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	<title>Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 27 Aug 2026 13:46:17 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>Portugal entre os países da UE onde a renovação dos edifícios ainda não está articulada com o aquecimento e arrefecimento urbano </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/portugal-entre-os-paises-da-ue-onde-a-renovacao-dos-edificios-ainda-nao-esta-articulada-com-o-aquecimento-e-arrefecimento-urbano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 08:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[arrefecimento]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[PNRE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A renovação energética dos edifícios e o planeamento dos sistemas urbanos de aquecimento e arrefecimento continuam a ser tratados de forma pouco articulada na União Europeia. Portugal está entre os países cuja primeira versão do Plano Nacional de Renovação de Edifícios (PNRE) não estabelece uma ligação clara com os Planos Locais de Aquecimento e Arrefecimento (LHCP), segundo a análise da Comissão Europeia. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/portugal-entre-os-paises-da-ue-onde-a-renovacao-dos-edificios-ainda-nao-esta-articulada-com-o-aquecimento-e-arrefecimento-urbano/">Portugal entre os países da UE onde a renovação dos edifícios ainda não está articulada com o aquecimento e arrefecimento urbano </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">A renovação energética dos edifícios e o planeamento dos sistemas urbanos de aquecimento e arrefecimento continuam a ser tratados de forma pouco articulada na União Europeia. Portugal está entre os países cuja primeira versão do Plano Nacional de Renovação de Edifícios (PNRE) não estabelece uma ligação clara com os Planos Locais de Aquecimento e Arrefecimento (LHCP), segundo a análise da Comissão Europeia.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Comissão Europeia publicou recentemente a avaliação detalhada de 16 projectos de Planos Nacionais de Renovação de Edifícios, documentos que irão definir a estratégia dos Estados-Membros para a renovação do parque edificado nos próximos anos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os Estados-Membros apresentaram os projectos dos seus planos em Dezembro de 2025 e terão agora de incorporar o resultado da avaliação da Comissão antes de entregarem as versões finais, até Dezembro de 2026. Entre os países que apresentaram os documentos dentro do prazo ou com atrasos mínimos encontra-se Portugal, juntamente com Bélgica (Região da Valónia), Bulgária, Dinamarca, Alemanha, Espanha, França, Croácia, Chipre, Lituânia, Países Baixos, Áustria, Roménia, Eslovénia, Finlândia e Suécia.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A avaliação surge num momento em que a articulação entre renovação dos edifícios e sistemas de aquecimento e arrefecimento ganha importância. Quanto maior for a eficiência energética dos edifícios, menor será, em princípio, a sua procura de energia para aquecimento e arrefecimento. Uma renovação profunda do parque edificado pode, por isso, alterar significativamente as necessidades futuras de infra-estruturas urbanas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">É esta ligação que a Building Decarbonisation Partnership procurou analisar, num estudo que abrangeu dez países europeus: Dinamarca, Alemanha, Países Baixos, Áustria, Bélgica, Finlândia, República Checa, Itália, Espanha e Hungria.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A conclusão é particularmente crítica: &#8220;actualmente, não existem ligações entre as políticas de renovação e as políticas de aquecimento e arrefecimento urbanos&#8221;.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="3"><b><span data-contrast="auto">Portugal sem ligação clara no primeiro plano</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335559738&quot;:281,&quot;335559739&quot;:281}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Os Planos Nacionais de Renovação de Edifícios são exigidos pela Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), enquanto os Planos Locais de Aquecimento e Arrefecimento são previstos pela Directiva relativa à Eficiência Energética (EED) para municípios com mais de 45 mil habitantes.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar de ambos os instrumentos incidirem sobre a transição energética dos edifícios e das cidades, a análise da Building Decarbonisation Partnership conclui que a sua integração continua a ser limitada.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A própria avaliação da Comissão Europeia procurou perceber se os Estados-Membros tinham previsto, nos seus planos nacionais, medidas para eliminar progressivamente as caldeiras alimentadas a combustíveis fósseis até 2040 e se as políticas de renovação estavam coordenadas com o planeamento local dos sistemas de aquecimento e arrefecimento.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No caso português, o projecto de PNRE não faz referência aos Planos Locais de Aquecimento e Arrefecimento, colocando o país entre os Estados-Membros onde esta articulação ainda não está reflectida no documento nacional.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A ausência desta ligação pode ter consequências práticas no planeamento de investimentos. Se a renovação dos edifícios reduzir significativamente a procura energética de determinados bairros, por exemplo, uma rede de aquecimento urbano projectada sem ter em conta essa evolução poderá acabar sobredimensionada.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8220;Seria uma pena investir avultadas quantias de dinheiro na implantação de um sistema de aquecimento urbano que, dentro de alguns anos, ficará sobredimensionado&#8221;, alerta a Building Decarbonisation Partnership.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A conclusão da análise não significa, contudo, que a situação esteja fechada. Os Estados-Membros ainda dispõem de alguns meses para rever os projectos dos PNRE antes da apresentação das versões finais, prevista para Dezembro de 2026.