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	<title>Pesquisou por conforto - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 21 Aug 2026 08:33:03 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Pesquisou por conforto - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>Lançada cidade virtual para explorar soluções para diferentes tipologias de edifícios </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[saint-gobain]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma nova plataforma digital interactiva, pensada para o mercado português, que permite explorar a aplicação de soluções construtivas em diferentes tipologias de edifícios. A Cidade Saint-Gobain, lançada esta semana, pretende simplificar o acesso à informação técnica e apoiar a tomada de decisão dos profissionais da construção. </p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Há uma nova plataforma digital interactiva, pensada para o mercado português, que permite explorar a aplicação de soluções construtivas em diferentes tipologias de edifícios. A Cidade Saint-Gobain, lançada esta semana, pretende simplificar o acesso à informação técnica e apoiar a tomada de decisão dos profissionais da construção.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Saint-Gobain Portugal acabou de lançar a <a href="https://cidade.saint-gobain.pt/?utm_source=site_saint_gobain&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=homepage" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cidade Saint-Gobain</a>, uma plataforma digital interactiva que reúne, num único ambiente virtual, soluções construtivas<em>,</em> aplicadas a nove tipologias de edifícios. O lançamento surge num momento em que a digitalização é apontada como um dos desafios do sector da construção, ainda marcado por um nível de adopção de tecnologias digitais inferior ao de outras áreas da indústria, como tem alertado a Comissão Europeia (CE). </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Bruxelas, o ecossistema industrial da construção, que engloba toda a cadeia de valor do sector, continua a ser o menos digitalizado da União Europeia: apenas 55% das empresas utilizam tecnologias digitais avançadas, abaixo da média de 76% dos restantes sectores industriais. A CE considera que acelerar a adopção de ferramentas digitais será determinante para aumentar a produtividade, a competitividade e a eficiência do sector.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É neste contexto que a Cidade Saint-Gobain pretende actuar.&#8221;A transformação digital está a mudar a forma como os profissionais projectam, especificam e executam edifícios. A Cidade Saint-Gobain aproxima a informação técnica da realidade da obra, permitindo visualizar soluções completas em contexto e tornando o processo de especificação mais simples, intuitivo e eficiente&#8221;, sublinha Rui Oliveira, director da Saint-Gobain Solutions Portugal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova ferramenta <em>online</em> &#8211; de livre acesso &#8211; foi desenvolvida para apoiar arquitectos, engenheiros, projectistas e aplicadores ao simplificar a consulta de informação técnica e na especificação de sistemas para diferentes contextos de construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de consultar documentação dispersa por diferentes catálogos, o utilizador pode navegar por diferentes tipologias de edifícios, identificar as soluções construtivas mais adequadas para cada aplicação e aceder, num único espaço digital, às respectivas características técnicas e sistemas associados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A intenção é, precisamente, eliminar alguma da complexidade associada à pesquisa de informação técnica, concentrando num único ambiente digital soluções que, tradicionalmente, poderiam exigir a consulta de diferentes catálogos, documentos ou fontes &#8211; Queremos que seja uma ferramenta útil tanto na fase de inspiração e pesquisa, como numa fase mais avançada de análise e especificação”, explica, à <em>Edifícios e Energia</em>, Rui Oliveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objectivo “foi criar uma experiência simples e visual, que permitisse passar da lógica de consultar produtos isoladamente para uma lógica de sistemas e soluções completas, tendo em conta a tipologia e as necessidades específicas de cada edifício”, reforça o porta-voz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rui Oliveira explica também que a ferramenta foi desenvolvida para o mercado nacional e responde às necessidades dos profissionais que trabalham em Portugal. “É uma iniciativa da Saint-Gobain Portugal, construída a partir das soluções e marcas disponíveis no nosso mercado e da realidade dos projectos que aqui são desenvolvidos”, afirma. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Plataforma reúne sistemas construtivos completos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A plataforma reúne nove tipologias edifícios, entre as quais habitação, edifícios industriais, escolas, hospitais, hotéis, edifícios de serviços e centros comerciais, permitindo explorar diferentes soluções para fachadas, isolamento, pavimentos, impermeabilização, divisórias, tectos, vidro e climatização. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta nova cidade virtual integra soluções das diferentes marcas do grupo Saint-Gobain, incluindo Isover, Placo®, Weber, Climalit®, Saint-Gobain Glass, Ecophon e Gabelex, o que permite uma abordagem baseada em sistemas construtivos completos. Ao longo da navegação, os utilizadores podem consultar informação técnica, compreender a interacção entre diferentes soluções e identificar os sistemas mais adequados para cada tipologia de edifício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Cidade Saint-Gobain não se trata apenas de apresentar produtos. A plataforma procura mostrar sistemas construtivos completos, o que permite compreender a forma como diferentes soluções se relacionam e respondem a necessidades como eficiência energética, sustentabilidade e conforto térmico e acústico”, sublinha o responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na selecção das soluções disponíveis a testar na plataforma foram tidos em conta critérios a nível da eficiência energética e sustentabilidade, embora a Cidade Saint-Gobain não substitua ferramentas específicas de cálculo, de orçamento ou de avaliação do desempenho.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evoluir em linha com o sector</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro da plataforma passa por acompanhar a própria evolução do sector. “Mais do que estabelecer um número fechado de soluções, a lógica da plataforma é precisamente a de criar um ambiente que possa evoluir. A construção está em permanente transformação, surgem novas soluções, novas exigências regulamentares e novas necessidades dos projectistas e donos de obra. Por isso, queremos que a Cidade Saint-Gobain seja uma ferramenta viva, que possa incorporar novas soluções e conteúdos e, no futuro, eventualmente novas tipologias de edifícios”, aponta Rui Oliveira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Cidade Saint-Gobain surge numa estratégia mais abrangente do grupo industrial francês “que tem vindo a reforçar a utilização de ferramentas digitais para facilitar o trabalho dos profissionais e promover uma abordagem baseada em soluções integradas”, explica Rui Oliveira, acrescentando que a empresa tem “vindo a investir de forma consistente” nas áreas da digitalização e da disponibilização de informação técnica em formatos mais acessíveis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Saint-Gobain Portugal, este lançamento representa mais um passo na estratégia de digitalização da relação com os profissionais da construção, ao responder à crescente necessidade de acesso rápido, integrado e contextualizado à informação técnica.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong><br><strong><em>Fotografia de destaque</em></strong>: <strong><em>© Saint-Gobain Portugal</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fórum Sanitop realiza-se a 25 de setembro na Exposalão da Batalha e reúne aproximadamente três mil profissionais</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/forum-sanitop-realiza-se-a-25-de-setembro-na-exposalao-da-batalha-e-reune-aproximadamente-tres-mil-profissionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 10:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[sanitop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Fórum Sanitop 2026, um evento que reúne o maior número de profissionais de instalação do país, vai realizar-se na última sexta-feira de setembro, dia 25, na Exposalão da Batalha. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/forum-sanitop-realiza-se-a-25-de-setembro-na-exposalao-da-batalha-e-reune-aproximadamente-tres-mil-profissionais/">Fórum Sanitop realiza-se a 25 de setembro na Exposalão da Batalha e reúne aproximadamente três mil profissionais</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong><em>O evento deste ano &#8211; que se realiza há 20 anos -, assume-se como uma excelente ocasião de troca de saberes e experiências entre instaladores e fabricantes.</em></strong></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong><a href="https://www.sanitop.pt/Empresa/Forum-Sanitop" data-type="link" data-id="https://www.sanitop.pt/Empresa/Forum-Sanitop" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Fórum Sanitop 2026</a></strong>, um evento que reúne o maior número de profissionais de instalação do país, vai realizar-se na última sexta-feira de setembro, <strong>dia 25</strong>, na <strong><a href="https://exposalao.pt/" data-type="link" data-id="https://exposalao.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Exposalão da Batalha</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizado desde 2006 pela <strong><a href="https://www.sanitop.pt/" data-type="link" data-id="https://www.sanitop.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Sanitop</a></strong>, <strong>grupo líder na distribuição de materiais para instalações sanitárias e de climatização</strong>, com grande foco na <strong>eficiência energética</strong>, nas <strong>energias renováveis</strong>, no <strong>conforto</strong> e nas <strong>soluções para reabilitação no mercado nacional</strong>, o <strong>Fórum Sanitop</strong> acompanha o crescimento da atividade do grupo, que ampliou, nos últimos anos, a sua área de atuação, numa demonstração de grande solidez, para toda a <strong>área dos materiais elétricos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em parceria com os profissionais – Assumir todos os desafios com os instaladores” é o mote do encontro deste ano, que vai mobilizar aproximadamente três mil profissionais de todo o país, assumindo-se, assim, como uma excelente ocasião de troca de saberes e experiências entre instaladores e fabricantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a edição deste ano &#8211; que marca 20 anos desde que começou a ser realizado, embora em alguns períodos tenha sido realizado de dois em dois anos -, a <strong>Sanitop</strong> está a preparar um conjunto alargado de oportunidades comerciais destinadas aos seus clientes, de forma que possam obter ainda mais vantagens diretas para o seu negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste momento, já está confirmada a participação de mais de 100 marcas representadas pela <strong>Sanitop</strong>, sendo que o evento vai ocupar completamente os três pavilhões da Exposalão.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/JohnSTevens_Sanitop-1024x576.png" alt="" class="wp-image-37716" style="width:491px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/JohnSTevens_Sanitop-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/JohnSTevens_Sanitop-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/JohnSTevens_Sanitop-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/JohnSTevens_Sanitop.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Johan Stevens</strong>, <strong>diretor executivo</strong> do <strong>grupo Sanitop</strong>, destaca: “Um dos propósitos centrais deste encontro é proporcionar sinergias que potenciem um apoio cada vez maior aos profissionais, lhes proporcionem ganhos de eficiência e apoio técnico efetivo em qualquer ponto do país, com uma complementaridade de gamas pensada para unir soluções.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acrescenta: “O diálogo técnico e empresarial sobre as soluções mais inovadoras para o setor e as tendências fundamentais na eficiência energética e hídrica, nas energias renováveis, no conforto e nos padrões sanitários de qualidade de vida, decorrentes de tecnologias e equipamentos incluídos nos espaços arquitetónicos, estará presente com intensidade em quatro espaços de apresentações e palestras, que funcionarão em modo contínuo durante todo o dia.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como é habitual, não faltará na edição de 2026 do <strong>Fórum Sanitop</strong> muita animação, atividades pensadas para descontrair e confraternizar e um momento de música popular com a voz, o talento e a simplicidade do cantor Toy.