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	<title>Pesquisou por climatização - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Oct 2026 09:50:11 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Pesquisou por climatização - Edificios e Energia</title>
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		<title>Chandra Sekhar: “A QAI não se deve dissociar da energia”</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/chandra-sekhar-a-qai-nao-se-deve-dissociar-da-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 09:12:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chandra Sekhar esteve em Portugal para as Jornadas de Climatização e Refrigeração, onde defendeu uma abordagem integrada à qualidade do ar interior (QAI) entre os sistemas de ventilação e os espaços ocupados que servem, baseada numa monitorização contínua. O professor da Universidade Nacional de Singapura trouxe a sua experiência internacional até Lisboa para  demonstrar o impacto de diferentes estratégias, incluindo uma solução capaz de reduzir significativamente a concentração de partículas finas no interior de um edifício durante um episódio de poluição atmosférica.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/chandra-sekhar-a-qai-nao-se-deve-dissociar-da-energia/">Chandra Sekhar: “A QAI não se deve dissociar da energia”</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Chandra Sekhar esteve em Portugal para as Jornadas de Climatização e Refrigeração, onde defendeu uma abordagem integrada à qualidade do ar interior (QAI) entre os sistemas de ventilação e os espaços ocupados que servem, baseada numa monitorização contínua. O professor da Universidade Nacional de Singapura trouxe a sua experiência internacional até Lisboa para  demonstrar o impacto de diferentes estratégias, incluindo uma solução capaz de reduzir significativamente a concentração de partículas finas no interior de um edifício durante um episódio de poluição atmosférica.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A forma como o ar circula, a localização dos sistemas de extracção e ventilação e a capacidade de fazer chegar ar limpo à chamada </span><i><span style="font-weight: 400;">breathing zone</span></i><span style="font-weight: 400;">, ou zona de respiração dos ocupantes, são determinantes para garantir a QAI. Foi esta a principal mensagem deixada por Chandra Sekhar, professor do Departamento de Ambiente Construído da </span><span style="font-weight: 400;">Faculdade de Projeto e Engenharia da </span><span style="font-weight: 400;">Universidade Nacional de Singapura (NUS, na sigla em inglês), num painel dedicado à QAI dos edifícios, no âmbito das 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração, da Ordem dos Engenheiros, que decorreu na passada quinta-feira, em Lisboa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O investigador apresentou uma metodologia de verificação da QAI que o departamento tem vindo a desenvolver e testar desde o início da década de 90. O processo passa por observar o edifício e caracterizar o ambiente interior, recolher dados sobre temperatura, humidade, partículas, compostos químicos e ventilação, bem como consultar os ocupantes e comparar os resultados com as normas aplicáveis. A partir dessa avaliação, são identificadas medidas correctivas e elaborados planos de gestão da QAI.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O elemento central desta abordagem é o conceito de </span><i><span style="font-weight: 400;">system zone</span></i><span style="font-weight: 400;">, que procura relacionar o funcionamento dos sistemas de climatização e de istribuição do ar com as condições efectivamente encontradas nos espaços ocupados. Sekhar sublinhou que medir a QAI sem compreender o que a condiciona pode dificultar a identificação das causas dos problemas e a escolha das soluções mais adequadas. “Passamos mais de 90% do tempo em edifícios. Devemos medir a QAI onde é mais importante: no local onde vamos estar. Para nós, ocupantes dos edifícios, a zona de respiração, é a mais importante”, explicou.</span></p>
<h6><b>O que acontece ao ar num quarto durante a noite?</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos exemplos apresentados pelo professor resultou de um estudo realizado na Dinamarca, em 2019, que analisou a concentração de dióxido de carbono num quarto durante o período da noite. Numa das situações observadas, os níveis chegaram a cerca de 3000 ppm enquanto uma pessoa dormia, um valor muito elevado que revelou a acumulação de CO2 num espaço com renovação de ar insuficiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo comparou o efeito de diferentes condições de ventilação. A abertura de uma porta interior aumentou ligeiramente a renovação do ar, mas a alteração tornou-se muito mais significativa quando entraram em funcionamento os sistemas de extracção da casa, neste caso da banho ou da cozinha. Ao remover o ar do apartamento, estes sistemas favoreceram a entrada de ar exterior e a diluição do CO2 no quarto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Noutro cenário, com um sistema de ventilação mecânica (VMC), a concentração de CO2 manteve-se próxima de 1000ppm durante o período de sono, sem a mesma acumulação observada no exemplo anterior. Segundo o especialista, a comparação mostra que a abertura para entrar novo ar não garante, por si só, uma renovação eficaz. É necessário compreender como a entrada e a saída do ar funcionam em conjunto e de que forma influenciam a QAI.</span></p>
<h6><b>Filtrar o ar exterior durante episódios de poluição</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro caso de estudo foi apresentado a partir da experiência de Singapura durante episódios de poluição atmosférica elevada, provocados, entre outros factores, por incêndios florestais em países vizinhos, como a Indonésia. Actualmente, o país enfrenta o pior surto já registado desde 2015, com o período contínuo mais longo de poluição diária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante um desses episódios, as concentrações exteriores de partículas finas (as designadas PM2.5) situavam-se entre 200 e 250 microgramas por m3, o que é considerado um nível de alerta. Num edifício de referência, sem qualquer intervenção adicional, a concentração no interior rondava os 150 microgramas por m3. A equipa de especialistas testou uma solução de filtragem instalada junto à fachada da janela &#8211; uma unidade com ventilador e filtro, destinada a tratar o ar introduzido no espaço -, e, segundo os resultados, a concentração interior de PM2.5 desceu para cerca de 30 </span><span style="font-weight: 400;">a 35 microgramas por m3.</span></p>
<h6><b>Monitorização contínua é o caminho para o futuro</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A monitorização contínua é outra das prioridades apontadas por Sekhar. “Na qualidade do ar interior, os dados contínuos são o caminho a seguir”, afirmou, apontando para o uso de  sensores IoT, que permitem acompanhar parâmetros como o CO2, a temperatura, a humidade e a existência de partículas finas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O professor da NUS defendeu ainda que a informação recolhida deve ser relacionada com o funcionamento dos sistemas de climatização e , sempre que possível, nos sistemas de gestão técnica dos edifícios. A análise em tempo real poderá, assim, apoiar o controlo dinâmico dos sistemas e permitir respostas mais ajustadas às condições efectivamente observadas. “Quando se trata da qualidade do ar interior, não é uma questão de escolher entre qualidade do ar e energia. As duas coisas caminham juntas. A QAI não se deve dissociar da energia”, adverteu.</span></p>
<figure id="attachment_38507" aria-describedby="caption-attachment-38507" style="width: 464px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-38507 size-full" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/1792418305347.jpg" alt="" width="464" height="435" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/1792418305347.jpg 464w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/1792418305347-300x281.jpg 300w" sizes="(max-width: 464px) 100vw, 464px" /><figcaption id="caption-attachment-38507" class="wp-caption-text">Chandra Sekhar (à esquerda), com Eduardo Maldonado, DRC da Região Europa XIV da ASHRAE</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Edifícios e Energia</span></i><span style="font-weight: 400;"> conversou com o orador de referência da  </span><span style="font-weight: 400;">Associação Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado (ASHRAE)</span><span style="font-weight: 400;"> sobre alguns dos desafios que se colocam à aplicação destas soluções na prática, desde a adaptação dos edifícios a futuras situações de risco, até às dificuldades de monitorização da QAI, com base na experiência de Singapura na resposta a episódios de poluição atmosférica e à pandemia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>A Europa está a avançar para um enquadramento regulamentar mais exigente em matéria de edifícios. Como são estas evoluções acompanhadas na Ásia e, em particular, no vosso departamento?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estamos a falar de políticas e normas. Estou envolvido na normalização da ASHRAE há quase 20 anos, em diferentes normas, e também temos um sistema de normalização em Singapura. Temos as normas de Singapura, as normas da ASHRAE e, na Europa, instrumentos como a Directiva relativa ao Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conheço, em certa medida, a orientação da EPBD e a forma como os diferentes países estabelecem os seus próprios valores de referência, a partir dos quais podem evoluir. Em Singapura, sendo um único país, procuramos que as nossas normas acompanhem as iniciativas e os desenvolvimentos internacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No que diz respeito à QAI, publicámos a nossa primeira norma em 2009. Revimo-la em 2016, em resposta a um problema muito específico: os episódios periódicos de </span><i><span style="font-weight: 400;">haze</span></i><span style="font-weight: 400;">, em que a poluição atmosférica proveniente de países vizinhos, associada à queima de florestas, chega a Singapura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2015, tivemos um episódio particularmente significativo e percebemos que era necessário fazer alguma coisa relativamente ao ar exterior quando este se encontra poluído. Por isso, reforçámos os requisitos de filtragem, sobretudo nos edifícios comerciais, para assegurar um melhor tratamento do ar exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois veio a pandemia da covid-19. Em 2023, a ASHRAE publicou a norma 241, dedicada ao controlo de aerossóis infecciosos. Esta norma prevê um modo de gestão do risco de infecção, o </span><i><span style="font-weight: 400;">Infection Risk Management Mode</span></i><span style="font-weight: 400;"> (IRMM), que pode ser activado quando existe uma situação de risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Singapura, decidimos também integrar a resiliência a pandemias nas nossas normas. A revisão lançada em Março de 2026 incorporou disposições relativas à resiliência perante episódios de poluição atmosférica, pandemias e situações em que os dois fenómenos ocorrem simultaneamente. Esta abordagem está reflectida nas normas [nacionais] SS 553 e SS 554. A ideia é que os edifícios sejam concebidos e equipados para responder a estas situações. Se as funcionalidades necessárias não tiverem sido previstas e instaladas, será muito difícil implementá-las quando o problema já estiver a acontecer.</span></p>
