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	<title>Arquivo de alterações climáticas - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 Aug 2025 09:53:44 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de alterações climáticas - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>ADENE celebra 25 anos de energia para o futuro com conferência</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/adene-celebra-25-anos-de-energia-para-o-futuro-com-conferencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 09:52:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ADENE realiza a 29 de setembro, na Nova School of Business and Economics, em Carcavelos, a Conferência “25 anos de Energia para o Futuro”, que assinala as duas décadas e meia da Agência para a Energia a liderar a transformação energética em Portugal. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/adene-celebra-25-anos-de-energia-para-o-futuro-com-conferencia/">ADENE celebra 25 anos de energia para o futuro com conferência</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-b4ec132f014d17015fb8c30b992c072f wp-block-paragraph" style="font-size:13px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"><strong>A conferência comemorativa do 25.º aniversário da ADENE será uma celebração de duas décadas e meia de conquistas e do impacto da Agência para a Energia no setor energético nacional. Com o objetivo de homenagear esta trajetória, a conferência destacará as realizações da ADENE, abordando os principais avanços nas áreas da eficiência energética e da sustentabilidade, e salientando as oportunidades e desafios na construção de um futuro energético sustentável em Portugal.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-447d85c87ccd2405537510f951fea1a5 wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.adene.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">ADENE</a></strong> realiza a 29 de setembro, na Nova School of Business and Economics, em Carcavelos, a <strong>Conferência “25 anos de Energia para o Futuro”</strong>, que assinala as duas décadas e meia da Agência para a Energia a liderar a transformação energética em Portugal.  </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-22cf11ee0d70bb404651a54eea1ded1a wp-block-paragraph">Este evento assinala 25 anos de ação da <strong>ADENE</strong> ao serviço da eficiência e transição energéticas e sustentabilidade, reunindo líderes nacionais e internacionais para debater os caminhos e as soluções rumo à neutralidade carbónica. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5da517f4ca3e15956a05fbb2fae8dcb4 wp-block-paragraph">Fatih Birol, Diretor Executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), junta-se à conferência como <em>Keynote Speaker</em>. Economista de renome e líder global na transição energética, tem sido o motor da modernização da AIE, reforçando parcerias com economias emergentes e impulsionando o caminho para energias limpas e sustentáveis. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-77bd147dffa77ef2e5abb0ab49e0d951 wp-block-paragraph">Jorge Moreira da Silva, Subsecretário-geral Adjunto da ONU e Diretor Executivo da UNOPS, será também <em>Keynote Speaker</em> e, com a sua visão global e uma carreira dedicada à sustentabilidade, trará uma perspetiva única sobre o papel da energia no combate às alterações climáticas. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a503e7f1a460a4f153a5b456237a6216 wp-block-paragraph">Assunção Cristas, ex-Ministra da Agricultura e do Mar, Artur Trindade, ex-Secretário de Estado da Energia, João Pedro Matos Fernandes, ex-Ministro do Ambiente e da Transição Energética, participam na mesa-redonda de alto nível <strong>“25 Anos de Energia – Política, Poder e Futuro”</strong>, com moderação de José Pedro Frazão da Rádio Renascença, onde irão destacar as oportunidades e desafios na construção de um futuro energético sustentável em Portugal. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-e171024d9493bfdb2d7bdea924447840 wp-block-paragraph">A abertura estará a cargo de Nelson Lage, Presidente da <strong>ADENE</strong> e Carlos Carreiras, Presidente da Câmara Municipal de Cascais e a sessão de encerramento conta com a presença de Maria da Graça Carvalho, Ministra do Ambiente e Energia.  </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-16bb4fc525c17f856cc6131ae9a5a51e wp-block-paragraph">Inscreva-se neste evento <strong><a href="https://conferencia25anos.adene.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">AQUI</a> </strong>e inspire-se com quem está a mudar o futuro da energia! </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ab28ef111f2ad6d27519674c35a435e1 wp-block-paragraph"><strong>Programa</strong>:</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-black-color has-text-color has-background has-link-color" style="background-color:#f2a1a1"><tbody><tr><td><strong>9h15</strong></td><td><strong>Sessão de Abertura:</strong><br><strong>Carlos Carreiras</strong>, Presidente da Câmara Municipal de Cascais<br><strong>Nelson Lage</strong>, Presidente da ADENE – Agência para a Energia<br><strong>Representante do Governo</strong></td></tr><tr><td><strong>9h45</strong></td><td> <strong>Keynote Speakers</strong>:<br><strong>Jorge Moreira da Silva</strong>, Subsecretário-geral da ONU e Diretor Executivo da UNOPS<br>Tema: <strong>O papel da energia na transformação climática global e na justiça social </strong><br><strong>Fatih Birol</strong>, Diretor Executivo da AIE – Agência Internacional de Energia<br>Tema: <strong>Desafios e oportunidades da transição energética global</strong></td></tr><tr><td><strong>10h35</strong></td><td><strong>Mesa-redonda de Alto Nível: “25 Anos de Energia – Política, Poder e Futuro”</strong><br><strong>Assunção Cristas</strong>, Ministra nos XIX e XX Governos Constitucionais<br><strong>Artur Trindade</strong>, Secretário de Estado nos XIX e XX Governos Constitucionais<br><strong>João Pedro Matos Fernandes</strong>, Ministro nos XXI e XXII Governos Constitucionais<br>Moderador: <strong>José Pedro Frazão</strong>, Rádio Renascença </td></tr><tr><td><strong>11h45</strong></td><td><strong>Prémios “Carreira Energia”  / “Energy Lifetime Achievement” Awards</strong></td></tr><tr><td><strong>12h05</strong></td><td><strong>Sessão de Encerramento</strong><br><strong>Maria da Graça Carvalho</strong>, Ministra do Ambiente e Energia<br><strong>Representante da Comissão Europeia</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-c07eb39323055b354de8f25c2caf0d83 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>RdA Climate Solutions é o novo membro da Sustainable Energy Finance Association</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/rda-climate-solutions-e-o-novo-membro-da-sustainable-energy-finance-association/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 14:34:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
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		<category><![CDATA[economia circular]]></category>
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		<category><![CDATA[financiamento sustentável.]]></category>
		<category><![CDATA[John O’Rourke]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Rodrigues de Almeida]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustainable Energy Finance Association (SEFA)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sustainable Energy Finance Association (SEFA) tem o prazer de anunciar a adesão da RdA Climate Solutions como novo membro da sua rede em crescimento. A RdA é uma consultora de referência nas áreas das alterações climáticas e do financiamento sustentável. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4460d9f193ab2548e9e91ba285034fea wp-block-paragraph" style="font-size:12px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0e94bff74cdd8b64105ee4a44d9b9a9b wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.sefaeu.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Sustainable Energy Finance Association (SEFA)</a></strong> tem o prazer de anunciar a adesão da <strong><a href="https://www.rda.pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">RdA Climate Solutions </a></strong>como novo membro da sua rede em crescimento. A RdA é uma consultora de referência nas áreas das alterações climáticas e do financiamento sustentável.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-eda12d70c352ba5d2d18cf17ed9d8cf1 wp-block-paragraph">Especializada em estratégias de mitigação e adaptação às alterações climáticas, a <strong>RdA Climate Solutions</strong> traz para a SEFA uma vasta experiência. A sua equipa de especialistas, reconhecida internacionalmente, actua de forma integrada nas áreas de políticas climáticas, transição energética, ESG e finanças sustentáveis, apoiando uma diversidade de clientes — desde PME e empresas multinacionais a cidades, instituições financeiras e governos nacionais em toda a Europa.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-fe083182e19c0c3e2b42656a09cbae86 wp-block-paragraph">A <strong>RdA</strong> está envolvida em diversos projetos europeus de Investigação e Inovação, contribuindo para o desenvolvimento de soluções de ponta em áreas como a eficiência energética, economia circular e valorização de biorresíduos. Destaca-se, entre outros, a sua participação no <strong><a href="https://www.sefaeu.org/crossfit" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">projeto CROSSFIT</a></strong>, que promove modelos inovadores de financiamento para a renovação energética.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6df2635f6449c3709e93ce5df11c5806 wp-block-paragraph">John O’Rourke, Presidente do Conselho de Administração da <strong>SEFA</strong>, afirmou:<br><em>“É com grande satisfação que damos as boas-vindas à <strong>RdA Climate Solutions</strong> na <strong>SEFA</strong>. O seu profundo conhecimento em financiamento climático e a sua experiência prática na implementação de políticas a nível europeu serão uma mais-valia para o trabalho da associação em toda a Europa.”</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-88b7f30078ecb3e143d00069c22016ff wp-block-paragraph">Jorge Rodrigues de Almeida, fundador e managing partner da <strong>RdA Climate Solutions</strong>, acrescentou:<br><em>“Integrar a <strong>SEFA</strong> permite-nos colaborar com alguns dos atores mais empenhados no financiamento da energia sustentável. Estamos entusiasmados por poder contribuir com a nossa experiência e por construir parcerias estratégicas que acelerem a transição climática na Europa.”</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c8f5ca55c8f9bbbbdd2616bb57d25727 wp-block-paragraph">A <strong>SEFA</strong> espera uma colaboração produtiva com a <strong>RdA Climate Solutions</strong>, no momento em que continua a promover a inovação, desbloquear investimento e desenvolver estruturas financeiras que reforcem a resiliência climática da Europa.