Chandra Sekhar: “A QAI não se deve dissociar da energia”

Chandra Sekhar esteve em Portugal para as Jornadas de Climatização e Refrigeração, onde defendeu uma abordagem integrada à qualidade do ar interior (QAI) entre os sistemas de ventilação e os espaços ocupados que servem, baseada numa monitorização contínua. O professor da Universidade Nacional de Singapura trouxe a sua experiência internacional até Lisboa para  demonstrar o impacto de diferentes estratégias, incluindo uma solução capaz de reduzir significativamente a concentração de partículas finas no interior de um edifício durante um episódio de poluição atmosférica.

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Aliança para a Transição Energética prevê 134 milhões de euros em vendas até 2028

A Agenda para a Transição Energética (ATE) fechou com um balanço de 68 activos de exploração, entre produtos, serviços, processos, protótipos e pilotos, a que associa um impacto económico estimado em 134 milhões de euros em vendas e 96 milhões de euros em exportações até 2028. Os resultados foram apresentados esta semana, no Porto, no encontro “Da Estratégia ao Legado”, que assinalou o encerramento da agenda. …

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LOCATEE: cruzar dados para descobrir em que habitações se esconde a pobreza energética

E se fosse possível saber em que edifícios se concentra a pobreza energética? É esse o desafio a que o projecto europeu Locatee procura responder. O consórcio europeu está a desenvolver uma nova ferramenta que cruza dados estatísticos, certificados energéticos e outras informações administrativas para identificar, à escala do edifício, onde se concentram os agregados famíliares mais vulneráveis à pobreza energética. Torres Vedras é o piloto português de uma investigação que pretende apoiar os municípios a definir prioridades de reabilitação e a integrar esta problemática nas políticas locais.

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Descarbonizar os edifícios nas cidades: A estratégia de Guimarães para atingir a neutralidade carbónica

A descarbonização deixou de ser apenas uma expressão associada às políticas ambientais para se tornar num dos maiores desafios económicos, sociais e urbanos deste século. Enquanto a generalidade dos países europeus aponta para a neutralidade carbónica em 2050, Guimarães decidiu antecipar a meta em duas décadas. A cidade quer tornar-se climaticamente neutra até 2030 ao transformar um objectivo que muitos ainda encaram como uma ambição distante num
compromisso político de execução a curto prazo. A renovação dos edifícios surge no topo das prioridades.

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Qualidade do ar e a EPBD: “Não é nada realmente de novo, vai ser mais do mesmo”

“Na regulamentação nacional já há obrigação de garantia de boa qualidade do ar em projeto, mas isto não passa de uma declaração de intenções pois, durante a operação do edifício, não há depois nenhuma verificação. Os mais responsáveis fazem a sua manutenção e o seu comissionamento de forma voluntária, e os edifícios funcionam bem, enquanto os outros, a maioria, tentam reduzir custos, poupam na manutenção e, se houver algum problema, paciência, resolve-se depois.”

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Como a ACV pode ligar os passaportes de materiais e os passaportes de renovação, promovendo a circularidade no edificado

O Passaporte de Renovação e o Passaporte de Materiais, em teoria, deveriam complementar-se. Mas, na prática, falam línguas diferentes. O primeiro considera, sobretudo, o consumo de energia e a melhoria do desempenho energético. O segundo olha para os componentes do edifício, para a sua composição e para o seu potencial de reutilização ou reciclagem. Nenhum deles responde, por si só, à pergunta que deveria estar no centro de qualquer decisão de reabilitação responsável: qual é o impacte ambiental real desta intervenção, considerando não apenas a energia que se vai poupar, mas também os novos materiais que será necessário introduzir?

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