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	<title>Pesquisou por descarbonização - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 Oct 2026 11:42:08 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Pesquisou por descarbonização - Edificios e Energia</title>
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		<title>O calor dos centros de dados é um recurso ainda por aproveitar em Portugal</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/o-calor-dos-centros-de-dados-e-um-recurso-ainda-por-aproveitar-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 10:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A expansão dos centros de dados em Portugal está a colocar novas exigências aos sistemas de climatização e refrigeração. Para além de melhorar a eficiência dos equipamentos, o sector procura soluções para aproveitar o calor residual destas instalações, uma possibilidade que começa a dar os primeiros passos no país. Mas o crescimento destas infra-estruturas levanta também questões sobre o consumo de energia, o uso de água e os impactes ambientais. Esta foi uma das questões abordadas nas 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração, que decorreram, a semana passada, em Lisboa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A expansão dos centros de dados em Portugal está a colocar novas exigências aos sistemas de climatização e refrigeração. Para além de melhorar a eficiência dos equipamentos, o sector procura soluções para aproveitar o calor residual destas instalações, uma possibilidade que começa a dar os primeiros passos no país. Mas o crescimento destas infra-estruturas levanta também questões sobre o consumo de energia, o uso de água e os impactes ambientais. Esta foi uma das questões abordadas nas 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração, que decorreram, a semana passada, em Lisboa.</b><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desenvolvimento de centros de dados, impulsionado pela digitalização e pela procura crescente de capacidade de computação para a inteligência artificial (IA), está a reforçar a importância dos sistemas de climatização e refrigeração. Aquela que é uma necessidade técnica pode também constituir uma oportunidade para aproveitar energia que, de outra forma, seria desperdiçada. </span><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Luís Pedro Duarte chama a atenção para a relação entre o consumo eléctrico destas instalações e as necessidades de arrefecimento. Nas instalações mais eficientes, explica, por cada megawatt de electricidade entregue à instalação, é gerado cerca de um megawatt de calor que é necessário rejeitar. “É aqui que entra o <em>cooling</em>, isto é, a climatização e o arrefecimento. O calor pode ser uma perda, mas pode acabar por ser um bom modelo de negócio”, afirma o presidente da Associação Portuguesa de Centros de Dados &#8211; Portugal DC, apontando para o potencial de recuperação e utilização deste calor noutras actividades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span>líder da Portugal DC <span style="font-weight: 400;">participava num painel dedicado ao papel dos centros de dados, no âmbito das<a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/descarbonizacao-dos-edificios-e-qualidade-do-ar-interio-em-debate-nas-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/" target="_blank" rel="noopener"> 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração</a>, organizadas pela Comissão de Especialização em Climatização e Refrigeração da Ordem dos Engenheiros, em colaboração com a secção nacional da Federação Europeia das Associações de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (REHVA, na sigla em inglês) e o capítulo português da Associação Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado (ASHRAE). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o tema “Climatização e Refrigeração na Transição Energética: Qualidade Ambiental Interior e Sustentabilidade”, o evento, que decorreu, na passada quinta-feira, no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa, juntou cerca de uma centena de especialistas, investigadores, projetistas, fabricantes, instaladores, gestores de edifícios, e representantes da indústria em torno dos desafios e das oportunidades da transição energética.  </span></p>
<h6><b>Recuperar o calor ainda é um desafio</b><span style="font-weight: 400;"> </span></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A viabilidade de soluções para recuperar o calor residual depende, contudo, de vários factores, sobretudo da tecnologia necessária para o aproveitar e, sobretudo, da existência de consumidores próximos com necessidades térmicas que sejam compatíveis. Em Portugal, este aproveitamento ainda está numa fase inicial, reconhece, em declarações à </span><i><span style="font-weight: 400;">Edifícios e Energia,</span></i><span style="font-weight: 400;"> Luís Pedro Duarte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O responsável identifica dificuldades na compreensão do potencial destas soluções, nomeadamente por parte dos municípios, embora alguns promotores já estão a desenvolver trabalho nesta área. Acredita, por isso, que existe potencial para seguir os passos de </span><span style="font-weight: 400;">Frankfurt, Londres, Amsterdão, Paris e Dublin, “geografias onde já vão uns anos à frente neste sector”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Luís Pedro Duarte considera que os parques industriais podem constituir contextos particularmente favoráveis. </span><span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;">Pode existir muito mais reaproveitamento. Por um lado, podemos ter um </span><i><span style="font-weight: 400;">data center</span></i><span style="font-weight: 400;"> que está a dissipar calor, e, por outro lado, uma indústria que precisa de calor e liberta frio. As duas [infra-estruturas] podem complementar-se, ao passo que, se  estivessem instaladas de forma isolada, pode ser mais difícil. Essa complementariedade é algo que deve ser explorado”, sublinha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O exemplo de outros mercados europeus mostra que esta possibilidade pode passar da teoria à prática. Luís Pedro Duarte refere o caso de Paris, onde o calor de centros de dados próximos foi utilizado para aquecer água durante os Jogos Olímpicos de Verão, em 2024. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A recuperação do calor exige, porém, que se tenha em conta a procura térmica ao longo do ano, as distâncias envolvidas entre estas infra-estruturas e industriais existentes, os custos associados e a eventual necessidade de outros equipamentos, como bombas de calor para elevar a temperatura disponível.</span></p>
<h6><b>A eficiência começa na escolha dos equipamentos</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A redução dos consumos energéticos dos centro de dados passa também pela escolha dos equipamentos e pela forma como são dimensionados e utilizados. Luís Pedro Duarte salienta que, num sector caracterizado por consumos elevados e períodos de vida útil longos, a eficiência tem um peso determinante nas decisões de investimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;">Este é um sector que aposta muito em investigação e desenvolvimento porque toda a poupança conta muito quando estamos a falar de consumos [energéticos] grandes”, sublinha. </span><span style="font-weight: 400;">A aquisição de equipamentos como </span><i><span style="font-weight: 400;">chillers</span></i><span style="font-weight: 400;"> e sistemas de alimentação ininterrupta de energia (os chamados UPS) implica comparar o respectivo desempenho energético e ponderar os custos ao longo do ciclo de vida. Um equipamento mais caro à partida poderá revelar-se a opção mais vantajosa se permitir poupanças significativas durante os anos de funcionamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;">Um </span><i><span style="font-weight: 400;">chiller</span></i><span style="font-weight: 400;"> podem ter um período de vida útil de 20 anos. Ou seja, são 20 anos em que não vai ser necessário trocar o equipamento, por isso, interessa ter o equipamento o mais eficiente possível. O equipamento até pode ser mais caro na fase de investimento, mas se houver esse retorno, é uma melhor aposta optar por um que consuma menos”, explica. </span></p>
<h6><b><em>Free-cooling:</em> reduzir a energia necessária para o arrefecimento</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">O responsável destaca ainda a utilização de </span><i><span style="font-weight: 400;">free-cooling</span></i><span style="font-weight: 400;">, uma solução que aproveita as condições exteriores para dissipar o calor e reduzir a necessidade de recorrer a arrefecimento mecânico. “</span><span style="font-weight: 400;">A exploração que se faz numa infraestrutura destas é dinâmica ao longo das horas do dia. É uma operação muito dinâmica, onde é possível balancear cargas e perceber quando aproveitar o </span><i><span style="font-weight: 400;">free-cooling</span></i><span style="font-weight: 400;">. No fundo, é preciso procurar todas as peças para que, no fim, o resultado seja o mais eficiente possível”, sintetiza. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Guilherme Matias </span><span style="font-weight: 400;">salientou que esta solução tem um alto benefício natural no Norte da Europa. “O clima é sem dúvida uma grande vantagem é o clima. </span><span style="font-weight: 400;">Cerca de 90% das horas são de <em>free-cooling</em>, não total, mas parcial. Em centros de dados que estamos a construir em países nórdicos, conseguimos temperaturas [exteriores] a rondar, por exemplo, os -1.5ºC”, explicou o consultor da Navitas Portugal, que também participou no painel das jornadas dedicado aos centros de dados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O consultor refere também que outras das vantagens dos países no Norte da Europa é uma maior facilidade nos processos de licenciamento, que faz com que “tudo comece a funcionar muito rápido”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha de soluções que garantam uma maior eficiência energética dos centros de dados depende, por isso, da localização e do clima local. “</span><span style="font-weight: 400;">É impossível instalar um </span><i><span style="font-weight: 400;">data center</span></i><span style="font-weight: 400;"> com um sistema com arrefecimento com recurso à água do mar no Interior do país. Se calhar no Alentejo também vamos ter acesso a menos horas de </span><i><span style="font-weight: 400;">free-cooling</span></i><span style="font-weight: 400;"> do que numa região mais a Norte, embora também seja possível usar, mesmo nos dias de calor ou primaveris, se a temperatura exterior estiver a um nível mais baixo do que aquela que está no interior. Na região de Lisboa, conseguimos ter horas de </span><i><span style="font-weight: 400;">free-cooling</span></i><span style="font-weight: 400;"> praticamente todos os dias do ano”, exemplifica Luís Pedro Duarte. </span></p>