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-c07eb39323055b354de8f25c2caf0d83 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/rda-climate-solutions-e-o-novo-membro-da-sustainable-energy-finance-association/">RdA Climate Solutions é o novo membro da Sustainable Energy Finance Association</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Voltalia assinala o Dia Nacional da Conservação da Natureza com apelo à ação em prol da sustentabilidade</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/voltalia-assinala-o-dia-nacional-da-conservacao-da-natureza-com-apelo-a-acao-em-prol-da-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 09:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Nacional da Conservação da Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[ecossistemas]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Liga para a Proteção da Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Voltalia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Nacional da Conservação da Natureza, que se assinala hoje,  28 de julho, a Voltalia reforça o compromisso com um planeta mais equilibrado, sublinhando a importância das energias renováveis como motor da sustentabilidade e da proteção da biodiversidade. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/voltalia-assinala-o-dia-nacional-da-conservacao-da-natureza-com-apelo-a-acao-em-prol-da-sustentabilidade/">Voltalia assinala o Dia Nacional da Conservação da Natureza com apelo à ação em prol da sustentabilidade</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4460d9f193ab2548e9e91ba285034fea wp-block-paragraph" style="font-size:12px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6ced0f9d8a443520e4b415caf7b534a2 wp-block-paragraph">No <strong>Dia Nacional da Conservação da Natureza</strong>, que se assinala hoje,  28 de julho, a <strong><a href="https://www.voltalia.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Voltalia</a></strong> reforça o compromisso com um planeta mais equilibrado, sublinhando a importância das energias renováveis como motor da sustentabilidade e da proteção da biodiversidade. A data, que celebra a criação da primeira organização ambientalista portuguesa — a <strong>Liga para a Proteção da Natureza</strong>, em 1948 — é uma oportunidade para reafirmar a aposta em práticas que preservem os ecossistemas e combatam as alterações climáticas.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5aca095f3a3fcb7d1f8cb59bf2d3fcb8 wp-block-paragraph">A transição energética é uma das formas mais eficazes de proteger a natureza. Ao investir em fontes de energia como o sol, o vento ou a água, evitamos a queima de combustíveis fósseis, reduzimos emissões de gases com efeito de estufa e minimizamos os impactos negativos no solo e na água. A <strong>Voltalia</strong> acredita que as energias renováveis são essenciais para construir um futuro mais sustentável, em harmonia com os recursos naturais.<br></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0a47b4f2e87e45ca89683d15ae68844c wp-block-paragraph">Deixamos cinco ideias para ajudar à preservação da natureza:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a9cc5aef28b860925e4e0626130958c1"><strong>Opte por fontes de energia verde</strong><br>A transição para fontes de energia renovável é uma das formas mais eficazes de reduzir a nossa pegada ecológica. Em casa, sempre que possível, opte por fornecedores que garantam eletricidade proveniente de fontes limpas como o sol, o vento ou a água. Se tiver oportunidade, considere instalar painéis solares ou participar em comunidades de energia renovável.<br></li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0a5bcd78ed64adefa8c0935b82e15471"><strong>Reduza, reutilize, recicle</strong><br>A gestão de resíduos é um dos maiores desafios ambientais. Reduzir o consumo de plástico, reutilizar embalagens e reciclar corretamente ajuda a diminuir a pressão sobre os ecossistemas terrestres e marinhos. Mas mais do que reciclar, o ideal é evitar o desperdício desde a origem: comprar menos, escolher melhor e valorizar a durabilidade dos produtos são atitudes que fazem a diferença.<br></li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-260bc5aab7f3bb028d4340056dfa3d14"><strong>Preserve a biodiversidade local</strong><br>A proteção da biodiversidade começa na nossa rua, jardim ou comunidade. Plantar árvores autóctones, evitar espécies invasoras e proteger os espaços naturais são formas de apoiar a fauna e flora locais.<br></li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-53040b6277a548da40df1980041c2658"><strong>Consuma de forma consciente</strong><br>As nossas escolhas de consumo afetam diretamente o ambiente. Prefira produtos locais e de época, que implicam menos transporte e menos impacto ambiental. Dê prioridade a alimentos biológicos ou com certificações ambientais e evite produtos com embalagens excessivas.<br></li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-45a2f2fa72308d9d9503d139c2b5caa0"><strong>Apoie projetos de conservação</strong><br>Existem inúmeras organizações e iniciativas dedicadas à proteção da natureza – desde projetos de reflorestação e conservação de espécies até ações de limpeza de rios ou praias. Seja como voluntário, doador ou simplesmente divulgando o trabalho de quem atua no terreno, todos podemos contribuir.<br></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c899d6f95b878b43ffd177436b766a07 wp-block-paragraph">Neste <strong>Dia Nacional da Conservação da Natureza</strong>, a <strong>Voltalia</strong> apela a todos – cidadãos, empresas e instituições – a assumirem um papel ativo na proteção do planeta. Cada escolha conta. Apostar em energias renováveis, preservar os recursos naturais e promover um modo de vida sustentável são passos essenciais para garantir um futuro mais verde para as próximas gerações.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-c07eb39323055b354de8f25c2caf0d83 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/voltalia-assinala-o-dia-nacional-da-conservacao-da-natureza-com-apelo-a-acao-em-prol-da-sustentabilidade/">Voltalia assinala o Dia Nacional da Conservação da Natureza com apelo à ação em prol da sustentabilidade</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DAIKIN alinha-se com Fundo Verde Municipal para erradicar pobreza energética</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/daikin-alinha-se-com-fundo-verde-municipal-para-erradicar-pobreza-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 09:32:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[climatização]]></category>
		<category><![CDATA[daikin]]></category>
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		<category><![CDATA[Fundo Verde Municipal]]></category>
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		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> A Daikin Portugal, líder em soluções de climatização eficientes e sustentáveis, apoia a iniciativa do Fundo Verde Municipal de Cascais que reforça o programa de transição energética no concelho, com o objetivo de tornar a transição energética acessível a todas as famílias de forma a combater as alterações climáticas e cumprir os objetivos de neutralidade carbónica. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/daikin-alinha-se-com-fundo-verde-municipal-para-erradicar-pobreza-energetica/">DAIKIN alinha-se com Fundo Verde Municipal para erradicar pobreza energética</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-49cc1aa54f7d0e3515843c0d3e11d067 wp-block-paragraph" style="font-size:14px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ea37e1815d22b169b28fe6ef5e19f58a wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.daikin.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Daikin Portugal</a></strong>, líder em soluções de climatização eficientes e sustentáveis, apoia a iniciativa do <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/fundo-verde-de-cascais-candidaturas-continuam-abertas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Fundo Verde Municipal de Cascais</strong> </a>que reforça o programa de transição energética no concelho, com o objetivo de tornar a transição energética acessível a todas as famílias de forma a combater as alterações climáticas e cumprir os objetivos de neutralidade carbónica.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-88670a21a22ec88f8668f40bcb699a84 wp-block-paragraph">Com um orçamento de 3 milhões de euros, o Fundo Verde de Apoio às Famílias, lançado no final do ano passado pelo município de Cascais, visa oferecer suporte financeiro aos residentes do concelho na implementação de medidas de eficiência energética e transição para fontes renováveis nas suas habitações e caso o montante inicial não seja suficiente, a autarquia prevê reforçar o investimento.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-788374c6f01d22c8355f190a3d0a8771 wp-block-paragraph">Este programa tem como principais objetivos promover uma habitação mais sustentável, assegurar o acesso a serviços energéticos essenciais e fortalecer a ação local com especial foco no apoio a famílias em situação de maior vulnerabilidade, potencialmente mais expostas ao aumento do custo da energia. Alinhada com esta estratégia municipal, a Daikin tem o compromisso de erradicar a pobreza energética até 2050, procurando aumentar a consciencialização sobre esta problemática e reforçar o compromisso ambiental da marca, promovendo a eficiência energética dos seus produtos a um maior número de consumidores.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-fb995a27eeb7db5ca202796194dbe4c9 wp-block-paragraph">A iniciativa apoia famílias até ao 6.º escalão do IRS, oferecendo diferentes níveis de comparticipação que podem chegar até 10.000 € por habitação, incluindo um apoio até 2.500 € para a Tipologia 3</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c505c1e89ec539bf61b738730fbe85da wp-block-paragraph">Entre as intervenções apoiadas, e segundo a Tipologia 3, estão a instalação de bombas de calor, sistemas de ar condicionado e sistemas solares térmicos, além de outros equipamentos. Esta medida não só beneficia diretamente os cidadãos, como também cria oportunidades para instaladores locais apresentarem soluções energeticamente eficientes, ajudando os clientes a usufruírem do apoio financeiro, e impulsionando a atividade regional com projetos financiados.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8e3d189ba9689b165d9cb8e92a6a1cbb wp-block-paragraph">Até 30 de junho, a redução do IVA para 6% nas bombas de calor, equipamentos de ar condicionado e sistemas solares térmicos torna as soluções Daikin ainda mais acessíveis. Esta medida incentiva a transição energética, incentivando investimentos sustentáveis com impacto direto na fatura energética e no ambiente.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-aadb73acc2138974d1eae0d965c5260d wp-block-paragraph">As soluções da Daikin, como as bombas de calor Daikin Altherma, representam uma escolha inteligente e sustentável para o conforto residencial. Estas tecnologias eliminam a dependência de combustíveis fósseis, utilizando até 75% de energia renovável extraída do ar ambiente.