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	<title>Arquivo de Agência Internacional de Energia - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Oct 2025 18:11:28 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Agência Internacional de Energia - Edificios e Energia</title>
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		<title>Aquecimento solar urbano e colectores híbridos ganham destaque a nível global</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/aquecimento-solar-urbano-e-colectores-hibridos-ganham-destaque-a-nivel-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 08:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[colectores híbridos]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade carbónica]]></category>
		<category><![CDATA[PVT]]></category>
		<category><![CDATA[sector solar térmico]]></category>
		<category><![CDATA[Solar Heat Worldwide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aquecimento solar urbano e as tecnologias híbridas fotovoltaico-térmicas (PVT) estão a ganhar terreno num contexto de transição energética. O relatório “Solar Heat Worldwide 2025”, publicado pelo Programa de Aquecimento e Arrefecimento Solar da Agência Internacional de Energia (AIE SHC), revela um crescimento significativo destes dois segmentos. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O aquecimento solar urbano e as tecnologias híbridas fotovoltaico-térmicas (PVT) estão a ganhar terreno num contexto de transição energética. O relatório “Solar Heat Worldwide 2025”, publicado pelo Programa de Aquecimento e Arrefecimento Solar da Agência Internacional de Energia (AIE SHC), revela um crescimento significativo destes dois segmentos. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com o relatório, actualmente 346 cidades em todo o mundo beneficiam de energia solar integrada nas suas redes urbanas de calor, com dez novos sistemas de grande escala instalados em 2024, com uma capacidade total de 74 MW (Megawatts). </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os Países Baixos destacaram-se ao inaugurar uma das maiores centrais de aquecimento urbano solar do mundo, com 34 MW de potência instalada. Esta tendência avança também no Sudeste da Europa, onde projectos de larga escala estão em marcha no Kosovo (44 MW) e na Sérvia (27 MW), ambos com armazenamento sazonal de energia térmica.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo o relatório, as redes urbanas solares estão a expandir-se para novas regiões e a atrair investimento público e privado. “Estamos a assistir a um crescimento dinâmico em aplicações de grande escala, como o calor de processos industriais e o aquecimento solar de redes urbanas de calor. Estas tendências sublinham a contribuição vital do solar térmico para um futuro descarbonizado, especialmente em sectores onde a electrificação por si só é difícil de concretizar”, destacou Christoph Brunner, CEO da AEE INTEC, entidade responsável pela elaboração do relatório.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">O fenómeno dos colectores híbridos</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Outro destaque do “</span><span data-contrast="auto">Solar Heat Worldwide 2025” é o crescimento </span><span data-contrast="auto">significativo dos colectores fotovoltaico-térmicos (PVT), também conhecidos por colectores híbridos, que combinam a produção de electricidade e calor num único módulo. &#8220;Esta funcionalidade de dupla saída faz dos colectores PVT uma fonte de energia ideal e flexível para utilização em edifícios, particularmente para o abastecimento de água quente ou para apoiar bombas de calor”, menciona o relatório.  </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em 2024, 46 fabricantes reportaram vendas, com 37,5 MW térmicos e 18,6 MW eléctricos instalados — um aumento de 13% na capacidade térmica em relação ao ano anterior. Alemanha, Holanda e Espanha lideram o mercado em termos de novas instalações de PVT.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Freepik</p>
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		<item>
		<title>Fotovoltaico lidera o crescimento das energias renováveis até 2030, prevê AIE</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/fotovoltaico-lidera-o-crescimento-das-energias-renovaveis-ate-2030-preve-aie/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 08:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[aie]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A capacidade global de energias renováveis deverá mais do que duplicar até 2030, impulsionada sobretudo pela energia solar fotovoltaica. Esta conclusão está patente no novo relatório “Renováveis 2025” da Agência Internacional de Energia (AIE). Apesar dos desafios nas cadeias de abastecimento, na integração na rede eléctrica e no financiamento, o sector mostra resiliência e continua a crescer a nível mundial. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A capacidade global de energias renováveis deverá mais do que duplicar até 2030, impulsionada sobretudo pela energia solar fotovoltaica. Esta conclusão está patente no novo relatório “Renováveis 2025<i>”</i> da Agência Internacional de Energia (AIE). Apesar dos desafios nas cadeias de abastecimento, na integração na rede eléctrica e no financiamento, o sector mostra resiliência e continua a crescer a nível mundial. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com a AIE, a capacidade instalada de energia renovável a nível global deverá aumentar em cerca de 4600 gigawatts (GW) até ao final da década — o equivalente à soma da actual capacidade total de geração de energia da China, União Europeia e Japão juntos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A energia solar fotovoltaica será responsável por cerca de 80% deste crescimento, beneficiando de custos de instalação mais baixos e prazos de licenciamento curtos. Seguem-se a energia eólica, a hidroeléctrica, a bioenergia e a geotérmica.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h4 aria-level="4"><b><span data-contrast="auto">Ásia e economias emergentes ganham protagonismo</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:319,&quot;335559739&quot;:319}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">As economias emergentes da Ásia, do Médio Oriente e de África estão a ganhar protagonismo no que diz respeito ao crescimento das energias renováveis. A Índia, em particular, deverá tornar-se o segundo maior mercado em expansão do mundo, atrás apenas da China, graças a políticas ambiciosas e novos programas de leilões públicos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A AIE destaca que a confiança empresarial no sector permanece sólida: a maioria dos grandes promotores de energia manteve ou reforçou as suas metas para 2030 em comparação com o ano passado.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h4 aria-level="4"><b><span data-contrast="auto">Os efeitos das políticas e mudanças regulatórias</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:319,&quot;335559739&quot;:319}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">A projecção global da AIE foi ligeiramente revista em baixa em relação ao ano passado, sobretudo por causa de alterações políticas nos Estados Unidos e na China. Nos EUA, o fim antecipado de incentivos fiscais federais e novas regulações reduziram quase 50% as expectativas da AIE relativas ao crescimento do sector. Já na China, a agência considera que a substituição das tarifas fixas por leilões competitivos está a afectar a rentabilidade dos projectos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em contrapartida, Europa, Índia e várias economias emergentes viram as suas perspectivas revistas em alta, impulsionadas por políticas mais ambiciosas, processos de licenciamento mais rápidos e maior aposta na energia solar em telhados.