<p><b>Isso significa que os edifícios ficam preparados para responder a futuras situações de emergência?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exactamente. Se essas funcionalidades estiverem integradas nos sistemas do edifício, o gestor poderá activá-las rapidamente perante uma pandemia ou outra situação de risco.Na nossa norma, temos aquilo a que chamamos um </span><i><span style="font-weight: 400;">building readiness plan</span></i><span style="font-weight: 400;">, ou plano de preparação do edifício. Trata-se de avaliar até que ponto um edifício está preparado para responder a um problema que possa surgir no futuro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A eficiência energética continua a ser igualmente importante. Não pretendemos que os sistemas funcionem permanentemente em modo de emergência. Queremos que possam fornecer a quantidade adequada de ar limpo quando necessário, mantendo os requisitos mínimos de ventilação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se houver uma pandemia, por exemplo, podemos aumentar a quantidade de ar limpo disponível através de uma combinação entre a ventilação e a quantidad de ar limpo interior. Chamamos-lhe </span><i><span style="font-weight: 400;">equivalent clean air</span></i><span style="font-weight: 400;">, ou ar limpo equivalente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num edifício de escritórios, a quantidade de ar limpo necessária poderá corresponder, aproximadamente, a duas a duas vezes e meia o requisito normal de ventilação. Mas isso não significa que todo esse ar tenha de ser ar exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Introduzir apenas mais ar exterior pode ser muito exigente do ponto de vista energético, sobretudo num clima quente e húmido como o de Singapura. A ventilação mínima exigida não pode ser comprometida, mas o ar limpo adicional pode ser obtido através do tratamento e da filtragem do ar interior.</span></p>
<p><b>A experiência de Singapura poderá servir de exemplo para outros países europeus?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Penso que sim. Tenho estado bastante envolvido na norma 241 da ASHRAE e temos discutido estas questões no contexto de Singapura, incluindo com as entidades responsáveis pelas normas, pelo projecto dos edifícios e pelos sistemas de certificação ambiental dos edifícios, como o nosso sistema </span><i><span style="font-weight: 400;">Green Mark</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Havia interesse em incorporar características de resiliência nos edifícios. Não tenho conhecimento suficiente para afirmar se outros países já integraram estas disposições nas respectivas normas, mas Singapura poderá estar entre os primeiros a fazê-lo. A versão revista foi lançada apenas em Março deste ano. </span><b>O importante é que estas funcionalidades sejam previstas na concepção dos edifícios. Se forem necessárias no futuro, os sistemas já estarão preparados para responder</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b>Quais são os principais desafios para passar dos resultados dos estudos, como os que apresentou, e das normas à sua aplicação efectiva nos edifícios?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O grande desafio é a implementação. As normas existem, as orientações estão definidas e sabemos quais são os valores e as medidas a adoptar. Mas isso é efectivamente feito? Os edifícios dispõem das soluções necessárias?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Trabalhamos em estreita colaboração com as entidades que poderão implementar estas medidas, mas não é um processo simples. No caso dos edifícios comerciais, por exemplo, é necessário que os sistemas de tratamento de ar exterior estejam preparados para funcionar quando os níveis de poluição são elevados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Agência Nacional do Ambiente de Singapura divulga actualizações de hora em hora sobre os níveis de poluição. No entanto, os responsáveis pelos edifícios e pela manutenção dos sistemas de tratamento de ar têm de garantir que as medidas necessárias são efectivamente aplicadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É difícil acompanhar todos os edifícios. Algumas empresas realizam auditorias à QAI, mas nem sempre fazem uma avaliação abrangente. Podem recolher algumas medições sem analisar de forma integrada o funcionamento dos sistemas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É aqui que os sensores IoT podem desempenhar um papel importante. Muitos edifícios já dispõem de sensores e conseguem recolher dados de forma contínua. </span><b>Na minha perspectiva, a monitorização contínua é o caminho a seguir, porque permite conhecer o comportamento do edifício ao longo de um ciclo completo de 24 horas. Isto é especialmente importante em edifícios como hotéis e hospitais, onde há ocupação permanente e precisamos de compreender continuamente as condições ambientais.</b></p>
<p><b>A pandemia contribuiu para uma mudança de mentalidade relativamente à preparação dos edifícios?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim. As pessoas perceberam o que acontece quando os edifícios são encerrados e a actividade deixa de poder prosseguir como acontece normalmente. Há perdas económicas e, quando chega o momento de reabrir, é necessário voltar a colocar os sistemas em funcionamento, num processo que pode ser complexo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se, em vez de encerrar os edifícios, tivermos normas e sistemas que permitam mantê-los operacionais em condições de segurança, isso será positivo. Penso que esta mudança de mentalidade está a acontecer gradualmente, embora só o tempo permita avaliar a eficácia das novas medidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os episódios de poluição atmosférica são outro exemplo. Em Singapura, os edifícios comerciais não foram obrigados a encerrar durante os episódios de </span><i><span style="font-weight: 400;">haze</span></i><span style="font-weight: 400;">. Já existiam sistemas de filtragem e os requisitos foram reforçados para assegurar uma maior eficiência quando a poluição exterior atingue níveis elevados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste contexto, recorremos a filtros com classificação MERV [</span><i><span style="font-weight: 400;">Minimum Efficiency Reporting Value</span></i><span style="font-weight: 400;">]. Quanto mais elevado for o valor, maior é a eficiência de filtragem considerada pelo sistema de classificação. Estes filtros devem estar disponíveis e ser utilizados quando os níveis de poluição atmosférica o justificam. O objectivo é perceber como podemos manter os edifícios em funcionamento, mesmo perante situações excepcionais. É isso que entendemos por resiliência.</span></p>
<p><b>E no caso dos edifícios residenciais? Que medidas podem ser adoptadas pelas famílias durante episódios de poluição atmosférica?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos edifícios residenciais, a situação é diferente, porque as pessoas são, em grande medida, responsáveis pela qualidade do ar nas suas próprias casas. Quando o ar exterior está poluído, recomendamos que se fechem as janelas e as portas para reduzir a entrada de poluentes. No entanto, isso levanta outras questões. Será suficiente fechar as janelas? É possível ligar o ar condicionado? O que acontece à QAI?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ar condicionado, por exemplo, arrefece o espaço, mas não assegura, por si só, a renovação do ar. Se o espaço estiver fechado e ocupado, a concentração de CO2 pode aumentar. Fechar as janelas ajuda a limitar a entrada da poluição exterior, mas poderá não ser suficiente para resolver todos os problemas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um purificador de ar pode ajudar, desde que seja correctamente dimensionado. Não basta escolher um equipamento qualquer. É necessário considerar a dimensão da divisão e a capacidade do aparelho para fornecer ar limpo. Um dos indicadores utilizados é a taxa de fornecimento de ar limpo, conhecida como CADR (</span><i><span style="font-weight: 400;">Clean Air Delivery Rate</span></i><span style="font-weight: 400;">). A capacidade do equipamento deve ser adequada ao volume do espaço. Um aparelho pequeno não será suficiente para uma divisão grande.</span></p>
<p><b>Em Portugal, os custos associados são uma das maiores barreiras à adopção destas soluções. O que acontece às habitações que não têm estes equipamentos?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa é uma dificuldade real. Em Singapura, muitas habitações foram concebidas para funcionar com ventilação natural. Há pessoas que não têm ar condicionado ou não podem suportar o custo de adquirir um purificador de ar. Outras preferem não viver num espaço com ar condicionado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante um episódio de </span><i><span style="font-weight: 400;">haze</span></i><span style="font-weight: 400;">, fechar todas as janelas e portas pode tornar o interior termicamente desconfortável. Se não existir outra solução, as pessoas terão de gerir essa situação com os meios de que dispõem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi por isso que estudámos uma alternativa para espaços com ventilação natural, um sistema que designamos </span><i><span style="font-weight: 400;">fan filter</span></i><span style="font-weight: 400;">. Trata-se de colocar um ventilador e um filtro de elevada eficiência, do tipo HEPA, num painel de janela. O ar exterior entra e chega ao interior depois de filtrado. A solução não exige arrefecimento mecânico, permitindo manter a ventilação natural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Realizámos esse projecto em 2015, mas a solução não está actualmente instalada de forma generalizada nos edifícios. Quando surge um episódio de poluição, é difícil começar a adaptar todas as janelas.</span><b> Nessa altura, pode já ser demasiado tarde para implementar uma solução deste tipo em grande escala.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O painel poderia incluir um compartimento para o ventilador e o filtro, que só seriam utilizados quando necessário. Não é necessário manter o filtro instalado e em funcionamento permanentemente. Quando existe um problema de poluição, pode colocar-se o filtro no compartimento previsto para esse efeito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desafio é pensar nisso antecipadamente. Se a solução não estiver prevista, como se adapta uma janela quando o problema já está a acontecer? Não é assim tão simples. </span><b>É por isso que defendemos que estas possibilidades sejam consideradas desde a fase de projecto, como parte da própria infra-estrutura do edifício.</b><span style="font-weight: 400;"> Isso exige também a participação dos arquitectos, para que estas funcionalidades possam ser incorporadas desde o início.