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	<title>Arquivo de transição digital - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Mar 2026 19:02:56 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de transição digital - Edificios e Energia</title>
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		<title>Webinar APCMC: O Futuro do Setor da Construção &#8211; Construindo um Ecossistema Digital Integrado</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/webinar-apcmc-o-futuro-do-setor-da-construcao-construindo-um-ecossistema-digital-integrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 12:05:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[materiais de construção]]></category>
		<category><![CDATA[O Futuro da Construção]]></category>
		<category><![CDATA[transição digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A APCMC vai realizar no próximo dia 10 de março, pelas 11h um webinar intitulado O Futuro do Setor da Construção: Construindo um Ecossistema Digital integrado no projeto Next Generation MC. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/webinar-apcmc-o-futuro-do-setor-da-construcao-construindo-um-ecossistema-digital-integrado/">Webinar APCMC: O Futuro do Setor da Construção &#8211; Construindo um Ecossistema Digital Integrado</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-olk-copy-source="MessageBody">A <a href="https://www.apcmc.pt/" target="_blank" rel="noopener">APCMC</a> vai realizar no próximo dia 10 de março, pelas 11h um webinar intitulado <strong>O Futuro do Setor da Construção: Construindo um Ecossistema Digital</strong> integrado no projeto <a href="https://www.apcmc.pt/projetos/projeto-nextgeneration-mc/" target="_blank" rel="noopener">Next Generation MC</a>.</p>
<p>Num mercado cada vez mais exigente, a digitalização não é apenas uma opção, mas uma fundação para o crescimento. Neste webinar especialmente dirigido aos associados da APCMC, José Lopes (Diretor de Commerce) e Bruno Santos (Diretor de Zoho) na LOBA, explicam como criar um ecossistema digital onde cada solução vertical comunica perfeitamente entre si. Iremos demonstrar, na prática, como uma solução PIM pode responder aos novos desafios do DPP (Passaporte Digital de Produto) e como uma abordagem omnichannel — que une venda física, e-commerce e marketplaces — pode transformar a eficiência do seu negócio através de um caso prático.</p>
<p><a href="https://www.apcmc.pt/events/evento/webinar-o-futuro-do-setor-da-construcao-construindo-um-ecossistema-digital-integrado/" target="_blank" rel="noopener"><br />
Inscreva-se!<br />
</a></p>
<p><strong>Sobre os oradores</strong></p>
<p><strong>José Lopes: </strong>Licenciado em Marketing, com pós-graduação em Inteligência Artificial em Marketing e formação em Design de Comunicação, José Lopes construiu um percurso sólido no cruzamento entre tecnologia, estratégia e negócio.</p>
<p>É Diretor de Commerce na LOBA, ajudando empresas a transformar os seus canais digitais em motores de crescimento. Acredita que o Commerce deve ser pensado como um pilar estratégico do negócio, orientado a resultados mensuráveis e sustentáveis.</p>
<p>Com mais de duas décadas de experiência como fundador e gestor de três empresas nas áreas de publicidade, design, marketing e tecnologia, traz para a LOBA uma visão prática e empreendedora. Paralelamente, é autor de artigos de opinião em meios como a <em>Marketeer</em> e <em>Inteligência Artificial Hoje</em>. Fora do contexto profissional, encontra no ciclismo de estrada a disciplina, a persistência e a resiliência que aplica no seu dia a dia.</p>
<p><strong><em>Bruno Santos</em></strong><em> é licenciado em Novas Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro e atua como Zoho Business Director na agência LOBA , onde tem vindo a liderar projetos de transformação digital centrados no ecossistema Zoho desde que iniciou o seu percurso na Globaz, em 2006. É reconhecido pela sua experiência técnica, visão estratégica e compromisso com soluções que combinam  tecnologia e inteligência para potenciar o  relacionamento dos negócios com os seus stakeholders. Sob a sua coordenação, a LOBA foi distinguida como “Parceiro Europeu do Ano 2024” pela Zoho, um reconhecimento pelo domínio das ferramentas, excelência técnica e profundidade da colaboração.</em></p>
<p><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br />
Fonte: Press Release</em></p>
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		<title>Entre o sensor e o algoritmo: &#8220;O futuro digital do sector do AVAC&#038;R&#8221;</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/entre-o-sensor-e-o-algoritmo-o-futuro-digital-do-sector-do-avacr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 10:18:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AVAC]]></category>
		<category><![CDATA[AVACR]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[passaporte digital de produto]]></category>
		<category><![CDATA[transição digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A conversa entre Jorge Manuel Carvalho (JMC) e Ernesto Peixeiro Ramos (EPR) expõe, com franqueza e detalhe, os dilemas centrais da transição digital no sector do AVAC&#038;R e aponta um caminho realista: digitalização escalonada, interoperável e contextualizada — começando pela qualidade das medições.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/entre-o-sensor-e-o-algoritmo-o-futuro-digital-do-sector-do-avacr/">Entre o sensor e o algoritmo: &#8220;O futuro digital do sector do AVAC&#038;R&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=162" target="_blank" rel="noopener">edição nº 162 da Edifícios e Energia</a> (Novembro/Dezembro 2025).</em></strong></p>