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar do optimismo, o relatório alerta para riscos persistentes nas cadeias de fornecimento. A China continuará a dominar mais de 90% da produção global de componentes de energia solar fotovoltaica.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Além disso, o rápido crescimento das renováveis está a pressionar as redes eléctricas. Em vários mercados já se registam eventos de restrição e preços negativos da electricidade, sinalizando a necessidade urgente de investimentos em redes, armazenamento e geração flexível.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h4 aria-level="4"><b><span data-contrast="auto">Progresso lento, mas constante no aquecimento</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:319,&quot;335559739&quot;:319}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">O papel das energias renováveis no aquecimento e nos transportes também deverá crescer, embora de forma mais modesta. No aquecimento de edifícios e indústrias, a quota deverá passar de 14% para 18%. Nos transportes, é previsto que suba de 4% para 6% até 2030, impulsionada pela electrificação de veículos e pelos biocombustíveis, sobretudo em mercados como o Brasil, Indonésia e Índia.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Citado no documento, Fatih Birol, director executivo da AIE afirmou que “a</span><span data-contrast="auto"> energia solar fotovoltaica está a caminho de ser responsável por cerca de 80% do aumento da capacidade renovável mundial nos próximos cinco anos. Além do crescimento em mercados consolidados, a energia solar deverá crescer em economias como a Arábia Saudita, o Paquistão e vários países do Sudeste Asiático”. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O responsável sublinhou, contudo, que o sucesso da transição energética dependerá da segurança das cadeias de abastecimento e da capacidade de integrar as novas fontes nas redes eléctricas: “À medida que o papel das energias renováveis nos sistemas eléctricos aumenta em muitos países, os decisores políticos precisam de estar atentos à segurança da cadeia de abastecimento e aos desafios de integração na rede.”</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Pexels</em></p>
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		<title>Solar Heat Worldwide 2025: energia solar térmica em expansão</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/solar-heat-worldwide-2025-energia-solar-termica-em-expansao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 08:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade carbónica]]></category>
		<category><![CDATA[sector solar térmico]]></category>
		<category><![CDATA[Solar Heat Europe]]></category>
		<category><![CDATA[Solar Heat Worldwide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O recém-lançado relatório Solar Heat Worldwide 2025 apresenta os dados mais recentes sobre as principais aplicações de aquecimento e arrefecimento solar, incluindo a preparação de água quente sanitária e aquecimento ambiente, aquecimento de redes urbanas de calor e arrefecimento através de energia solar.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O recém-lançado relatório <i>Solar Heat Worldwide 2025</i> apresenta os dados mais recentes sobre as principais aplicações de aquecimento e arrefecimento solar, incluindo a preparação de água quente sanitária e aquecimento ambiente, aquecimento de redes urbanas de calor e arrefecimento através de energia solar.</strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Em 2024, a China liderou o mercado global de sistemas solares térmicos para aquecimento industrial, enquanto os Países Baixos registaram o maior aumento da capacidade na Europa de aquecimento solar por intermédio de redes urbanas de calor. A Alemanha foi o país que liderou a cota de colectores híbridos fotovoltaicos-térmicos (PVT).</span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8220;Os 17,8 GW (gigawatt) de nova capacidade de aquecimento solar instalados no ano passado demonstram, mais uma vez, a grande atracção desta tecnologia &#8211; ao serviço de proprietários de edifícios, empresas agrícolas, hotéis e utilizadores industriais. A sua versatilidade e adaptabilidade sublinham o seu papel vital no avanço da neutralidade climática&#8221;, referiu Lucio Mesquita, presidente do Programa de Aquecimento e Arrefecimento Solar da Agência Internacional de Energia (IEA SHC), que publica anualmente o </span><i><span data-contrast="auto">Solar Heat Worldwide</span></i><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Foram recolhidos dados de mercado de mais de 70 países para fornecer uma visão abrangente dos desenvolvimentos nos mercados globais. O estudo tornou-se uma fonte de dados sobre energia solar térmica e uma referência para organizações internacionais como a REN21 e a Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA).</span></p>
<p><span data-contrast="auto">As aplicações para a preparação de água quente sanitária e o aquecimento de espaços em edifícios continuam a ser as aplicações predominantes na maioria das regiões do mundo. No entanto, este segmento está sob pressão das bombas de calor e das políticas de electrificação. Consequentemente, o mercado global de aquecimento através de energia solar registou um declínio de 14% em 2024. Contra esta tendência, as vendas anuais cresceram a taxas de dois dígitos em vários grandes mercados solares térmicos, incluindo o México, o Brasil e a Turquia. As razões para o aumento das vendas incluem um sector de construção em crescimento e estratégias de </span><i><span data-contrast="auto">marketing </span></i><span data-contrast="auto">intensificadas por parte dos fornecedores de sistemas.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">As empresas industriais e de aquecimento urbano em todo o mundo estão a recorrer cada vez mais a soluções isentas de emissões de CO₂. &#8220;Apesar de um ambiente de mercado desafiador no sector residencial, estamos a assistir a um crescimento dinâmico em aplicações de grande escala, como o calor de processos industriais e o aquecimento solar de redes urbanas de calor. Estas tendências sublinham a contribuição vital do solar térmico para um futuro descarbonizado, especialmente em</span><span data-contrast="auto"> sectores onde a electrificação, por si só, é difícil de concretizar,&#8221; disse Christoph Brunner, CEO da AEE INTEC (Instituto para Tecnologias Sustentáveis) e um dos principais autores do relatório.</span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Perspectivas positivas para o aquecimento solar industrial</span></b></h4>
<p><span data-contrast="auto">O ano de 2024 foi particularmente positivo para o calor solar industrial. Pelo menos 106 centrais de aquecimento solar industrial (SHIP) com uma capacidade de 120 MW (megawatt) foram colocadas em funcionamento em todo o mundo, um aumento de 28% em comparação com o ano anterior. As perspectivas continuam fortes, com mais 125 MW de capacidade de SHIP em construção até ao final de 2024.</span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Aumenta o número de grandes sistemas solares de aquecimento urbano</span></b></h4>
