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	<title>Arquivo de solar térmico - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jan 2026 18:03:40 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de solar térmico - Edificios e Energia</title>
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		<title>Instituto de Formação Vulcano realiza Curso Técnico de Modos de Preparação de A.Q.S.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto de Formação Vulcano (IFV), espaço de formação e certificação dos profissionais de hoje e do futuro nas áreas de água quente, energia solar térmica e climatização, promove o seu curso técnico online de Modos de Preparação de A.Q.S. ...</p>
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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ac00cf961d1ea846fe5a532228b76c6 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-bd51b878d08b2c84989fb0d4bf0913de wp-block-paragraph">O <a href="https://institutoformacaovulcano.bosch-homecomfort.pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><strong>Instituto de Formação Vulcano (IFV)</strong></a>, espaço de formação e certificação dos profissionais de hoje e do futuro nas áreas de água quente, energia solar térmica e climatização, promove o seu <strong>curso técnico online de Modos de Preparação de A.Q.S.</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-338a51d19a33da97ce119c50efce8c64 wp-block-paragraph">A formação terá lugar nos dias <strong>25 e 26</strong> <strong>de fevereiro de 2026, em formato online, em horário pós-laboral</strong>. Destina-se a instaladores, técnicos-comercias recém-licenciados e projetistas que têm o objetivo de dar os primeiros passos na área ou aprofundar conhecimentos.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5d263d14e85ce71c3be8a65dd00a8b92 wp-block-paragraph">Com uma <strong>duração de 6 horas</strong>, este curso proporcionará aos formandos várias aprendizagens acerca de conceitos de calor, energia e potência, conhecimento sobre os sistemas de produção de A.Q.S., sistemas instantâneos, sistemas de acumulação, bombas de calor A.Q.S, contribuição dos sistemas solares térmicos para a produção das A.Q.S., bem como a legislação aplicável.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-21400f520915df339d47449961daaf66 wp-block-paragraph"><strong>Os formandos ficarão capacitados para </strong>identificar e caracterizar os diferentes modos e preparação de A.Q.S., selecionar o sistema de produção A.Q.S. que melhor se adequa a cada instalação, através da estimativa de consumos e custos energéticos, e ainda a valorizar a integração dos sistemas solares térmicos na produção das A.Q.S.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-41f100f308046b67b49c2caa9d20472b wp-block-paragraph">Saiba mais sobre este curso e inscreva-se <strong><a href="https://institutoformacaovulcano.bosch-homecomfort.pt/sui/landingPageItemDetail/42800" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">aqui.</a></strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-93011600da8047eb6ba3e6b4e8659dd9 wp-block-paragraph">Mais informações no website do <a href="https://institutoformacaovulcano.bosch-homecomfort.pt/sui/landingPage"><strong>Instituto de Formação Vulcano</strong></a>.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-c07eb39323055b354de8f25c2caf0d83 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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		<title>Vulcano, o apoio que faz toda a diferença para o seu conforto e eficiência</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/vulcano-o-apoio-que-faz-toda-a-diferenca-para-o-seu-conforto-e-eficiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 07:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Águas Quentes Sanitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Ar Condicionado e Bombas de Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Caldeiras de Chão]]></category>
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		<category><![CDATA[Serviços Técnicos Oficiais da Marca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Porque o seu conforto não pode esperar, a Vulcano, marca portuguesa líder em soluções de água quente e solar térmico, reforça o seu compromisso com um apoio técnico de excelência: os Serviços Técnicos Oficiais da Marca, com resposta rápida em todo o país. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-b8712036c38f739aff33c4242c27d42b wp-block-paragraph" style="font-size:12px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"><strong><em>A Vulcano disponibiliza Serviços Técnicos Oficiais da Marca:  Resposta Rápida, Qualidade Garantida e Cobertura Nacional</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-db0ce7f1468ef0508f09883c17f13d47 wp-block-paragraph">Porque o seu conforto não pode esperar, a <strong><a href="https://www.vulcano.pt/inicio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Vulcano</a></strong>, marca portuguesa líder em soluções de água quente e solar térmico, reforça o seu compromisso com um apoio técnico de excelência: os <strong>Serviços Técnicos Oficiais da Marca</strong>, com resposta rápida em todo o país.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-f1bc8b916c8156ba527b2ccba318daa5 wp-block-paragraph">Quer seja para reparação, manutenção ou revisão periódica, os nossos serviços são prestados por especialistas certificados pela <strong>Vulcano</strong> e formados no <strong>Instituto de Formação Vulcano</strong>, garantindo qualidade, segurança e confiança a cada intervenção.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-bfcbe62b7c6c0f3d68a334a2585f34c4 wp-block-paragraph">Resposta entre 24h a 48h, peças originais e cobertura nacional? Sim!<br>E ainda com a certeza de que está a cuidar do seu equipamento com quem o conhece melhor – o próprio fabricante.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-960175cdad21a65dfc40a22ead8eb880 wp-block-paragraph">Ao optar pelos nossos Serviços Técnicos Oficiais, está a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4e54930ae07d7acbb95040c6268c7fef"><strong>Maximizar a eficiência energética</strong> do seu sistema,</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-141824b0687d3fddddedf5190ce17db3"><strong>Reduzir a emissão de gases poluentes</strong>,</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7d0dab3ab6dc1b215a87e16d5f6a6169"><strong>Estender a vida útil</strong> dos seus equipamentos,</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7ae29bb2fd5dc91cbe6a9e483f335b8b"><strong>Diminuir o risco de falhas ou avarias</strong>,</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-294201a73dc38686e400a97b577ef473">E garantir um serviço com o <strong>selo de qualidade Vulcano</strong>.</li>
</ul>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-128eb60a68e243040869f88f465379de wp-block-paragraph">Disponíveis para Águas Quentes Sanitárias, Caldeiras Murais, Caldeiras de Chão, Solares Térmicos, Ar Condicionado e Bombas de Calor, os nossos técnicos garantem que tudo funciona como deve ser – e durante muito mais tempo.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1713f805b52a9f32917fc7c7e8212d1d wp-block-paragraph"><br><strong>Ligue 211 540 721 ou visite o site em <a href="http://www.vulcano.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">www.vulcano.pt</a></strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-b1a448ccd760a451589d184d285fcbee wp-block-paragraph"><strong>Vulcano. O apoio certo, no momento certo. Porque o seu conforto é a nossa prioridade.</strong></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-c07eb39323055b354de8f25c2caf0d83 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/vulcano-o-apoio-que-faz-toda-a-diferenca-para-o-seu-conforto-e-eficiencia/">Vulcano, o apoio que faz toda a diferença para o seu conforto e eficiência</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>AVAC e Solar Térmico: Como estão as indústrias a reagir?</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/avac-e-solar-termico-como-estao-as-industrias-a-reagir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Ascenso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 08:54:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AVAC]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[EHPA]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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		<category><![CDATA[REHVA]]></category>
		<category><![CDATA[Solar Heat Europe]]></category>
