwatts]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade de energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[ribeira grande]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 30 famílias vão ter acesso a energia partilhada com uma tarifa reduzida. Esta é uma parceria entre a Cleanwatts e a Câmara Municipal da Ribeira Grande.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Vai nascer a primeira Comunidade de Energia Renovável (CER) nos Açores. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Câmara Municipal da Ribeira Grande, em São Miguel, e a Cleanwatts. A empresa açoriana Kinergy vai ajudar na implementação.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">No local há uma vantagem: será possível aproveitar “investimentos que já tenham sido feitos pela autarquia, não implicando investimento do município, mas apenas a valorização de recursos já existentes e a partilha dos seus benefícios pela comunidade”, revela a Cleanwatts em comunicado.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A comunidade será criada a partir da capacidade fotovoltaica que já existe, e que foi financiada em 85% pelo programa Açores 2020. O objectivo é aumentar a eficiência energética dos edifícios públicos e reduzir a factura energética. Além das novas mais-valias, será rentabilizado o investimento prévio uma vez que a energia produzida localmente e não consumida poderá ser distribuída pelos membros da CER que estejam nas proximidades. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O próximo passo é identificar cerca de 30 famílias que serão incluídas no projecto para que possam beneficiar da energia partilhada e limpa, a um preço reduzido.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Além de diminuir os valores da factura daqueles que aderirem à comunidade, Alexandre Gaudêncio, presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, quer atingir outra meta: “Implementar o mesmo modelo em zonas industriais, como forma de atrair novas empresas para o concelho”.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Com este projecto, a Cleanwatts chega aos Açores, depois de ser já uma empresa experiente em Portugal continental. O foco da climate tech é melhorar a relação da sociedade com a energia, sobretudo localmente. </span></p>
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		<title>Um dos mais inovadores sistemas de baterias em redes isoladas da Europa entra em operação nos Açores</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/1603-sistemas-baterias-inovadores-redes-isoladas-europa-operacao-acores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 09:05:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[EDA]]></category>
		<category><![CDATA[Fluence]]></category>
		<category><![CDATA[renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[siemens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A EDA – Electricidade dos Açores inaugurou esta segunda-feira, 13 de março, um inovador sistema de armazenamento de energia por baterias na ilha Terceira que representa um passo significativo na integração de mais energias renováveis nos Açores, contribuindo ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.eda.pt/">EDA – Electricidade dos Açores</a> inaugurou esta segunda-feira, 13 de março, um inovador sistema de armazenamento de energia por baterias na ilha Terceira que representa um passo significativo na integração de <a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/1210-andreia-carreiro-entrevista-mulher-na-energia-premios-europeus-energia-sustentavel-transicao-energetica-licenciamentos/">mais energias renováveis</a> nos Açores, contribuindo para o reforço da autonomia energética. Esta nova infraestrutura tem uma potência instalada de 15 MW, distribuída por seis inversores, e uma capacidade de armazenamento de 10,5 MWh (@EOF, End Of Live, isto é, no fim de vida útil).</p>
<p>Este projeto, concebido e implementado pela EDA, foi desenhado e construído pelo consórcio formado pela Siemens Portugal e pela Fluence e contou com a colaboração da EDP, como consultora principal de engenharia, e de outras entidades, como a Norma Açores, a EDP Labelec e a DIgSILENT Ibérica.</p>
<p>A inauguração, presidida pelo líder do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, e acompanhada por várias entidades regionais, nacionais e europeias representa, assim, a entrada em operação de um novo paradigma de gestão das redes elétricas no arquipélago açoriano.</p>
<p>Este novo sistema inclui um sofisticado software de gestão de micro-redes desenvolvido pela Siemens, e instalado na Terceira pela primeira vez em Portugal, que permite monitorizar em tempo real todo o sistema elétrico da ilha e fazer <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/investigadora-matematica-premio2511/">estimativas mais aproximadas da produção</a> e do consumo de energia para vários dias e horas, com base em previsões meteorológicas e dados históricos. Isto permitirá maximizar a <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eurostat-consumo-energia-renovavel-abaixo-objectivo/">integração de energias renováveis</a>, em especial a eólica, a geotérmica e, futuramente, a solar, mantendo níveis elevados de qualidade, fiabilidade e continuidade no abastecimento elétrico da ilha.</p>
<p>&#8220;Este projeto é um passo importante para o futuro sustentável da ilha Terceira e dos Açores&#8221;, afirma Nuno Pimentel, presidente do conselho de administração da EDA. &#8220;O projeto permite-nos mitigar a instabilidade causada pela flutuação dos recursos renováveis intermitentes, como a energia eólica, e pode substituir [a] reserva girante diesel necessária para lidar com os desafios de garantir a estabilidade da rede elétrica, bem como os requisitos de qualidade da energia de um sistema isolado, como o nosso&#8221;.</p>
<h4>Mais renováveis, maior sustentabilidade</h4>
