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	<title>Arquivo de Renovation Wave - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 15 Jul 2025 09:11:53 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Renovation Wave - Edificios e Energia</title>
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		<title>Confederação Europeia de Construtores promove apoio a PME’s na execução da EPBD</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/confederacao-europeia-de-construtores-promove-apoio-a-pmes-na-execucao-da-epbd/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 09:11:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Confederação Europeia de Construtores]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Nacional de Renovação de Edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
		<category><![CDATA[Renovation Wave]]></category>
		<category><![CDATA[sector da construção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um evento recente promovido pela Confederação Europeia de Construtores (EBC) destacou a importância de incluir as pequenas e médias empresas na aplicação da nova Directiva  sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD).</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/confederacao-europeia-de-construtores-promove-apoio-a-pmes-na-execucao-da-epbd/">Confederação Europeia de Construtores promove apoio a PME’s na execução da EPBD</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p aria-level="3"><strong>Um evento recente promovido pela Confederação Europeia de Construtores (EBC) destacou a importância de incluir as pequenas e médias empresas na aplicação da nova Directiva  sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD). </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com a EBC, mais de 94% do sector da construção europeu é composto por micro e pequenas empresas, que desempenham um papel fundamental na Vaga de Renovação (</span><i><span data-contrast="auto">Renovation Wave</span></i><span data-contrast="auto">) que a União Europeia (UE) pretende acelerar. Contudo, actualmente apenas 1% do parque imobiliário europeu é renovado a cada ano, uma percentagem que fica aquém da meta de modernizar 35 milhões de edifícios até 2030.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Durante o evento, organizado pela Confederação Italiana do Artesanato e das Pequenas e Médias Empresas (CNA), o secretário-geral da EBC, Fernando Sigchos Jiménez, defendeu uma aplicação da EPBD que esteja alinhada com a realidade operacional das PME. Segundo Jiménez, sem um apoio claro e específico, será impossível concretizar os ambiciosos objectivos climáticos europeus.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para enfrentar os obstáculos actuais, a EBC propôs cinco eixos de acção:</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="2" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="none">Financiamento acessível</span></b><span data-contrast="none">: os mecanismos de financiamento público e privado devem ser simplificados e disponibilizados aos cidadãos da UE, proprietários de imóveis e PMEs por meio de incentivos fiscais, garantias e melhor alinhamento com os fundos da UE;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0}"> </span></li>
</ul>
<ul>
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</ul>
<ul>
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</ul>
<ul>
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</ul>
<ul>
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</ul>
<p><span data-contrast="auto">Estas medidas visam reduzir a burocracia, colmatar o défice de mão de obra e dotar as PMEs das ferramentas necessárias para realizar renovações energéticas em larga escala.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A organização apelou à inclusão efectiva nos Planos Nacionais de Renovação de Edifícios, em conformidade com a EPBD revista, para </span><span data-contrast="none">garantir que os mesmos abordam as barreiras reais do mercado — em particular, os encargos administrativos, a fragmentação das ferramentas de apoio e a falta de profissionais qualificados.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">As PMEs procuram, assim, um enquadramento político e financeiro que lhes permita contribuir de forma plena para a revolução energética dos edifícios na Europa.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Unsplash</p>
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		<title>Passaportes de Renovação: a nova ferramenta para planear intervenções energéticas faseadas</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/passaportes-de-renovacao-a-nova-ferramenta-para-planear-intervencoes-energeticas-faseadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 08:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade carbónica]]></category>
		<category><![CDATA[Passaportes de Renovação]]></category>
		<category><![CDATA[renovação energética]]></category>
		<category><![CDATA[Renovation Wave]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como garantir que a renovação energética dos edifícios seja faseada, eficaz e acessível? Os Passaportes de Renovação oferecem uma resposta estruturada, alinhada com os objetivos climáticos da União Europeia e centrada nas necessidades reais dos edifícios e dos seus proprietários.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=159" target="_blank" rel="noopener">edição nº 159 da Edifícios e Energia</a> (Maio/Junho 2025).</em></strong></p>