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Samsung Climate Solutions destaca a integração com wearables Galaxy para a gestão do sono mais confortável</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/samsung-climate-solutions-destaca-a-integracao-com-wearables-galaxy-para-a-gestao-do-sono-mais-confortavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 15:12:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[samsung]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Samsung Climate Solutions reforça a ligação entre os seus equipamentos de climatização e o ecossistema Samsung, com destaque para a funcionalidade WindFree Wearable Good Sleep, que permite ligar equipamentos de ar condicionado WindFree a dispositivos Galaxy através da aplicação SmartThings. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Através da SmartThings, a funcionalidade WindFree Wearable Good Sleep</em><br><em>permite ligar equipamentos de ar condicionado WindFree a dispositivos</em><br><em>como Galaxy Watch e Galaxy Ring</em></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://samsung-climatesolutions.com/pt/b2c/campaigns/windfree-premiere.html"><strong>Samsung Climate Solutions</strong></a> reforça a ligação entre os seus equipamentos de climatização e o ecossistema <strong>Samsung</strong>, com destaque para a funcionalidade <em>WindFree Wearable Good Sleep</em>, que permite ligar equipamentos de ar condicionado WindFree a dispositivos Galaxy através da aplicação SmartThings.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pensada para a rotina de descanso, quando o Galaxy Watch ou o Galaxy Ring deteta que o utilizador adormeceu, o modo WindFree Cooling pode ser ativado através da aplicação, ajustando o funcionamento do equipamento durante a noite, sem necessidade de intervenção manual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>É mais um passo na afirmação da climatização como centro do conforto e bem-estar do ambiente doméstico. Oferecer soluções que permitam a adaptação das rotinas de cada pessoa, através de uma utilização mais simples e integrada no dia a dia, e nas diferentes fases da vida, reforça o propósito da Samsung Climate Solutions. O facto de termos produtos como o Galaxy Watch e/ou Galaxy Ring a comunicar com os equipamentos de climatização, através da SmartThings, torna a gestão da casa mais ajustada aos hábitos e preferências do utilizador</em>&#8220;, afirma <strong>Ricardo Martins, Head of HVAC Business da Samsung Electronics Portugal &amp; Espanha</strong>.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona a ligação entre WindFree e os Galaxy wearable</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A funcionalidade WindFree Wearable Good Sleep foi desenvolvida para complementar a experiência dos equipamentos WindFree, que distribuem o ar de forma suave através de milhares de micro-orifícios no painel frontal, evitando a sensação de correntes diretas de ar frio. A ligação aos Galaxy wearable da <strong>Samsung</strong> permite que a climatização acompanhe a rotina de sono do utilizador, ajustando o funcionamento do equipamento durante a noite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os equipamentos WindFree oferecem também modos de arrefecimento e aquecimento, geridos de forma automática pela inteligência artificial integrada. Ao analisar os padrões de utilização e as condições do espaço, o sistema ativa o modo Fast Cooling para arrefecer rapidamente e, de seguida, muda para o WindFree Cooling, que mantém a temperatura ideal sem correntes diretas de ar frio. No inverno, a mesma lógica aplica-se à climatização da casa, que se adapta ao longo do dia às necessidades reais de cada divisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além desta ligação entre os Galaxy wearable e os equipamentos WindFree, a SmartThings funciona como o centro de gestão do ecossistema <strong>Samsung</strong> em casa. Através da aplicação, os utilizadores podem controlar equipamentos de climatização compatíveis, ligar ou desligar unidades, ajustar a temperatura, escolher modos de funcionamento, criar programações e receber notificações relacionadas com o estado dos equipamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência de utilização é também complementada pelos acessórios da gama, como o remoto SolarCell, alimentado por bateria recarregável, minimiza a necessidade de pilhas descartáveis. Pode ser carregado com luz solar, iluminação interior e até mesmo por USB-C. Com um design mais fino, visor OLED e botões de utilização simplificada, o acessório foi pensado para facilitar o controlo diário dos equipamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mesma lógica de ligação aplica-se a outros equipamentos <strong>Samsung</strong> e dispositivos compatíveis, como máquinas de lavar, frigoríficos, robôs aspiradores e outros aparelhos ligados, que podem ser geridos a partir da mesma aplicação. Desta forma, a SmartThings permite centralizar diferentes funções da casa numa única plataforma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta integração, a <strong>Samsung Climate Solutions</strong> reforça o papel da climatização no ecossistema Samsung, aproximando os equipamentos WindFree das rotinas domésticas e dos dispositivos Galaxy Watch e Galaxy Ring que acompanham o utilizador ao longo do dia e da noite.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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</div></figure>



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<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/samsung-climate-solutions-destaca-a-integracao-com-wearables-galaxy-para-a-gestao-do-sono-mais-confortavel/">Samsung Climate Solutions destaca a integração com wearables Galaxy para a gestão do sono mais confortável</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Que ar respiramos dentro dos edifícios? O desafio da QAI na Europa</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/que-ar-respiramos-dentro-dos-edificios-o-desafio-da-qai-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 08:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[eurovent]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do ar interior]]></category>
		<category><![CDATA[REHVA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passamos grande parte do tempo em espaços fechados, mas raramente pensamos na qualidade do ar que respiramos dentro de portas. Muito se fala sobre a poluição atmosférica, mas a verdade é que o ar no interior dos edifícios pode estar significativamente mais poluído do que o ar exterior, com impactos na saúde, no conforto e até na produtividade. A qualidade do ar interior surge, assim, como um dos grandes desafios a nível europeu.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/que-ar-respiramos-dentro-dos-edificios-o-desafio-da-qai-na-europa/">Que ar respiramos dentro dos edifícios? O desafio da QAI na Europa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=165" target="_blank" rel="noopener">edição nº 165 da Edifícios e Energia</a> (Maio/Junho 2026).</em></strong></p>
<p>Passamos grande parte do tempo em espaços fechados, mas raramente pensamos na qualidade do ar que respiramos dentro de portas. Muito se fala sobre a poluição atmosférica, mas a verdade é que o ar no interior dos edifícios pode estar significativamente mais poluído do que o ar exterior, com impactos na saúde, no conforto e até na produtividade. A qualidade do ar interior surge, assim, como um dos grandes desafios a nível europeu.</p>
<p>A qualidade do ar interior (QAI) tem vindo a afirmar-se como um aspecto relevante de saúde pública na Europa. Os europeus passam cerca de 90% do seu tempo em ambientes interiores como casas, escritórios, escolas, hospitais ou meios de transporte, de acordo com a Associação Europeia da Indústria de Ventilação (EVIA). É no interior dos edifícios que a maioria da população vive, trabalha e respira diariamente.</p>
<p>Paradoxalmente, é também nesses espaços que o ar pode apresentar níveis de poluição significativamente superiores aos do exterior. Estudos citados pela EVIA indicam que o ar interior pode ser duas a cinco vezes mais poluído do que o ar ambiente, podendo, em casos extremos, atingir concentrações até cem vezes superiores. Esta realidade resulta sobretudo da acumulação de poluentes gerados por actividades quotidianas e materiais comuns. As fontes de contaminação são múltiplas e, muitas vezes, invisíveis: desde revestimentos de pavimentos, tintas e vernizes, até ao acto de cozinhar, limpar ou simplesmente respirar. A estas juntam-se ainda contribuições do exterior, como emissões de tráfego rodoviário, actividades industriais, pólen e partículas finas. A exposição prolongada a estes contaminantes torna-se um factor determinante no desenvolvimento de doenças respiratórias, como a asma, bem como na propagação de infecções e alergias.</p>
<p>A QAI refere-se, assim, à qualidade do ar dentro e ao redor dos edifícios, tendo em conta os impactos que o mesmo tem na saúde, conforto e bem-estar dos ocupantes. Este conceito abrange não apenas o sector residencial, mas também um vasto conjunto de espaços não residenciais, incluindo escolas, unidades de saúde, estabelecimentos comerciais, fábricas e até transportes. Para além de influenciar a saúde pública, a produtividade, o desempenho cognitivo e a qualidade de vida dos cidadãos também são parâmetros a ter em consideração.</p>
<h5><strong>Resposta política é necessária</strong></h5>
<p>Diversos factores contribuem para uma má qualidade do ar interior. Entre eles destacam-se a presença de compostos orgânicos voláteis (emitidos por materiais de construção, mobiliário e produtos de limpeza), partículas em suspensão, humidade excessiva, mofo, fumo de tabaco e níveis elevados de dióxido de carbono, sendo que este último, embora não seja um poluente em si, funciona como indicador da falta de renovação do ar. A própria evolução dos edifícios nas últimas décadas, com maior estanquidade para ganhos de eficiência energética, veio reduzir a ventilação natural e dificultar a dissipação de poluentes.</p>
<p>Neste contexto, um manifesto publicado em Junho de 2024 pela EVIA reforça a urgência política do tema, defendendo que “a boa qualidade do ar interior deve tornar-se um direito humano fundamental”. O documento sublinha que, apesar de muitos países europeus já reconhecerem o direito a um ambiente saudável, “esquece-se frequentemente que a necessidade de boa qualidade do ar não se limita ao ar exterior, mas inclui também o ar que respiramos em espaços interiores”.</p>
<p>Os signatários do manifesto alertam ainda que “a qualidade do ar interior reveste-se de importância crítica e merece a elevada atenção política que lhe é devida a nível europeu”, apelando a uma acção mais ambiciosa. Entre as principais recomendações está a necessidade de “atribuir igual (elevada) importância à ‘qualidade do ar interior’ e à ‘qualidade do ar ambiente’ na adopção de políticas da UE” e de proceder a uma revisão abrangente das políticas europeias para integrar medidas mais eficazes neste domínio.<br />
Apesar de alguns avanços, como a revisão da Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), que reconhece o papel da ventilação na saúde e no conforto, a regulamentação da QAI parece continuar fragmentada e maioritariamente dependente dos Estados-Membros. Assim, à medida que a União Europeia procura reforçar as suas políticas ambientais e de saúde pública, a integração da qualidade do ar interior surge não apenas como uma necessidade técnica, mas como uma questão de direitos fundamentais e de qualidade de vida para milhões de europeus.</p>
<p>É neste ponto — entre a ambição política e a aplicação prática — que ganham relevância instrumentos técnicos capazes de traduzir objectivos em soluções concretas no terreno. A melhoria da QAI depende também da forma como os edifícios são concebidos, equipados e operados, incluindo a selecção e avaliação dos seus componentes.</p>
<h5><strong>Entre a saúde e o desempenho ambiental</strong></h5>
<p>A crescente atenção à qualidade do ar interior (QAI) tem vindo a alargar o debate para além da saúde, com a integração das dimensões ambientais e de sustentabilidade. Recentemente, a Eurovent (Associação Europeia da Indústria do Aquecimento, Ventilação, Frio e Refrigeração) publicou um novo guia dedicado às Declarações Ambientais de Produto (DAPs) para filtros de ar, propondo uma abordagem estruturada para avaliar e comunicar o desempenho ambiental destes componentes essenciais dos sistemas AVAC (Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado).</p>
<p>O documento surge, segundo a associação, para responder à “crescente procura por dados ambientais fiáveis” e para ajudar os diferentes intervenientes do sector a compreender melhor os impactos ao longo do ciclo de vida das soluções de filtragem. Desenvolvido pelo Grupo de Produtos de Filtros de Ar (PG-FIL), o guia procura garantir “uma abordagem prática e baseada no consenso”, alinhada com normas existentes e com as necessidades do mercado, promovendo maior transparência e comparabilidade entre produtos.</p>
<p>Os filtros desempenham um papel directo na qualidade do ar que se respira dentro dos edifícios. Sabendo que os europeus passam cerca de 90% do tempo em espaços interiores, a capacidade de remover partículas nocivas (como as partículas finas PM2,5) é determinante para proteger a saúde dos ocupantes.</p>
<p>Como refere o guia, trata-se de “melhorar a qualidade do ar interior (QAI) para proteger as pessoas no edifício de poluentes nocivos”, sublinhando a ligação directa entre eficiência de filtragem e os benefícios para a saúde.</p>
<p>No entanto, a filtragem do ar apresenta também uma dimensão energética frequentemente subestimada. Apesar de serem componentes passivos, os filtros influenciam o desempenho global dos sistemas de ventilação: “a sua resistência ao fluxo de ar tem geralmente um impacto significativo no consumo total de energia e na pegada de carbono de um sistema”.</p>
