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	<title>Arquivo de Acordo para a Indústria Limpa - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 03 Sep 2025 08:49:32 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Acordo para a Indústria Limpa - Edificios e Energia</title>
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		<title>Leasing social: um “modelo promissor” para o acesso a bombas de calor, segundo a EHPA</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/leasing-social-um-modelo-promissor-para-o-acesso-a-bombas-de-calor-segundo-a-ehpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 08:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acção climática]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo para a Indústria Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[bombas de calor]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[EHPA]]></category>
		<category><![CDATA[leasing social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo relatório da Associação Europeia de Bombas de Calor (EHPA) aponta o leasing social como um caminho promissor para ultrapassar o obstáculo dos custos associados às bombas de calor, permitindo que famílias com baixos rendimentos tenham acesso a tecnologias limpas por meio de pagamentos mensais, sem a necessidade de aquisição imediata. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/leasing-social-um-modelo-promissor-para-o-acesso-a-bombas-de-calor-segundo-a-ehpa/">Leasing social: um “modelo promissor” para o acesso a bombas de calor, segundo a EHPA</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um novo relatório da Associação Europeia de Bombas de Calor (EHPA) aponta o leasing social como um caminho promissor para ultrapassar o obstáculo dos custos associados às bombas de calor, permitindo que famílias com baixos rendimentos tenham acesso a tecnologias limpas por meio de pagamentos mensais, sem a necessidade de aquisição imediata. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">No âmbito do Acordo para a Indústria Limpa, a Comissão Europeia anunciou que irá desenvolver orientações para os Estados-Membros sobre o leasing social de bombas de calor e outras tecnologias limpas.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">À semelhança daquilo que já acontece com o sector dos veículos eléctricos &#8211; em França, por exemplo, um programa nacional permite às famílias alugarem veículos eléctricos por taxas mensais acessíveis, sem custos iniciais -, a associação propõe que este modelo seja adaptado para o sector do aquecimento.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Ao abordar não só o custo inicial, mas também as complexidades da tomada de decisões, coordenação e avaliação de riscos, o leasing social pode oferecer uma solução abrangente para as barreiras que as famílias enfrentam ao fazer a transição para tecnologias limpas”, salienta a EHPA.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Embora nenhum governo nacional tenha actualmente um programa de leasing social para bombas de calor, a associação explica que existem empresas que oferecem serviços de assinatura em que os proprietários pagam uma mensalidade que cobre o custo do equipamento, instalação, manutenção e, por vezes, o consumo energético da bomba de calor. Com apoio governamental, este modelo “poderia reduzir eficazmente as barreiras à entrada para as famílias, garantindo que os benefícios da tecnologia limpa sejam acessíveis a todos”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório destaca que a acessibilidade financeira não é o único entrave. A complexidade na escolha da tecnologia, os receios quanto à fiabilidade, as perturbações durante a instalação e os processos burocráticos associados aos subsídios contribuem para o fenómeno da “fadiga decisória”. Muitas famílias, mesmo quando existem apoios disponíveis, acabam por adiar ou evitar a mudança.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0}"> </span></p>
<h4 aria-level="3"><b><span data-contrast="auto">O “apoio crucial” dos governos</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:281,&quot;335559739&quot;:281}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Para funcionar, o modelo de leasing social exige um forte envolvimento público. A EHPA propõe as seguintes medidas:</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559683&quot;:0,&quot;335559684&quot;:-2,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Criar programas específicos de leasing social para bombas de calor, com financiamento público;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559683&quot;:0,&quot;335559684&quot;:-2,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Financiamento público directo e com juros baixos, reduzindo os riscos para as empresas envolvidas;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559683&quot;:0,&quot;335559684&quot;:-2,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Incluir habitação social e arrendada como prioridade nos programas de apoio;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559683&quot;:0,&quot;335559684&quot;:-2,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Simplificar os processos de candidatura e compatibilização com outros incentivos;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="3" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559683&quot;:0,&quot;335559684&quot;:-2,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Assegurar contratos justos, transparentes e flexíveis, adaptados às necessidades das famílias.