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O calor dos centros de dados é um recurso ainda por aproveitar em Portugal</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/o-calor-dos-centros-de-dados-e-um-recurso-ainda-por-aproveitar-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 10:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A expansão dos centros de dados em Portugal está a colocar novas exigências aos sistemas de climatização e refrigeração. Para além de melhorar a eficiência dos equipamentos, o sector procura soluções para aproveitar o calor residual destas instalações, uma possibilidade que começa a dar os primeiros passos no país. Mas o crescimento destas infra-estruturas levanta também questões sobre o consumo de energia, o uso de água e os impactes ambientais. Esta foi uma das questões abordadas nas 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração, que decorreram, a semana passada, em Lisboa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A expansão dos centros de dados em Portugal está a colocar novas exigências aos sistemas de climatização e refrigeração. Para além de melhorar a eficiência dos equipamentos, o sector procura soluções para aproveitar o calor residual destas instalações, uma possibilidade que começa a dar os primeiros passos no país. Mas o crescimento destas infra-estruturas levanta também questões sobre o consumo de energia, o uso de água e os impactes ambientais. Esta foi uma das questões abordadas nas 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração, que decorreram, a semana passada, em Lisboa.</b><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desenvolvimento de centros de dados, impulsionado pela digitalização e pela procura crescente de capacidade de computação para a inteligência artificial (IA), está a reforçar a importância dos sistemas de climatização e refrigeração. Aquela que é uma necessidade técnica pode também constituir uma oportunidade para aproveitar energia que, de outra forma, seria desperdiçada. </span><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Luís Pedro Duarte chama a atenção para a relação entre o consumo eléctrico destas instalações e as necessidades de arrefecimento. Nas instalações mais eficientes, explica, por cada megawatt de electricidade entregue à instalação, é gerado cerca de um megawatt de calor que é necessário rejeitar. “É aqui que entra o <em>cooling</em>, isto é, a climatização e o arrefecimento. O calor pode ser uma perda, mas pode acabar por ser um bom modelo de negócio”, afirma o presidente da Associação Portuguesa de Centros de Dados &#8211; Portugal DC, apontando para o potencial de recuperação e utilização deste calor noutras actividades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span>líder da Portugal DC <span style="font-weight: 400;">participava num painel dedicado ao papel dos centros de dados, no âmbito das<a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/descarbonizacao-dos-edificios-e-qualidade-do-ar-interio-em-debate-nas-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/" target="_blank" rel="noopener"> 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração</a>, organizadas pela Comissão de Especialização em Climatização e Refrigeração da Ordem dos Engenheiros, em colaboração com a secção nacional da Federação Europeia das Associações de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (REHVA, na sigla em inglês) e o capítulo português da Associação Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado (ASHRAE). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o tema “Climatização e Refrigeração na Transição Energética: Qualidade Ambiental Interior e Sustentabilidade”, o evento, que decorreu, na passada quinta-feira, no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa, juntou cerca de uma centena de especialistas, investigadores, projetistas, fabricantes, instaladores, gestores de edifícios, e representantes da indústria em torno dos desafios e das oportunidades da transição energética.  </span></p>
<h6><b>Recuperar o calor ainda é um desafio</b><span style="font-weight: 400;"> </span></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A viabilidade de soluções para recuperar o calor residual depende, contudo, de vários factores, sobretudo da tecnologia necessária para o aproveitar e, sobretudo, da existência de consumidores próximos com necessidades térmicas que sejam compatíveis. Em Portugal, este aproveitamento ainda está numa fase inicial, reconhece, em declarações à </span><i><span style="font-weight: 400;">Edifícios e Energia,</span></i><span style="font-weight: 400;"> Luís Pedro Duarte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O responsável identifica dificuldades na compreensão do potencial destas soluções, nomeadamente por parte dos municípios, embora alguns promotores já estão a desenvolver trabalho nesta área. Acredita, por isso, que existe potencial para seguir os passos de </span><span style="font-weight: 400;">Frankfurt, Londres, Amsterdão, Paris e Dublin, “geografias onde já vão uns anos à frente neste sector”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Luís Pedro Duarte considera que os parques industriais podem constituir contextos particularmente favoráveis. </span><span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;">Pode existir muito mais reaproveitamento. Por um lado, podemos ter um </span><i><span style="font-weight: 400;">data center</span></i><span style="font-weight: 400;"> que está a dissipar calor, e, por outro lado, uma indústria que precisa de calor e liberta frio. As duas [infra-estruturas] podem complementar-se, ao passo que, se  estivessem instaladas de forma isolada, pode ser mais difícil. Essa complementariedade é algo que deve ser explorado”, sublinha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O exemplo de outros mercados europeus mostra que esta possibilidade pode passar da teoria à prática. Luís Pedro Duarte refere o caso de Paris, onde o calor de centros de dados próximos foi utilizado para aquecer água durante os Jogos Olímpicos de Verão, em 2024. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A recuperação do calor exige, porém, que se tenha em conta a procura térmica ao longo do ano, as distâncias envolvidas entre estas infra-estruturas e industriais existentes, os custos associados e a eventual necessidade de outros equipamentos, como bombas de calor para elevar a temperatura disponível.</span></p>
<h6><b>A eficiência começa na escolha dos equipamentos</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A redução dos consumos energéticos dos centro de dados passa também pela escolha dos equipamentos e pela forma como são dimensionados e utilizados. Luís Pedro Duarte salienta que, num sector caracterizado por consumos elevados e períodos de vida útil longos, a eficiência tem um peso determinante nas decisões de investimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;">Este é um sector que aposta muito em investigação e desenvolvimento porque toda a poupança conta muito quando estamos a falar de consumos [energéticos] grandes”, sublinha. </span><span style="font-weight: 400;">A aquisição de equipamentos como </span><i><span style="font-weight: 400;">chillers</span></i><span style="font-weight: 400;"> e sistemas de alimentação ininterrupta de energia (os chamados UPS) implica comparar o respectivo desempenho energético e ponderar os custos ao longo do ciclo de vida. Um equipamento mais caro à partida poderá revelar-se a opção mais vantajosa se permitir poupanças significativas durante os anos de funcionamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;">Um </span><i><span style="font-weight: 400;">chiller</span></i><span style="font-weight: 400;"> podem ter um período de vida útil de 20 anos. Ou seja, são 20 anos em que não vai ser necessário trocar o equipamento, por isso, interessa ter o equipamento o mais eficiente possível. O equipamento até pode ser mais caro na fase de investimento, mas se houver esse retorno, é uma melhor aposta optar por um que consuma menos”, explica. </span></p>
<h6><b><em>Free-cooling:</em> reduzir a energia necessária para o arrefecimento</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">O responsável destaca ainda a utilização de </span><i><span style="font-weight: 400;">free-cooling</span></i><span style="font-weight: 400;">, uma solução que aproveita as condições exteriores para dissipar o calor e reduzir a necessidade de recorrer a arrefecimento mecânico. “</span><span style="font-weight: 400;">A exploração que se faz numa infraestrutura destas é dinâmica ao longo das horas do dia. É uma operação muito dinâmica, onde é possível balancear cargas e perceber quando aproveitar o </span><i><span style="font-weight: 400;">free-cooling</span></i><span style="font-weight: 400;">. No fundo, é preciso procurar todas as peças para que, no fim, o resultado seja o mais eficiente possível”, sintetiza. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Guilherme Matias </span><span style="font-weight: 400;">salientou que esta solução tem um alto benefício natural no Norte da Europa. “O clima é sem dúvida uma grande vantagem é o clima. </span><span style="font-weight: 400;">Cerca de 90% das horas são de <em>free-cooling</em>, não total, mas parcial. Em centros de dados que estamos a construir em países nórdicos, conseguimos temperaturas [exteriores] a rondar, por exemplo, os -1.5ºC”, explicou o consultor da Navitas Portugal, que também participou no painel das jornadas dedicado aos centros de dados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O consultor refere também que outras das vantagens dos países no Norte da Europa é uma maior facilidade nos processos de licenciamento, que faz com que “tudo comece a funcionar muito rápido”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha de soluções que garantam uma maior eficiência energética dos centros de dados depende, por isso, da localização e do clima local. “</span><span style="font-weight: 400;">É impossível instalar um </span><i><span style="font-weight: 400;">data center</span></i><span style="font-weight: 400;"> com um sistema com arrefecimento com recurso à água do mar no Interior do país. Se calhar no Alentejo também vamos ter acesso a menos horas de </span><i><span style="font-weight: 400;">free-cooling</span></i><span style="font-weight: 400;"> do que numa região mais a Norte, embora também seja possível usar, mesmo nos dias de calor ou primaveris, se a temperatura exterior estiver a um nível mais baixo do que aquela que está no interior. Na região de Lisboa, conseguimos ter horas de </span><i><span style="font-weight: 400;">free-cooling</span></i><span style="font-weight: 400;"> praticamente todos os dias do ano”, exemplifica Luís Pedro Duarte. </span></p>
