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	<title>Alexandra Costa, autor em Edificios e Energia</title>
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	<link>https://edificioseenergia.pt/author/alexandra-costa/</link>
	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 28 May 2021 09:40:42 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Alexandra Costa, autor em Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>CBRE cria área de sustentabilidade</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/cbre-sustentabilidade-2805/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2021 09:38:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A necessidade demonstrada por clientes, investidores e ocupantes levou a CBRE, consultora na prestação de serviços para o sector imobiliário, a criar uma área de sustentabilidade, integrada na área de Consultoria Estratégica. Segundo a empresa, este é um tema ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A necessidade demonstrada por clientes, investidores e ocupantes levou a CBRE, consultora na prestação de serviços para o sector imobiliário, a criar uma área de sustentabilidade, integrada na área de Consultoria Estratégica. Segundo a empresa, que anunciou a novidade esta semana, este é um tema que se tornou “uma prioridade incontornável para todos os <em>players</em> relevantes do sector imobiliário”.</p>
<p>A nova área vai estar a cargo de Bernardo Freitas, que, até aqui, ocupava o cargo de director técnico para <em>Property Management</em> na CBRE. Com esta novidade, a CBRE vai passar a disponibilizar serviços como Estratégia ESG (<em>Environmental, Social &amp; Governance</em>); Estratégia NZC (<em>Net Zero Carbon</em>); Mobilidade Sustentável; <em>Due Diligences</em> de Sustentabilidade (SDD); Certificações (BREEAM, LEED, WELL); e Eficiência Energética e Renováveis.</p>
<p>“A sustentabilidade é uma componente fundamental no posicionamento da CBRE, pelo que pretendemos agora ser pioneiros e trabalhar a sustentabilidade em todos os sectores e áreas de negócio, assim como em todas as fases dos projetos imobiliários dos nossos clientes, avançou o gestor.</p>
<p>Francisco Horta e Costa, director-geral da <a href="https://www.cbre.pt/" target="_blank" rel="noopener">CBRE Portugal</a>, referiu que a sustentabilidade é um domínio que tem cada vez mais impacto na tomada de decisão, e acrescentou que “a criação desta área sustenta e reforça o que já estava a ser colocado em prática&#8221;, permitindo à CBRE alargar e melhorar as suas estratégias neste âmbito.</p>
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		<title>Entidades propõem melhorias à Estratégia de Combate à Pobreza Energética</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/pobreza-energetica-consulta-proposta-2705/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 May 2021 10:31:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mA consulta pública da Estratégia Nacional de Longo Prazo para o Combate à Pobreza Energética 2021-2050 terminou no passado dia 17 de Maio. Durante a mesma, o CENSE-FCT/NOVA, a Coopérnico, a DECO, o OBSERVA/ICS-ULisboa, Lisboa E-Nova ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A consulta pública da <a href="https://participa.pt/contents/consultationdocument/Estrate%CC%81gia%20Nacional%20de%20Longo%20Prazo%20para%20o%20Combate%20a%CC%80%20Pobreza%20Energe%CC%81tica_VConsultaPu%CC%81b_2852.pdf">Estratégia Nacional de Longo Prazo para o Combate à Pobreza Energética 2021-2050</a> terminou no passado dia 17 de Maio. Durante a mesma, o CENSE-FCT/NOVA, a Coopérnico, a DECO, o OBSERVA/ICS-ULisboa, Lisboa E-Nova, a RNAE, a S.ENERGIA e a ZERO juntaram-se e elaboraram um parecer que contém “as preocupações comuns e partilha de conhecimento com o objectivo de melhorar a estratégia apresentada”.</p>