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<p><span data-contrast="auto">Para a EHPA, o financiamento público para o modelo de leasing de bombas de calor poderia vir de fundos da União Europeia (UE) ou, especificamente, do Fundo Social para o Clima. A entidade considera que é ainda importante que o leasing social “complemente os instrumentos existentes, tais como subvenções, subsídios directos para a compra de equipamentos, créditos fiscais ou empréstimos verdes. Um conjunto diversificado de ferramentas garantirá que as famílias possam escolher o caminho mais adequado com base nas suas necessidades e circunstâncias específicas”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h4 aria-level="3"><b><span data-contrast="auto">Inquilinos também devem beneficiar</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:281,&quot;335559739&quot;:281}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Um dos aspectos a salientar no relatório é a ênfase na necessidade de incluir famílias que vivem em casas arrendadas. Na UE, 31% da população vivia em habitações arrendadas em 2023, com países como a Alemanha a ultrapassarem os 50%.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O modelo proposto prevê acordos entre inquilinos e senhorios, onde o senhorio assume o contrato de leasing, enquanto o inquilino paga os custos de consumo energético associados à utilização da bomba de calor. “Para os senhorios, o benefício seria um aumento no valor do imóvel. Para proteger os inquilinos, o acordo deveria incluir regras que impedissem o despejo ou aumentos injustos do aluguer”, acrescenta a EHPA.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h4 aria-level="3"><b><span data-contrast="auto">Transparência nos contratos</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:281,&quot;335559739&quot;:281,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Outro ponto abordado pela associação é a necessidade de transparência contratual. Os contratos de leasing devem ser claros, prever opções de compra antecipada, permitir a rescisão sem penalizações excessivas e garantir que os consumidores possam mudar de fornecedor de electricidade sem comprometer o contrato da bomba de calor.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A associação defende ainda modelos de preços híbridos, que combinem estabilidade e flexibilidade, ajustando-se às variações do mercado sem expor os consumidores a riscos excessivos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para que o modelo funcione, será necessário simplificar os processos burocráticos, permitir acumulação de apoios e assegurar que os fundos são desembolsados rapidamente, tanto às famílias como às empresas envolvidas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">À medida que a Europa avança no seu compromisso de neutralidade climática até 2050, a modernização do sector residencial será crucial. Complementado com outros instrumentos de apoio, o leasing social é encarado como um &#8221; modelo promissor para superar os elevados custos iniciais das bombas de calor, especialmente para famílias de baixos rendimentos”.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <span data-contrast="auto">Freepik</span></p>
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		<item>
		<title>Indústria começa a reagir ao novo quadro de apoios estatais adoptado pela Comissão Europeia</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/industria-comeca-a-reagir-ao-novo-quadro-de-apoios-estatais-adoptado-pela-comissao-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 08:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo para a Indústria Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[electricidade]]></category>
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		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[schneider electric]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Europeia adoptou um novo quadro de auxílios estatais para apoiar os Estados-Membros no desenvolvimento das energias limpas, da descarbonização industrial e das tecnologias limpas. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/industria-comeca-a-reagir-ao-novo-quadro-de-apoios-estatais-adoptado-pela-comissao-europeia/">Indústria começa a reagir ao novo quadro de apoios estatais adoptado pela Comissão Europeia</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Comissão Europeia adoptou um novo quadro de auxílios estatais para apoiar os Estados-Membros no desenvolvimento das energias limpas, da descarbonização industrial e das tecnologias limpas. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O designado Clean Industrial Deal State Aid Framework (CISAF) estabelece as condições em que os Estados-Membros podem conceder apoio a determinados investimentos e objectivos, em conformidade com as regras da União Europeia em matéria de auxílios estatais. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Este enquadramento estará em vigor até 31 de Dezembro de 2030, substituindo o Quadro Temporário de Crise e Transição (QCTT), que estava em vigor desde 2022.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O CISAF pretende simplificar as regras em matéria de apoios estatais, permitindo:</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<ul>
<li data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="6" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Implantação rápida de energias limpas, com base em p</span><span data-contrast="auto">rocedimentos simplificados para apoiar energias renováveis e combustíveis com baixo teor de carbono (como hidrogénio verde e azul), encarados como fundamentais para a transição de sectores difíceis de descarbonizar;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="7" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Integração de energias renováveis intermitentes (eólica e solar), introduzindo</span><span data-contrast="auto"> novas regras e mecanismos de capacidade que ajudem os Estados-Membros a garantir um fornecimento estável de electricidade;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="7" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Apoio a e</span><span data-contrast="auto">mpresas com uso intensivo de electricidade e expostas à concorrência internacional para que possam reduzir custos, desde que invistam na sua descarbonização;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="7" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Incentivo flexível</span> <span data-contrast="auto">aos investimentos em qualquer tecnologia que contribua para a descarbonização ou para a eficiência energética.