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Foi precisamente para discutir esta questão que a Building Decarbonisation Partnership realizou, a 12 de Junho, um </span><i><span data-contrast="auto">workshop </span></i><span data-contrast="auto">com responsáveis da Comissão Europeia. O objectivo foi analisar de que forma a avaliação dos Planos Nacionais de Renovação poderia incorporar uma maior articulação com o planeamento local do aquecimento e arrefecimento.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Parceria considera que os PNRE representam uma &#8220;oportunidade crucial&#8221; para corrigir esta lacuna dentro do actual quadro regulamentar europeu.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="3"><b><span data-contrast="auto">BREACH propõe juntar os dois planeamentos</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335559738&quot;:281,&quot;335559739&quot;:281}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Para aproximar as duas políticas, a Building Decarbonisation Partnership propõe uma nova abordagem denominada BREACH — Building Renovation and Cooling and Heating planning.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O modelo pretende permitir, de forma voluntária, que os municípios integrem a renovação dos edifícios nos seus Planos Locais de Aquecimento e Arrefecimento, evitando que as duas estratégias sejam desenvolvidas isoladamente.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Inicialmente, é constituida uma equipa municipal responsável pelo planeamento. Segue-se um diagnóstico do território, com recolha e análise de dados sobre os edifícios e as necessidades energéticas. A partir daí, os municípios deverão identificar os bairros prioritários e desenvolver diferentes cenários: avançar com programas de renovação, instalar ou reforçar sistemas de aquecimento ou arrefecimento ou combinar as duas intervenções. A fase seguinte passa pela programação e procura de financiamento, antes da implementação das medidas e do acompanhamento dos resultados.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A ideia é que as decisões sobre infra-estruturas energéticas sejam tomadas tendo em conta a transformação prevista do parque edificado e, em sentido inverso, que as estratégias de renovação considerem as soluções energéticas disponíveis ou previstas para cada território.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Building Decarbonisation Partnership está actualmente a preparar um roteiro detalhado para orientar os municípios na elaboração destes planos BREACH, permitindo simultaneamente cumprir os requisitos dos Planos Locais de Aquecimento e Arrefecimento.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A abordagem está já a ser testada em várias cidades europeias e os primeiros resultados deverão ser divulgados nos próximos meses.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Magnific</p>
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			</item>
		<item>
		<title>AIPOR organiza conferência sobre o futuro das instalações técnicas especiais e a certificação de profissionais </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/aipor-organiza-conferencia-sobre-o-futuro-das-instalacoes-tecnicas-especiais-e-a-certificacao-de-profissionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 08:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AIPOR]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[ENERH2O]]></category>
		<category><![CDATA[instaladores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=37782</guid>

					<description><![CDATA[<p>Num sector em rápida transformação impulsionada pela evolução técnica e pela transição energética, a certificação e qualificação dos profissionais de instalações técnicas especiais torna-se cada vez mais determinante. Este será um dos temas em debate na conferência promovida pela Associação dos Instaladores de Portugal (AIPOR), inserida na programação da 4.ª edição da ENERH2O. A feira especializada em energia e gestão da água regressa ao Porto, em Setembro, com dois dias dedicados à inovação, sustentabilidade e tecnologias do futuro.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Num sector em rápida transformação impulsionada pela evolução técnica e pela transição energética, a certificação e qualificação dos profissionais de instalações técnicas especiais torna-se cada vez mais determinante. Este será um dos temas em debate na conferência promovida pela Associação dos Instaladores de Portugal (AIPOR), inserida na programação da 4.ª edição da ENERH2O. A feira especializada em energia e gestão da água regressa </strong><strong>ao Porto, em Setembro, com dois dias dedicados à inovação, sustentabilidade e tecnologias do futuro.</strong><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Instalações Técnicas Especiais: a importância da certificação no contexto dos desafios técnicos e climáticos” é o nome da <a href="https://www.enerh2o.com/instalacoes-tecnicas-especiais-a-importancia-da-certificacao-no-contexto-dos-desafios-tecnicos-e-climaticos/" target="_blank" rel="noopener">conferência organizada pela AIPOR</a> na <a href="https://www.enerh2o.com/" target="_blank" rel="noopener">ENERH2O &#8211; Energy and Water Innovation &amp; Technology</a>, que terá lugar a 23 de Setembro, a partir das 12h00, na Sala Solar Shop, no recinto da feira profissional de energia, água e climatização, na Exponor, no Porto. </span><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sessão contará com a participação de Tiago Oliveira, da AIPOR, que irá abordar o OCP &#8211; Organismo de Certificação de Pessoas da associação. O organismo permite certificar técnicos de manuseamento de gases fluorados com efeito de estufa e substâncias alternativas. Outro dos temas em debate será a relação entre a certificação e as exigências regulamentares, nomeadamente no âmbito do Regulamento de Execução da União Europeia 2024/2215, </span>no contexto da transição ambiental e climática.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da conferência, a AIPOR &#8211; parceira institucional da edição deste ano da ENERH2O &#8211; será um dos mais de 100 expositores a marcar presença na feira, que, durante os dias 23 e 24 de Setembro, irá reunir empresas, <em>startups</em>, profissionais, especialistas e organizações ligadas aos sectores da energia, água e climatização sustentável. </span><b></b></p>