<p><strong>A conversa entre Jorge Manuel Carvalho (JMC) e Ernesto Peixeiro Ramos (EPR) expõe, com franqueza e detalhe, os dilemas centrais da transição digital no sector do AVAC&amp;R e aponta um caminho realista: digitalização escalonada, interoperável e contextualizada — começando pela qualidade das medições.</strong></p>
<p><strong>JMC:</strong> Fala-se tanto do Passaporte Digital de Produto (PDP), e também já se falou do Passaporte Digital do Edifício (PDE), mas continuo a sentir um desfasamento enorme entre a ambição e a prática no terreno. A ideia parece boa, rastrear o ciclo de vida, medir o desempenho real, fechar o ciclo da circularidade. Mas quem é que vai medir, com que instrumentos, e com que fiabilidade?</p>
<p><strong>EPR:</strong> Essa é uma questão que quase ninguém quer enfrentar. Fala-se em digitalização como se bastasse ligar um sensor e pronto, os dados fluíssem magicamente. Mas medir a energia térmica, especialmente em circuitos de água, é das tarefas mais ingratas. Dois sensores de temperatura e um caudalímetro não bastam se não estiverem no sítio certo. Vês sondas mal instaladas, sem isolamento, ou mal posicionadas, e depois perguntam-se por que é que o Coeficiente de Desempenho (COP) parece instável.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Exactamente. Já encontrei sensores montados no mesmo troço, sem diferença de potencial térmico. E depois há os caudalímetros: troços rectos curtos, ar, turbulência, e nunca calibrados. No fim, o sistema “mede”, mas mede mal. E é com esses dados que se quer alimentar o Passaporte Digital do Edifício. Ou seja, criamos um edifício digitalmente “transparente”, mas baseado em dados duvidosos. É uma ironia tecnológica.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Totalmente. E não é por má vontade, é por falta de formação, de tempo e de dinheiro. Se quisermos medições com rastreabilidade metrológica, precisamos de infraestrutura. Um edifício médio com vários circuitos hidráulicos exigiria caudalímetros ultrassónicos ou magnéticos, sondas PT1000 calibradas, isolamento térmico adequado, gateways IoT e um servidor local para recolher e filtrar os dados antes de os enviar para a plataforma europeia. Estamos a falar de algumas dezenas de milhares de euros de investimento inicial, fora a manutenção anual e calibrações.</p>
<p><strong>JMC:</strong> E quem é que quer pagar isso? Um hospital ou centro comercial pode absorver, mas nos pequenos edifícios de serviços, ou nos condomínios residenciais é impossível. No fim, o custo da transparência acaba por afastar os pequenos proprietários. O PDP e o PDE só fazem sentido se forem escalonados: exigência mínima para edifícios simples, e máxima para os de alta complexidade. Senão, transformamo-nos em burocratas digitais em vez de engenheiros.</p>
<p><strong>EPR:</strong> E ainda há outro perigo: a duplicação de responsabilidades. O Passaporte Digital de Produto fica com o fabricante; o do edifício, com o dono ou promotor. Só que ambos pedem os mesmos dados: rendimentos, consumos, emissões e manutenção. No fim, o técnico de AVAC passa mais tempo a alimentar portais do que a optimizar sistemas. A digitalização devia libertar-nos, não afundar-nos em burocracia.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Era o que eu dizia antes. O PDP devia ser o bloco de construção do PDE. Cada equipamento, chiller &#8211; bomba de calor, ventiloconvector<br />
&#8211; teria o seu passaporte digital autónomo, com dados técnicos, ambientais e de desempenho real. O PDE apenas os agrupa, como um “contentor digital” do edifício. Assim, cada actualização de um produto reflectia-se automaticamente no passaporte do edifício.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Isso seria o ideal. Mas, para funcionar, precisaríamos de interoperabilidade real entre fabricantes e plataformas. Hoje, cada um fala a sua língua: BACnet, Modbus, KNX, protocolos proprietários. E o BIM, que podia ser o elo de ligação, ainda é visto como ferramenta de projecto, não de operação. Fala-se em Digital Twin (DT) (investimento entre 20 e 50 €/metros quadrados), mas poucos percebem que, sem medições fiáveis e sem API (Application Programming Interface) aberta, o DT é só uma bonita maquete.</p>
<p><strong>JMC:</strong> E também temos o factor climático, que a regulamentação ignora por completo. A Europa aplica as mesmas métricas de desempenho sazonal &#8211; SEER, SCOP &#8211; do Báltico ao Algarve. Mas as condições de operação são completamente diferentes. No Sul, o arrefecimento domina quase todo o ano, com grandes variações diárias, principalmente no interior e longos períodos de meia carga. Já no Norte, o aquecimento é estável e previsível. Usar o mesmo indicador é completamente inadequado, é uma distorção técnica e comercial.</p>
<p><strong>EPR:</strong> E não é pequena. Um chiller projectado para trabalhar a 35 °C de condensação em Bruxelas chega a Évora e enfrenta 45 °C. O rendimento cai 20 a 25%. E depois querem comparar como se o equipamento do Norte fosse “mais eficiente”. Falta contexto climático. O passaporte devia ter campos obrigatórios: zona CEN (quente, média, fria), temperatura média de condensação e evaporação, horas anuais de operação e perfil de utilização. Sem isso, os dados são inúteis para comparação. Quanto aos edifícios de alta carga interna, como centros comerciais, supermercados, hospitais ou data centers, o comportamento energético é determinado pelo uso, não pelo clima, daí que a parametrização deva ser dupla, por zona climática (EPBD, Eurocodes, etc.) ou por tipologia funcional (retalho, hospitalar, residencial, etc.).</p>