		<category><![CDATA[solar térmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preços da energia altos, taxas do IVA desfasadas e políticas pouco assertivas são alguns dos problemas com que se debatem estes sectores. Fomos falar com a REHVA, EHPA e Solar Heat Europe e conhecer a realidade destes mercados. Entre várias conclusões, ressalta a necessidade de investimento, inovação e capacidade produtiva. Os agentes de mercado têm de se manter na vanguarda para liderarem esta transformação. Sem eles não chegamos aos edifícios zero emissões.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/avac-e-solar-termico-como-estao-as-industrias-a-reagir/">AVAC e Solar Térmico: Como estão as indústrias a reagir?</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=159" target="_blank" rel="noopener">edição nº 159 da Edifícios e Energia</a> (Maio/Junho 2025).</em></strong></p>
<p>Preços da energia altos, taxas do IVA desfasadas e políticas pouco assertivas são alguns dos problemas com que se debatem estes sectores. Fomos falar com a REHVA, EHPA e Solar Heat Europe e conhecer a realidade destes mercados. Entre várias conclusões, ressalta a necessidade de investimento, inovação e capacidade produtiva. Os agentes de mercado têm de se manter na vanguarda para liderarem esta transformação. Sem eles não chegamos aos edifícios zero emissões.</p>
<p>A s indústrias do AVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado) e do solar já viveram muitos momentos conturbados e de adaptação a vários contextos económicos. As estratégias ambientais e a promoção da eficiência energética têm orientado estes sectores tecnológicos no caminho da redução dos consumos energéticos, do conforto térmico ou da qualidade do ambiente interior. O mercado tem estado sempre à altura dos desafios e sido um aliado imprescindível. Sucede que esta cruzada ganha agora novos contornos. A fasquia está mais alta, as metas de Bruxelas são muito exigentes para os edifícios e estes sectores já poderiam estar com a vitalidade que seria desejada para dar resposta aos desafios da descarbonização. E porquê? Porque de um lado temos uma Europa que quer avançar para a dependência energética, incentivar a electrificação renovável e descarbonizar o parque edificado até 2050. E do outro lado, a ausência de políticas assertivas que resolvam os problemas energéticos de base. Bruxelas continua a promover indirectamente os usos de energia que não são endógenos ao manter uma fiscalidade elevada sobre os equipamentos renováveis. Os valores da energia na Europa continuam a ser incompatíveis com a promoção e aposta na electrificação. Um paradoxo que afecta um mercado decisivo e central na estratégia europeia.</p>
<p>Com a nova Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), os edifícios zero emissões vão marcar o ritmo dos projectos e a actividade do AVAC e solar já a partir de 2026. Com a transposição da EPBD para o domínio nacional, as estratégias para a descarbonização dos edifícios vão passar a ser obrigatórias. Mesmo que ainda não se conheçam as metodologias, as exigências vão aumentar em todos os sectores de actividade. Mas há uma coisa que sabemos à partida: sem as indústrias do AVAC e do solar térmico, Bruxelas não chega lá e a descarbonização do parque edificado europeu não se faz.</p>
<p>Tal como nos recorda Serafin Graña no seu habitual artigo de opinião (pág. 44), “a Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que o número de sistemas de AVAC em todo o planeta aumente dos cerca de 2 mil milhões actuais para mais de 6 mil milhões em 2050”. Na Europa, estima-se que a procura vai disparar.</p>
<p>O apoio à indústria e a capacidade produtiva e inovadora destes sectores vão ser factores decisivos, mas já lá vamos. Antes, é preciso entender que a tecnologia não pode, por si só, resolver todos os problemas dos edifícios e, para que o caminho se faça, é preciso atacar as outras áreas, nomeadamente aspectos que devem ser acautelados para que cada um cumpra a sua missão e faça a sua parte sem comprometer um sector em toda a linha. A descarbonização dos edifícios, como sabemos, toca em muitas áreas que vão desde a circularidade de todos os elementos construtivos, ao fabrico e produção dos materiais e componentes, ao transporte, etc. É preciso minimizar as necessidades energéticas dos edifícios a nível conceptual e construtivo, logo num primeiro momento. Este é um ponto prévio, muito falado, mas obrigatório, antes de começarmos a falar em soluções activas ou da “corrida à tecnologia” como nos explica João Sousa, projectista, nesta edição (pág. 32).</p>
<p>Nada de novo, já que a principal novidade poderá estar naquilo que é exigido à indústria. Nesse sentido, fomos tentar perceber, junto das principais associações do sector, aquilo que está em cima da mesa. Para esta edição da revista <em>Edifícios e Energia</em>, a Federação Europeia das Associações de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (REHVA), a Associação Europeia de Bombas de Calor (EHPA) e a Associação Europeia da Indústria do Solar Térmico (Solar Heat Europe – SHE) confirmam que estão alinhadas e, de uma forma muito activa, a reivindicar um conjunto de questões indispensáveis ao desenvolvimento e crescimento destes sectores. Também do lado português, a Associação Portuguesa das Empresas dos Sectores Térmico, Energético, Electrónico e do Ambiente (APIRAC) e a Associação Portuguesa dos Engenheiros de Frio Industrial e Ar Condicionado partilham o posicionamento do sector em Portugal (EFRIARC) na pág. 18.</p>
<h4><strong>AVAC E SOLAR NO CENTRO DA DESCARBONIZAÇÃO</strong></h4>
<p>Investimento, inovação ou capacidade de produção são áreas determinantes nesta fase. Para a REHVA, o sector deixa de ser “periférico” com a reformulação da EPBD em 2024. Este diploma “coloca os profissionais do AVAC no centro da jornada da descarbonização da Europa&#8221;. Para os especialistas da REHVA, fundada em 1963 e que representa mais de 120 mil projectistas de AVAC, engenheiros, técnicos e especialistas em 26 países europeus, “os sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado são agora fundamentais para alcançar edifícios com emissões zero, melhorar a qualidade do ambiente interior (IEQ &#8211; <em>Indoor Environmental Quality</em>) e garantir a resiliência energética”. Para responderem às ambições da directiva, “os agentes do mercado devem manter-se na vanguarda” e, por isso, a mensagem da REHVA é clara: “Aqueles que se adaptarem cedo irão liderar a transformação. Os que não o fizerem, arriscam-se a ficar para trás”. Mais, “a EPBD reformulada em 2024 marca uma mudança do desempenho energético no papel para o desempenho em funcionamento nos edifícios”.</p>
<blockquote><p>ELIMINAÇÃO PROGRESSIVA DOS COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS<br />
Uma das preocupações mais prementes é a eliminação progressiva das caldeiras alimentadas por combustíveis fósseis. Associações como a REHVA sublinharam a necessidade de uma abordagem que inclua a indústria tecnológica e seja sensível ao contexto, permitindo sistemas híbridos ou adaptações faseadas nos casos em que a electrificação total ainda não é viável. Em resposta, muitos fabricantes estão a acelerar os portfólios de bombas de calor, sistemas híbridos e programas de formação para projectistas e instaladores.<br />
REHVA</p></blockquote>
<p>Para além das estratégias de descarbonização, é preciso ainda olhar para a maior abrangência da directiva. Como sublinha a REHVA, “a reformulação de 2024 da EPBD é mais do que uma actualização técnica”. Trata-se de uma “resposta da UE a uma cascata de crises que se sobrepõem. Desde as alterações climáticas, a segurança energética até à saúde em recintos fechados e à equidade social, a revisão da directiva reflecte um entendimento mais amplo e urgente naquilo que os edifícios devem proporcionar”. E no centro dessa transformação está “o desempenho dos sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado”.</p>
<p>Proteger a saúde dos ocupantes dos edifícios, melhorar a qualidade de vida das pessoas e acelerar as taxas de reabilitação energética são, por isso, factores que a REHVA elege como prioritários neste processo. E alerta: “Esta mudança coloca novas responsabilidades e oportunidades aos profissionais de AVAC. Os projectistas, instaladores ou especialistas na actividade da manutenção já não estão a trabalhar nos bastidores. As suas decisões influenciam o cumprimento das metas das emissões zero, o conforto térmico e contribuem para a flexibilidade e digitalização da rede”.</p>
<p>Uma maior rapidez na resposta e produção, soluções flexíveis e facilmente adaptáveis às características dos edifícios, a facilidade na instalação ou as soluções modulares, são as respostas que o mercado tem de dar, confirmam estas instituições. A REHVA elege a “flexibilidade, a rapidez e o custo-eficácia” dos sistemas de AVAC como os motores que definem “a próxima geração de projectos e construção. O sucesso da EPDB depende desta capacidade do sector do AVAC”. A flexibilidade não pode estar apenas ao nível da conceção dos sistemas, defende a REHVA. “Os modelos de negócio também precisam de ser flexíveis”. Do ponto de vista comercial, “o <em>leasing</em>, os contratos de desempenho e as ofertas baseadas em serviços (<em>AVAC-as-a-Service</em>) estão a tornar-se opções atractivas, especialmente para os clientes do sector público que enfrentam restrições orçamentais, mas que estão sujeitos a prazos apertados”.</p>