<p><strong>As autoras: Gabriela Barbosa e Manuela Almeida (Universidade do Minho)</strong></p>
<p>Como garantir que a renovação energética dos edifícios seja faseada, eficaz e acessível? Os Passaportes de Renovação oferecem uma resposta estruturada, alinhada com os objetivos climáticos da União Europeia e centrada nas necessidades reais dos edifícios e dos seus proprietários.</p>
<h4><strong>PASSAPORTES DE RENOVAÇÃO DE EDIFÍCIOS: ESTRATÉGIA A LONGO PRAZO PARA A RENOVAÇÃO DO EDIFICADO</strong></h4>
<p>As metas climáticas ambiciosas da União Europeia, incluindo a estratégia <em>Renovation Wave</em> e o objetivo de alcançar a neutralidade carbónica até 2050, colocam a renovação dos edifícios no centro dos esforços de descarbonização. No entanto, apesar de um enquadramento político robusto, o ritmo das renovações energéticas continua a ser insatisfatório.</p>
<p>Os Passaportes de Renovação (PR) de edifícios surgem como uma ferramenta promissora para ultrapassar estas barreiras, ao oferecerem uma abordagem estruturada e faseada, ajustada às necessidades específicas de cada edifício.</p>
<p>A renovação energética tem ganho crescente relevo nas políticas climáticas da União Europeia (UE). Contudo, a sua concretização continua a depender de instrumentos eficazes que traduzam os objetivos estratégicos em soluções aplicáveis, acessíveis e faseadas. Os PR respondem a essa necessidade ao permitir um planeamento progressivo das intervenções, com base em diagnósticos energéticos rigorosos e orientações técnicas claras.</p>
<h4><strong>O QUE SÃO OS PASSAPORTES DE RENOVAÇÃO?</strong></h4>
<p>Os PR são roteiros detalhados de longo prazo, concebidos para orientar os proprietários na implementação faseada de melhorias energéticas. Baseiam-se em auditorias energéticas presenciais e fornecem etapas concretas para aumentar o desempenho energético, evitar efeitos de <em>lock-in</em> e aplicar boas práticas de renovação. Complementam os Certificados Energéticos ao transformar uma avaliação estática numa estratégia dinâmica e orientada para o futuro.</p>
<blockquote><p>Os Passaportes de Renovação (PR) de edifícios surgem como uma ferramenta promissora para ultrapassar estas barreiras, ao oferecerem uma abordagem estruturada e faseada, ajustada às necessidades específicas de cada edifício.</p></blockquote>
<p>Este conceito tem sido testado em vários Estados-Membros da UE. Na Flandres, o Woningpas fornece aconselhamento digital integrado com os certificados energéticos. Em França, o Passeport Efficacité Énergétique (P2E) conecta proprietários a profissionais através de uma plataforma <em>online</em>. Na Alemanha, o Individueller Sanierungsfahrplan (iSFP) permite um planeamento simples e a longo prazo, reduzindo riscos de intervenções ineficazes (1).</p>
<p>O projeto iBRoad2EPC procurou integrar os PR nos Sistemas de Certificação Energética (SCE) em diversos países europeus, promovendo uma abordagem mais estratégica à renovação. Em Portugal, contou com a participação da ADENE, que contribuiu para adaptar as ferramentas ao contexto nacional. Embora já concluído, o projeto continua a influenciar a evolução do SCE e das políticas de renovação na Europa.</p>
<h4><strong>A IMPORTÂNCIA DOS PASSAPORTES DE RENOVAÇÃO</strong></h4>
<p>Os edifícios representam 37 % das emissões de carbono associadas à energia na UE, sendo que cerca de 75 % do parque edificado é energeticamente ineficiente. A renovação profunda é essencial, mas enfrenta diversos desafios como custos iniciais elevados, mecanismos de financiamento fragmentados, falta de confiança nos serviços de renovação e regulamentação complexa.</p>
<p>Sem uma orientação clara, muitos optam por soluções incrementais que comprometem ganhos energéticos significativos. Entre 2015 e 2022, as emissões do setor diminuíram apenas 14,7 %, quando seria necessário atingir uma redução de 27,9 %. O consumo final de energia caiu apenas 2,8 % no mesmo período, segundo o Buildings Performance Institute Europe (BPIE).</p>
<p>Acresce que a renovação faseada, comum em vários países europeus, pode resultar em bloqueios (<em>lock-in</em>), em que escolhas iniciais limitam melhorias futuras. A diversidade de tipologias construtivas, perfis de utilização e capacidades financeiras reforça a necessidade de abordagens personalizadas, como as que os Passaportes de Renovação proporcionam.</p>
<h4><strong>BENEFÍCIOS DOS PASSAPORTES DE RENOVAÇÃO</strong></h4>
<figure id="attachment_32116" aria-describedby="caption-attachment-32116" style="width: 188px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-32116 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-1-1-1-1-642x1024.jpg" alt="" width="188" height="300" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-1-1-1-1-642x1024.jpg 642w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-1-1-1-1-188x300.jpg 188w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-1-1-1-1-768x1225.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-1-1-1-1-963x1536.jpg 963w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-1-1-1-1-1284x2048.jpg 1284w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-1-1-1-1-610x973.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-1-1-1-1-1080x1723.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-1-1-1-1-scaled.jpg 752w" sizes="(max-width: 188px) 100vw, 188px" /><figcaption id="caption-attachment-32116" class="wp-caption-text">Figura 1 – Etapas e benefícios dos Passaportes de Renovação: uma abordagem faseada para a melhoria energética.</figcaption></figure>
