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	<title>Arquivo de Gebalis - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 09 Dec 2025 17:39:35 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Gebalis - Edificios e Energia</title>
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		<title>LISBON ALLIANCE: O novo impulso da Lisboa E-Nova para a eficiência energética e a descarbonização urbana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 10:54:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Agência de Energia e Ambiente de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[cidade neutra em carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lisboa definiu uma meta ambiciosa: tornar-se uma cidade neutra em carbono até 2030. Para atingir esse objetivo, é essencial agir em várias frentes, edifícios, iluminação pública, mobilidade, energia e planeamento urbano, e garantir que todos os players caminham na mesma direção. A Lisboa E-Nova, enquanto Agência de Energia e Ambiente de Lisboa, tem um papel importante neste processo. ...</p>
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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2 wp-block-paragraph"><strong>Lisboa definiu uma meta ambiciosa: tornar-se uma cidade neutra em carbono até 2030. Para atingir esse objetivo, é essencial agir em várias frentes, edifícios, iluminação pública, mobilidade, energia e planeamento urbano, e garantir que todos os <em>players </em>caminham na mesma direção. A Lisboa E-Nova, enquanto Agência de Energia e Ambiente de Lisboa, tem um papel importante neste processo.</strong><br></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3 wp-block-paragraph">Criada para promover o desenvolvimento sustentável da cidade e da sua área metropolitana, a <a href="https://lisboaenova.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><strong>Lisboa E-Nova</strong></a> trabalha em estreita colaboração com o Município na definição e execução de estratégias energético-ambientais. O seu foco é claro: melhorar a eficiência energética, valorizar os recursos endógenos e promover uma gestão ambiental responsável.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph">Um dos projetos mais relevantes neste percurso é o “<em><strong><a href="https://lisboaenova.org/en/portfolio/lisbon-alliance/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Lisbon Alliance – Accelerate pubLic buiLding renovatIon And public lighting eNergy effiCiEncy</a></strong></em>”, financiado pela Comissão Europeia através do programa <a href="https://www.eib.org/en/products/advisory-services/elena/index">ELENA (<em>European Local ENergy Assistance</em>)</a>, gerido pelo Banco Europeu de Investimento. Este programa foi criado para apoiar a preparação de investimentos em eficiência energética e energias renováveis, oferecendo assistência técnica especializada a projetos de larga escala, normalmente acima dos 30 milhões de euros.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5 wp-block-paragraph">A candidatura apresentada pela <strong>Lisboa E-Nova</strong> foi aprovada em 2024 e deu origem a um projeto de três anos (de abril de 2025 a março de 2028), que pretende mobilizar 44,6 milhões de euros em investimento em eficiência energética, com um apoio financeiro de 1,44 milhões de euros a fundo perdido para reforço da capacidade técnica da agência e contratação de especialistas externos.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6 wp-block-paragraph">O <strong>Lisbon Alliance</strong> é mais do que um projeto de eficiência energética: é um instrumento de articulação entre diferentes entidades municipais, criado para melhorar a qualidade técnica das intervenções e acelerar a concretização de investimentos alinhados com a estratégia de descarbonização da cidade.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7 wp-block-paragraph">A <strong>Lisboa E-Nova</strong> é responsável pela coordenação técnica e pela assistência aos principais beneficiários — o Município de Lisboa e as empresas municipais SRU, EGEAC/Lisboa Cultura e GEBALIS, assegurando que os projetos cumprem padrões elevados de desempenho energético e sustentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8 wp-block-paragraph"><strong>INTERVENÇÕES COM IMPACTO EM TODA A CIDADE</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9 wp-block-paragraph">As intervenções previstas abrangem edifícios, infraestruturas e iluminação pública, refletindo uma abordagem diversificada e integrada. No âmbito da GEBALIS, estão em curso processos de certificação energética de frações habitacionais nos bairros da Quinta das Salgadas e dos Alfinetes, bem como a realização de um estudo sobre boas práticas de reabilitação, a adjudicar