<blockquote><p>QUALIDADE DO AMBIENTE INTERIOR (IEQ)</p>
<p>A tendência aponta para soluções integradas e com desempenho verificado, como a ventilação controlada por procura com monitorização de CO2, ou o aquecimento/arrefecimento por zonas com sensores de qualidade do ambiente interior (QAmI). Alguns fabricantes começam a incluir a QAmI como parte das suas ofertas de sistemas, enquanto associações como a REHVA estão a actualizar as orientações para apoiar os profissionais neste modelo de dupla abordagem: poupança de energia + bem-estar dos ocupantes.</p>
<p>REHVA</p></blockquote>
<p>Para estas indústrias, para as PME´s, para os projectistas e para os instaladores existem outros problemas de base que precisam de solução urgente. “No entanto, a par destas preocupações, há sinais de adaptação pragmática e de alinhamento estratégico com as ambições da directiva”, explica-nos a REHVA. Uma boa notícia, tendo em conta o caminho que está por fazer.</p>
<h4><strong>AS BOMBAS DE CALOR – PRECISAM-SE MEDIDAS URGENTES!</strong></h4>
<p>As bombas de calor estão a passar por grandes dificuldades com o mercado a cair para níveis que não eram esperados. A razão estará nos preços da energia e na manutenção elevada da taxa do IVA na maioria do espaço europeu. A electricidade continua cara e torna-se pouco vantajoso investir numa bomba de calor quando as pessoas ainda pagam menos pelo aquecimento com recurso a combustíveis fósseis. Uma reivindicação da EHPA que sublinha a previsibilidade da procura a longo prazo e denuncia a falta de atenção a estes temas, tanto no Acordo para a Indústria Limpa como no Plano de Acção para a Energia Acessível.</p>
<p>As vendas caíram em média 21% (em comparação com o ano de 2023) em 14 grandes mercados europeus, representando cerca de 90% do total do mercado europeu. Quem o avança é a EHPA. “O mercado passou de 2,8 milhões para 2,2 milhões de unidades vendidas”. No topo da lista, a associação europeia identifica três razões principais: o apoio governamental instável &#8211; as alterações nos regimes de subsídios enfraqueceram a confiança dos consumidores, tornando as bombas de calor menos atractivas; a recessão económica &#8211; a crise do custo de vida fez com que os consumidores hesitassem em investir em novos sistemas de aquecimento; o gás barato e subsidiado &#8211; os baixos preços do gás tornam as caldeiras a combustíveis fósseis uma opção mais acessível a curto prazo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-31935  alignleft" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2012493668-1-1-1024x679.jpg" alt="" width="366" height="243" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2012493668-1-1-1024x679.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2012493668-1-1-300x199.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2012493668-1-1-768x510.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2012493668-1-1-1536x1019.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2012493668-1-1-2048x1359.jpg 2048w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2012493668-1-1-610x405.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2012493668-1-1-1080x717.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2012493668-1-1-scaled.jpg 1200w" sizes="(max-width: 366px) 100vw, 366px" /></p>
<p>Numa altura em que a dinamização das soluções renováveis é essencial para a Europa, a EHPA considera que, “em vez de acelerar a transição para um aquecimento limpo, as políticas estão inadvertidamente a empurrar os consumidores para caldeiras alimentadas a combustíveis fósseis, comprometendo os objectivos climáticos”. Para além de “limitar o abandono dos combustíveis fósseis”, a EHPA chama a atenção para “o aumento das instalações de caldeiras a combustíveis fósseis”, que resulta numa “inversão ao progresso” que Bruxelas promove.</p>
<p>Como consequência desta ausência de políticas eficazes, a associação explica à <em>Edifícios e Energia</em> que o sector das bombas de calor está com “grandes dificuldades”. Trata-se de uma indústria que “fabrica 60-73% dos seus produtos na Europa” e que se debate com “a perda de postos de trabalho” e a diminuição do investimento na sua capacidade de produção. Globalmente, e segundo dados fornecidos pela associação europeia, o sector das bombas de calor gera cerca de 416 mil empregos directos e indirectos. “O declínio da procura de bombas de calor também teve impacto no emprego, com pelo menos quatro mil postos de trabalho cortados e mais de seis mil afectados. “Estes contratempos estão, não só a prejudicar a indústria, mas também a enfraquecer a competitividade e a segurança energética da Europa”, reforçam os responsáveis pela EHPA.</p>
<p>Para dar resposta a estes problemas, a associação europeia pede medidas urgentes. A redução do IVA sobre as bombas de calor para 5% é uma medida possível “ao abrigo da legislação da UE desde 2022”. No entanto, a EHPA vai mais longe e pretende que esta redução seja ainda maior, apoia os 0% de IVA e incentiva os Estados-Membros a adoptá-la como estratégia.</p>
<p>“O sector das bombas de calor precisa de políticas estáveis e previsíveis”, no entanto, e numa altura em que os trabalhos de transposição da EPBD já começaram, existe a possibilidade de “este diploma ser aberto à legislação conexa”. Para a EHPA, esta realidade vai criar “incerteza regulamentar” que pode “minar a confiança dos investidores e atrasar projectos fundamentais”. Uma incerteza que poderá “resultar em mais perdas de postos de trabalho e atrasar significativamente os progressos e os objectivos climáticos e energéticos da Europa”, alerta a associação.</p>
<p>Ultrapassadas estas questões, é previsível que o sector esteja mais bem preparado para dar resposta àquilo que lhe é exigido. A EHPA relembra que, mesmo neste contexto, “as empresas já estão a alinhar as suas estratégias com os objectivos da EPBD”, com mais investimento na capacidade de fabrico, desenvolvimento de programas de formação e inovação. Nos últimos três anos, “os fabricantes de bombas de calor na Europa investiram quase sete mil milhões de euros em cerca de 300 locais de produção no espaço europeu. A indústria das bombas de calor está empenhada em melhorar ainda mais a eficiência, a acessibilidade e a flexibilidade, satisfazendo as exigências dos novos projectos de construção e renovação”. Mas para o efeito, e para “garantir o crescimento e a estabilidade a longo prazo, segundo a EHPA, “o sector precisa de clareza e continuidade no quadro regulamentar”.</p>
<blockquote><p>TORNAR A QAI (QUALIDADE DO AMBIENTE INTERIOR) VISÍVEL</p>
<p>A IEQ, ou Qualidade do Ambiente Interior, já não é opcional. À medida que os sensores se tornam obrigatórios em muitos edifícios novos e renovados, espera-se que os profissionais de AVAC especifiquem, instalem e interpretem os dados. Em vez de tratar esta actividade como trabalho extra, é importante olhar para esta oportunidade como a demonstração de um valor acrescentado: fornecer sistemas que não se limitam a reduzir o consumo de energia, mas que melhoram activamente o conforto, a produtividade e a saúde.</p>
<p>REHVA</p></blockquote>
<p>Com preços da electricidade e um IVA mais justos, os Sistemas de Automatização e Controlo de Edifícios (SACE) e a inteligência dos edifícios “permitem que as bombas de calor funcionem quando a electricidade é mais barata, ao mesmo tempo que a integração perfeita com painéis solares e outras fontes renováveis vai reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e optimizar o consumo de energia”. A integração é um caminho inevitável e garante maior flexibilidade para as soluções, o que torna “as bombas de calor mais adaptáveis a diferentes tipos de edifícios&#8221;, explica esta associação europeia.</p>
<h4><strong>SOLAR TÉRMICO &#8211; SISTEMAS HÍBRIDOS SÃO A TENDÊNCIA</strong></h4>
<p>“Sem arrependimentos” é como a indústria do solar térmico se define no actual contexto. A razão, segundo Pedro Dias, Deputy Managing Director na Solar Heat Europe, é o facto de o solar térmico se destacar como uma solução híbrida no que toca a custos baixos e flexibilidade. “O solar térmico beneficia de uma vasta experiência em combinação com outras tecnologias, como o gás e a biomassa, e integra-se perfeitamente com sistemas existentes ou novos, como as bombas de calor”. Recorde-se de que, depois de vários incentivos no início deste século, o solar térmico foi sendo preterido por soluções que davam respostas directas à dinâmica da electrificação e com as quais foi concorrendo, nomeadamente as bombas de calor e o solar fotovoltaico. A produção de calor renovável para aquecimento de água e ambiente através dos colectores solares térmicos é obrigatória em Portugal para os edifícios novos residenciais e está a posicionar-se como um complemento importante para as metas da descarbonização, também para os edifícios comerciais e serviços. A seu favor está ainda o facto de a indústria estar maioritariamente concentrada na Europa e num mercado dominado por PME´s, “posicionados desde a Finlândia ao Chipre, incluindo Portugal”.</p>
