Taxa de carbono será aplicada ao aquecimento residencial a partir de 2027

A partir de 2027, os combustíveis fósseis utilizados para aquecer as casas na Europa terão um custo de carbono. O novo Sistema de Comércio de Emissões da UE – conhecido como ETS2 – começará a atribuir um preço às emissões de carbono prejudiciais ao clima provenientes de edifícios e transportes rodoviários.  

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Portugal acolhe Conferência Europeia da ASHRAE 2025

A Ordem dos Engenheiros, em colaboração com o Capítulo português da ASHRAE, vai coorganizar a Conferência dos Capítulos Europeus da ASHRAE (CRC 2025). Realizada anualmente numa base de rotação entre os capítulos, este ano a responsabilidade cabe a Portugal. 

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Nova edição Setembro/Outubro 2025 | Energias Renováveis: Uma nova vida para a geotermia

A reboque da Europa, Portugal entra na corrida à geotermia. Em jeito de antecipação ao quadro regulamentar que se avizinha, o Plano Estratégico para a Geotermia foi bem acolhido pela academia e o mercado. As vantagens são evidentes e na calha está um razoável envelope financeiro que promove esta solução e as bombas de calor geotérmicas. Soma-se ainda a perspectiva de um novo impulso para as redes urbanas de distribuição de frio e calor. O sector já está a preparar-se.

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Infinite: Fachadas pré-fabricadas abrem caminho para a descarbonização

O projecto INFINITE está a desenvolver soluções personalizadas para potenciar a eficiência energética nos edifícios. Melhorar as condições de vida dos residentes e reduzir as facturas energéticas são o ponto de partida da iniciativa. As soluções desenvolvidas pelo projecto têm sido testadas em três casos de estudo localizados em Itália, França e Eslovénia. Conheça o caso de Itália.

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Fundos de Coesão abaixo do necessário para a acção climática, alerta ZERO

Segundo um estudo publicado pela associação ambientalista ZERO, realizado no âmbito do projecto LIFE TogetherFor1.5, Portugal está a canalizar uma “parcela insuficiente” dos fundos da política de coesão à acção climática: estão previstos 7611 milhões de euros para o país dedicar à transição ecológica, ficando abaixo do limiar de 30% (cerca de 9383 milhões de euros) que deveria ser aplicado apenas em acção climática. 

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Edifícios: Um novo patamar para a inteligência

A eficiência e desempenho energéticos ou o ar que respiramos dependem de uma gestão afinada ao pormenor, mas, agora, a fasquia está mais alta. A descarbonização, a segurança energética, a saúde, as Comunidades de Energia ou o autoconsumo (fotovoltaico) são alguns dos factores que exigem conectividade e integração. Um mundo que se vai aperfeiçoando e abrindo para os novos desafios da sustentabilidade nos edifícios e nas cidades.

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