em breve. Na Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) está a ser analisada a possibilidade de reabilitação de cinco escolas, com o apoio de consultoria especializada prestada pela Lisboa E-Nova em eficiência térmica e na aplicação de ferramentas digitais BIM para otimização dos projetos. Com a Câmara Municipal de Lisboa, através de diferentes serviços, está em análise o desenvolvimento de projetos de iluminação pública, em várias zonas da cidade, nos túneis e, ainda, o apoio técnico em eficiência energética na reabilitação de escolas e de diversos edifícios patrimoniais dispersos pela cidade. Já na EGEAC, estão neste momento a ser finalizadas as auditorias energéticas ao Cinema São Jorge e ao Teatro São Luiz, complementadas por assessoria técnica ao sistema de climatização (AVAC) deste último.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-10 wp-block-paragraph">Todas as aquisições e contratações efetuadas pela <strong>Lisboa E-Nova</strong> seguem o Código da Contratação Pública, assegurando transparência, concorrência e qualidade nos serviços prestados.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-11 wp-block-paragraph">O impacto esperado vai além das poupanças energéticas. Ao melhorar o desempenho térmico dos edifícios e a eficiência das infraestruturas urbanas, Lisboa reduz as suas necessidades energéticas e as emissões de CO<sub>2</sub>, melhorando também o conforto e a saúde ambiental dos espaços públicos e de trabalho.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-12 wp-block-paragraph">O programa ELENA tem precisamente essa missão: ajudar as cidades europeias a transformar planos em investimentos concretos, criando um efeito multiplicador na transição energética local. Através do Lisbon Alliance, Lisboa posiciona-se entre as cidades que estão a usar este instrumento europeu de forma estratégica, integrando os princípios da Missão Cidades Inteligentes e Climaticamente Neutras, garantindo um menor consumo energético, menor dependência de combustíveis fósseis e maior qualidade ambiental.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-13 wp-block-paragraph">Para a <strong>Lisboa E-Nova</strong>, o projeto representa também uma oportunidade de se afirmar, uma vez mais, como o principal instrumento de suporte técnico e estratégico às políticas municipais. A agência não se limita a prestar assistência, atuando também como mediadora entre a visão política, o conhecimento técnico e a execução prática, garantindo que os investimentos públicos contribuem para resultados mensuráveis e duradouros.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-14 wp-block-paragraph">Ao longo dos próximos anos, a implementação do <strong>Lisbon Alliance</strong> deverá demonstrar que investir em eficiência energética é também investir em qualidade de vida, competitividade urbana e resiliência climática. Lisboa está a transformar o seu compromisso climático em ação concreta, e a <strong>Lisboa E-Nova</strong> é o motor técnico e estratégico que torna possível essa transição.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7387b849 wp-block-columns-is-layout-flex">
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</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-15 wp-block-paragraph"><strong><em>Artigo com apoio</em></strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="470" height="230" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/12/LisboaENova.png" alt="" class="wp-image-33847" style="width:163px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/12/LisboaENova.png 470w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/12/LisboaENova-300x147.png 300w" sizes="(max-width: 470px) 100vw, 470px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-16 wp-block-paragraph"><br><strong>© EGEAC – Teatro São Luiz, Estelle Valente</strong><br><br></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-17 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lisboa vai receber próxima edição do International Social Housing Festival</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/lisboa-vai-receber-proxima-edicao-do-international-social-housing-festival/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 10:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Gebalis]]></category>
		<category><![CDATA[habitação acessível]]></category>
		<category><![CDATA[habitação social]]></category>