<p>Esta relação cria um equilíbrio delicado entre eficiência de remoção de partículas, consumo energético e custos operacionais. Para apoiar decisões mais informadas, a Eurovent disponibiliza ferramentas como os modelos 4/21 e 4/24, que permitem estimar o consumo energético da operação dos filtros e avaliar o seu impacto ao nível do edifício. Estas metodologias contribuem para uma análise mais rigorosa e comparável, essencial num sector cada vez mais orientado por critérios de desempenho ambiental.</p>
<p>É neste ponto que as DAPs assumem um papel central. Baseadas na Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), estas declarações fornecem “informações detalhadas sobre o impacte ambiental” dos produtos — desde as matérias-primas e fabrico até à utilização e fim de vida — incluindo indicadores como o Potencial de Aquecimento Global. Funcionando como uma espécie de “rótulo nutricional” ambiental, as DAPs permitem uma leitura transparente e padronizada do desempenho ambiental dos filtros de ar.</p>
<p>Ainda assim, o guia alerta para a necessidade de uma interpretação cuidadosa. “As DAP são ferramentas valiosas […], mas podem ser mal utilizadas ou mal interpretadas”, não devendo ser confundidas com um selo de sustentabilidade. Pelo contrário, são instrumentos que “fornecem dados ambientais neutros e quantitativos”, cuja utilidade depende da comparação rigorosa entre produtos com base nas mesmas regras e da análise de múltiplos indicadores, e não apenas de métricas isoladas como a pegada de carbono.</p>
<p>Num contexto em que os edifícios representam mais de 30% da pegada ambiental da União Europeia, e em que os filtros de ar têm ciclos de vida curtos e aplicações variáveis, a necessidade de metodologias específicas torna-se evidente. A Eurovent sublinha: “a abordagem para a avaliação do impacte ambiental dos filtros necessita de ser diferente da utilizada para os produtos de construção ‘típicos’”.</p>
<blockquote>
<h5><strong>A abordagem da REHVA à qualidade do ar interior</strong></h5>
<p>A REHVA (Federação Europeia do Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado) posiciona a QAI como uma questão de saúde pública, defendendo que os edifícios devem ser concebidos e operados com base em critérios que vão além do conforto. A federação destaca a complexidade do ar interior e a presença de múltiplos poluentes com impacto directo na saúde.</p>
<p>A ventilação é apontada como um elemento-chave, mas apenas quando correctamente dimensionada, adaptada à ocupação real e assegurada ao longo de todo o ciclo de vida do edifício. Ainda assim, a REHVA sublinha que não é suficiente por si só, defendendo uma abordagem que começa no controlo das fontes de poluição, complementada por ventilação, e, quando necessário, filtragem.</p>
<p>A REHVA alerta também para os riscos de edifícios mais estanques no contexto da eficiência energética, defendendo a integração da QAI na regulamentação europeia. Para a federação, garantir ar interior saudável beneficia não só a qualidade do projecto, mas também operação e manutenção contínuas, num processo permanente de monitorização e adaptação.</p>
<h5><strong>Eurovent: sustentabilidade e saúde aliadas</strong></h5>
<p>A Eurovent defende uma abordagem regulatória mais forte para a QAI na Europa, alertando para falhas de mercado e para a ausência de um enquadramento legislativo abrangente nesta área. A associação considera a QAI uma necessidade básica e um direito fundamental, defendendo maior intervenção política ao nível europeu.</p>
<p>Neste contexto, a Eurovent tem apelado à integração de requisitos de qualidade do ar em instrumentos como a Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), promovendo uma ligação mais directa entre energia, saúde e bem-estar. Do ponto de vista técnico, esta associação destaca o papel dos sistemas de AVAC, nomeadamente a ventilação e a filtragem na garantia de ambientes interiores saudáveis, sublinhando também a importância da manutenção e da monitorização contínua.</p>
<p>A associação alerta ainda que a transição energética, ao tornar os edifícios mais eficientes e estanques, pode agravar riscos de poluição interior, defendendo, por isso, que sustentabilidade e a saúde sejam tratadas de forma integrada nas políticas europeias de construção.</p></blockquote>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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			</item>
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		<title>Qualidade do ar interior: a nova centralidade da QAI</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/qualidade-do-ar-interior-a-nova-centralidade-da-qai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Ascenso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 08:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apirac]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[EFRIARC]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[QAI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova regulamentação térmica está a chegar e a saúde passa para a linha da frente. Um novo protagonista e um novo paradigma. Para além de energeticamente eficientes e zero emissões, os edifícios deverão ter uma boa qualidade do ar interior. Fomos ouvir o sector e as conclusões são unânimes. A nossa legislação actual é suficiente, mas falta um plano de fiscalização eficaz. "O modelo assenta em verificações ambientais insuficientes e desajustadas".</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=165" target="_blank" rel="noopener">edição nº 165 da Edifícios e Energia</a> (Maio/Junho 2026).</em></strong></p>
<p>A nova regulamentação térmica está a chegar e a saúde passa para a linha da frente. Um novo protagonista e um novo paradigma. Para além de energeticamente eficientes e zero emissões, os edifícios deverão ter uma boa qualidade do ar interior. Fomos ouvir o sector e as conclusões são unânimes. A nossa legislação actual é suficiente, mas falta um plano de fiscalização eficaz. &#8220;O modelo assenta em verificações ambientais insuficientes e desajustadas&#8221;.</p>
<p>Associar um bom ambiente interior ou a qualidade do ar nos edifícios que respiramos à saúde, ao bem-estar ou à produtividade já não tem qualquer novidade. Não há a menor dúvida das vantagens e da importância que a Qualidade do Ar Interior (QAI) tem nas nossas vidas. E não estamos a falar apenas no conforto, mas sim em prevenção de doenças e controlo de infecções. Já praticamente se disse tudo e as centenas de estudos científicos são à prova de bala. A novidade está agora na sua centralidade quando falamos em edifícios mais eficientes e em edifícios carbono zero (ZEB). A nova Directiva para o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) impõe a QAI como um dos drivers principais e a questão está em saber como os Estados-Membros vão transpô-la para a regulamentação nacional. É que o rigor, as metodologias ou a fiscalização são essenciais, mas nem sempre são construídos e aplicados da melhor maneira e é aí que surgem os problemas.</p>
<p>Tendo estas evidências como ponto de partida, é importante recordar que a QAI esteve sempre presente na EPBD e sempre foi uma preocupação na legislação europeia. Desde 2002 que a QAI é considerada e reforçada nas várias revisões que se seguiram. Portugal foi um dos primeiros países da UE a integrar a QAI no Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE), logo em 2006. Nessa altura, os requisitos de ventilação estavam perfeitamente definidos e eram acompanhados por um exigente protocolo de procedimentos obrigatórios e regulares ao nível da manutenção e auditorias nos edifícios de serviços. Um conjunto de regras sujeitas a fiscalizações periódicas, mas que não vingaram muito tempo.</p>
<p>O mercado e os proprietários dos grandes edifícios tiveram mais força e, na revisão seguinte, a legislação deixou cair este conjunto de exigências. Estávamos em plena crise e estes procedimentos e os custos falaram mais alto. Desde aí que os requisitos são actualizados e continuam a fazer parte da legislação em linha com as exigências de Bruxelas. Não há aí nenhum problema. Aparentemente, temos uma boa legislação em matéria de QAI, sucede que a atenção que lhe é dada é menor. A falta de fiscalização aparece à cabeça como o principal entrave para que os nossos edifícios possam não ser um bom exemplo em matéria de QAI. As auditorias não se fazem e as metodologias para as verificações periódicas são apontadas como insuficientes e desajustadas por parte dos profissionais do sector. Podemos ter uma legislação afinada, mas falta um conjunto de boas práticas que começa logo no projecto e que compromete todo o processo. Estamos a um mês da saída dos diplomas que transpõem a nova directiva e é por isso fundamental olharmos para a QAI e identificarmos os principais constrangimentos.</p>
<p>A última revisão da EPBD é muito clara: a directiva aprovada em 2024 (Directiva UE 2024/1275) coloca, pela primeira vez, a Qualidade do Ambiente Interior (IEQ &#8211; Indoor Environmental Quality) como um pilar central no sistema de certificação energética e ao mesmo nível da eficiência energética. Mais, as orientações definem que as melhorias ao nível da eficiência energética não podem comprometer a saúde e o conforto dos ocupantes. Para Bruxelas, a descarbonização dos edifícios faz-se com a manutenção de uma boa QAI e essa é uma novidade.</p>
<p>Os SACE ou a Inteligência nos Edifícios e a manutenção ganham ainda maior importância se pensarmos que a QAI vai passar a fazer parte de um ecossistema complexo – os ZEB, os edifícios zero emissões, que, para além da eficiência energética, das renováveis, da inteligência ou dos materiais construtivos, vão passar a olhar com mais atenção para o ar que respiramos no interior dos edifícios.</p>
<h5><strong>Por onde começar?</strong></h5>
<p>Parece que as nossas principais dificuldades não estão nos conteúdos legislativos e nas exigências do legislador, mas sim na forma como os gerimos, mantemos e fiscalizamos durante a operação do edifício. “Na regulamentação nacional já há a obrigação de garantia de boa qualidade do ar em projecto, mas isto não passa de uma declaração de intenções pois, durante a operação do edifício, não há nenhuma verificação. Os mais responsáveis fazem a sua manutenção e o seu comissionamento de forma voluntária e os edifícios funcionam bem, enquanto os outros, a maioria, tentam reduzir custos, poupam na manutenção e, se houver algum problema, paciência, resolve-se depois”, explica-nos Eduardo Maldonado na sua coluna de opinião desta edição (pág. 30).</p>
<p>Para Ernesto Peixeiro Ramos, também colunista da nossa revista (pág. 36), é importante começar por distinguir a exigência regulamentar e o desempenho real dos edifícios e deixar de “assumir que o cumprimento formal de determinados requisitos conduz automaticamente à obtenção de edifícios eficientes. Mas não conduz. O desempenho regulamentar é teórico; o desempenho relevante é o real, e entre ambos existe um desvio sistemático que permanece, em grande medida, fora de controlo”. Para este especialista, “a raiz do problema está no facto de a regulamentação incidir sobre o resultado e não sobre o processo”.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-37628 alignleft" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_387562294-1024x683.jpg" alt="" width="266" height="177" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_387562294-1024x683.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_387562294-300x200.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_387562294-768x512.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_387562294-1536x1024.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_387562294-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 266px) 100vw, 266px" /></p>
<p>Todos sabemos que uma boa qualidade do ambiente interior resulta de um conjunto de decisões que se tomam na fase do projecto e, depois, durante toda a fase de operação do edifício. De facto, é preciso assegurar esta base e, para isso, os procedimentos de verificação em matéria de fiscalização são muito importantes. E é aqui que aparece um outro problema. O sector reclama uma maior atenção ao tema, considerando que a QAI deve ser tratada, como sempre foi, no domínio da energia e que, por isso, deve estar do lado da engenharia e não da saúde. Recorde-se que as verificações actualmente exigidas resumem-se a medições efectuadas por Técnicos de Saúde Ambiental. Uma abordagem e fiscalização “totalmente erradas” que deverão começar “na fase de projecto”!</p>
<p>Partindo do princípio de que a legislação tal como ela existe não é desadequada ou insuficiente, é preciso saber qual a importância que lhe vai ser dada em matéria de fiscalização e se o modelo de fiscalização se irá manter.</p>
<p>Os procedimentos de verificação tal como hoje existem são suficientes para garantir a QAI, ou é preciso ir mais longe com outra abordagem? E as auditorias? Que regras ou outros requisitos deverão ser afinados para ampliar as boas práticas em matéria de ambiente interior?</p>
<p>É que “a nova Directiva Europeia relativa ao Desempenho Energético dos Edifícios exige que os Estados-Membros imponham a inspecção regular dos sistemas de ventilação em edifícios de grande dimensão (a cada 3 ou 5 anos), a par da monitorização contínua da qualidade do ambiente interior e reforço da inspecção dos sistemas AVAC (Aquecimento, Ventilação, Ar Condicionado). A nova directiva estabelece também que os edifícios de emissões nulas (ZEB) e as renovações profundas garantam elevados padrões de QAI através de tecnologias como a ventilação mecânica com recuperação de calor, sensores de monitorização e sistemas de filtragem eficientes”, recorda Nuno Roque, secretário-geral da APIRAC, a Associação Portuguesa das Empresas dos Sectores Energético, Electrónico e do Ambiente.</p>