<p>Apesar de as entidades considerarem que a Estratégia “é um bom ponto de partida para uma reflexão e princípio de actuação”, que “apresenta uma contextualização detalhada do enquadramento político europeu e nacional, bem como uma caracterização da situação nacional no que diz respeito às principais causas e algumas das consequências da pobreza energética” e que “desenvolve uma metodologia para a identificação da população em pobreza energética, propõe um conjunto de medidas diversas e abrangentes, incidindo em diferentes áreas de actuação e envolvendo uma rede alargada de intervenientes nacionais”, o certo é que identificaram vários pontos “passíveis de melhoria”. Começa logo pela “reformulação da definição de Pobreza Energética”. Para as entidades, a definição deve “incluir outras dimensões que não apenas os rendimentos, desempenho energético das habitações e custo da energia”. por outras palavras, a pobreza energética deve ser vista como “a incapacidade ou dificuldade de manter a habitação com um nível adequado de serviços energéticos essenciais, devido a uma combinação de vários fatores tais como rendimentos, desempenho energético da habitação e custos com energia, entre outros”.</p>
<p>A Estratégia de Combate à Pobreza Energética deve abranger, também, a envolvente passiva dos edifícios como prioritária. Esse foi outro dos pontos apontados pelas entidades como algo a melhorar. Considerar o edifício no seu todo e não apenas a fracção do mesmo. Ou seja, devem considerar-se paredes, coberturas e janelas/vãos envidraçados, tanto mais que “o fraco desempenho destas componentes é apontado como uma das causas principais da pobreza energética”.</p>
<p>Mas estes não foram as únicas falhas detectadas por entidades como a ZERO. “A Estratégia negligencia problemas de subconsumo, consequência de situações de pobreza energética escondida”, foi uma das conclusões, que assenta na dificuldade, decorrente da incapacidade financeira, de as famílias terem acesso a serviços energéticos adequados, o que acaba por comprometer “a satisfação de outros serviços essenciais”. É por isso que a sugestão que consta no parecer refere que “os objectivos não devem ser definidos pelo montante a gastar, nem pela implementação da medida em si, mas sim associados às metas a atingir e ao impacto na mitigação de pobreza energética”.</p>
<p>Para que qualquer plano tenha sucesso é preciso definir, com exactidão, os objectivos a atingir e quantificar os mesmos. E é também aí que, segundo os especialistas, a Estratégia proposta falha: “falta concretizar a efectivação das medidas, avaliando o seu impacto potencial, delinear a metodologia de monitorização, calendário e atribuição de responsabilidade ou áreas de actuação às entidades mencionadas em cada medida”. Por outras palavras, é necessário que o plano seja mais detalhado, por forma a permitir aferir o real valor e impacto potencial de cada medida.</p>
<p>“Importante” é também a criação de uma plataforma que reúna uma rede de projectos e um centro de conhecimento português”, que seja constituída pelas principais entidades a trabalhar no tema (universidades, agentes locais, entidades públicas, ONG, associações) para “monitorização da evolução da pobreza energética no país, troca de experiências, divulgação de boas práticas, criação de sinergias e aumento do impacto real na sociedade inserido no modelo de governação idealizado”.</p>
<p>Recorde-se que a Estratégia Nacional de Longo Prazo para o Combate à Pobreza Energética 2021-2050 esteve em consulta pública entre os dias 14 de Abril e 17 de Maio, tendo recebido 30 participações. Entre as medidas propostas pelo roteiro, está a alocação de 300 milhões de euros a acções de eficiência energética nos edifícios residenciais.</p>
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		<item>
		<title>BEI tem nova parceria para a renovação energética de edifícios em Portugal e Espanha</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/bei-nova-parceria-2505/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 10:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Promover a reabitação de edifícios existentes nos dois países. Esse é o objectivo da parceria assinada entre o Banco Europeu de Investimento (BEI) e a Unión de Créditos ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Promover a reabitação de edifícios existentes nos dois países. Esse é o objectivo da parceria assinada entre o Banco Europeu de Investimento (BEI) e a Unión de Créditos Inmobiliarios (UCI), uma <em>joint venture</em> entre o Banco Santander e o Grupo BNP Paribas. A iniciativa representa um investimento de 50 milhões de euros numa securitização de hipotecas residenciais (originárias de Espanha) no valor de 480 milhões de euros (RMBS Prado VIII). Na prática, este investimento “ajudará a conceder novos empréstimos verdes e sustentáveis ​​para indivíduos e condomínios que estão a investir na reforma de edifícios”. O documento refere que o investimento também se aplica à compra de habitações que “cumpram os elevados padrões de eficiência energética”.</p>