		<category><![CDATA[International Social Housing Festival]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A próxima edição do International Social Housing Festival, a decorrer em 2027, será organizada pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Gebalis, trazendo a Portugal, pela primeira vez, o festival europeu dedicado à Habitação Social. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-18 wp-block-paragraph" style="font-size:14px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"><br><strong>A Câmara Municipal de Lisboa e a Gebalis serão as entidades organizadoras da próxima edição do festival europeu, dedicado à Habitação Pública, Social e Cooperativa. </strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-19 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-20 wp-block-paragraph">A próxima edição do <strong><em>International Social Housing Festival</em>,</strong> a decorrer em 2027, será organizada pela <strong><a href="https://www.lisboa.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Câmara Municipal de Lisboa</a></strong> e pela <strong><a href="https://gebalis.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Gebalis</a></strong>, trazendo a Portugal, pela primeira vez, o festival europeu dedicado à Habitação Social. A capital será a anfitriã do evento, demonstrando, uma vez mais, o compromisso para com a habitação acessível e inclusiva. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-21 wp-block-paragraph">Reconhecido como um dos principais eventos europeus neste âmbito, o <em>International Social Housing Festival </em>foi criado com o intuito de destacar o papel da habitação social para uma vida pessoal e ambientalmente sustentável nas cidades, reunindo, para tal, decisores políticos, investigadores, urbanistas, arquitetos e ativistas para discutir e partilhar as melhores práticas europeias. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-22 wp-block-paragraph">Filipa Roseta, Vereadora da Habitação e Obras Municipais da Câmara Municipal de Lisboa,<strong> </strong>afirma que <em>“é com um profundo sentido de responsabilidade que Lisboa se prepara para acolher, pela primeira vez, em 2027, o International Social Housing Festival. Esta oportunidade é um reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver na área da habitação. A nossa visão para Lisboa é a de uma cidade onde a diversidade social se reflete na própria estrutura urbana, não se tratando apenas de construir casas, mas de edificar ecossistemas sustentáveis”</em>. Filipa Roseta acrescenta ainda que <em>“receber o International Social Housing Festival é uma oportunidade ímpar para partilhar as nossas experiências, aprender com as melhores práticas internacionais e reafirmar o nosso compromisso com uma Lisboa mais justa, mais inclusiva e equitativa, onde o direito à habitação digna é uma realidade para todos”</em>. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-23 wp-block-paragraph">Fernando Angleu, Presidente do Conselho de Administração da Gebalis, salienta <em>“a importância de se receber, pela primeira vez, este evento europeu, que espelha um alinhamento de compromissos face à habitação social. O trabalho desenvolvido ao longos destes últimos anos materializam uma vontade de trazer mais e melhores condições ao município de Lisboa e aos seus moradores, sendo um caso de sucesso que merece ser reconhecido e visto numa escala europeia”</em>. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-24 wp-block-paragraph">A edição de 2025 aconteceu em Dublin, na Irlanda, onde foram apresentados os <em>European Responsible Housing Awards</em>. O projeto “Lotes com Vida”, da Gebalis, esteve entre os 25 finalistas, de 12 países, chegando a uma short list de cinco iniciativas na categoria <em>‘Going the extra mile for safe and sound living’.</em>&nbsp;</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-25 wp-block-paragraph">A próxima edição do <em>International Social Housing Festival </em>terá lugar em Lisboa, em 2027, em data e local ainda a definir.&nbsp;&nbsp;</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#0897a2;color:#0897a2"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-26 wp-block-paragraph"><strong><em><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</em><br><em>Fonte: Press Release</em></strong></em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lisboa integra projecto CirCoFin centrado na circularidade dos materiais de construção</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/lisboa-integra-projecto-circofin-centrado-na-circularidade-dos-materiais-de-construcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 08:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CirCoFin]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[economia circular]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[Gebalis]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa e-Nova]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Através da Lisboa E-Nova e da GEBALIS, a capital portuguesa faz parte do projecto europeu CirCoFin — Circular Construction Finance, que, no âmbito do Programa Horizonte Europa, reúne quatro cidades e regiões para promover a economia circular no sector da construção e dos edifícios através da criação de Hubs ou Centros de Construção Circular. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Através da Lisboa E-Nova e da GEBALIS, a capital portuguesa faz parte do projecto europeu CirCoFin — Circular Construction Finance, que, no âmbito do Programa Horizonte Europa, reúne quatro cidades e regiões para promover a economia circular no sector da construção e dos edifícios através da criação de <em>Hubs</em> ou Centros de Construção Circular. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar de estes centros já existirem em algumas regiões, a Lisboa E-Nova refere em comunicado que “os seus objectivos de replicação não foram atingidos”. O CirCoFin pretende então demonstrar o potencial destes centros como “projectos </span><span data-contrast="auto">financiáveis em grande escala e proporcionar oportunidades de investimento lucrativas para os financiadores”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Munique, Copenhaga, Lisboa e uma região da Escócia foram as cidades escolhidas para a criação de quatro novos centros </span><span data-contrast="auto">desde a sua conceção física, infraestrutura digital, logística, modelos de negócio, modelos de operação e modelos financeiros, envolvendo o desenvolvimento de planos técnicos, comerciais e financeiros</span><span data-contrast="auto">. Estes espaços representam um investimento total superior a 80 milhões de euros e será ainda incluída a criação de um banco de materiais físicos e infraestruturas digitais alinhadas com os requisitos da taxonomia da União Europeia para a construção.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A iniciativa CirCoFin pretende desenvolver um novo modelo de mercado para componentes de construção reutilizados, com base num </span><em>Hub</em> <span data-contrast="auto">Físico e Digital, dedicado à reutilização de materiais provenientes de demolições e remodelações.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O CirCoFin pretende ainda servir de exemplo para a replicação em 30 outras cidades e regiões europeias, no âmbito da Circular Cities and Regions Initiative (CCRI), promovendo a adopção da Declaração das Cidades Circulares e da Missão 100 Cidades Inteligentes e com Impacto Neutro no Clima. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Nas redes sociais, a Lisboa E-Nova considerou que a participação da cidade portuguesa neste projecto é “uma oportunidade única para Lisboa dar os primeiros passos no sentido de gerar um impacto real no sector da construção”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O projecto é coordenado pela Região Metropolitana de Munique, com a Lisboa E-Nova e a GEBALIS como parceiros na capital portuguesa.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/lisboa-integra-projecto-circofin-centrado-na-circularidade-dos-materiais-de-construcao/">Lisboa integra projecto CirCoFin centrado na circularidade dos materiais de construção</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estratégia de Lisboa para a Neutralidade Carbónica: eficiência energética cresce em Entrecampos</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/estrategia-de-lisboa-para-a-neutralidade-carbonica-eficiencia-energetica-cresce-em-entrecampos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 08:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CML]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[Entrecampos]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia de Lisboa para a Neutralidade Carbónica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A câmara municipal de Lisboa uniu esforços com a Gebalis, empresa municipal responsável pela gestão dos bairros municipais da capital, e a Lisboa Ocidental SRU – Sociedade de Reabilitação Urbana para fazer erguer um projecto em Entrecampos que pretende ser um ponto de viragem quanto ao conceito de habitação municipal em Lisboa.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/estrategia-de-lisboa-para-a-neutralidade-carbonica-eficiencia-energetica-cresce-em-entrecampos/">Estratégia de Lisboa para a Neutralidade Carbónica: eficiência energética cresce em Entrecampos</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=153" target="_blank" rel="noopener">edição nº 153 da Edifícios e Energia</a> (Maio/Junho 2024).</em></p>
<p><strong>A câmara municipal de Lisboa uniu esforços com a Gebalis, empresa municipal responsável pela gestão dos bairros municipais da capital, e a Lisboa Ocidental SRU – Sociedade de Reabilitação Urbana para fazer erguer um projecto em Entrecampos que pretende ser um ponto de viragem quanto ao conceito de habitação municipal em Lisboa.</strong></p>