<p><span data-contrast="auto">Actualmente, 346 cidades em todo o mundo beneficiam de energia solar integrada nas suas redes urbanas de calor. Em 2024, foram colocados em funcionamento dez novos sistemas com uma capacidade total de 74 MW. O mercado global de aquecimento urbano solar está a expandir-se de forma constante para novas regiões. Um dos destaques do ano passado foi a entrada em funcionamento de uma das maiores centrais de aquecimento urbano solar do mundo &#8211; um sistema de 34 MW nos Países Baixos.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">A dinâmica também está a crescer no sudeste da Europa. Dois grandes projectos estão a avançar nos Balcãs: em Pristina, no Kosovo, o concurso de pré-qualificação para um campo de colectores de 44 MW com armazenamento sazonal terminou a 11 de Abril deste ano. Entretanto, em Novi Sad, na Sérvia, estão em curso planos para um campo de colectores solares de 27 MW, também emparelhado com armazenamento sazonal de energia térmica.</span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Duas novas fábricas de grande dimensão entre os líderes mundiais</span></b></h4>
<p><span data-contrast="auto">O </span><i><span data-contrast="auto">Solar Heat Worldwide</span></i><span data-contrast="auto"> também monitoriza as maiores instalações solares térmicas do mundo utilizadas no aquecimento urbano e no aquecimento de processos industriais. Estas instalações estão localizadas em todos os cinco continentes, reflectindo a relevância global e a adaptabilidade da tecnologia solar térmica para satisfazer diversas necessidades energéticas. Servem uma vasta gama de grupos de clientes, desde serviços públicos municipais a instalações industriais e até </span><i><span data-contrast="auto">resorts </span></i><span data-contrast="auto">turísticos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Colectores PVT ganham tracção nos sistemas energéticos de edifícios</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:257}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Impulsionada pela crescente popularidade das bombas de calor, a procura de colectores fotovoltaicos-térmicos (PVT) &#8211; também conhecidos como colectores híbridos &#8211; aumentou significativamente em 2024. Estes sistemas combinam um módulo fotovoltaico com um absorvedor térmico por baixo, permitindo a produção simultânea de electricidade e calor. Esta funcionalidade de dupla saída faz dos colectores PVT uma fonte de energia flexível para utilização em edifícios, particularmente para o abastecimento de água quente ou para apoiar bombas de calor.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:257}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os autores do </span><i><span data-contrast="auto">Solar Heat Worldwide</span></i><span data-contrast="auto"> observaram um número crescente de entradas no mercado, com um recorde de 46 fabricantes a comunicarem vendas em 2024. No total, foram instalados 37,5 MWth (megawatt térmico) de capacidade térmica e 18,6 MWp (megawatt-pico) de capacidade eléctrica &#8211; o que representa um aumento de 13% na produção térmica em relação ao ano anterior. A Alemanha, juntamente com a Holanda e a Espanha, liderou o mercado global em termos de novas instalações de PVT.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:257}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório completo e as infografias estão disponíveis </span><a href="https://www.iea-shc.org/solar-heat-worldwide" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">aqui</span></a><span data-contrast="auto">.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:257}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>Agentes industriais do sector solar térmico apelam a “apoio político claro” para as suas tecnologias</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/agentes-industriais-do-sector-solar-termico-apelam-a-apoio-politico-claro-para-as-suas-tecnologias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 08:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[sector solar térmico]]></category>
		<category><![CDATA[Solar Heat Europe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coincidindo com o lançamento do relatório de mercado global da Agência Internacional de Energia Solar Heating and Cooling (IEA SHC), com dados referentes a 2023 e 2024, associações industriais de várias partes do mundo uniram-se para apelar a um apoio político mais forte e à promoção activa das tecnologias solares térmicas. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Coincidindo com o lançamento do <a href="https://www.iea-shc.org/solar-heat-worldwide" target="_blank" rel="noopener">relatório</a> de mercado global da Agência Internacional de Energia Solar Heating and Cooling (IEA SHC), com dados referentes a 2023 e 2024, associações industriais de várias partes do mundo uniram-se para apelar a um apoio político mais forte e à promoção activa das tecnologias solares térmicas. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório da IEA SHC, que analisa dados de mercado de 73 países, revela que, apesar de a capacidade operacional total da energia solar térmica ter alcançado os 544 GWth (gigawatt térmico) em 2024 — com 17,8 GWth recém-instalados neste ano —, o mercado global registou um declínio de 14%, o que “afecta principalmente os edifícios, com projectos crescentes em aplicações industriais e aquecimento urbano”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na Europa, a Solar Heat Europe lamenta a perda de dinamismo observado após o ímpeto de 2022, impulsionado pela crise energética decorrente da guerra na Ucrânia, que levou a um crescimento de 12% no mercado europeu. Valérie Séjourné, directora-geral da associação, sublinha “as inconsistências políticas observadas até agora em vários países para abraçar a transição energética, a falta de apoio político claro por parte de alguns Estados-Membros para tecnologias como o solar térmico, juntamente com um infeliz efeito de ‘paragem e arranque’ de alguns esquemas de subvenções nacionais e uma taxa de renovação de edifícios demasiado baixa”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Insta os 27 Estados-Membros da União Europeia a implementar eficientemente as legislações do pacote ‘Fit for 55’ e a “oferecer ao solar térmico o papel que pode desempenhar para alcançar os objectivos de redução de 55% das emissões de GEE até 2030.”</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No Brasil, o sector apresentou crescimento contínuo. Mauro Issac Aisemberg, presidente da ABRASOL, uma associação sem fins lucrativos que representa as empresas do sector da energia solar térmica, afirma que, “em 2024, o mercado solar térmico cresceu 11%, alcançando o segundo lugar no ranking de novos colectores instalados entre os países analisados”. O responsável destaca como factores-chave o sector da construção e o investimento das empresas de solar térmico em eficiência.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No entanto, alerta que “a aceleração de iniciativas políticas e a inclusão do aquecimento solar em programas de eficiência energética, investigação, desenvolvimento e inovação tecnológica são necessárias para permitir que o país cumpra o seu enorme potencial solar térmico, colhendo todos os benefícios desta tecnologia sustentável, fiável, rentável e fabricada localmente&#8221;.