<p><strong>JMC:</strong> Exacto. E se formos justos, o Sul da Europa está em desvantagem. O custo da electricidade é alto, a amplitude térmica é enorme, e a poupança potencial dos sistemas de monitorização é menor. Instalar instrumentação custa o mesmo, seja em Portugal, seja na Alemanha, mas o payback cá é o dobro. No Norte, o sistema funciona mais horas, há contratos de desempenho energético e tarifas estáveis. No Sul, temos sazonalidade e ocupação flutuante. O business case da digitalização é mais fraco e a regulação não reflecte isso.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Essa é a parte que mais me incomoda: legislar como se a Europa fosse homogénea. As normas falam em “indicadores médios”, mas o clima, o uso e até a cultura de operação mudam tudo. Na Escandinávia, ninguém desliga sistemas; aqui, a primeira coisa que o utilizador faz é desligar o ar condicionado para poupar. O comportamento dos ocupantes influencia tanto quanto o equipamento e ninguém o modela. Se queremos passaportes que reflictam a realidade, temos de incluir a variável humana.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Falaste em comportamento e lembrei-me de outra coisa: o ruído de dados. Quando se ligam sensores em massa, há medições erradas, atrasos, falhas de comunicação. Sem validação, o sistema aprende com erros. O machine learning que devia optimizar, acaba por distorcer. Um passaporte digital baseado em dados crus é tão falível quanto um certificado energético teórico. A diferença é que agora o erro é automático e instantâneo.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Sim, temos o erro em tempo real! É por isso que insisto que a base tem de ser metrológica, não burocrática. Cada sensor deve ter rastreabilidade e calibração verificável. Caso contrário, teremos edifícios “inteligentes” que tomam decisões com base em dados fictícios. A engenharia tem de manter o pé na realidade física. O digital deve ser um espelho fiel, não uma fantasia bem formatada. Mas isto acarreta custos, só a calibração ronda os 50 a 200 euros por sensor por ano. Por exemplo, em edifícios comerciais e supermercados, se pensarmos só nos sensores críticos &#8211; temperatura, humidade relativa, caudal, energia, CO2, pressão –, teremos investimentos para sensores e implementação entre 10 mil euros e os 50 mil euros, aos quais acresce a manutenção anual entre os 5 mil euros e os 20 mil euros, dependendo do número de sensores e complexidade. Isto para garantir a conformidade contínua e a actualização dos dados. Repara que estes valores não incluem o fornecimento do sistema de gestão nem a sua manutenção anual.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Sabes, esta conversa resume o dilema actual do sector. Estamos entre a necessidade de modernizar e o risco de nos perdermos na complexidade. A Europa quer transparência total, mas não define quem assegura a qualidade dos dados. Quer rastreabilidade, mas não oferece interoperabilidade. Quer comparabilidade, mas ignora o clima e o uso. São só paradoxos.</p>
<p><strong>EPR:</strong> E a consequência é previsível: excesso de plataformas, ficheiros redundantes, e técnicos desmotivados. Já vejo colegas a dizer “isto é mais papelada digital”. E no fundo têm razão. O Passaporte Digital do Edifício só fará sentido se conseguir unir o digital e o físico: o BIM com o BMS, o projectista com o técnico de campo, o dado com o contexto.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Para isso, talvez o caminho seja gradual. Começar pelos produtos — PDP automatizado e fiável — e evoluir para o nível do edifício quando já houver maturidade. A digitalização deve ser incrementada passo a passo, mas nunca imposta por decreto. E o investimento precisa de estar alinhado com o benefício, devemos medir o que faz a diferença, não tudo o que é possível.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Bem, o que me motiva ainda é acreditar que podemos usar esta transição para mudar mentalidades. Se o Passaporte Digital for bem implementado, pode valorizar o trabalho de quem mede e comissiona. Pode dar visibilidade ao desempenho real, e não apenas ao catálogo. Mas, para isso, temos de garantir que os dados são confiáveis, contextualizados e úteis.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Concordo totalmente. No fim, a tecnologia deve servir a engenharia, não substituí-la. O Passaporte Digital só será credível se reflectir o edifício real — com as suas perdas, incertezas e comportamento humano. Caso contrário, será apenas mais um PDF digital bonito, pendurado numa nuvem europeia qualquer.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Bonito, mas vazio. Se quiserem realmente avançar, que comecem por algo simples: formar técnicos em metrologia térmica, obrigar fabricantes a disponibilizar APIs abertas, e incluir no PDE um campo de “confiabilidade de dados”. A transparência começa por reconhecer o que ainda não sabemos medir bem.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Brilhante. Afinal, o verdadeiro passaporte do edifício não é digital — é a competência de quem o projecta, instala e mantém. O resto são carimbos electrónicos.</p>
<p><strong>EPR:</strong> O digital só fará sentido quando a precisão térmica se tornar cultura — não obrigação. O sensor será o novo lápis do engenheiro; mas, tal como o lápis que só bem afiado fará um melhor controle das linhas, o sensor só é útil se estiver bem instalado e no local adequado.</p>
<h4><strong>RESUMO DOS DILEMAS CENTRAIS</strong></h4>
<p><strong>Medição real:</strong> falhas práticas em sensores, caudalímetros e calibração comprometem a veracidade dos dados. Infraestrutura e custos: instrumentação e digitalização têm custos elevados e retorno desigual entre edifícios e regiões.</p>
<p><strong>Desigualdade climática:</strong> as métricas europeias ignoram variações térmicas e perfis de uso entre o Norte e o Sul.</p>
<p><strong>Interoperabilidade:</strong> falta de normalização entre protocolos e plataformas ameaça a utilidade dos passaportes digitais.</p>