<p>A empreitada, totalmente financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), insere-se na Operação de Loteamento das Forças Armadas e prevê a construção de 476 habitações, bem como a criação de espaços verdes, zonas de comércio e equipamentos de apoio às famílias, como uma creche.</p>
<p>O projecto está enquadrado no Programa de Renda Acessível, um programa ao qual as pessoas se candidatam para obterem habitação numa das freguesias da cidade. “Nesta intervenção, a sustentabilidade energética actua como eixo de uma solução exequível, actual e durável que oferece aos residentes condições adequadas de conforto com elevado desempenho energético”, começa por dizer Susana Rato, arquitecta da SRU. Actualmente, já foram entregues 256 apartamentos nos lotes 4, 5 e 9 e encontram-se ainda em obra os restantes 220 apartamentos que terão lugar nos lotes 7 e 10.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-27640 alignleft" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar2-1-200x300.jpg" alt="" width="246" height="369" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar2-1-200x300.jpg 200w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar2-1-682x1024.jpg 682w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar2-1-768x1152.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar2-1-1024x1536.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar2-1-610x915.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar2-1-1080x1620.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar2-1-scaled.jpg 800w" sizes="(max-width: 246px) 100vw, 246px" /></p>
<p>Para esta intervenção foram traçados vários objectivos no que diz respeito à eficiência energética. Entre eles, Susana Rato destaca a utilização de energias renováveis – nomeadamente sistema fotovoltaico nas coberturas dos edifícios para produção de energia (águas quentes sanitárias e aquecimento ambiente) –, a utilização de bombas de calor eficientes, a implementação de soluções que promovem o bom desempenho passivo (isolamento, orientação, sombreamento, vidros duplos), a garantia de que todas as habitações recebem pelo menos uma hora de radiação solar directa no período do ano mais desfavorável e a selecção de materiais sustentáveis.</p>
<p>O reforço do enquadramento legislativo para o cumprimento das exigências para a classificação nZEB (<em>nearly zero energy buildings</em>), em concordância com o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios da Habitação, resultou, no caso do edifício-piloto, na obtenção de classificação nível A+ no sistema LiderA. Não estão instalados quaisquer equipamentos de combustão e “os sistemas técnicos dos edifícios de habitação funcionam com recurso a sistemas centralizados e de produção de energia eléctrica para autoconsumo”.</p>
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<p style="text-align: left;">A cobertura dos edifícios é composta por sistemas fotovoltaicos instalados em canópias, o que, em dias de chuva ou sol intensos, também funciona como protecção para os equipamentos instalados nas coberturas.</p>
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<h4>OS SISTEMAS CENTRALIZADOS</h4>
<p>Os sistemas de aquecimento centralizado não são novidade nos edifícios municipais para habitação pública. Para o coordenador do departamento de Manutenção da Gebalis, Pedro Cardoso, os critérios de desempenho energético e os investimentos em construção de habitação pública trazem consigo “uma aposta ainda maior na neutralidade carbónica das construções, sendo para isso indispensável a implementação de soluções activas como os sistemas de climatização e de aquecimento de águas quentes sanitárias”. E recorda que o primeiro sistema de aquecimento centralizado instalado remonta a 2017. Uma solução “composta por uma bateria de sete colectores solares, destinada exclusivamente à produção de águas quentes sanitárias das sete fracções que integram o edifício”. Até então, as soluções para os sistemas de águas quentes sanitárias tinham recaído, maioritariamente, em sistemas individuais (colectores solares) dos tipos termossifão (em que o depósito do painel solar fica instalado por cima deste no telhado) ou de circulação forçada (o depósito fica inserido dentro da habitação).</p>
<p>Em Entrecampos, a situação é diferente e a escolha passou por um sistema centralizado de produção de energia térmica. Ao contrário dos colectores solares térmicos, “estas instalações e [estes] equipamentos não tiram proveito directo da fonte solar; são formados por um conjunto de bombas de calor e de circulação, por depósitos de inércia e por uma rede de tubagens e equipamentos acessórios que distribui o calor produzido a partir de energia eléctrica aos diferentes apartamentos. Por complemento ao aquecimento de águas quentes sanitárias, esta solução permite o aquecimento ambiente através de radiadores hidráulicos integrados no circuito”, explica Pedro Cardoso.</p>