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No México, apesar do crescimento constante, o mercado enfrenta obstáculos significativos. Daniel García Valladares, presidente da FAMERAC, a associação que reúne os principais fabricantes de colectores solares térmicos no México, e Margarita Castillo, presidente da ANES, organização dedicada ao desenvolvimento, promoção e adopção do solar térmico no México, criticam a falta de políticas públicas que estabeleçam metas específicas para a descarbonização dos sectores térmicos. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“No México, foram estabelecidas metas claras para descarbonizar a produção de electricidade, mas não existem metas para reduzir a intensidade do uso de gás para os requisitos térmicos na indústria, habitação e sectores comerciais”, afirmam. Ambos defendem que “é urgente promover tecnologias renováveis que nos tornem menos dependentes dos combustíveis fósseis”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na Índia, a situação é igualmente desafiadora. Jaideep Malaviya, secretário-geral da Federação Solar Térmica da Índia (STFI), destaca que “o mercado solar térmico é desafiado pela queda dos custos da energia solar fotovoltaica e a maior parte do investimento está a ser desviado devido ao atractivo retorno do investimento”. Defende a criação de incentivos semelhantes aos existentes para o sector fotovoltaico residencial, de modo que ambas as tecnologias “naveguem no mesmo barco”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>Governos apoiam as vantagens económicas, sociais e de sustentabilidade da eficiência energética em declaração conjunta</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/governos-apoiam-as-vantagens-economicas-sociais-e-de-sustentabilidade-da-eficiencia-energetica-em-declaracao-conjunta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 08:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ADENE]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Conferência Anual Global sobre Eficiência Energética da Agência Internacional de Energia (AIE), realizada recentemente em Bruxelas, ministros e altos funcionários representantes de 47 governos reafirmaram "o papel que a eficiência energética desempenha para garantir serviços energéticos acessíveis e seguros para os cidadãos, aumentar a competitividade das empresas e salvaguardar a segurança energética das nações". </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na Conferência Anual Global sobre Eficiência Energética da Agência Internacional de Energia (AIE), realizada recentemente em Bruxelas, ministros e altos funcionários representantes de 47 governos reafirmaram &#8220;o papel que a eficiência energética desempenha para garantir serviços energéticos acessíveis e seguros para os cidadãos, aumentar a competitividade das empresas e salvaguardar a segurança energética das nações&#8221;. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A </span><a href="https://www.iea.org/news/outcome-statement-of-the-iea-s-10th-annual-conference-on-energy-efficiency" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">declaração</span></a><span data-contrast="auto"> foi feita após as discussões na 10ª Conferência Global da AIE sobre Eficiência Energética, que reuniu quase 700 participantes de cerca de 100 países, incluindo dezenas de ministros e representantes de movimentos juvenis e laborais.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os governos que emitiram a declaração conjunta declararam que &#8220;após o acordo histórico na COP28 para duplicar o progresso da eficiência energética até 2030, é agora o momento de gerar um maior impacto através de acções colectivas e nacionais mais fortes e de melhorias tecnológicas em todos os sectores&#8221;.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Destacaram ainda a necessidade de reforçar as acções de eficiência energética através da implementação de “políticas eficazes” e identificaram “acções relacionadas com a acessibilidade, melhor qualidade de vida e competitividade que possam gerar um forte progresso em direcção aos objectivos gerais, ao mesmo tempo que trazem o máximo de benefícios a todas as pessoas o mais rapidamente possível”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Conferência Global foi co-presidida pelo comissário europeu para a Energia e a Habitação, Dan Jørgensen, e pelo director executivo da AIE, Fatih Birol, e foi organizada com o apoio do Movimento para a Eficiência Energética.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Fatih Birol destacou que “a eficiência energética está no cerne da segurança energética” e garantiu que existe um “amplo consenso” de que, em conjunto e como países e empresas individualmente, é possível colher os benefícios daquilo a que chamou “o primeiro combustível para reduzir as facturas de energia, reforçar a competitividade e a segurança energética e reduzir as emissões”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na declaração, os ministros comprometeram-se a colocar as pessoas no centro das transições para a energia limpa e a concentrar-se em políticas justas de eficiência energética que tragam benefícios para todos. Comprometeram-se ainda a &#8220;aproveitar a inovação e a implementar tecnologias digitais para maximizar os benefícios da eficiência energética – colocando a digitalização no centro dos sistemas energéticos modernos e, em particular, das instalações industriais, edifícios e sistemas eléctricos&#8221;.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Portugal esteve representado nesta conferência por Nelson Lage, presidente da ADENE, que interveio no Painel Ministerial de Alto Nível em nome da ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, e reuniu-se com o director executivo da AIE. Durante o encontro, Nelson Lage sublinhou o percurso consistente de Portugal rumo à transição energética e reforçou a ambição do país na eficiência energética, energias renováveis e literacia energética. Foram abordados os resultados alcançados nos primeiros cinco meses de 2025, como os 81,5% de electricidade proveniente de fontes renováveis, a triplicação da produção em regime de autoconsumo, e os níveis historicamente baixos de intensidade energética e de emissões do sector energético desde 1990.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Durante a sua intervenção na sessão ministerial, o presidente da ADENE defendeu que a eficiência energética deve ser um pilar estruturante da segurança e da soberania energética, e apelou a uma aposta firme na informação e formação como motor de uma transição justa e inclusiva, ao afirmar que “a literacia energética deve ser tratada como a alfabetização foi no século passado, ou seja, uma prioridade de política pública com impacto directo na vida das pessoas”. Acrescentou ainda que são necessárias redes mais interligadas, “que reforcem a coesão energética da Europa e nos preparem melhor para enfrentar eventos extremos”.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Agência Internacional de Energia</em></p>