<p><strong>Risco burocrático:</strong> sem integração entre os passaportes digitais do produto e do edifício, o processo duplica-se e desvia o foco da engenharia para a administração.</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>As conclusões expressas são da responsabilidade dos autores.</strong></em></p>
<p>Fotografia de destaque: © Freepik</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/entre-o-sensor-e-o-algoritmo-o-futuro-digital-do-sector-do-avacr/">Entre o sensor e o algoritmo: &#8220;O futuro digital do sector do AVAC&#038;R&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>CIMPOR Global e FIZIX juntas na transformação digital da produção de cimento</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/cimpor-global-e-fizix-juntas-na-transformacao-digital-da-producao-de-cimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CIMPOR Global continua a reforçar a sua posição de liderança no setor através de práticas inovadoras. No âmbito do novo projeto desenvolvido em cooperação com a FIZIX, empresa especializada em soluções que combinam ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/cimpor-global-e-fizix-juntas-na-transformacao-digital-da-producao-de-cimento/">CIMPOR Global e FIZIX juntas na transformação digital da produção de cimento</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-417c5e63732185c5a0667448084aa0ab wp-block-paragraph"><strong>Empresas introduzem um sistema de monitorização apoiado em IA que possibilitará detetar falhas nas instalações de produção de cimento antes que estas ocorram.</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6bac8c590d14a7b91e180887455ab6e1 wp-block-paragraph"><br><br>A <strong><a href="https://cimporglobal.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">CIMPOR Global</a> </strong>continua a reforçar a sua posição de liderança no setor através de práticas inovadoras. No âmbito do novo projeto desenvolvido em cooperação com a <strong><a href="https://fizix.ai/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">FIZIX</a></strong>, empresa especializada em soluções que combinam sensores inteligentes e <em>software</em> baseado em inteligência artificial, a saúde das máquinas de 25 unidades industriais em 10 países será monitorizada globalmente, o que vai permitir antecipar falhas antes que aconteçam.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7327037db0ed3485006242b174a3d727 wp-block-paragraph"><strong>Presença em três continentes, 10 países e 25 centros de produção</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-91877794b99d99f9bfa0f88ffcf7d9f9 wp-block-paragraph">Este projeto, que será implementado em 25 centros de produção da <strong>CIMPOR Global</strong>, subsidiária do TCC Group Holdings, o terceiro maior produtor de cimento do mundo, com uma capacidade de produção anual de 112 milhões de toneladas, vai abranger cinco centros de produção em Portugal (os centros de produção de cimento de Alhandra, Loulé e Souselas e os centros de produção de argamassas de Alhandra e da Maia), 10 centros de produção de cimento na Turquia, cinco fábricas em África e cinco terminais de outras regiões, especialmente na Europa.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-bcdb1a2ea1a39c93b5361ba479a7bb72 wp-block-paragraph">A primeira fase será implementada em seis países ao longo de 2025, incluindo Portugal, e vai garantir uma rastreabilidade global da saúde das máquinas. Em 2026, está prevista uma expansão para as operações na China e em Taiwan, e eleva, assim, para 14 o número total de países envolvidos. Com este projeto, a rastreabilidade da saúde das máquinas será garantida em 14 países, através de um sistema alojado na cloud que permitirá que equipas especializadas forneçam suporte remoto, análise e otimização.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-625a5e59d9b4f12ddf864dc66ceb1c35 wp-block-paragraph"><em>&#8220;O mais abrangente projeto de monitorização da saúde de máquinas baseado em sensores e inteligência artificial na indústria pesada&#8221;</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-eed10adcb0988d0ceeef109e99e34d9e wp-block-paragraph"><br>Berkan Fidan, CTO da <strong>CIMPOR Global</strong>, destacou que esta colaboração com a <strong>FIZIX</strong> resultou na implementação do projeto de monitorização da saúde de máquinas com maior alcance já aplicado na indústria pesada.<em> &#8220;A <strong>CIMPOR</strong> <strong>Global</strong> investiu aproximadamente 800 milhões de euros nos últimos cinco anos, a nível global, em inovação, projetos de integração global, materiais de construção mais sustentáveis, energias renováveis e soluções baseadas em I&amp;D. Os resultados desta aposta são evidentes, tanto a nível operacional como ambiental e económico. Nos próximos anos, planeamos alocar cerca de 35% da nossa rentabilidade anual a investimentos em digitalização industrial, transição para energias verdes, descarbonização e processos e produtos de nova geração com baixo teor de carbono.</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-e58fedae34ee91dbf882e90d9a2a193b wp-block-paragraph">Berkan Fidan explicou que a decisão de avançar com este projeto, que combina Internet Industrial das Coisas (<em>IIoT</em>), 5G MPN, dispositivos inteligentes e <em>software</em> avançado, foi tomada após dois anos de análise detalhada e testes práticos de diversas soluções. <em>&#8220;Recorremos à nossa extensa base de dados industriais, construída ao longo dos últimos cinco anos, às nossas capacidades analíticas de processamento de dados, registos de manutenção e avarias, bem como à nossa experiência em manutenção preventiva. A parceria entre a <strong>CIMPOR Global</strong> e a <strong>FIZIX</strong>, reconhecida pelo seu avanço tecnológico, trará novas abordagens inovadoras à produção de cimento. Acreditamos que esta colaboração permitirá que iniciativas locais tenham impacto global e trará uma nova perspetiva ao setor. Este é um dos maiores e mais singulares projetos IIoT no mundo, dada a sua dimensão, abrangência e impacto.