<h6><strong>Modelação energética deve continuar na operação</strong></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A importância da modelação energética foi outro dos temas abordados no painel. Guilherme Matias defende que os modelos energéticos não devem ficar limitados à fase de projecto. Quando utilizados durante a exploração, permitem comparar os consumos reais com os valores esperados para as mesmas condições de funcionamento e identificar eventuais desvios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;">Até agora estamos a falar como calcular o consumo de energia. Mas isto é só o princípio. O verdadeiro valor de um modelo energético começa depois de os centros [de dados] já estarem em funcionamento, o modelo deve passar a fazer parte da caixa de ferramentas diária das equipas de operação. Todos os dias, os operadores sabem quanta energia a instalação consome”, explica o consultor da Navitas Portugal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta comparação pode ajudar as equipas técnicas a perceber, por exemplo, se um </span><i><span style="font-weight: 400;">chiller</span></i><span style="font-weight: 400;"> está a consumir mais energia do que seria expectável e a investigar as causas. </span><span style="font-weight: 400;">“Se os dois valores baterem certo, ótimo. Se não baterem, tem de simplificar a porquê. Talvez o </span><i><span style="font-weight: 400;">chiller</span></i><span style="font-weight: 400;"> não esteja a ter a eficiência que seria de esperar. Em vez de perguntarmos quanta energia estamos a gastar, passamos a perguntar o que é que estamos a gastar mais do que devíamos. E é aí que um modelo energético se torna uma ferramenta de diagnóstico. Se um modelo energético só é usado na fase de projeto, estamos a perder a maior parte do seu valor”, adverte Guilherme Matias, salientando que</span><span style="font-weight: 400;"> a eficiência depende não só das soluções adoptadas inicialmente, mas também da capacidade de acompanhar e melhorar o seu desempenho ao longo do tempo.</span></p>
<h6><b>Portugal prepara-se para expandir centros de dados</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a apresentação, o presidente da Portugal DC apresentou dados preliminares que a associação prevê tornar públicos até ao final do ano. As estimativas dizem respeito à potência instalada, ao investimento necessário e à criação de milhares de postos de trabalho até 2032. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por agora, sabe-se que o potencial de investimento ajuda a explicar a crescente atenção dada a estas infraestruturas. Já o ano passado, a <a href="https://www.startcampus.pt/sines" target="_blank" rel="noopener">Start Campus</a> inaugurou em Sines o SIN01, um centro de dados com 26 MW de capacidade, sendo este apenas o primeiro edifício de um campus que prevê atingir os 1,2 GW de IT. A instalação de centros de dados está a contecer em zonas com infra-estruturas eléctricas existentes. Além de Sines, o mesmo pode acontecer com a antiga Central Termoeléctrica do Pego, em Abrantes,  a última central a carvão a encerrar em Portugal, em 2021.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A expansão do sector também ganhou impulso com a aprovação, em Abril deste ano, do <a href="https://digital.gov.pt/pt/documentos/plano-nacional-de-centros-de-dados" target="_blank" rel="noopener">Plano Nacional de Centros de Dados</a>, que estabelece iniciativas para 2026 e 2027 com o objectivo de posicionar Portugal como um pólo europeu de infraestruturas digitais. O Governo identifica a procura crescente associada à inteligência artificial e as condições energéticas do país como factores de oportunidade, defendendo, simultaneamente, a sustentabilidade ambiental, a eficiência energética e o equilíbrio territorial.</span></p>
<h6><b>O crescimento exige garantias ambientais</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A disponibilidade de electricidade de origem renovável é uma vantagem para Portugal, mas não elimina outros impactes ambientais associados, como tem alertado a ZERO. A associação ambientalista tem salientado que dimensão ambiental não se esgotana origem da electricidade que é utilizada, e, recentemente, <a href="https://zero.ong/noticias/centros-de-dados-podem-ser-aliados-da-transicao-verde-mas-arriscam-ser-predadores-de-recursos-sem-retorno-social/" target="_blank" rel="noopener">num parecer divulgado em Agosto</a>, contestou a necessidade de critérios mais exigentes quanto ao consumo de água, à utilização do território e ao contributo efectivo dos projectos para a transição climática. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A questão é particularmente relevante em zonas como Sines, onde se concentram projectos de grande dimensão e onde a disponibilidade de infraestruturas energéticas e industriais constitui uma vantagem, mas não dispensa a avaliação destes impactes ao longo do tempo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A utilização de água do mar, por exemplo, pode reduzir a dependência de água potável em determinados sistemas de arrefecimento, mas exige uma análise dos efeitos da captação e devolução de água nos ecossistemas. </span><span style="font-weight: 400;">Questionado no final do painel precisamente sobre os impactos nos ecossistemas, Luís Pedro Duarte referiu a existência de parâmetros para controlar a diferença de temperatura da água devolvida ao meio, através de medições e auditorias. A eficácia destas medidas terá, contudo, de ser aferida à luz das condições concretas do projecto e da respectiva avaliação ambiental, aponta.</span></p>
<h6><b>Acesso à rede entre os desafios da expansão</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A expansão dos </span><i><span style="font-weight: 400;">data centers </span></i><span style="font-weight: 400;">coloca também questões sobre a capacidade de resposta da rede eléctrica. Questionado sobre isso, Luís Pedro Duarte apontou que os pedidos de ligação à rede eléctrica nacional terão passado de cerca de 40 GW para menos de 4 GW, após um procedimento de filtragem. Para o responsável, os valores mostram a importância de distinguir a procura inicialmente manifestada pelos promotores dos projectos e os que conseguem reunir condições para avançar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do lado da oferta, o presidente da Portugal DC considera que o país dispõe de margem para reforçar a produção de energia renovável, nomeadamente através da produção solar fotovoltaica e eólica, mas identifica entraves à sua concretização. Luís Pedro Duarte disse ainda que não acreditar que os centros de dados em Portugal venham a depender de energia nuclear, embora esta surja no &#8220;<em>mix</em>&#8221; da electricidade consumida em Portugal, sendo importada de Espanha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O responsável da associação também rejeitou a ideia de que serão necessárias </span>centrais de produção de energia elétrica isoladas para cada centro de dados, à semelhança do que acontece nos Estados Unidos da América. <span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;">Não estamos, claramente, numa situação em que se trate do <em>bring your own power</em>”, defendeu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Luís Pedro Duarte terminou ao partilhar que, actualmente, um dos grandes desafios que Portugal enfrenta é o armazenamento </span><span style="font-weight: 400;">de energia. “Toda esta transformação tem que ser acompanhada pela criação das licenças para a implementação dos bancos de baterias, que, no fundo, permitam armazenar o resto da energia [renovável que não foi utilizada] para depois ser usada [durante outros períodos do dia]”, resume. </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Start Campus</p>
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		<title>Samsung WindFree™ Comfort S2 de 3,5 kW distinguido com o selo “MELHOR DO TESTE” da DECO PROteste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 07:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[samsung]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Samsung Climate Solutions  anuncia que o ar condicionado WindFree™ Comfort S2 de 3,5 kW recebeu o selo “MELHOR DO TESTE” da DECO PROteste. Na avaliação comparativa publicada na revista da organização, em junho de 2026, o modelo obteve 69 pontos em 100 e a classificação de “Boa Qualidade”. ...</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>O modelo obteve 69 pontos em 100 na avaliação independente, que destacou a distribuição da temperatura e o baixo nível de ruído.</em></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://samsung-climatesolutions.com/pt/b2c/campaigns/windfree-premiere.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Samsung Climate Solutions</a></strong>  anuncia que o <a href="https://samsung-climatesolutions.com/pt/b2c/products/fjm/windfree-comfort-s2.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">ar condicionado WindFree™ Comfort S2 de 3,5 kW</a> recebeu o selo <strong>“MELHOR DO TESTE”</strong> da <strong>DECO PROteste</strong>. Na avaliação comparativa publicada na revista da organização, em junho de 2026, o modelo obteve 69 pontos em 100 e a classificação de <strong>“Boa Qualidade”.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta avaliação independente, a <strong>DECO PROteste</strong> destacou a ótima distribuição da temperatura pela divisão e o baixo nível de ruído do WindFree™ Comfort S2 de 3,5 kW. A análise abrangeu 46 aparelhos de ar condicionado de diferentes potências, selecionados e adquiridos no mercado pela própria organização para avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Na escolha de um ar condicionado, a potência e o preço são fatores importantes, mas existem outros fatores também importantes. A forma como a temperatura se distribui pelo espaço e o ruído de funcionamento têm um impacto direto na experiência de utilização, sobretudo quando passamos várias horas na mesma divisão. Na Samsung procuramos desenvolver tecnologias que respondam a estas necessidades, pelo que é particularmente relevante ver estas características destacadas numa avaliação independente</em>”, afirma <strong>Ricardo Martins, Head of HVAC Business da Samsung Electronics Portugal &amp; Espanha</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente aos resultados identificados pela <strong>DECO PROteste</strong>, a <strong>Samsung</strong> destaca outras funcionalidades do WindFree™ Comfort S2, entre as quais a tecnologia WindFree™, desenvolvida para proporcionar arrefecimento sem a sensação de correntes de ar frio diretas. Esta abordagem procura assegurar uma temperatura mais uniforme, especialmente em divisões de utilização prolongada, como quartos, salas de estar ou áreas de trabalho em casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do conforto térmico, a <strong>Samsung</strong> aposta na conectividade como parte da experiência de climatização residencial. Com Wi-Fi integrado, o WindFree™ Comfort S2 permite controlar a temperatura e as principais funções à distância, através da aplicação SmartThings. Os utilizadores podem ajustar as definições e selecionar diferentes modos de funcionamento, sem necessidade de estar junto da unidade interior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo dispõe ainda de funcionalidades que respondem a diferentes necessidades ao longo do dia, incluindo arrefecimento rápido, modo noturno e desumidificação. Concebido para aquecimento e arrefecimento, pode ser utilizado em diferentes épocas do ano, com opções de controlo adaptadas às condições de cada divisão. Segundo as especificações técnicas da marca, a unidade interior apresenta um nível mínimo de pressão sonora de 16 dB(A), nas condições de funcionamento mais silenciosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A facilidade de manutenção é outra das características do WindFree™ Comfort S2, que