<p>O responsável acrescenta ainda que estes edifícios “estão também equipados com unidades de produção para autoconsumo, que minimizam o consumo de energia eléctrica da rede para o funcionamento de instalações e serviços comuns, como é o caso da iluminação, dos elevadores e dos sistemas de climatização e de aquecimento de águas quentes sanitárias”.</p>
<h4>A APOSTA NO FOTOVOLTAICO</h4>
<p>A cobertura dos edifícios é composta por sistemas fotovoltaicos instalados em canópias, o que, em dias de chuva ou sol intensos, também funciona como protecção para os equipamentos instalados nas coberturas. Estes sistemas produzem energia eléctrica para o aquecimento de águas e para o aquecimento ambiente.</p>
<p>De acordo com o caderno técnico do projecto, “a energia excedente gerada pelos painéis fotovoltaicos, nomeadamente no Verão, é utilizada no edifício para outros usos comuns – como iluminação interior ou elevadores – ou injectada na rede”, sendo que é referida a possibilidade de, no futuro, este projecto vir a integrar uma comunidade de energia renovável.</p>
<blockquote><p><strong>128 HABITAÇÕES CONCLUÍDAS</strong><br />
Neste momento, já se encontra concluído o edifício-piloto (lote 4). Tem 128 habitações distribuídas por oito pisos, e um piso térreo, num total de 13 500 m2. A par do edifício-piloto, também os lotes 5 e 9 estão concluídos, com 64 unidades de habitação cada um e uma área bruta total de 5 640 m2.</p>
<p>Em curso encontram-se ainda as obras do lote 7, do lote 10 e das zonas de estacionamento e de jardim. Ao contrário dos outros edifícios, estes terão mais um piso acima do solo, sendo que o lote 7 será composto por 152 habitações. Terá igualmente uma creche, uma lavandaria e um espaço para comércio. A obra deste edifício deverá estar concluída em 2025. O lote 10 terá um total de 68 habitações.</p></blockquote>
<h4>AS DIFICULDADES ATRAVESSADAS</h4>
<p>Existem várias dificuldades na gestão de um empreendimento como este. A dimensão, a novidade de algumas soluções e os entraves que ainda existem do ponto de vista técnico são algumas delas. A habitação pública tem características diferentes da habitação privada. Desde logo, não gera lucro, o que muda todo o balanço. No entanto, Pedro Cardoso recorda que é importante “encontrar um equilíbrio entre os benefícios de desempenhos energéticos excepcionais e os encargos da manutenção dessas instalações e [desses] equipamentos por forma a não desequilibrar a balança entre a receita e a despesa. O impacto económico das soluções definidas em projecto deve, por isso, considerar os encargos futuros associados à manutenção e à gestão dessas instalações”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-27639 alignright" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar-1-200x300.jpg" alt="" width="266" height="399" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar-1-200x300.jpg 200w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar-1-683x1024.jpg 683w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar-1-768x1151.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar-1-1025x1536.jpg 1025w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar-1-610x915.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar-1-1080x1619.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/08/Fonte_Betar-1-scaled.jpg 800w" sizes="(max-width: 266px) 100vw, 266px" /></p>
<p>Pedro Cardoso indica que gerir edifícios nZEB e os seus sistemas individuais e centralizados de produção de energia térmica não é uma tarefa livre de dificuldades. Ainda assim, prefere ver o copo meio cheio quando diz que essas mesmas dificuldades “são também os desafios e as oportunidades da Gebalis”. O desenvolvimento profissional e a aposta na formação, o trabalho junto das comunidades e o desenvolvimento de estratégias de gestão sustentáveis e rentáveis são os maiores desafios associados à coordenação destes edifícios.</p>
<p>“Existem dificuldades associadas à gestão técnica e permanente das instalações e [dos] equipamentos e ao rigoroso cumprimento dos planos de manutenção preventiva, essenciais à segurança, à longevidade e ao bom funcionamento dos sistemas”, refere. A transição energética é um processo complexo e que implica conhecimento especializado. Tendo isto em conta, a escassez de mão-de-obra qualificada é um factor que, segundo o coordenador do departamento de Manutenção da Gebalis, “contribui para procedimentos de concurso pouco participados e níveis de serviço desadequados, sobretudo no que respeita aos tempos de resposta”.</p>