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		<title>Relatório da AIE sobre o financiamento de energia limpa em África será traduzido para português</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/relatorio-da-aie-sobre-o-financiamento-de-energia-limpa-em-africa-sera-traduzido-para-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 08:31:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ADENE]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tradução portuguesa do relatório Financiamento de energias limpas em África, da Agência Internacional de Energia (AIE), será disponibilizada online através de um webinar no dia 3 de Abril, entre as 14h30 e as 15h30 (hora de Portugal Continental) com o apoio do Governo português e da ADENE - Agência para a Energia.  </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/relatorio-da-aie-sobre-o-financiamento-de-energia-limpa-em-africa-sera-traduzido-para-portugues/">Relatório da AIE sobre o financiamento de energia limpa em África será traduzido para português</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A tradução portuguesa do relatório <em>Financiamento de energias limpas em África</em>, da Agência Internacional de Energia (AIE), será disponibilizada <em>online</em> através de um <i>webinar </i>no dia 3 de Abril, entre as 14h30 e as 15h30 (hora de Portugal Continental) com o apoio do Governo português e da ADENE &#8211; Agência para a Energia.  </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O documento foi preparado em colaboração com o Grupo do Banco Africano e originalmente lançado na Cimeira Climática de África em 2023, em Nairobi, no Quénia. O lançamento foi feito pelo director executivo da AIE, Dr. Fatih Birol, e pelo presidente do Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento, Dr. Akinwumi Adesina. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Agora, para a apresentação da tradução para o público de língua portuguesa, Mary Burce Warlick, directora executiva adjunta da AIE, ficará responsável pelo discurso de abertura, assim como Jean Barroca, secretário de Estado da Energia do Ministério do Ambiente e Energia de Portugal, Dr. Kevin. K. Kariuki, vice-presidente para a Energia, Alterações Climáticas e Crescimento Verde no Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e Nelson Lage, presidente da ADENE.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Embora o continente africano represente um quinto da população mundial, apenas 3% do investimento mundial em energia chegou a esta região em 2022. A Agência Internacional de Energia reitera que, até 2030, “este valor terá de duplicar”, uma tarefa que será complicada: “o perfil de risco global dos projectos em África significa que o seu financiamento é significativamente mais dispendioso do que o dos projectos nas economias avançadas, o que os torna inviáveis para os promotores”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com a AIE, a análise presente no relatório aborda “soluções inovadoras para atrair investimento, aumentar a disponibilidade global de capital e reduzir o custo do financiamento de projectos de energia limpa nos países africanos, reunindo mais de 85 estudos de caso e mais de 40 entrevistas com as principais partes interessadas em todo o continente”.</span><span data-contrast="auto"> Os tópicos abordados vão desde as tecnologias até aos fornecedores de financiamento, incluindo instituições locais, cujo papel ainda é reduzido, mas que contribuem para o “desenvolvimento sustentável em África a longo prazo”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A AIE refere que a tradução deste relatório contou com o “valioso apoio do Governo português, através da ADENE, que garantiu a viabilização desta versão em língua portuguesa”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O registo para o </span><em>webinar</em> <span data-contrast="auto">pode ser feito </span><a href="https://meetoecd1.zoom.us/webinar/register/WN_r1Oxy5gcToqd7unl8dvhxg#/registration" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">aqui</span></a><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Mercados das bombas de calor: uma reviravolta iminente?</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/mercados-das-bombas-de-calor-uma-reviravolta-iminente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 09:35:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[aie]]></category>
		<category><![CDATA[bombas de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Membros da Agência Internacional de Energia (AIE) dão a conhecer a sua visão sobre o estado actual e futuro do mercado das bombas de calor. “A procura global de bombas de calor enfraqueceu no início de 2024, mas algumas regiões podem ter atingido um ponto de viragem”, referem os especialistas. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Membros da Agência Internacional de Energia (AIE) dão a conhecer a sua visão sobre o estado actual e futuro do mercado das bombas de calor. “A procura global de bombas de calor enfraqueceu no início de 2024, mas algumas regiões podem ter atingido um ponto de viragem”, referem os especialistas. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Os analistas de energia em edifícios, Rafael Martinez-Gordon e Chiara Delmastro, e o consultor Jianlan Dou começam por fazer uma análise dos principais mercados das bombas de calor. A verdade é que no segundo maior mercado destes sistemas, os Estados Unidos, as vendas caíram 1% no primeiro semestre do ano passado “devido ao baixo consumo e à preferência pela reparação dos equipamentos em vez da sua substituição”. Ainda assim, a quota de mercado das bombas de calor continuou a aumentar, com as vendas de sistemas de combustíveis fósseis 25% inferiores às das bombas de calor durante o primeiro semestre de 2024.   </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O terceiro maior mercado de bombas de calor, a União Europeia (UE), viu as suas vendas caírem quase 50% na primeira metade de 2024: “vários factores contribuíram para esta tendência, incluindo a descida dos preços do gás natural, um abrandamento no sector da construção &#8211; com uma grande percentagem de bombas de calor instaladas em novos edifícios &#8211; e um cenário político e regulamentar incerto”, explicam os especialistas da AIE.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No Japão, as vendas aumentaram apenas 1% no primeiro semestre de 2024 em comparação com 2023, apresentando “sinais de estagnação, em parte pela reticência do consumidor”. Em contraste, a China teve um crescimento significativo de 13% nas vendas durante o mesmo período, consolidando-se como o maior mercado global de bombas de calor, impulsionado por políticas de neutralidade carbónica.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Embora ainda não sejam conhecidos todos os dados relativos a 2024, os especialistas consideram que os primeiros sinais indicam uma recuperação no segundo semestre do ano passado. Nos Estados Unidos, as vendas subiram quase 15% após o Verão, ainda que abaixo dos níveis recorde de 2022. Na Alemanha, as vendas caíram quase 50% no primeiro semestre, mas a Associação Alemã de Bombas de Calor espera que as vendas aumentem em mais de 30% até 2025, “à medida que os incentivos e subsídios começam a ter efeito”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No Japão, as vendas aumentaram cerca de 5% até Dezembro último, mas também estão abaixo de 2022. “Esta recuperação, se confirmada, consolidaria uma reviravolta nos mercados mundiais de bombas de calor, que, após um pico em 2022, diminuíram em 2023”, constatam os especialistas. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">A “concentração” das cadeias de abastecimento</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">“As bombas de calor são largamente produzidas nas regiões onde são instaladas, com a capacidade de fabrico menos concentrada geograficamente em comparação com outras tecnologias de energia limpa, como a energia solar fotovoltaica e as baterias”, indicam. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em 2023, a China foi responsável por 40% das bombas de calor vendidas a nível mundial, superando a União Europeia (15%) e os Estados Unidos (20%) juntos. A capacidade de fabrico cresceu mais de 10% na China em 2023, impulsionada pela procura interna deste tipo de equipamentos. “A China importa muito poucas bombas de calor de outros países, e a autossuficiência do mercado tem-se mantido nos últimos anos, apesar de a procura interna e as exportações terem aumentado cerca de 10% desde 2021. Além disso, a quota da China nas exportações mundiais de bombas de calor foi de 50% em 2023”. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Sinergias com o ar condicionado: uma “vantagem competitiva”</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Os especialistas da AIE defendem que os fabricantes de aparelhos de ar condicionado “beneficiam de uma vantagem competitiva” ao expandirem para o mercado de bombas de calor. Isto porque os processos de montagem dos diferentes tipos de equipamento de bombagem de calor (unidades para aquecimento, arrefecimento ou ambos) são bastante semelhantes e partilham certos componentes: “[Os fabricantes] podem aumentar rapidamente a produção convertendo as linhas de montagem de aparelhos de ar condicionado em linhas de montagem de bombas de calor e vice-versa, beneficiando de economias de escala, de um aprovisionamento mais barato de componentes e de uma mão de obra existente”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Outros factores são mencionados pelos especialistas quando se fala em apoiar o investimento no fabrico de bombas de calor. São eles o acesso a componentes de baixo custo e a mão de obra qualificada, um ambiente político estável e favorável ou a existência de infraestruturas adequadas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os especialistas analisam e comparam o custo nivelado de produção das bombas de calor em diferentes regiões: “Numa base por </span><em>quilowatt</em><span data-contrast="auto"><em>,</em> é 50% mais barato fabricar uma bomba de calor com fonte de ar na China do que nos Estados Unidos, e 40-60% mais barato do que na União Europeia. O principal factor de custo é a aquisição de componentes (60-80%), pelo que as empresas que podem adquirir componentes internamente, ou tirar partido de economias de escala, podem beneficiar de custos de produção mais baixos”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">A importância da produção local</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Os especialistas consideram que o comércio de bombas de calor deverá crescer, mas que a produção local continuará a ser essencial nos principais mercados. Actualmente, apenas 25% das bombas de calor instaladas globalmente são comercializadas, com a China a ocupar o lugar de maior exportador. A maioria das exportações chinesas segue para a Europa, que depende dessas importações para “satisfazer uma parte do considerável aumento da procura entre 2020 e 2023”. Embora o comércio de bombas de calor tenha crescido mais lentamente do que outras tecnologias de energia limpa, é “provável que o comércio internacional também se expanda”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ainda assim, os especialistas acreditam que os principais mercados continuem a abastecer-se da maior parte das suas bombas de calor a nível local &#8211; a produção interna cobrirá cerca de três quartos da procura na União Europeia e no Japão e quase 90% nos Estados Unidos até 2035.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Conselhos para a definição de estratégias industriais</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Os analistas da AIE deixam algumas sugestões para apoiar a implantação de bombas de calor. Começam por salientar que a apresentação de relatórios detalhados, abrangendo a tecnologia, a capacidade e o tipo de construção, “será crucial para avaliar o desenvolvimento do mercado em diferentes regiões e gerar informações fiáveis para apoiar a elaboração de políticas”, permitindo à indústria, aos decisores políticos e à sociedade civil monitorizar se os objectivos das bombas de calor estão a ser cumpridos.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Uma colaboração internacional “mais forte” poderia facilitar o intercâmbio de dados e a harmonização dos relatórios e a partilha de boas práticas. “São particularmente necessários melhores dados sobre as unidades ar-ar, que são frequentemente utilizadas exclusivamente para arrefecimento de espaços ou em paralelo com outros equipamentos de aquecimento”, acrescentam os especialistas.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A falta de definições comuns ou de uma “taxonomia” para as bombas de calor “dificulta a consolidação dos dados a nível mundial e complica a comparação das estatísticas entre os diferentes mercados”. É dado o exemplo da China, onde as unidades de ar condicionado reversíveis não estão incluídas nas estatísticas oficiais como bombas de calor, como acontece na União Europeia ou nos Estados Unidos.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em Janeiro de 2025, representantes internacionais de fabricantes de bombas de calor, associações industriais, sector público e académico reuniram-se na sede da AIE para discutir a forma como a melhoria da qualidade dos dados pode impulsionar o apoio político e examinar como as organizações podem trabalhar em conjunto na harmonização e alinhamento de dados.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Eficiência energética: AIE alerta para a necessidade de progressos “muito mais rápidos” para atingir o objectivo global de 2030</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-aie-alerta-para-a-necessidade-de-progressos-muito-mais-rapidos-para-atingir-o-objectivo-global-de-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 09:58:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[aie]]></category>