incorpora a função Freeze Wash. Através de um processo de congelação e descongelação do permutador de calor, esta funcionalidade ajuda a remover determinados resíduos acumulados no interior. O sistema inclui também a função Auto Clean, que contribui para a secagem interna após a utilização, complementando os cuidados de limpeza e manutenção periódica recomendados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o WindFree™ Comfort S2, a Samsung procura oferecer uma experiência de climatização adaptada às diferentes rotinas domésticas, ao combinar conforto térmico, facilidade de utilização e opções de controlo. A distribuição suave do ar, o funcionamento silencioso e as funcionalidades de conectividade refletem uma abordagem que coloca as necessidades dos utilizadores no centro do desenvolvimento das soluções de climatização residencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados do teste foram publicados na edição de junho de 2026 da revista <strong>DECO PROteste</strong> e podem ser consultados em:<br><a href="https://www.deco.proteste.pt/eletrodomesticos/ar-condicionado/comparar/samsung-ar60f12c1awneu-ar60f12c1awxeu-windfree-comfort-s2/53/117253" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">SAMSUNG AR60F12C1AWNEU/AR60F12C1AWXEU WindFree Comfort S2: teste e opinião</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O selo atribuído ao <strong>Samsung WindFree Comfort S2</strong> refere-se especificamente ao modelo identificado pelas referências: <strong>AR60F12C1AWNEU / AR60F12C1AWXEU</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Sector da construção debate como a IA pode tornar edifícios mais eficientes e melhorar o conforto</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/sector-da-construcao-debate-como-a-ia-pode-tornar-edificios-mais-eficientes-e-melhorar-o-conforto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 09:26:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como pode a inteligência artifícial (IA) tornar os edifícios mais eficientes e melhorar o conforto térmico? O impacto desta tecnologia e outras questões emergentes nos sectores da construção e da climatização vão estar em debate no V Congresso Internacional Giacomini. A iniciativa, que irá decorrer a  23 de Outubro, em Mortágua, coloca também em evidência os desafios técnicos e profissionais associados à transformação do parque edificado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Como pode a inteligência artifícial (IA) tornar os edifícios mais eficientes e melhorar o conforto térmico? O impacto desta tecnologia e outras questões emergentes nos sectores da construção e da climatização vão estar em debate no V Congresso Internacional Giacomini. A iniciativa, que irá decorrer a  23 de Outubro, em Mortágua, coloca também em evidência os desafios técnicos e profissionais associados à transformação do parque edificado.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A forma como os edifícios podem assegurar melhores condições de conforto com menores consumos de energia vai estar no centro do <a href="https://inscricoes.climatizacaoradiante.pt/" target="_blank" rel="noopener">V Congresso Internacional Giacomini</a>, que decorre esta sexta-feira, 23 de Outubro, em Mortágua, Viseu. Num contexto em que a eficiência energética e a sustentabilidade exigem uma transformação dos edifícios e dos sistemas energéticos, o encontro propõe uma reflexão sobre o papel das novas tecnologias, os limites das soluções disponíveis e as competências necessárias para responder às exigências do sector.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos principais temas será o uso da IA em sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC). A utilização destas ferramentas na gestão dos edifícios levanta questões sobre a capacidade de optimizar o funcionamento dos equipamentos, reduzir os consumos energéticos e melhorar o conforto dos ocupantes. Entre as aplicações em análise está a utilização da IA na gestão e optimização da produção de águas quentes sanitárias (AQS) e do aquecimento dos edifícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Numa altura em que muito se fala de inteligência artificial e do seu impacto no setor AVAC, quisemos trazer este assunto para ordem do dia, desafiando os profissionais a pensar e a refletir sobre o tema”, explica, em comunicado, Vasco Silva, director geral da Giacomini Portugal. </span><span style="font-weight: 400;">A iniciativa destina-se a arquitectos, engenheiros, projectistas, empreiteiros, construtores, docentes e estudantes ligados ao sector AVAC. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sessão dedicada a este tema estará a cargo de João Simões, da ADENE &#8211; Agência para a Energia, que abordará a aplicação da inteligência artificial nos sistemas AVAC. A discussão insere-se num debate mais amplo sobre a forma como a digitalização pode tornar a operação dos edifícios mais eficiente, sem perder de vista as condições reais do uso dos espaços e as necessidades dos ocupantes.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-38472 size-full" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Imagem-Giacomini-Portugal-V-Congresso-Internacional-25092026.jpg" alt="" width="2520" height="1000" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Imagem-Giacomini-Portugal-V-Congresso-Internacional-25092026.jpg 2520w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Imagem-Giacomini-Portugal-V-Congresso-Internacional-25092026-300x119.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Imagem-Giacomini-Portugal-V-Congresso-Internacional-25092026-1024x406.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Imagem-Giacomini-Portugal-V-Congresso-Internacional-25092026-768x305.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Imagem-Giacomini-Portugal-V-Congresso-Internacional-25092026-1536x610.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Imagem-Giacomini-Portugal-V-Congresso-Internacional-25092026-2048x813.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2520px) 100vw, 2520px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o debate não ficará apenas por esta temática: “Vamos também falar de hidrogénio na produção de energia térmica, de uma nova geração de bombas de calor, da climatização radiante e da ventilação mecânica controlada. No fundo, vamos falar de um conjunto de equipamentos absolutamente fundamentais”, resume o responsável.</span></p>
<h6><strong>Soluções para produzir energia térmica</strong></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha de tecnologias de produção de energia térmica será outro dos eixos do congresso. O programa conta com uma sessão sobre papel do hidrogénio na produção de energia térmica e na sua utilização em sistemas de piso radiante, que será conduzida por Luís Ramos, do departamento de engenharia e formação da Giacomini Portugal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também a crescente procura por bombas de calor, a evolução dos fluidos frigorigéneos e a integração de diferentes equipamentos colocam questões sobre a eficiência e a sustentabilidade das soluções adoptadas nos edifícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Está prevista uma sessão sobre bombas de calor aerotérmicas, que utilizam o fluido frigorigéneo R290, conduzida por Carlos Teixeira, do departamento de engenharia da Giacomini Portugal. A apresentação abordará também o equilíbrio dinâmico na climatização radiante, uma questão relevante para o funcionamento articulado dos sistemas e para a gestão das necessidades térmicas dos espaços.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A integração de tectos radiantes, bombas de calor e ventilação mecânica controlada (VMC) será igualmente analisada por Sergio Espiñera, director técnico da Giacomini Espanha. Mais do que olhar para cada equipamento isoladamente, a sessão quer colocar em evidência a importância da articulação entre os diferentes sistemas na procura de melhores condições de conforto e eficiência.</span></p>
<h6><b>Reabilitação e materiais mais sustentáveis</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A transformação do parque edificado não depende apenas da instalação destes equipamentos. As opções tomadas na fase de projecto, a escolha dos materiais e a forma como os sistemas de climatização são integrados na arquitectura também condicionam o desempenho dos edifícios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste âmbito, o congresso inclui uma apresentação sobre o projecto de edifícios sustentáveis em madeira e a sua integração na natureza, por Fernando Coelho, do Atelier FFC Arquitectos. A</span><span style="font-weight: 400;"> reabilitação dos edifícios será também abordada através do contributo da climatização radiante, numa sessão conduzida por Rui Correia, do Atelier LoftSpace. </span></p>
<h6><b>Desafios actuais do sector </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A capacidade de concretizar soluções mais eficientes depende também das condições de funcionamento do sector da construção e da qualificação de profissionais responsáveis pela instalação e manutenção dos sistemas. Por isso, o congresso deverá começar com uma análise do estado da construção em Portugal, a cargo de José de Matos, consultor e antigo secretário-geral da Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção (APCMC).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A componente profissional terá continuidade numa sessão sobre as competências de gestão que os instaladores devem dominar, com Alexandre Gomes da Silva, presidente da Coimbra Business School, e Georgina Morais, especialista em auditoria interna. Segue-se uma intervenção de Nuno Ferreira, da DFS AVAC, dedicada aos desafios enfrentados pelos instaladores de sistemas eléctricos e mecânicos no parque edificado português.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa termina com uma sessão sobre inteligência emocional nas empresas, na vida e no futuro sustentável, conduzida por Ana Rodrigues, psicóloga e professora convidada da Universidade do Minho, alargando o debate à dimensão humana e organizacional das mudanças no sector.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>Descarbonização dos edifícios e QAI em debate nas Jornadas de Climatização e Refrigeração</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/descarbonizacao-dos-edificios-e-qualidade-do-ar-interio-em-debate-nas-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 09:51:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ashrae]]></category>
		<category><![CDATA[climatização]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[ordem dos engenheiros]]></category>