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-063b5aa4588fa87cba2994923b3279f8 wp-block-paragraph">Com elevada eficiência energética, os sistemas Daikin reduzem os custos operacionais e utilizam energia renovável, contribuindo para a redução da pegada de carbono. Alinhados com os objetivos de sustentabilidade da União Europeia, representam uma escolha mais sustentável, oferecendo soluções eficazes para diminuir os custos com energia.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-bfccfecc1497ec957065db8db0764fea wp-block-paragraph">Este compromisso reforça a missão da marca: criar soluções que melhorem a qualidade de vida, reduzam a dependência de combustíveis fósseis e apoiem a transição energética de Portugal rumo à descarbonização total até 2050 — um dos pilares do Pacto Ecológico Europeu.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#0897a2;color:#0897a2"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-88d78f5958ea9d08f42d665669f89234 wp-block-paragraph"><strong><em><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</em><br><em>Fonte: Press Release</em></strong></em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/daikin-alinha-se-com-fundo-verde-municipal-para-erradicar-pobreza-energetica/">DAIKIN alinha-se com Fundo Verde Municipal para erradicar pobreza energética</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>ArmaPrene™ Tecnologia Patenteada para uma Qualidade Superior, Segurança e Sustentabilidade</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/armaprene-tecnologia-patenteada-para-uma-qualidade-superior-seguranca-e-estabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Armacell]]></category>
		<category><![CDATA[Armaprene]]></category>
		<category><![CDATA[Beyond Better]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora os produtos elastoméricos convencionais que contêm retardadores de chama bromados sejam muito eficazes na inibição da combustão em incêndios, tendem a produzir um elevado nível de fumo....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-31ef8a46bf82daa30dab4b6adf99fd54 wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9b4bcde7f7749048d8266c0185d44855 wp-block-paragraph">Embora os produtos elastoméricos convencionais que contêm retardadores de chama bromados sejam muito eficazes na inibição da combustão em incêndios, tendem a produzir um elevado nível de fumo. A tecnologia revolucionária ArmaPrene resolve este conflito: graças ao desenvolvimento de polímeros intrinsecamente resistentes à chama e à utilização de aditivos protectores ablativos, esta tecnologia patenteada elimina totalmente a necessidade de retardadores de chama bromados, antimónio e PVC.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3ebcecb09e5cf7a29d3e978999ec6834 wp-block-paragraph"><strong>Soluções sustentáveis</strong><br>Para além de ser a forma mais fácil, rápida e económica de aumentar a eficiência energética, os produtos à base de ArmaPrene cumprem os critérios ambientais e de saúde mais rigorosos definidos por organizações como LEED®, BREEAM®, DGNB, WELL® e outras. Esta tecnologia permite minimizar a utilização de energia e recursos no processo de fabrico, obter materiais essenciais localmente para reduzir as emissões e combater as alterações climáticas, ao mesmo tempo que optimizamos os cenários de fim de vida útil eliminando o antimónio, o bromo e o PVC dos nossos produtos.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ead3a48a3893041a42e3af65cb90ac77 wp-block-paragraph"><strong>Maior segurança</strong><br>Propriedades de baixo teor de fumo para uma maior segurança em caso de incêndio, melhorando a visibilidade e a respiração, prolongando assim o tempo disponível para evacuar um edifício.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2275646cc3eefd9b2fc932478dfb4a02 wp-block-paragraph"><strong>Sistemas de qualidade superior</strong><br>Gama completa de soluções de produtos, incluindo folhas de isolamento padrão, auto-adesivas e pré-revestidos, coquilhas abertas, coquilhas, suportes para tubagens e adesivos. Soluções para edifícios residenciais e comerciais, indústrias de processamento, bem como aplicações criogénicas, marítimas e ferroviárias.<br><br>Satisfazendo hoje os requisitos de amanhã.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-33fc7423450109ad6ba73f842a545c81 wp-block-paragraph">A <strong>Armacell</strong>, está empenhada em ter um desempenho <em>BEYOND BETTER</em>, para que possa obter o melhor desempenho de isolamento da sua classe para os seus projectos de alta qualidade.<br>Melhore o seu desempenho com a tecnologia ArmaPrene.<br><br></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Metas de descarbonização da CIMPOR validadas pela SBTi</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/metas-de-descarbonizacao-da-cimpor-validadas-pela-sbti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 12:35:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cimpor]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[emissões zero]]></category>
		<category><![CDATA[net zero]]></category>
		<category><![CDATA[SBTi]]></category>
		<category><![CDATA[Science-Based Targets initiative (SBTi)]]></category>
		<category><![CDATA[setor cimenteiro]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Science-Based Targets initiative (SBTi) aprovou as metas de descarbonização de curto-prazo e emissões líquidas zero da CIMPOR. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/metas-de-descarbonizacao-da-cimpor-validadas-pela-sbti/">Metas de descarbonização da CIMPOR validadas pela SBTi</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A aprovação destas metas destaca a liderança da CIMPOR na transição para um futuro sustentável e alinha operações com os critérios da ciência climática.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <a href="https://sciencebasedtargets.org/" target="_blank" rel="noopener">Science-Based Targets initiative (SBTi)</a> aprovou as metas de descarbonização de curto-prazo e emissões líquidas zero da <a href="https://www.cimpor.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>CIMPOR</strong></a>. Esta validação representa um marco significativo no compromisso da empresa com a sustentabilidade e a luta contra as alterações climáticas.</p>
<p>A SBTi é uma iniciativa reconhecida internacionalmente, fruto da colaboração entre o Carbon Disclosure Project (CDP), o Pacto Global das Nações Unidas, o World Resources Institute (WRI) e o World-Wide Fund for Nature (WWF). Criada em 2015, a SBTi tem como objetivo ajudar empresas a estabelecerem metas de redução de emissões alinhadas com a ciência climática e com os objetivos do Acordo de Paris. Atualmente, cerca de 5.000 empresas e instituições financeiras de todo o mundo integram esta iniciativa, o que demonstra a sua confiança na ciência climática.</p>
<p>A SBTi confirmou que as metas de redução de emissões de gases com efeito de estufa (GEE) da <strong>CIMPOR</strong> cumprem os critérios rigorosos definidos no SBTi Corporate Net-Zero Standard. A SBTi classificou ainda a ambição da meta da <strong>CIMPOR</strong> para os âmbitos 1 e 2 como estando alinhada com uma trajetória de 1,5°C, o limite mais ambicioso estipulado pelo Acordo de Paris.</p>
<p><strong>Compromissos da CIMPOR</strong></p>
<p><strong>Meta global de emissões líquidas zero<br />
</strong>A <strong>CIMPOR</strong> compromete-se a alcançar emissões líquidas zero de GEE ao longo de toda a cadeia de valor até 2050.</p>
<p><strong>Metas de curto-prazo<br />
</strong>A <strong>CIMPOR</strong> compromete-se a reduzir:</p>
<ul>
<li>Emissões brutas de âmbito 1 em 19,5% por tonelada de produto cimentício até 2030, tendo como ano base 2022 (*);</li>
<li>Emissões brutas de âmbito 2 em 55,7% por tonelada de produto cimentício no mesmo período;</li>
<li>Emissões de GEE de âmbito 3 provenientes de bens e serviços adquiridos em 29,4% por tonelada de clínquer e cimento adquiridos no mesmo período.</li>
</ul>
<p>(*) O limite associado à meta inclui emissões e remoções relacionadas com o uso da terra e biomassa.</p>
<p><strong>Metas de longo-prazo<br />
</strong>A <strong>CIMPOR</strong> compromete-se a reduzir:</p>
<ul>
<li>Emissões brutas dos âmbitos 1 e 2 em 95,2% por tonelada de produto cimentício até 2050, tendo como ano base 2022 (*);</li>
<li>Emissões absolutas de GEE do âmbito 3 em 95% no mesmo período.</li>
</ul>
<p>(*) O limite associado à meta inclui emissões e remoções relacionadas com o uso da terra e biomassa.</p>
<p>A validação destas metas pela SBTi reforça o compromisso da <strong>CIMPOR</strong> em liderar a transição para um futuro mais sustentável e posiciona a empresa como um exemplo no setor cimenteiro e na indústria global. Esta conquista demonstra a ambição da <strong>CIMPOR</strong> em alinhar as suas operações com os princípios da ciência climática, o que contribui para a mitigação das alterações climáticas e para o cumprimento dos objetivos globais de sustentabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nota</strong>:<br />
No âmbito da SBTi, as emissões de CO2 são categorizadas da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>Âmbito 1: Emissões diretas de fontes que pertencem ou são controladas pela empresa (ex.: emissões da combustão de combustíveis em instalações ou veículos da empresa).</li>
<li>Âmbito 2: Emissões indiretas provenientes da geração de eletricidade, vapor, aquecimento ou arrefecimento adquiridos e consumidos pela empresa.</li>
<li>Âmbito 3: Todas as outras emissões indiretas ao longo da cadeia de valor, incluindo atividades a montante (ex.: bens adquiridos, transporte) e a jusante (ex.: uso de produtos vendidos, gestão de resíduos).</li>
</ul>
<p>Estas categorias ajudam as empresas a medir e estabelecer metas de redução para a totalidade da sua pegada de carbono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<pre></pre>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
</span></span></strong></em><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">Fonte: Press Release </span></span></strong></em></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
</div>
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		<item>
		<title>Avaliando o impacto de futuros cenários climáticos no desempenho dos sistemas de AVAC</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/opiniao-analise/avaliando-o-impacto-de-futuros-cenarios-climaticos-no-desempenho-dos-sistemas-de-avac/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REHVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 08:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[AVAC]]></category>
		<category><![CDATA[GEE]]></category>
		<category><![CDATA[ilha de calor urbana]]></category>