<h6><strong>Modelação energética deve continuar na operação</strong></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A importância da modelação energética foi outro dos temas abordados no painel. Guilherme Matias defende que os modelos energéticos não devem ficar limitados à fase de projecto. Quando utilizados durante a exploração, permitem comparar os consumos reais com os valores esperados para as mesmas condições de funcionamento e identificar eventuais desvios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;">Até agora estamos a falar como calcular o consumo de energia. Mas isto é só o princípio. O verdadeiro valor de um modelo energético começa depois de os centros [de dados] já estarem em funcionamento, o modelo deve passar a fazer parte da caixa de ferramentas diária das equipas de operação. Todos os dias, os operadores sabem quanta energia a instalação consome”, explica o consultor da Navitas Portugal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta comparação pode ajudar as equipas técnicas a perceber, por exemplo, se um </span><i><span style="font-weight: 400;">chiller</span></i><span style="font-weight: 400;"> está a consumir mais energia do que seria expectável e a investigar as causas. </span><span style="font-weight: 400;">“Se os dois valores baterem certo, ótimo. Se não baterem, tem de simplificar a porquê. Talvez o </span><i><span style="font-weight: 400;">chiller</span></i><span style="font-weight: 400;"> não esteja a ter a eficiência que seria de esperar. Em vez de perguntarmos quanta energia estamos a gastar, passamos a perguntar o que é que estamos a gastar mais do que devíamos. E é aí que um modelo energético se torna uma ferramenta de diagnóstico. Se um modelo energético só é usado na fase de projeto, estamos a perder a maior parte do seu valor”, adverte Guilherme Matias, salientando que</span><span style="font-weight: 400;"> a eficiência depende não só das soluções adoptadas inicialmente, mas também da capacidade de acompanhar e melhorar o seu desempenho ao longo do tempo.</span></p>
<h6><b>Portugal prepara-se para expandir centros de dados</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a apresentação, o presidente da Portugal DC apresentou dados preliminares que a associação prevê tornar públicos até ao final do ano. As estimativas dizem respeito à potência instalada, ao investimento necessário e à criação de milhares de postos de trabalho até 2032. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por agora, sabe-se que o potencial de investimento ajuda a explicar a crescente atenção dada a estas infraestruturas. Já o ano passado, a <a href="https://www.startcampus.pt/sines" target="_blank" rel="noopener">Start Campus</a> inaugurou em Sines o SIN01, um centro de dados com 26 MW de capacidade, sendo este apenas o primeiro edifício de um campus que prevê atingir os 1,2 GW de IT. A instalação de centros de dados está a contecer em zonas com infra-estruturas eléctricas existentes. Além de Sines, o mesmo pode acontecer com a antiga Central Termoeléctrica do Pego, em Abrantes,  a última central a carvão a encerrar em Portugal, em 2021.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A expansão do sector também ganhou impulso com a aprovação, em Abril deste ano, do <a href="https://digital.gov.pt/pt/documentos/plano-nacional-de-centros-de-dados" target="_blank" rel="noopener">Plano Nacional de Centros de Dados</a>, que estabelece iniciativas para 2026 e 2027 com o objectivo de posicionar Portugal como um pólo europeu de infraestruturas digitais. O Governo identifica a procura crescente associada à inteligência artificial e as condições energéticas do país como factores de oportunidade, defendendo, simultaneamente, a sustentabilidade ambiental, a eficiência energética e o equilíbrio territorial.</span></p>
<h6><b>O crescimento exige garantias ambientais</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A disponibilidade de electricidade de origem renovável é uma vantagem para Portugal, mas não elimina outros impactes ambientais associados, como tem alertado a ZERO. A associação ambientalista tem salientado que dimensão ambiental não se esgotana origem da electricidade que é utilizada, e, recentemente, <a href="https://zero.ong/noticias/centros-de-dados-podem-ser-aliados-da-transicao-verde-mas-arriscam-ser-predadores-de-recursos-sem-retorno-social/" target="_blank" rel="noopener">num parecer divulgado em Agosto</a>, contestou a necessidade de critérios mais exigentes quanto ao consumo de água, à utilização do território e ao contributo efectivo dos projectos para a transição climática. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A questão é particularmente relevante em zonas como Sines, onde se concentram projectos de grande dimensão e onde a disponibilidade de infraestruturas energéticas e industriais constitui uma vantagem, mas não dispensa a avaliação destes impactes ao longo do tempo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A utilização de água do mar, por exemplo, pode reduzir a dependência de água potável em determinados sistemas de arrefecimento, mas exige uma análise dos efeitos da captação e devolução de água nos ecossistemas. </span><span style="font-weight: 400;">Questionado no final do painel precisamente sobre os impactos nos ecossistemas, Luís Pedro Duarte referiu a existência de parâmetros para controlar a diferença de temperatura da água devolvida ao meio, através de medições e auditorias. A eficácia destas medidas terá, contudo, de ser aferida à luz das condições concretas do projecto e da respectiva avaliação ambiental, aponta.</span></p>
<h6><b>Acesso à rede entre os desafios da expansão</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A expansão dos </span><i><span style="font-weight: 400;">data centers </span></i><span style="font-weight: 400;">coloca também questões sobre a capacidade de resposta da rede eléctrica. Questionado sobre isso, Luís Pedro Duarte apontou que os pedidos de ligação à rede eléctrica nacional terão passado de cerca de 40 GW para menos de 4 GW, após um procedimento de filtragem. Para o responsável, os valores mostram a importância de distinguir a procura inicialmente manifestada pelos promotores dos projectos e os que conseguem reunir condições para avançar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do lado da oferta, o presidente da Portugal DC considera que o país dispõe de margem para reforçar a produção de energia renovável, nomeadamente através da produção solar fotovoltaica e eólica, mas identifica entraves à sua concretização. Luís Pedro Duarte disse ainda que não acreditar que os centros de dados em Portugal venham a depender de energia nuclear, embora esta surja no &#8220;<em>mix</em>&#8221; da electricidade consumida em Portugal, sendo importada de Espanha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O responsável da associação também rejeitou a ideia de que serão necessárias </span>centrais de produção de energia elétrica isoladas para cada centro de dados, à semelhança do que acontece nos Estados Unidos da América. <span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;">Não estamos, claramente, numa situação em que se trate do <em>bring your own power</em>”, defendeu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Luís Pedro Duarte terminou ao partilhar que, actualmente, um dos grandes desafios que Portugal enfrenta é o armazenamento </span><span style="font-weight: 400;">de energia. “Toda esta transformação tem que ser acompanhada pela criação das licenças para a implementação dos bancos de baterias, que, no fundo, permitam armazenar o resto da energia [renovável que não foi utilizada] para depois ser usada [durante outros períodos do dia]”, resume. </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Start Campus</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O futuro da construção: três tendências que estão a transformar os edifícios</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/o-futuro-da-construcao-tres-tendencias-que-estao-a-transformar-os-edificios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 13:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Rockwool]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passive House, descarbonização e arquitetura sustentável são três tendências que estão a transformar o setor. A ROCKWOOL defende uma abordagem integrada à construção, em que o desempenho da envolvente assume um papel central na eficiência, no conforto, na segurança e na durabilidade dos edifícios. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<ul class="wp-block-list">
<li>A transição para uma construção mais eficiente e sustentável está a transformar a forma como os edifícios são projetados e construídos.</li>



<li>Passive House, descarbonização e arquitetura sustentável são algumas das tendências que deverão marcar o futuro do setor.</li>



<li>Da eficiência energética ao conforto e à durabilidade, a envolvente dos edifícios assume um papel central na construção preparada para os desafios do futuro.</li>
</ul>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O setor da construção está a atravessar uma transformação profunda, impulsionada pela necessidade de reduzir o consumo energético e as emissões dos edifícios, mas também de criar espaços mais confortáveis, duráveis e preparados para responder aos desafios ambientais das próximas décadas. Neste contexto, conceitos como Passive House, descarbonização e arquitetura sustentável estão a ganhar uma importância crescente e a redefinir a forma como pensamos os edifícios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta evolução exige uma abordagem integrada à construção, em que a eficiência e o desempenho dos edifícios sejam considerados desde a fase de projeto. A escolha dos materiais e a qualidade da envolvente assumem, neste contexto, um papel determinante para garantir edifícios mais eficientes, seguros e confortáveis ao longo do seu ciclo de vida.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Passive House: construir para consumir menos</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O conceito Passive House representa uma das abordagens mais exigentes à eficiência energética dos edifícios, assente numa envolvente altamente eficiente e numa redução significativa das necessidades de energia para aquecimento e arrefecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que reduzir o consumo energético, este modelo procura assegurar elevados níveis de conforto interior através de uma combinação de isolamento adequado, controlo das perdas de calor e uma construção cuidadosamente pensada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução deste conceito demonstra uma mudança de paradigma no setor: a eficiência energética deixa de ser uma característica adicional do edifício para passar a estar integrada na sua própria conceção.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Descarbonizar os edifícios começa na forma como construímos</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A redução das emissões associadas ao setor da construção é outro dos grandes desafios para as próximas décadas. Para além do consumo energético durante a utilização dos edifícios, torna-se cada vez mais relevante considerar o impacto dos materiais e das diferentes etapas do ciclo de vida de uma construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, a seleção de materiais duráveis e com elevado desempenho pode contribuir para uma abordagem mais eficiente aos recursos, ajudando a prolongar a vida útil dos edifícios e a reduzir a necessidade de intervenções futuras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A descarbonização implica, assim, uma visão mais abrangente sobre o desempenho dos edifícios, que considere não apenas a energia que consomem, mas também a forma como são projetados, construídos e utilizados ao longo do tempo.