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<p><span data-contrast="auto">No seguimento do anúncio da Comissão Europeia sobre a adopção deste novo quadro de auxílios estatais para apoiar a implementação do </span><span data-contrast="auto">Acordo para a Indústria Limpa</span><span data-contrast="auto">, vão surgindo algumas reacções. Uma delas foi a de Gwenaelle Avice-Huet, vice-presidente executiva para as operações europeias da Schneider Electric:</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Esta é uma medida oportuna e estratégica para acelerar a descarbonização da indústria e reforçar a competitividade da Europa. O reconhecimento da electrificação flexível, </span><span data-contrast="none">juntamente com a ênfase na resposta à procura e no reinvestimento em ativos modernizados, reflete um compromisso claro com a construção de um alicerce industrial mais limpo e mais resistente.</span><span data-contrast="auto">”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ainda assim, a responsável frisa que é “essencial que os mecanismos de apoio estejam plenamente alinhados com os objectivos de longo prazo” e que as soluções de transição baseadas em combustíveis fósseis “devem ser cuidadosamente avaliadas para garantir que continuam a ser coerentes com as ambições climáticas da Europa”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Por último, refere que, agora, a Europa “tem a oportunidade de liderar a revolução industrial limpa, transformando a ambição em acção e criando uma economia sustentável preparada para o futuro.”</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Comissão Europeia</p>
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		<title>Comissão Europeia e BEI aumentam apoio a projectos de descarbonização do Fundo de Inovação</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/comissao-europeia-e-bei-aumentam-apoio-a-projectos-de-descarbonizacao-do-fundo-de-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 09:05:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo para a Indústria Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Europeu de Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Europeia e o Banco Europeu de Investimento (BEI) aumentaram o orçamento disponível para o Programa de Aconselhamento do BEI e a sua nova fase de Assistência ao Desenvolvimento de Projectos (ADP) de 24 milhões de euros para 90 milhões de euros.  </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Comissão Europeia e o Banco Europeu de Investimento (BEI) aumentaram o orçamento disponível para o Programa de Aconselhamento do BEI e a sua nova fase de Assistência ao Desenvolvimento de Projectos (ADP) de 24 milhões de euros para 90 milhões de euros.  </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A Comissão Europeia e o BEI assinaram um acordo que renova a Assistência ao Desenvolvimento de Projectos (ADP) no âmbito do </span><span data-contrast="auto">Fundo de Inovação</span><span data-contrast="auto"> para aumentar o apoio técnico e financeiro a projectos inovadores de descarbonização não seleccionados pelo fundo ou que estejam a preparar-se para a candidatura. O acordo renovado está alinhado com o </span><span data-contrast="auto">Acordo para a Indústria Limpa</span><span data-contrast="auto">, que visa impulsionar a implantação de tecnologias de emissões líquidas zero e aumentar a competitividade das indústrias na União Europeia (UE).</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:270,&quot;335559739&quot;:270,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Com a renovação do acordo, o apoio financeiro será atribuído a até 250 projectos entre 2025 e 2028, oferecendo uma cobertura de sectores mais ampla e um processo de candidatura simplificado. Este apoio baseia-se no programa inicial de apoio financeiro do Fundo de Inovação, que apoiou 62 projectos inovadores – 16 dos quais já obtiveram subvenções do Fundo de Inovação, outros sete receberam financiamento de fontes nacionais ou de outros programas e um foi designado como projecto de interesse comum da UE. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:270,&quot;335559739&quot;:270,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O aumento do orçamento disponível para o Programa de Aconselhamento do BEI para 90 milhões de euros pretende acelerar ainda mais a implementação de tecnologias de descarbonização em toda a Europa. Neste sentido, foram adicionados novos sectores, como a mobilidade de baixo carbono e os edifícios. Foram também adicionados novos Indicadores-chave de Desempenho (KPIs) para ajudar a alcançar o equilíbrio geográfico e sectorial e para promover projectos de pequena escala, bem como dar suporte a projectos em fase de consolidação.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:270,&quot;335559739&quot;:270,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os serviços de consultoria do BEI serão mais facilmente acessíveis, uma vez que os projectos poderão receber assistência através de pedidos directos, para além dos mecanismos de apoio habituais associados aos convites ao Fundo de Inovação. Esta flexibilidade tem o intuito de aumentar a acessibilidade do programa e permitir um apoio mais rápido e personalizado a projectos inovadores de tecnologias limpas e descarbonização industrial.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:270,&quot;335559739&quot;:270,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os promotores poderão contactar directamente os serviços de aconselhamento do BEI para receber aconselhamento e o Serviço de Aconselhamento do BEI vai realizar uma avaliação para identificar as necessidades dos projectos elegíveis. A Assistência ao Desenvolvimento de Projectos será atribuída por ordem de chegada após a avaliação.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>Solar Heat Europe: abrir caminho à competitividade e soberania energética com o Acordo para a Indústria Limpa</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/solar-heat-europe-abrir-caminho-a-competitividade-e-soberania-energetica-com-o-acordo-para-a-industria-limpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 09:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo para a Indústria Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade carbónica]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
