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	<title>Arquivo de emissões de carbono - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Oct 2025 18:18:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de emissões de carbono - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>UE define regras para medir o impacto climático dos novos edifícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 08:44:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
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		<category><![CDATA[PAG]]></category>
		<category><![CDATA[potencial de aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Europeia abriu um período de consulta pública sobre o projecto de normas que estabelece um método harmonizado para calcular o potencial de aquecimento global (PAG) ao longo do ciclo de vida dos edifícios novos. A iniciativa visa avaliar e reduzir as emissões de carbono associadas tanto aos materiais de construção como à utilização dos edifícios. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Comissão Europeia abriu um período de consulta pública sobre o projecto de normas que estabelece um método harmonizado para calcular o potencial de aquecimento global (PAG) ao longo do ciclo de vida dos edifícios novos. A iniciativa visa avaliar e reduzir as emissões de carbono associadas tanto aos materiais de construção como à utilização dos edifícios. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Nos termos do artigo 7.º, n.º 3, da Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), a Comissão Europeia deve criar um quadro europeu comum que permita calcular o PAG ao longo de todo o ciclo de vida dos edifícios. O cálculo será obrigatório a partir de 2028 para edifícios novos com mais de 1000 metros quadrados e para todos os edifícios novos a partir de 2030.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O objectivo central é tornar comparáveis os valores nacionais do PAG e incentivar a adopção de materiais com baixas emissões de carbono, como o aço e o cimento de emissões reduzidas, ou materiais como a madeira, que contribuem para armazenar carbono nos próprios edifícios. Segundo a Comissão Europeia, este quadro harmonizado poderá aumentar a transparência, reforçar a competitividade europeia e estimular a inovação industrial no sector da construção.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O rascunho do regulamento está aberto a comentários durante quatro semanas, até 31 de Outubro. Todos os contributos serão tidos em conta na fase final da iniciativa e publicados no </span><em>site </em><span data-contrast="auto">da Comissão Europeia, em conformidade com as regras de participação pública.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A proposta baseia-se numa série de consultas e </span><em>workshops </em><span data-contrast="auto">realizados ao longo deste ano. Após o término do período de comentários e o parecer do grupo de peritos — previsto ainda em Outubro —, a Comissão prevê adoptar formalmente o regulamento em Dezembro.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com a regulamentação da UE, o Conselho e o Parlamento Europeu irão dispor, depois da adopção, de um prazo de dois meses para apresentar objecções, prorrogável por mais dois meses caso seja solicitado.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Freepik</p>
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		<title>Eficiência energética: AIE alerta para a necessidade de progressos “muito mais rápidos” para atingir o objectivo global de 2030</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-aie-alerta-para-a-necessidade-de-progressos-muito-mais-rapidos-para-atingir-o-objectivo-global-de-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 09:58:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[aie]]></category>
		<category><![CDATA[COP]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Internacional de Energia (AIE), no seu relatório anual sobre a evolução da eficiência energética em todo o mundo, indica que os países ainda não estão “no bom caminho” para atingir o compromisso assumido na COP28. A AIE exige uma acção e cooperação mais fortes para que os países se alinhem com as suas ambições.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-aie-alerta-para-a-necessidade-de-progressos-muito-mais-rapidos-para-atingir-o-objectivo-global-de-2030/">Eficiência energética: AIE alerta para a necessidade de progressos “muito mais rápidos” para atingir o objectivo global de 2030</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Agência Internacional de Energia (AIE), no seu relatório anual sobre a evolução da eficiência energética em todo o mundo, indica que os países ainda não estão “no bom caminho” para atingir o compromisso assumido na COP28. A AIE exige uma acção e cooperação mais fortes para que os países se alinhem com as suas ambições.