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Arquitetura sustentável: pensar além da eficiência energética</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro da construção passa também por uma visão mais ampla de sustentabilidade. Um edifício sustentável deve responder às necessidades energéticas e ambientais, mas também proporcionar conforto, segurança, qualidade acústica e durabilidade aos seus ocupantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É neste equilíbrio que a arquitetura assume um papel fundamental, procurar integrar soluções que permitam criar edifícios adaptados às necessidades atuais sem comprometer a capacidade de responder aos desafios futuros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a <strong><a href="https://www.rockwool.com/pt/" data-type="link" data-id="https://www.rockwool.com/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">ROCKWOOL</a></strong>, esta transformação reforça importância de olhar para o edifício como um sistema integrado, onde cada elemento da envolvente pode contribuir para o desempenho global da construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O futuro da construção não passa apenas por construir edifícios que consumam menos, mas por reduzir a procura energética através de uma envolvente eficiente, criando espaços que sejam mais confortáveis, seguros e preparados para as próximas décadas. A transformação do setor exige uma visão integrada, em que a escolha dos materiais e odesempenho da envolvente assumem um papel fundamental” <strong>Miguel Ángel Gallardo, Business Unit ROCKWOOL Peninsular</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que o setor evolui para modelos de construção mais eficientes e sustentáveis, conceitos como Passive House, descarbonização e arquitetura sustentável deixam de ser tendências isoladas para passar a integrar uma mesma visão: a de edifícios pensados para responder aos desafios ambientais e às necessidades das pessoas, hoje e no futuro.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/RockwoolPassiveHouse-1024x576.png" alt="" class="wp-image-38466" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/RockwoolPassiveHouse-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/RockwoolPassiveHouse-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/RockwoolPassiveHouse-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/RockwoolPassiveHouse.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/o-futuro-da-construcao-tres-tendencias-que-estao-a-transformar-os-edificios/">O futuro da construção: três tendências que estão a transformar os edifícios</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Miguel Margarido: “A tecnologia já existe. O desafio é saber aplicá-la a novas soluções”</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/miguel-margarido-a-tecnologia-ja-existe-o-desafio-e-saber-aplica-la-a-novas-solucoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 07:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[mitsubishi electric]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num momento em que a descarbonização, a digitalização e a eletrificação estão a redefinir o setor AVAC, Miguel Margarido, o novo presidente da Mitsubishi Electric Portugal, partilha a sua visão sobre os principais desafios da indústria. Nesta entrevista, defende que a tecnologia já não constitui a principal barreira à transição energética e sublinha que o sucesso dependerá, cada vez mais, da qualificação dos profissionais e da capacidade de todo o setor acompanhar o ritmo da inovação. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/miguel-margarido-a-tecnologia-ja-existe-o-desafio-e-saber-aplica-la-a-novas-solucoes/">Miguel Margarido: “A tecnologia já existe. O desafio é saber aplicá-la a novas soluções”</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
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<p class="wp-block-paragraph">Num momento em que a descarbonização, a digitalização e a eletrificação estão a redefinir o setor AVAC, <strong>Miguel Margarido</strong>, o <strong>novo presidente da <a href="https://mitsubishielectric.pt/" data-type="link" data-id="https://mitsubishielectric.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Mitsubishi Electric Portugal</a></strong>, partilha a sua visão sobre os principais desafios da indústria. Nesta entrevista, defende que a tecnologia já não constitui a principal barreira à transição energética e sublinha que o sucesso dependerá, cada vez mais, da qualificação dos profissionais e da capacidade de todo o setor acompanhar o ritmo da inovação.<br></p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assumiu recentemente a presidência da Mitsubishi Electric Portugal numa fase de profunda transformação do mercado AVAC. Como encara este desafio?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assumo esta responsabilidade com entusiasmo e com um profundo reconhecimento pelo trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos. A <strong>Mitsubishi Electric</strong> construiu uma posição sólida em Portugal e a minha prioridade é dar continuidade a esse percurso, preparando simultaneamente a empresa para os desafios que o setor enfrenta. Queremos continuar a crescer de forma sustentada, reforçando a proximidade aos clientes e parceiros e mantendo aquilo que sempre nos distinguiu: qualidade, inovação tecnológica e uma visão de longo prazo.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como caracteriza o momento que o setor AVAC vive atualmente em Portugal?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor AVAC está a viver uma mudança de paradigma. Durante muito tempo foi visto essencialmente como um conjunto de tecnologias de conforto; hoje é um elemento central da eficiência energética dos edifícios e da descarbonização da economia. Essa transformação está a alterar as prioridades dos investidores, dos projetistas e dos utilizadores finais, que procuram soluções cada vez mais eficientes, inteligentes e conectadas. Portugal tem acompanhado esta evolução e continua a apresentar um elevado potencial de crescimento.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que impacto terão a descarbonização, a digitalização e a Inteligência Artificial na evolução do setor?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos perante uma transformação estrutural. O desafio deixou de ser apenas desenvolver equipamentos mais eficientes; passa agora por reduzir o consumo energético dos edifícios ao longo de todo o seu ciclo de vida. Os fluidos frigorígenos de baixo impacto ambiental e os sistemas inteligentes de gestão energética terão um papel determinante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante muitos anos, a inovação no AVAC mediu-se sobretudo pela eficiência dos equipamentos. Nos próximos anos será, cada vez mais, medida pela inteligência dos sistemas. A integração entre equipamentos, sensores e Inteligência Artificial permitirá otimizar consumos, antecipar necessidades de manutenção e melhorar continuamente o desempenho das instalações. Vejo estas tecnologias como ferramentas que reforçam a capacidade de decisão dos profissionais e tornam os edifícios mais eficientes, resilientes e sustentáveis.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>É comum afirmar-se que o maior desafio do setor está na tecnologia. Partilha dessa visão?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na minha opinião, é uma visão demasiado redutora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje o setor dispõe de tecnologias muito evoluídas para responder às exigências da eficiência energética e da descarbonização. O verdadeiro desafio já não é apenas desenvolver melhores soluções, mas garantir que são corretamente projetadas, instaladas, colocadas em funcionamento e mantidas ao longo do seu ciclo de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que a qualificação dos profissionais assume um papel decisivo. A evolução tecnológica, a digitalização e a nova regulamentação europeia exigem competências cada vez mais especializadas e uma atualização permanente dos conhecimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os fabricantes têm, por isso, uma responsabilidade que vai além da inovação. Devem disponibilizar tecnologia, mas também conhecimento, formação e apoio técnico, contribuindo para que todo o mercado evolua de forma consistente.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais são hoje as principais prioridades estratégicas da Mitsubishi Electric Portugal?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A nossa estratégia assenta num crescimento sustentado e na criação de valor para os clientes e parceiros. Queremos continuar a liderar pela tecnologia, pela fiabilidade, mas também pela confiança. Num mercado em constante evolução, a capacidade de construir relações duradouras e de apoiar tecnicamente os profissionais é tão importante como a qualidade das soluções que desenvolvemos. É essa combinação que continuará a diferenciar a <strong>Mitsubishi Electric</strong>.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Podemos esperar novidades ao nível da organização e da estratégia da empresa nos próximos anos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As organizações não se transformam por tendência; transformam-se para responder melhor ao mercado. É esse princípio que continuará a orientar a nossa evolução. Continuaremos a investir na transformação digital, na modernização dos processos e no reforço da proximidade aos diferentes segmentos de clientes, preservando a agilidade necessária para responder a um setor em permanente mudança.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como imagina a Mitsubishi Electric Portugal e o mercado AVAC nacional daqui a cinco anos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vejo um mercado mais digital, mais eletrificado e orientado para a descarbonização, totalmente integrado na gestão energética dos edifícios. Daqui a cinco anos será natural que os sistemas AVAC aprendam continuamente a forma como um edifício é utilizado e ajustem automaticamente o seu funcionamento para maximizar a eficiência e o conforto. A inovação deixará de estar apenas nos equipamentos e passará cada vez mais pela inteligência com que todo o sistema funciona. Seguramente, a <strong>Mitsubishi Electric</strong> continuará a ter um papel determinante nesse novo contexto.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que mensagem gostaria de deixar aos profissionais do setor AVAC?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vivemos um momento decisivo para o setor AVAC. A transição energética exigirá inovação, conhecimento técnico e uma colaboração cada vez mais estreita entre todos os intervenientes da cadeia de valor. A tecnologia continuará a evoluir rapidamente, mas o verdadeiro fator diferenciador será a capacidade das pessoas para a transformar em valor acrescentado.</p>