<blockquote><p>SOLAR TÉRMICO: UMA TECNOLOGIA IMPRESCINDÍVEL</p>
<p>Actualmente, o sector solar térmico tem sido sujeito a muitos desenvolvimentos de I&amp;D, é uma tecnologia moderna e fiável que fornece calor renovável até 400 °C e é adequada para muitas aplicações diferentes. O sector tem uma forte base de produção europeia, capaz de satisfazer 90% da procura interna de sistemas solares térmicos e de exportar para todo o mundo. A Solar Heat Europe representa diferentes partes da cadeia de valor, sendo os seus membros constituídos por fornecedores, fabricantes, promotores de projectos, institutos de investigação e associações nacionais de 16 países europeus.</p>
<p>Solar Heat Europe</p></blockquote>
<p>O trabalho da SHE em promover o solar térmico tem sido muito activo e os argumentos técnicos são vários. “Para acelerar a sua implementação face às metas de renovação da EPBD, e mais especificamente tendo em conta os requisitos do ‘Artigo 10. Energia solar nos edifícios’, o sector está a concentrar-se na densidade energética superior do solar térmico em comparação com o fotovoltaico. Um sistema solar térmico (ST) gera 600-1000 kWh/m²/ano de energia térmica, essencial para diversas aplicações de calor, enquanto um painel solar fotovoltaico (PV) convencional produz 150-250 kWh/m²/ano de electricidade. Esta eficiência, resultante da capacidade do ST de converter até 80% da radiação solar em calor útil, torna-o prioritário para a descarbonização do consumo de calor, especialmente em espaços urbanos limitados”, explica Pedro Dias.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-31936  alignright" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2212908737-1-1024x683.jpg" alt="" width="408" height="272" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2212908737-1-1024x683.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2212908737-1-300x200.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2212908737-1-768x512.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2212908737-1-1536x1024.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2212908737-1-2048x1365.jpg 2048w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2212908737-1-610x407.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2212908737-1-1080x720.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2212908737-1-scaled.jpg 1200w" sizes="(max-width: 408px) 100vw, 408px" /></p>
<p>Os sistemas híbridos são a tendência para este mercado que se quer reafirmar. “O desenvolvimento de tecnologias híbridas, tanto a nível de painéis PVT (fotovoltaico-térmico) como de sistemas híbridos como solar térmico/bomba de calor é uma prioridade, maximizando a densidade energética e a eficiência, particularmente em reabilitações com restrições de espaço”. Neste sentido, a SHE espera que a EPBD seja “justa e eficaz”. Para Pedro Dias, “é crucial estabelecer um´<em>level playing field</em>`entre as diferentes tecnologias de energia renovável, nomeadamente o solar térmico e o fotovoltaico. O uso do solar térmico nos edifícios não pode ser ignorado!”. Segundo a SHE, os enquadramentos legais não fazem a necessária referência concreta nem promovem esta solução “como previsto no artigo 10º da EPBD. É essencial criar condições equitativas, o que implica considerar a densidade energética de cada tecnologia, definindo critérios com base na capacidade instalada e não na área ocupada. Dessa forma, possibilita-se a valorização do contributo específico de cada tecnologia para a descarbonização do parque edificado, evitando um favorecimento implícito de uma tecnologia em detrimento de outra, e permitindo que os decisores e os consumidores escolham a solução mais adequada às suas necessidades e condições locais, maximizando assim o potencial de ambas as tecnologias na transição energética”.</p>
<blockquote><p>SISTEMAS DE AUTOMATIZAÇÃO E CONTROLO DE EDIFÍCIOS (SACE)</p>
<p>Os SACE já não são opcionais (mesmo para os novos edifícios residenciais até 2026). Em resposta, o sector está a investir na melhoria das competências, desde a formação a iniciativas financiadas pela UE no âmbito dos programas LIFE e Horizonte Europa. Os fabricantes estão também a simplificar as interfaces e a oferecer soluções pré-configuradas para reduzir as dificuldades de entrada no mercado. A interoperabilidade e os protocolos abertos estão a tornar&#8211;se pontos de venda, especialmente à medida que os <em>digital building logbooks</em> e o Indicador de Aptidão para Tecnologias Inteligentes (SRI) começam a ser associados a quadros de conformidade mais amplos.</p>
<p>REHVA</p></blockquote>
<p>Na base destas dificuldades poderá estar a fragmentação entre políticas nacionais e a implementação local, o que, para Pedro Dias, “dificulta a eficácia da EPBD”. A SHE aponta para a harmonização dos diferentes diplomas (com metas claras e adaptação local), a partilha do financiamento europeu entre os governos locais e os municípios e a promoção de plataformas colaborativas, como o Pacto de Autarcas para o Clima e a Energia. “A Solar Heat Europe defende uma cooperação multinível, onde os governos estabelecem normas, a UE apoia com recursos e os municípios implementam acções práticas. Esta sinergia, aliada a incentivos e capacitação, acelera a descarbonização, transformando a EPBD num motor da transição energética nos edifícios”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ESTE ARTIGO CONTOU COM A COLABORAÇÃO DE:</strong></p>
<p><strong>REHVA:</strong> Andrei Vladimir Litiu (EPB Center Executive Director), Johann Zirngibl (REHVA Vice-president), Jarek Kurnitski (REHVA expert, TRC Chair Person), Jaap Hogeling (REHVA Journal Editor-in-chief, EPB Expert and Co-founder of EPB Center), Pablo Carnero Melero (REHVA Technical and EU project Officer Consultant) e Francesco Robimarga (REHVA Policy and Advocacy Officer)</p>
<p><strong>SOLAR HEAT EUROPE:</strong> Pedro Dias, Deputy Managing Director na Solar Heat Europe</p>
<p><strong>EHPA:</strong> especialistas e técnicos da Associação Europeia de Bombas de Calor</p>
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		<title>Nova edição Maio/Junho 2025 &#124; AVAC e Solar Térmico: Como estão as indústrias a reagir?</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-maio-junho-2025-avac-e-solar-termico-como-estao-as-industrias-a-reagir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 08:40:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AVAC]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[EHPA]]></category>
		<category><![CDATA[indústrias]]></category>
		<category><![CDATA[REHVA]]></category>
		<category><![CDATA[Solar Heat Europe]]></category>
		<category><![CDATA[solar térmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preços da energia altos, taxas do IVA desfasadas e políticas pouco assertivas são alguns dos problemas com que se debatem as empresas, numa altura em que é preciso investimento e inovação. Fomos falar com a REHVA, EHPA e Solar Heat Europe e conhecer a realidade de um mercado central para a descarbonização dos edifícios europeus.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="p1"><span class="s1"><b><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-31278 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/CapaEE159-768x1024.png" alt="" width="436" height="581" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/CapaEE159-768x1024.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/CapaEE159-225x300.png 225w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/CapaEE159-1152x1536.png 1152w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/CapaEE159-610x813.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/CapaEE159-1080x1440.png 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/CapaEE159-scaled.png 900w" sizes="(max-width: 436px) 100vw, 436px" /></b></span></h4>
<h3></h3>
<h3>AVAC e Solar Térmico: Como estão as indústrias a reagir?</h3>
<p class="p2">Preços da energia altos, taxas do IVA desfasadas e políticas pouco assertivas são alguns dos problemas com que se debatem as empresas, numa altura em que é preciso investimento e inovação. Fomos falar com a REHVA, EHPA e Solar Heat Europe e conhecer a realidade de um mercado central para a descarbonização dos edifícios europeus.</p>
<p>Ainda nesta edição:</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>ENTREVISTA</b></span></h4>
<p class="p2"><span class="s1">João Sousa, projectista, explica os desafios da actividade do projecto e da nova EPBD<span data-teams="true">.</span></span></p>