</strong><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, realizada no Dubai no ano passado, quase 200 países concordaram com o objectivo de duplicar a taxa de melhoria da eficiência energética, o que significaria aumentar de 2 % em 2022 para 4 % em 2030. A duplicação do valor desta taxa vai exigir que os países acelerem a implementação de políticas para melhorar a segurança energética, reduzir os custos da energia e diminuir as emissões de carbono. </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo mostra o relatório </span><em>Energy Efficiency 2024</em><span data-contrast="auto">, os governos estão a fazer progressos políticos, com aqueles que representam mais de 70 % da procura global de energia a implementarem políticas de eficiência novas ou actualizadas em 2024 &#8211; desde logo com a União Europeia a rever regulamentos para alcançar um parque edificado com emissões zero até 2050. O documento aponta também elementos de progresso nas principais economias emergentes e nas crescentes taxas de implementação global de bombas de calor e veículos eléctricos, que, de um modo geral, utilizam uma quantidade de energia consideravelmente menor do que as tecnologias que substituem. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No entanto, a Agência Internacional de Energia alerta que, para que os países se alinhem com os objectivos globais, “é necessário que novas políticas cheguem mais rapidamente a todo o mundo e que muitas das existentes sejam reforçadas”. “O que esperamos ver agora são respostas políticas mais rápidas e mais fortes em todo o mundo”, disse, em comunicado, Fatih Birol, director executivo da AIE, acrescentando que “a eficiência energética é um pilar fundamental das transições energéticas seguras, acessíveis e inclusivas”. E uma maior eficiência energética exigirá um investimento igualmente maior. O investimento em tecnologias energeticamente eficientes cresceu 4 % em 2024 e está a caminho de atingir um recorde de 660 mil milhões de dólares, de acordo com o relatório.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para aumentar a visibilidade da eficiência energética e apoiar um progresso mais forte em direcção ao objectivo global de duplicação, juntamento com o relatório, a AIE lançou um novo </span><a href="https://www.iea.org/data-and-statistics/data-tools/energy-efficiency-progress-tracker" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Monitor do Progresso da Eficiência Energética</span></a><span data-contrast="auto">, alargando a análise do </span><em>Energy Efficiency 2024</em><span data-contrast="auto"> para fornecer informações detalhadas através dos indicadores regionais mais actualizados sobre a intensidade energética, a procura e os níveis de electrificação.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Lloyd Alter: “o que se constrói é importante, e o que não se constrói é ainda mais importante”</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/lloyd-alter-o-que-se-constroi-e-importante-e-o-que-nao-se-constroi-e-ainda-mais-importante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2024 08:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Passivhaus Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
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		<category><![CDATA[Lloyd Alter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A palestra de Lloyd Alter foi um dos pontos altos da 12ª Conferência Passivhaus Portugal, que aconteceu em Aveiro no passado mês de Outubro. Recuperamos os pensamentos principais deixados neste evento pelo arquitecto, escritor e professor da Universidade Metropolitana de Toronto.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A palestra de Lloyd Alter foi um dos pontos altos da 12ª Conferência Passivhaus Portugal, que aconteceu em Aveiro no passado mês de Outubro. Recuperamos os pensamentos principais deixados neste evento pelo arquitecto, escritor e professor da Universidade Metropolitana de Toronto. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O cenário de Portugal foi mencionado logo no começo da palestra, sendo “um dos países mais </span><span data-contrast="auto">afectados pelas alterações climáticas, que levam a incêndios florestais extremos”. Para fazer face a estas situações, Lloyd Alter</span><span data-contrast="auto"> alertou para a necessidade de reduzirmos imediatamente as emissões de dióxido de carbono (CO2), criticando a abordagem do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) de que as emissões terão de ser cortadas quase pela metade até 2030: “sempre achei que este era um enquadramento muito mau do problema porque quando disseram isso pela primeira vez em 2015-2018 ainda havia 12-15 anos para lidar com o problema e, basicamente, preocupar-nos-íamos com ele mais tarde”. Na visão do arquitecto, “cada tonelada de emissões de CO2 contribui para o aquecimento global, cada quilograma, cada grama contribui para o aquecimento global. Nunca deveriam ter dito que temos até 2030. Não temos tempo. Tudo o que fizermos agora é importante</span><span data-contrast="auto">”.