		<category><![CDATA[COP]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[poupança energética]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Internacional de Energia (AIE), no seu relatório anual sobre a evolução da eficiência energética em todo o mundo, indica que os países ainda não estão “no bom caminho” para atingir o compromisso assumido na COP28. A AIE exige uma acção e cooperação mais fortes para que os países se alinhem com as suas ambições.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Agência Internacional de Energia (AIE), no seu relatório anual sobre a evolução da eficiência energética em todo o mundo, indica que os países ainda não estão “no bom caminho” para atingir o compromisso assumido na COP28. A AIE exige uma acção e cooperação mais fortes para que os países se alinhem com as suas ambições.</strong><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, realizada no Dubai no ano passado, quase 200 países concordaram com o objectivo de duplicar a taxa de melhoria da eficiência energética, o que significaria aumentar de 2 % em 2022 para 4 % em 2030. A duplicação do valor desta taxa vai exigir que os países acelerem a implementação de políticas para melhorar a segurança energética, reduzir os custos da energia e diminuir as emissões de carbono. </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo mostra o relatório </span><em>Energy Efficiency 2024</em><span data-contrast="auto">, os governos estão a fazer progressos políticos, com aqueles que representam mais de 70 % da procura global de energia a implementarem políticas de eficiência novas ou actualizadas em 2024 &#8211; desde logo com a União Europeia a rever regulamentos para alcançar um parque edificado com emissões zero até 2050. O documento aponta também elementos de progresso nas principais economias emergentes e nas crescentes taxas de implementação global de bombas de calor e veículos eléctricos, que, de um modo geral, utilizam uma quantidade de energia consideravelmente menor do que as tecnologias que substituem. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No entanto, a Agência Internacional de Energia alerta que, para que os países se alinhem com os objectivos globais, “é necessário que novas políticas cheguem mais rapidamente a todo o mundo e que muitas das existentes sejam reforçadas”. “O que esperamos ver agora são respostas políticas mais rápidas e mais fortes em todo o mundo”, disse, em comunicado, Fatih Birol, director executivo da AIE, acrescentando que “a eficiência energética é um pilar fundamental das transições energéticas seguras, acessíveis e inclusivas”. E uma maior eficiência energética exigirá um investimento igualmente maior. O investimento em tecnologias energeticamente eficientes cresceu 4 % em 2024 e está a caminho de atingir um recorde de 660 mil milhões de dólares, de acordo com o relatório.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para aumentar a visibilidade da eficiência energética e apoiar um progresso mais forte em direcção ao objectivo global de duplicação, juntamento com o relatório, a AIE lançou um novo </span><a href="https://www.iea.org/data-and-statistics/data-tools/energy-efficiency-progress-tracker" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Monitor do Progresso da Eficiência Energética</span></a><span data-contrast="auto">, alargando a análise do </span><em>Energy Efficiency 2024</em><span data-contrast="auto"> para fornecer informações detalhadas através dos indicadores regionais mais actualizados sobre a intensidade energética, a procura e os níveis de electrificação.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Relatório da Agência Internacional de Energia apela a um uso maior do calor renovável</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/relatorio-da-agencia-internacional-de-energia-apela-a-um-uso-maior-do-calor-renovavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 09:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[aie]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento solar]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Internacional de Energia (AIE) publicou recentemente o relatório Renewables 2024, no qual inclui informações sobre a evolução do sector das energias renováveis em 2023 e faz previsões para a implementação de tecnologias de energias renováveis até 2030.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/relatorio-da-agencia-internacional-de-energia-apela-a-um-uso-maior-do-calor-renovavel/">Relatório da Agência Internacional de Energia apela a um uso maior do calor renovável</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Agência Internacional de Energia (AIE) publicou recentemente o relatório <em>Renewables 2024</em>, no qual inclui informações sobre a evolução do sector das energias renováveis em 2023 e faz previsões para a implementação de tecnologias de energias renováveis até 2030.</strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O documento salienta que, nos edifícios, é previsto que a utilização de aquecimento solar atinja 40 % em todo o mundo até 2030. A União Europeia terá a maior fatia, juntamente com o Médio Oriente e a China. É também previsto que os edifícios públicos e comerciais apresentem um maior número de instalações solares térmicas, indo ao encontro da expectativa de aplicações em grande escala.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A AIE indica que a Europa está a liderar globalmente o crescimento do aquecimento urbano renovável. A integração das energias renováveis, como o solar térmico, nas redes de aquecimento urbano existentes é um dos factores para esta tendência europeia. O relatório afirma que o aquecimento continua a ser o principal sector de utilização final, sendo responsável por quase metade do consumo final de energia a nível mundial e por quase 40 % das emissões de CO2 relacionadas com a energia em 2023. A agência lamenta que as emissões anuais de CO2 relacionadas com o aquecimento tenham aumentado 5 % nos últimos seis anos, tendo em conta o aumento da procura de aquecimento nos últimos anos, aliado a uma utilização insuficiente do calor renovável.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">À semelhança do sector das bombas de calor, em 2023, o mercado do aquecimento solar assistiu a um declínio nas suas vendas. As taxas de juro elevadas, a inflação e os preços mais baixos do gás natural são alguns dos factores associados. A AIE salienta que, apesar de esta tecnologia renovável ter baixos custos operacionais, implica um investimento considerável para os utilizadores domésticos e industriais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Por último, a AIE deixa um alerta: para se alinhar com os objectivos de zero emissões líquidas, o consumo global de calor renovável teria de aumentar 2,3 vezes mais rapidamente do que as previsões. Além disso, seriam necessárias acções destinadas a melhorar a eficiência energética para reduzir a procura global de calor em 3 % entre 2024 e 2030.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Relatório Solar Heat Worldwide destaca a versatilidade do calor solar para a transição do sector do aquecimento</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/relatorio-solar-heat-worlwide-destaca-a-versatilidade-do-calor-solar-para-a-transicao-do-sector-do-aquecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 08:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento solar]]></category>