<p>São vários os benefícios proporcionados pelos PR. Eles garantem uma sequência lógica e tecnicamente fundamentada de intervenção, prevenindo os efeitos de <em>lock-in</em> (efeito de bloqueio), evitando erros dispendiosos que possam comprometer futuras melhorias. Ao oferecerem estimativas de custos realistas e informações sobre fontes de financiamento acessíveis, os PR contribuem para um planeamento financeiro mais eficiente.</p>
<p>Para além disso, a existência de roteiros claros e padronizados reforça a confiança no mercado de renovação, facilitando o envolvimento de instituições financeiras e investidores. A experiência do utilizador é também melhorada através da integração com ferramentas digitais, como os <em>Digital Building Logbooks</em> (DBLs) e as <em>One-Stop Shops</em> (OSS), que tornam o processo mais simples e acessível.</p>
<p>Por fim, os PR alinham-se com a Diretiva do Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), contribuindo diretamente para os objetivos de sustentabilidade estabelecidos pela União Europeia.</p>
<h4><strong>OBSTÁCULOS À IMPLEMENTAÇÃO DOS PASSAPORTES DE RENOVAÇÃO</strong></h4>
<p>Apesar do seu potencial, os PR enfrentam vários obstáculos à sua adoção generalizada. A complexidade técnica é um dos principais, uma vez que a sua integração com ferramentas digitais avançadas, como modelos BIM, gémeos digitais (<em>digital twins</em>) e <em>logbooks</em> digitais, requer infraestruturas tecnológicas robustas e interoperáveis.</p>
<figure id="attachment_32106" aria-describedby="caption-attachment-32106" style="width: 200px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="wp-image-32106" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-2-1-1-683x1024.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-2-1-1-683x1024.jpg 683w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-2-1-1-200x300.jpg 200w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-2-1-1-768x1152.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-2-1-1-1024x1536.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-2-1-1-1365x2048.jpg 1365w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-2-1-1-610x915.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-2-1-1-1080x1620.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/07/Figura-2-1-1-scaled.jpg 800w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-32106" class="wp-caption-text">Figura 2 –Benefícios e renovação passo a passo</figcaption></figure>
<p>Do ponto de vista financeiro, os custos iniciais associados ao desenvolvimento e aplicação dos PR, incluindo auditorias energéticas detalhadas e levantamentos técnicos rigorosos, constituem um obstáculo significativo, especialmente em contextos com recursos limitados.</p>
<p>A resistência comportamental também se revela uma barreira, já que muitos proprietários tendem a priorizar intervenções de natureza estética ou de conforto imediato, em vez de apostarem em melhorias energéticas estruturais com impacto a longo prazo.</p>
<p>Acresce ainda a existência de disparidades regulamentares, como a ausência de um enquadramento normativo comum entre os diferentes Estados-Membros a gerar inconsistências na adoção e aplicação dos PR a nível europeu.</p>
<p>Estas barreiras são particularmente significativas em regiões com edifícios envelhecidos, onde os desafios técnicos, sociais e financeiros da renovação são mais pronunciados.</p>
<blockquote><p>A inovação digital surge como um fator potenciador da eficácia dos PR, através da aplicação de tecnologias emergentes como auditorias energéticas assistidas por inteligência artificial, <em>logbooks</em> digitais protegidos por <em>blockchain</em> e gémeos digitais, que permitem reduzir custos, simplificar processos e melhorar a monitorização contínua do desempenho energético dos edifícios.</p></blockquote>
<p>Estudos mostram que os proprietários tendem a agir quando lhes são fornecidos incentivos financeiros claros, orientações sobre poupanças energéticas e apoio técnico fiável. O projeto Opengela (2), no País Basco, é um exemplo relevante: através da criação de <em>One-Stop Shops</em> locais, conseguiu superar entraves financeiros e comportamentais, promovendo uma renovação mais acessível e eficaz.</p>
<h4><strong>COMO PROMOVER A ADOÇÃO DOS PASSAPORTES DE RENOVAÇÃO</strong></h4>
<p>Para que os PR sejam amplamente adotados, é necessário conjugar apoio político, incentivos financeiros, inovação digital e envolvimento comunitário. No plano político, a revisão da Diretiva do Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), aprovada em 2024, introduz a obrigatoriedade de utilização de PR em grandes intervenções de renovação, reforçando o alinhamento regulamentar entre os Estados-Membros e criando uma base comum para a sua implementação.</p>
<p>Do ponto de vista financeiro, mecanismos como subsídios, benefícios fiscais, empréstimos verdes e contratos de desempenho energético desempenham um papel fundamental ao tornarem os PR mais acessíveis e economicamente viáveis para os proprietários.</p>
<p>A inovação digital surge como um fator potenciador da eficácia dos PR, através da aplicação de tecnologias emergentes como auditorias energéticas assistidas por inteligência artificial, <em>logbooks</em> digitais protegidos por <em>blockchain</em> e gémeos digitais, que permitem reduzir custos, simplificar processos e melhorar a monitorização contínua do desempenho energético dos edifícios.</p>