<p>Pedro Cardoso considera que a gestão de energia é uma dificuldade e, simultaneamente, uma oportunidade para a sensibilização de comunidades com vista à alteração de comportamentos. Afinal de contas, “de pouco serve a elevada eficiência energética dos equipamentos<br />
se a utilização não for cuidada e ambientalmente sustentável”. Um outro desafio para a Gebalis, no que diz respeito à gestão das instalações, tem a ver com os perfis de consumo dos moradores: “é necessária uma atenção permanente e uma adequação dos princípios de funcionamento do sistema para que se produza na medida adequada e no tempo certo, antecipando as necessidades e compatibilizando-as com a produção em períodos com menor encargo energético na perspectiva ambiental e financeira”, explica.</p>
<p>Outro aspecto que Pedro Cardoso faz questão de salientar é a ausência de regulamentação, orientações e incentivos à criação de comunidades de energia renovável, algo que, no seu ponto de vista, incrementaria os benefícios ambientais e económicos associados à actividade de produção de energia.</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<item>
		<title>Lisboa: Programa &#8220;Morar Melhor&#8221; reabilita mais três bairros municipais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 08:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA["Morar Melhor"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa de Reabilitação "Morar Melhor", criado em virtude dos contratos celebrados entre a Gebalis e a Câmara Municipal de Lisboa (CML), terá novas empreitadas em três bairros da capital. Desta feita, as obras serão realizadas nos Bairros da Avenida de Berlim, Quinta dos Ourives e Boavista, ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<section class="elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-daaf713 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="daaf713" data-element_type="section" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}"></section>
<p style="text-align: center;"><em><strong>O Bairro da Avenida de Berlim, o Bairro dos Ourives e o Bairro da Boavista vão receber a intervenção da Gebalis, com impacto positivo para 1005 moradores.</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>Programa de Reabilitação &#8220;Morar Melhor&#8221;</strong>, criado em virtude dos contratos celebrados entre a <a href="https://www.gebalis.pt/Paginas/default.aspx" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gebalis</strong></a> e a <a href="https://www.lisboa.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Câmara Municipal de Lisboa (CML)</strong></a>, terá novas empreitadas em três bairros da capital. Desta feita, as obras serão realizadas nos Bairros da Avenida de Berlim, Quinta dos Ourives e Boavista, totalizando-se a conservação de 25 lotes com vista à melhoria das condições de vida e conforto das comunidades residentes nas habitações municipais de Lisboa.</p>
<p>Segundo Fernando Angleu, Presidente do Conselho de Administração da Gebalis, <em>“o início de três novas empreitadas materializam, uma vez mais, o compromisso assumido pela Gebalis para com o Município e, sobretudo, para com os residentes nos bairros municipais, no sentido de aumentar o conforto habitacional e melhorar a sua qualidade de vida.”</em> Fernando Angleu acrescenta que as três intervenções descritas <em>“fazem já parte de um novo leque de intervenções previstas para 2024 que Programa Morar Melhor realizará em Lisboa.”</em></p>
<p>Na zona norte da cidade, o Bairro da Avenida de Berlim, situado nos Olivais, receberá obras de reabilitação em seis lotes, correspondentes a 87 frações, num investimento de 1.080.073,36 euros. A intervenção, que se prevê concluída no primeiro trimestre de 2025, engloba a remodelação e conservação dos lotes, conferindo-lhes maior qualidade e funcionalidade em matérias de eficiência térmica e de segurança.</p>
<p>Por sua vez, no Bairro dos Ourives, no Beato, o Programa ‘Morar Melhor’ será responsável pela conservação de cinco lotes, com 104 fogos habitacionais, sendo para tal investidos 1.159.941,84 euros numa empreitada que se estima concluída também no primeiro trimestre de 2025.</p>
<p>Um ano após o início da intervenção no Bairro da Boavista, localizado na freguesia de Benfica, nas franjas do Parque Florestal de Monsanto, a Gebalis regressa para novas operações de reabilitação. Esta nova empreitada, com dotação orçamental de 2.578.005,89 euros e com prazo para conclusão previsto para o segundo trimestre de 2025, incluirá 14 lotes, com impacto em 168 fogos habitacionais.</p>