		<category><![CDATA[REHVA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A descarbonização dos edifícios e da indústria está a colocar novas exigências ao sector da climatização e da refrigeração, desde a escolha dos equipamentos e de fluidos frigorigéneos, até à qualificação dos profissionais. As 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração, que irão decorrer no próximo dia 15 de Outubro, em Lisboa, vão debater os desafios e as oportunidades da transição energética, com especial atenção à qualidade do ar interior (QAI) e à sustentabilidade. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A descarbonização dos edifícios e da indústria está a colocar novas exigências ao sector da climatização e da refrigeração, desde a escolha dos equipamentos e de fluidos frigorigéneos, até à qualificação dos profissionais. As 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração, que irão decorrer no próximo dia 15 de Outubro, em Lisboa, vão debater os desafios e as oportunidades da transição energética, com especial atenção à qualidade do ar interior (QAI) e à sustentabilidade. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transição energética está a transformar o sector da climatização e da refrigeração, com novas exigências regulamentares sobre a redução dos consumos energéticos e a substituição progressiva de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/gases-fluorados-fiscalizacao-e-transicao-para-alternativas-naturais-trazem-novos-desafios-para-o-sector/" target="_blank" rel="noopener">gases fluorados</a>, bem como a qualificação dos profissionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes são alguns dos temas que vão estar no centro do debate das <a href="https://www.ordemdosengenheiros.pt/pt/eventos/26-as-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/" target="_blank" rel="noopener">26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração</a>, organizadas pela Comissão de Especialização em Climatização e Refrigeração da Ordem dos Engenheiros, em colaboração com a secção nacional da Federação Europeia das Associações de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (REHVA, na sigla em inglês) e o capítulo português da Associação Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado (ASHRAE). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Na Europa, a EPBD [Directiva do Desempenho Energético dos Edifícios] e o Regulamento F-Gas [relativo aos gases fluorados com efeito de estufa] estão a influenciar diretamente a escolha dos equipamentos e das soluções técnicas a implementar”, refere, à </span><i><span style="font-weight: 400;">Edifícios e Energia</span></i><span style="font-weight: 400;">, Odete Almeida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A coordenadora da Comissão de Especialização em Climatização e Refrigeração da Ordem dos Engenheiros acrescenta que, em Portugal, “um dos principais desafios é a existência de muitos edifícios antigos, nos quais a reabilitação energética exige um investimento significativo e nem sempre é fácil de executar”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A responsável alerta, por isso, para a necessidade de “encontrar um equilíbrio entre o cumprimento das exigências legais, os custos e a disponibilidade de técnicos qualificados no mercado”, o que se torna particularmente relevante num contexto de transformação tecnológica e de crescente complexidade dos sistemas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o tema “Climatização e Refrigeração na Transição Energética: Qualidade Ambiental Interior e Sustentabilidade”, o evento, que irá decorrer a 15 de Outubro, no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa, quer reunir especialistas, investigadores, projetistas, fabricantes, instaladores, gestores de edifícios, e representantes da indústria em torno dos desafios e das oportunidades da transição energética. </span></p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-38381" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/sem_titulo_1_7043047276a7464d2ae70c.png" alt="Jornadas Ordem dos Engenheiros" width="633" height="464" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/sem_titulo_1_7043047276a7464d2ae70c.png 573w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/sem_titulo_1_7043047276a7464d2ae70c-300x220.png 300w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">No primeiro painel, Eduardo Maldonado, professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e DRC da Região Europa XIV da ASHRAE, abordará a reabilitação dos edifícios e dos sistemas AVAC existentes para a descarbonização. A sessão contará também com uma apresentação de Chandra Sekhar, professor da Universidade Nacional de Singapura, dedicada à auditoria da QAI nos edifícios e ao conceito de zonas de sistemas. </span></p>
<h6><b>Bombas de calor, integrar renováveis e automação dos edifícios </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as soluções com potencial para acelerar a transição energética, Odete Almeida destaca as bombas de calor de elevada eficiência, sobretudo quando utilizam fluidos frigorigéneos com baixo potencial de aquecimento global. A recuperação de calor pode, igualmente, assumir um papel relevante em instalações com necessidades simultâneas de aquecimento e arrefecimento, nota a responsável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A integração destes sistemas com fontes de energia renovável, como a solar fotovoltaica, permite também aumentar o aproveitamento da energia produzida localmente e reduzir o consumo de electricidade proveniente da rede, sublinha. Também “a utilização plena dos sistemas de automação [dos edifícios]” podem optimizar o funcionamento dos equipamentos, ajustando os horários e as condições de operação à ocupação dos espaços, e analisar os consumos.</span></p>
<h6><b>Novas competências para os profissionais </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A crescente complexidade dos sistemas exige também uma actualização das competências técnicas para </span><span style="font-weight: 400;">garantir que os trabalhos de instalação, comissionamento e manutenção são realizados por profissionais devidamente qualificados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Odete Almeida, nos próximos anos os profissionais vão ter de reforçar os conhecimentos em ferramentas de simulação energética, modelação BIM e análise do comportamento térmico dos edifícios. Mas também “a capacidade de utilizar a inteligência artificial de forma crítica e responsável, </span><span style="font-weight: 400;">validando os resultados obtidos e garantindo a sua aplicação adequada a cada situação”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Em termos práticos, o reforço da competência do profissional passará por desenvolver continuamente os conhecimentos técnicos ao longo da carreira, articulando-os com a experiência no terreno, a capacidade de análise e o domínio das novas tecnologias”, afirma a responsável.</span></p>
<h6><b>Centros de dados, sistemas frigoríficos e QAI</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa das jornadas coloca em discussão a forma como a engenharia pode conciliar a eficiência energética e a descarbonização com a saúde e o bem-estar dos ocupantes dos edifícios. Além da vertente tecnológica, entre as questões identificadas pela organização estão a necessidade de garantir uma climatização acessível, combater a pobreza energética, optimizar a cadeia de frio e acelerar a adopção de refrigerantes naturais. O financiamento, o papel das políticas públicas e a eficiência dos sistemas são outras das dimensões que integram a programação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estão previstos painéis dedicados aos centros de dados. Luís Pedro Duarte, presidente da Associação Portuguesa de Centros de Dados &#8211; Portugal DC, abordará o papel estratégico destas instalações na economia digital, enquanto Carlos Lisboa, fundador e CEO da Navitas Portugal, apresentará a perspectiva de um consultor sobre a modelação energética destas infra-estruturas, cujo funcionamento coloca exigências específicas ao consumo energético e à gestão térmica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no período da tarde, Marco Madureira, engenheiro projectista da Chilltek, dedicada às instalações de refrigeração com dióxido de carbono. </span>Seguir-se-á uma apresentação de Ángel Ros Dolz, director de Área da Tewis Portugal, apresentará soluções de sistemas frigoríficos transcríticos com subarrefecimento mecânico inteligente.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A programação abrange igualmente o controlo das condições ambientais interiores em edifícios com requisitos específicos. Michel Grabon, director de área de Data Centers da Carrier, apresentará o caso da Capela Sistina, no Vaticano. Já </span><span style="font-weight: 400;">Daniel Malveiro, responsável de soluções da Baxi Portugal, abordará soluções integradas de climatização para a transição energética, enquanto Vita Nils Baumann, director da unidade de negócio de gestão de produto da Delta Controls Alemanha, analisará o impacto dos sistemas BMS na transição digital.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A organização prevê também a distribuição de um livro técnico em língua portuguesa aos participantes, destinado a apoiar a consulta e a actualização de conhecimentos no sector. Por agora, as inscrições para as jornadas ainda estão abertas. </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © iStock</p>
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		<title>IFV promove ciclo de 10 webinares dedicado à evolução do mercado AVAC</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/ifv-promove-ciclo-de-10-webinares-dedicado-a-evolucao-do-mercado-avac/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 07:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[vulcano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado AVAC está a evoluir a um ritmo sem precedentes. Para acompanhar esta transformação, o Instituto de Formação Vulcano promove um ciclo de webinares dedicado à atualização e qualificação dos profissionais do setor, com sessões online todas as quartas-feiras, entre 30 de setembro e 2 de dezembro. ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><strong><em><strong>O mercado AVAC está a evoluir a um ritmo sem precedentes. Para acompanhar esta transformação, o Instituto de Formação Vulcano promove um ciclo de webinares dedicado à atualização e qualificação dos profissionais do setor, com sessões online todas as quartas-feiras, entre 30 de setembro e 2 de dezembro.</strong></em></strong></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong><a href="https://www.vulcano.pt/profissional/instituto-de-formacao-vulcano/" data-type="link" data-id="https://www.vulcano.pt/profissional/instituto-de-formacao-vulcano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Instituto de Formação Vulcano (IFV)</a></strong> reforça o seu compromisso com a formação e qualificação dos profissionais do setor AVAC através de um ciclo de <strong>10 webinares,</strong> que aborda diferentes temas técnicos e soluções que acompanham a evolução do mercado. As sessões decorrem em formato <em>online</em>, todas as quartas-feiras, das <strong>9h30 às 10h30</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do ciclo, serão abordados temas como <strong></strong><strong>novos produtos das marcas Bosch e Vulcano para água quente e climatização, equipamentos com refrigerante R290, bombas de calor, instalação e arranque de equipamentos de ar condicionado e VRF,</strong> entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa teve início a <strong>30 de setembro</strong>, com o <em>webinar</em> “<strong>Mitos e verdades sobre <s>as</s> bombas de calor”,</strong> e prossegue com os restantes:</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>14 de outubro</strong> – Requisitos de instalação e arranque de equipamentos VRF</li>