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Lloyd Alter falou ainda sobre o </span><em>upfront carbon</em><span data-contrast="auto"> – todas as emissões envolvidas no fabrico de um produto -, que explorou em detalhe no seu livro </span><em>The Story of Upfront Carbon</em><span data-contrast="auto"> e que se trata de um conceito que tem vindo a ganhar relevância. “Há cinco anos, ninguém falava de </span><em>upfront carbon</em><span data-contrast="auto">. Agora, vemos que está a tornar-se parte da discussão sobre edifícios e há muita legislação proposta na Europa. É uma grande mudança em cinco anos”, referiu.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A suficiência foi um outro aspecto frisado pelo também escritor, no sentido em que “o que se constrói é importante, e o que não se constrói é ainda mais importante”, construindo apenas o necessário e evitando a procura de energia e materiais ao longo do ciclo de vida dos edifícios. Foi dado como exemplo o sonho americano dos anos 60 de ter uma casa e um carro grandes, e a forma como este pensamento se mantém em 2024: “não aprendemos nada em 60 anos”, admitiu Lloyd Alter. O arquitecto contou que esteve presente no Fórum Mundial sobre Edifícios e Clima, no qual foi adoptada a Declaração de Chaillot. De acordo com este compromisso, que já conta com a assinatura de mais de 70 países, incluindo Portugal, as nações vão comprometer-se a dar prioridade à reutilização de edifícios, à reabilitação de edifícios, a um ambiente interior saudável, à eficiência energética de baixo carbono, à conceção ecológica circular e à suficiência. “Assim, a suficiência está a tornar-se parte das leis, tal como a eficiência”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No que toca às Passive Houses, Lloyd Alter explicou como a simplicidade das construções pode reduzir a quantidade de materiais necessários. “Quando estive numa conferência em Innsbruck, na Áustria, vi cinquenta edifícios de casas passivas. São simples e parecem caixas. Uma forma simples é o que deveríamos fazer em tudo”, referiu o arquitecto.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A palestra foi concluída com as principais mudanças que ocorreram nos últimos cinco anos, desde que Lloyd Alter revelou, em 2019, os quatro passos para completar a revolução Passive House (eficiência, descarbonização, suficiência e simplicidade radicais): “o principal é que deixámos de ter doze anos e passámos para sete. Sabemos que o clima piorou e que temos de lidar com problemas que nunca pensámos ter de enfrentar, como os incêndios florestais. Sabemos que alguns governos estão a começar a tomar medidas. Na Escócia, estão a desenvolver um padrão Passive House que será obrigatório e temos de começar a pensar nisso em todo o lado. Sabemos que as energias renováveis estão a crescer. Em 2023, a energia verde será responsável pela maior parte da electricidade da União Europeia. Estão a falar de coisas maravilhosas, como colocar fios de alta tensão sob o Atlântico para que, por exemplo, quando se produzir electricidade excedentária aqui, eu possa obtê-la na minha casa em Toronto. A suficiência está finalmente no menu, esteve no IPCC e está a ser seriamente abordada na legislação”.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Lloyd Alter não escondeu que “os verdadeiros obstáculos são a política e os interesses dos combustíveis fósseis”, contudo, espera que continuemos a ver progressos e que consigamos “dar a volta à situação” e lidar com estes entraves.</span></p>
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		<title>Objectivos grandiosos para a economia circular “ainda não se traduzem em impactos mensuráveis”, reitera a Circle Economy Foundation</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/objectivos-grandiosos-para-a-economia-circular-ainda-nao-se-traduzem-em-impactos-mensuraveis-reitera-a-circle-economy-foundation/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 08:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente construído]]></category>
		<category><![CDATA[Circle Economy Foundation]]></category>
		<category><![CDATA[Circularity Gap Report 2024]]></category>