<h5><strong>Mais saúde ou mais engenharia?</strong></h5>
<p>A QAI é um tema complexo, por isso vamos por partes. Para a EFRIARC, a Associação que congrega os engenheiros portugueses profissionais do sector do Ar Condicionado e do Frio Industrial, o tema da QAI deverá ser do domínio multidisciplinar. “Quem melhor sabe qual a taxa volumétrica de ar que um indivíduo necessita respirar para garantir satisfatoriamente as suas necessidades fisiológicas, de acordo com o seu estado de saúde e a sua actividade, senão alguém que tenha conhecimento das disciplinas da área da Saúde, da Biologia, ou afins?”.</p>
<p>Para esta associação, não há dúvidas de que o tema tem de estar enquadrado em várias disciplinas. O problema é outro e está na forma como podemos garantir e verificar a QAI. E “quem melhor sabe da(s) forma(s) de fazer chegar esse ar, em condições adequadas, i.e. eficientemente, a todos os ocupantes de um espaço senão alguém com formação em algumas áreas da Engenharia? Bastam estas duas asserções para se concluir que é desejável a coadjuvação e não exclusão de qualquer das partes”, explicam os dirigentes. Até aqui, o consenso é generalizado: a saúde e a engenharia têm de andar juntas em matéria de QAI.</p>
<p>A grande questão está na metodologia para a verificação da QAI. Por quem devem ser feitos estes trabalhos? A APIRAC não tem dúvidas, “é necessária a eliminação da inenarrável obrigatoriedade do incontornável protagonismo dos técnicos de saúde ambiental na Avaliação Simplificada Anual da QAI-ASA. Isto se queremos que a QAI seja uma realidade”. Nuno Roque, secretário-geral desta associação, lembra que, “sendo obviamente uma matéria de impacto na saúde das pessoas a Direcção-Geral da Saúde já indicou e publicou várias recomendações sobre a utilização segura dos Sistemas de AVAC em diversas Orientações”.</p>
<p>Trata-se de um conjunto de práticas que vão desde a “limpeza e manutenção de acordo com as indicações do fabricante, por empresa certificada para serviços de instalação e manutenção de Sistemas AVAC; direccionamento do ar para cima, de forma a não incidir directamente sobre os ocupantes do espaço; renovação frequente do ar, de forma a assegurar, sempre que possível, uma boa ventilação nos espaços; cumprimento da regulamentação relativamente a requisitos de ventilação e qualidade do ar interior; garantia do máximo caudal de ar novo possível; funcionamento das unidades de tratamento de ar com recirculação a 100% de ar novo sempre que possível; funcionamento contínuo dos sistemas de extracção das instalações sanitárias, etc.”. Estas recomendações visam assegurar “o máximo caudal de ar novo possível e o mínimo de recirculação, de forma a remover eventuais poluentes como os resultantes da actividade metabólica dos utentes, incluindo eventuais agentes biológicos”.</p>
<p>Para este dirigente, “todas estas constatações apresentam de modo claro o tipo de acompanhamento e monitorização que deve ser requisito para o cumprimento do desempenho desejado no domínio da QAI”. E reforça que, para tal acontecer, “é absolutamente determinante o envolvimento da especialidade técnica relacionada com o funcionamento dos sistemas AVAC, com a certificação dos técnicos para a avaliação da qualidade do ambiente interior”.</p>
<h5><strong>O que diz a ADENE sobre a estratégia em matéria de QAI</strong></h5>
<p>Para entendermos o que poderá ser diferente e qual a estratégia a seguir, contactámos a Agência para a Energia, (ADENE), a entidade que desempenha um papel fundamental na transposição da Directiva do Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) para a legislação portuguesa, liderando a coordenação da primeira fase do Grupo de Trabalho (GT-EPBD). Desde logo, a principal mensagem que os responsáveis da ADENE querem passar para o mercado é a de que o processo ainda está na fase de recolha de contribuições por parte do sector. E que o principal objectivo está em “assegurar que as soluções regulamentares são tecnicamente robustas, exequíveis e alinhadas com a realidade do mercado da construção e da reabilitação”. Para isso, explicam, “os contributos dos diferentes agentes de mercado, designadamente, projectistas, peritos, indústria, entidades públicas e privadas, são fundamentais para garantir que os futuros requisitos promovem simultaneamente edifícios mais eficientes, mais saudáveis e com melhores condições de conforto para os seus utilizadores”.</p>
<p>Para a ADENE, “os edifícios com emissões nulas previstos na nova Directiva EPBD devem assegurar não apenas um elevado desempenho energético, mas também uma boa qualidade do ambiente interior, que inclui o conforto térmico, a ventilação e, nesse contexto, a qualidade do ar interior. Estes aspectos fazem parte integrante do desempenho global do edifício e devem ser assegurados desde a fase de projecto, evitando que a eficiência energética seja alcançada à custa da saúde ou do conforto dos ocupantes”.</p>
<p>Sabemos que estas exigências não são novas em Portugal e, por isso, “desde a primeira transposição da Directiva EPBD que a legislação nacional estabelece requisitos mínimos de ventilação, onde se incluem os caudais mínimos de ar novo, caudais de extracção e renovações por hora, que variam em função da categoria de edifícios, precisamente para garantir condições adequadas de qualidade do ambiente interior”.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-37629 alignright" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2643694735-1024x768.jpg" alt="" width="342" height="257" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2643694735-1024x768.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2643694735-300x225.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2643694735-768x576.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2643694735-1536x1152.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2643694735-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 342px) 100vw, 342px" /></p>
<p>Mas será necessária uma nova estratégia e abordagem em matéria de fiscalização? Para a ADENE, “a nova EPBD reforça a necessidade de considerar a qualidade do ambiente interior, onde naturalmente se inclui a qualidade do ar interior, ao longo de todo o ciclo de vida do edifício. A estratégia arranca logo na fase de concepção, em que, através dos requisitos de dimensionamento adequado dos sistemas técnicos, incluindo os sistemas técnicos de ventilação, devem ser previstos os caudais necessários à remoção de poluentes decorrentes do tipo de utilização dos espaços. Assim, a abordagem passa cada vez mais por assegurar que as soluções de projecto garantem, desde início, condições adequadas de qualidade do ar interior”, explicam.</p>
<p>Quanto aos procedimentos de verificação que existem actualmente e que o sector reclama como não sendo eficazes, a ADENE garante que a “a evolução da legislação passa também por reforçar o papel da manutenção enquanto elemento essencial para garantir o correcto funcionamento dos sistemas técnicos ao longo do tempo, condição indispensável para assegurar simultaneamente elevados níveis de eficiência energética e uma adequada qualidade do ar interior. Este quadro é complementado pela actuação das entidades competentes pela fiscalização, que, no âmbito do enquadramento regulamentar aplicável, procedem à avaliação do cumprimento dos limiares de poluentes dos espaços, assegurando o controlo e a verificação das condições de qualidade do ar nos edifícios”.</p>
<blockquote><p><strong>Estanquidade e monitorização (SACE)</strong></p>
<p>A prática da introdução de ar exterior por sistemas de ventilação/extracção em todos os edifícios, seja natural ou forçada, além de obrigatória, é fundamental para a saúde, bem-estar e segurança dos seus ocupantes ou utilizadores. A análise do espaço, das obstruções existentes, do tipo de actividade, do caudal de ar mínimo, do local de entradas e saídas do ar, da eficácia de ventilação, da climatização para evitar choques térmicos, são alguns dos requisitos a ter em conta na escolha e implementação de um bom sistema AVAC. Em alguns casos, é necessário remover a poluição do ar externo antes de o introduzir num edifício, usando sistemas de filtragem adequados do ar a introduzir no espaço interior, garantir a distribuição homogénea do ar novo em toda a zona ocupada e a renovação do ar interior. Só assim conseguimos garantir o caudal mínimo de ar novo considerado adequado.</p>
<p>Assim como o projecto de um sistema de ventilação e ar condicionado é muito importante para o conforto e qualidade de vida dos utentes, a manutenção também desempenha um papel essencial para garantir que os parâmetros de projecto são mantidos ao longo do tempo de vida do equipamento.</p>
<p>Considera-se relevante enquadrar adicionalmente os seguintes aspectos no âmbito da revisão regulamentar:</p>
<ul>
<li>Qualificação e certificação de instaladores, garantindo níveis adequados de competência técnica na concepção, instalação e manutenção dos sistemas de ventilação, contribuindo para assegurar o desempenho previsto em projecto, mitigando situações de instalação e ou funcionamento inadequado;</li>
<li>Acções de sensibilização e informação dirigidas aos utilizadores, promovendo a compreensão do funcionamento dos sistemas, a necessidade da sua manutenção e utilização adequada e ainda a valorização da qualidade do ambiente interior, tudo factores essenciais para a eficácia das soluções implementadas;</li>
<li>Incentivo à inovação tecnológica e digitalização dos sistemas, nomeadamente através da adopção e integração com SACE, potenciando melhorias contínuas de desempenho e eficiência energética;</li>
<li>Articulação com políticas públicas nas áreas da energia, saúde e sustentabilidade do edificado, assegurando coerência entre instrumentos regulamentares e estratégias nacionais de descarbonização, eficiência energética, promoção do bem-estar e resiliência do parque edificado;</li>
<li>Incentivar soluções tecnicamente evoluídas, designadamente sistemas de ventilação mecânica de duplo fluxo com recuperação de calor, que contribuam simultaneamente para a melhoria da qualidade do ambiente interior, redução do consumo e exigências energéticas e a adaptação progressiva do edificado às exigências ambientais futuras.</li>
</ul>
<p>Neste contexto, ainda de relevar o contributo que o selo de qualidade AR SAUDÁVEL emitido pela APIRAC passível de ser atribuído às instalações AVAC que demonstrem acompanhar as regras de saúde adequadas, através de procedimentos de avaliação de conformidade com inspecção aos sistemas de ventilação e climatização instalados.</p>
<p style="text-align: right;">APIRAC</p>
</blockquote>
<h5><strong>Que estratégia deveria ser seguida?</strong></h5>
<p>Neste impasse em saber como será feito esse reforço na manutenção ou que entidades irão proceder às avaliações da QAI, importa perceber que estratégia seria a ideal e que mais alertas podem ser feitos nesta fase.</p>
<p>Cláudia Casaca, professora no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL) e presidente cessante da EFRIARC, relembra que “a revisão é clara ao estabelecer que os Edifícios de Emissões Nulas devem garantir níveis óptimos de qualidade do ambiente interior, incluindo a qualidade do ar interior (QAI), integrando explicitamente a saúde e o bem-estar dos ocupantes no cálculo do desempenho energético. A eficiência energética deixa assim de ser um objectivo isolado e passa a estar indissociavelmente ligada à saúde e ao conforto dos ocupantes”. Para esta especialista, “a QAI tem sido tradicionalmente tratada sobretudo como uma questão de saúde pública, com uma repartição de responsabilidade ainda difusa”. Uma abordagem relevante, mas que tende “a tratar o problema a jusante, isto é, quando os efeitos sobre a saúde já se manifestam.</p>
<p>Contudo, do ponto de vista técnico, a QAI é, em grande medida, o resultado directo de decisões tomadas no domínio da engenharia dos edifícios. A selecção de materiais de construção, o nível de estanquidade da envolvente, o dimensionamento dos sistemas de ventilação, a estratégia de filtração do ar exterior e o modo de operação dos sistemas AVAC determinam, em grande medida, a concentração de poluentes no ambiente interior. Por outras palavras, a QAI não é apenas uma questão sanitária; é, fundamentalmente, uma consequência das decisões de projecto e de operação energética dos edifícios”.</p>
<p>Assim, Cláudia Casaca defende que &#8220;a separação institucional entre políticas de energia e políticas de saúde pode revelar-se insuficiente para responder ao desafio colocado pela nova EPBD” e apela a uma nova abordagem. Para esta professora universitária, uma abordagem possível consistiria em “limitar a intervenção regulamentar à verificação periódica de alguns indicadores de QAI, como concentrações de CO2 ou partículas”. Embora a monitorização seja importante, e a nova directiva europeia vai precisamente nesse sentido, dificilmente será suficiente para garantir ambientes interiores saudáveis, considera. A razão é simples: “monitorizar um problema não significa necessariamente preveni-lo&#8221;.</p>
<h5><strong>Então, o que é preciso fazer?</strong></h5>