		<category><![CDATA[sector solar térmico]]></category>
		<category><![CDATA[Solar Heat Europe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na sequência dos primeiros 100 dias de mandato da Comissão Europeia, a Solar Heat Europe lançou um comunicado no qual afirma que o sector solar térmico está “globalmente optimista” com as medidas apresentadas para as áreas da energia acessível e da competitividade da indústria europeia. Ainda assim, insta os legisladores a “não perderem de vista o apoio às pequenas e médias empresas europeias (PME) e a garantirem condições de concorrência equitativas entre as tecnologias limpas”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/solar-heat-europe-abrir-caminho-a-competitividade-e-soberania-energetica-com-o-acordo-para-a-industria-limpa/">Solar Heat Europe: abrir caminho à competitividade e soberania energética com o Acordo para a Indústria Limpa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">Na sequência dos primeiros 100 dias de mandato da Comissão Europeia, a Solar Heat Europe lançou um comunicado no qual afirma que o sector solar térmico está “globalmente optimista” com as medidas apresentadas para as áreas da energia acessível e da competitividade da indústria europeia. Ainda assim, insta os legisladores a “não perderem de vista o apoio às pequenas e médias empresas europeias (PME) e a garantirem condições de concorrência equitativas entre as tecnologias limpas”, mantendo simultaneamente os objectivos de neutralidade carbónica até 2050 e dando uma ênfase muito maior às fontes de calor renováveis.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para a Solar Heat Europe, o Acordo para a Indústria Limpa identifica o </span><span data-contrast="auto">acesso à energia a preços acessíveis como uma “pedra angular da competitividade”. O apelo à promoção e protecção da indústria da União Europeia (UE), uma melhor tributação da energia, um licenciamento mais rápido para as energias renováveis e o apoio às competências e empregos de qualidade são aspectos destacados por este sector.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ainda assim, é deixado um reparo: “As fontes de energia para a descarbonização identificadas no âmbito do Acordo para a Indústria Limpa devem considerar mais explicitamente todas as tecnologias limpas e colocá-las em pé de igualdade, especialmente quando estas estão prontamente disponíveis, comprovadas e produzidas por um sector baseado na UE &#8211; como o solar térmico &#8211; que é capaz de satisfazer 50 % das necessidades de calor industrial em sectores-chave como os produtos químicos, os alimentos e bebidas, a pasta de papel e o papel, os têxteis, etc”, defende a associação.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">A electrificação é vista como necessária, mas a Solar Heat Europe garante que a mesma “não pode satisfazer todas as necessidades energéticas por si só”, o que, no entender da associação, irá sobrecarregar uma rede que não está preparada para responder a esta procura. “É possível encontrar sinergias e eficiências que devem ser incentivadas de forma muito mais clara”, reitera.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Guglielmo Cioni, presidente da Solar Heat Europe, é citado no comunicado: “O Acordo para a Indústria Limpa deve promover o crescimento dos sectores de tecnologias limpas existentes na União Europeia, incluindo o solar térmico, para reforçar a produção na Europa, aumentar a competitividade, impulsionar a inovação e criar emprego. A nossa tecnologia pode ajudar a satisfazer as necessidades de calor tanto dos cidadãos como da indústria. O calor solar deve fazer parte destes planos, pois tem muito para oferecer”. A Solar Heat Europe acrescenta que o solar térmico é uma tecnologia já presente em 11 milhões de telhados e em centenas de redes de aquecimento urbano e indústrias, sendo produzido por mais de 250 PME’s europeias.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>EASE: Pacto para a Indústria Limpa é um “passo na direcção certa” para a promoção do armazenamento de energia na Europa</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/ease-pacto-para-a-industria-limpa-e-um-passo-na-direccao-certa-para-a-promocao-do-armazenamento-de-energia-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 08:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo para a Indústria Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[armazenamento de energia]]></category>
		<category><![CDATA[circularidade]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[EASE]]></category>
		<category><![CDATA[electricidade]]></category>
