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Segundo o Observador Cetelem Consumo Sustentável 2022, apenas 13 % dos portugueses conhecem os programas existentes de apoio à adopção de soluções que visam a transição e a poupança energéticas. Os dados, que incidem ainda sobre as vantagens e desvantagens destes apoios e sobre os principais entraves, foram divulgados pelo Cetelem na semana passada.
A partir de mil entrevistas a uma amostra representativa da população residente em Portugal Continental com idades entre os 18 e os 74 anos, o Observador Cetelem Consumo Sustentável 2022 concluiu que “13 % dos inquiridos conhecem os programas de apoio existentes” à adopção de soluções que visam a poupança energética.
Desses que conhecem os programas, aqueles que têm entre os 45 e os 54 anos são os que mais aderiram ou pensaram em aderir aos mecanismos, enquanto aqueles na faixa de idade mais avançada (65-74) são os que mais responderam não tencionar aderir.
No entanto, neste estudo conduzido pela empresa de estudos de mercado NielsenIQ a pedido do Cetelem, observa-se que “muitos portugueses (…) desconhecem a existência de incentivos e apoios para a transição energética” e que outros não sabem identificá-los, refere o Cetelem.
Vantagens, desvantagens e entraves
O inquérito, realizado entre 28 de Setembro e 13 de Outubro, procurou ainda perceber quais são as vantagens e desvantagens associadas aos programas de apoio à eficiência energética e/ou à transição energética, bem como os principais entraves à adopção de soluções que visam a poupança energética.
As respostas mais comuns em favor dos apoios foram o pouco tempo de aprovação do procedimento, referido por 44 % dos inquiridos, o facto de não serem exigidos muitos documentos (44 %) e de a aposta compensar financeiramente (25 %). Por outro lado, a burocracia é apontada por cerca de metade dos inquiridos como uma das desvantagens destes programas.
Quanto aos principais entraves à adopção de soluções para a poupança energética, 44 % dos portugueses entrevistados mencionaram o facto de o investimento base nestas soluções ser muito elevado, 35 % indicaram o desconhecimento sobre as soluções energéticas e 29 % o desconhecimento relativo aos próprios incentivos existentes.
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