		<category><![CDATA[economia circular]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[parque edificado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de materiais reciclados consumidos pela economia global registou uma queda de 21% em cinco anos, diminuindo de 9,1% em 2018 para 7,2% em 2023. A propósito da publicação do Circularity Gap Report 2024, a Circle Economy Foundation reitera que “sem uma acção ousada e urgente no sentido de mudar para uma economia circular, perderemos a oportunidade de alcançar objectivos sociais e ambientais mais amplos - desde a redução de emissões até ao aumento da utilização de materiais secundários”. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/objectivos-grandiosos-para-a-economia-circular-ainda-nao-se-traduzem-em-impactos-mensuraveis-reitera-a-circle-economy-foundation/">Objectivos grandiosos para a economia circular “ainda não se traduzem em impactos mensuráveis”, reitera a Circle Economy Foundation</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A taxa de materiais reciclados consumidos pela economia global registou uma queda de 21% em cinco anos, diminuindo de 9,1% em 2018 para 7,2% em 2023. A propósito da publicação do Circularity Gap Report 2024, a Circle Economy Foundation reitera que “sem uma acção ousada e urgente no sentido de mudar para uma economia circular, perderemos a oportunidade de alcançar objectivos sociais e ambientais mais amplos &#8211; desde a redução de emissões até ao aumento da utilização de materiais secundários”. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Nos últimos anos têm aumentado as discussões, debates e artigos sobre a economia circular, reflectindo-se numa maior sensibilização e interesse pelo tema. Apesar de a circularidade se ter tornado numa “megatendência”, “os discursos e objectivos grandiosos ainda não se traduzem em acções no terreno e impactos mensuráveis”, admite a Circle Economy Foundation. “A grande maioria dos materiais extraídos que entram na economia são virgens”, com a percentagem de materiais secundários a diminuir de forma constante desde que o Circularity Gap Report começou a medi-la: de 9,1% em 2018 para 7,2% apenas cinco anos depois, em 2023.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">A realidade do ambiente construído</span></b><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Englobando habitações, edifícios públicos e comerciais e outras infraestruturas, o ambiente construído é um sector com um elevado impacto: a extração de minerais utilizados para produzir materiais de construção é responsável por um quarto da alteração global do uso do solo; aproximadamente 40% das emissões globais de gases com efeito de estufa (GEE) podem ser atribuídas à construção, utilização e demolição dos edifícios; e os processos de construção e demolição são responsáveis por quase um terço de todo o consumo de materiais.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Circle Economy Foundation defende que promover a circularidade no ambiente construído “deve dar prioridade a uma forte redução da utilização de materiais, ao mesmo tempo que se fecha o ciclo dos materiais e se privilegiam as escolhas de materiais secundários e renováveis”. Com esta convicção, a fundação apresenta quatro soluções-chave para o parque edificado:</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><strong>Tirar o máximo partido daquilo que já existe </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Reutilizar, reaproveitar, actualizar e renovar são as palavras de ordem, segundo abordagens circulares. Em novas construções, a prioridade deve ser dada a materiais secundários e as soluções de planeamento urbano devem seguir os princípios da concepção circular, de modo a que os edifícios possam ser reutilizados, reaproveitados e facilmente desmontados no futuro.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><strong>Ser o mais eficiente possível em termos energéticos </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Começando logo pela fase de projecto, deve estar em mente a utilização de estratégias circulares para criar edifícios eficientes em termos de materiais e energia. Associar estas concepções a uma implementação de soluções de energia limpa e dar prioridade a aparelhos e equipamentos energeticamente eficientes.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><strong>Utilizar materiais secundários </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Sempre que possível, aumentar a reutilização de edifícios e componentes de elevado valor: permitir a utilização de produtos de construção e demolição e garantir a possibilidade de a maior parte poder ser reciclada para evitar o uso de materiais virgens, como areia e cascalho.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><strong>Priorizar materiais e abordagens circulares </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Passar a utilizar madeira renovável, ou outros materiais disponíveis localmente, em vez de aço e betão. A construção modular é incentivada, sempre que possível, assim como telhados “verdes” e estruturas leves que reduzam a utilização de cimento e aço.