		<category><![CDATA[emissões]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Acção para Energia Acessível]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temos vindo a acompanhar as reacções das associações relativamente ao Acordo para a Indústria Limpa e o Plano de Acção para Energia Acessível, apresentados no final do mês de Fevereiro. A EASE, Associação Europeia para o Armazenamento de Energia, foi também uma das entidades a partilhar o seu parecer sobre estes documentos. Recentemente, em comunicado, a associação considerou que tanto o acordo direccionado para a indústria como o plano para uma energia com custos reduzidos “irão moldar o panorama energético da Europa”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/ease-pacto-para-a-industria-limpa-e-um-passo-na-direccao-certa-para-a-promocao-do-armazenamento-de-energia-na-europa/">EASE: Pacto para a Indústria Limpa é um “passo na direcção certa” para a promoção do armazenamento de energia na Europa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">Temos vindo a acompanhar as reacções das associações relativamente ao </span><a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/acordo-para-a-industria-limpa-100-mil-milhoes-de-euros-para-a-competitividade-e-descarbonizacao-da-ue/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Acordo para a Indústria Limpa</span></a><span data-contrast="auto"> e o Plano de Acção para Energia Acessível, apresentados no final do mês de Fevereiro. A EASE, Associação Europeia para o Armazenamento de Energia, foi também uma das entidades a partilhar o seu parecer sobre estes documentos.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Recentemente, em comunicado, a associação considerou que tanto o acordo direccionado para a indústria como o plano para uma energia com custos reduzidos “irão moldar o panorama energético da Europa”. Relativamente à primeira iniciativa, a EASE acredita que “definirá o rumo para uma implantação mais rápida das energias renováveis, a descarbonização industrial e o fabrico de tecnologias limpas”. Já no que diz respeito ao Plano de Acção para Energia Acessível, a associação defende que as disposições do plano definem as “principais medidas que irão moldar a implantação e a viabilidade económica do armazenamento de energia nos próximos anos”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Recordamos que o Acordo para a Indústria Limpa tem como principais objectivos impulsionar a competitividade e resiliência da indústria europeia, acelerando, em simultâneo, a sua descarbonização e promovendo a circularidade. O Plano de Acção para Energia Acessível destina-se a reduzir os custos da electricidade para a indústria, as empresas e as famílias.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">“Dar resposta a diferentes desafios”</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">O responsável pela política da EASE, Aurélien Ballagny, também se pronunciou sobre estas iniciativas e quis frisar que, embora o Pacto para a Indústria Limpa seja “um passo na direcção certa para a implantação do armazenamento de energia”, a associação encoraja a Comissão Europeia a reconhecer que as soluções de armazenamento de energia não se limitam às baterias e ao hidrogénio: “Trata-se, de facto, de uma vasta gama de tecnologias para dar resposta a diferentes desafios”, completou o responsável, no mesmo comunicado.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“O Acordo para a Indústria Limpa identifica como prioridade a rápida implementação da legislação existente. A EASE apoia plenamente esta prioridade, uma vez que muitas disposições da União Europeia ainda não transpostas abordam os obstáculos ao armazenamento de energia, como a falta de acesso ao mercado da energia, a elevada tributação e taxas, ou a falta de remuneração pelos serviços prestados à rede”, referiu Aurélien Ballagny.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A associação vê com bons olhos as medidas relacionadas com o investimento, salientando os incentivos através de critérios não relacionados com os preços nos contratos públicos, a simplificação do acesso ao financiamento da União Europeia e a mobilização de 100 mil milhões de euros para ajudar a promover a produção “limpa” na UE. Também são vistos como positivos os esforços relacionados com a maior utilização dos contratos de aquisição de energia (CAE), “fundamentais para garantir a visibilidade das receitas a longo prazo e promover a implantação do armazenamento”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Contudo, o responsável pela política da EASE lamenta a ausência de uma estratégia “mais abrangente” sobre armazenamento de energia e soluções de flexibilidade, “muito necessária para definir um caminho claro para as autoridades públicas, investidores e indústrias da UE”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">“Reconhecer os benefícios que o armazenamento traz”</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Daniel Vig, também responsável pela política da EASE, teceu comentários sobre o Plano de Acção para Energia Acessível: “Até agora, os longos processos de licenciamento, as taxas de rede injustas e a falta de remuneração pela flexibilidade atrasaram a implantação do armazenamento de energia. A EASE congratula-se com o Plano de Acção para a Energia Acessível porque reconhece e propõe-se a eliminar estes obstáculos até meados de 2025”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O responsável defendeu que armazenar energia é um processo crucial para a expansão da rede, mas que as regras de tarifação da rede da maioria dos Estados-Membros “não têm devidamente em conta o armazenamento, o que resulta numa dupla cobrança injusta que desencoraja o investimento no armazenamento de energia”. Esta é uma situação que, segundo a associação, agrava o congestionamento e os cortes de energia, o que se traduz em preços elevados para a sociedade. “A EASE congratula-se com a proposta da Comissão Europeia de reforma das tarifas de rede, que deve reconhecer os benefícios que o armazenamento de energia traz à rede”, acrescentou Daniel Vig.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Um outro objectivo do Plano de Acção para Energia Acessível destacado pela EASE é a agilização da concessão de licenças para as redes, o armazenamento e as energias renováveis, transpondo rapidamente a legislação da UE para o nível nacional. O responsável explicou que “reduzir o tempo de implementação do armazenamento de energia é crucial para atingir os objectivos de descarbonização”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/ease-pacto-para-a-industria-limpa-e-um-passo-na-direccao-certa-para-a-promocao-do-armazenamento-de-energia-na-europa/">EASE: Pacto para a Indústria Limpa é um “passo na direcção certa” para a promoção do armazenamento de energia na Europa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Eurovent destaca papel da indústria AVACR nas ambições da UE para uma indústria de emissões líquidas nulas</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/eurovent-destaca-papel-da-industria-avacr-nas-ambicoes-da-ue-para-uma-industria-de-emissoes-liquidas-nulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 09:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo para a Indústria Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[AVAC]]></category>