<p>Cláudia Casaca é perentória. “Não basta haver procedimentos de verificação a posteriori. A QAI garante-se no projecto, com requisitos técnicos claros para ventilação, controlo de poluentes e desempenho dos sistemas AVAC, e mantém-se na operação. A operação e a manutenção assumem um papel também decisivo, pois podem comprometer rapidamente o desempenho inicialmente previsto e, com isso, permitir a degradação do ambiente interior, transformando o edifício numa estrutura ´doente`.”</p>
<p>Sabemos que o foco passa a estar no “desempenho operacional e, por isso, o edifício deve ser eficiente e manter o ar limpo”. Neste sentido, “os caudais de ar novo calculados revelam-se insuficientes para obtenção de uma solução de ventilação eficaz”, destaca Nuno Roque, da APIRAC. Desta forma, entende como recomendável a introdução de uma abordagem complementar baseada no desempenho. Como? Para este dirigente, e para começar, considera-se “pertinente a obrigatoriedade de as Unidades de Tratamento de Ar (UTA) e Unidades de Tratamento de Ar Novo (UTAN) acima de um determinado caudal terem sistema de controlo do seu próprio funcionamento, montados em fábrica e que permitam garantir o funcionamento capaz do sistema, incluindo o da própria unidade e unidades exteriores a ela associadas (excepções possíveis: sistemas específicos como industriais e hospitalares); o contributo dos sistemas de ventilação mecânica controlada de duplo fluxo com recuperação de calor como solução de referência para edifícios novos e reabilitações profundas, dada a sua capacidade de assegurar caudais controlados com a consequente redução de perdas energéticas; a necessidade de actualização dos requisitos mínimos de eficiência aplicáveis aos permutadores de calor e a inclusão de critérios de verificação de desempenho real, incluindo monitorização e registo operacional”.</p>
<p>Como medidas procedimentais da maior relevância a considerar na revisão, Nuno Roque identifica “a inclusão obrigatória da avaliação das condições higiossanitárias dos sistemas de climatização, incluindo os registos da manutenção preventiva, nas Avaliações da QAI (GES e PES); a obrigatoriedade da Avaliação da qualidade do ambiente interior a cada três anos (GES e PES) e a inclusão da medição de iluminância na avaliação da qualidade do ambiente interior”.</p>
<p>A presidente cessante da EFRIARC alerta para o facto de, durante muitos anos, a redução dos consumos de energia ser a peça central na política energética. E, com isso, “tornou-se progressivamente evidente que intervenções focadas apenas na eficiência energética, nomeadamente o aumento da estanquidade da envolvente, podem gerar efeitos indesejáveis caso não sejam acompanhadas por soluções adequadas de ventilação e controlo da qualidade do ar”.</p>
<p>Para esta engenheira, a nova directiva vem agora “evitar este risco”. E como? “Sem algumas condições de base, a monitorização pode limitar-se a revelar problemas estruturais cuja resolução posterior será complexa e dispendiosa. A experiência acumulada no sector dos edifícios demonstra que a QAI deve ser assegurada sobretudo numa fase de projecto, através de decisões correctas de concepção. Isto inclui, por exemplo, o controlo das fontes de poluição (materiais e equipamentos), o dimensionamento adequado da ventilação, a possível utilização de sistemas de recuperação de calor e a integração de estratégias de filtração ajustadas às condições do ar exterior”.</p>
<p>Para Cláudia Casaca não há qualquer dúvida: “se a ambição europeia for efectivamente alcançar edifícios de emissões nulas que sejam simultaneamente saudáveis, será necessário adoptar uma abordagem mais integrada e que a QAI deixe de ser uma verificação administrativa e passe a ser um parâmetro operativo”. Mais, “tal como aconteceu com a eficiência energética nas últimas duas décadas, a qualidade do ar interior poderá tornar-se um dos grandes temas da próxima geração de regulamentação do sector. Se assim for, a questão central deixará de ser apenas quanto consome um edifício, passando também a ser que ambiente proporciona aos seus ocupantes”, conclui.</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>EPBD 2024: Eficiência energética ou continuação da fábrica de patologias?</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/epbd-2024-eficiencia-energetica-ou-continuacao-da-fabrica-de-patologias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 08:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[emissões]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revisão da Directiva de Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD 2024/1275) marca uma mudança de paradigma sem precedentes na política imobiliária europeia, abandonando a visão restritiva do quilowatt-hora para abraçar a saúde humana através do conceito de Qualidade do Ambiente Interior óptima. No entanto, este avanço legislativo coloca um espelho desconfortável perante a realidade portuguesa, onde a distância entre a legislação no papel e a prática no terreno é abismal. É sob esta temática que se desenvolve a conversa entre Ernesto Peixeiro Ramos (PR) e Jorge Manuel Carvalho (JC).</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=165" target="_blank" rel="noopener">edição nº 165 da Edifícios e Energia</a> (Maio/Junho 2026).</em></strong></p>
<p>A revisão da Directiva de Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD 2024/1275) marca uma mudança de paradigma sem precedentes na política imobiliária europeia, abandonando a visão restritiva do quilowatt-hora para abraçar a saúde humana através do conceito de Qualidade do Ambiente Interior óptima. No entanto, este avanço legislativo coloca um espelho desconfortável perante a realidade portuguesa, onde a distância entre a legislação no papel e a prática no terreno é abismal. É sob esta temática que se desenvolve a conversa entre Ernesto Peixeiro Ramos (PR) e Jorge Manuel Carvalho (JC).</p>
<p><strong>PR:</strong> A nova revisão da directiva do desempenho energético nos edifícios introduz uma mudança relevante na política europeia de edifícios. Durante décadas, o desempenho foi medido quase exclusivamente em termos de consumo energético. Agora, a directiva passa a integrar explicitamente a saúde humana no conceito de desempenho.</p>
<p><strong>JC:</strong> É uma mudança lógica, embora tardia. Os edifícios não são apenas sistemas térmicos eficientes; são ambientes onde as pessoas vivem, trabalham e respiram diariamente. Ignorar essa dimensão sempre foi uma visão incompleta da engenharia.</p>
<p><strong>PR:</strong> Para perceber o alcance desta mudança, convém distinguir duas abordagens. A Qualidade do Ar Interior (QAI) avalia poluentes específicos em medições pontuais e é o que está referido na legislação em vigor. No contexto da directiva temos a qualidade do ambiente interior, que é um conceito mais completo ao integrar a QAI com o conforto térmico, a acústica e a iluminação.</p>
<p><strong>JC:</strong> A analogia médica ajuda a compreender a diferença. Medir CO2 ou humidade é como medir febre num paciente. A saúde real do edifício depende da robustez do sistema que o sustenta desde o projecto até à exploração.</p>
<p><strong>PR:</strong> Em Portugal, o principal problema não é necessariamente a ausência de legislação, já que existem exigências relevantes em muitos edifícios de serviços, comércio ou equipamentos sensíveis. O problema surge na distância entre o que está escrito na lei e o que realmente depois acontece.</p>
<p><strong>JC:</strong> Exactamente. As medições microbiológicas e análises químicas estão previstas no regulamento. No entanto, muitas vezes são tratadas como mera formalidade administrativa e não como instrumentos de protecção da saúde humana. A percepção dominante continua a ser a de que são apenas um custo adicional.</p>
<p><strong>PR:</strong> Essa atitude traduz-se frequentemente no estado real dos sistemas de ventilação. Encontramos unidades desligadas para reduzir consumos ou filtros completamente colmatados. Essas situações comprometem totalmente a função sanitária dos sistemas.</p>
<p><strong>JC:</strong> O resultado é um paradoxo técnico. Aquilo que deveria funcionar como pulmão do edifício acaba por se transformar num distribuidor de contaminantes. O equipamento existe, mas deixou de cumprir a função para que foi concebido.</p>
<p><strong>PR:</strong> A nova directiva procura alterar essa lógica. A qualidade do ambiente interior passa a exigir verificação contínua e desempenho comprovado. Não se trata apenas de medições ocasionais realizadas de forma pontual.</p>
<p><strong>JC:</strong> É uma mudança relevante. Em vez de uma fotografia anual — que muitas vezes nem chega a ser tirada—, passamos a ter algo mais próximo de um monitor clínico permanente, a “ficha médica do paciente”, que neste caso é o edifício.</p>
<p><strong>PR:</strong> No sector residencial, o problema manifesta-se de forma diferente. O cumprimento dos requisitos de ventilação baseia-se frequentemente em cálculos teóricos realizados em folhas de cálculo.</p>
<p><strong>JC:</strong> O valor de 0,5 renovações por hora aparece impecável no Excel. Mas quando analisamos o edifício real percebemos que aquela renovação de ar raramente acontece.</p>
<p><strong>PR:</strong> É frequente combinar janelas extremamente estanques, necessárias para uma boa classe energética, com um pequeno extrator na casa de banho. Esse ventilador acaba por ser o único mecanismo de renovação previsto.</p>
<p><strong>JC:</strong> Num edifício hermético isso não resolve o problema. O ventilador tenta extrair ar sem que exista uma admissão equivalente. Cria-se assim uma depressão que o sistema não consegue compensar.</p>
<p><strong>PR:</strong> O ventilador continua a funcionar, mas não consegue garantir a renovação de ar necessária. Quando se liga a hotte da cozinha a situação agrava-se ainda mais. A depressão aumenta e o edifício começa a procurar ar onde quer que ele exista. A física acaba por impor a sua própria solução.</p>
<p><strong>JC:</strong> Sem entradas de ar devidamente dimensionadas, o edifício recorre a percursos inesperados. O ar novo entra por caminhos completamente indesejáveis. Esse comportamento raramente é considerado no projecto.</p>
<p><strong>PR:</strong> Condutas de esgoto, chaminés vizinhas ou outras condutas tornam-se vias de admissão improvisadas. O fenómeno é silencioso e muitas vezes passa despercebido. No entanto, as consequências sanitárias podem ser relevantes.</p>
<p><strong>JC:</strong> O resultado é a inversão de fluxos e a entrada de contaminantes nas zonas de permanência. O projecto declara conformidade, mas o comportamento real do edifício é claramente diferente.</p>
<p><strong>PR:</strong> Assim surgem edifícios formalmente conformes, mas ambientalmente problemáticos. O cálculo regulamentar indica um cenário ideal. A realidade mostra um sistema de ventilação totalmente desequilibrado.</p>
<p><strong>JC:</strong> Com a implementação das normas mínimas de desempenho energético, muitos edifícios existentes terão de melhorar a sua classe energética. Isso implicará intervenções de reabilitação.</p>
<p><strong>PR:</strong> O risco é concentrar essas intervenções apenas em isolamento e caixilharias. A eficiência térmica melhora rapidamente. Porém, o comportamento da ventilação pode degradar-se de forma significativa.</p>
<p><strong>JC:</strong> Ao eliminar infiltrações naturais estamos a selar o edifício e aí surgem humidades elevadas, condensações frequentes e crescimento de bolores. O ganho energético transforma-se num problema de qualidade do ambiente interior. A eficiência deixa de ser sustentável.</p>
<p><strong>PR:</strong> Por isso, a regulamentação deve olhar para todo o ciclo de vida do edifício. A saúde do ambiente interior começa na fase de conceção. É nessa fase que se definem os princípios do sistema.</p>
<p><strong>JC:</strong> Isso implica escolher materiais de baixa emissão química e planear o percurso real do ar. Ventilar não significa apenas instalar equipamentos. Significa desenhar fluxos coerentes entre compartimentos.</p>
<p><strong>PR:</strong> Na fase de construção é igualmente necessário comprovar o desempenho real. Ensaios de estanquidade e medições de caudal devem validar aquilo que foi projectado. Sem essa verificação, o projecto permanece teórico.</p>
<p><strong>JC:</strong> Sem essas verificações, o projecto permanece apenas uma intenção teórica. Pequenas alterações em obra podem comprometer totalmente o comportamento previsto. Em algumas situações, o ensaio recorrendo a fumos torna-se necessário para validar o que foi projectado.</p>
<p><strong>PR:</strong> Depois surge a fase de exploração, onde muitos sistemas acabam por degradar-se. A ventilação depende de manutenção regular e de operação adequada. Sem isso o desempenho degrada-se rapidamente.</p>
<p><strong>JC:</strong> Filtros obstruídos e ventiladores desligados são situações frequentes. A tentativa de poupança imediata de energia compromete o ambiente interior. No longo prazo, os custos acabam por ser maiores.</p>
<p><strong>PR:</strong> A directiva aposta também na digitalização e no acompanhamento inteligente dos edifícios. Sensores e indicadores podem ajudar a compreender o comportamento real. A monitorização contínua torna-se numa ferramenta essencial.</p>
<p><strong>JC:</strong> Mas sensores são apenas instrumentos de diagnóstico. A verdadeira inteligência está na capacidade de resposta do edifício às condições interiores. O sistema deve ajustar automaticamente ventilação e funcionamento.</p>
<p><strong>PR:</strong> A transposição da directiva para o quadro jurídico nacional é uma oportunidade importante. Permite alinhar eficiência energética com saúde e conforto. É um momento decisivo para corrigir os retrocessos da legislação de 2013 e 2021.</p>
