Qualidade do ar interior: Uma questão que não pode ser descuidada

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A qualidade do ar no interior dos edifícios é uma questão da maior importância para a saúde pública, ou não fossem os espaços fechados os locais onde passamos grande parte do nosso tempo, sejam eles a nossa habitação e o nosso escritório, sejam eles os edifícios de serviços e comércio ou espaços em ambiente industrial.

Neste sentido, é inegável a importância de avaliar a qualidade do ar nestes diferentes contextos, sabendo-se que o bem-estar e a produtividade dos seus ocupantes são afetados pela existência de contaminantes no ar e pelas condições climáticas desadequadas.

A deterioração da qualidade do ar interior pode ser consequência de diferentes fontes de poluição como, por exemplo, o ar exterior, o tipo de materiais de construção, de revestimento e de mobiliário, a composição dos produtos de limpeza utilizados na higienização dos espaços, a presença de alcatifas, cortinados, fotocopiadoras, impressoras e computadores, a ocupação humana bem como a deficiente ventilação e renovação do ar. Nos edifícios industriais, os materiais utilizados nos processos de fabrico são a principal fonte de contaminação do ar interior.

A crescente preocupação com a eficiência energética dos edifícios tem resultado frequentemente numa deficiente qualidade do ar interior como consequência de uma maior estanquicidade dos mesmos com o objetivo de otimizar a energia despendida em aquecimento/arrefecimento. Esta realidade tem depositado nos sistemas de ventilação a responsabilidade de garantir uma qualidade do ar interior satisfatória através da sua eficiente renovação.

A simples ocupação de um espaço, aliando o metabolismo humano à deficiente renovação do ar, resultará no aparecimento de sintomas associados a elevadas concentrações de dióxido de carbono, como por exemplo as dores de cabeça, o cansaço e a falta de ar. Se, para além da baixa eficiência do sistema de ventilação, a sua manutenção não for adequada, podemos deparar-nos ainda com níveis de concentração de fungos e bactérias nocivas para a saúde humana. Neste capítulo, devemos recordar ainda a bactéria Legionella, que encontra normalmente em lagos, rios ou albufeiras em baixas concentrações, mas que, ao colonizar os sistemas artificiais de água, tais como redes prediais e sistemas de climatização que usem água para arrefecimento do ar, encontram condições ótimas para a sua multiplicação, podendo atingir níveis de concentração com potencial para colocar em risco a nossa saúde.

Dependendo do espaço considerado e dos problemas detetados, as ações de melhoria podem ir desde uma simples alteração de comportamentos, que não implicam qualquer investimento, até soluções bem mais dispendiosas como por exemplo a necessidade de instalação de um sistema de ventilação forçada para os casos em que a ventilação natural é insuficiente.

No que respeita à qualidade do ar interior em edifícios de escritórios e comerciais, refiram-se os agentes químicos (monóxido de carbono, dióxido de carbono, formaldeído, COVT, radão, PM10 e PM2,5), os agentes microbiológicos (fungos e bactérias, incluindo a Legionella) previstos na Portaria n.º 353-A/2013 e os agentes físicos (níveis de iluminância), parâmetros térmicos ambientais (temperatura do ar, temperatura de radiação, humidade e velocidade do ar) e respetivos índices de conforto térmico. Existindo a suspeita da presença de outros agentes químicos ou microbiológicos, tais como as fibras de amianto ou o ozono, também deverá ser feita a sua medição.

Em postos de trabalho de edifícios industriais, a maior diversidade de agentes químicos, físicos e biológicos exige uma abordagem específica no âmbito da Higiene Ocupacional, por forma a identificar os agentes presentes e a avaliar a exposição dos trabalhadores, no sentido de evitar a afeção da saúde dos trabalhadores.

O CTCV, através dos seus laboratórios acreditados, disponibiliza um conjunto de serviços que permitem avaliar a qualidade do ar em espaços interiores, adequando cada estudo às características do espaço a avaliar, dos seus ocupantes e das atividades realizadas. O diagnóstico resultante desta avaliação possibilitará a implementação de ações de melhoria com o objetivo de garantir um ambiente interior que cumpra com os requisitos mínimos de qualidade.

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As conclusões  e opiniões expressas são da responsabilidade dos autores.

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