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">O Circularity Gap Report</span></b><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">O primeiro Circularity Gap Report foi lançado em Janeiro de 2018 e estabeleceu que a taxa de materiais reciclados consumidos a nível global era de apenas 9,1%. Em 2023, a circularidade global caiu para 7,2%, conforme relatado pelo sexto relatório anual, reiterando que “sem uma </span><span data-contrast="auto">acção ousada e urgente para mudar para uma economia circular, perderemos a oportunidade de alcançar objectivos sociais e ambientais mais amplos”.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/objectivos-grandiosos-para-a-economia-circular-ainda-nao-se-traduzem-em-impactos-mensuraveis-reitera-a-circle-economy-foundation/">Objectivos grandiosos para a economia circular “ainda não se traduzem em impactos mensuráveis”, reitera a Circle Economy Foundation</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Agência Europeia do Ambiente critica a ausência de sinergias na estratégia para os edifícios</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/agencia-europeia-do-ambiente-critica-a-ausencia-de-sinergias-na-estrategia-para-os-edificios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 08:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AEA]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Europeia do Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[parque edificado]]></category>
		<category><![CDATA[Renovation Wave]]></category>
		<category><![CDATA[união europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A entidade deixa um alerta relativamente à falta de uma “abordagem política holística dos edifícios para os tratar como um sistema unificado ao longo de todo o seu ciclo de vida e integrar as questões ambientais e climáticas”.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A entidade deixa um alerta relativamente à falta de uma “abordagem política holística dos edifícios para os tratar como um sistema unificado ao longo de todo o seu ciclo de vida e integrar as questões ambientais e climáticas”.  </strong><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Mais de 30% da pegada ambiental da União Europeia (UE) provém dos edifícios, o que faz deste o sector com o maior impacto ambiental. Para além disso, o parque edificado é responsável por 42% do consumo anual de energia da UE, 35% das emissões anuais de gases com efeito de estufa (GEE) e cerca de um terço de todos os materiais consumidos anualmente na UE. Ao mesmo tempo, os edifícios representam uma indústria de 1,7 mil milhões de euros, o que se reflete em mais de 20 milhões de empregos. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Agência Europeia do Ambiente (AEA), através do relatório “</span><a href="https://www.eea.europa.eu/en/newsroom/news/renovations-sustainable-building-materials" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Abordar a questão da pegada ambiental e climática dos edifícios</span></a><span data-contrast="auto">”, realça o facto de a UE ter criado um quadro legislativo “sólido” dedicado aos edifícios &#8211; exemplo disso são a Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) e a Vaga de Renovação (</span><i><span data-contrast="auto">Renovation Wave</span></i><span data-contrast="auto">). Contudo, a entidade critica a falta de uma “abordagem política holística dos edifícios para os tratar como um sistema unificado ao longo de todo o seu ciclo de vida”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Olhando para o futuro, a AEA afirma que “as actuais tendências sociais significam que é provável que haja um aumento da procura de espaço [para habitação] na UE e é também provável que seja necessário alargar o parque residencial devido ao envelhecimento da população”. É neste contexto que os edifícios têm cada vez mais potencial para oferecer soluções: “precisam de ser transformados para minimizar o consumo de energia ou para se tornarem veículos de produção de energia renovável (por exemplo, através da instalação de painéis solares)”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em termos de impactos ambientais, a renovação de um edifício é, nas palavras da AEA, um “veículo fundamental para alterar a forma como os edifícios interagem com o ambiente e com outros sistemas, como o sistema energético”. Uma vez que os edifícios podem ser utilizados durante um longo período de tempo, a renovação pode ocorrer mais do que uma vez num mesmo edifício e pode ter consequências no desempenho ambiental do edifício. “A renovação é a única forma de melhorar o desempenho actual do parque imobiliário da UE sem recorrer a demolições extensivas e a novas construções. Como tal, é um domínio político fundamental na UE”, refere a organização.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<h4><strong>Os princípios para o futuro ambiente construído </strong></h4>
