Qualidade do ar interior: a nova centralidade da QAI

A nova regulamentação térmica está a chegar e a saúde passa para a linha da frente. Um novo protagonista e um novo paradigma. Para além de energeticamente eficientes e zero emissões, os edifícios deverão ter uma boa qualidade do ar interior. Fomos ouvir o sector e as conclusões são unânimes. A nossa legislação actual é suficiente, mas falta um plano de fiscalização eficaz. “O modelo assenta em verificações ambientais insuficientes e desajustadas”.

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Agora que a Qualidade do Ar Interior está a caminho, qual a estratégia que Portugal vai adoptar? 

A próxima revista da Edifícios e Energia, que irá sair em Maio, é dedicada à Qualidade do Ar Interior, um tema que ganha uma nova centralidade no ecossistema dos edifícios que se querem eficientes e com emissões nulas em matéria de CO2. A eficiência energética, as renováveis, os materiais e a sustentabilidade ganham agora um novo aliado. A pergunta está em saber qual a estratégia que Portugal vai adoptar na sua metodologia de fiscalização. Vão continuar a ser feitas as verificações à QAI reclamadas pelo sector como insuficientes e desajustadas? 

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Cláudia Casaca: “A renovação energética do parque edificado não é apenas uma questão ambiental” 

No seguimento da proposta do Plano Nacional de Renovação de Edifícios (PNRE), a Edifícios e Energia continua a recolher opiniões sobre a estratégia portuguesa para dar resposta aos edifícios carbono zero. Desta vez, partilhamos a visão de Cláudia Casaca, do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL) e presidente cessante da EFRIARC, uma associação que congrega os engenheiros portugueses profissionais do sector do Ar Condicionado e do Frio Industrial. 

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