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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/MiguelMargarido2-1024x576.png" alt="" class="wp-image-38433" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/MiguelMargarido2-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/MiguelMargarido2-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/MiguelMargarido2-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/MiguelMargarido2.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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		<title>Geoterme lança novo episódio do podcast “Edifícios Prá Vida” dedicado à visão do Engenheiro</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/conteudos-patrocinados/geoterme-lanca-novo-episodio-do-podcast-edificios-pra-vida-dedicado-a-visao-do-engenheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[geoterme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O quarto episódio da série analisa o papel da engenharia na transformação dos edifícios em espaços mais inteligentes, eficientes, sustentáveis e centrados nas pessoas. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/conteudos-patrocinados/geoterme-lanca-novo-episodio-do-podcast-edificios-pra-vida-dedicado-a-visao-do-engenheiro/">Geoterme lança novo episódio do podcast “Edifícios Prá Vida” dedicado à visão do Engenheiro</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O quarto episódio da série analisa o papel da engenharia na transformação dos edifícios em espaços mais inteligentes, eficientes, sustentáveis e centrados nas pessoas</strong>.</p>



<div style="height:46px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.geoterme.com/" data-type="link" data-id="https://www.geoterme.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Geoterme</a></strong> acaba de lançar o quarto episódio do <a href="https://www.geoterme.com/infosharepoint/podcast/" data-type="link" data-id="https://www.geoterme.com/infosharepoint/podcast/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">podcast <strong>“Edifícios Prá Vida”</strong></a>, uma série dedicada ao futuro dos edifícios de serviços e à forma como a tecnologia, a eficiência energética e a gestão dos recursos podem contribuir para espaços mais sustentáveis, eficientes e preparados para responder às necessidades dos seus utilizadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Intitulado<strong>“A Visão do Engenheiro”</strong>, o novo episódio coloca a engenharia no centro da reflexão sobre o desempenho dos edifícios e sobre a necessidade de integrar sistemas, equipamentos e dados numa estratégia coerente, capaz de melhorar a eficiência operacional, o conforto e a qualidade dos espaços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de abordar as perspectivas do legislador, do fabricante e do promotor, o podcast passa agora para a visão de quem tem a responsabilidade de transformar objectivos de sustentabilidade e desempenho em soluções técnicas concretas. Os episódios anteriores contaram com a participação de <strong>Rui Fragoso, responsável pela Direção de Edifícios e Eficiência de Recursos da ADENE; Miguel Rangel, director da área de Smart Infrastructure – Buildings da Siemens Portugal</strong>; e <strong>Mathias Bresson, da equipa de ESG da CBRE</strong>. </p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading">Da concepção à operação dos edifícios</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Neste episódio, a conversa centra-se na importância da engenharia para assegurar que as diferentes componentes de um edifício funcionam de forma integrada. Mais do que instalar tecnologia, o desafio passa por garantir que os sistemas comunicam entre si, respondem às necessidades reais do edifício e contribuem para uma utilização mais racional da energia e da água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A monitorização, a automação e a análise de dados assumem, neste contexto, uma importância crescente. Ao permitirem conhecer o funcionamento dos equipamentos e identificar consumos, desvios ou oportunidades de optimização, estas ferramentas ajudam a apoiar decisões técnicas mais informadas e uma gestão mais eficiente ao longo do ciclo de vida do edifício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio reflecte ainda sobre o papel do engenheiro na articulação entre as exigências regulamentares, os objectivos de descarbonização, a viabilidade técnica das soluções e as necessidades concretas dos proprietários, gestores e utilizadores.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Episodio3LuisMalheiro-2-1024x576.png" alt="" class="wp-image-38407" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Episodio3LuisMalheiro-2-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Episodio3LuisMalheiro-2-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Episodio3LuisMalheiro-2-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Episodio3LuisMalheiro-2.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading">Edifícios que contribuem para uma vida melhor</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Com o podcast <strong>“Edifícios Prá Vida”</strong>, a <strong>Geoterme</strong> pretende promover uma reflexão alargada sobre a evolução dos edifícios de serviços e o impacto que estes têm na sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A série parte da ideia de que um edifício deve ser entendido como um organismo vivo, capaz de adaptar o seu funcionamento às condições reais de utilização e de conciliar o uso eficiente da energia e da água com a saúde, o conforto e a produtividade dos ocupantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reunir diferentes intervenientes do sector, desde a regulamentação e a indústria até à promoção imobiliária e à engenharia, o podcast procura mostrar que a transformação dos edifícios depende de uma abordagem integrada e da colaboração entre diversas áreas de conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Edifícios Prá Vida”</strong> é um podcast para quem acredita que os edifícios devem ser pensados, geridos e otimizados em função das pessoas e do planeta<strong>.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O quarto episódio já se já está disponível em <a href="http://www.geoterme.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>www.geoterme.com</strong></a> e nas <a href="https://open.spotify.com/show/033dciqvLMG5vdZkm8w8gd?si=8225b211d15b427b" data-type="link" data-id="https://open.spotify.com/show/033dciqvLMG5vdZkm8w8gd?si=8225b211d15b427b" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">plataformas de streaming Spotify</a> e <a href="https://www.youtube.com/@Edif%C3%ADciosPr%C3%A1Vida" data-type="link" data-id="https://www.youtube.com/@Edif%C3%ADciosPr%C3%A1Vida" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Youtube Podcasts</a>.</p>



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<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-1 wp-block-paragraph"><strong><em>Conteúdo com o apoio </em></strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="717" height="113" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme.png" alt="" class="wp-image-26303" style="width:159px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme.png 717w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme-300x47.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme-610x96.png 610w" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" /></figure>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-2 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/conteudos-patrocinados/geoterme-lanca-novo-episodio-do-podcast-edificios-pra-vida-dedicado-a-visao-do-engenheiro/">Geoterme lança novo episódio do podcast “Edifícios Prá Vida” dedicado à visão do Engenheiro</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Knauf Insulation reforça metas de descarbonização e aponta à neutralidade carbónica em 2045</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/knauf-insulation-reforca-metas-de-descarbonizacao-e-aponta-a-neutralidade-carbonica-em-2045/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 07:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[knauf insulation]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Knauf Insulation conclui a sua estratégia de sustentabilidade “For A Better World” (2020-2025) com progressos significativos na redução do seu impacto ambiental e na transformação dos seus processos para uma maior circularidade. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/knauf-insulation-reforca-metas-de-descarbonizacao-e-aponta-a-neutralidade-carbonica-em-2045/">Knauf Insulation reforça metas de descarbonização e aponta à neutralidade carbónica em 2045</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><strong><strong>A <a href="https://knauf.com/pt-PT" data-type="link" data-id="https://knauf.com/pt-PT" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Knauf Insulation</a> conclui a sua estratégia de sustentabilidade “For A Better World” (2020-2025) com progressos significativos na redução do seu impacto ambiental e na transformação dos seus processos para uma maior circularidade. Entre os principais resultados deste relatório destacam-se a redução de 54,9% das emissões associadas à energia comprada, o aumento para 64,3% do conteúdo reciclado na sua lã mineral de vidro e uma diminuição de 11,1% das emissões absolutas (diretas e indiretas).</strong></strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da descarbonização, o carbono incorporado nos seus produtos de lã mineral diminuiu 11,1% face a 2021, aproximando-se da meta de 15%. Além disso, um estudo realizado pela <strong>Knauf Insulation</strong> em conjunto com a consultora Ramboll estima que as suas soluções de lã mineral permitem evitar aproximadamente 3,6 milhões de toneladas de emissões de carbono operacional por ano, nas condições analisadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na Knauf Insulation sabemos que, por um lado, o isolamento desempenha um papel fundamental na descarbonização, ao melhorar a eficiência energética dos edifícios. E que, por outro, temos o dever de minimizar a pegada ambiental das nossas próprias operações”, afirma <strong>Dominique Bossan</strong>, presidente da <strong>Knauf Insulation</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa acompanhou esta evolução com investimentos em tecnologias com menor pegada de carbono. Entre elas destacam-se a nova linha elétrica de fusão de lã mineral de rocha de Novi Marof (Croácia) e a conversão para fusão elétrica da fábrica de St. Egidien (Alemanha), cujo projeto prevê reduzir em mais de 90% as emissões de CO₂ associadas ao processo de fusão.