<p><span data-contrast="auto">Segundo dados do Buildings Performance Institute Europe (BPIE), referentes a 2021, a taxa de renovações de edifícios que atingem o nível desejável de melhoria em termos de desempenho energético &#8211; definido como renovação profunda &#8211; é de apenas 0,2%, em contraste com os 3% anuais necessários. Isto demonstra que, “apesar das preocupações prementes e do panorama complexo das políticas europeias, é evidente que as reduções das emissões de GEE do sector dos edifícios não estão actualmente em conformidade com as ambições climáticas da UE”, admite a Agência Europeia do Ambiente.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No seguimento desta afirmação, a AEA enumera seis princípios-chave para um sistema de edifícios sustentáveis a atingir até 2050:</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Tornar a renovação dos edifícios prioritária, para minimizar o consumo de materiais e energia, a produção de resíduos e a ocupação do solo;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Construir edifícios duradouros e adaptáveis, concebidos para serem desmontados, reduzindo a produção de resíduos, o consumo de matérias-primas e de substâncias perigosas, ao mesmo tempo que se promove a reutilização de produtos;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Construir e renovar edifícios utilizando produtos de construção com baixo teor de carbono: materiais como a madeira, as fibras, a argila e outros materiais de base biológica e de origem local;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Garantir que os edifícios permitam aos utilizadores consumir menos energia, minimizando assim as emissões de GEE na fase de utilização. Nas habitações, a ênfase é posta em paredes e telhados bem isolados, janelas de alto desempenho, sistemas inteligentes de automatização, monitorização e gestão, e a redução do consumo e das emissões de carbono;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Promover espaços mais acessíveis, flexíveis e multifuncionais, contribuindo para o envolvimento da comunidade;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Assegurar a resistência dos edifícios às alterações climáticas: o sistema de edifícios sustentável que a AEA espera que seja uma realidade em 2050 deverá prestar vários serviços “ecossistémicos” e contribuir activamente para as comunidades e o ambiente. As soluções baseadas na natureza deverão promover a biodiversidade em ambientes urbanos, reduzir a poluição e as ilhas de calor urbanas, e melhorar a saúde mental e a qualidade de vida dos habitantes.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A AEA frisa que estes seis princípios têm de ser integrados para que seja possível alcançar o sistema de edifícios sustentáveis de 2050. “É necessário incentivar a colaboração entre arquitectos, indústria e empresas, proprietários e utilizadores, decisores políticos, comunidades e outras partes interessadas para além do sector da construção&#8221;, refere a organização, acrescentando que esta sinergia pode permitir “realizar todo o potencial do sistema de edifícios sustentáveis do futuro e evitar soluções fragmentadas, que correm o risco de não criar sinergias entre os diferentes domínios políticos”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório “Abordar a questão da pegada ambiental e climática dos edifícios”, publicado pela AEA, avalia o estado actual dos edifícios da Europa e analisa as acções políticas necessárias para atingir a sua descarbonização em 2050.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Knauf Insulation reduz o carbono operacional apenas 95 dias após a instalação</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/knauf-insulation-reduz-o-carbono-operacional-apenas-95-dias-apos-a-instalacao-030624-1-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 10:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Descarbonizar]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Pegada de Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[zero emissões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A lã mineral de isolamento da Knauf Insulation reduz o carbono operacional dos edifícios em 3,6 milhões de toneladas todos os anos, o que equivale a retirar 2,5 milhões de carros das nossas estradas na Europa. Esse benefício começa apenas 95 dias após a instalação ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A lã mineral de isolamento da <strong>Knauf Insulation</strong> reduz o carbono operacional dos edifícios em 3,6 milhões de toneladas todos os anos, o que equivale a retirar 2,5 milhões de carros das nossas estradas na Europa. Esse benefício começa apenas 95 dias após a instalação.</p>