<li><strong>21 de outubro</strong> – Introdução ao R290 no ar condicionado</li>



<li><strong>28 de outubro</strong> – Instalação de ar condicionado sem erros</li>



<li><strong>4 de novembro</strong> – Bomba de calor AQS: Gama de R290</li>



<li><strong>11 de novembro</strong> – Ar condicionado: Gama Large Split</li>



<li><strong>18 de novembro</strong> – Quando a bomba de calor leva a culpa de erros de instalação</li>



<li><strong>25 de novembro</strong> – Bombas de calor de climatização:Nova Gama Compress 3800i AW</li>



<li><strong>2 de dezembro</strong> – Ar condicionado: Gama Multi Split com AQS</li>
</ul>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições para os webinares podem ser realizadas através de <a href="https://institutoformacaovulcano.bosch-homecomfort.pt/sui/catalog/45572" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">IFV | Ciclo de Webinares</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta iniciativa, o IFV pretende contribuir para a <strong>atualização contínua dos conhecimentos dos profissionais</strong>, acompanhando a evolução tecnológica do setor AVAC, dando resposta às novas exigências e soluções do mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações e inscrições, consulte <a href="http://www.vulcano.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">http://www.vulcano.pt/ </a></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/ifv-promove-ciclo-de-10-webinares-dedicado-a-evolucao-do-mercado-avac/">IFV promove ciclo de 10 webinares dedicado à evolução do mercado AVAC</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gia Group reúne em Portugal clientes e instaladores num evento dedicado à inovação e ao futuro da climatização</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/gia-group-reune-em-portugal-clientes-e-instaladores-num-evento-dedicado-a-inovacao-e-ao-futuro-da-climatizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GIA GROUP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38356</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Gia Group, empresa líder em soluções de climatização, realizou em Portugal um encontro dirigido a clientes, instaladores e profissionais do setor, que teve como objetivo destacar a evolução da empresa, os seus principais avanços e a visão com que encara os próximos desafios da climatização. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/gia-group-reune-em-portugal-clientes-e-instaladores-num-evento-dedicado-a-inovacao-e-ao-futuro-da-climatizacao/">Gia Group reúne em Portugal clientes e instaladores num evento dedicado à inovação e ao futuro da climatização</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><strong><em>A empresa organizou uma convenção exclusiva para partilhar resultados, apresentar as suas mais recentes soluções e reforçar a relação com os profissionais do setor, num ambiente concebido para a partilha de conhecimentos e o networking.</em></strong></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong><a href="https://groupgia.com/pt/" data-type="link" data-id="https://groupgia.com/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Gia Group</a></strong>, empresa líder em soluções de climatização, realizou em Portugal um encontro dirigido a clientes, instaladores e profissionais do setor, que teve como objetivo destacar a evolução da empresa, os seus principais avanços e a visão com que encara os próximos desafios da climatização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento combinou conteúdos corporativos e demonstrações de produtos com experiências concebidas para promover a troca de ideias e fortalecer a relação com os profissionais que fazem parte do ecossistema da climatização.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Resultados, investimento e uma visão orientada para o futuro</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos centrais da convenção foi a apresentação de resultados e serviços, na qual a empresa partilhou os seus principais avanços, melhorias e investimentos, bem como as linhas estratégicas que marcarão a sua evolução nos próximos anos. No primeiro semestre de 2026, o <strong>Grupo GIA</strong> registou em Portugal um volume de negócios de 11,4 milhões de euros, o que representa um aumento de 11,5 % em relação ao mesmo período do ano anterior. Este crescimento, de 1,17 milhões de euros, dá continuidade a uma evolução que permitiu à filial portuguesa passar de um volume de negócios de 3,1 milhões de euros em 2016 para 22,4 milhões em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através de gráficos e dados, a apresentação procurou transmitir de forma clara o valor que as soluções e serviços da empresa proporcionam tanto aos clientes como aos instaladores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento destacou assim a importância de evoluir não só em termos de tecnologia e produto, mas também em serviços, apoio e experiência do cliente.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/EventoGIA_Porto2.png" alt="" class="wp-image-38358" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/EventoGIA_Porto2.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/EventoGIA_Porto2-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Uma experiência ligada ao território e à cultura portuguesa</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O programa prosseguiu com uma visita às caves de vinho Ferreirinha, uma experiência que permitiu aos participantes descobrir uma parte representativa da cultura e tradição vinícola de Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o almoço, o espetáculo de <em>stand-up comedy</em> trouxe um toque mais descontraído ao evento, concebido para criar um ambiente acolhedor antes de retomar as atividades da tarde.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia e soluções para uma climatização mais eficiente e conectada</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A inovação voltou a ocupar o centro das atenções durante a apresentação das novidades de produtos, um dos principais blocos do evento, onde foram apresentados os novos acumuladores aerotérmicos das marcas <strong>HTW</strong> e <strong>Giatsu</strong>, entre outros produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais temas abordados destacaram-se a eficiência energética, a conectividade e a manutenção, áreas cada vez mais relevantes para a evolução do setor da climatização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os participantes puderam conhecer em primeira mão as funcionalidades das diferentes soluções e colocar as suas questões diretamente aos colaboradores da empresa, criando um espaço de diálogo especialmente orientado para as necessidades reais dos instaladores e profissionais.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Um encontro para olhar para o futuro</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Com este encontro, a empresa reforça o seu compromisso com o mercado português e com uma rede de profissionais essenciais para a transformação do setor, apostando numa climatização cada vez mais eficiente e conectada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações em: <strong><a href="http://www.htwspain.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">www.htwspain.com</a></strong> <strong>|</strong> <strong><a href="http://www.giatsu.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">www.giatsu.com</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/gia-group-reune-em-portugal-clientes-e-instaladores-num-evento-dedicado-a-inovacao-e-ao-futuro-da-climatizacao/">Gia Group reúne em Portugal clientes e instaladores num evento dedicado à inovação e ao futuro da climatização</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Panasonic Heating &#038; Cooling apresenta a sua nova identidade para a Europa</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/panasonic-heating-cooling-apresenta-a-sua-nova-identidade-para-a-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[panasonic]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38350</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Panasonic Heating &#038; Cooling reforçou as suas operações europeias através de uma nova estrutura organizacional e de um investimento importante na produção europeia, R&#038;D e formação profissional. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/panasonic-heating-cooling-apresenta-a-sua-nova-identidade-para-a-europa/">Panasonic Heating &#038; Cooling apresenta a sua nova identidade para a Europa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><strong>A nova identidade assinala uma fase de crescimento da Panasonic na Europa, apoiada por um investimento significativo na produção europeia, R&amp;D (I+D) e formação profissional.</strong></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.aircon.panasonic.eu/PT_pt/" data-type="link" data-id="https://www.aircon.panasonic.eu/PT_pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Panasonic Heating &amp; Cooling</a></strong> reforçou as suas operações europeias através de uma nova estrutura organizacional e de um investimento importante na produção europeia, R&amp;D e formação profissional. Tudo isto é agora acompanhado pelo lançamento de um novo logótipo e de uma renovada identidade visual de marca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta nova identidade surge após a criação da <strong><a href="https://news.panasonic.com/global/press/en260401-7" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Panasonic HVAC &amp; CC Co., Ltd</a>,</strong> a qual engloba as unidades de aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração da <strong>Panasonic</strong> sob uma única organização dedicada e focada em soluções conectadas com o ar, a água e a conservação alimentar. Na Europa, esta renovada identidade pretende ainda refletir o compromisso contínuo da <strong>Panasonic</strong> com a inovação, a sustentabilidade e o valor a longo prazo para os seus clientes, combinando a experiência global com soluções adaptadas às necessidades locais, concebidas segundo os parâmetros da eficiência energética, da descarbonização, da eletrificação e da climatização responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo desta estratégia na Europa é a ampliação e remodelação, por parte da <strong>Panasonic</strong>, das suas instalações de produção de bombas de calor em Pilsen (República Checa), com um investimento de 320 milhões de euros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O centro de Pilsen aproxima a produção e a R&amp;D dos clientes europeus e opera como uma fábrica <em>Net Zero</em> (zero emissões), apoiada pela compra de energia verde, por um sistema fotovoltaico de 1 MW na cobertura, gestão inteligente de edifícios e medidas de utilização eficiente de recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os últimos investimentos da <strong>Panasonic</strong> na Europa incluem instalações especializadas de produção, R&amp;D e formação em toda a região:</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pilsen, República Checa:</strong> Ampliação de 320 milhões de euros da produção de bombas de calor, apoiando o fabrico de soluções como a série Aquarea M.</li>



<li><strong>Tillières-sur-Avre, França:</strong> Capacidade de R&amp;D e fabrico especializado de soluções hidrónicas e de climatização (AVAC).</li>



<li><strong>Barlassina, Itália:</strong> R&amp;D e fabrico de AVAC comercial, apoiados por um amplo centro de formação.</li>



<li><strong>Polónia:</strong> Capacidade de R&amp;D e fabrico de soluções de refrigeração comercial e CO₂.</li>



<li><strong>Cardiff, Reino Unido:</strong> Centro de demonstração de energias renováveis que exibe tecnologias integradas de aquecimento e energia.</li>
</ul>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Enrique Vilamitjana, Managing Director da Panasonic Heating &amp; Cooling Europe</strong>, comentou: <em>&#8220;As necessidades de aquecimento e refrigeração na Europa estão a mudar rapidamente. Os clientes procuram soluções que reduzam o consumo de energia, impulsionem a descarbonização e ofereçam um conforto fiável a longo prazo. A nossa renovada identidade reflete um negócio que combina a solidez tecnológica global da Panasonic com soluções relevantes para o mercado europeu&#8221;</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Enrique</strong> acrescentou: <em>&#8220;Esta evolução da marca apoia-se nos mais de cem anos de herança de engenharia da Panasonic, ao mesmo tempo que reflete o nosso investimento contínuo no futuro. Ao ampliar as nossas capacidades europeias de fabrico, R&amp;D e formação, reforçamos a nossa capacidade para responder às necessidades dos clientes com maior rapidez, relevância e resiliência, demonstrando simultaneamente o nosso compromisso a longo prazo com a região&#8221;</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através de tecnologias eficientes de aquecimento, refrigeração e refrigeração comercial, controlos inteligentes e uma constante inovação, a <strong>Panasonic</strong> procura ajudar os clientes a abordar as prioridades europeias de desempenho energético, eletrificação, conforto em espaços interiores e uso responsável dos recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações sobre a vasta gama de soluções de aquecimento, climatização e refrigeração comercial da <strong>Panasonic</strong>, visite: <a href="https://aircon.panasonic.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">https://aircon.panasonic.eu/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/panasonic-heating-cooling-apresenta-a-sua-nova-identidade-para-a-europa/">Panasonic Heating &#038; Cooling apresenta a sua nova identidade para a Europa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Panasonic Heating &#038; Cooling Solutions apresenta o sistema ECOi-Loop: eficiência e sustentabilidade no controlo climático de Data Centers</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/panasonic-heating-cooling-solutions-apresenta-o-sistema-ecoi-loop-eficiencia-e-sustentabilidade-no-controlo-climatico-de-data-centers/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 13:37:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[panasonic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Panasonic Heating &#038; Cooling Solutions reafirma o seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade no setor do AVAC através do lançamento e implementação do ECOi-Loop. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
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<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.aircon.panasonic.eu/" data-type="link" data-id="https://www.aircon.panasonic.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Panasonic Heating &amp; Cooling Solutions</a></strong> reafirma o seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade no setor do AVAC através do lançamento e implementação do <strong>ECOi-Loop</strong>. Trata-se de um sistema de bombas de calor compactas condensadas a água, concebido para maximizar a eficiência energética e otimizar o controlo climático em infraestruturas críticas e edifícios comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema <strong>ECOi-Loop</strong> baseia-se em unidades interiores autónomas conectadas a um circuito fechado de água que opera a temperaturas situadas entre os 16 °C e os 32 °C. Equipadas com um compressor e dois permutadores de calor, estas unidades realizam a transferência de energia de forma direta entre o circuito de água e o ar do espaço, permitindo climatizar divisões de forma independente e descentralizada.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><strong>Recuperação de calor e máxima eficiência operacional</strong></strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O principal diferencial do <strong>ECOi-Loop</strong> reside na capacidade de recuperação de calor de condensação. A energia libertada pelas unidades que operam em modo de arrefecimento é reaproveitada pelas unidades que necessitam de fornecer aquecimento (e vice-versa). Esta dinâmica cria um sistema perfeitamente equilibrado que, quando as cargas térmicas de calor e frio estão estabilizadas, elimina a necessidade de colocar em funcionamento torres de arrefecimento ou sistemas adicionais de aquecimento de água.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Aplicação prática no setor tecnológico em Portugal</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A fiabilidade e versatilidade desta tecnologia estão já a ser demonstradas no terreno. A <strong>Panasonic</strong> integrou a solução <strong>ECOi-Loop</strong> num <strong>projeto de Data Center em Sines</strong>, onde a gestão contínua e rigorosa da temperatura é fundamental para o funcionamento da infraestrutura digital.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><strong>Principais vantagens do sistema ECOi-Loop:</strong></strong></h6>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Aquecimento e arrefecimento simultâneos:</strong> Climatização independente de diferentes divisões através da ligação ao mesmo circuito de água.</li>



