Europeus querem melhorar eficiência energética dos edifícios, mas renovação profunda não acontece 

A maioria dos proprietários europeus considera importante melhorar a eficiência energética das suas casas, mas apenas 13% dizem ter realizado uma renovação profunda que permitiu atingir elevados padrões de desempenho energético, de acordo com um inquérito levado a cabo pela União Internacional da Propriedade Imobiliária. Ao mesmo tempo, os primeiros planos nacionais para este fim, avaliados pela Comissão Europeia, revelam lacunas. 

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Especialistas europeus debatem caminhos para descarbonizar os edifícios num clima cada vez mais quente

À medida que os termómetros aumentam em toda a Europa, cresce a necessidade de encontrar novas formas de garantir a qualidade do ambiente interior e o conforto térmico, mas sem agravar a eficiência energética e a pegada carbonica dos edifícios. Estas foram algumas das questões debatidas pelo sector na 10.ª Chapter Regional Conference da ASHRAE Region XIV, que reuniu representantes das várias comunidades europeias, entre as quais o ASHRAE Portugal Chapter, na cidade de Timisoara, na Roménia.

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HELP EU/ IRENE

Renovação energética: projecto envolve famílias vulneráveis para não deixar ninguém para trás

Quatro cidades europeias estão a testar uma abordagem participativa na renovação energética de edifícios multifamiliares onde residem famílias vulneráveis, com o objectivo de combater a pobreza energética sem provocar a deslocação das populações locais. O projecto europeu IRENE quer tornar os processos de transição mais inclusivos, envolvendo os próprios moradores para garantir que a melhoria da eficiência dos edifícios não deixa ninguém para trás, sobretudo quem tem menos capacidade para suportar os custos da transição. 

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UPCoimbra conclui 15 projectos de eficiência energética com investimento de 6,2 milhões de euros 

A Universidade Politécnica de Coimbra (UPCoimbra) concluiu 15 projectos de eficiência energética financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Com um investimento global de cerca de 6,2 milhões de euros, as intervenções abrangeram 15 edifícios e instalações da instituição e permitiram reduzir o consumo de energia e as emissões de gases com efeito de estufa, aumentar a produção de energia renovável para autoconsumo e melhorar a eficiência hídrica. 

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