<h4>ANÁLISE</h4>
<p>Qualidade do Ar Interior: saúde, produtividade e benefícios económicos.</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>OPINIÃO</b></span></h4>
<p class="p2">Eduardo Maldonado: &#8220;O Certificado Energético e o SCE estão a precisar de uma <em>major renovation</em>&#8220;;</p>
<p>Serafin Graña: “A indústria dos equipamentos de AVAC&amp;R – metas e desafios”;</p>
<p>Carlos Oliveira: “A certificação energética no contexto da nova habitação social ao abrigo do PRR”.</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL</b></span></h4>
<p class="p2">Gabriela Barbosa e Manuela Almeida, Universidade do Minho: &#8220;Passaportes de Renovação: a nova ferramenta para planear intervenções energéticas faseadas&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p6"><em><span class="s1"><strong>Não perca estes e outros temas na edição de Maio/Junho de 2025. </strong><strong>Saiba mais <a href="http://loja.medialine.pt/Loja/?p=edificiosenergia" target="_blank" rel="noopener"><span class="s5">aqui</span></a>.</strong></span></em></p>
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		<item>
		<title>Nova Campanha Solar Térmico da VULCANO inclui 6 anos de garantia com manutenção incluída</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/nova-campanha-solar-termico-da-vulcano-inclui-6-anos-de-garantia-com-manutencao-incluida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 09:06:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[“Poupar de sol a sol. É Vulcano”]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha até 31 Julho]]></category>
		<category><![CDATA[manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[solar térmico]]></category>
		<category><![CDATA[Soluções de Água Quente]]></category>
		<category><![CDATA[vulcano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Vulcano, marca portuguesa líder em Soluções de Água Quente, lança uma nova Campanha de Solar Térmico com o mote “Poupar de sol a sol. É Vulcano” que oferece uma extensão do período de garantia, de 3 para 6 anos, com manutenção da marca incluída. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-da6af3784984af259fef9c6bfcc482a8 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-4ee00a41f20997d6c1a23cca8a1ee389 wp-block-paragraph"><strong><em>Até 31 de julho, na compra de um novo sistema solar térmico termossifão a <br>Vulcano oferece 6 anos de garantia, com manutenção da marca incluída.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5d5be13e580d59bcc32ec19fe378fbca wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.vulcano.pt/inicio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Vulcano</a></strong>, marca portuguesa líder em Soluções de Água Quente, lança uma nova Campanha de Solar Térmico com o mote <strong>“Poupar de sol a sol. É Vulcano”</strong> que oferece uma extensão do período de garantia, de 3 para 6 anos, com manutenção da marca incluída.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ea6d1e9433b64a3d22518a00ebb02b0b wp-block-paragraph">Porque as soluções solares <strong>Vulcano</strong> são pensadas para obter a mais elevada eficiência energética aliada ao máximo conforto, a <strong>Vulcano</strong> está a oferecer uma extensão do período de garantia, de 3 para 6 anos, com manutenção da marca incluída, na aquisição de um sistema solar térmico termossifão. A Campanha decorre de 1 de maio a 31 de julho, limitada aos primeiros 200 consumidores mensais, sendo que só necessita de registar a sua compra no site para se tornar elegível. Também no <a href="https://www.vulcano.pt/inicio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">site</a> da Vulcano, poderá solicitar, em qualquer altura, um pedido de <strong>orçamento totalmente gratuito</strong>, sem compromisso e adaptado às suas necessidades.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3cdc10247ab1225ff2e315ddcbbc5f75 wp-block-paragraph">Nadi Batalha, Responsável de Marketing da Vulcano, refere que <em>“Só uma marca especialista em soluções de água quente e solar térmico consegue oferecer às famílias portuguesas a possibilidade de poupar de sol a sol. Com o lançamento desta campanha estamos a reforçar o nosso compromisso em oferecer soluções cada vez mais sustentáveis, eficientes e geradoras de poupança e conforto, enquanto reforçamos a importância da manutenção preventiva para assegurar que os equipamentos e os seus sistemas funcionem com a máxima performance e longevidade.”</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5c84a9196a1b3b36f915facb40ac865a wp-block-paragraph">Os sistemas solares por termossifão são a solução ideal para quem procura uma instalação rápida, simples e económica de aquecimento de águas, sendo compostos por um, ou dois, coletores solares planos e por um depósito de água que se encontra na parte superior do coletor. Para aproveitar a energia solar, basta ligar a água de rede ao depósito e levar a água quente do depósito aos pontos de consumo, sem necessitar de ligação elétrica, nem de grupo de circulação ou de centrais de controlo. Uma solução versátil e de fácil instalação e manutenção.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ac00cf961d1ea846fe5a532228b76c6 wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:70px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</strong></em><br><em><strong>Fonte: Press Release</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projecto SUREFIT concluído com reunião final em Lisboa</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/projecto-surefit-concluido-com-reuniao-final-em-lisboa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 08:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[ISQ]]></category>
		<category><![CDATA[janelas]]></category>
		<category><![CDATA[persianas]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação térmica]]></category>
		<category><![CDATA[renovação]]></category>
		<category><![CDATA[renovação energética]]></category>
		<category><![CDATA[solar térmico]]></category>
		<category><![CDATA[SUREFIT]]></category>
		<category><![CDATA[ventilação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=31004</guid>

					<description><![CDATA[<p>O projecto SUREFIT terminou recentemente em Lisboa, com um encontro entre todos os parceiros envolvidos, assinalando a conclusão desta iniciativa dedicada à reabilitação energética dos edifícios. Na reunião, foram debatidas as conquistas, os desafios e o impacto a longo prazo das soluções desenvolvidas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/projecto-surefit-concluido-com-reuniao-final-em-lisboa/">Projecto SUREFIT concluído com reunião final em Lisboa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O projecto <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/isq-projecto2139/" target="_blank" rel="noopener">SUREFIT</a> terminou recentemente em Lisboa, com um encontro entre todos os parceiros envolvidos, assinalando a conclusão desta iniciativa dedicada à reabilitação energética dos edifícios. Na reunião, foram debatidas as conquistas, os desafios e o impacto a longo prazo das soluções desenvolvidas. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O projecto chegou ao fim no final de Fevereiro, depois de quase cinco anos a trabalhar para melhorar a eficiência energética e a renovação de edifícios residenciais existentes, através da integração de </span><a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1509-projecto-surefit-testa-tecnologias-para-reabilitar-habitacoes-de-forma-rapida-e-acessivel/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">tecnologias</span></a><span data-contrast="auto"> pré-fabricadas.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">O consórcio, coordenado pelo ISQ – Instituto de Soldadura e Qualidade, é composto por várias empresas de investigação e entidades públicas de diversos países europeus. Cada parceiro partilhou as suas contribuições e experiências, destacando os resultados obtidos através das tecnologias do SUREFIT, como painéis fotovoltaicos, sistemas de fachada pré-fabricados, envidraçamento a vácuo fotovoltaico e membranas respiráveis.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Desenvolver este tipo de tecnologias inovadoras era um dos objectivos. Fabricadas pelos parceiros industriais do consórcio, as tecnologias foram aplicadas em cinco edifícios existentes em países localizados em climas distintos &#8211; Portugal, Reino Unido, Grécia, Espanha e Finlândia. No caso português, um edifício piloto no município de Mafra foi profundamente remodelado com a intenção de melhorar as condições de vida dos ocupantes, abordar questões como a humidade e a perda de calor e preparar a integração de tecnologias SUREFIT. A Câmara Municipal de Mafra, proprietária do edifício, ficou encarregue por uma parte da renovação.