<li><strong>Redução do risco de fugas:</strong> Sistemas hermeticamente selados que não requerem tubagens de fluido refrigerante ligadas a unidades exteriores, reduzindo significativamente a carga total de fluido frigorigéneo.</li>



<li><strong>Elevada flexibilidade de instalação:</strong> As unidades compactas podem ser facilmente adicionadas ou removidas sem necessidade de reconfigurar ou alterar a disposição geral do sistema.</li>



<li><strong>Segurança e gestão autónoma:</strong> Cada equipamento dispõe do seu próprio controlador independente e de um sistema de segurança autónomo.</li>



<li><strong>Produção descentralizada:</strong> Gestão eficiente de frio e calor adaptada às necessidades específicas de cada espaço.</li>
</ul>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Com o <strong>ECOi-Loop</strong>, a <strong>Panasonic Heating &amp; Cooling Solutions</strong> continua a liderar a transição para soluções de climatização mais seguras, flexíveis e de baixo impacto ambiental, respondendo às exigências dos projetos de engenharia e arquitetura mais complexos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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		<title>MacoDestaques mostra um sector em transformação que precisa de mais profissionais qualificados</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/macodestaques-mostra-um-sector-em-transformacao-que-precisa-de-mais-profissionais-qualificados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 08:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[climatização]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[Macodestaques]]></category>
		<category><![CDATA[Macolis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A integração de tecnologias, a procura por uma maior eficiência energética e a falta de mão de obra qualificada estiveram entre os principais temas em discussão na 4ª edição do MacoDestaques, por onde passaram mais de 800 profissionais dos sectores da climatização, AVAC, canalização e energias renováveis. O evento, organizado pela Macolis, deixou alguns sinais sobre as mudanças e os desafios que se colocam ao mercado. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto"><span class="TextRun SCXW228421331 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW228421331 BCX0">A</span></span></span></b><b> integração de tecnologias, a procura por uma maior eficiência energética e a falta de mão de obra qualificada estiveram entre os principais temas em discussão na 4ª edição do MacoDestaques, por onde passaram mais de 800 profissionais dos sectores da climatização, AVAC, canalização e energias renováveis. O evento, organizado pela Macolis, deixou alguns sinais sobre as mudanças e os desafios que se colocam ao mercado. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transição para sistemas energéticos mais integrados já não é apenas uma tendência apontada pelos fabricantes. É uma realidade que começa a marcar as escolhas dos profissionais, a complexidade das instalações e a forma como se pensa a eficiência energética. Esta foi um dos principais temas em discussão na 4ª edição do <a href="https://readymag.website/u340208417/macodestaques/" target="_blank" rel="noopener">MacoDestaques</a>, que decorreu a 25 e 26 de Setembro, em Ortigosa, Leiria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que a apresentação de novos equipamentos, o encontro permitiu permitiu perceber que o mercado está a deixar para trás tecnologias isoladas. Aerotermia, bombas de calor, produção fotovoltaica, climarização, água quente sanitárias (AQS), armazenamento e a gestão inteligente dos consumos, bem como a mobilidade eléctrica começam a ser soluções encaradas como <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/aerotermia-edificios-caminham-para-sistemas-energeticos-integrados/" target="_blank" rel="noopener">partes de um mesmo sistema</a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Os profissionais estão cada vez mais atentos não apenas ao equipamento em si, mas à forma como diferentes soluções podem trabalhar em conjunto para reduzir consumos e melhorar a eficiência das instalações”, explica, à </span><i><span style="font-weight: 400;">Edifícios e Energia</span></i><span style="font-weight: 400;">, o director comercial da Macolis, Bruno Carreira.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos exemplos apresentados no evento foram as viaturas eléctricas profissionais equipadas com tecnologia V2L (</span><i><span style="font-weight: 400;">vehicle-to-load</span></i><span style="font-weight: 400;">), capazes de funcionar como fonte de energia para outros equipamentos e de a transportar para alimentar uma habitação. As novas soluções de climatização que asseguram simultaneamente a produção de AQS também estiveram em destaque. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Permitem aproveitar uma mesma tecnologia para responder a diferentes necessidades de conforto e produção de água quente, aumentando a eficiência global da instalação e uma melhor articulação com outras fontes de energia, nomeadamente a produção fotovoltaica”, sublinha o também administrador da empresa organizadora do certame. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o responsável, estes dois exemplos mostram bem a mudança que está a acontecer no sector. “Estamos a passar de equipamentos e sistemas que funcionam de forma independente para soluções cada vez mais integradas, inteligentes e orientadas para a eficiência energética, onde a produção, o consumo, o armazenamento e a utilização da energia são pensados como um conjunto”, afirma. </span></p>
<h6><b>Complexidade das instações e falta de mão de obra </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das mudanças que estão a marcar o sector,  as conversas mantidas durante os dois dias do evento também deram visibilidade a algumas das preocupações sentidas pelos profissionais. “Existe hoje uma preocupação muito maior não só com o custo inicial da instalação, mas também com a eficiência [energética], a fiabilidade e os custos de exploração ao longo da vida útil dos equipamentos”, explica Bruno Carreira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro dos desafios identificados é a complexidade crescente das instalações e a necessidade de apoio técnico. “Os profissionais procuram soluções que sejam eficientes, mas também simples de instalar, configurar e manter. Nesse sentido, o contacto direto com os fabricantes e com a equipa técnica da Macolis foi muito valorizado, porque permite esclarecer dúvidas e encontrar soluções concretas para os desafios que surgem diariamente nas obras”, sublinha o responsável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A falta de mão de obra especializada e a necessidade de formação continuam também a ser uma preocupação para o sector. “A evolução rápida das tecnologias obriga os profissionais a uma atualização constante e, por isso, consideramos fundamental aproximar fabricantes, distribuidores, instaladores, projetistas e também as entidades de ensino e formação”, adverte. </span></p>
<p><figure id="attachment_38292" aria-describedby="caption-attachment-38292" style="width: 640px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-38292 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/00-2.jpg" alt="MacoDestaques 2026" width="640" height="426" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/00-2.jpg 1200w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/00-2-300x200.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/00-2-1024x682.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/00-2-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-38292" class="wp-caption-text">Evento juntou mais de 30 marcas nacionais e internacionais</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda assim, Bruno Carreia nota que existe um interesse crescente pela digitalização e pelos novos serviços de apoio ao profissional que tem levado à criação de ferramentas digitais com informação técnica e formas mais rápidas de adquirir produtos e obter assistência. Foi neste contexto que, durante o evento, a Macolis lançou um novo site “para tornar a experiência de compra mais rápida e intuitiva, e para a divulgação da oferta de serviços e soluções completas aos profissionais do sector”, divulgou a organização.</span></p>
<h6><b>Participação superou expectativas</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro dia foi dedicado a gabinetes de arquitectura e projecto, construtores, entidades parceiras, escolas profissionais, politécnicos e universidades, enquanto o segundo recebeu, sobretudo, clientes instaladores, com demonstrações técnicas, apresentação de novos produtos e acções comerciais das marcas presentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais de 30 marcas de referência estiveram representadas no evento. Entre as marcas nacionais que marcaram presença estiveram a Fersil, Victor Monteiro, Sival, Heliroma, Videira e a Solzaima, e entre as internacionais a Baxi, Uponor, Solax, Thermor, Mitsubishi Electric e a Giacomini. Estiveram ainda presentes entidades como a Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção (APCMC) &#8211; com especial destaque para a apresentação do sistema de normalização DATACHECK, direcionado aos fabricantes -, a Associação Regional dos Industriais da Construção e Obras Públicas (ARICOP), e a Escola Tecnológica, Artística e Profissional de Pombal (ETAP). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O número de participantes na edição deste ano acabou por superar as expectativas da organização, admite Bruno Carreira. Para a organização, o evento permitiu, sobretudo, aproximar os diferentes intervenientes de um mercado que está a atravessar uma transformação tecnológica significativa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Foi, novamente, uma edição de sucesso e recolheu muitos elogios por parte dos mais de 800 participantes. É um evento pensado para o profissional, onde os visitantes têm a oportunidade de conhecer as tendências deste mercado dinâmico, bem como as principais novidades e soluções apresentadas pelos fabricantes nacionais e internacionais”, afirma.</span></p>
<h6><b>Um evento para além dos dois dias</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A organização considera que um dos resultados do certame foi precisamente a aproximação entre instaladores, projectistas, fabricantes, fornecedores, associações e entidades de ensino. Todavia, “ainda cedo para falar de resultados concretos de todas estas conversas, porque muitos dos contactos realizados durante o evento vão agora ser trabalhados”, reconhece Bruno Carreira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O balanço da 4ª edição do MacoDestaques acaba, assim, por deixar dois sinais sobre o momento actual do sector. Por um lado, uma crescente disponibilidade para integrar tecnologias e soluções com o objectivo de reduzir consumos e melhorar a eficiência. Por outro, a necessidade de garantir que existem profissionais qualificados. “O mercado está preparado para esta evolução, mas existe um desafio importante: garantir que existem profissionais e conhecimento suficientes para acompanhar a velocidade da evolução”, salienta o responsável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as possibilidades identificadas estão novas acções de formação, iniciativas de aproximação às escolas e outras actividades dirigidas aos profissionais. A intenção, segundo a Macolis, é que as relações estabelecidas durante o evento tenham continuidade para além do certame.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Acreditamos que o MacoDestaques conseguiu cumprir o seu principal objetivo: criar um espaço de proximidade entre a Macolis, os seus clientes, fornecedores, parceiros e profissionais do setor, promovendo a apresentação de novas soluções, a partilha de conhecimento e, sobretudo, o contacto pessoal, que continua a ser uma parte fundamental da nossa forma de estar no mercado”, resume. </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Magnific</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/macodestaques-mostra-um-sector-em-transformacao-que-precisa-de-mais-profissionais-qualificados/">MacoDestaques mostra um sector em transformação que precisa de mais profissionais qualificados</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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