		<category><![CDATA[REHVA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=28847</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este estudo investiga e analisa o impacte negativo das alterações climáticas nos sistemas de AVAC, com o objectivo de sensibilizar para esta questão crítica. As alterações climáticas, um problema global desta era, irão afectar negativamente todos os sistemas em graus variados se não forem tomadas precauções.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/opiniao-analise/avaliando-o-impacto-de-futuros-cenarios-climaticos-no-desempenho-dos-sistemas-de-avac/">Avaliando o impacto de futuros cenários climáticos no desempenho dos sistemas de AVAC</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=156" target="_blank" rel="noopener">edição nº 156 da Edifícios e Energia</a> (Novembro/Dezembro 2024).</em></strong></p>
<p><strong>*Artigo cedido pelo REHVA <a href="https://www.rehva.eu/rehva-journal/chapter/evaluating-the-impact-of-future-climate-scenarios-on-hvac-system-performance" target="_blank" rel="noopener">Journal de Abril</a></strong></p>
<p><strong>Autores do artigo:</strong></p>
<p><strong>Gökçe Tomrukçu</strong>, Faculdade de Arquitectura e Design, Departamento de Arquitectura, Universidade Ozyegin, Istambul, Turquia</p>
<p><strong>Touraj Ashrafian</strong>, Faculdade de Engenharia e Meio Ambiente, Departamento de Arquitectura e Ambiente Construído, Universidade de Northumbria, Newcastle upon Tyne, Reino Unido</p>
<p>O clima mudou naturalmente ao longo da história. No entanto, particularmente desde a Revolução Industrial, as actividades humanas têm influenciado cada vez mais essa mudança lado a lado com os processos naturais [1]. Durante este período, quantidades significativas de gases com efeito de estufa foram libertados para a atmosfera, principalmente devido à utilização de combustíveis fósseis para aquecimento, arrefecimento de edifícios e produção de outras fontes de energia. Os principais gases antropogénicos com efeito de estufa incluem o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH2), o protóxido de azoto (N2O), o ozono (O3) e os gases fluorados. A acumulação destes gases intensificou o efeito de estufa natural, contribuindo para um aumento da temperatura da superfície da Terra, exacerbada pela urbanização.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-28863 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/Captura-de-ecra-2024-12-27-183523-1024x474.png" alt="" width="612" height="284" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/Captura-de-ecra-2024-12-27-183523-1024x474.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/Captura-de-ecra-2024-12-27-183523-300x139.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/Captura-de-ecra-2024-12-27-183523-768x355.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/Captura-de-ecra-2024-12-27-183523-610x282.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/Captura-de-ecra-2024-12-27-183523-1080x500.png 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/Captura-de-ecra-2024-12-27-183523.png 1200w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /></p>
<p>No Quinto Relatório de Avaliação, o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) classificou os cenários futuros pela sua gravidade. O RCP 2.6 representa um cenário de mitigação caracterizado por esforços significativos de redução de emissões, enquanto o RCP 8.5 retrata um cenário extremo, com altas emissões e esforços mínimos de mitigação, resultando no rápido aquecimento e em impactes severos das alterações climáticas. O recém-lançado Sexto Relatório de Avaliação refinou estes cenários, integrando factores socioeconómicos, agora referidos como SSP 1-1,9 (emissões mais baixas) e SSP 5-8,5 (emissões mais altas) [2].</p>
<p>De acordo com estes cenários climáticos, prevê-se que, em média, haverá um aumento crítico da temperatura nos próximos 20 anos se não forem tomadas as precauções adequadas [1]. A Agência Internacional de Energia (AIE) relata que o sector da construção é um dos principais contribuintes para o consumo global de energia, 40 % do total e 30 % das emissões dos gases com efeito de estufa [3]. Consequentemente, as alterações climáticas previstas irão ter certamente impacto nos sistemas de ar condicionado dos edifícios.</p>
<h4><strong>2. MÉTODOS</strong></h4>
<p>Este estudo investiga e analisa o impacte negativo das alterações climáticas nos sistemas de AVAC, com o objectivo de sensibilizar para esta questão crítica. As alterações climáticas, um problema global desta era, irão afectar negativamente todos os sistemas em graus variados se não forem tomadas precauções. Inicialmente, o estudo descreve os efeitos negativos das alterações climáticas nos sistemas de AVAC, examinando como as mudanças futuras de temperatura e eventos climáticos extremos impactam significativamente os sistemas dos edifícios. Isto leva a um aumento da confiança no ar condicionado para manter o conforto térmico. Nesta fase, o estudo identifica problemas críticos que podem surgir, incluindo sobrecargas dos sistemas, aumento do consumo de energia e custos operacionais mais altos.</p>
<p>Posteriormente, o estudo avalia potenciais soluções e apresenta alternativas para dar resposta aos desafios, fornecendo exemplos comparativos para ilustrar a eficácia das diferentes estratégias. Estas alternativas incluem a optimização do projecto dos sistemas de AVAC, o aumento da eficiência energética, incorporando fontes de energia renováveis, e a implementação de tecnologias inteligentes para monitoração em tempo real e controlo adaptativo. Ao destacar os desafios e as estratégias potenciais, este estudo visa fornecer uma compreensão abrangente das questões. Enfatiza a necessidade de medidas proactivas para mitigar os efeitos adversos das alterações climáticas nos sistemas de AVAC, incentivando as partes interessadas a adoptar essas estratégias para garantir o funcionamento sustentável e eficiente dos edifícios.</p>
<h4><strong>3. TENDÊNCIA DAS NECESSIDADES DE AQUECIMENTO</strong></h4>
<p>Uma das consequências mais marcantes das alterações climáticas é o aumento constante das temperaturas globais. Com o aumento das temperaturas, espera-se que as necessidades de aquecimento diminuam significativamente. Esta mudança terá um impacto directo nas capacidades térmicas e nas taxas de utilização dos sistemas de AVAC dos edifícios, levando a requisitos de aquecimento reduzidos e alterando os padrões de funcionamento para esses sistemas. Numerosos estudos foram realizados para entender e quantificar esses efeitos.</p>
<p>Para investigar os efeitos das alterações climáticas na procura de energia de aquecimento e arrefecimento de edifícios no Canadá, foram criados futuros arquivos meteorológicos usando métodos estatísticos e dinâmicos de downscaling. Os resultados revelam que se prevê que os Heating Degree Days (HDD) (Graus-dia de Aquecimento) diminuam 30 % em Toronto até 2070. Esta redução significativa dos HDD indica invernos mais amenos, conduzindo a uma diminuição correspondente da intensidade de utilização de energia de aquecimento. Consequentemente, prevê-se que esta intensidade diminua entre 18 % e 33 %, dependendo da tipologia de edifício e da baseline dos dados climáticos utilizados. Esta redução da procura de aquecimento sublinha a necessidade de adaptar os projectos dos edifícios e sistemas de AVAC às alterações climáticas, garantindo a eficiência energética e a resiliência dos edifícios futuros [4].</p>
<p>Outro estudo utilizou o cenário A2 (IPCC) para investigar o impacto na procura de energia de aquecimento e arrefecimento em edifícios residenciais no Brasil. Os resultados mostraram um aumento constante no consumo de energia por mais de 60 anos. Em contrapartida, o consumo de energia para aquecimento para superar as horas de frio será significativamente reduzido nas cidades de Curitiba e Florianópolis. Também foi comprovado que, em cidades frias, a procura de energia para o aquecimento anual diminuirá 94 % até 2080 devido ao aumento das temperaturas médias e aumento da radiação solar global [5].</p>
<p>Num estudo realizado na China, investigaram o impacto de cenários climáticos futuros no consumo de energia em edifícios de escritórios. Os resultados indicaram uma redução no consumo de aquecimento em 22,3 % em Harbin, 26,6 % em Pequim, 55,7 % em Xangai, 13,8 % em Kunming e 23,6 % em Hong Kong. Observou-se que o aquecimento ambiente é predominantemente obtido a partir de caldeiras a gasóleo ou gás, enquanto o arrefecimento do ambiente depende principalmente de electricidade. Isto destaca uma mudança em direcção ao aumento da procura da energia eléctrica. O estudo também enfatizou que o maior consumo de energia em edifícios conduzirá a um aumento das emissões, agravando assim as alterações climáticas e o aquecimento global [6].</p>
<p>Num outro estudo, a Grécia foi avaliada após serem estimados os dados do modelo climático, tendo em conta as previsões das alterações climáticas para o período 2010-2100. Os resultados evidenciaram que a procura de energia para aquecimento do sector da construção na Grécia poderia ser reduzida em cerca de 50 % com este efeito, sendo mais pronunciado na parte sul do país [7]. Outro estudo avaliou as necessidades de energia de uma casa isolada típica na Finlândia. De acordo com os resultados obtidos, verificou-se que a procura anual de energia para aquecimento do ambiente e fornecimento de ar diminuirá entre 20 a 40 % até 2100 [8].</p>
<p>Outro estudo focou-se na investigação dos impactes das alterações climáticas nos edifícios residenciais em Istambul e Izmir, Turquia. Os resultados revelam uma redução nos graus-dia de aquecimento juntamente com um aumento nos graus-dia de arrefecimento. Especificamente, simulações no âmbito do cenário RCP 8.5 projectam um aumento de temperatura de 4,3 °C em Istambul e 5 °C em Izmir. Consequentemente, o estudo sublinha uma diminuição notável no consumo de aquecimento, particularmente pronunciado em Izmir em comparação com Istambul [9].</p>
<p>Os resultados de todos estes estudos sublinham a influência substancial das alterações climáticas nos padrões de consumo de aquecimento em diversas regiões do mundo, afectando directamente os sistemas de AVAC e construindo estratégias de gestão de energia. Com o aumento global da temperatura, há uma diminuição acentuada nas necessidades de aquecimento observada em várias áreas geográficas, resultando em reduções dos graus-dia e consequentes mudanças na dinâmica operacional dos sistemas de AVAC. Tais transformações exigem adaptações estratégicas nas tecnologias dos sistemas de AVAC e práticas de arquitectura no sentido de optimizar a eficiência energética e aumentar a resiliência geral dos edifícios face à evolução das condições climáticas.</p>
<p>Além disso, as consequências negativas das alterações climáticas não se limitam ao aumento das temperaturas. O Quinto Relatório de Avaliação do IPCC destaca um aumento antecipado na frequência e gravidade de eventos climáticos extremos. Estas mudanças afectam directamente os sistemas de AVAC, levando a interrupções operacionais e danos às unidades de ar condicionado. Por exemplo, as projecções sugerem que serão necessários sistemas de AVAC mais robustos para controlar a elevada humidade e o aumento da transferência de calor do ar exterior durante os verões mais quentes, exacerbados pelas elevadas temperaturas de bulbo húmido e bulbo seco do ar exterior [10]. Estas descobertas salientam o imperativo de implementar medidas adicionais para mitigar a vulnerabilidade dos sistemas de AVAC aos eventos climáticos extremos.</p>