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><strong>Economia circular</strong></strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A economia circular constitui outro dos grandes avanços deste período. O conteúdo reciclado da lã mineral de vidro passou de 61,7% em 2021 para 64,3% em 2025, muito próximo da meta de 65%, enquanto o conteúdo reciclado na lã mineral de rocha aumentou 61,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa implementou também sistemas de recolha de resíduos de obra em sete países e programas de reciclagem em seis, cumprindo a meta de disponibilizar programas de reciclagem de isolamento proveniente de demolições em, pelo menos, cinco países. Neste âmbito, destaca-se a Resulation, a unidade de reciclagem inaugurada em 2022 em Visé (Bélgica), após um investimento de 15 milhões de euros, que transforma lã mineral de vidro proveniente de fábricas, estaleiros e demolições em matéria-prima para fabricar novo isolamento. A esta instalação junta-se uma nova unidade em Ferndorf (Áustria), com um investimento de 30 milhões de euros e uma capacidade prevista de reciclagem de cerca de 20.000 toneladas de isolamento por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia permitiu igualmente avançar na redução de resíduos e embalagens. Em 2025, os resíduos enviados para aterro situaram-se nos 30 kg por tonelada de produção, enquanto aproximadamente 65% do volume total de película plástica utilizada já incorpora, pelo menos, 30% de resinas recicladas. Além disso, a tecnologia de embalagem por compressão permite colocar mais produto em cada embalagem, reduzindo a quantidade de material de embalagem necessária por metro quadrado e o número de veículos necessários para o transporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A circularidade é uma das áreas em que vemos mais claramente que a mudança é possível quando combinamos inovação, investimento e colaboração ao longo de toda a cadeia de valor. Ter criado sistemas de recolha em sete países e colocado em funcionamento instalações capazes de reintroduzir os resíduos de isolamento no processo produtivo demonstra que estamos a passar da teoria a soluções concretas”, afirma <strong>Oscar del Rio</strong>, <strong>diretor-geral da Knauf Insulation Iberia</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório apresenta também progressos em matéria de transparência e sustentabilidade dos produtos: 100% das fábricas da <strong>Knauf Insulation</strong> nas regiões EMEA (Europa, Médio Oriente e África) e APAC (Ásia e Pacífico) estão abrangidas pela certificação do sistema de processos EPD e foram publicadas mais de 900 Declarações Ambientais de Produto (EPD) desde 2021. Além disso, todas as novas construções e reabilitações da <strong>Knauf Insulation</strong> cumprem requisitos exigentes de sustentabilidade desde 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a conclusão de  “For A Better World”, a <strong>Knauf Insulation</strong> inicia uma nova etapa da sua <em>Sustainability Journey</em>. A estratégia que orientará os próximos anos assenta em três prioridades: aproveitar todo o potencial do isolamento para melhorar o ambiente construído, minimizar o impacto ambiental da empresa e construir um negócio sustentável para hoje e para o futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os novos compromissos estão reduzir para metade as emissões diretas e indiretas até 2032, diminuir em 30% as restantes emissões indiretas da cadeia de valor (matérias-primas, transporte, entre outras) e atingir a neutralidade carbónica (Net Zero) em 2045, além de avançar para zero resíduos destinados a eliminação até 2032. A empresa prevê também investir anualmente 75 milhões de euros em despesas de capital (CAPEX) relacionadas com a sustentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faça já o download do Relatório de Sustentabilidade, através deste <a href="https://knauf.com/api/download-center/v1/assets/6f36089f-7270-4fb0-94d3-8cc3091cf64a?download=true&amp;country=pt&amp;locale=pt-PT&amp;tenant=knauf" data-type="link" data-id="https://knauf.com/api/download-center/v1/assets/6f36089f-7270-4fb0-94d3-8cc3091cf64a?download=true&amp;country=pt&amp;locale=pt-PT&amp;tenant=knauf" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">link</a>.</p>



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<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/knauf-insulation-reforca-metas-de-descarbonizacao-e-aponta-a-neutralidade-carbonica-em-2045/">Knauf Insulation reforça metas de descarbonização e aponta à neutralidade carbónica em 2045</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Baxi fornece solução sustentável com bombas de calor para o Pavilhão Eaton Park</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/baxi-fornece-solucao-sustentavel-com-bombas-de-calor-para-o-pavilhao-eaton-park/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[BAXI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38367</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma solução personalizada da Baxi, baseada em bombas de calor ar-água, está a assegurar o aquecimento e a produção de água quente sanitária com baixas emissões de carbono no histórico Eaton Park Pavilion, um edifício classificado situado num dos parques do Norwich City Council, no Reino Unido. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><strong>Uma solução personalizada da Baxi, baseada em bombas de calor ar-água, está a assegurar o aquecimento e a produção de água quente sanitária com baixas emissões de carbono no histórico Eaton Park Pavilion, um edifício classificado situado num dos parques do Norwich City Council, no Reino Unido.</strong></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com quase 100 anos, o pavilhão foi alvo de uma ampla intervenção de reabilitação, que incluiu a modernização dos balneários desportivos, a criação de cabines de duche individuais, instalações sanitárias e espaços destinados às equipas de arbitragem. A intervenção procurou também tornar as instalações mais inclusivas e incentivar a prática desportiva feminina no parque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projecto enquadra-se no objectivo do município de atingir a neutralidade carbónica nas suas operações até 2030 e em toda a cidade até 2045. Para além da descarbonização do aquecimento e da água quente, foram realizadas melhorias na envolvente e na ventilação do edifício, bem como instalados painéis solares fotovoltaicos e sistemas de armazenamento de energia em baterias.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Uma solução totalmente eléctrica</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema instalado integra duas bombas de calor ar-água Baxi HP50, com 13 kW de potência cada, colocadas na cobertura, dois depósitos de inércia e dois acumuladores para bombas de calor, com capacidade de 300 litros cada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, estava prevista a substituição do anterior sistema a gás por uma solução mais eficiente, também a gás. No entanto, tendo em conta os objectivos de neutralidade carbónica do município, optou-se por uma instalação totalmente eléctrica baseada em bombas de calor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por se tratar de um edifício classificado, com uma arquitectura distintiva e frequentemente fotografado, a dimensão e o posicionamento das unidades exteriores constituíram factores determinantes. A solução escolhida permitiu minimizar a visibilidade dos equipamentos acima da balaustrada do pavilhão, preservando a imagem arquitectónica do edifício.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Resposta a uma elevada procura de água quente</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O parque acolhe vários jogos de futebol durante o fim-de-semana, alguns dos quais realizados em simultâneo. O sistema tinha, por isso, de responder a períodos de elevada procura de água quente para os duches, mesmo nos dias mais frios do inverno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o espaço disponível na sala técnica não permitia instalar depósitos de grande capacidade, a equipa de projecto estudou a integração das bombas de calor com os painéis fotovoltaicos e as baterias. Foram instalados 66 painéis solares, dimensionados para carregar duas baterias de 8 kW antes do fim-de-semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A electricidade produzida ao longo da semana é armazenada nas baterias. Quando estas atingem a carga máxima, o excedente de energia é encaminhado para as resistências eléctricas dos acumuladores de água quente. As bombas de calor utilizam a energia solar armazenada para aquecer a água, enquanto ventiloconvectores de baixa temperatura asseguram o aquecimento dos espaços interiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao privilegiar a utilização da energia solar, a solução reduz a dependência da rede eléctrica e contribui para a diminuição dos custos energéticos, aproveitando os excedentes de produção fotovoltaica para gerar calor.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Baxi-EatonParkPavillion.png" alt="" class="wp-image-38370" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Baxi-EatonParkPavillion.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Baxi-EatonParkPavillion-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Monitorização e optimização do desempenho</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema permite monitorizar remotamente os consumos de energia e programar os períodos de produção de água quente. Esta funcionalidade facilita também a rápida activação do sistema em situações de utilização não prevista e permite identificar oportunidades de optimização, nomeadamente através de tarifários eléctricos ajustados aos diferentes períodos de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os responsáveis pelo projecto, a instalação tem funcionado sem problemas desde a sua entrada em operação, assegurando de forma eficiente a descarbonização do aquecimento e da produção de água quente das novas instalações. O desempenho energético continuará a ser acompanhado para maximizar os benefícios do sistema.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/EatonParkPavillion.png" alt="" class="wp-image-38371" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/EatonParkPavillion.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/EatonParkPavillion-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fotos © Baxi UK</p>



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<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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		<title>Descarbonização dos edifícios e QAI em debate nas Jornadas de Climatização e Refrigeração</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/descarbonizacao-dos-edificios-e-qualidade-do-ar-interio-em-debate-nas-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 09:51:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ashrae]]></category>
		<category><![CDATA[climatização]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[ordem dos engenheiros]]></category>