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Bomba de calor com painéis termodinâmicos, recuperador de calor em janela, janela fotovoltaica, persianas inovadoras de redireccionamento de luz e calor e ainda dispositivos inteligentes de controlo e medição </span><span data-contrast="auto">foram as tecnologias de renovação utilizadas neste edifício.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Um outro foco da reunião foi a análise de dados e a avaliação de desempenho, onde os membros do projecto reviram os ganhos de eficiência energética, as melhorias no ambiente interno e a viabilidade financeira das soluções implementadas. Além disso, as discussões centraram-se no impacto da divulgação, enfatizando o sucesso das actividades, tais como </span><i><span data-contrast="auto">workshops</span></i><span data-contrast="auto">, exposições, materiais de formação, publicações científicas e cobertura mediática.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Com a conclusão oficial do projecto, os parceiros exploraram oportunidades para a colaboração futura e ampliação das inovações do SUREFIT. As discussões incluíram possíveis caminhos para a comercialização, integração de políticas e investigação adicional para expandir a adopção de soluções de modernização sustentáveis.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em comunicado, os responsáveis pelo projecto afirmam que a reunião do consórcio foi “uma conclusão adequada para um projecto ambicioso e impactante, reforçando a importância da investigação colaborativa e da inovação para atingir as metas energéticas e climáticas da Europa”. Embora o projecto tenha chegado ao fim, garantem que “o legado continuará a influenciar o futuro da renovação de edifícios sustentáveis na Europa e noutros locais”.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © SUREFIT</p>
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		<title>Nova Campanha Digital da Vulcano: &#8220;Natal em família é tradição da casa&#8221;</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/nova-campanha-digital-da-vulcano-natal-em-familia-e-tradicao-da-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2024 07:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[água quente]]></category>
		<category><![CDATA[AQS]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[conforto térmico]]></category>
		<category><![CDATA[solar térmico]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[vulcano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Vulcano, marca portuguesa líder em soluções de água quente e solar térmico, assinala a chegada do Natal com uma nova campanha de comunicação digital, que pretende reforçar o verdadeiro espírito desta época, focando no que realmente importa: o conforto em estarmos perto de quem mais gostamos. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1" style="text-align: center;"><strong><em>A Vulcano volta a assinalar o Natal com uma nova campanha de comunicação digital</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <a href="https://www.vulcano.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Vulcano</strong></a>, marca portuguesa líder em soluções de água quente e solar térmico, assinala a chegada do Natal com uma nova campanha de comunicação digital, que pretende reforçar o verdadeiro espírito desta época, focando no que realmente importa: o conforto em estarmos perto de quem mais gostamos.</p>
<p><em>“A cada ano que passa, celebramos o Natal nas nossas casas, acolhendo as tradições que aproximam a família e os amigos, criando momentos de união que se transformam em recordações e que aquecem os nossos corações. São as tradições e memórias que mais nos remetem para o Natal  e que permitem, anualmente, manter a família e amigos unidos”</em>, refere Nadi Batalha, Responsável de Marketing da Vulcano.</p>
<p>A campanha “Natal em família é tradição da casa” retrata o momento de reunião com os familiares e o reviver das tradições que fazem parte do Natal dos portugueses. Assim, a Vulcano deseja a todos um Feliz Natal, repleto de conforto e bonitas memórias.</p>
<p>A campanha de comunicação digital da Vulcano encontra-se disponível nas redes sociais da marca, nos formatos habituais e também em vídeo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="O melhor do Natal está presente numa casa Vulcano" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/hV01rB_qDXc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
</span></span></strong></em><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">Fonte: Press Release </span></span></strong></em></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
</div>
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		<item>
		<title>Sistemas solares térmicos no SCE</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/sistemas-solares-termicos-no-sce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 10:11:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[bombas de calor]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[sce]]></category>
		<category><![CDATA[solar térmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No início de julho, fez 17 anos que entrou em funcionamento o SCE – Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios. Desde então, os regulamentos foram introduzindo alterações nas metodologias e tecnologias, bem como nos modelos da construção com intervenção técnica, num enquadramento transversal a todo o processo de edificação, por vezes, de forma mandatária no que diz respeito às soluções a aplicar na envolvente e em instalações técnicas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/sistemas-solares-termicos-no-sce/">Sistemas solares térmicos no SCE</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="s1">Artigo publicado originalmente na edição de <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=155" target="_blank" rel="noopener"><span class="s2">Setembro/Outubro de 2024</span></a> da Edifícios e Energia.</span></strong></em></p>
<p>No início de julho, fez 17 anos que entrou em funcionamento o SCE – Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios, no seguimento da transposição parcial para a ordem jurídica nacional da Diretiva n.º 2002/91/ CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, relativa ao desempenho energético dos edifícios.</p>
<p>Desde então, os regulamentos foram introduzindo alterações nas metodologias e tecnologias, bem como nos modelos da construção com intervenção técnica, num enquadramento transversal a todo o processo de edificação, por vezes, de forma mandatária no que diz respeito às soluções a aplicar na envolvente e em instalações técnicas.</p>
<p>Os mais antigos lembram-se do Decreto-Lei n.º 80/2006, de 4 de abril, designado RCCTE – Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios, no qual um edifício residencial pobre energeticamente, à luz dos modelos atuais, poderia obter classe A+ desde que fosse equipado com painéis solares térmicos para aquecimento de água sanitária.</p>
<p>O recurso a coletores solares térmicos nos edifícios (residenciais) era então obrigatório sempre que existisse uma exposição solar adequada, na base de 1 m2 de coletor por ocupante convencional previsto, conforme definido na metodologia de cálculo das necessidades nominais de energia para aquecimento de água sanitária. Nesta metodologia, o consumo de energia renovável, introduzido pelo sistema solar térmico, tinha um peso dez vezes superior ao das soluções passivas de consumo de energia e conforto térmico.</p>
<p>O Decreto-Lei n.º 118/2013 veio alterar completamente o negócio dos sistemas solares térmicos (SST), permitindo a substituição por bombas de calor termodinâmicas. Começou então o declínio do mercado dos SST e o exponencial aumento da utilização das bombas de calor.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-28420 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/11/Captura-de-ecra-2024-11-18-195651-1024x333.png" alt="" width="532" height="173" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/11/Captura-de-ecra-2024-11-18-195651-1024x333.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/11/Captura-de-ecra-2024-11-18-195651-300x97.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/11/Captura-de-ecra-2024-11-18-195651-768x249.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/11/Captura-de-ecra-2024-11-18-195651-610x198.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/11/Captura-de-ecra-2024-11-18-195651-1080x351.png 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/11/Captura-de-ecra-2024-11-18-195651.png 1200w" sizes="(max-width: 532px) 100vw, 532px" /></p>