<p>Uma iniciativa que contribuirá, de forma significativa, para a redução de emissões de CO2. Como refere o BEI, a partir do momento em que os fundos sejam desembolsados (a 100 %) haverá uma economia total (nos dois países) de energia estimada em 57,3 GWh por ano, “o que representa uma redução das emissões de CO2 de 10 269 toneladas por ano (equivalente ao consumo anual de energia de 14mil famílias)”. A par da redução das emissões a parceria terá um outro efeito positivo: a criação de cerca de 940 empregos por ano durante o período de construção.</p>
<p>Ricardo Mourinho Félix, vice-presidente do BEI, falou sobre a situação específica espanhola, onde cerca de “75 % dos edifícios têm baixa eficiência energética e – o mais crítico – quase 85-95 % destes ainda estarão a ser utilizados por 2050”. É neste tipo de edifícios que a iniciativa tenderá a incidir, com critérios muito específicos. Segundo o BEI, os empréstimos abrangidos pela iniciativa terão de cumprir os critérios estabelecidos pela European Mortgage Federation in the Energy efficient Mortgages Action Plan (EeMAP). Com especial atenção às operações de renovação, que devem resultar na melhoria de, pelo menos, 30 % da eficiência energética do edifício. Já no que concerne a aquisição, os critérios são ainda mais exigentes: as novas habitações devem ter uma utilização de energia quase nula.</p>
<p>Esta foi a segunda parceria assinada com a UCI. A primeira ocorreu em Maio do ano passado, tendo, na altura, o BEI investido 100 milhões de euros no RMBS Green Belém 1 (a primeira emissão de obrigações verdes em Portugal promovida pela UCI).</p>
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		<item>
		<title>Hugo Santos Ferreira assume presidência da APPII</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/appii-hugo-santos-ferreira-2105/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 10:37:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) tem, ao fim 30 anos, um novo presidente. No passado dia 17, a Associação, em Assembleia Geral, votou os novos órgãos sociais para o triénio ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://appii.pt/">Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários</a> (APPII) tem, ao fim 30 anos, um novo presidente. No passado dia 17, a Associação, em Assembleia Geral, votou os novos órgãos sociais para o triénio 2021-2024, que implicaram a passagem de testemunho de Henrique de Polignac de Barros para Hugo Santos Ferreira.</p>
<p>Apesar dos actuais tempos de incerteza, o novo presidente assume que quer ter uma estratégia de continuidade: “O futuro reserva-nos grandes desafios, vamos continuar a dialogar com o Governo, poder local e demais <em>stakeholders</em>, para que o sector imobiliário seja novamente o motor da retoma económica sem esquecer, no entanto, a necessidade premente de criar condições favoráveis para a efetivação de um mercado imobiliário de todos e para todos os portugueses”.</p>
<p>Para além de Hugo Santos Ferreira, a nova direcção tem, como vice-presidentes, a Vanguard Properties, representada por José Cardoso Botelho, a Habitat Invest, representada por Pedro Vicente, a Quântico, representada por Carlos Vasconcellos Cruz, e a Westport International, representada por Diogo Pinto Gonçalves.</p>
<p>Nos últimos seis anos, a APPII registou um crescimento exponencial – quintuplicou o número de associados – e internacionalizou-se. Segundo dados disponibilizados pela associação, hoje a APPII conta com 50 % de associados internacionais.</p>
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		<item>