		<category><![CDATA[AVACR]]></category>
		<category><![CDATA[eurovent]]></category>
		<category><![CDATA[união europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Eurovent, Associação Europeia para a Indústria AVAC, apela ao reconhecimento do sector AVACR no Acordo para a Indústria Limpa, assim como noutras políticas europeias, a fim de preservar a competitividade da indústria. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eurovent-destaca-papel-da-industria-avacr-nas-ambicoes-da-ue-para-uma-industria-de-emissoes-liquidas-nulas/">Eurovent destaca papel da indústria AVACR nas ambições da UE para uma indústria de emissões líquidas nulas</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Eurovent, Associação Europeia para a Indústria AVAC, apela ao reconhecimento do sector AVACR no Acordo para a Indústria Limpa, assim como noutras políticas europeias, a fim de preservar a competitividade da indústria. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">“A Comissão Europeia, no seu novo mandato, está a levar a sério o desafio da competitividade”, começou por referir a entidade em comunicado, acrescentando que o programa de trabalho da Comissão Europeia para 2025 “delineou algumas primeiras medidas úteis para abordar os principais obstáculos estruturais que dificultam a competitividade das indústrias europeias”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ainda que tenha congratulado esta acção da Comissão Europeia, a Eurovent manifestou a sua preocupação com a tendência da União Europeia (UE) para escolher “vencedores” e “vencidos”, ao identificar “as indústrias que são consideradas suficientemente ‘estratégicas’ para receberem atenção e apoio”. O que a associação diz é que, embora a indústria AVACR tenha beneficiado parcialmente deste tratamento, já que as bombas de calor foram reconhecidas como uma tecnologia estratégica de emissões líquidas nulas, “não reconhece as ligações e interconexões entre tecnologias e sectores”. E, por isso, a Eurovent frisou: “Nenhum sector existe isoladamente”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Stijn Renneboog, secretário-geral adjunto da Eurovent, declarou que a associação apela ao reconhecimento de todo o sector AVACR &#8211; incluindo, mas não exclusivamente, as bombas de calor &#8211; no Acordo para a Indústria Limpa. “Este quadro político terá de ser eficaz para a indústria AVACR, tal como para outras indústrias, em reconhecimento do importante contributo do nosso sector para a qualidade de vida, para as ambições de emissões líquidas nulas da UE e para a prosperidade europeia”, acrescentou o secretário-geral adjunto.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O documento da Eurovent sobre o reconhecimento do sector AVACR no Acordo para a Indústria Limpa reitera o apelo do seu </span><a href="https://www.eurovent.eu/publications/eurovent-2024-2029-manifesto/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">manifesto</span></a><span data-contrast="auto"> à criação de uma “estratégia industrial que aprofunde o mercado único, elimine os obstáculos ao comércio interno e crie uma melhorada agenda ‘Better Regulation’ (em português, ‘melhor regulação’) que tenha em conta o seu impacto na competitividade”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Freepik</p>
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		<title>Foco da União Europeia nos custos da energia é “bom incentivo às bombas de calor”, garante a EHPA</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/foco-da-uniao-europeia-nos-custos-da-energia-e-bom-incentivo-as-bombas-de-calor-garante-a-ehpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 08:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo para a Indústria Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Europeia de Bombas de Calor]]></category>
		<category><![CDATA[bombas de calor]]></category>
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		<category><![CDATA[sector das bombas de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Europeia de Bombas de Calor (EHPA) entende que os planos da Comissão Europeia para impulsionar indústrias “limpas” competitivas e energia acessível “identificam várias áreas cruciais para impulsionar a adopção de bombas de calor”. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Associação Europeia de Bombas de Calor (EHPA) entende que os planos da Comissão Europeia para impulsionar indústrias “limpas” competitivas e energia acessível “identificam várias áreas cruciais para impulsionar a adopção de bombas de calor”. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Para a EHPA, é positivo que a descarbonização industrial e a produção de tecnologias “limpas” sejam temas presentes no Acordo para a Indústria Limpa, assim como o facto de o Plano de Acção para a Energia Acessível enfatizar a importância da redução das facturas de electricidade e a valorização da flexibilidade da rede energética. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Todos estes factores são fundamentais para acelerar a transição para o aquecimento e arrefecimento limpos nas habitações e nas indústrias através de bombas de calor. O aumento da utilização destes equipamentos pode reduzir a dependência da Europa de combustíveis fósseis importados e, por conseguinte, proporcionar uma maior segurança energética”, indica a associação através de um comunicado de imprensa, acrescentando que a comunicação da Comissão Europeia menciona que as despesas com importações poderiam ser reduzidas em 60 mil milhões de euros com mais bombas de calor.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Contudo, a EHPA não deixa de salientar que, tanto o Acordo para a Indústria Limpa como o Plano de Acção para a Energia Acessível, não abordam directamente o “contributo crítico que o sector das bombas de calor, uma tecnologia madura e comprovada, pode dar para a segurança energética, a competitividade industrial e o caminho para o </span><i><span data-contrast="auto">net zero</span></i><span data-contrast="auto">”. A associação assegura que a previsibilidade da procura a longo prazo também não foi considerada e defende que estas são questões que têm de ser abordadas no próximo Plano de Acção para a Electrificação e na Estratégia de Aquecimento e Arrefecimento da União Europeia.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Paul Kenny, director-geral da EHPA, entende que “não podemos esperar que as pessoas e a indústria instalem uma bomba de calor quando pagam menos pelo aquecimento com combustíveis fósseis. É necessário oferecer aos consumidores um preço de electricidade competitivo e flexível em troca da escolha de uma bomba de calor, reforçando assim a segurança energética europeia”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O responsável acrescenta que o sector das bombas de calor deve ser reconhecido como uma “importante estratégia europeia” nos referidos planos para que seja definida uma “orientação política clara que tranquilize os fabricantes, os investidores e os consumidores”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Atraso de Portugal na Estratégia Industrial Verde pode fazer o país perder oportunidades, alerta a Associação ZERO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 08:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo para a Indústria Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[associação zero]]></category>
		<category><![CDATA[circularidade]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
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		<category><![CDATA[Estratégia Industrial Verde]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem uma Estratégia Industrial Verde, Portugal está “prestes a perder o comboio da transição industrial limpa e competitiva”. Já o Pacto Europeu da Indústria Limpa é visto como um plano que “favorece grandes interesses económicos”. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sem uma Estratégia Industrial Verde, Portugal está “prestes a perder o comboio da transição industrial limpa e competitiva”. Já o Pacto Europeu da Indústria Limpa é visto como um plano que “favorece grandes interesses económicos”. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A revista </span><i><span data-contrast="auto">Edifícios e Energia</span></i> <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/acordo-para-a-industria-limpa-100-mil-milhoes-de-euros-para-a-competitividade-e-descarbonizacao-da-ue/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">noticiou</span></a><span data-contrast="auto"> recentemente a apresentação do Pacto Europeu da Indústria Limpa e a reacção da Associação ZERO não tardou em chegar: “O Pacto da Indústria Limpa terá implicações significativas para Portugal em múltiplas dimensões, desde a transformação industrial e a competitividade económica até à política energética e ao desenvolvimento e qualificação da força de trabalho”, referiu a entidade em comunicado.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A ZERO relembra o atraso do país em relação ao desenvolvimento da Estratégia Industrial Verde, cujo prazo (Fevereiro de 2024) está “largamente ultrapassado”. Esta situação “coloca em risco a janela de oportunidade para o país acompanhar competitivamente a transição ambiental, económica e social”, adverte.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Com a chegada do Pacto Europeu da Indústria Limpa, a associação espera que este plano “sirva para abanar e reverter este marasmo” e insta o governo português a reunir esforços para a “definição urgente da Estratégia Industrial Verde, montando um diálogo abrangente com todas as partes interessadas, incluindo a sociedade civil e os parceiros sociais”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A ZERO defende o conceito de condomínios industriais sustentáveis, “promovendo o ordenamento territorial estratégico das indústrias para optimizar recursos, reduzir impactes ambientais e fomentar a partilha de infraestruturas e de sinergias entre sectores”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Relativamente ao Pacto Europeu da Indústria Limpa (Clean Industrial Deal), a entidade mostra alguma reserva, embora reconheça a ambição e as “boas intenções” do plano: “[o pacto levanta] sérias preocupações sobre a falta de medidas concretas para uma transição justa e inclusiva”, assinala a ZERO.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Considera que estão em falta “compromissos vinculativos em relação à eliminação progressiva, mas célere e determinada dos combustíveis fósseis, à definição de objectivos concretos de eficiência energética e à garantia de um acesso justo e igual a tecnologias limpas por parte dos actores do sector”. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O pacto inclui aspectos sobre a economia circular e a eficiência dos recursos e a associação vê esta questão como positiva. Ainda assim, defende a necessidade de objectivos “mais concretos em matéria de reutilização de materiais, de redução de resíduos e da economia de partilha” e acrescenta que a “ênfase” na competitividade industrial e no investimento das empresas “ofusca uma participação pública mais ampla e as protecções sociais”. O “papel limitado” dos trabalhadores e comunidades locais na definição do caminho a seguir é apresentado como uma das principais preocupações.