<p><strong>JC:</strong> Se for bem aplicada poderá aproximar projecto e realidade física. A engenharia passará a responder ao comportamento real dos edifícios. O objectivo final é simples: edifícios que consigam respirar de forma equilibrada.</p>
<p><strong>PR:</strong> A sustentabilidade de um edifício não se mede apenas pela redução do consumo energético. Mede-se também pela capacidade de proteger a saúde de quem o utiliza diariamente. Este deve ser o verdadeiro critério de decisão.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>JC:</strong> Um edifício pode ser energeticamente exemplar e, ainda assim, pode ser insalubre. E, quando isso acontece, não estamos perante eficiência, mas sim perante um erro de engenharia. E, no final das contas, um edifício eficiente que produz ar insalubre… é apenas um edifício doente. E muitos não adoecem, já nascem doentes!</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>As conclusões expressas são da responsabilidade dos autores.</strong></em></p>
<p>Fotografia de destaque: © Pexels</p>
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		<title>Eurofred reforça a gama de soluções híbridas multifuncionais da Daitsu</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/eurofred-reforca-a-gama-de-solucoes-hibridas-multifuncionais-da-daitsu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 07:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[eurofred]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num mercado em que a eficiência energética, a otimização dos espaços e a facilidade de instalação fazem a diferença no desenvolvimento do projeto, a Eurofred consolida a sua aposta no desenvolvimento de soluções híbridas de climatização sob a marca Daitsu, focando-se no instalador profissional, mas também no consumidor final. ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<ul class="wp-block-list">
<li>O desenvolvimento da gama de sistemas híbridos multifuncionais da Daitsu responde aos desafios reais do setor: instalações mais simples, sistemas integrados com recuperadores de calor e uma experiência de utilização mais eficiente, conectada e confortável.</li>
</ul>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Num mercado em que a eficiência energética, a otimização dos espaços e a facilidade de instalação fazem a diferença no desenvolvimento do projeto, a <strong><a href="https://www.eurofred.pt/" type="link" id="https://www.eurofred.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Eurofred</a></strong> consolida a sua aposta no desenvolvimento de <strong>soluções híbridas de climatização</strong> sob a marca <strong><a href="https://www.daitsu.pt/" type="link" id="https://www.daitsu.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Daitsu</a></strong>, focando-se no instalador profissional, mas também no consumidor final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa dá assim um passo em frente na sua estratégia de negócio com uma proposta tecnológica concebida para simplificar a integração de sistemas em projetos residenciais, melhorar o rendimento energético e oferecer uma experiência de conforto mais intuitiva e avançada.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Gamas Multi-Hybrid 2 e Free Max ACS: Soluções concebidas para facilitar a instalação e garantir o desempenho</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais diferenciais da gama híbrida da <strong>Daitsu</strong>, com o gás refrigerante R32, é a sua aposta na simplificação da instalação e na flexibilidade da conceção de projetos. Em aplicações residenciais, quer sejam de pequena ou grande dimensão, a <strong>gama Multi-Hybrid </strong>permite configurar sistemas completos de climatização e água quente sanitária a partir de uma única unidade exterior — entre 8 e 16 kW — combinada com módulos hidráulicos e unidades interiores de expansão direta. Esta arquitetura reduz a necessidade de instalações hidráulicas complexas, facilitando o trabalho do instalador e otimizando os tempos de execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a sua compatibilidade com piso radiante, reservatórios de AQS e diferentes tipos de unidades interiores permite adaptar cada instalação às necessidades específicas do projeto, desde moradias unifamiliares até soluções residenciais de maior escala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, o sistema multisplit <strong>Free Max</strong> com AQS oferece a ambientes residenciais e comerciais de pequena e média dimensão uma alternativa ideal para projetos de reabilitação ou espaços reduzidos, ao integrar climatização e água quente num único sistema multisplit. Com a possibilidade de ligar até três unidades interiores e um depósito de acumulação de AQS, reduz-se o assim o número de unidades exteriores, facilitando a instalação e melhorando a integração estética na fachada ou na cobertura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sua elevada flexibilidade de instalação, com comprimentos de tubagem até 80 metros e grandes diferenças de desnível, alarga ainda mais as possibilidades para o profissional em configurações complexas.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Integração inteligente: sistemas que se adaptam ao projeto e ao consumidor</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Para além da instalação, a <strong>Daitsu</strong> centra-se na integração tecnológica e na gestão inteligente do sistema, facilitando tanto a colocação em funcionamento como a utilização diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gama de sistemas híbridos incorpora conectividade Wi-Fi e opções de integração através de Modbus, Google Home ou Amazon Alexa, o que permite a sua integração em ecossistemas domóticos e sistemas avançados de gestão energética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como novidade, o sistema multisplit <strong>Free Max AQS</strong> introduz a tecnologia IAhorro, capaz de aprender com os hábitos de consumo de água quente sanitária do consumidor e ajustar automaticamente os ciclos de funcionamento. Esta abordagem melhora a eficiência energética, como também reduz a necessidade de intervenção por parte do utilizador, proporcionando uma experiência mais confortável e automatizada.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Máxima eficiência com menor consumo: a chave do conforto moderno</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto o sistema <strong>Multi-Hybrid 2</strong> como o multisplit <strong>Free Max AQS</strong> da <strong>Daitsu</strong> foram concebidos para responder à crescente procura de soluções energeticamente eficientes. A gama <strong>Multi-Hybrid</strong> atinge valores de COP até 4,24, graças à tecnologia Full Inverter, que ajusta a potência em função da procura real, com a otimização do consumo e a garantia de um conforto constante. Por outro lado, o depósito de acumulação integrado no multisplit Free Max AQS &#8211; com 190 litros e temperaturas até +55° C &#8211; oferece um rendimento COP dhw de até 3,62 e classificação energética A++, garantindo um fornecimento eficiente de água quente sanitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambos os sistemas da <strong>Daitsu</strong> incorporam ainda recuperação de calor, permitindo gerar água quente sanitária durante o funcionamento em modo de refrigeração. Este aproveitamento energético reduz significativamente o consumo global, especialmente em períodos de elevada utilização em arrefecimento.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Conforto total para o utilizador final: tec</strong>nologia que melhora o dia-a-dia</h6>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado desta evolução tecnológica é um novo padrão de conforto residencial, em que o utilizador final beneficia de sistemas mais eficientes, silenciosos e fáceis de controlar. A digitalização das gamas permite gerir a climatização e a água quente sanitária a partir de qualquer lugar, programar horários e otimizar o consumo energético de forma simples. A isto acrescenta-se um baixo nível sonoro e um funcionamento estável, mesmo em condições climáticas extremas &#8211; até +55° C na arrefecimento e –20° C no aquecimento, no caso do <strong>Multi-hybrid 2</strong> &#8211; garantindo um conforto excecional durante todo o ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A utilização do refrigerante R32 em ambos os sistemas, contribui ainda mais para reduzir o impacto ambiental sem comprometer o desempenho, em consonância com as atuais exigências de sustentabilidade.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Uma gama coerente para um mercado em transição</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Com a consolidação da gama de sistemas híbridos de climatização da <strong>Daitsu</strong>, a <strong>Eurofred</strong> oferece aos profissionais um portfólio completo que combina facilidade de instalação, elevada eficiência e integração tecnológica, garantindo simultaneamente ao consumidor final uma experiência de conforto avançada, intuitiva e sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma proposta que responde aos desafios atuais do setor: simplificar sem comprometer o desempenho, integrar sem complicar a instalação e oferecer tecnologia capaz de se adaptar tanto ao projeto como aos habitantes que utilizam diariamente estes sistemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/eurofred-reforca-a-gama-de-solucoes-hibridas-multifuncionais-da-daitsu/">Eurofred reforça a gama de soluções híbridas multifuncionais da Daitsu</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Campanha digital da Samsung Climate Solutions relembra que o conforto de casa também acompanha as diferentes fases da vida</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/campanha-digital-da-samsung-climate-solutions-relembra-que-o-conforto-de-casa-tambem-acompanha-as-diferentes-fases-da-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[samsung]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Samsung Climate Solutions leva a campanha digital “Sente o teu bem-estar em todas fases da vida” às redes sociais da Meta, Google e YouTube, até final do verão. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/campanha-digital-da-samsung-climate-solutions-relembra-que-o-conforto-de-casa-tambem-acompanha-as-diferentes-fases-da-vida/">Campanha digital da Samsung Climate Solutions relembra que o conforto de casa também acompanha as diferentes fases da vida</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Nas noites mais quentes do verão é frequente hesitar antes de ligar o ar condicionado, com receio do impacto na fatura, ou sentir que a casa já não responde às necessidades da família. A campanha digital “Sente o teu bem-estar em todas fases da vida” convida a repensar o conforto da casa como algo que acompanha cada etapa da vida, e não apenas os dias de calor mais intenso.</em></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://samsung-climatesolutions.com/pt/b2c.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Samsung Climate Solutions</a></strong> leva a campanha digital <strong>“<em>Sente o teu bem-estar em todas fases da vida</em>”</strong> às redes sociais da Meta, Google e YouTube, até final do verão. Com a gama de ar condicionado <strong>WindFree™ Première+</strong> em destaque, a campanha pretende mostrar como a climatização pode acompanhar diferentes momentos e rotinas ao longo da vida, reforçando a importância de pensar o conforto da casa durante todo o ano, e não apenas nos dias mais quentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dias de calor intenso trazem este tema para a conversa, mas a ideia vai além de uma resposta ao verão. Para a <strong>Samsung Climate Solutions</strong>, o conforto térmico deve fazer parte do pensamento desde o momento em que uma casa é construída ou remodelada, porque quem a habita muda, e as suas necessidades mudam com o tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.youtube.com/watch?v=xQTmmlrP160" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vídeo</a> da campanha digital “<em>Sente o teu bem-estar em todas fases da vida</em>” dá corpo a essas diferentes etapas: os primeiros passos rumo à autonomia, a chegada de uma família, os anos que trazem outro ritmo à vida. A mesma casa muda de função conforme a rotina de quem lá vive, e é essa a ideia que a marca quer transmitir: uma climatização pensada com mais humanidade, em que tecnologia, conectividade e design andam de mãos dadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha conta ainda com uma <em><a href="https://samsung-climatesolutions.com/pt/b2c/campaigns/windfree-premiere.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">landing page</a></em> dedicada, onde é possível conhecer a fundo a gama de ar condicionado <strong>WindFree™ Première+</strong>, as suas principais funcionalidades e conteúdos sobre tecnologia, conectividade e design.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Com esta campanha digital, queremos mostrar que o conforto não é igual para todas as pessoas, nem permanece igual ao longo da vida. A tecnologia pode acompanhar essa evolução, adaptando-se aos diferentes momentos, rotinas que os diferentes estágios da vida implicam</em>”, afirma <strong>Cláudia Rodrigues</strong><strong>, Head of Marketing em Portugal e Espanha</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gama <strong>WindFree™ Première+</strong> integra o <strong>AI Motion Wind</strong>, que disponibiliza sete programas de personalização da difusão do ar. Entre estes, encontram-se os modos Fluxo Direto por IA e Fluxo Indireto por IA, que recorrem aos dados de um sensor de radar para ajustar a direção do fluxo de ar às preferências dos utilizadores, quando o modo Conforto Automático por IA está ativo. O equipamento pode ser controlado através da aplicação <a href="https://www.samsung.com/pt/smartthings/?srsltid=AfmBOoogK32kUONC8XWHdtF9KuhxseC0LpuEeRIwb2VtgSAXBu5Fyf9D" type="link" id="https://www.samsung.com/pt/smartthings/?srsltid=AfmBOoogK32kUONC8XWHdtF9KuhxseC0LpuEeRIwb2VtgSAXBu5Fyf9D" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Samsung SmartThings</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem é simples: <strong>pensar a climatização faz parte de pensar a casa, hoje e nas fases de vida que ainda estão para vir</strong>.</p>