		<title>Expo 2020: Pavilhão sueco quer marcar a diferença com sistemas de AVAC &#8220;inteligentes&#8221;</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/expo2020-suecia-2005/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 10:51:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Suécia quer aproveitar a ocasião da Expo 2020, que deverá acontecer entre os próximos dias 1 de Outubro e 31 de Março, no Dubai, para mostrar ao mundo como é possível conciliar ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suécia quer aproveitar a ocasião da <a href="https://www.expo2020dubai.com/" target="_blank" rel="noopener">Expo 2020</a>, que deverá acontecer entre os próximos dias 1 de Outubro e 31 de Março, no Dubai, para mostrar ao mundo como é possível conciliar uma qualidade do ar interior (QAI) saudável com a eficiência energética. Para isso e através de uma parceria com o Systemair Group, patrocinador oficial do pavilhão sueco, o país quer diferenciar-se na exposição mundial pela utilização de soluções de AVAC “inteligentes e sustentáveis”.</p>
<p>Tendo em conta o clima do local onde se realiza a Expo, mas também os riscos trazidos pela pandemia, a solução escolhida para o pavilhão permite uma redução de, pelo menos, 50 % de consumo de energia eléctrica, e recuperação para arrefecimento sustentável de até 65 %,  “algo único no Médio Oriente”, garantiu Morten Schmelzer, director de Marketing Técnico do Systemair Group. A escolha dos equipamentos vai permitir que a Suécia garanta a qualidade e frescura do ar a quem visita o seu pavilhão, mas também que contribua para “educar as partes interessadas sobre a importância de alcançar a qualidade do ar interior ideal sem comprometer a eficiência energética”.</p>
<p>Para garantir a temperatura adequada e a qualidade do ar interior, o grupo disponibilizou dez unidades de tratamento de ar Geniox com sistemas de controlo de última geração para atender não só às características ambientais locais, mas também à disposição espacial do pavilhão. A par disto, o espaço vai ser equipado com um sistema de recuperação para arrefecimento, com um material especial na roda térmica, unidades de ventiloconvectores, um chiller Sysaqua 170 e um ventilador de cobertura DVG EC560. Na loja e cafeteria do pavilhão, serão ainda instaladas duas cortinas de ar Frico – empresa que pertence ao Systemair Group.</p>
<p>Recorde-se que a Expo 2020 estava originalmente agendada para 2020, mas, devido à pandemia, foi adiada um ano, indo, agora, realizar-se de 01 de Outubro de 2021 a 31 de Março de 2022. Para a sua realização foi construída, de raiz, uma <em>smart city</em>, localizada entre o Dubai e Abu Dhabi.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pandemia trouxe novos comportamentos de consumo energético, diz estudo</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/ei-estudo-padroes-consumo-1905/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2021 09:37:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo levado a cabo pela ei energia independente em Portugal e Espanha revelou que 97 % dos portugueses estão conscientes das alterações climáticas e, com isso, abertos a alternativas energéticas, como a instalação de painéis solares para ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo levado a cabo pela ei energia independente em Portugal e Espanha revelou que 97 % dos portugueses estão conscientes das alterações climáticas e, com isso, abertos a alternativas energéticas, como a instalação de painéis solares para autoconsumo.</p>
<p>Essa preocupação traduz-se, no quotidiano, em consumos responsáveis. Segundo o estudo, 97 % dos portugueses utilizam programas &#8216;eco&#8217; em aparelhos ou desligam por completo os aparelhos eletrónicos, em vez de os deixar em <em>standby</em>. Outro dado interessante é que nove em cada dez (89,86 %) pessoas dizem estar preocupadas com o impacto ambiental da sua casa, enquanto 95 % admite que gostaria de saber de onde vem a energia que consome.</p>
<p>Para Ysabel Marqués<em>, chief marketing officer</em> da ei energia independente, isto revela que “há uma clara mudança no perfil do consumidor nos dois países e até um pouco mais acentuado em Portugal do que em Espanha. Como mostra o nosso estudo, os portugueses estão ainda mais conscientes das alterações climáticas do que os espanhóis (97 % de Portugal vs. 90 % de Espanha)”.</p>