<p>Por fim, o envolvimento da comunidade assume um papel determinante. Estruturas de apoio locais, como as <em>One-Stop Shops</em>, e campanhas de sensibilização bem direcionadas, são fundamentais para mobilizar os proprietários e aumentar a taxa de adesão às estratégias de renovação energética.</p>
<p>A nível europeu, o projeto Renocally — <em>Municipal Renovation Action Plans</em> (3), financiado pelo programa LIFE — está a apoiar municípios da Bulgária, Roménia e Eslováquia no desenvolvimento de PR e estratégias financeiras locais. Esta abordagem demonstra como os PR podem ser instrumentos estratégicos para a descarbonização do edificado e o combate à pobreza energética, com impacto direto a nível municipal.</p>
<p>Os ensinamentos do Renocally são particularmente relevantes para Portugal, onde os municípios poderão adotar estratégias semelhantes, adaptadas à realidade nacional.</p>
<h4><strong>PERSPETIVAS FUTURAS</strong></h4>
<p>Os Passaportes de Renovação estão a consolidar-se como um instrumento estratégico para transformar o parque edificado europeu de forma faseada, eficiente e orientada para o futuro. Ao facilitarem decisões informadas, evitarem intervenções sub-ótimas e promoverem o alinhamento com as políticas nacionais e europeias, os PR constituem uma solução robusta para acelerar a transição energética.</p>
<p>A sua aplicação eficaz exige não apenas soluções técnicas e digitais avançadas, mas também um enquadramento político consistente, mecanismos de financiamento inovadores e capacitação institucional e local.</p>
<p>Alguns projetos europeus já demonstraram o valor da implementação descentralizada e do envolvimento dos municípios. A articulação entre entidades públicas, setor privado e cidadãos será determinante para assegurar que os PR cumpram o seu potencial.</p>
<p>Com uma abordagem colaborativa e bem estruturada, os Passaportes de Renovação poderão desempenhar um papel central na concretização da ambição europeia de um edificado neutro em carbono, resiliente e centrado nas pessoas.</p>
<p><strong>Referências bibliográficas</strong></p>
<p>(1) Fabbri, M. Understanding building renovation passports: customised solutions to boost deep renovation and increase comfort in a decarbonised Europe. https://www.eceee.org/library/conference_proceedings/eceee_Summer_Studies/2017/6-buildings-policies-directives-and-programmes/understanding-building-renovation-passports-customised-solutions-to-boost-deep-renovation-and-increase-comfort-in-a-decarbonised-europe/ (accessed 2023-11-16)</p>
<p>(2) Opengela | Regeneración Urbana en Euskadi. Opengela. https://opengela.eus/what-is-opengela-2 (accessed 2025-01-26).</p>
<p>(3) Renocally – Municipal Renovation Action Plans. EUKI. https://www.euki.de/en/euki-projects/renocally-municipal-renovation-action-plans/ (accessed 2025-04-16).</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>Agência Europeia do Ambiente critica a ausência de sinergias na estratégia para os edifícios</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/agencia-europeia-do-ambiente-critica-a-ausencia-de-sinergias-na-estrategia-para-os-edificios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 08:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AEA]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Europeia do Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[parque edificado]]></category>
		<category><![CDATA[Renovation Wave]]></category>
		<category><![CDATA[união europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A entidade deixa um alerta relativamente à falta de uma “abordagem política holística dos edifícios para os tratar como um sistema unificado ao longo de todo o seu ciclo de vida e integrar as questões ambientais e climáticas”.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A entidade deixa um alerta relativamente à falta de uma “abordagem política holística dos edifícios para os tratar como um sistema unificado ao longo de todo o seu ciclo de vida e integrar as questões ambientais e climáticas”.  </strong><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Mais de 30% da pegada ambiental da União Europeia (UE) provém dos edifícios, o que faz deste o sector com o maior impacto ambiental. Para além disso, o parque edificado é responsável por 42% do consumo anual de energia da UE, 35% das emissões anuais de gases com efeito de estufa (GEE) e cerca de um terço de todos os materiais consumidos anualmente na UE. Ao mesmo tempo, os edifícios representam uma indústria de 1,7 mil milhões de euros, o que se reflete em mais de 20 milhões de empregos. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Agência Europeia do Ambiente (AEA), através do relatório “</span><a href="https://www.eea.europa.eu/en/newsroom/news/renovations-sustainable-building-materials" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Abordar a questão da pegada ambiental e climática dos edifícios</span></a><span data-contrast="auto">”, realça o facto de a UE ter criado um quadro legislativo “sólido” dedicado aos edifícios &#8211; exemplo disso são a Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) e a Vaga de Renovação (</span><i><span data-contrast="auto">Renovation Wave</span></i><span data-contrast="auto">). Contudo, a entidade critica a falta de uma “abordagem política holística dos edifícios para os tratar como um sistema unificado ao longo de todo o seu ciclo de vida”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Olhando para o futuro, a AEA afirma que “as actuais tendências sociais significam que é provável que haja um aumento da procura de espaço [para habitação] na UE e é também