<h4><strong>3.1 ILHA DE CALOR URBANA</strong></h4>
<p>Espera-se que os aumentos de temperatura devido às alterações climáticas sejam particularmente pronunciados nas áreas urbanas, em grande parte devido ao efeito de ilha de calor. Este efeito ocorre quando a temperatura média do ar numa cidade é maior do que nas áreas rurais vizinhas. Para as pessoas que vivem em climas quentes, isto pode resultar em temperaturas que excedam o limite para se viver confortavelmente em determinadas épocas do ano. Prevê-se que 75 % da população mundial estará em risco de exposição ao calor potencialmente letal na forma de ondas de calor, particularmente em áreas urbanas [11]. Consequentemente, as necessidades de arrefecimento das cidades devem aumentar significativamente para manter o conforto térmico. As actuais projecções da procura de energia indicam um aumento substancial a curto prazo da utilização de ar condicionado (AC).</p>
<blockquote><p>É crucial adoptar práticas sustentáveis dos sistemas de AVAC, melhorar a eficiência energética e implementar tecnologias inovadoras de arrefecimento. Isto inclui a integração de estratégias de arrefecimento passivo, o desenvolvimento de tecnologias de redes inteligentes e a utilização de fontes de energias renováveis para fins de arrefecimento.</p></blockquote>
<p>Um estudo realizado no centro de Paris descobriu que, em condições climáticas futuras, as temperaturas urbanas podem ser significativamente maiores do que nas áreas rurais devido ao efeito de ilha de calor. Outro estudo prevê que o consumo de energia do AC em França duplicará. [12]. Além disso, os aparelhos de AC exacerbam directamente o efeito de ilha de calor urbana. Liu et al. descobriram que, num conjunto típico de edifícios de escritórios, os sistemas de AC podem aumentar a intensidade da ilha de calor até 0,7 °C ao meio-dia, com um aumento médio diário de 0,53 °C [13]. No Verão, a diferença de temperatura entre o centro das áreas urbanas e áreas rurais circundantes pode atingir 2,5 °C, resultando em 5-10 % de consumo adicional de electricidade e desafios operacionais para os sistemas de AVAC [14].</p>
<p>O estudo sustenta que a subida das temperaturas nas cidades, causadas pelas alterações climáticas e pelo efeito de ilha de calor, aumenta significativamente as necessidades de ar condicionado, levando a um maior consumo de energia e agravamento das alterações climáticas. Este fenómeno salienta a necessidade de sistemas de ar condicionado diferentes e mais eficientes para garantir o conforto térmico. O aumento do uso de ar condicionado não só aumentará o consumo de energia, mas também contribuirá para uma maior poluição ambiental. Se não forem tomadas precauções, os efeitos negativos das alterações climáticas irão piorar. Para mitigar esses impactes, é crucial adoptar práticas sustentáveis dos sistemas de AVAC, melhorar a eficiência energética e implementar tecnologias inovadoras de arrefecimento. Isto inclui a integração de estratégias de arrefecimento passivo, o desenvolvimento de tecnologias de redes inteligentes e a utilização de fontes de energias renováveis para fins de arrefecimento.</p>
<h4><strong>4. TENDÊNCIA DA PROCURA DE ARREFECIMENTO</strong></h4>
<p>Como uma consequência inevitável das alterações climáticas, o aumento da temperatura do ar irá resultar na diminuição da procura por aquecimento e no aumento da procura por arrefecimento. A este respeito, o relatório da AIE demonstrou que, de 2016 a 2050, os graus-dia de arrefecimento irão aumentar, em média, 25,4 % em todo o mundo [11]. De acordo com a pesquisa realizada pela Central do Clima para observar o impacte das alterações climáticas, foram analisadas 242 cidades nos EUA e os graus-dia de aquecimento mostraram um aumento crítico em 96 % das cidades examinadas, desde a década de 1970 até ao presente [15]. Noutro estudo realizado em edifícios comerciais da Austrália, observou-se que a energia para arrefecimento vai aumentar entre 28 % e 59 % até 2070 [16]. Num outro estudo sobre este assunto, foram tomados como base edifícios residenciais e comerciais na Suíça. De acordo com os resultados obtidos, afirma-se que a energia de arrefecimento aumentará a uma taxa crítica de 223 % para 1050 % até 2100 [17].</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-28865 alignleft" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/young-woman-using-home-technology-1-683x1024.jpg" alt="" width="265" height="398" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/young-woman-using-home-technology-1-683x1024.jpg 683w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/young-woman-using-home-technology-1-200x300.jpg 200w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/young-woman-using-home-technology-1-768x1152.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/young-woman-using-home-technology-1-1024x1536.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/young-woman-using-home-technology-1-1365x2048.jpg 1365w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/young-woman-using-home-technology-1-610x915.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/young-woman-using-home-technology-1-1080x1620.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/young-woman-using-home-technology-1-scaled.jpg 800w" sizes="(max-width: 265px) 100vw, 265px" /></p>
<p>No estudo realizado na Grécia, observou-se que a necessidade de arrefecimento em edifícios residenciais aumentará significativamente em 248 % até 2100 [7]. Os resultados obtidos na pesquisa conduzida na China indicam que haverá um aumento nas necessidades de arrefecimento. Estes aumentos foram calculados em aproximadamente 20,4 % em Pequim, 11,4 % em Xangai, 14,1 % em Hong Kong e 24,2 % em Kunming [6]. O estudo realizado no Canadá sustentou que a procura de energia para arrefecimento aumentará de 15 – 126 %, usando o cenário de dados climáticos futuros [4]. Um estudo realizado na Bélgica centrou-se na potencial mudança na procura de energia. De acordo com os resultados, prevê-se que a procura de energia para arrefecimento no parque edificado aumente de 39 % a 65 % na década de 2050 e 61 % a 123 % na década de 2090, em comparação com a década de 2010 [18]. De acordo com a pesquisa realizada em edifícios residenciais e cidades com diferentes características climáticas na Nova Zelândia, até 2090 as cargas de arrefecimento irão sofrer um aumento de 40 – 79 %. Entre as cidades estudadas (Auckland, Hamilton, Wellington, Rotorua, Christchurch e Queenstown), é esperado que Wellington experiencie o aumento mais significativo, com um aumento de 79 % na carga de arrefecimento [19].</p>
<p>Um outro estudo revelou um aumento substancial na procura por energia para arrefecimento, atingindo 255,1 %, e um aumento notável na probabilidade de sobreaquecimento, até 155 %, em edifícios residenciais típicos de Milão, a cidade mais populosa da zona climática italiana [20]. Em pesquisas realizadas em edifícios residenciais em quatro cidades diferentes do Japão, espera-se que a carga de arrefecimento anual aumente aproximadamente 12 % em Tóquio, 9 % em Toyohashi, 8 % em Osaka e 7 % em Nagoya [21]. Num estudo realizado numa moradia unifamiliar típica de Istambul, foi sustentado que, de acordo com o cenário climático A2, o consumo de energia para arrefecimento praticamente duplicou entre 2020 e 2080, atingindo 106,95 kWh/m² comparativamente aos 53,14 kWh/m² medidos em 2020 [22].</p>
<blockquote><p>As pesquisas demonstram consistentemente que as alterações climáticas levarão a um aumento substancial na procura global de arrefecimento, embora com impactos variados entre as regiões. A vulnerabilidade dos sistemas de AVAC a estas mudanças continua a ser uma preocupação persistente.</p></blockquote>
<p>Num estudo realizado num edifício residencial de vários andares na Suécia, foi sustentado que a procura anual para arrefecimento aumentou de 31 % para 63 % no cenário RCP4.5 e de 45 % para 73 % no cenário RCP8.5. Sublinha-se que, no final do século, serão observadas mudanças significativamente mais pronunciadas na procura anual para aquecimento e arrefecimento dos edifícios de acordo com o cenário RCP8.5 [23]. Num estudo realizado em edifícios residenciais de Taiwan, a utilização anual de energia para arrefecimento foi simulada para as décadas de 2020, 2050 e 2080. Os resultados indicaram aumentos de 31 %, 59 % e 82 % na energia para arrefecimento nesses três períodos de tempo, respectivamente. No entanto, foi sublinhado que essas taxas poderiam ser reduzidas, combinando várias estratégias passivas [24]. Num estudo realizado em Al-Ain, Emirados Árabes Unidos, que tem um clima quente, concluiu-se que num cenário de aquecimento da cidade de 5,9 °C, provavelmente aumentaria a energia para arrefecimento dos edifícios em aproximadamente 23,5 % [25].</p>
<p>As pesquisas demonstram consistentemente que as alterações climáticas levarão a um aumento substancial na procura global de arrefecimento, embora com impactos variados entre as regiões. A vulnerabilidade dos sistemas de AVAC a estas mudanças continua a ser uma preocupação persistente. À medida que as temperaturas globais aumentam e os eventos de calor extremo se tornam mais frequentes, os sistemas de AVAC ficam sujeitos a desafios, como o aumento da carga de trabalho, a diminuição da eficiência e o aumento dos custos operacionais. A crescente procura por arrefecimento não apenas sobrecarrega as reservas de energia, mas também amplifica as repercussões ambientais, incluindo o aumento das emissões de carbono e efeitos exacerbados das ilhas de calor urbanas. A abordagem a estes desafios exige estratégias de adaptação proactivas, abrangendo a adopção de tecnologias energeticamente eficientes, aprimoramento do projecto e do isolamento dos edifícios, e implementação de iniciativas de planeamento urbano destinadas a mitigar os efeitos da ilha de calor.</p>
<h4><strong>4.1 INFLUÊNCIAS DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS NOS REQUISITOS DE ENERGIA E UTILIZAÇÃO DO AC E EMISSÕES DE GASES COM EFEITO DE ESTUFA</strong></h4>
<p>A crescente procura por arrefecimento devido às alterações climáticas exige uma exploração mais profunda das suas repercussões ambientais. O ar condicionado, fundamental para manter o conforto no interior dos edifícios, opera numa escala que afecta significativamente o aquecimento global. Os fluidos frigorigéneos utilizados nos sistemas, como os hidrofluorocarbonetos (HFCs), possuem uma capacidade de reter calor na atmosfera em comparação com o CO2, amplificando o efeito de estufa. Além disso, a electricidade necessária para alimentar os aparelhos de ar condicionado é predominantemente gerada a partir de combustíveis fósseis, o que não só aumenta as emissões de carbono, mas também contribui para a poluição do ar e outras preocupações ambientais. Este duplo impacto sublinha a necessidade urgente de tecnologias de refrigeração sustentáveis, incluindo a adopção de sistemas energeticamente eficientes e avanços na gestão de fluidos frigorigéneos para mitigar as emissões de gases com efeito estufa e ainda a promoção de fontes de energia renováveis. Enfrentar estes desafios é essencial, não apenas para reduzir a pegada ambiental dos sistemas de refrigeração, mas também para mitigar a sua contribuição para a mudança climática global.</p>