<p>A pandemia – e mais precisamente o recolher obrigatório – trouxe novos comportamentos de consumo energético. O estar mais tempo em casa, e o consequente aumento da factura de electricidade, fez com que muitos consumidores repensassem as suas atitudes. Os dados obtidos pelo estudo dizem que mais de metade dos inquiridos – 64 % – já mudou ou está a pensar mudar alguns dos seus hábitos. Os mais mencionados incidem na instalação de “lâmpadas economizadoras de energia em casa, apagar as luzes quando não são necessárias ou desligar aparelhos quando não estão a ser utilizados”. Mas essas não são as únicas medidas possíveis. Há também que ter em conta a redução do consumo de equipamentos de ar condicionado e/ou aquecimento (32 %), o melhorar o isolamento das suas casas (36 %), instalar algum tipo de energia renovável (27 %), como painéis solares fotovoltaicos, ou incorporar sistemas de domótica para controlar o consumo de electricidade (19 %). Esta alteração de comportamentos permite não só reduzir a factura da electricidade, como minimizar a pegada ambiental.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido e realizado pelo IO Sondea Market Research Institute para a ei energia independente em Portugal e Espanha. Foi realizado tendo como base uma amostra de 2 008 indivíduos em cada país, de idades compreendidas entre os 18 e 65 anos de idade. Estes indivíduos pertencem ao painel Sondea, seleccionados de acordo com as quotas de sexo, grupo etário e CCAA, de acordo com o censo municipal de habitantes do INE 2020. Foram seleccionados de uma amostra de dez mil indivíduos pertencentes ao referido painel, de forma intencional e proporcional às quotas cruzadas do INE de cada variável de afixação, o que representa uma taxa de resposta de 20,08 %.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Portugal regista a maior subida europeia na implementação de políticas de eficiência energética</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-1905portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2021 07:41:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal é “um exemplo a seguir” em matéria de políticas de eficiência energética. É desta forma que o país é apresentado no estudo The Energy Efficiency Watch Survey Report 2020, levado a cabo pelo Fórum Europeu para as ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-1905portugal/">Portugal regista a maior subida europeia na implementação de políticas de eficiência energética</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal é “um exemplo a seguir” em matéria de políticas de eficiência energética. É desta forma que o país é apresentado no estudo <a href="http://www.energy-efficiency-watch.org/media/publications/EEW4-survey-report.pdf" target="_blank" rel="noopener"><em>The Energy Efficiency Watch Survey Report 2020</em></a>, levado a cabo pelo Fórum Europeu para as Fontes de Energia Renovável (EUFORES). No espaço de três anos, Portugal passou da 21ª para a sétima posição, registando a maior subida (na Europa a 27) no ranking que avalia o progresso na implementação de políticas de eficiência energética.</p>
<p>No topo da classificação, estão Finlândia (1ª posição) e Dinamarca (2ª posição), enquanto Chipre ocupa o último lugar da tabela.</p>
<p>O estudo, que compila a análise de 1270 especialistas do sector, considera que o salto dado por Portugal se deve à “evolução positiva na eficiência energética na indústria, nos transportes e nos edifícios”. Segundo comunicado da ADENE – Agência para a Energia, a análise destaca as políticas no país no âmbito da etiquetagem de produtos, requisitos para o desempenho de edifícios e certificação de edifícios – com cerca de 90 % dos especialistas a avaliar estas políticas como “eficaz” ou “muito eficaz”.</p>
<p>Aa nível da implementação, maior parte dos especialistas considera que Portugal regista “alguns progressos” – no que se refere, por exemplo, à renovação dos edifícios, 65 % considera que houve algum progresso e 19 % considera que houve bons progressos. No entanto, há um campo onde ainda é preciso trabalhar: o funcionamento do mercado dos serviços de energia e o papel exemplar dos edifícios públicos – com 47 e 44 % dos peritos, respectivamente, a considerarem que não houve qualquer progresso nestas matérias</p>