		<category><![CDATA[calor solar]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas de calor gerado por energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas fotovoltaicos térmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Solar Heat Worldwide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição de 2024 do relatório “Solar Heat Worldwide” do Programa Aquecimento &#038; Arrefecimento Solar da Agência Internacional de Energia destaca a resiliência e a mudança do panorama do calor solar. Este ano, o relatório inclui capítulos dedicados a duas tecnologias em crescimento: os sistemas fotovoltaicos térmicos (PVT) e os sistemas de calor gerado por energia fotovoltaica (PGH).</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A edição de 2024 do relatório “Solar Heat Worldwide” do Programa Aquecimento &amp; Arrefecimento Solar da Agência Internacional de Energia destaca a resiliência e a mudança do panorama do calor solar. Este ano, o relatório inclui capítulos dedicados a duas tecnologias em crescimento: os sistemas fotovoltaicos térmicos (PVT) e os sistemas de calor gerado por energia fotovoltaica (PGH). </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Embora os principais mercados solares térmicos tenham sofrido declínios, outros têm crescido de forma constante, o que, segundo o relatório, deixa “transparecer a resiliência da tecnologia”. Lucio Mesquita, presidente do Programa Aquecimento &amp; Arrefecimento Solar da Agência Internacional de Energia, refere que &#8220;este facto reafirma a versatilidade e adaptabilidade da tecnologia, assinalando um futuro promissor para as aplicações de calor solar em todo o mundo. O crescimento do mercado entre 2022 e 2023, pela primeira vez, não foi dominado pelos países europeus, o que evidencia esta mudança de cenário.&#8221;</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<figure id="attachment_27309" aria-describedby="caption-attachment-27309" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-27309 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/Top-5-de-mercados-em-termos-de-novas-instalacoes.png" alt="" width="463" height="221" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/Top-5-de-mercados-em-termos-de-novas-instalacoes.png 1015w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/Top-5-de-mercados-em-termos-de-novas-instalacoes-300x143.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/Top-5-de-mercados-em-termos-de-novas-instalacoes-768x366.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/Top-5-de-mercados-em-termos-de-novas-instalacoes-610x291.png 610w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-27309" class="wp-caption-text">Top 5 de mercados (em termos de novas instalações)</figcaption></figure>
<p><span data-contrast="auto">E esta mudança de que Lucio Mesquita fala não está a ocorrer só em sistemas residenciais, mas também em grandes sistemas comerciais. No final de 2023, estavam em funcionamento 598 sistemas de aquecimento solar em grande escala com uma capacidade total instalada de 2,3 GWth, o que corresponde a 3,3 milhões de m2 de colectores.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório indica ainda que, no final do ano passado, a capacidade total de aquecimento solar atingiu 560 GWth, equivalente a 800 milhões de m2 de área de colectores. “Isto significa um aumento líquido de 18 GWth ou 26 milhões de m2 de área de colectores em 2023, um aumento da capacidade instalada global acumulada de 3% em 2023 em comparação com 2022”, acrescenta o documento.</span></p>
<figure id="attachment_27307" aria-describedby="caption-attachment-27307" style="width: 451px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="wp-image-27307 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/Mercados-de-aquecimento-solar-em-ascensao_paises-com-crescimento-20222023.png" alt="" width="451" height="284" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/Mercados-de-aquecimento-solar-em-ascensao_paises-com-crescimento-20222023.png 1011w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/Mercados-de-aquecimento-solar-em-ascensao_paises-com-crescimento-20222023-300x189.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/Mercados-de-aquecimento-solar-em-ascensao_paises-com-crescimento-20222023-768x483.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/Mercados-de-aquecimento-solar-em-ascensao_paises-com-crescimento-20222023-610x384.png 610w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /><figcaption id="caption-attachment-27307" class="wp-caption-text">Mercados de aquecimento solar em ascensão (países com crescimento 2022-2023)</figcaption></figure>
<p><span data-contrast="auto">Apesar deste aumento global da capacidade instalada total, é de notar que a capacidade instalada de 21 GWth (ou 30 milhões de m2 de área de colectores em 2023) marcou uma diminuição em relação ao valor do ano anterior de 22,7 GWth. Isto indica um declínio de 7% no mercado global de calor solar em comparação com 2022, principalmente devido a declínios no maior mercado, a China. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No entanto, com os sectores da construção e da indústria a representarem 97% da procura final de energia para aquecimento, o relatório menciona que existe um “enorme potencial” para o calor solar no aquecimento urbano e nos processos industriais. Neste sentido, espera-se um crescimento significativo à medida que os sistemas de grande escala em preparação se tornem operacionais e as políticas de calor renovável, implementadas em 2022, continuem a ter efeito.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<figure id="attachment_27308" aria-describedby="caption-attachment-27308" style="width: 546px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-27308 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/O-calor-solar-a-escala-mundial.png" alt="" width="546" height="344" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/O-calor-solar-a-escala-mundial.png 1027w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/O-calor-solar-a-escala-mundial-300x189.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/O-calor-solar-a-escala-mundial-1024x645.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/O-calor-solar-a-escala-mundial-768x484.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/07/O-calor-solar-a-escala-mundial-610x384.png 610w" sizes="(max-width: 546px) 100vw, 546px" /><figcaption id="caption-attachment-27308" class="wp-caption-text">O calor solar à escala mundial</figcaption></figure>
<p><span class="TextRun SCXW234622879 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0">O relatório “Solar </span><span class="SpellingError SCXW234622879 BCX0">Heat</span> <span class="SpellingError SCXW234622879 BCX0">Worldwide</span><span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0">”, p</span><span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0">ublicado pela primeira vez em 2005,</span> <span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0">documenta o desenvolvimento da energia solar térmica nos últimos 20 anos. </span><span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0">F</span><span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0">ornecer uma visão geral das</span><span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0"> principais</span><span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0"> tendências da indústria solar térmic</span><span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0">a e d</span><span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0">ocumentar a capacidade solar térmica </span><span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0">instalada nos principais mercados mundiais</span><span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0"> são alguns dos </span><span class="SpellingError SCXW234622879 BCX0">objectivos</span><span class="NormalTextRun SCXW234622879 BCX0"> deste relatório.</span></span><span class="EOP SCXW234622879 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/relatorio-solar-heat-worlwide-destaca-a-versatilidade-do-calor-solar-para-a-transicao-do-sector-do-aquecimento/">Relatório Solar Heat Worldwide destaca a versatilidade do calor solar para a transição do sector do aquecimento</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
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