		<category><![CDATA[REHVA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A descarbonização dos edifícios e da indústria está a colocar novas exigências ao sector da climatização e da refrigeração, desde a escolha dos equipamentos e de fluidos frigorigéneos, até à qualificação dos profissionais. As 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração, que irão decorrer no próximo dia 15 de Outubro, em Lisboa, vão debater os desafios e as oportunidades da transição energética, com especial atenção à qualidade do ar interior (QAI) e à sustentabilidade. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A descarbonização dos edifícios e da indústria está a colocar novas exigências ao sector da climatização e da refrigeração, desde a escolha dos equipamentos e de fluidos frigorigéneos, até à qualificação dos profissionais. As 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração, que irão decorrer no próximo dia 15 de Outubro, em Lisboa, vão debater os desafios e as oportunidades da transição energética, com especial atenção à qualidade do ar interior (QAI) e à sustentabilidade. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transição energética está a transformar o sector da climatização e da refrigeração, com novas exigências regulamentares sobre a redução dos consumos energéticos e a substituição progressiva de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/gases-fluorados-fiscalizacao-e-transicao-para-alternativas-naturais-trazem-novos-desafios-para-o-sector/" target="_blank" rel="noopener">gases fluorados</a>, bem como a qualificação dos profissionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes são alguns dos temas que vão estar no centro do debate das <a href="https://www.ordemdosengenheiros.pt/pt/eventos/26-as-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/" target="_blank" rel="noopener">26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração</a>, organizadas pela Comissão de Especialização em Climatização e Refrigeração da Ordem dos Engenheiros, em colaboração com a secção nacional da Federação Europeia das Associações de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (REHVA, na sigla em inglês) e o capítulo português da Associação Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado (ASHRAE). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Na Europa, a EPBD [Directiva do Desempenho Energético dos Edifícios] e o Regulamento F-Gas [relativo aos gases fluorados com efeito de estufa] estão a influenciar diretamente a escolha dos equipamentos e das soluções técnicas a implementar”, refere, à </span><i><span style="font-weight: 400;">Edifícios e Energia</span></i><span style="font-weight: 400;">, Odete Almeida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A coordenadora da Comissão de Especialização em Climatização e Refrigeração da Ordem dos Engenheiros acrescenta que, em Portugal, “um dos principais desafios é a existência de muitos edifícios antigos, nos quais a reabilitação energética exige um investimento significativo e nem sempre é fácil de executar”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A responsável alerta, por isso, para a necessidade de “encontrar um equilíbrio entre o cumprimento das exigências legais, os custos e a disponibilidade de técnicos qualificados no mercado”, o que se torna particularmente relevante num contexto de transformação tecnológica e de crescente complexidade dos sistemas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o tema “Climatização e Refrigeração na Transição Energética: Qualidade Ambiental Interior e Sustentabilidade”, o evento, que irá decorrer a 15 de Outubro, no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa, quer reunir especialistas, investigadores, projetistas, fabricantes, instaladores, gestores de edifícios, e representantes da indústria em torno dos desafios e das oportunidades da transição energética. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-38381" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/sem_titulo_1_7043047276a7464d2ae70c.png" alt="Jornadas Ordem dos Engenheiros" width="633" height="464" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/sem_titulo_1_7043047276a7464d2ae70c.png 573w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/sem_titulo_1_7043047276a7464d2ae70c-300x220.png 300w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">No primeiro painel, Eduardo Maldonado, professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e DRC da Região Europa XIV da ASHRAE, abordará a reabilitação dos edifícios e dos sistemas AVAC existentes para a descarbonização. A sessão contará também com uma apresentação de Chandra Sekhar, professor da Universidade Nacional de Singapura, dedicada à auditoria da QAI nos edifícios e ao conceito de zonas de sistemas. </span></p>
<h6><b>Bombas de calor, integrar renováveis e automação dos edifícios </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as soluções com potencial para acelerar a transição energética, Odete Almeida destaca as bombas de calor de elevada eficiência, sobretudo quando utilizam fluidos frigorigéneos com baixo potencial de aquecimento global. A recuperação de calor pode, igualmente, assumir um papel relevante em instalações com necessidades simultâneas de aquecimento e arrefecimento, nota a responsável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A integração destes sistemas com fontes de energia renovável, como a solar fotovoltaica, permite também aumentar o aproveitamento da energia produzida localmente e reduzir o consumo de electricidade proveniente da rede, sublinha. Também “a utilização plena dos sistemas de automação [dos edifícios]” podem optimizar o funcionamento dos equipamentos, ajustando os horários e as condições de operação à ocupação dos espaços, e analisar os consumos.</span></p>
<h6><b>Novas competências para os profissionais </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A crescente complexidade dos sistemas exige também uma actualização das competências técnicas para </span><span style="font-weight: 400;">garantir que os trabalhos de instalação, comissionamento e manutenção são realizados por profissionais devidamente qualificados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Odete Almeida, nos próximos anos os profissionais vão ter de reforçar os conhecimentos em ferramentas de simulação energética, modelação BIM e análise do comportamento térmico dos edifícios. Mas também “a capacidade de utilizar a inteligência artificial de forma crítica e responsável, </span><span style="font-weight: 400;">validando os resultados obtidos e garantindo a sua aplicação adequada a cada situação”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Em termos práticos, o reforço da competência do profissional passará por desenvolver continuamente os conhecimentos técnicos ao longo da carreira, articulando-os com a experiência no terreno, a capacidade de análise e o domínio das novas tecnologias”, afirma a responsável.</span></p>
<h6><b>Centros de dados, sistemas frigoríficos e QAI</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa das jornadas coloca em discussão a forma como a engenharia pode conciliar a eficiência energética e a descarbonização com a saúde e o bem-estar dos ocupantes dos edifícios. Além da vertente tecnológica, entre as questões identificadas pela organização estão a necessidade de garantir uma climatização acessível, combater a pobreza energética, optimizar a cadeia de frio e acelerar a adopção de refrigerantes naturais. O financiamento, o papel das políticas públicas e a eficiência dos sistemas são outras das dimensões que integram a programação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estão previstos painéis dedicados aos centros de dados. Luís Pedro Duarte, presidente da Associação Portuguesa de Centros de Dados &#8211; Portugal DC, abordará o papel estratégico destas instalações na economia digital, enquanto Carlos Lisboa, fundador e CEO da Navitas Portugal, apresentará a perspectiva de um consultor sobre a modelação energética destas infra-estruturas, cujo funcionamento coloca exigências específicas ao consumo energético e à gestão térmica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no período da tarde, Marco Madureira, engenheiro projectista da Chilltek, dedicada às instalações de refrigeração com dióxido de carbono. </span>Seguir-se-á uma apresentação de Ángel Ros Dolz, director de Área da Tewis Portugal, apresentará soluções de sistemas frigoríficos transcríticos com subarrefecimento mecânico inteligente.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A programação abrange igualmente o controlo das condições ambientais interiores em edifícios com requisitos específicos. Michel Grabon, director de área de Data Centers da Carrier, apresentará o caso da Capela Sistina, no Vaticano. Já </span><span style="font-weight: 400;">Daniel Malveiro, responsável de soluções da Baxi Portugal, abordará soluções integradas de climatização para a transição energética, enquanto Vita Nils Baumann, director da unidade de negócio de gestão de produto da Delta Controls Alemanha, analisará o impacto dos sistemas BMS na transição digital.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A organização prevê também a distribuição de um livro técnico em língua portuguesa aos participantes, destinado a apoiar a consulta e a actualização de conhecimentos no sector. Por agora, as inscrições para as jornadas ainda estão abertas. </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © iStock</p>
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		<title>Panasonic Heating &#038; Cooling apresenta a sua nova identidade para a Europa</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/panasonic-heating-cooling-apresenta-a-sua-nova-identidade-para-a-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[panasonic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Panasonic Heating &#038; Cooling reforçou as suas operações europeias através de uma nova estrutura organizacional e de um investimento importante na produção europeia, R&#038;D e formação profissional. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><strong>A nova identidade assinala uma fase de crescimento da Panasonic na Europa, apoiada por um investimento significativo na produção europeia, R&amp;D (I+D) e formação profissional.</strong></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.aircon.panasonic.eu/PT_pt/" data-type="link" data-id="https://www.aircon.panasonic.eu/PT_pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Panasonic Heating &amp; Cooling</a></strong> reforçou as suas operações europeias através de uma nova estrutura organizacional e de um investimento importante na produção europeia, R&amp;D e formação profissional. Tudo isto é agora acompanhado pelo lançamento de um novo logótipo e de uma renovada identidade visual de marca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta nova identidade surge após a criação da <strong><a href="https://news.panasonic.com/global/press/en260401-7" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Panasonic HVAC &amp; CC Co., Ltd</a>,</strong> a qual engloba as unidades de aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração da <strong>Panasonic</strong> sob uma única organização dedicada e focada em soluções conectadas com o ar, a água e a conservação alimentar. Na Europa, esta renovada identidade pretende ainda refletir o compromisso contínuo da <strong>Panasonic</strong> com a inovação, a sustentabilidade e o valor a longo prazo para os seus clientes, combinando a experiência global com soluções adaptadas às necessidades locais, concebidas segundo os parâmetros da eficiência energética, da descarbonização, da eletrificação e da climatização responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo desta estratégia na Europa é a ampliação e remodelação, por parte da <strong>Panasonic</strong>, das suas instalações de produção de bombas de calor em Pilsen (República Checa), com um investimento de 320 milhões de euros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O centro de Pilsen aproxima a produção e a R&amp;D dos clientes europeus e opera como uma fábrica <em>Net Zero</em> (zero emissões), apoiada pela compra de energia verde, por um sistema fotovoltaico de 1 MW na cobertura, gestão inteligente de edifícios e medidas de utilização eficiente de recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os últimos investimentos da <strong>Panasonic</strong> na Europa incluem instalações especializadas de produção, R&amp;D e formação em toda a região:</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pilsen, República Checa:</strong> Ampliação de 320 milhões de euros da produção de bombas de calor, apoiando o fabrico de soluções como a série Aquarea M.</li>



<li><strong>Tillières-sur-Avre, França:</strong> Capacidade de R&amp;D e fabrico especializado de soluções hidrónicas e de climatização (AVAC).</li>



<li><strong>Barlassina, Itália:</strong> R&amp;D e fabrico de AVAC comercial, apoiados por um amplo centro de formação.</li>