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Sem cláusulas sociais obrigatórias nos contratos públicos e sem condições claras associadas ao apoio financeiro, manter-se-á a tendência de os trabalhadores e as comunidades vulneráveis suportarem os custos da transformação, enquanto as empresas colhem os benefícios”, salienta a associação no comunicado.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A ZERO acredita que o pacto fica enfraquecido pela ausência de um “compromisso claro” para acabar com os subsídios aos combustíveis fósseis e sugeriu a criação de uma Directiva para a Transição Justa para que trabalhadores e comunidades afectadas tenham novas oportunidades e protecção social adequada.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Unsplash</p>
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		<title>Acordo para a Indústria Limpa: 100 mil milhões de euros para a competitividade e descarbonização da UE</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/acordo-para-a-industria-limpa-100-mil-milhoes-de-euros-para-a-competitividade-e-descarbonizacao-da-ue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 09:35:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo para a Indústria Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[circularidade]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
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		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira, a Comissão Europeia apresentou o Acordo para a Indústria Limpa, um plano com o intuito de apoiar a competitividade e a resiliência da indústria europeia, acelerando a descarbonização. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/acordo-para-a-industria-limpa-100-mil-milhoes-de-euros-para-a-competitividade-e-descarbonizacao-da-ue/">Acordo para a Indústria Limpa: 100 mil milhões de euros para a competitividade e descarbonização da UE</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nesta quarta-feira, a Comissão Europeia apresentou o Acordo para a Indústria Limpa, um plano com o intuito de apoiar a competitividade e a resiliência da indústria europeia, acelerando a descarbonização. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A curto prazo, mais de 100 mil milhões de euros serão mobilizados por este acordo para apoiar a indústria “limpa” na União Europeia (UE). A Comissão Europeia fez saber que o montante inclui uma garantia adicional de mil milhões de euros ao abrigo do actual quadro financeiro plurianual.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O pacto incide principalmente nas indústrias com utilização intensiva de energia e nas tecnologias limpas. A Comissão considera que as primeiras enfrentam “elevados custos energéticos, uma concorrência global desleal e regulamentações complexas, que prejudicam a sua competitividade”. Já as tecnologias limpas “estão no centro da competitividade e do crescimento futuros e são cruciais para a transformação industrial”. A circularidade é também um elemento central do acordo, com vista a maximizar os recursos limitados da UE e a reduzir a dependência excessiva de fornecedores de matérias-primas de países terceiros. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, afirmou que a Europa “não é apenas um continente de inovação industrial, mas também um continente de produção industrial. No entanto, a procura de produtos ‘limpos’ abrandou e alguns investimentos foram transferidos para outras regiões. Ainda existem demasiados obstáculos no caminho das nossas empresas europeias, desde os elevados preços da energia até à excessiva carga regulamentar. O Acordo para a Indústria Limpa destina-se a cortar as amarras que ainda impedem as nossas empresas de avançar e a apresentar um acordo comercial claro a favor da Europa”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No sentido de alcançar custos de energia mais baixos, foi também adoptado um Plano de Acção para Energia Acessível, “destinado a reduzir as facturas de energia das indústrias, das empresas e dos agregados familiares”. Outro aspecto mencionado pela Comissão Europeia foi o aumento da procura por produtos “limpos” fabricados na UE, com a introdução de critérios de sustentabilidade, resiliência e fabrico na Europa nos contratos públicos e privados.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para além disso, o </span><span data-contrast="none">Industrial Decarbonisation Accelerator Act, algo como “Acto A</span><span data-contrast="auto">celerador da Descarbonização Industrial”, irá lançar um rótulo voluntário de intensidade de carbono para os produtos industriais, começando pelo aço em 2025, seguido do cimento. A Comissão irá simplificar e harmonizar as metodologias de contabilização do carbono e indica que os rótulos vão “informar os consumidores e permitir aos fabricantes obter um prémio pelos seus esforços de descarbonização”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Comissão anunciou também que irá criar um Centro de Matérias-Primas Críticas da UE para adquirir conjuntamente matérias-primas em nome das empresas interessadas: “As aquisições conjuntas criam economias de escala e proporcionam uma maior margem de manobra para negociar melhores preços e condições”, justifica a instituição europeia.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para 2026, está prevista a adopção de uma Lei da Economia Circular (Circular Economy Act) para acelerar a transição circular. O objectivo é que 24% dos materiais sejam circulares até 2030.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Comissão Europeia &#8211; Serviço Audiovisual</p>
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