<p>A importância da eficiência energética é demonstrada pelo facto de Portugal ser um dos 8 Estados-Membros nos quais todos os peritos consideram que os objectivos da União Europeia e as respectivas directivas são um factor positivo para o progresso da eficiência energética no país. Já no que concerne às ambições de alcançar a neutralidade climática até 2050, 91 % considera que é um “sinal importante” para políticas mais ambiciosas.</p>
<p>No entanto, o relatório também aponta que o impacto positivo da eficiência energética no mercado de trabalho não é suficientemente debatido em Portugal, embora seja já reconhecido pela sociedade. O estudo considera que levar este tema para o debate, a par da apresentação de números, ajudaria a aumentar o interesse na transição energética. Por sua vez, os argumentos utilizados sobre os elevados custos podem ser contrariados, na opinião do relatório, através de uma comunicação clara sobre os benefícios dos investimentos, bem como destacando os financiamentos e as soluções de financiamento existentes.</p>
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<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-1905portugal/">Portugal regista a maior subida europeia na implementação de políticas de eficiência energética</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novos apoios à eficiência energética dos edifícios chegam em breve, garante Governo</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/apoios-eficiencia-energetica-1405/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 09:12:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, anunciou, durante a Comissão Parlamentar de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território do passado dia 11, que o Governo vai lançar, em ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, anunciou, durante a Comissão Parlamentar de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território do passado dia 11, que o Governo vai lançar, em &#8220;poucos dias&#8221;, um Aviso de 30 milhões de euros para apoiar a melhoria da eficiência energética das habitações. Montante inserido no âmbito das verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que, como já anunciado, vai disponibilizar 610 milhões de euros durante os próximos cinco anos para a eficiência energética e a melhoria do desempenho ambiental de edifícios. &#8220;Vamos lançar em dias, dos 300 milhões que são destinados aos edifícios residenciais, um aviso de 30 milhões de euros, para poder desenvolver esses mesmos projectos casa a casa”, foi a afirmação do ministro, divulgada pela Lusa.</p>
<p>O aviso insere-se na segunda edição do programa <em><a href="https://www.fundoambiental.pt/avisos-2021/mitigacao-das-alteracoes-climaticas/programa-de-apoio-a-edificios-mais-sustentaveis-ii.aspx">Edifícios Mais Sustentáveis 2021</a></em>, que irá abrir candidaturas em breve. A prova consta na página dedicada no website do Fundo Ambiental, que já tem a mensagem “Estamos a preparar o novo apoio”.  </p>
<p>Os números apresentados pelo ministro indicam um aumento da verba disponibilizada – dado que a primeira edição do <a href="https://www.fundoambiental.pt/avisos-2020/mitigacao-das-alteracoes-climaticas/programa-de-apoio-a-edificios-mais-sustentaveis/resumo-do-programa-de-apoio-edificios-mais-sustentaveis.aspx">Programa <em>Edifícios Mais Sustentáveis</em></a> contou com um apoio de 4,5 milhões de euros. Outra novidade prende-se com a majoração do apoio dado aos particulares. Segundo João Matos Fernandes, no caso dos agregados familiares com baixos rendimentos e em situação de pobreza energética, “as iniciativas de apoio incluem uma taxa de comparticipação que pode mesmo chegar aos 100 %, o que não aconteceu no programa anterior, consoante o nível de rendimentos”.</p>
<p>O ministro anunciou ainda que “no início do verão, em Julho,” será feito &#8220;igual anúncio para o combate à pobreza energética, aqui não é a distribuição de dinheiro, mas é a distribuição de &#8216;vouchers&#8217;, para poder pagar esses mesmos projectos&#8221;.</p>