provável que seja necessário alargar o parque residencial devido ao envelhecimento da população”. É neste contexto que os edifícios têm cada vez mais potencial para oferecer soluções: “precisam de ser transformados para minimizar o consumo de energia ou para se tornarem veículos de produção de energia renovável (por exemplo, através da instalação de painéis solares)”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em termos de impactos ambientais, a renovação de um edifício é, nas palavras da AEA, um “veículo fundamental para alterar a forma como os edifícios interagem com o ambiente e com outros sistemas, como o sistema energético”. Uma vez que os edifícios podem ser utilizados durante um longo período de tempo, a renovação pode ocorrer mais do que uma vez num mesmo edifício e pode ter consequências no desempenho ambiental do edifício. “A renovação é a única forma de melhorar o desempenho actual do parque imobiliário da UE sem recorrer a demolições extensivas e a novas construções. Como tal, é um domínio político fundamental na UE”, refere a organização.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<h4><strong>Os princípios para o futuro ambiente construído </strong></h4>
<p><span data-contrast="auto">Segundo dados do Buildings Performance Institute Europe (BPIE), referentes a 2021, a taxa de renovações de edifícios que atingem o nível desejável de melhoria em termos de desempenho energético &#8211; definido como renovação profunda &#8211; é de apenas 0,2%, em contraste com os 3% anuais necessários. Isto demonstra que, “apesar das preocupações prementes e do panorama complexo das políticas europeias, é evidente que as reduções das emissões de GEE do sector dos edifícios não estão actualmente em conformidade com as ambições climáticas da UE”, admite a Agência Europeia do Ambiente.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No seguimento desta afirmação, a AEA enumera seis princípios-chave para um sistema de edifícios sustentáveis a atingir até 2050:</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Tornar a renovação dos edifícios prioritária, para minimizar o consumo de materiais e energia, a produção de resíduos e a ocupação do solo;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Construir edifícios duradouros e adaptáveis, concebidos para serem desmontados, reduzindo a produção de resíduos, o consumo de matérias-primas e de substâncias perigosas, ao mesmo tempo que se promove a reutilização de produtos;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Construir e renovar edifícios utilizando produtos de construção com baixo teor de carbono: materiais como a madeira, as fibras, a argila e outros materiais de base biológica e de origem local;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Garantir que os edifícios permitam aos utilizadores consumir menos energia, minimizando assim as emissões de GEE na fase de utilização. Nas habitações, a ênfase é posta em paredes e telhados bem isolados, janelas de alto desempenho, sistemas inteligentes de automatização, monitorização e gestão, e a redução do consumo e das emissões de carbono;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Promover espaços mais acessíveis, flexíveis e multifuncionais, contribuindo para o envolvimento da comunidade;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Assegurar a resistência dos edifícios às alterações climáticas: o sistema de edifícios sustentável que a AEA espera que seja uma realidade em 2050 deverá prestar vários serviços “ecossistémicos” e contribuir activamente para as comunidades e o ambiente. As soluções baseadas na natureza deverão promover a biodiversidade em ambientes urbanos, reduzir a poluição e as ilhas de calor urbanas, e melhorar a saúde mental e a qualidade de vida dos habitantes.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A AEA frisa que estes seis princípios têm de ser integrados para que seja possível alcançar o sistema de edifícios sustentáveis de 2050. “É necessário incentivar a colaboração entre arquitectos, indústria e empresas, proprietários e utilizadores, decisores políticos, comunidades e outras partes interessadas para além do sector da construção&#8221;, refere a organização, acrescentando que esta sinergia pode permitir “realizar todo o potencial do sistema de edifícios sustentáveis do futuro e evitar soluções fragmentadas, que correm o risco de não criar sinergias entre os diferentes domínios políticos”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório “Abordar a questão da pegada ambiental e climática dos edifícios”, publicado pela AEA, avalia o estado actual dos edifícios da Europa e analisa as acções políticas necessárias para atingir a sua descarbonização em 2050.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Eurobarómetro: cidadãos europeus estão a aderir à transição energética, mas querem mais apoio </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/eurobarometro-cidadaos-europeus-estao-a-aderir-a-transicao-energetica-mas-querem-mais-apoio%e2%80%af/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2024 08:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades de energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[Eurobarómetro]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza energética]]></category>
		<category><![CDATA[política energética]]></category>
		<category><![CDATA[Renovation Wave]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