&#8221;</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2b5b8549c85ac32d558fbdd7a733538f wp-block-paragraph">Sublinhando a importância das operações em Portugal, Berkan Fidan destacou que <em>&#8220;a <strong>CIMPOR</strong> é um player forte não só em Portugal, mas também nos mercados internacionais, com uma capacidade de produção de cimento de aproximadamente 9,5 milhões de toneladas. Mantemos a nossa liderança no setor em Portugal e continuamos a contribuir para a economia nacional com uma rede de produção que inclui três centros de produção de cimento integrados, duas unidades de moagem, 43 centrais de betão pronto e 17 pedreiras. Graças aos portos e terminais que possuímos e operamos, estamos a expandir o nosso volume de exportação, a fortalecer a nossa cadeia de abastecimento e a explorar novas oportunidades de mercado.&#8221;</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2b6fdd7ed935c4f4283b35975960cff6 wp-block-paragraph">Suat ÇALBIYIK, Chaiman do Board da Direção da <strong>CIMPOR Gobal</strong>, reforçou que a entrada do grupo no TCC Group Holdings, em 2024, marcou um passo histórico para a empresa. <em>&#8220;Somos uma parte fundamental de um grupo ambicioso que opera sob a marca <strong>CIMPOR</strong> no mercado global de cimento, ocupando o terceiro lugar mundial em capacidade de produção. Hoje, não nos limitamos a produzir cimento; estamos a construir as cidades do futuro, a fortalecer infraestruturas e a criar um mundo mais sustentável. Mantemos a nossa missão de liderar a transformação da indústria cimenteira nos mercados globais, focando-nos na inovação, sustentabilidade e parcerias estratégicas. O projeto com a FIZIX é um exemplo concreto desse compromisso e um passo crucial na transição para processos de produção mais eficientes e sustentáveis.”</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4c48909faabbd970cc81447dbcd841f7 wp-block-paragraph">Com este projeto, a <strong>CIMPOR Global</strong> reafirma o seu compromisso com a digitalização industrial e a descarbonização, e consolida a sua aposta numa indústria cimenteira mais inteligente, ecológica e sustentável.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/cimpor-global-e-fizix-juntas-na-transformacao-digital-da-producao-de-cimento/">CIMPOR Global e FIZIX juntas na transformação digital da produção de cimento</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Conferência apresenta projecto dedicado à descarbonização da indústria da construção</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/conferencia-apresenta-projecto-dedicado-a-descarbonizacao-da-industria-da-construcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 08:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AICCOPN]]></category>
		<category><![CDATA[ATIC]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sede da AICCOPN, no Porto, recebe nesta terça-feira, 26 de Novembro, a “Conferência de Abertura do C2Ø - Construction to Zero – Roteiro para a Descarbonização da Indústria da Construção”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/conferencia-apresenta-projecto-dedicado-a-descarbonizacao-da-industria-da-construcao/">Conferência apresenta projecto dedicado à descarbonização da indústria da construção</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A sede da AICCOPN, no Porto, recebe nesta terça-feira, 26 de Novembro, a “Conferência de Abertura do C2Ø &#8211; Construction to Zero – Roteiro para a Descarbonização da Indústria da Construção”.  </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A Associação Técnica da Indústria do Cimento (ATIC), em conjunto com a Plataforma Tecnológica Portuguesa de Construção (PTPC), está a desenvolver o Roteiro de Descarbonização para a fileira da construção e actividades industriais associadas, com o apoio da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“O C2Ø – Construction to Zero tem como ambição ser um projecto estratégico para Portugal atingir as metas traçadas para 2050, recorrendo a sinergias dentro do sector da construção e com outras indústrias – fabricação de outras obras de carpintaria para a construção, de produtos de betão para a construção e betão pronto, de argamassas e misturas betuminosas –, integrando a inovação tecnológica dos processos e contribuindo para a redução das emissões de GEE”, pode ler-se no comunicado de divulgação da conferência. Durante o evento serão apresentados os objectivos do projecto, as áreas que o mesmo abrange e os resultados iniciais de diagnóstico.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A iniciativa pretende ainda traçar cenários de evolução, identificar soluções tecnológicas e processos inovadores que possam contribuir para a transição ecológica e digital e capacitar de forma transversal no sentido de implementar as soluções de descarbonização. As acções que serão colocadas em prática e as ferramentas disponibilizadas à indústria da construção para a sua descarbonização serão também divulgadas no evento.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O Roteiro de Descarbonização resulta da candidatura conjunta da ATIC e da PTPC à Medida de Apoio à Elaboração de Roteiros de Descarbonização da Indústria e Capacitação das Empresas, e tem o co-financiamento da União Europeia – NextGenerationEU, no âmbito do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:300}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A participação na conferência é gratuita, mas está sujeita a inscrição através deste </span><a href="https://www.cognitoforms.com/BUILTCoLAB/Confer%C3%AAnciaDeAberturaC2%C3%98ConstructionToZero" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="auto">link</span></a><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © AICCOPN</p>