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		<title>“A gestão da energia é fundamental para combater as alterações climáticas”</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/energia-cimeira-regioes-1305/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2021 11:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar de sustentabilidade é, obrigatoriamente, falar da gestão da energia e de eficiência energética – nos edifícios, nos transportes, na sociedade em geral. A preocupação reflecte-se não só nas políticas definidas pela ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar de sustentabilidade é, obrigatoriamente, falar da gestão da energia e de eficiência energética – nos edifícios, nos transportes, na sociedade em geral. A preocupação reflecte-se não só nas políticas definidas pela União Europeia, mas também nos inúmeros debates realizados. Um dos mais recentes aconteceu no passado dia 6 de Maio, durante a <em>Cimeira Europeia das Regiões para Comunidades Inteligentes</em>, que decorreu entre os dias 03 e 09 de Maio, em Évora, num formato híbrido, e juntou líderes regionais europeus e especialistas nacionais e internacionais num debate sobre a visão para o futuro das comunidades inteligentes na Europa.</p>
<p>O Pacto Ecológico Europeu é a estratégia delineada pela União Europeia (UE) para tornar o continente mais sustentável, abarcando diversas áreas, procurando dar uma melhor qualidade de vida aos seus cidadãos, mas sem esquecer a necessidade de ter uma economia competitiva. Uma das áreas abordadas prende-se com a energia, com a redução da factura da energia, a par da electrificação dos transportes.</p>
<p>É uma transformação por completo da sociedade europeia, mas que, nas palavras de refere Vasco Ferreira, Oficial de Políticas na DG Energia na Comissão Europeia, criará novos postos de trabalho e implicará o desenvolvimento de novas tecnologias que podem ser exportadas para outros países.</p>
<p>As prioridades definidas pela UE para a próxima década estarão integradas em todas as medidas regulatórias e programas de investimento, mas também em directivas como a que visa as energias renováveis e o desempenho energético dos edifícios. “Tudo estará alinhado com as prioridades do Pacto Ecológico Europeu e com as prioridades relacionadas com as políticas de energia”, afirmou o responsável. E isso é muito importante porque a energia, ou mais precisamente a gestão da energia, é fundamental para combater as alterações climáticas. “Sabemos que 75 % das emissões vêm da produção e consumo de energia, de edifícios, transportes”, afirmou Vasco Ferreira, acrescentando que, actualmente, apenas uma pequena percentagem da energia utilizada tem origem em energias renováveis.</p>
<p>Nos próximos anos, as políticas de energia da UE terão como pilares base a renovação energética dos edifícios, as energias renováveis, e novas soluções como o hidrogénio. Uma das grandes apostas é a <em>Renovation Wave, </em>cujo objectivo, refere Vasco Ferreira,  é o de transformar, mais rapidamente, os edifícios em edifícios “verdes”, criando, simultaneamente, novos postos de trabalho e melhorando a qualidade de vida dos cidadãos. Nesse sentido, a Comissão Europeia pretende duplicar a taxa de renovação na próxima década, sendo que estas deverão originar uma maior eficiência energética do edificado.</p>
<p>O processo de descarbonização e de electrificação da Europa passará, em grande medida, pelo hidrogénio verde, o que levou a Comissão, no ano passado, a delinear uma estratégia, que, nas palavras de Vasco Ferreira, está a despertar o interesse de muitos Estados-Membros. Sobre este tema Ricardo Beirão, director da Médio Tejo 21 &#8211; Agência Regional de Energia e Ambiente do Médio Tejo e Pinhal Interior Sul, avançou que foram criados dois projectos que irão estabelecer uma cadeia de distribuição de hidrogénio, desde a produção ao consumo, “sendo este repartido entre a injecção na rede de gás natural, a mobilidade e o fornecimento à indústria”.</p>
<p>A Cimeira Europeia das Regiões para Comunidades Inteligentes aconteceu no Convento do Espinheiro em Évora, sob a Presidência Portuguesa da União Europeia e organizada pelo AURORAL, o projecto europeu coordenado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo – CCDR-Alentejo.</p>