		<category><![CDATA[união europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o último inquérito Eurobarómetro publicado pela Comissão Europeia para recolher a opinião dos cidadãos da União Europeia (UE) sobre política energética, mais de três quartos dos inquiridos (77%) afirmam ter alterado consideravelmente os seus hábitos para consumir menos energia em casa nos últimos cinco anos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eurobarometro-cidadaos-europeus-estao-a-aderir-a-transicao-energetica-mas-querem-mais-apoio%e2%80%af/">Eurobarómetro: cidadãos europeus estão a aderir à transição energética, mas querem mais apoio </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De acordo com o último inquérito Eurobarómetro publicado pela Comissão Europeia para recolher a opinião dos cidadãos da União Europeia (UE) sobre política energética, mais de três quartos dos inquiridos (77%) afirmam ter alterado consideravelmente os seus hábitos para consumir menos energia em casa nos últimos cinco anos.  </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">As respostas ao inquérito parecem mostrar que a </span><i><span data-contrast="auto">Renovation Wave</span></i><span data-contrast="auto"> (em português, Vaga de Renovação) tem ganhado força pelos vários países europeus. Entre os 44% dos inquiridos que tomaram medidas para reduzir o consumo de energia em casa, quase metade declarou ter isolado o telhado, as paredes, as janelas ou o chão. Mais de um em cada cinco inquiridos menciona ter mudado a caldeira (27%) ou instalado painéis solares (22%). Entretanto, quase quatro em cada dez afirmam que não tomaram medidas por razões financeiras (37%) ou pelo facto de a decisão caber ao proprietário da casa ou aos co-proprietários do edifício (36%). </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:278}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Quando solicitados a escolher de entre uma lista de opções políticas para alcançar a neutralidade climática, a maioria dos inquiridos afirma que a UE deve incentivar os Estados-Membros a concentrarem-se em medidas que apoiem os agregados familiares em situação de pobreza energética (53%), a reduzirem o consumo de energia (50%) ou em medidas que ajudem os cidadãos a produzir ou consumir energia a partir de fontes renováveis (50%).  </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:278}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Já 38% dos inquiridos afirmam que a UE deve incentivar os Estados-Membros a concentrarem-se em medidas destinadas às indústrias e às empresas. Quando questionados sobre as políticas específicas que serviriam este objectivo, 35% afirmam que a UE deve fazê-lo através do apoio à inovação em tecnologias limpas, enquanto 30% consideram que deve incentivar a poupança de energia. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:278}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Analisando a perceção dos portugueses relativamente às comunidades de energia renovável (CER), com base em cerca de mil entrevistas, à pergunta “Já fez parte ou pensou em fazer parte de uma comunidade de energia renovável?”, 65% dos inquiridos responderam que estão a par das CER, mas que não pensam em juntar-se a uma. 16% não sabiam da existência de CER antes de responderem ao inquérito e 7% afirmam fazer parte de uma CER para obterem contas de energia mais baixas ou vantagens financeiras.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Como é que as one-stop-shops estão a facilitar a Renovation Wave?</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/como-e-que-as-one-stop-shops-estao-a-facilitar-a-renovation-wave/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2024 08:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AreanaTejo]]></category>
		<category><![CDATA[casas eficientes]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[one stop shops]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Transição]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Energy Hub]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação energética]]></category>
		<category><![CDATA[Renovation Wave]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter acesso a energia a preços acessíveis e a casas eficientes é fulcral para que a comunidade europeia consiga cumprir os objetivos de sustentabilidade e de transição energética. A iniciativa europeia Renovation Wave tem como objetivo duplicar as taxas de renovação relacionadas com a energia na União Europeia (UE) até 2030, combatendo a pobreza energética.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">Ter acesso a energia a preços acessíveis e a casas eficientes é fulcral para que a comunidade europeia consiga cumprir os objetivos de sustentabilidade e de transição energética.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A iniciativa europeia </span><i><span data-contrast="auto">Renovation </span></i><span data-contrast="auto">Wave tem como objetivo duplicar as taxas de renovação relacionadas com a energia na União Europeia (UE) até 2030, combatendo a pobreza energética, criando novos empregos, e promovendo a eficiência dos recursos e a economia circular. Segundo refere o ICLEI no seu site, esta iniciativa, apesar dos seus desafios, pode ser impulsionada através da criação de pólos subnacionais que aumentem a sensibilização dos consumidores para os benefícios das renovações energéticas, ofereçam aconselhamento e formação e que direcionem as pessoas para fornecedores de soluções que satisfaçam as suas necessidades.