<div style="height:22px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Novo Ar Condicionado WindFree Première+ | AI Motion Wind | Bespoke AI | Samsung" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/xQTmmlrP160?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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		<title>Miramar: o tom de azul que traz o oceano e a frescura para  dentro de casa</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/miramar-o-tom-de-azul-que-traz-o-oceano-e-a-frescura-para-dentro-de-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[cin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Integrada no Catálogo de Interiores da CIN, a tonalidade Miramar CH35 traz a harmonia, a luminosidade e o equilíbrio da natureza costeira para o interior das casas portuguesas. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Integrada no <strong>Catálogo de Interiores</strong> da <strong>CIN</strong>, a tonalidade <strong>Miramar CH35</strong> traz a harmonia, a luminosidade e o equilíbrio da natureza costeira para o interior das casas portuguesas.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada do Verão e dos dias mais longos e quentes, a <strong><a href="https://cin.com/deco/pt/" type="link" id="https://cin.com/deco/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">CIN</a></strong> elegeu a tonalidade <strong>Miramar CH35 </strong>como o tom ideal para trazer a tranquilidade, o equilíbrio e a frescura, característicos das paisagens costeiras e do horizonte oceânico, para dentro de casa. Esta cor surge integrada no recém-lançado catálogo de interiores da marca, uma colecção que reúne elegância, sofisticação e ousadia através de uma selecção cuidada de 216 tonalidades vibrantes e cheias de personalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cor <strong>Miramar CH35</strong> apresenta-se como um tom azul suave e imensamente fresco, cuja essência evoca directamente a suavidade da brisa do mar e o movimento tranquilo das águas. Ao aplicar esta tonalidade nas paredes, os espaços ganham instantaneamente uma nova luminosidade e uma sensação de amplitude que eleva o conforto térmico e visual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com <strong>Céline Azevedo</strong>, <strong>Colour Design</strong> da <strong>CIN</strong>, “num momento em que os interiores procuram transmitir bem-estar e conforto, o azul regressa ao centro das tendências internacionais de decoração para nos trazer luz, alegria e boas energias. Miramar acompanha esta tendência, por ser um azul que amplia visualmente os espaços, reflecte a luz e cria uma atmosfera calma, equilibrada e acolhedora. Uma cor capaz de envolver uma divisão sem se tornar excessiva, oferecendo um fundo intemporal para diferentes estilos de decoração”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A versatilidade desta cor é outro dos grandes atractivos do novo catálogo, permitindo combinações decorativas variadas e sofisticadas que equilibram a audácia dos tons mais intensos com a sobriedade dos neutros. <strong>Miramar CH35</strong> harmoniza-se com materiais naturais, como a madeira clara, o vime ou o linho, acentuando o aspecto orgânico e descontraído dos espaços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além disso, esta cor combina perfeitamente com pormenores em branco ou tons areia, recriando a atmosfera de uma casa de praia contemporânea, ou com elementos metálicos e pretos, caso se pretenda um contraste mais arrojado e moderno. Seja numa sala de estar onde se partilham momentos em família, num quarto de dormir que se quer relaxante, ou mesmo num escritório doméstico onde se procura fomentar a concentração e a calma, esta cor adapta-se com elegância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cor <strong>Miramar</strong> integra a <strong>colecção Interior Colour Collection CIN</strong> e está disponível numa ampla gama de soluções para pintura de paredes, madeiras e metais, permitindo desenvolver projectos totalmente coordenados. Pode ser aplicada em acabamento mate, acetinado ou brilhante, adaptando-se a diferentes ambientes e exigências estéticas. Para quem pretende observar o comportamento da cor no seu próprio espaço, <strong>Miramar</strong> encontra-se igualmente disponível no formato TESTiT (250 ml), o que permite testar a cor directamente na parede e acompanhar a forma como reage às diferentes condições de luz ao longo do dia, facilitando uma escolha segura antes da pintura definitiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com este catálogo, a <strong>CIN</strong> reforça o seu compromisso constante com a inovação, a qualidade e a inspiração no mundo do design de interiores e da arquitectura. A marca continua, e a disponibilizar ferramentas práticas para que cada pessoa possa transformar a sua casa num espaço único, confortável e com personalidade. A cor <strong>Miramar CH35</strong> e as restantes tonalidades do catálogo encontram-se disponíveis nas lojas próprias da <strong>CIN</strong>, nos revendedores autorizados e na <a href="https://cin.com/deco/pt/pt/catalogo-interior-colour-collection" type="link" id="https://cin.com/deco/pt/pt/catalogo-interior-colour-collection" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">plataforma online</a> da marca, prontas para dar uma nova vida e uma frescura inigualável aos projectos de decoração deste Verão.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/Miramar-2-1024x576.png" alt="" class="wp-image-37513"/></figure>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/miramar-o-tom-de-azul-que-traz-o-oceano-e-a-frescura-para-dentro-de-casa/">Miramar: o tom de azul que traz o oceano e a frescura para  dentro de casa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Habitação social de energia positiva nos Alpes</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/habitacao-social-de-energia-positiva-nos-alpes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Margarida Fialho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energia positiva]]></category>
		<category><![CDATA[pegada carbónica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A NEUE HEIMAT TIROL (NHT) gere cerca de 22 700 apartamentos. A sua actividade decorre sob um regime austríaco de habitação sem fins lucrativos particularmente exigente, o que condiciona o desenho, a operação e a manutenção do parque imobiliário. É precisamente nessa tensão entre missão social, sustentabilidade e custo controlado que a NHT tem vindo a transformar a eficiência energética num instrumento de política habitacional.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/habitacao-social-de-energia-positiva-nos-alpes/">Habitação social de energia positiva nos Alpes</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=165" target="_blank" rel="noopener">edição nº 165 da Edifícios e Energia</a> (Maio/Junho 2026).</em></strong></p>
<p>A NEUE HEIMAT TIROL (NHT) gere cerca de 22 700 apartamentos. A sua actividade decorre sob um regime austríaco de habitação sem fins lucrativos particularmente exigente, o que condiciona o desenho, a operação e a manutenção do parque imobiliário. É precisamente nessa tensão entre missão social, sustentabilidade e custo controlado que a NHT tem vindo a transformar a eficiência energética num instrumento de política habitacional. Falámos com Harald Konrad Malzer, Chefe de Pesquisa e Desenvolvimento, Garantia da Qualidade em Eficiência Energética e Sustentabilidade do NHT, que se dedica há mais de 20 anos à “protecção climática através da construção.”</p>
<h5><strong>O ponto de partida: construir melhor para gastar menos ao longo de décadas</strong></h5>
<p>O ponto de partida da NHT é, simultaneamente, técnico e social. Na prática, isto significa pensar o edifício ao longo de todo o ciclo de vida e não apenas no momento da obra. A orientação para custos operacionais baixos, especialmente no aquecimento, surge como consequência directa de uma estratégia pensada para o longo prazo.</p>
<p>Essa lógica está bem patente no histórico da organização. Em 1997, a NHT construiu o primeiro projecto próximo da Passive House, o conjunto habitacional de Mitterweg, com uma necessidade de aquecimento de 21 kWh/m²a. Em 2000, avançou com Lohbach, já em 17 kWh/m²a, e, em 2009, entregou Lodenareal, o primeiro conjunto certificado de Passive House com 200 apartamentos.</p>
<p>“Desde 2011, temos vindo a construir de acordo com a norma Passive House, muito mais eficiente, estabelecida pelo Passive House Institute (Darmstadt), enquanto a norma nacional (segundo o OIB &#8211; Instituto Austríaco de Engenharia Civil) foi, durante muito tempo, muito menos exigente e ainda hoje apenas oferece a ventilação residencial com recuperação de calor como opção. Assim, na NHT, trabalhamos em contraste directo com os requisitos nacionais de eficiência, que são demasiado baixos”, explica.</p>
<p>Este ano, segundo os dados mais recentes da organização, mais de 7500 apartamentos foram construídos segundo as normas Passive House.</p>
<h5><strong>Da passive house à passive house premium</strong></h5>
<p>É neste contexto que se deve ler “o salto” para o conceito de edifício de energia positiva. Harald Konrad Malzer descreve o novo projecto residencial em construção no coração de Innsbruck como um edifício sem fins lucrativos que reúne oito pisos e 42 unidades habitacionais para 96 jovens residentes.</p>
<p>“Embora relativamente discreto por fora (não é um daqueles projectos emblemáticos chamativos e dourados), este edifício esconde no seu interior o sonho que todos partilhamos: Uma casa que gera mais energia do que consome!”.</p>
<p>O arquitecto explica-nos o que é necessário para tornar este sonho realidade:</p>
<p>• “Máxima eficiência energética, através do Passive House PREMIUM (construção altamente isolada com pontes térmicas mínimas e perda de calor mínima através da envolvente do edifício);</p>
<p>• Consumo mínimo de energia (electrodomésticos e iluminação de alta eficiência; recuperação de calor do ar interior; recuperação de calor da água quente; geração de calor de alta eficiência);</p>
<p>• Sombreamento solar passivo suficiente para proteger contra o sobreaquecimento no Verão, mas permitindo o máximo ganho solar possível no Inverno;</p>
<p>• Maximização da geração de energia renovável no edifício (painéis fotovoltaicos independentes no telhado (BAPV) e painéis fotovoltaicos integrados na fachada (BIPV));</p>
<p>• Um sistema de armazenamento sazonal de energia (o excesso de energia renovável gerado no Verão deve ser transferido com segurança para o Inverno, com requisitos mínimos de espaço e o mínimo de perdas possível);</p>
<p>• E, finalmente, um promotor imobiliário empenhado e, claro, residentes inteligentes.”</p>
<p>Algo que vai ser testado neste projecto é perceber se tudo isto funciona na região alpina, onde as condições climáticas são mais adversas. “Teremos de esperar para ver. É por isso que temos o apoio de um projecto de investigação europeu HORIZON focado precisamente nisto: REN+HOMES &#8211; casas de energia renovável plus”, explica.</p>
<p>A opção pela classe Passive House PREMIUM não é estética, mas sim estrutural. De acordo a NHT, a organização já tinha realizado o primeiro Passivhaus Plus certificado na Áustria e deu o passo seguinte com dois edifícios de energia zero no centro de Innsbruck, certificados segundo as orientações do Passive House Planning Package (PHPP) do Passive House Institute. Nesse enquadramento, a introdução da categoria PREMIUM significa trabalhar com uma exigência superior em termos de energia primária renovável, eficiência global e capacidade de produção no próprio edifício.</p>
<h5><strong>A envolvente térmica continua a ser o primeiro sistema energético</strong></h5>
<p>Quando questionado sobre o papel da envolvente térmica, Malzer destaca esta componente como “uma das mais importantes”, porque “impede a perda massiva de calor durante a época de aquecimento (nos Invernos frios dos Alpes, que persistem apesar da crise climática), mas também protege contra o sobreaquecimento no Verão. O isolamento funciona tanto em climas frios como quentes. Sem um isolamento adequado, com as dimensões correctas, ecológico e, ao mesmo tempo, altamente rentável, as restantes medidas necessárias teriam de ser sobredimensionadas de forma antieconómica.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37602 size-large" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RH_Austrian-Demo_PV-facade01_@NHT-Pauli-1024x768.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RH_Austrian-Demo_PV-facade01_@NHT-Pauli-1024x768.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RH_Austrian-Demo_PV-facade01_@NHT-Pauli-300x225.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RH_Austrian-Demo_PV-facade01_@NHT-Pauli-768x576.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RH_Austrian-Demo_PV-facade01_@NHT-Pauli-1536x1152.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RH_Austrian-Demo_PV-facade01_@NHT-Pauli-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>No demo austríaco, a construção da envolvente térmica inclui isolamento, janelas triplas na camada de isolamento, execução com pontes térmicas reduzidas e elevada estanquidade ao ar, tudo segundo o padrão Passive House PREMIUM. São 28 centímetros de lã mineral ecológica na parede exterior, instalação complexa das janelas sem pontes térmicas e continuidade térmica cuidada nas zonas de ligação às loggias.</p>