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		<title>Em plena Região Demarcada do Douro, Garcia Garcia escolhida para novo projeto do Grupo Granvinhos</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/em-plena-regiao-demarcada-do-douro-garcia-garcia-escolhida-para-novo-projeto-do-grupo-granvinhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 14:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Adega]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Burmester]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Granvinhos, nova denominação do grupo anteriormente apelidado de Gran Cruz Porto, detentor de marcar icónicas como Porto Cruz, Porto Dalva e Quinta de Ventozelo, entre outras, e o maior produtor e exportador de vinho do Porto, confiou à construtora Garcia Garcia, a construção de uma nova ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Grupo Granvinhos</strong>, nova denominação do grupo anteriormente apelidado de Gran Cruz Porto, detentor de marcar icónicas como Porto Cruz, Porto Dalva e Quinta de Ventozelo, entre outras, e o maior produtor e exportador de vinho do Porto, confiou à construtora <a href="https://www.garcia.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Garcia Garcia</strong></a>, a construção de uma nova e moderna adega no Douro. Localizada no concelho da Régua, em pleno coração da Região Demarcada do Douro, substituirá a atual adega de Avidagos, tendo como principal objetivo otimizar e potenciar a capacidade de produção e operação do Grupo. A conclusão dos trabalhos está prevista para o primeiro semestre de 2025.</p>
<p>A nova adega terá capacidade para vinificar mais de oito mil toneladas de uva, sendo que esta nova unidade terá dupla vocação de produção de vinho do Douro e de vinho do Porto. Construída pela <strong>Garcia Garcia</strong>, deverá estar totalmente operacional para receber a vindima do próximo ano.</p>
<p>“Adega do Futuro”: projeto junta inovação com práticas sustentáveis no âmbito da agenda mobilizadora para a inovação empresarial Vine &amp; Wine Portugal, apoiada pelo PRR.</p>
<p>Desenhado pelo prestigiado arquiteto Alexandre Burmester, o projeto destaca-se pela sua arquitetura inovadora e integração com a paisagem envolvente, mantendo um equilíbrio entre estética e funcionalidade. A cobertura metálica ondulada, em especial, promete ser um dos marcos visuais da construção, com uma combinação de sofisticação e descrição.</p>
<p>O projeto pressupõe a construção de vários edifícios, incluindo o edifício principal adega, espaços exteriores de armazenamento, reservado às cubas da produção vinícola e álcool; uma estação de tratamento de água e de uma estação de tratamento de águas residuais. Numa segunda fase está ainda prevista a construção de um edifício destinado aos serviços administrativos da unidade industrial e um edifício de Turismo, que servirá de apoio aos visitantes da unidade industrial (provas de vinho e venda).</p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:80}"> O projeto reflete e materializa o compromisso da Granvinhos com o combate às alterações climáticas. A nova adega contará com tecnologias de eficiência climática, como sistemas de reutilização de águas, tratamento de resíduos e efluentes, reforçando o foco em práticas ambientalmente sustentáveis. Reflete, ainda, o compromisso com a redução de consumo energético, a transição digital e capacitação tecnológica do setor, através da automatização de tarefas, mitigando a falta de recursos humanos. </span></p>
<p>Com conclusão prevista para o primeiro semestre de 2025, este projeto é o primeiro deste segmento à responsabilidade da <strong>Garcia Garcia</strong>, que tem vindo a diversificar e desenvolver o seu portefólio de negócios, mantendo o seu foco na construção industrial, em simultâneo com outras áreas em crescimento.</p>
<p>Atualmente na Região Demarcada do Douro, a Granvinhos possui adegas em Alijó, Avidagos (Santa Marta de Penaguião) e Tabuaço.</p>
<p><strong>Ficha Técnica do Projeto Construção:</strong><br />
Garcia Garcia<br />
Local: Peso da Régua<br />
Área de Construção: 10.500 m2<br />
Data de Conclusão – 1º semestre 2025</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
</span></span></strong></em><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">Fonte: Press Release</span></span></strong></em></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
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		<title>AICCOPN organiza conferência focada na construção inteligente e sustentável</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/aiccopn-organiza-conferencia-focada-na-construcao-inteligente-e-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 08:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AICCOPN]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[construção inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[construção sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Aveiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Construção inteligente e sustentável: educar para o futuro, no presente” é o tema do evento organizado pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) em parceria com a Universidade de Aveiro. ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Construção inteligente e sustentável: educar para o futuro, no presente” é o tema do evento organizado pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) em parceria com a Universidade de Aveiro. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">No dia 8 de Outubro, o auditório da AICCOPN, no Porto, será o palco deste debate sobre o futuro que se avizinha para o sector da construção, com a sustentabilidade a marcar presença. As boas vindas serão dadas pela secretária-geral da AICCOPN, Sónia Oliveira, e da sessão de abertura farão parte o presidente da AICCOPN, Manuel Reis Campos, e Sandra Soares, vice-reitora da Universidade de Aveiro.