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O projeto </span><i><span data-contrast="auto">Save the Homes</span></i><span data-contrast="auto">, financiado pela UE, traça os principais passos que os governos locais devem ter em conta no momento de criar e pôr a funcionar as </span><i><span data-contrast="auto">one-stop-shops </span></i><span data-contrast="auto">(OSS): “a criação de OSS requer apoio político a vários níveis de governação, um conhecimento sólido do parque imobiliário local e o envolvimento de um vasto ecossistema de partes interessadas”, começa por referir o ICLEI. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Além disso, menciona que deve ser estabelecido um apoio financeiro a longo prazo e que as OSS “devem ser integradas nas estratégias e planos locais e adaptadas aos quadros jurídicos locais”. Por último, as OSS devem ser pautadas por uma abordagem centrada no consumidor, com um catálogo concreto de serviços a prestar e uma estratégia de comunicação abrangente.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O projeto</span><i><span data-contrast="auto"> Save the Homes </span></i><span data-contrast="auto">é um projeto de três anos do Horizonte 2020 e tem como objetivo facilitar o processo de renovação aos consumidores através de um balcão único, o </span><i><span data-contrast="auto">Citizen Hub</span></i><span data-contrast="auto">. Embora esteja prestes a terminar, “os resultados continuarão a ser úteis para os governos locais que pretendem descarbonizar e criar um parque habitacional mais resiliente e sustentável”, admite o ICLEI, que deixa um convite aos governos locais para que aprofundem “as nuances da criação das OSS, consultando os principais recursos produzidos no âmbito do projeto”.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Os exemplos em território nacional</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Em Portugal, as </span><i><span data-contrast="auto">one-stop-shops</span></i><span data-contrast="auto"> já são uma realidade. Exemplo disso é o Balcão Porto </span><span data-contrast="auto">Energy Hub, uma OSS que fornece consultoria técnica, legal e financeira na área da energia, de forma gratuita. Disponível em formato físico e digital, o balcão está aberto a cidadãos e entidades gestoras de habitação.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No Alto Alentejo surgiu um balcão único regional criada pela AREANATejo, a Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo,</span> <span data-contrast="auto">que tem o objetivo de auxiliar a implementação de medidas de melhoria em termos de eficiência energética e conforto térmico nos edifícios residenciais no Alto Alentejo.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Por fim, um contentor marítimo reutilizado e transformado numa OSS móvel viajou por vários concelhos do distrito de Setúbal no âmbito do projeto-piloto “Ponto de Transição”, que terminou em junho de 2023.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/como-e-que-as-one-stop-shops-estao-a-facilitar-a-renovation-wave/">Como é que as one-stop-shops estão a facilitar a Renovation Wave?</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Pacto Ecológico Europeu: Tentar ser o primeiro continente com impacto neutro no clima</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/0910-pacto-ecologico-europeu-tentar-ser-o-primeiro-continente-com-impacto-neutro-no-clima-ee148/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Serafín Graña]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 07:03:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade carbónica]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto Ecológico Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[renovação energética]]></category>
		<category><![CDATA[Renovation Wave]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A par da descarbonização do setor dos transportes e da “ecologização” das cidades, a renovação do parque imobiliário da União Europeia (UE) é uma das principais prioridades do Pacto Ecológico Europeu, a estratégia de crescimento da UE para alcançar a neutralidade climática até 2050.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">O </span>planeta está a viver um contexto de urgência, nomeadamente no que se refere à crise climática, à degradação ambiental e à perda de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/0809-projecto-iberico-life-mybuildingisgreen-lanca-formacao-sobre-a-aplicacao-de-solucoes-de-base-natural-aos-edificios/">biodiversidade</a>. É, pois, chegado o momento de agir!</p>
<p>A par da descarbonização do setor dos <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/electrificacao-edifciios60-2102/">transportes</a> e da “ecologização” das cidades, a <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2108-digitalizacao-industrializacao-e-renovacao-de-edificios/">renovação do parque imobiliário</a> da União Europeia (UE) é uma das principais prioridades do<a href="https://commission.europa.eu/strategy-and-policy/priorities-2019-2024/european-green-deal_pt"><em> Pacto Ecológico Europeu</em></a>, a estratégia de crescimento da UE para alcançar a neutralidade climática até 2050.</p>
<p>A parceria entre os dirigentes europeus, regionais e locais é fundamental para acelerar esta renovação, que pode criar 160 000 empregos. Apesar de cerca de 75 % dos edifícios da UE serem ineficientes do ponto de vista energético, a cada ano apenas 1 % [destes edifícios] são sujeitos a renovação. Recorde-se que, na Europa, os edifícios são responsáveis por 40 % do consumo de energia e por 36 % das emissões de gases com efeito de estufa.</p>