<p>A importância desta abordagem é também visível no trabalho histórico da NHT em reabilitação. No projecto FP7 SINFONIA, a organização reabilitou cerca de 50 000 metros quadrados de edifícios residenciais dos anos 1930 a 1980, com redução do consumo energético até 80% e integração forte de fontes renováveis no local, como fotovoltaico, solar térmico e bombas de calor. Ou seja, a eficiência da envolvente não é um gesto isolado, mas sim a base de uma estratégia de descarbonização do parque edificado.</p>
<h5><strong>BAPV e BIPV: usar o telhado e a fachada como geradores</strong></h5>
<p>Para a primeira Passive House PREMIUM da NHT teve de se dar um passo além, como refere Malzer. “Na realidade, trata-se de painéis fotovoltaicos bastante comuns, com cerca de 440 Wp por painel. O único requisito é que os painéis instalados na fachada cumpram normas específicas de segurança contra incêndios. Este é o primeiro projecto da NHT a incluir painéis fotovoltaicos montados na fachada. Até agora, a utilização plena do nosso espaço no telhado tem sido suficiente para cumprir a norma de construção Passive House PLUS da NHT”. A fronteira deixou de ser apenas o consumo e passou a ser a capacidade do próprio edifício para produzir excedentes.</p>
<p>O telhado do demo austríaco recebeu BAPV com cobertura extensiva ajardinada e claraboia central para as áreas comuns, enquanto as fachadas Sul, Este e Oeste passaram a integrar BIPV.</p>
<h5><strong>Armazenar o Verão para o Inverno</strong></h5>
<p>O armazenamento sazonal de hidrogénio é “apenas uma bateria”, mas que tem um papel fundamental no sistema energético global: “Para satisfazer a procura, que se mantém elevada durante a época de aquecimento, utilizando o excedente de energia dos meses de Verão, ou para nos adaptarmos melhor à oferta fluctuante de energia renovável em climas mais quentes, precisamos de instalações de armazenamento sazonal. Estas lacunas de ‘energia’ renovável têm de ser colmatadas através de soluções de armazenamento de energia seguras, sustentáveis e eficientes, que possam ser produzidas a partir de matérias-primas europeias, com perdas de energia mínimas e a um custo razoável.”</p>
<p>O ponto decisivo, segundo Malzer, é que o hidrogénio não é armazenado sob a forma de gás, mas ligado molecularmente num pó especial de hidreto metálico. Esta solução evita a compressão energética pesada associada a pressões elevadas e procura tornar o armazenamento mais seguro, reciclável e compatível com uma utilização em contexto habitacional. O objectivo é reduzir perdas, melhorar a densidade energética útil e encontrar uma solução realmente adequada para a escala do edifício.</p>
<p>Este armazenamento “poderia ser utilizado para construir um edifício independente da rede. No entanto, para um edifício no centro da cidade, isso seria um completo disparate”, descreve o arquitecto. “Em vez disso, um sistema de armazenamento deste tipo permite-nos alcançar um elevado nível de flexibilidade da rede. Por outras palavras, minimizamos a pressão sobre a rede quando há um elevado volume de energia renovável e aliviamos a pressão sobre a rede quando a procura de energia é geralmente elevada.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37603 size-large" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RH_Austrian-Demo_PV-roof01_@NHT-Pauli-1024x768.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RH_Austrian-Demo_PV-roof01_@NHT-Pauli-1024x768.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RH_Austrian-Demo_PV-roof01_@NHT-Pauli-300x225.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RH_Austrian-Demo_PV-roof01_@NHT-Pauli-768x576.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RH_Austrian-Demo_PV-roof01_@NHT-Pauli-1536x1152.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RH_Austrian-Demo_PV-roof01_@NHT-Pauli-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>“Em simultâneo, o próprio edifício deve gerir o consumo desta energia com a máxima eficiência (isto inclui uma redução significativa das necessidades de aquecimento e refrigeração através de uma arquitectura inteligente, sensível ao clima e atraente, bem como de um invólucro do edifício adequado; um sistema de ventilação com recuperação de calor de alta eficiência (mais de 90%), recuperação passiva de calor das águas residuais (cerca de 50%); só assim poderemos alcançar um elevado grau de autossuficiência e, consequentemente, aliviar o encargo financeiro dos nossos inquilinos a longo prazo.”</p>
<h5><strong>O papel das bombas de calor e da geotermia superficial</strong></h5>
<p>A lógica do sistema não se esgota no armazenamento. Malzer destaca a bomba de calor central alimentada por águas subterrâneas, descrevendo a tecnologia como uma combinação extremamente eficaz entre electricidade renovável e conversão térmica. Na sua formulação, a bomba de calor converte uma parte de electricidade em até seis partes de calor, desde que a fonte seja estável, a temperatura de descarga seja baixa e o cálculo da carga térmica seja rigoroso. “Parece uma daquelas típicas farsas das redes sociais, mas é verdade! A tecnologia das bombas de calor é realmente algo mágico. Na verdade, todos nós sempre tivemos uma bomba de calor nas nossas casas! É o frigorífico &#8211; estamos simplesmente a usar o princípio ao contrário aqui”, remata.</p>
<p>Este projecto austríaco incluiu a conceção e execução do poço de extracção e de retorno das águas subterrâneas para a bomba de calor central, incluindo as aprovações oficiais necessárias. Este tipo de solução reforça a ideia de que a eficiência energética não depende apenas de equipamentos de alto rendimento, mas sim da articulação entre edifício, terreno, recursos locais e enquadramento regulatório.</p>
<h5><strong>Recuperação de calor: do ar interior à água do duche</strong></h5>
<p>Malzer descreve o sistema de recuperação de calor da água do duche como simples e economicamente interessante: um tubo coaxial de cobre transfere o calor da água residual para a água fria ao longo de cerca de dois metros, pré-aquecendo-a de forma passiva. “Isto significa que, se eu começar a tomar banho a 36 °C através da misturadora termostática, o permutador de calor coaxial transfere o seu calor residual para a água fria a 10-13 °C em 10 segundos, pré-aquecendo-a até 25 °C. Assim, a misturadora termostática só precisa de adicionar uma pequena quantidade adicional de água quente para manter a temperatura desejada de 36 °C”. Este processo pode permitir poupanças de até 50% na água quente, precisamente porque a maior parte do consumo doméstico ocorre no duche e o sincronismo entre consumo e recuperação é muito favorável.</p>
<p>Também a ventilação surge como um elemento de conforto e de equidade habitacional. Malzer refere que a ventilação central com recuperação de calor é padrão na NHT desde 2011, e que a sua introdução foi consolidada depois do sucesso do Lodenareal, na Áustria. O inquérito aos inquilinos realizado seis meses após a ocupação desse conjunto, com 95% de respostas positivas, é usado como prova de que a eficiência energética, quando bem resolvida, melhora também a qualidade de vida.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-37604 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RENHOMES_System-schema_@NHT-1024x575.jpg" alt="" width="800" height="449" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RENHOMES_System-schema_@NHT-1024x575.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RENHOMES_System-schema_@NHT-300x169.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RENHOMES_System-schema_@NHT-768x432.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RENHOMES_System-schema_@NHT-1536x863.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/RENHOMES_System-schema_@NHT-2048x1151.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h5><strong>Eficiência energética como política social</strong></h5>
<p>“Construir com eficiência energética é construir de forma socialmente responsável”, diz Malzer. A frase sintetiza a tese central da NHT: baixos consumos não são apenas uma meta ambiental, são um mecanismo de protecção contra a volatilidade dos preços da energia e contra a exclusão habitacional.</p>
<p>“Perante a crise climática, as crises políticas e militares que já se avizinham em todo o mundo em consequência disso, a necessidade de uma nova distribuição de recursos (sim, voltámos à Idade Média), os fluxos migratórios globais que não se deterão nas fronteiras da Europa, a futura desvalorização monetária e tudo o que mais possa estar por vir, já não podemos dar-nos ao luxo de construir edifícios que não cumpram os mais elevados padrões de eficiência e sustentabilidade e incluindo a reciclabilidade, no nosso ambiente. Fazer o contrário é altamente irresponsável e faz parte do problema. É tão simples quanto isso.”</p>
<p>Os números apresentados ajudam a perceber essa posição. A NHT afirma gerir cerca de 7500 apartamentos Passive House e que, durante a recente crise energética, enquanto muitos inquilinos austríacos dependentes de gás viram custos mensais adicionais de até 300 euros, os seus residentes enfrentaram acréscimos na ordem dos 15 a 25 euros. Para Malzer, a diferença não é marginal, mas sim uma prova de que o investimento em eficiência se traduz em resiliência económica para os moradores.</p>
<p>O próprio novo edifício segue essa lógica. A habitação em Innsbruck é pensada para jovens com recursos financeiros limitados, que entrarão no edifício em Janeiro de 2027. A expectativa é que a produção própria de energia, associada ao sistema de armazenamento sazonal e à envolvente de alto desempenho, anule ou reduza drasticamente os custos energéticos relevantes para o uso habitacional.</p>
<p>Quando confrontado com a pergunta sobre o futuro dos edifícios, Malzer evita respostas fáceis. Diz que a transformação terá de começar nas pessoas, no que estão dispostas a fazer e no grau de consumo que aceitam abandonar para reencontrar uma qualidade de vida mais real. Para este director, a tecnologia pode ajudar, mas não substitui a mudança cultural e política. “Talvez isso dependa menos da tecnologia e dos sistemas inteligentes que usamos, ou mesmo da inteligência artificial, e mais, no final, de nós próprios. Do que podemos prescindir juntos, e até que ponto cada um de nós pode reduzir o consumo para redescobrir a verdadeira qualidade de vida de que tantas vezes sentimos falta? A tecnologia não vai resolver o problema, mas, se usada com sabedoria e moderação, pode dar-nos um apoio significativo neste esforço”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-37605 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Captura-de-ecra-2026-08-04-164023-1024x598.png" alt="" width="800" height="467" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Captura-de-ecra-2026-08-04-164023-1024x598.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Captura-de-ecra-2026-08-04-164023-300x175.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Captura-de-ecra-2026-08-04-164023-768x449.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Captura-de-ecra-2026-08-04-164023.png 1212w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h5><strong>Entre a engenharia e a responsabilidade pública</strong></h5>
<p>O caso da NHT mostra que a transição energética no edificado não depende apenas de novos materiais ou sistemas, mas da capacidade de integrar inovação com responsabilidade pública. A organização opera num quadro de habitação sem fins lucrativos, com forte foco em custos de exploração baixos, e faz da investigação uma ferramenta para proteger os moradores da volatilidade energética e das consequências sociais da crise climática. Ao mesmo tempo, os seus projectos demonstram que a descarbonização do parque imobiliário pode ser construída a partir da normalidade do uso habitacional, sem sacrificar conforto ou funcionalidade.</p>
<p>É por isso que o projecto em Innsbruck merece atenção para lá do seu carácter experimental. Ele condensa uma mudança de paradigma: a envolvente deixa de ser apenas uma barreira térmica e passa a ser parte da produção energética; o telhado deixa de ser um suporte e torna-se gerador; a fachada deixa de ser só imagem e converte-se em infraestrutura; a água do duche deixa de ser um resíduo e passa a ser recurso; e a habitação social deixa de ser apenas resposta à carência para se afirmar como laboratório de resiliência climática.</p>
<p>O que este projecto tenta demonstrar é que a energia positiva não é um luxo de vanguarda, mas uma hipótese concreta para o futuro da habitação, mesmo em contexto alpino e mesmo sob condições de forte contenção económica. E, tal como Harald Konrad Malzer refere, isso é uma questão de engenharia e de consciência cívica: eficiência, sim, mas sempre ao serviço de uma ideia mais ampla de responsabilidade social e climática.</p>
<p>Fotografia de destaque: © NHT</p>
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