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O programa da conferência é composto por diferentes temas. Logo após a sessão de abertura, serão debatidos os desafios na formação dos futuros profissionais da construção civil, com a presença de Francisco Paiva Ribeiro, membro da direcção da AICCOPN, e Nuno Sampaio, director executivo da Casa da Arquitectura. As atenções são depois voltadas para a realidade da Universidade de Aveiro, graças à sessão “A c</span><span data-contrast="auto">onsolidação e requalificação de competências num mundo em mudança: as soluções da Universidade de Aveiro”.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A conferência termina com três sessões dedicadas ao tema Construção Inteligente e Sustentável, nas quais estarão presentes professores da Universidade de Aveiro. São elas: “Transição digital para uma construção e reabilitação sustentável”; “Transição verde para uma construção e reabilitação sustentável”; “Desafios dos materiais e técnicas tradicionais na reabilitação sustentável”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A participação nesta conferência é gratuita, mas sujeita a inscrição através deste </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdXsbkvCSJZswV7wSYYMKsOKO-fl8lwhYXFWp09l78ZSL_xPQ/viewform" target="_blank" rel="noopener"><i><span data-contrast="none">website</span></i></a><span data-contrast="auto">.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © AICCOPN</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/aiccopn-organiza-conferencia-focada-na-construcao-inteligente-e-sustentavel/">AICCOPN organiza conferência focada na construção inteligente e sustentável</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acelerar a transição energética e digital: eis a missão da plataforma Living Energy</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/acelerar-a-transicao-energetica-e-digital-eis-a-missao-da-plataforma-living-energy/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 08:20:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alianca para a transição energética]]></category>
		<category><![CDATA[Living Energy]]></category>
		<category><![CDATA[sector energético]]></category>
		<category><![CDATA[Smart Energy Lab]]></category>
		<category><![CDATA[transição digital]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A plataforma Living Energy, liderada pelo laboratório colaborativo Smart Energy Lab, representa um investimento de 4 milhões de euros para apostar na transição energética e digital no sector residencial e comercial. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/acelerar-a-transicao-energetica-e-digital-eis-a-missao-da-plataforma-living-energy/">Acelerar a transição energética e digital: eis a missão da plataforma Living Energy</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">A plataforma </span></b><a href="https://www.living-energy.pt/" target="_blank" rel="noopener"><b><span data-contrast="none">Living Energy</span></b></a><b><span data-contrast="auto">, liderada pelo laboratório colaborativo Smart Energy Lab, representa um investimento de 1 milhão de euros para apostar na transição energética e digital no sector residencial e comercial.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A <a href="https://www.linkedin.com/company/alianca-para-a-transicao-energetica/" target="_blank" rel="noopener">ATE &#8211; Aliança para a Transição Energética</a>, projecto criado em 2021, visa reforçar a competitividade das empresas do sector energético através da criação de produtos e soluções inovadoras, ao mesmo tempo que é potenciada a transição energética em Portugal. É ao abrigo da agenda desta aliança que surge a plataforma Living Energy, liderada pelo Smart Energy Lab, um laboratório colaborativo na área dos serviços energéticos que assegura o desenvolvimento, implementação e adopção de novos produtos e serviços centrados na transição energética.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A plataforma Living Energy trata-se de uma ferramenta que permite uma aceleração da adesão a novas soluções de gestão e utilização de energia em edifícios residenciais e pequenas empresas. Em comunicado, a Associação Aliança para a Transição Energética conta que o intuito desta plataforma é “capacitar utilizadores e equipamentos através de uma interface intuitiva e atraente. Apresentando dados em tempo real e análises automatizadas, a Living Energy permite a visualização de padrões no uso da electricidade, além de oferecer capacidades de interação com os utilizadores para o desenvolvimento de tarefas e recolha de informação quantitativa e qualitativa”.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Adaptável às necessidades específicas de cada utilizador, quer se trate de um ambiente residencial ou de uma pequena empresa, esta nova ferramenta recolhe, analisa e reporta indicadores energéticos, envolvendo <em>stakeholders</em> através de opções de customização geridas pelo Smart Energy Lab. A Associação Aliança para a Transição Energética entende que esta flexibilidade “facilita o conceito de ‘<em>test before invest</em>’ para qualquer nova ou melhorada solução ou recolha de informação necessária para o reporte de indicadores ESG (Environmental, Social, and Governance)”. Actualmente, a plataforma Living Energy conta com uma comunidade de mais de 100 exploradores em território nacional.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Com um investimento total de quase 4 milhões de euros &#8211; dos quais 3,5 milhões de euros são incentivo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) &#8211; estão a ser desenvolvidas outras soluções a pensar na transição energética que contam com a colaboração de entidades como a EDP Comercial, INESC-ID, Instituto Superior Técnico, INESC TEC e a WITHUS.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/acelerar-a-transicao-energetica-e-digital-eis-a-missao-da-plataforma-living-energy/">Acelerar a transição energética e digital: eis a missão da plataforma Living Energy</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>European Urban Initiative tem 90 milhões de euros para acelerar a transição energética e digital</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/european-urban-initiative-tem-90-milhoes-de-euros-para-acelerar-a-transicao-energetica-e-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 08:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[European Urban Initiative]]></category>