<p>Os edifícios desempenham um papel crítico na luta da Europa contra as alterações climáticas. São responsáveis por 40% do consumo de energia, e produzem 38% das nossas emissões de CO2. Precisamos de abordar este assunto com urgência; para alcançar zero emissões líquidas até 2050, é necessário reduzir mais de metade dessas emissões de carbono, e isso até 2030.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-26956 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf1-300x157.png" alt="" width="478" height="250" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf1-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf1-610x319.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf1.png 650w" sizes="(max-width: 478px) 100vw, 478px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os nossos edifícios não vão a lado nenhum &#8211; na verdade, as nossas cidades estão a crescer. Então, como podemos descarbonizar rapidamente os nossos edifícios?</strong></p>
<p>A solução é simples, mas muito eficaz: o isolamento. Atualmente, 75% dos edifícios europeus não são energeticamente eficientes, mas o isolamento adequado e corretamente instalado pode mudar esse fator. Para aproveitar ao máximo os benefícios do isolamento e cumprir os nossos objetivos de sustentabilidade, a taxa e a profundidade dos projetos de renovação devem aumentar significativamente. O isolamento minimiza o desperdício de energia através da envolvente do edifício, o que pode reduzir a demanda de energia nos edifícios, em 44%. O resultado são edifícios que são melhores para as pessoas, mais eficientes em termos de custos operacionais e melhores para o planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mas o que acontece com o custo de carbono do nosso isolamento de lã mineral? </strong></p>
<p>O isolamento reduz o carbono operacional dos edifícios, mas como todos os produtos fabricados, também tem um custo de carbono. As emissões geradas ao fabricar, embalar e transportar o produto contribuem todas para o seu &#8220;carbono incorporado&#8221;.</p>
<p>Como fabricante, temos a responsabilidade de garantir que a pegada de carbono dos nossos produtos seja compensada pela sua redução de carbono no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O nosso isolamento compensa os seus &#8220;créditos de carbono&#8221; em apenas 95 dias</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-26957 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf2-300x157.png" alt="" width="546" height="286" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf2-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf2-610x319.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf2.png 650w" sizes="(max-width: 546px) 100vw, 546px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O nosso estudo, em colaboração com especialistas em sustentabilidade da Ramboll, mostrou que são necessários apenas 95 dias desde a instalação para compensar o carbono incorporado do nosso isolamento de lã mineral. A partir desse momento, o benefício equivale a uma redução de 3,6 milhões de toneladas de carbono operacional todos os anos.</p>
<p>Produtos com menor carbono incorporado permitem-nos ver esse impacto positivo mais cedo. Eles minimizam o custo de carbono e fazem com que o isolamento faça mais para descarbonizar os nossos edifícios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-26958 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf3-300x157.png" alt="" width="516" height="270" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf3-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf3-610x319.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Kanufgraf3.png 650w" sizes="(max-width: 516px) 100vw, 516px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é o próximo passo?</strong></p>
<p>Compreender melhor a pegada de carbono do isolamento é importante, mas é apenas um passo na nossa jornada para zero emissões líquidas. Na Knauf Insulation, não observamos apenas as mudanças na nossa indústria; estamos a moldar ativamente o futuro. Embora as nossas soluções contribuam significativamente para reduzir o carbono operacional, o processo de fabricação ainda é intenso em carbono. Por esse motivo, estamos a fazer investimentos substanciais.</p>
<p>Saiba mais sobre a nossa estratégia de sustentabilidade e o nosso roteiro para alcançar zero emissões líquidas na nossa <a href="https://www.knaufinsulation.com/who-we-are/annual-review-2023" target="_blank" rel="noopener">Revisão Anual de 2023</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 Fonte: Eurima Por que Isolar? Por que Renovar? Com Isolamento de Lã Mineral<br />
2 https://www.visualcapitalist.com/cp/proje</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/knauf-insulation-reduz-o-carbono-operacional-apenas-95-dias-apos-a-instalacao-030624-1-1/">Knauf Insulation reduz o carbono operacional apenas 95 dias após a instalação</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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