<li><strong>Polónia:</strong> Capacidade de R&amp;D e fabrico de soluções de refrigeração comercial e CO₂.</li>



<li><strong>Cardiff, Reino Unido:</strong> Centro de demonstração de energias renováveis que exibe tecnologias integradas de aquecimento e energia.</li>
</ul>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Enrique Vilamitjana, Managing Director da Panasonic Heating &amp; Cooling Europe</strong>, comentou: <em>&#8220;As necessidades de aquecimento e refrigeração na Europa estão a mudar rapidamente. Os clientes procuram soluções que reduzam o consumo de energia, impulsionem a descarbonização e ofereçam um conforto fiável a longo prazo. A nossa renovada identidade reflete um negócio que combina a solidez tecnológica global da Panasonic com soluções relevantes para o mercado europeu&#8221;</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Enrique</strong> acrescentou: <em>&#8220;Esta evolução da marca apoia-se nos mais de cem anos de herança de engenharia da Panasonic, ao mesmo tempo que reflete o nosso investimento contínuo no futuro. Ao ampliar as nossas capacidades europeias de fabrico, R&amp;D e formação, reforçamos a nossa capacidade para responder às necessidades dos clientes com maior rapidez, relevância e resiliência, demonstrando simultaneamente o nosso compromisso a longo prazo com a região&#8221;</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através de tecnologias eficientes de aquecimento, refrigeração e refrigeração comercial, controlos inteligentes e uma constante inovação, a <strong>Panasonic</strong> procura ajudar os clientes a abordar as prioridades europeias de desempenho energético, eletrificação, conforto em espaços interiores e uso responsável dos recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações sobre a vasta gama de soluções de aquecimento, climatização e refrigeração comercial da <strong>Panasonic</strong>, visite: <a href="https://aircon.panasonic.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">https://aircon.panasonic.eu/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/panasonic-heating-cooling-apresenta-a-sua-nova-identidade-para-a-europa/">Panasonic Heating &#038; Cooling apresenta a sua nova identidade para a Europa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Cluster Habitat Sustentável reúne cadeia de valor para discutir os desafios da sustentabilidade</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/cluster-habitat-sustentavel-reune-cadeia-de-valor-para-discutir-os-desafios-da-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 08:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cluster Habitat Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[dap]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como é que se pode transformar a sustentabilidade numa característica mensurável dos produtos, edifícios e empresas? Para António Baio Dias, presidente do Cluster Habitat Sustentável, a resposta passa por se usar ferramentas para quantificar a sustentabilidade, informação verificável e criar condições que permitam acelerar esta transição. Este é um dos temas em debate na conferência anual da organização, que promete juntar, dia 29 de Outubro em Coimbra, intervenientes de toda a cadeia de valor para discutir os desafios, bem como as soluções e abordagens capazes de responder às necessidades e exigências do futuro do sector. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/cluster-habitat-sustentavel-reune-cadeia-de-valor-para-discutir-os-desafios-da-sustentabilidade/">Cluster Habitat Sustentável reúne cadeia de valor para discutir os desafios da sustentabilidade</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Como é que se pode transformar a sustentabilidade numa característica mensurável dos produtos, edifícios e empresas? Para António Baio Dias, presidente do Cluster Habitat Sustentável, a resposta passa por se usar ferramentas para quantificar a sustentabilidade, informação verificável e criar condições que permitam acelerar esta transição. Este é um dos temas em debate na conferência anual da organização, que promete juntar, dia 29 de Outubro em Coimbra, intervenientes de toda a cadeia de valor para discutir os desafios, bem como as soluções e abordagens capazes de responder às necessidades e exigências do futuro do sector. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sustentabilidade já não é uma questão recente para o sector da construção e do habitat. Mas, à medida que se multiplicam as exigências ambientais e as metas de descarbonização na Europa, surge um novo desafio: distinguir aquilo que é efectivamente sustentável daquilo que apenas é apresentado como tal. É neste ponto que o <a href="https://clusterhabitat.pt/" target="_blank" rel="noopener">Cluster Habitat Sustentável</a> tem procurado intervir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Criada em 2007, a organização tem vindo a trabalhar com diferentes actores da cadeia de valor do habitat para promover a adopção de ferramentas que permitam quantificar e verificar os impactes ambientais dos produtos e processos. </span><span style="font-weight: 400;">O objectivo, explica António Baio Dias, é evitar que a sustentabilidade fique dependente de declarações genéricas ou de estratégias de marketing, ao mesmo tempo que se combate o </span><i><span style="font-weight: 400;">greenwashing</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A nossa preocupação é que esta informação sobre a sustentabilidade seja sempre baseada em aspectos objetivos, em ferramentas normalizadas, e que possa ser verificada, em vez de uma simples informação de que um produto ou, portanto, um processo ou uma empresa é sustentável. Tem de ser quantificada, não chega dizer que o produto é sustentáve”, explica, à <em>Edifícios e Energia</em>, o presidente do Cluster Habitat Sustentável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É neste contexto que o cluster promove, a 29 de Outubro, a <a href="https://clusterhabitat.pt/29-outubro-conferencia-do-cluster-habitat-sustentavel-2026/" target="_blank" rel="noopener">Conferência do Cluster Habitat Sustentável 2026</a>. O evento terá lugar no Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra, reunindo profissionais, empresas, autarquias, entidades do sistema científico e tecnológico, entre outros intervenientes que pretendem contribuir para um habitat mais inovador, competitivo e sustentável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na edição deste ano, o evento dá especial relevância à discussão dos desafios da sustentabilidade ao longo da cadeia de valor do habitat, de soluções e abordagens capazes de responder às necessidades e exigências do futuro do sector. A conferência pretende ser também uma oportunidade de </span><i><span style="font-weight: 400;">networking </span></i><span style="font-weight: 400;">e a troca de experiências entre os participantes, reforçando a cooperação entre os diferentes actores da cadeia de valor.</span></p>
<h6><strong>Acompanhar o produto ao longo do ciclo de vida</strong></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A preocupação passa por criar uma base objectiva para avaliar o desempenho ambiental, através de mecanismos como as Declarações Ambientais de Produto (DAP), que permita acompanhar o produto para lá da sua fase de fabrico, ao contabilidar os recursos utilizados, emissões e outros impactes ambientais ao longo do seu ciclo de vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Cluster Habitat Sustentável é o operador do Programa de Registo Europeu de DAP/EPD, sendo conhecido pela Agência para a Competitividade e Inovação (IPMEI) para a emissão de pareceres sobre candidaturas a projetos financiados de formação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Actualmente, a organização está a trabalhar numa ferramenta de cálculo da pegada carbónica que pretende tornar mais acessível a quantificação das emissões de dióxido de carbono associadas aos produtos. Face às DAP, que envolvem um conjunto mais alargado de indicadores, a nova abordagem procura concentrar-se especificamente nas emissões de CO2 ao longo do ciclo de vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">”Podemos ter aqui um passo mais rápido para chegar a um valor de emissões de CO2, que depois vai ser utilizado para a certificação energética dos edifícios”, revela António Baio Dias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, caminha-se para uma avaliação dos edifícios que irá deixar de estar centrada apenas na energia consumida durante a utilização. A quantidade de carbono incorporado nos produtos e sistemas utilizados na construção pode assumir um peso maior na avaliação do desempenho ambiental dos edifícios, nota o responsável. Essa mudança surge em linha com as metas de emissões nulas em todos os novos edifícios a partir de 2030 e, posteriormente, em todo o parque edificado da União Europeia até 2050, como estabelece a Diretiva relativa ao Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD).</span></p>
<h6><strong>Entre a ambição e a capacidade de resposta</strong></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da evolução registada, a transição está longe de ser simples. O Cluster Habitat Sustentável conta actualmente com cerca de 180 associados, abrangendo empresas de materiais e produtos para o habitat, arquitectos e projectistas, empresas de promoção imobiliária, instituições de ensino e autarquias. Para António Baio Dias, esta adesão demonstra uma evolução positiva. “É um trabalho de alguma forma lento, mas com passos seguros e regulares”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">António Baio Dias nota, sobretudo, uma preocupação das empresas associadas em melhorar o seu consumo de energia durante a produção. </span><span style="font-weight: 400;">Entre as estratégias que começam a ganhar espaço estão a utilização de energias renováveis, sobretudo sistemas fotovoltaicos, e a procura de combustíveis com menores emissõe, sublinha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;">Há também uma interação com o setor primário, a agricultura, cujos resíduos podem ser transformados em energia, em biogás, que depois é transformado em biometano. As empresas que fazem recolha de resíduos sólidos urbanos também estão a procurar transformar esses resíduos em energia. Portanto, há muitas acções que estão a ser levadas a cabo no sentido de ter produtos mais sustentáveis”, exemplifica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas a capacidade de resposta das empresas não depende apenas da sua vontade de mudar. Um dos principais obstáculos está precisamente na disponibilidade das alternativas tecnológicas e energéticas e nas condições económicas necessárias à sua adopção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É uma mudança que depende de quem produz, mas depende também do Estado querer fomentar e auxiliar o início de um novo processo. Estamos a falar de mudanças radicais. Neste momento, as empresas querem mudar porque há essa necessidade, mas não conseguem porque estas novas soluções não existem no mercado. E quando se criam são sempre mais caras. É necessário algum apoio e ncentivo para que essas mudanças ocorram. Se não houver, é difícil de fazer essas mudanças”, adverte o responsável. </span></p>