<p>Com isto em mente, o Comité das Regiões Europeu e a Comissão Europeia anunciaram uma cooperação para acelerar, entre outras ações, a renovação e a <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2509-estamos-dispostos-a-pagar-pela-descarbonizacao-dos-edificios-ee148/">descarbonização do parque imobiliário</a> da UE. O potencial de criação de novos empregos, de poupança de energia e de redução das emissões de gases com efeito de estufa faz da iniciativa <em>Vaga de Renovação</em> da UE um motor fundamental para uma recuperação sólida e sustentável no contexto pós Covid-19. A ideia é que a parceria venha apoiar os governos locais e regionais na renovação do seu parque imobiliário, focando, tal como a crise sanitária de Covid-19 veio evidenciar, a necessidade de melhorar as condições de vida nos nossos edifícios e de erradicar a pobreza energética.</p>
<h4><em>Vaga de Renovação</em> de edifícios na Europa</h4>
<p>Os edifícios são, sem dúvida alguma, os <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/0410-edificios-protagonizam-a-transformacao-sustentavel-das-cidades-do-futuro-ee148/">protagonistas nas cidades zero emissões</a>. É por isso que em outubro de 2020, na sequência daquilo a que a ambição europeia nos foi habituando, foi oficialmente lançada a tão desejada <em>Vaga de Renovação</em> de edifícios na Europa (<a href="https://energy.ec.europa.eu/topics/energy-efficiency/energy-efficient-buildings/renovation-wave_en"><em>Renovation Wave</em></a>), assumindo-se este conceito como a principal estratégia da Comissão Europeia que visava impulsionar a renovação de edifícios em prol da neutralidade climática e da recuperação do parque edificado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignright wp-image-24292 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_1946812378.jpg" alt="" width="394" height="206" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_1946812378.jpg 650w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_1946812378-300x157.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/09/shutterstock_1946812378-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 394px) 100vw, 394px" /></p>
<p>As prioridades políticas e de financiamento da <em>Vaga de Renovação</em> estão direcionadas para os três vetores principais, que pela sua importância destacamos: combater a pobreza energética e intervir nos edifícios com pior desempenho; renovar os edifícios públicos; descarbonizar o setor do aquecimento e arrefecimento.</p>
<p>Estes objetivos visam duplicar a atual taxa de renovação energética até 2030, o que significa que, até ao final da década, cerca de 35 milhões de edifícios serão renovados, melhorando significativamente o respectivo desempenho energético.</p>
<h4>Renovação dos edifícios existentes</h4>
<p>Revisitemos o muito que temos escrito ao longo dos anos sobre esta temática, pois é imperioso e urgente proceder à renovação do parque imobiliário existente. Esta renovação não deverá ser feita a qualquer preço. Há que ponderar, perante um determinado edifício que apresente fragilidades construtivas ou ausência de facilidades de conforto ambiental ou tecnológico, sobre qual a abordagem mais indicada para o efeito. Por vezes, os intervenientes mais apressados ou arrojados, perante situações em que importa renovar, imbuídos de laivos pretensamente modernistas dirão, sempre ou quase sempre, que é mais barato e mais rápido deitar abaixo e fazer de novo do que renovar!</p>
<p>Mas importa sempre refletir, pois os edifícios existentes de arquitetura corrente e outros de elevado valor patrimonial, de natureza construtiva ou cultural, constituem, sem dúvida, um património histórico valioso de cada comunidade ou país.</p>
<p>A renovação de edifícios não convoca necessariamente a complexidade de sistemas, mas, sim, o culminar de um ambiente de edifício operado eficazmente, produzindo a máxima eficiência dos sistemas bem concebidos e construídos e, por conseguinte, resultando na utilização maximizada de um edifício ao nível <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/3008-economia-circular-no-ambiente-construido-painel-modular-a-base-de-plastico-reciclado-para-renovacao-de-fachadas-de-edificios-ee147/">mínimo de recursos desperdiçados</a>.</p>
<p>Durante a conceção do projeto, é, por vezes, frequente os projetistas – alguns imbuídos de um espírito demasiado tecnicista e pretensamente inovador –incluírem sistemas sofisticados ou porque são apresentados como a última novidade tecnológica ou só porque sim, porque é bonito, soa bem. No fim, espera-se que a solução funcione – se funcionar tanto melhor! Esta opção é um terreno de areias movediças em que grande parte dos casos, para não dizer todos, acaba por correr mal!</p>
<p style="text-align: center;"><em>Artigo publicado originalmente na edição de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-julho-agosto-2023-edificios-os-protagonistas-da-descarbonizacao-das-cidades/">Julho/Agosto de 2023</a> da Edifícios e Energia</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>As conclusões expressas são da responsabilidade dos autores.</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/0910-pacto-ecologico-europeu-tentar-ser-o-primeiro-continente-com-impacto-neutro-no-clima-ee148/">Pacto Ecológico Europeu: Tentar ser o primeiro continente com impacto neutro no clima</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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