<p>Naquele tempo, os SST, apesar de serem fundamentais para uma boa classificação energética, eram mal amados, quer pelos arquitetos, em geral, que os viam como extremamente intrusivos nas obras de arquitetura, quer pelos organismos públicos que supervisionavam os processos de licenciamento urbanístico, principalmente nas zonas históricas com vista preponderante sobre os locais turísticos da cidade. Além disso, havia o obstáculo da necessidade de mão de obra especializada, que escasseava, e a questão de o antigo CAP, de avaliação de competências profissionais, ter sido colocado fora do sistema.</p>
<p>Entretanto, a metodologia de cálculo foi alterada. Os SST foram desvalorizados, assim como cerca de 70 % do edificado existente – incluindo o edificado licenciado ou construído entre 2006 e 2013.</p>
<blockquote><p>Quem ainda se lembra do artigo do professor Maldonado publicado na revista Edifícios e Energia n.º 153, de maio/junho, pode fazer as contas e avaliar que, apesar de todos os simplex urbanísticos, a regulamentação tem ajudado muito pouco no que diz respeito ao bolso dos portugueses e ao direito constitucional à habitação.</p></blockquote>
<p>Como tal, passaram a utilizar-se bombas de calor de dupla função, para aquecimento da água sanitária e climatização, que permitiam ultrapassar os limites regulamentares relativamente à etiqueta energética, bem como aos parâmetros de conforto.</p>
<p>Estamos, agora, no âmbito do Decreto-Lei último, de 7 de dezembro de 2020, que mudou outra vez tudo no SCE. Resumidamente, nos edifícios de habitação novos a classe mínima é A, o que significa que estes têm de consumir menos de metade da energia teórica regulamentar permitida anteriormente. Já no caso de edifícios de comércio e serviços a classe mínima é B, ou seja, estes edifícios têm de ter o correspondente a 75 % das necessidades energéticas, de acordo com a metodologia e os indicadores de referência.</p>
<p>Criaram-se, assim, novas oportunidades de negócio para os SST, assistindo-se a uma recuperação dos painéis solares térmicos, bem como das bombas de calor, em termos de posição no mercado – um mercado que, contudo, ainda tem de se adaptar, pois existe uma grande descoordenação entre a informação fornecida pelos fabricantes e a informação requerida pelos organismos oficiais que tutelam o cumprimento da legislação.</p>
<p>Para obtermos, atualmente, as classes regulamentares nos edifícios residenciais, temos geralmente as seguintes três soluções:</p>
<p>1 – Duplicar as espessuras dos isolamentos térmicos da envolvente;</p>
<p>2 – Implementar painéis solares térmicos ou fotovoltaicos associados a bomba de calor de alta eficiência de dupla função;</p>
<p>3 – Instalar duas bombas de calor de alta eficiência independentes para as duas referidas funções caso a exposição solar da cobertura não tenha viabilidade técnica.</p>
<p>Quem ainda se lembra do artigo do professor Maldonado publicado na revista Edifícios e Energia n.º 153, de maio/junho, pode fazer as contas e avaliar que, apesar de todos os simplex urbanísticos, a regulamentação tem ajudado muito pouco no que diz respeito ao bolso dos portugueses e ao direito constitucional à habitação.</p>
<p>Desde logo, os sistemas mistos de dupla função para produção simultânea de aquecimento de água sanitária e climatização têm de evoluir na informação de eficiência, de acordo com a norma europeia EN 16147, para a função de aquecimento de água sanitária e para a função de aquecimento e arrefecimento. O atraso nesta informação tem implicações no mercado, pois sempre que os painéis solares térmicos não têm viabilidade técnica (só são possíveis em orientação para o quadrante SE/SW, sudeste/sudoeste) surge a obrigação de instalar bombas de calor em duplicado. Esta situação é muito difícil de gerir na construção dos edifícios multifamiliares, uma vez que, além de provocar elevados custos acrescidos à construção, cria um problema logístico de espaço técnico, bem como limitações tecnológicas. Distâncias grandes entre as unidades interiores e as exteriores das bombas de calor obrigam a tecnologias mais evoluídas e mais caras.</p>
<blockquote><p>Um dos atuais obstáculos à substituição generalizada de painéis solares fotovoltaicos está relacionado com a complexidade da metodologia de cálculo da energia renovável, e com custos acrescidos nos recursos técnicos.</p></blockquote>
<p>Vemos, assim, que, apesar da evolução da tecnologia fomentada pelos fabricantes, que tem sido muito meritória em relação aos grandes desígnios do planeta e aos bolsos dos cidadãos, há a possibilidade de estes mesmos fabricantes poderem ser altamente prejudicados nos seus investimentos e nas suas evoluções tecnológicas devido a políticas públicas mal planeadas e mal desenvolvidas – políticas, muitas vezes, influenciadas por países estrangeiros com climas muito diferentes.</p>
<p>Infelizmente, em Portugal, os agentes do sector parecem estar pouco atentos à intrusão e ao condicionamento da tecnologia pela regulamentação.</p>
<p>Atualmente, pensamos que os SST estão novamente em declínio em face dos sistemas elétricos de captação solar fotovoltaicos, dado que estes últimos podem ser associados a sistemas de bombas de calor, bem como a outros usos, e são muito mais baratos, quer em custos de investimento inicial, quer em custos de exploração e manutenção. Mantêm-se, no entanto, os mesmos problemas em caso de orientação solar não adequada.</p>
<p>Um dos atuais obstáculos à substituição generalizada de painéis solares fotovoltaicos está relacionado com a complexidade da metodologia de cálculo da energia renovável, e com custos acrescidos nos recursos técnicos. Para o cálculo do contributo de energia renovável fotovoltaica, é necessário criar o perfil de carga da instalação, estabelecer necessidades de energia elétrica do edifício através da definição de perfil de consumo sazonal para as várias funções de climatização e aquecimento de água sanitária e distribuir a energia captada pelas diversas funções.</p>
<p>Adicionalmente, novos desafios e novas situações virão com as mudanças na esfera dos gases refrigerantes, com tendência para a utilização de gases naturais dada a proibição de hidrofluorcarbonetos que ultrapassem um potencial de aquecimento global de 150 em todos os produtos de refrigeração, ar condicionado e bombas de calor a partir de 2030. Virão também com a implementação da nova Diretiva n.º 2024/1275, de 24 de abril, cujos resultados se esperam mais eficientes em termos do consumo de energia e do bolso dos cidadãos.</p>
<div class="post-wrap">
<div class="post-content entry-content">
<p style="text-align: center;"><em><strong>As conclusões expressas são da responsabilidade dos autores.</strong></em></p>
<p style="text-align: left;"><span class="TextRun SCXW88395394 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW88395394 BCX0">Fotografia de destaque: © </span></span><span class="TextRun SCXW88395394 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW88395394 BCX0">Shutterstock</span></span></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>A Importância da Manutenção Preventiva na Vida Útil de um Equipamento</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/a-importancia-da-manutencao-preventiva-na-vida-util-de-um-equipamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabel Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 08:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[AQS]]></category>
		<category><![CDATA[conforto]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[fornecimento de água quente]]></category>
		<category><![CDATA[manutenção preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[solar térmico]]></category>
		<category><![CDATA[vulcano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os serviços de manutenção preventiva são uma prática essencial para assegurar que os equipamentos e os seus sistemas funcionem com a máxima eficiência e longevidade. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/a-importancia-da-manutencao-preventiva-na-vida-util-de-um-equipamento/">A Importância da Manutenção Preventiva na Vida Útil de um Equipamento</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os serviços de manutenção preventiva são uma prática essencial para assegurar que os equipamentos e os seus sistemas funcionem com a máxima eficiência e longevidade. Quando pensamos em equipamentos de aquecimento de água, sejam eles a gás ou eletricidade, percebemos que estes desempenham um papel crucial na casa dos portugueses, como também em empresas e estabelecimentos comerciais, garantindo o máximo conforto e eficiência no fornecimento de água quente. Como qualquer outro equipamento, estão sujeitos ao desgaste e a falhas ao longo do tempo, devido à sua utilização contínua e diária, sendo essencial realizar uma manutenção preventiva e regular do mesmo.</p>
<p>Existem várias vantagens quando se realiza uma manutenção preventiva, dando destaque à eficiência energética. Um equipamento ou sistema que não receba manutenção acaba por acumular resíduos, como sedimentos ou incrustações, que prejudicam a sua eficiência. Com o tempo, estas obstruções acabam por obrigar o equipamento a realizar um esforço maior para a sua tarefa, como o aquecimento de água, resultando num maior consumo de energia, aumentando a fatura de energia e diminuindo a longevidade o equipamento.</p>