<h6><strong>Uma transição a várias velocidades</strong></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Há ainda uma outra dimensão neste processo a ter em conta: a competitividade da indústria europeia. À medida que aumentam as exigências ambientais aplicadas às empresas europeias, o António Baio Dias alerta para o risco de estas ficarem em desvantagem face a concorrentes externos sujeitos a regras diferentes. Se os custos associados a esta transição forem suportados apenas pelos produtores europeus, corre-se o risco de aumentar a deslocalização de empresas nacionais para mercados com menores exigências.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> “A Europa pode ficar numa situação de consumo e não de produção”, resume o presidente do Cluster, defendendo uma maior valorização da indústria europeia e regras que assegurem condições de concorrência mais equilibradas. </span></p>
<h6><strong>Combater o <i>greenwashing</i></strong></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">É também neste contexto que ganha importância o combate ao </span><i><span style="font-weight: 400;">greenwashing</span></i><span style="font-weight: 400;">. A preocupação deverá tornar-se ainda mais relevante com a evolução da regulamentação europeia e com a futura introdução de mecanismos como o passaporte digital dos produtos (DPP). Embora a sua aplicação ao sector da construção ainda esteja a ser concretizada, a tendência aponta para uma maior disponibilidade de informação sobre os produtos, incluindo aspectos relacionados com emissões, energia e consumo de recursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Directiva (UE) 2024/825, que reforça a protecção dos consumidores contra práticas de </span><i><span style="font-weight: 400;">greenwashing</span></i><span style="font-weight: 400;"> e estabelece novas regras para as alegações ambientais e os rótulos de sustentabilidade, deveria ter sido transposta para as legislações nacionais até ao final de Março deste ano para ser aplicada a partir de Setembro.  Portugal está entre os países que, segundo a Comissão Europeia, ainda não tinham comunicado a transposição completa. “Aguardamos com ansiedade essa transposição porque é fundamental”, afirma António Baio Dias. </span></p>
<h6><strong>Uma conferência para cruzar perspectivas</strong></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que apresentar uma visão única sobre sustentabilidade, o programa da conferência deste ano procura colocar em diálogo diferentes intervenientes da cadeia de valor. O evento contará com intervenções dedicadas ao valor económico da sustentabilidade, ao futuro da certificação dos edifícios e às práticas de sustentabilidade nas organizações, seguindo-se uma mesa-redonda com representantes da academia, indústria, arquitectura e projecto, promoção imobiliária e administração local.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha dos intervenientes reflecte, aliás, uma das ideias centrais defendidas pelo Cluster: a transformação do habitat não poderá ser feita isoladamente por um único sector. Fabricantes de materiais, arquitectos, projectistas, promotores, academia e municípios enfrentam problemas diferentes, mas as suas decisões estão interligadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A conferência pretende também dar espaço às soluções concretas que estão já a ser testadas. “Vão ser apresentados casos práticos de sucesso, o que é que fizeram, como é que resolveram situações e que podem ser, de alguma forma, utilizadas por outros actores da cadeia de valor para que possam também melhorar”, conclui António Baio Dias.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>Um parque edificado envelhecido e a necessidade de renovar: o que propõe a Arquitectura Pública 2030 </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/um-parque-edificado-envelhecido-e-a-necessidade-de-renovar-o-que-propoe-a-arquitectura-publica-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 08:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[Ordem dos Arquitectos]]></category>
		<category><![CDATA[parque edificado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ordem dos Arquitectos apresentou a "Arquitetura Pública 2030. Agenda para a Valorização da Arquitetura e do Território Português", um documento no qual propõe oito compromissos que apresentam a arquitectura como disciplina de interesse público e reforçam o seu contributo para a qualidade do ambiente construído, a valorização do território e a qualidade de vida. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">A Ordem dos Arquitectos apresentou a <a href="https://ordemdosarquitectos.org/backend/uploads/Arquitetura_Publica_2030_c24ea85e37.pdf" target="_blank" rel="noopener">&#8220;Arquitetura Pública 2030. Agenda para a Valorização da Arquitetura e do Território Português&#8221;</a>, um documento no qual propõe oito compromissos que apresentam a arquitectura como disciplina de interesse público e reforçam o seu contributo para a qualidade do ambiente construído, a valorização do território e a qualidade de vida.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo a Ordem, Portugal dispõe de estratégias, instrumentos de planeamento e recursos de investimento para responder a desafios como a habitação, a transição climática e energética, a mobilidade, o património, a competitividade e a coesão territorial. O problema está na capacidade de os articular e de os transformar em valor público. A Agenda sublinha que &#8220;executar investimento não significa necessariamente alcançar os resultados pretendidos: é necessário avaliar, aprender e melhorar as decisões seguintes&#8221;.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5><b><span data-contrast="auto">Um parque edificado envelhecido</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Os dados reunidos pela Ordem, com base no INE, nos Censos 2021, no LNEC e no Eurostat, mostram que metade (50,2%) dos edifícios clássicos existentes foi construída até 1980. Quanto ao estado de conservação, 4,6% necessita de reparações profundas, 9,4% de reparações médias e 21,8% de reparações ligeiras. Apenas 64,2% não precisa de qualquer reparação, o que significa que mais de um terço dos edifícios (35,8%) exige algum tipo de intervenção.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Agenda defende, assim, que a transformação do território depende &#8220;menos da expansão indiscriminada e mais da capacidade para reabilitar, adaptar e valorizar o que já existe&#8221;. Isto passa também por melhorar a acessibilidade, mobilizar os alojamentos disponíveis, qualificar o espaço público, aumentar a eficiência dos recursos e reforçar a resiliência climática.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5><b><span data-contrast="auto">Renovação energética e descarbonização</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">O documento recorda que a Estratégia de Longo Prazo para a Renovação dos Edifícios estabelece objectivos de renovação energética do parque residencial e não residencial, com vista à neutralidade carbónica, ao aumento da eficiência energética e à transformação progressiva do património edificado. As medidas previstas incluem a renovação das envolventes e dos sistemas técnicos, a integração de energias renováveis, o financiamento e a mobilização do investimento, o reforço dos quadros regulamentares, a qualificação profissional, a monitorização e o combate à pobreza energética.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para a Ordem, o alcance da estratégia demonstra que &#8220;renovar edifícios constitui simultaneamente uma política energética, habitacional, social, económica e territorial&#8221;. E acrescenta: &#8220;É no ambiente construído que políticas concebidas separadamente se convertem em decisões concretas sobre a vida das comunidades.&#8221;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5><b><span data-contrast="auto">Conservar, adaptar, reutilizar ou construir</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">O quarto compromisso defende que as entidades públicas, que possuem e utilizam edifícios, equipamentos, terrenos e infraestruturas com recursos materiais, energia, investimento e valor cultural incorporados, avaliem alternativas antes de optar pela construção nova. Deve ponderar-se se a necessidade pode ser satisfeita através da &#8220;manutenção, reparação, adaptação, reabilitação, ampliação, reutilização ou reconversão&#8221; do que já existe.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No entanto, a Agenda explicita que esta orientação &#8220;não estabelece uma preferência automática pela conservação ou pela reabilitação.&#8221; Em certas situações, a construção nova pode ser a solução mais segura, funcional, acessível, económica ou ambientalmente adequada. O objectivo é que as alternativas sejam efectivamente comparadas e que a decisão seja fundamentada.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5><b><span data-contrast="auto">O ciclo de vida dos edifícios: do custo inicial ao desempenho real</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">O quinto compromisso propõe integrar o desempenho ambiental e os custos ao longo do ciclo de vida nas decisões sobre obra pública, que &#8220;não deve basear-se apenas no custo inicial&#8221;. Segundo o documento, uma solução aparentemente mais económica pode gerar consumos superiores, manutenção mais complexa, menor durabilidade, substituições frequentes ou dificuldade de adaptação a novas utilizações. A programação, o projecto, a contratação e a avaliação devem considerar o desempenho ambiental, a utilização dos recursos, a durabilidade, reparabilidade e capacidade de resposta aos riscos climáticos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para verificar se os edifícios cumprem o que foi projectado, a Agenda aponta metodologias como a avaliação pós-ocupação (Post-Occupancy Evaluation, POE) e a avaliação do desempenho dos edifícios (Building Performance Evaluation, BPE). Permitem comparar os resultados previstos em projecto com o desempenho efectivamente observado, incluindo consumos de energia, funcionamento dos sistemas, desempenho ambiental, necessidades de manutenção e adaptação, padrões reais de utilização e a própria opinião dos utilizadores.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na implementação, a Ordem propõe começar por projectos-piloto e intervenções de maior dimensão ou impacto, recorrer a metodologias nacionais e europeias existentes, estabelecer exigências proporcionais a cada intervenção, assegurar a interoperabilidade da informação e produzir dados comparáveis. O princípio é &#8220;evitar a criação de sistemas paralelos&#8221; quando possam ser adaptadas estruturas já existentes.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5><b><span data-contrast="auto">Inovação construtiva, sem soluções universais</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">A Agenda admite que a industrialização, a pré-fabricação, a construção modular e os modelos digitais de informação podem ajudar a reduzir prazos, melhorar a coordenação e racionalizar recursos, mas ressalva que não são &#8220;soluções universais.&#8221; A sua pertinência depende da qualidade do projecto, da durabilidade, da adaptabilidade, da integração no lugar e do valor produzido para as comunidades.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Ordem sublinha que a Arquitectura Pública 2030 não pretende criar um novo instrumento de planeamento nem substituir as estratégias existentes, mas contribuir para a sua concretização.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Magnific</p>
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