<p>Actualmente, os aparelhos de ar condicionado e os ventiladores eléctricos consomem cerca de 20 % da energia total utilizada em edifícios a nível mundial. O consumo de energia para arrefecimento ambiente tem aumentado constantemente ao longo dos anos e a AIE prevê que a necessidade de energia para arrefecimento de espaços interiores quadruplicará até 2050 [11]. Em meados do século, o arrefecimento de espaços interiores irá representar 30 % a 50 % da carga eléctrica de pico em muitos países, potencialmente levando a falhas significativas na rede [11]. Globalmente, o consumo anual de energia para ar condicionado é de aproximadamente 1 milhão de milhões de quilowatts-hora (1012 kWh), o que excede o dobro do uso total de energia de todo o continente africano [26]. Estima-se também que, num futuro próximo, a energia necessária para o arrefecimento superará a do aquecimento em mais de dez vezes [26].</p>
<p>Estas tendências destacam a necessidade crítica de soluções de arrefecimento sustentáveis. A crescente dependência do ar condicionado não só coloca imensa pressão sobre os recursos energéticos, mas também exacerba impactes ambientais, incluindo maiores emissões de carbono e intensificação do efeito de ilha de calor. Para abordar estes desafios são necessárias estratégias de adaptação proactivas, as quais devem incluir a adopção de tecnologias eficientes do ponto de vista energético, melhorias no isolamento e concepção dos edifícios, e medidas de planeamento urbano que mitiguem o efeito das ilhas de calor. Tais medidas são cruciais não só para manter o conforto e a produtividade nos edifícios, mas também para reduzir a pegada ambiental global associada ao aumento da procura por arrefecimento num clima cada vez mais quente.</p>
<h4><strong>5. ABORDAGEM PREVENTIVA E POSSÍVEIS SOLUÇÕES</strong></h4>
<p>Uma vez que a procura de energia em edifícios é directamente influenciada por flutuações nas condições climáticas externas, estão a ser desenvolvidos esforços abrangentes de mitigação e adaptação para lidar com os profundos e significativos impactes das alterações climáticas. O grau em que esses efeitos são sentidos varia de acordo com os tipos de construção e zonas climáticas. Uma das principais áreas em foco é a implementação de estratégias passivas. Invidiata e Ghisi descobriram que as necessidades de arrefecimento em edifícios residenciais no Brasil podem ser reduzidas em 50 % com o uso de estratégias passivas, como isolamento térmico e sombreamento [5]. Da mesma forma, estudos sobre edifícios residenciais nos Emirados Árabes Unidos sugerem que as estratégias de isolamento térmico e massa térmica podem reduzir significativamente as necessidades de arrefecimento. Em Hong Kong, estratégias passivas eficazes levaram a uma redução na carga de arrefecimento em 56,7 &#8211; 64,5 % [27]. Estas estratégias são essenciais para diminuir o consumo de energia e melhorar a eficiência energética dos edifícios. As medidas passivas, como melhor isolamento, sombreamento optimizado, ventilação natural e materiais de cobertura reflexivos, desempenham um papel crucial na redução da dependência de sistemas de refrigeração mecânicos.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-28864 alignright" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1529845430-1-1024x684.jpg" alt="" width="351" height="234" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1529845430-1-1024x684.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1529845430-1-300x200.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1529845430-1-768x513.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1529845430-1-1536x1025.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1529845430-1-2048x1367.jpg 2048w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1529845430-1-610x407.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1529845430-1-1080x721.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1529845430-1-scaled.jpg 1200w" sizes="(max-width: 351px) 100vw, 351px" /></p>
<p>Além das estratégias passivas, a potencialização da eficiência das tecnologias existentes e o desenvolvimento de dispositivos amigos do ambiente também são vitais. De acordo com a AIE, as necessidades de arrefecimento podem ser reduzidas para metade se as unidades de ar condicionado forem substituídas por modelos de alto desempenho [11]. As tecnologias de arrefecimento a partir de fontes renováveis, particularmente aquelas que utilizam energia solar térmica e energia solar fotovoltaica, são soluções promissoras para regiões com arrefecimento em rápido crescimento. Os sistemas de arrefecimento urbano podem fornecer uma económica flexibilidade à rede eléctrica em áreas densamente povoadas e quentes [11]. A integração de sistemas para armazenar e utilizar energia solar nos edifícios pode reduzir significativamente o consumo global de energia.</p>
<p>Em Itália, a combinação de unidades de tratamento de ar com caldeiras de condensação a gás tem mostrado benefícios energéticos substanciais, particularmente em climas temperados. A integração de um gerador de calor de biomassa com uma eficiente caldeira de condensação a gás levou a uma economia de energia de até 30 %. No entanto, usar um sistema de bomba de calor ar-água em vez de biomassa resultou num aumento do consumo de energia, destacando a importância de se seleccionar a tecnologia adequada para condições climáticas específicas [28]. No Reino Unido, os estudos têm identificado os sistemas de bomba de calor solo-água como os mais adequados como solução primária de ar condicionado. Estes sistemas oferecem alta eficiência e podem reduzir significativamente o consumo de energia e as emissões em comparação com os sistemas tradicionais [29]. Além disso, integrando fontes de energia renováveis nos projectos dos edifícios, como energia solar e geotérmica, podem fornecer soluções sustentáveis de arrefecimento.</p>
<p>A combinação destas estratégias – medidas passivas, tecnologias eficientes e integração de energias renováveis &#8211; pode criar sistemas de edifícios resilientes e sustentáveis. Para responder à procura crescente de arrefecimento é necessária uma abordagem holística que considere os avanços tecnológicos e os princípios de concepção ambientalmente conscientes. Estas medidas são cruciais não só para manter o conforto e a produtividade nos edifícios, mas também para reduzir a pegada ambiental global associada ao aumento da procura de arrefecimento num clima cada vez mais quente. No entanto, as alterações climáticas afectam cada região em diferentes graus, de modo que uma profunda análise da vulnerabilidade climática por região é necessária antes de desenvolver estratégias de adaptação climática [30].</p>
<h4><strong>6. RESULTADO</strong></h4>
<p>Este estudo destaca o profundo impacte das alterações climáticas nos sistemas de AVAC e no desempenho energético dos edifícios. Com as temperaturas globais crescentes e os eventos climáticos extremos mais frequentes, a procura por arrefecimento de espaços interiores deve aumentar significativamente em várias regiões climáticas. Esta tendência não apenas sobrecarrega os recursos energéticos, mas também agrava os desafios ambientais, incluindo o aumento das emissões de carbono e o efeito de ilha de calor urbana. Para mitigar os impactos de forma eficaz, as medidas proactivas são essenciais. Estratégias passivas, como isolamento térmico, sombreamento, ventilação natural e materiais de cobertura reflexivos mostraram potencial substancial na redução das necessidades de arrefecimento. Além disso, o melhoramento da eficiência tecnológica dos sistemas de AVAC e a integração de fontes de energia renováveis emergem como soluções críticas. A substituição de unidades de ar condicionado por unidades de alto desempenho, utilizando sistemas solares térmicos e fotovoltaicos para arrefecimento, e a implementação de redes de arrefecimento urbano, oferecem caminhos promissores para reduzir o consumo de energia e aumentar a resiliência dos edifícios.</p>
<p>A integração destas estratégias – medidas passivas, tecnologias eficientes e energias renováveis – apresenta uma abordagem holística para construir resiliência contra os impactes das alterações climáticas. Ao adoptar estas medidas, as partes interessadas podem mitigar a procura de energia, promover a gestão ambiental e aumentar o conforto e bem-estar dos ocupantes diante de um clima em mudança. Em conclusão, os desafios colocados pelas alterações climáticas exigem colaboração entre formuladores de políticas, projectistas, engenheiros e operadores de edifícios. Priorizar a resiliência climática dos sistemas de AVAC e adoptar estratégias adaptativas irá contribuir para um ambiente construído capaz de navegar pelas complexidades de um mundo em efectivo aquecimento.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<p>[1] IPCC, «Climate Change 2014: Synthesis Report. Contribution of Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change,Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.),» IPCC, Geneva, Switzerland, 2014.</p>
<p>[2] IPCC, «Climate Change 2022: Impacts, Adaptation and Vulnerability. Working Group II Contribution to the IPCC Sixth Assessment Report, [H.-O. Pörtner, D.C. Roberts, M. Tignor, E.S. Poloczanska, K. Mintenbeck, A. Alegría, M. Craig, S. Langsdorf, S. Löschke, V. Mö,» Cambridge University Press, Cambridge, UK and New York, NY, USA, 2022.</p>
<p>[3] IEA, «International Energy Agency: IEA, The Critical Role of Buildings,Perspectives for the Clean Energy Transition,» CC BY 4.0, Paris, 2019. [31] U. N. E. Programme, «Global Status Report for Buildings and Construction: Beyond foundations: Mainstreaming sustainable solutions to cut emissions from the buildings sector,» United Nations Environment Programme (UNEP), Nairobi, 2022.</p>
<p>[4] Umberto Berardi ve Pouriya Jafarpur, «Assessing the impact of climate change on building heating and cooling energy demand in Canada,» Renewable and Sustainable Energy Reviews, cilt 121, no. 109681, 2020.</p>
<p>[5] Andrea Invidiata ve Enedir Ghisi, «Impact of climate change on heating and cooling energy demand in houses in Brazil,» Energy and Buildings, cilt 130, pp. 20-32, 2016.</p>
<p>[6] Kevin K.W. Wan, Danny H.W. Li, Wenyan Pan ve Joseph C. Lam, «Impact of climate change on building energy use in different climate zones and mitigation and adaptation implications,» Applied Energy, cilt 97, pp. 274-282, 2012.</p>