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		<title>APREN alerta: actual legislação incapaz de cumprir o PNEC</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/fiscalidade-verde-apren-1005/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 09:09:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O actual sistema tributário português não “promove adequadamente as transformações necessárias no sistema de energia que são exigidas pelo Plano Nacional de Energia e Clima 2030 ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O actual sistema tributário português não “promove adequadamente as transformações necessárias no sistema de energia que são exigidas pelo Plano Nacional de Energia e Clima 2030 (PNEC)”. Esta é a principal conclusão de um estudo sobre Fiscalidade Verde, levado a cabo pela Deloitte para a APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis. Como resultado desta situação, há uma lacuna de 1 180 milhões de euros que poderiam ser colectados entre 2022 e 2030.</p>
<p>O relatório revela que é “necessária uma reforma profunda do modelo energético português no que diz respeito ao consumo final de energia e à penetração de renováveis na geração de electricidade, o que exige uma fiscalidade conducente com esta ambição para que esta seja materializada”.</p>
<p>Para Pedro Amaral Jorge, presidente da direção da APREN, a legislação existente tem dois problemas associados: por um lado, “não incentiva as mudanças necessárias no sistema de energia que são exigidas pelo PNEC 2030”, e, por outro, há a questão do não alinhamento da cobrança. “Olhando para o panorama actual, a tributação de energia arrecada cerca de 11 mil milhões de euros por ano. Porém, a cobrança associada às diferentes fontes de energia não está alinhada com as externalidades ambientais que estas geram, nem com os seus teores energéticos.”, explica Pedro Amaral Jorge.</p>
<p>Com base neste relatório a APREN apresentou, à tutela, um conjunto de medidas que, segundo a associação, “resultarão na cobrança prevista de cerca de 1 180 mil milhões de euros adicionais no período de 2022-2030 (em comparação com a tributação registada em 2019)”.</p>
<p>Do lado do consumidor, e ainda segundo o estudo, “uma família de rendimentos médios que não adote qualquer medida teria um aumento nos seus custos de cerca de 60 euros por ano, ao passo que, tendo feito um investimento em medidas de transição energética, poderia obter poupanças até 40 %”. Já nas famílias com rendimentos reduzidos, haveria um “decréscimo dos seus gastos anuais em qualquer circunstância (entre 3 e 15 %) devido, principalmente, à redução do preço da electricidade”.</p>
<p>Das medidas propostas pela APREN, destaque para as referentes aos edifícios, onde a sugestão passa por “aumentar o adicionamento sobre as emissões de CO2 dos combustíveis para aquecimento (+20 euros/tCO2 em 2022, +30 euros /tCO2 em 2025, +40 euros /tCO2 em 2030), bem como deduções ao imposto sobre o rendimento das pessoas singulares para a instalação de bombas de calor, fotovoltaico para autoconsumo e colectores solares térmicos, e a criação de um imposto sobre a compra de electrodomésticos de baixa eficiência (A++: +10 %, A+: +15 %, B e menor: +25 %) para incentivar a venda de equipamentos com alta eficiência energética”.</p>
<p>As sugestões abarcam também o sector dos transportes e da indústria. No primeiro, o que se pretende é “igualar, progressivamente, o imposto sobre produtos petrolíferos aplicável ao gasóleo ao imposto aplicável à gasolina (para o transporte privado); aplicar deduções aos impostos sobre o rendimento das pessoas singulares e colectivas pela compra de veículos elétricos com bateria (BEV), durante um período de tempo reduzido (2022-2025); e modificar o imposto sobre veículos de forma a que os veículos antigos, mais poluentes, paguem mais do que os novos (isenções para carros com baixa quilometragem anual e veículos eléctricos)”. Já na indústria, a proposta reside na dedução de 30 % no imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas em investimentos relacionados com a eletrificação e eficiência energética.</p>
<p>A pensar no futuro, a APREN apresenta ainda uma sugestão relacionada com o hidrogénio verde: deduções de 20 % no imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas para investimentos relacionados com esta tecnologia renovável para matéria-prima e uso industrial, e de 10 % para investimentos relacionados com o transporte (de 2025 a 2030).</p>
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