<p>Ainda na parte económica e não só direcionada à redução do valor da fatura de energia, uma manutenção preventiva permite detetar, de forma precoce, componentes desgastados, que podem ser substituídos ou reparados antes que causem danos maiores ao sistema e, consequentemente, falhas inesperadas e inconvenientes, devido à interrupção do fornecimento de água quente, que resultam em custos de reparação.</p>
<p>Outro ponto crucial é a segurança. Sistemas de aquecimento, especialmente os que operam a gás, podem representar riscos à segurança se não forem devidamente mantidos. Vazamentos, falhas no sistema de exaustão ou na ignição são problemas que podem ser evitados com uma verificação regular realizada por técnicos especializados. Assim, a manutenção preventiva não prolonga apenas a vida útil do equipamento, mas também protege os seus utilizadores contra possíveis acidentes.</p>
<p>Além destes pontos, é igualmente importante considerar o impacte ambiental nas vantagens da manutenção preventiva. Equipamentos eficientes e com manutenção emitem menos poluentes e utilizam recursos de forma mais racional. Numa altura em que, cada vez mais, a sustentabilidade é uma preocupação global, garantir que os equipamentos funcionam dentro dos padrões de eficiência energética recomendados é uma atitude responsável e necessária.</p>
<p>Em conclusão, a manutenção preventiva é um investimento que traz múltiplos benefícios e que deve ser adotada por todos os consumidores. Não se trata apenas de prolongar a vida útil do equipamento, mas de assegurar que ele desempenha as suas funções com a máxima eficiência, segurança e respeito pelo meio ambiente.</p>
<p>Para a <strong>Vulcano</strong>, como uma marca portuguesa líder em soluções de água quente e solar térmico, é imprescindível que para além dos produtos de qualidade que disponibilizamos, garantir também um apoio, que faz toda a diferença, com os nossos Serviços Técnicos Oficiais da Marca. Estes serviços, disponíveis para todos os nossos equipamentos, permitem assegurar uma maior eficiência dos equipamentos e a sua máxima fiabilidade através dos serviços de manutenção com vantagens na redução do risco de anomalia, extensão da vida útil dos seus equipamentos, maximização da poupança energética, redução da emissão de gases poluentes e ainda a garantia de qualidade.</p>
<p>Ao investir em manutenção preventiva, investimos também em conforto, economia e sustentabilidade para o futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>As opiniões expressas são da responsabilidade dos autores e<br />
não reflectem necessariamente as ideias da revista Edifícios e Energia.</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>ESTE ARTIGO CONTA COM O APOIO DA <a href="https://www.vulcano.pt/inicio/" target="_blank" rel="noopener">VULCANO</a></em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr"><br />
</span></span></strong></em></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/a-importancia-da-manutencao-preventiva-na-vida-util-de-um-equipamento/">A Importância da Manutenção Preventiva na Vida Útil de um Equipamento</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fabricantes europeus de sistemas solares térmicos apelam à descarbonização do calor renovável</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/fabricantes-europeus-de-sistemas-solares-termicos-apelam-a-descarbonizacao-do-calor-renovavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 08:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento e arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[parlamento europeu]]></category>
		<category><![CDATA[Solar Heat Europe]]></category>
		<category><![CDATA[solar térmico]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=27243</guid>

					<description><![CDATA[<p>No seguimento da reunião da Assembleia Geral em Bruxelas, o sector solar térmico divulgou o relatório de mercado para 2023. No documento, os fabricantes de sistemas solares térmicos da União Europeia (UE) apelam às autoridades públicas para que seja acelerada a descarbonização do calor proveniente de fontes renováveis. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/fabricantes-europeus-de-sistemas-solares-termicos-apelam-a-descarbonizacao-do-calor-renovavel/">Fabricantes europeus de sistemas solares térmicos apelam à descarbonização do calor renovável</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No seguimento da reunião da Assembleia Geral em Bruxelas, o sector solar térmico divulgou o relatório de mercado para 2023. No documento, os fabricantes de sistemas solares térmicos da União Europeia (UE) apelam às autoridades públicas para que seja acelerada a descarbonização do calor proveniente de fontes renováveis. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório, publicado pela Solar Heat Europe, fornece uma visão da evolução do mercado. Valérie Séjourné, directora-geral da Solar Heat Europe confessou que o impulso registado no mercado durante o ano de 2022 parece ter-se perdido em 2023: &#8220;tal como outros sectores do calor renovável, estamos a observar um crescimento demasiado lento da capacidade total instalada da nossa tecnologia na Europa até agora&#8221;.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para inverter este lento crescimento, o sector apela a “sinais políticos claros e constantes” e incentivos ao calor solar, por parte das autoridades públicas, para que possa ser uma opção clara para fornecer uma fonte de energia eficiente, resiliente e produzida na UE, quer seja para edifícios, quer seja para utilizadores industriais.  </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar do cenário pouco otimista retratado pelo documento, é referido que foram recentemente instalados 1,8 milhões de m2 de colectores solares térmicos por toda a Europa e que onze milhões de telhados já estão equipados com colectores solares térmicos, algo que se traduz em 41 GWth de energia limpa proveniente da luz do sol. Este crescimento foi apoiado por projectos encomendados nos mercados de grande escala, que incluem várias redes de aquecimento urbano solar na Alemanha e na Áustria, bem como vários projectos de descarbonização da indústria em diferentes países europeus, tendo os maiores atingido 11 e 30 MWth, em França e Espanha, respectivamente.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8220;Embora tenhamos assistido a diferentes dinâmicas de mercado entre países e segmentos de mercado, o ritmo da descarbonização do calor está muito longe do que a Europa precisa para atingir os seus objectivos climáticos e de segurança energética, especialmente quando muitas empresas que fabricam essas tecnologias são pequenas e médias empresas sediadas na UE&#8221;, assegura Valérie Séjourné.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Centrando-se numa visão para o futuro, o sector solar térmico congratula-se com o pacote Fit for 55. Segundo o relatório, esta iniciativa oferece “sinais claros” aos 27 Estados-Membros para a adopção de energias renováveis com os objectivos da Directiva das Energias Renováveis e da Directiva da Eficiência Energética, os requisitos para os municípios fornecerem Planos de Aquecimento e Arrefecimento, o Mandato Solar na Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), ou o Regime de Comércio de Emissões para a descarbonização da indústria.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Guglielmo Cioni, presidente da Solar Heat Europe, também se pronunciou a propósito da publicação do relatório, deixando um apelo aos responsáveis políticos: &#8220;o nosso sector fornece calor resiliente, fora da rede, produzido na UE e fiável. Apelamos aos decisores políticos a nível nacional para que lhe dêem um apoio claro, uma vez que todas as energias renováveis são necessárias nesta corrida para a neutralidade climática e todas devem ser igualmente apoiadas para uma transição energética resiliente e bem-sucedida&#8221;. O responsável diz que o calor representa metade das nossas necessidades energéticas e que o solar térmico pode satisfazer uma grande parte dessas necessidades. “Estamos ansiosos por trabalhar com os novos membros do Parlamento Europeu e com a futura Comissão para atingir estes objectivos, em linha com o nosso </span><a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/sector-da-energia-solar-manifesto-sensibiliza-decisores-politicos-para-o-potencial-da-energia-solar-termica/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Manifesto &#8216;Solar Heat is SMART&#8217;</span></a><span data-contrast="auto">&#8220;, concluiu.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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