<p>[7] D.A. Asimakopoulos, M. Santamouris , I. Farrou, M. Laskari, M. Saliari, G. Zanis, G. Giannakidis , K. Tigas, J. Kapsomenakis, C. Douvis, S.C. Zerefos , T. Antonakaki ve C. Giannakopoulos , «Modelling the energy demand projection of the building sector in Greece in the 21st century,» Energy and Buildings, cilt 49, pp. 488-498, 2012.</p>
<p>[8] Kirsti Jylhä, Juha Jokisalo, Kimmo Ruosteenoja, Karoliina Pilli-Sihvola, Targo Kalamees, Teija Seitola, Hanna M. Mäkelä, Reijo Hyvönen , Mikko Laapas ve Achim Drebs, «Energy demand for the heating and cooling of residential houses in Finland in a changing climate,» Energy and Buildings, cilt 99, pp. 104-116, 2015.</p>
<p>[9] Gokce Tomrukcu ve Touraj Ashrafian, «Climate-resilient building energy efficiency retrofit: Evaluating climate change impacts on residential buildings,» Energy and Buildings, cilt 316, no. 114315, 2024.</p>
<p>[10] Hassan Bazazzadeh, Adam Nadolny ve Seyedeh sara Hashemi Safaei, «Climate Change and Building Energy Consumption: A Review of the Impact of Weather Parameters Influenced by Climate Change on Household Heating and Cooling Demands of Buildings,» European Journal of Sustainable Development, cilt 10, no. 2, 2021.</p>
<p>[11] IEA, «The Future of Cooling, Opportunities for energyefficient air conditioning,» International Energy Agency, Licence: CC BY 4.0, Paris, 2018.</p>
<p>[12] Cécile Sylvie De Munck, G. Pigeon, Valéry Masson ve Colette Marchadier, «How much air conditioning can increase air temperatures for a city like Paris (France)?,» International Journal of Climatology, cilt 33, no. 1, pp. 210-227, 2013.</p>
<p>[13] Y Wang, Y Li, S Di Sabatino, A Martilli ve P W Chan, «Effects of anthropogenic heat due to air-conditioning systems on an extreme high temperature event in Hong Kong,» Environmental Research Letters, cilt 13, no. 3, 2018.</p>
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<p>[17] Th. Frank, «Climate change impacts on building heating and cooling energy demand in Switzerland,» Energy and Buildings, cilt 37, no. 11, pp. 1175-1185, 2005.</p>
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<p>[19] Zahra Jalali, Asaad Y. Shamseldin ve Amir Ghaffarianhoseini, «Impact assessment of climate change on energy performance and thermal load of residential buildings in New Zealand,» Building and Environment, cilt 243, no. 110627, 2023.</p>
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<p>[21] Jihui Yuan, Zhichao Jiao, Xiong Xiao, Kazuo Emura ve Craig Farnham, «Impact of future climate change on energy consumption in residential buildings: A case study for representative cities in Japan,» Energy Reports, cilt 11, pp. 1675- 1692, 2024.</p>
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<p>[25] Radhi Hassan, «Evaluating the potential impact of global warming on the UAE residential buildings &#8211; A contribution to reduce the CO2 emissions,» Building and Environment, cilt 44, no. 12, pp. 2451 &#8211; 2462, 2009.</p>
<p>[26] Richard Dahl, «Cooling Concepts: Alternatives to Air Conditioning for a Warm World,» Environmental Health Perspectives, cilt 121, no. 1, pp. 18-25, 2013.</p>
<p>[27] Sheng Liu, Yu Ting Kwok, Kevin Ka-Lun Lau, Wanlu Ouyang ve Edward Ng, «Effectiveness of passive design strategies in responding to future climate change for residential buildings in hot and humid Hong Kong,» Energy and Buildings, cilt 228, no. 110469, 2020.</p>
<p>[28] Tullio de Rubeis, Serena Falasca, Gabriele Curci , Domenica Paoletti ve Dario Ambrosini, «Sensitivity of heating performance of an energy self-sufficient building to climate zone, climate change and HVAC system solutions,» Sustainable Cities and Society, cilt 61, no. 102300, 2020.</p>
<p>[29] Mehdi Shahrestani, Runming Yao ve Geoffrey K. Cook, «A fuzzy multiple attribute decision making tool for HVAC&amp;R systems selection with considering the future probabilistic climate changes and electricity decarbonisation plans in the UK,» Energy and Buildings, cilt 159, pp. 398-418, 2018.</p>
<p>[30] Touraj Ashrafian, «Enhancing school buildings energy efficiency under climate change: A comprehensive analysis of energy, cost, and comfort factors,» Journal of Building Engineering, cilt 80, no. 107969, 2023.</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>Em plena Região Demarcada do Douro, Garcia Garcia escolhida para novo projeto do Grupo Granvinhos</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/em-plena-regiao-demarcada-do-douro-garcia-garcia-escolhida-para-novo-projeto-do-grupo-granvinhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 14:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Granvinhos, nova denominação do grupo anteriormente apelidado de Gran Cruz Porto, detentor de marcar icónicas como Porto Cruz, Porto Dalva e Quinta de Ventozelo, entre outras, e o maior produtor e exportador de vinho do Porto, confiou à construtora Garcia Garcia, a construção de uma nova ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Grupo Granvinhos</strong>, nova denominação do grupo anteriormente apelidado de Gran Cruz Porto, detentor de marcar icónicas como Porto Cruz, Porto Dalva e Quinta de Ventozelo, entre outras, e o maior produtor e exportador de vinho do Porto, confiou à construtora <a href="https://www.garcia.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Garcia Garcia</strong></a>, a construção de uma nova e moderna adega no Douro. Localizada no concelho da Régua, em pleno coração da Região Demarcada do Douro, substituirá a atual adega de Avidagos, tendo como principal objetivo otimizar e potenciar a capacidade de produção e operação do Grupo. A conclusão dos trabalhos está prevista para o primeiro semestre de 2025.</p>
<p>A nova adega terá capacidade para vinificar mais de oito mil toneladas de uva, sendo que esta nova unidade terá dupla vocação de produção de vinho do Douro e de vinho do Porto. Construída pela <strong>Garcia Garcia</strong>, deverá estar totalmente operacional para receber a vindima do próximo ano.</p>
<p>“Adega do Futuro”: projeto junta inovação com práticas sustentáveis no âmbito da agenda mobilizadora para a inovação empresarial Vine &amp; Wine Portugal, apoiada pelo PRR.</p>
<p>Desenhado pelo prestigiado arquiteto Alexandre Burmester, o projeto destaca-se pela sua arquitetura inovadora e integração com a paisagem envolvente, mantendo um equilíbrio entre estética e funcionalidade. A cobertura metálica ondulada, em especial, promete ser um dos marcos visuais da construção, com uma combinação de sofisticação e descrição.</p>
<p>O projeto pressupõe a construção de vários edifícios, incluindo o edifício principal adega, espaços exteriores de armazenamento, reservado às cubas da produção vinícola e álcool; uma estação de tratamento de água e de uma estação de tratamento de águas residuais. Numa segunda fase está ainda prevista a construção de um edifício destinado aos serviços administrativos da unidade industrial e um edifício de Turismo, que servirá de apoio aos visitantes da unidade industrial (provas de vinho e venda).</p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:80}"> O projeto reflete e materializa o compromisso da Granvinhos com o combate às alterações climáticas. A nova adega contará com tecnologias de eficiência climática, como sistemas de reutilização de águas, tratamento de resíduos e efluentes, reforçando o foco em práticas ambientalmente sustentáveis. Reflete, ainda, o compromisso com a redução de consumo energético, a transição digital e capacitação tecnológica do setor, através da automatização de tarefas, mitigando a falta de recursos humanos. </span></p>
<p>Com conclusão prevista para o primeiro semestre de 2025, este projeto é o primeiro deste segmento à responsabilidade da <strong>Garcia Garcia</strong>, que tem vindo a diversificar e desenvolver o seu portefólio de negócios, mantendo o seu foco na construção industrial, em simultâneo com outras áreas em crescimento.</p>
<p>Atualmente na Região Demarcada do Douro, a Granvinhos possui adegas em Alijó, Avidagos (Santa Marta de Penaguião) e Tabuaço.</p>
<p><strong>Ficha Técnica do Projeto Construção:</strong><br />
Garcia Garcia<br />
Local: Peso da Régua<br />
Área de Construção: 10.500 m2<br />
Data de Conclusão – 1º semestre 2025</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
</span></span></strong></em><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">Fonte: Press Release</span></span></strong></em></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
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		<title>As cidades do amanhã: 5 benefícios das energias renováveis no ambiente urbano</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/as-cidades-do-amanha-5-beneficios-das-energias-renovaveis-no-ambiente-urbano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 11:41:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades do Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com as alterações climáticas a tornarem-se um desafio cada vez mais presente, a necessidade de uma transição energética é urgente. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com as alterações climáticas a tornarem-se um desafio cada vez mais presente, a necessidade de uma transição energética é urgente. Neste sentido, a adoção de energias renováveis surge como uma solução essencial para mitigar os impactos climáticos, permitindo que as cidades portuguesas avancem rumo a um futuro mais sustentável.</p>
<p>No <strong>Dia Mundial das Cidades</strong>, que se celebra a 31 de outubro, a <a href="https://www.statkraft.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Statkraft</strong></a> &#8211; maior produtora europeia de energias renováveis e líder de mercado em <em>Power Purchase Agreements (PPAs)</em> &#8211; destaca como a energia renovável pode estimular o desenvolvimento regional, destaca algumas das formas como a energia renovável pode transformar as áreas urbanas, tornando-as mais verdes, resilientes e preparadas para os desafios do amanhã.</p>
<p><strong>1 | Cidades mais verdes e saudáveis<br />
</strong>O uso de fontes renováveis, como a solar e a eólica, permite reduzir significativamente as emissões de carbono e, simultaneamente, reduzir a poluição atmosférica e sonora, tendo um impacto direto na saúde pública dos cidadãos.</p>
<p><strong>2 | Infraestruturas urbanas resilientes<br />
</strong>A integração de energias renováveis nas cidades contribui para o desenvolvimento de infraestruturas mais modernas e resilientes. As redes inteligentes, alimentadas por energia solar ou eólica, permitem uma melhor gestão do consumo energético e maior eficiência na distribuição de energia. Além disso, as melhorias nas infraestruturas, como por exemplo vias de acesso, também beneficiam a mobilidade urbana e a acessibilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-28269 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-1024x427.png" alt="" width="515" height="215" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-1024x427.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-300x125.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-768x320.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-1536x640.png 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-2048x853.png 2048w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-610x254.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-1080x450.png 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica.png 1200w" sizes="(max-width: 515px) 100vw, 515px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 | Promoção de um futuro mais inclusivo e sustentável<br />