		<category><![CDATA[FEDER]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia nas cidades]]></category>
		<category><![CDATA[transição digital]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=26841</guid>

					<description><![CDATA[<p>A European Urban Initiative (EUI, em português Iniciativa Urbana Europeia) anunciou o seu terceiro convite à apresentação de propostas focadas na transição energética e no usufruto das tecnologias nas cidades.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/european-urban-initiative-tem-90-milhoes-de-euros-para-acelerar-a-transicao-energetica-e-digital/">European Urban Initiative tem 90 milhões de euros para acelerar a transição energética e digital</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A <a href="https://www.urban-initiative.eu/" target="_blank" rel="noopener">European Urban Initiative</a> (EUI, em português Iniciativa Urbana Europeia) anunciou o seu terceiro convite à apresentação de propostas focadas na transição energética e no usufruto das tecnologias nas cidades. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Para que a Europa consiga uma descarbonização bem-sucedida – reduzindo, desde já, as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) até, pelo menos, 55% até 2030 &#8211; sabe-se que este objectivo terá de passar necessariamente pelos centros urbanos. Isto porque mais de 50% das emissões têm origem nas cidades. Neste sentido, promover um futuro mais ecológico e digital para as cidades é o mote deste terceiro convite do European Urban Initiative.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Todas as cidades da União Europeia (UE) já se podem candidatar a este programa, que conta com um orçamento de 90 milhões de euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER). Contudo, não são elegíveis as cidades que já tenham sido apoiadas pela primeira e segunda convocatória da EUI.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Até 14 de Outubro podem ser apresentadas propostas de projectos centrados na transição energética ou na tecnologia nas cidades. Está previsto um tecto máximo de 5 milhões de euros por projecto e um cofinanciamento de 80% do FEDER. Parte deste financiamento irá apoiar a transferência de conhecimentos e a adaptação das soluções que forem testadas a outras cidades da UE. Os restantes 20% serão cobertos pelas autoridades locais e parceiros do projecto.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No âmbito do tema “Transição Energética”, as cidades terão acesso a soluções inovadoras que garantam sistemas energéticos locais acessíveis, seguros e mais limpos. Já a categoria “Tecnologia nas Cidades” visa “explorar tecnologias emergentes e soluções digitais para que seja possível melhorar os serviços públicos e a governação nos centros urbanos, a qualidade de vida, a participação dos cidadãos e garantir segurança e acessibilidade nas cidades”, diz o site da EUI.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Relativamente a esta terceira iniciativa da EUI, a comissária responsável pela Coesão e Reformas, Elisa Ferreira, afirmou que “as cidades actuam como centros de inovação e desempenham um papel vital na promoção das transições ecológica e digital no terreno”. Assim, refere que com este convite está a ser dada às cidades “a oportunidade de explorar o potencial das tecnologias emergentes no sector da energia e não só, abrindo caminho para uma Europa com impacto neutro no clima”. Elisa Ferreira termina, deixando a certeza de que “as zonas urbanas de todas as dimensões não serão deixadas para trás &#8211; asseguraremos que inovam, acompanhando os tempos, para se tornarem mais inclusivas e acessíveis a todos os europeus.”</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Também Xavier Bertrand, presidente da Região Hauts-de-France, entidade responsável da EUI, indica que “a mobilização, empenho e criatividade das cidades europeias permitem responder aos grandes desafios das transições. O lançamento do terceiro convite à apresentação de propostas centrado nas transições energética e digital trata-se de uma verdadeira oportunidade para financiar as capacidades europeias de resiliência dos nossos territórios”.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A European Urban Initiative consiste num instrumento de apoio da política de coesão para o período 2021-2027 e traça o objetivo de reforçar e fortalecer o desenvolvimento urbano sustentável na UE. Para além da inovação, apoia as zonas urbanas da Europa, informando a elaboração de políticas e partilhando conhecimentos sobre o desenvolvimento urbano sustentável através da Agenda Urbana para a UE. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os outros dois convites à apresentação de propostas foram realizados em Outubro de 2022, para apoiar o Novo Bauhaus Europeu, e em Maio de 2023 com os temas “Tornar as cidades mais verdes”, “Turismo sustentável” e “Aproveitar o talento em cidades em declínio”.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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