<p>A nova infraestrutura formada por baterias, aliada ao inovador sistema de gestão e monitorização das fontes de produção e do consumo de energia, soma um conjunto de vantagens que contribuem para tornar a ilha Terceira mais sustentável. Em primeiro lugar, reduz a necessidade de utilização de grupos geradores térmicos e, em consequência, diminui o consumo de combustíveis fósseis importados – no total, estima-se uma redução de 1.152 toneladas de fuelóleo por ano, bem como da emissão de gases com efeito de estufa para a atmosfera em menos 3.636 toneladas de CO<sub>2</sub> por ano.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-21335  alignleft" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/03/Sistema-de-Armazenamento-de-Energia-da-ilha-Terceira_1-scaled.jpg" alt="" width="486" height="324" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/03/Sistema-de-Armazenamento-de-Energia-da-ilha-Terceira_1-scaled.jpg 1200w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/03/Sistema-de-Armazenamento-de-Energia-da-ilha-Terceira_1-300x200.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/03/Sistema-de-Armazenamento-de-Energia-da-ilha-Terceira_1-1024x683.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/03/Sistema-de-Armazenamento-de-Energia-da-ilha-Terceira_1-768x512.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/03/Sistema-de-Armazenamento-de-Energia-da-ilha-Terceira_1-1536x1024.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/03/Sistema-de-Armazenamento-de-Energia-da-ilha-Terceira_1-610x407.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/03/Sistema-de-Armazenamento-de-Energia-da-ilha-Terceira_1-1080x720.jpg 1080w" sizes="(max-width: 486px) 100vw, 486px" /></p>
<p>Outra vantagem passa por reforçar a quota de produção de energia elétrica a partir de recursos renováveis e endógenos da ilha para mais de 50 %, após a conclusão dos novos investimentos em curso e previstos para aproveitamento destas fontes de energia. Por fim, melhora a resiliência do sistema elétrico, ao conferir aos sistemas eletroprodutores uma maior flexibilidade e rapidez de atuação, contribuindo para a estabilidade do sistema e, como tal, para a fiabilidade de fornecimento de energia elétrica ao cliente final.</p>
<p>“A tecnologia é a resposta para os desafios mais prementes da atualidade. E este projeto é um claro exemplo disso. Com as soluções inovadoras que, juntamente com a Fluence, desenvolvemos e instalámos na ilha Terceira, demos um contributo muito relevante para a jornada da EDA rumo a uma maior <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/matrycs-1912/">digitalização</a> e sustentabilidade. Não é exagero dizer que o que alcançámos juntos na Terceira é um reflexo do que queremos para o mundo: um <em>mix</em> energético mais sustentável e uma maior capacidade de fazer face a eventuais <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/aquecimento-arrefecimento-0803/">crises</a> que possam afetar este setor, vital para a vida de todos nós&#8221;, disse Fernando Silva, presidente executivo da Siemens Portugal e responsável pela unidade de negócio Smart Infrastructure da Siemens.</p>
<p>“A EDP está fortemente empenhada na construção de um novo paradigma energético, no qual os sistemas de <a href="https://edificioseenergia.pt/?s=armazenamento">armazenamento</a> são já um elemento-chave. É nesse sentido, e enquanto um dos principais promotores de energias renováveis à escala global, que temos vindo a apostar na inovação, na tecnologia e no desenvolvimento de novas soluções – não apenas com o objetivo de crescer e de chegar a 2030 com produção 100 % verde, mas também com a ambição de contribuir para que outros projetos e empresas façam parte deste importante <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/evento-academia-energia-edicao-portuguesa-transicao-energetica-clean-energy-for-eu-island-secretariat/">caminho da transição energética</a>”, afirma Ana Paula Marques, administradora executiva da EDP e presidente da EDP Produção. “Foi, por isso, com enorme orgulho que colaborámos no desenvolvimento deste projeto da EDA, convictos de que o seu carácter inovador e sustentável o torna num caso exemplar a nível mundial.”</p>
<p>O investimento neste novo projeto ascendeu aos 14 milhões de euros, cofinanciado em 85 % pelo <em>Programa Operacional dos Açores 2020</em>, através do FEDER &#8211; Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional. O projeto é marcante do ponto de vista tecnológico nos Açores, em Portugal e mesmo a nível europeu, pela dimensão da capacidade instalada e pelas tecnologias inovadoras que incorpora e que reforçam a liderança global de Portugal na inovação e na transição energética. Projetos desta natureza serão imprescindíveis para assegurar a integração estável nas redes elétricas de quotas cada vez mais elevadas de fontes intermitentes, como é o caso das energias renováveis, como a eólica e a solar.</p>
<p>A EDA tem no seu plano de investimentos a implementação de projetos desta natureza, envolvendo sistemas de armazenamento de energia com baterias e de gestão de energia, nas restantes sete ilhas da Região, para além das ilhas Graciosa e Terceira. A implementação do projeto na ilha de São Miguel, que também é apoiado pelo<em> Programa Operacional dos Açores 2020</em>, está em curso desde o final de 2021 e deverá ficar concluído até final de 2023. A execução dos projetos para as restantes seis ilhas, previstos no âmbito do <em>Plano de Recuperação e Resiliência</em> (PRR), irá arrancar em 2023 e 2024, estando prevista a sua conclusão até final de 2025.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade da empresa/entidade em causa. </em></strong><br /><strong>FONTE: <em>Press Release</em></strong></p>
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<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/1603-sistemas-baterias-inovadores-redes-isoladas-europa-operacao-acores/">Um dos mais inovadores sistemas de baterias em redes isoladas da Europa entra em operação nos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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