</strong>A implementação de projetos de energia renovável é também uma oportunidade para fomentar a inclusão social e económica. A transição energética e os projetos de transição para energias renováveis possibilitam a criação de novos empregos, promovem a formação contínua e oferecem às cidades a possibilidade de se tornarem mais autónomas e resilientes em termos energéticos, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis.</p>
<p><strong>4 | Desenvolvimento urbano harmonizado com o meio ambiente</strong><br />
Os projetos de energia renovável permitem que o desenvolvimento urbano ocorra de forma harmoniosa com o meio ambiente através da preservação de ecossistemas e promoção de soluções energéticas mais limpas. Desta forma, as mesmas contribuem para a proteção dos recursos naturais que sustentam a vida urbana, promovendo cidades mais sustentáveis a longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-28270 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-1024x427.png" alt="" width="530" height="221" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-1024x427.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-300x125.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-768x320.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-1536x640.png 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-2048x853.png 2048w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-610x254.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-1080x450.png 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar.png 1200w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5 | Atração de novos investimentos<br />
</strong>O foco na energia renovável nas cidades atrai investimentos em tecnologia limpa e inovação, promovendo o desenvolvimento de novas soluções urbanas, como edifícios eficientes e sistemas energéticos de baixo carbono. Estes investimentos impulsionam não só a economia local, mas também a competitividade das cidades e países a nível global.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-28271 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-1024x427.png" alt="" width="530" height="221" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-1024x427.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-300x125.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-768x320.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-1536x640.png 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-2048x853.png 2048w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-610x254.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-1080x450.png 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft.png 1200w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Neste Dia Mundial das Cidades, é essencial refletirmos sobre o papel transformador que as energias renováveis têm na construção de cidades mais sustentáveis e preparadas para o futuro. A transição para fontes de energia limpa é crucial para garantir não apenas a eficiência energética, mas também uma melhor qualidade de vida para os cidadãos”</em>, afirma João Schmidt, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da <strong>Statkraft</strong> em Portugal.</p>
<p>Com o objetivo de contribuir para um futuro cada vez mais sustentável fundamentado em soluções verdes, a <strong>Statkraft</strong> reitera o seu compromisso em promover a energia renovável através da adoção de práticas que permitam que os seus projetos coexistam com o meio ambiente e as comunidades nas quais estão inseridos, tais como medidas de inclusão social e ambiental, o apoio a programas de formação e o estabelecimento de parcerias com as autoridades para promover o desenvolvimento local.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
</span></span></strong></em><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">Fonte: Press Release</span></span></strong></em></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
</div>
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		<title>Level(s) e Pacto Europeu para o Clima unem forças para um ambiente construído mais sustentável</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/levels-e-pacto-europeu-para-o-clima-unem-forcas-para-um-ambiente-construido-mais-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 08:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Europeia do Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente construído]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[Level(s)]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto Europeu para o Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Programa das Nações Unidas para o Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sector da construção]]></category>
		<category><![CDATA[união europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Level(s), enquadramento europeu para melhorar o desempenho sustentável dos edifícios, associou-se ao Pacto Europeu para o Clima e juntos lançaram uma ficha técnica para ajudar os profissionais do sector da construção a estabelecer ligações, partilhar conhecimentos e tomar medidas para um futuro resiliente às alterações climáticas. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Level(s), enquadramento europeu para melhorar o desempenho sustentável dos edifícios, associou-se ao Pacto Europeu para o Clima e juntos lançaram uma ficha técnica para ajudar os profissionais do sector da construção a estabelecer ligações, partilhar conhecimentos e tomar medidas para um futuro resiliente às alterações climáticas. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Na ficha informativa disponibilizada por esta colaboração são mencionadas três formas de os profissionais do sector da construção desempenharem o seu papel na transformação deste sector. Em primeiro lugar, é incentivado o uso do(s) Level(s): “os profissionais do sector da construção podem ajudar a União Europeia a reduzir as emissões de carbono em 60-80% até 2050, melhorando o desempenho em termos de sustentabilidade através do seu trabalho, segundo a Agência Europeia do Ambiente e o Programa das Nações Unidas para o Ambiente”, explica o documento.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O(s) Level(s) trata-se de um conjunto de objectivos e indicadores que podem ser integrados nas prácticas de trabalho dos profissionais da construção para avaliar e monitorizar os aspectos mais importantes do desempenho dos edifícios e identificar melhorias na sua sustentabilidade. Quer seja durante o planeamento, conceção ou construção de um imóvel, quer seja durante o seu período de utilização ou ainda num projecto de renovação ou de desconstrução/demolição, o(s) Level(s) podem ser tidos em conta em todas estas fases do ciclo de vida de um edifício.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No </span><em><a href="https://environment.ec.europa.eu/topics/circular-economy/levels_en" target="_blank" rel="noopener">website</a></em><span data-contrast="auto"> do Level(s) encontra-se disponível um programa de </span><i><span data-contrast="auto">eLearning</span></i><span data-contrast="auto"> para que os profissionais possam pôr os indicadores em práctica: “o programa </span><i><span data-contrast="auto">eLearning</span></i><span data-contrast="auto"> é totalmente adaptável ao ambiente de trabalho e inclui um estudo de caso pormenorizado para ajudar a contextualizar tudo o que é aprendido”, acrescenta a publicação.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em segundo lugar, é também incentivada a adesão ao Pacto Europeu para o Clima, através da qual os profissionais poderão organizar actividades de envolvimento de cidadãos, tais como:</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<ul>
<li data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="1" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">um “Parlamento de Pares” para abrir um debate sobre as prácticas e políticas que os profissionais da construção gostariam de ver implementadas para ajudar o ambiente construído a transitar para a neutralidade climática;</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="1" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">uma “Caminhada pelo Clima” para envolver pessoas interessadas em ambientes construídos numa visita guiada a projectos de construção sustentável para sensibilizar para aquilo que é possível ser feito;</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="1" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">um “Grupo Local de Acção Climática” para mobilizar outros profissionais da construção;</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="1" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">um “workshop de histórias fotográficas” para envolver os profissionais da construção e outros grupos na partilha de exemplos de medidas de atenuação das alterações climáticas a partir dos projectos de construção.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></li>
</ul>
<p><span data-contrast="auto">A terceira e última forma de envolver os profissionais na transformação do sector da construção consiste em tirar partido das iniciativas (Level(s) e Pacto Europeu para o Clima) de forma complementar. No documento é apresentado um exemplo: “ao divulgar, através do pacto, a forma como o(s) Level(s) o ajudaram a integrar os princípios da circularidade no trabalho ou a alinhar-se com as políticas e a legislação da UE em matéria de clima, estará a motivar outros a utilizar o(s) Level(s). Ao fazê-lo, estará a ajudar a reforçar o(s) Level(s) enquanto a linguagem comum da Europa para melhorar o desempenho de sustentabilidade dos edifícios, assegurando que os profissionais estão todos a trabalhar para objectivos comuns”.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No final da </span><a href="https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/3ebfc0a9-6032-11ef-a8ba-01aa75ed71a1" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">publicação</span></a><span data-contrast="auto"> encontram-se presentes os passos para que os profissionais do sector da construção possam avançar com o(s) Level(s) e o Pacto Europeu para o Clima, contribuindo para um ambiente construído mais sustentável.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/levels-e-pacto-europeu-para-o-clima-unem-forcas-para-um-ambiente-construido-mais-sustentavel/">Level(s) e Pacto Europeu para o Clima unem forças para um ambiente construído mais sustentável</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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