<p>Todas as obras que agora iniciam têm como objetivos principais promover o aumento das condições térmicas dos edifícios, de segurança, das condições de habitabilidade e do tempo de conservação dos lotes. Para tal, serão intervencionadas as coberturas e beirais, portas, fachadas dos lotes, caixilharias, além da requalificação de espaços interiores comuns e exteriores.</p>
<p>Considerado o maior investimento realizado na habitação municipal desde o Programa Especial de Realojamento (PER), o Programa Morar Melhor inclui intervenções de fundo em 478 edifícios, impactando 8614 frações, e reabilitação direta de 1545 fogos habitacionais. As próximas empreitadas, que deverão começar durante o Verão, terão lugar no Bairro Casalinho da Ajuda, Bairro Alta de Lisboa – PER 3, Bairro Alta de Lisboa – PER 4, Bairro Alto da Faia, Bairro Padre Cruz e Bairro Carlos Botelho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal" style="text-align: center;"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.</strong></em><br />
<em><strong>Fonte: Press Release</strong></em></p>
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		<title>Programa Rock the House vai promover dezenas de sessões de literacia financeira e energética até ao final do ano</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/0411-programa-rock-the-house-literacia-financeira-energetica-bairros-municipais-gebalis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2022 09:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gebalis]]></category>
		<category><![CDATA[Rock the House]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste ano, o programa Rock The House, promovido pela Gebalis para promover competências de gestão doméstica, vai incidir sobre a literacia financeira e energética. Para isso vai contar com dezenas de acções nos 66 bairros municipais, incluindo sessões direccionadas ao público infantil.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/0411-programa-rock-the-house-literacia-financeira-energetica-bairros-municipais-gebalis/">Programa Rock the House vai promover dezenas de sessões de literacia financeira e energética até ao final do ano</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Neste ano, o programa </span><em><span style="font-weight: 400;">Rock The House</span></em><span style="font-weight: 400;">, promovido pela Gebalis para promover competências de gestão doméstica, vai incidir sobre a literacia financeira e energética. Para isso, vai contar, até ao final do ano, com dezenas de acções nos 66 bairros municipais, incluindo sessões direccionadas ao público infantil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://www.gebalis.pt/Paginas/default.aspx"><span style="font-weight: 400;">Gebalis</span></a><span style="font-weight: 400;"> –  Gestão do Arrendamento da Habitação Municipal de Lisboa, que gere 66 bairros municipais, vai dinamizar, pela primeira vez em parceria com a Lisboa eNova, 33 acções de promoção da literacia ambiental e financeira. As sessões deste programa de intervenção, lançado inicialmente em 2019, irão decorrer até ao final do ano junto à população residente dos 66 bairros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objectivo, explica a entidade em comunicado, passa por aumentar a consciencialização ambiental, bem como <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/balcao-porto-energy-2109hub-eficiencia-energetica-energias-renovaveis/">alavancar competências</a> a nível da compreensão de facturas energéticas, da escolha de equipamentos ou <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eprel-classe-eficiencia-0206energetica-base-dados-comissao-europeia-equipamentos-climatizacao-aqs-ventilacao/">soluções mais eficientes</a> em termos energéticos e confortáveis do ponto de vista térmico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Às actividades previstas no programa deste ano para o </span><em><span style="font-weight: 400;">Rock the House</span></em><span style="font-weight: 400;">, junta-se a estreia de uma versão Kids. Segundo a Gebalis, o novo programa </span><em><span style="font-weight: 400;">Rock the House Kids</span></em><span style="font-weight: 400;"> irá contar com 10 sessões sobre preservação do ambiente e poupança energética, adequadas para um público-alvo de jovens até aos 12 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Gebalis, estas actividades surgem numa altura em que não só a sustentabilidade ambiental e energética como a gestão das finanças familiares estão na ordem do dia. Assim, o programa apresenta-se, nas palavras da responsável da Direcção de Intervenção Local da Gebalis, Mikaella Sena de Andrade, com a ambição de criar “<a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/zero-apoios-programas-ee-recomendacoes-1807/">ferramentas</a> que possam acompanhar as novas alterações sociais”. </span></p>
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