<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="775" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Logo-ENERH2O-1024x775.jpg" alt="Créditos: ENERH2O" class="wp-image-37784" style="aspect-ratio:1.3213206428107436;width:575px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Logo-ENERH2O-1024x775.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Logo-ENERH2O-300x227.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Logo-ENERH2O-768x582.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Logo-ENERH2O-1536x1163.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Logo-ENERH2O.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“A participação da AIPOR na ENERH2O constitui uma oportunidade única para reflectir sobre o futuro das instalações técnicas, a importância da certificação, a qualificação dos profissionais e a capacidade de adaptação de empresas e técnicos perante a transformação tecnológica e climática”, refere, em comunicado, Celeste Campinho, presidente da direcção da AIPOR.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A associação &#8211; representante dos interesses dos instaladores das especialidades reconhecidas como instalações técnicas especiais, nas áreas da electrotecnia, mecânica e electromecânica &#8211; sublinha que tem vindo a desempenhar um papel na valorização da profissão, na qualificação dos profissionais e no reforço das competências técnicas necessárias para responder aos novos desafios do sector.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num contexto marcado pela transição energética, a necessidade de aumentar a eficiência dos recursos, a descarbonização e a crescente incorporação de tecnologia nas instalações, a ENERH2O assume-se como um espaço de partilha de conhecimento, inovação, <em>networking </em>e geração de oportunidades de negócio nas  áreas como climatização sustentável de baixo carbono, digitalização, economia circular, energias renováveis, armazenamento, hidrogénio, gestão e tratamento da água. A organização da feira profissional espera a presença de cerca de 3500 visitantes, entre os quais representantes de mais de 1300 empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fotografia de destaque: ©&nbsp;Exponor</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Eficiência energética em casa: como a climatização e eletrodomésticos inteligentes podem reduzir consumos até mais de 30%</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/eficiencia-energetica-em-casa-como-a-climatizacao-e-eletrodomesticos-inteligentes-podem-reduzir-consumos-ate-mais-de-30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 07:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[HAIER]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=37791</guid>

					<description><![CDATA[<p>Atualmente, os custos de energia são uma das principais preocupações das famílias portuguesas, pelo que investir em soluções mais eficientes pode traduzir-se numa redução significativa dos consumos. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/eficiencia-energetica-em-casa-como-a-climatizacao-e-eletrodomesticos-inteligentes-podem-reduzir-consumos-ate-mais-de-30/">Eficiência energética em casa: como a climatização e eletrodomésticos inteligentes podem reduzir consumos até mais de 30%</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<ul class="wp-block-list">
<li><em>Agência Internacional da Energia (IEA) refere que a adoção de medidas de eficiência energética pode reduzir até 33% do consumo energético nas habitações.</em></li>



<li><em>Equipamentos mais eficientes, inteligência artificial e pequenos gestos do dia a dia ajudam a reduzir consumos sem comprometer o conforto.</em></li>
</ul>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, os custos de energia são uma das principais preocupações das famílias portuguesas, pelo que investir em soluções mais eficientes pode traduzir-se numa redução significativa dos consumos. De acordo com a <a href="https://www.iea.org/" data-type="link" data-id="https://www.iea.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Agência Internacional da Energia (IEA)</a>, a adoção de medidas de eficiência energética pode permitir poupanças até 33% na energia consumida pelas famílias, o que demonstra que a tecnologia pode ser uma aliada importante na gestão do orçamento doméstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escolher sistemas de climatização adequados às características e dimensão de cada espaço pode fazer uma diferença significativa no seu desempenho e consumo energético. Além disso, a substituição de eletrodomésticos antigos por modelos com classes energéticas mais eficientes constitui um dos primeiros passos para reduzir consumos. Além de utilizarem menos eletricidade e água ao longo da sua vida útil, os equipamentos mais recentes incorporam sensores, conectividade e algoritmos inteligentes capazes de otimizar automaticamente o seu funcionamento, evitando desperdícios sem comprometer o conforto ou a eficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Hoje, a eficiência energética já não depende apenas da classificação energética de um equipamento. A inteligência artificial permite que os eletrodomésticos aprendam os hábitos de utilização, ajustem automaticamente os consumos e reduzam desperdícios sem que os utilizadores tenham de alterar significativamente a sua rotina. Esta evolução estende-se também à climatização, onde sensores e sistemas inteligentes permitem adaptar o funcionamento dos equipamentos às condições reais de cada espaço. O objetivo da <strong><a href="https://haierhvac.eu/pt" data-type="link" data-id="https://haierhvac.eu/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Haier</a></strong> é colocar a inovação ao serviço de uma gestão energética mais simples, eficiente e sustentável para todas as famílias”, afirma <strong>Rui Silva</strong>, <strong>Post Sales Coordinator HVAC Portugal</strong>, <strong>Haier</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a IEA, as poupanças resultam da combinação de vários fatores, incluindo a melhoria da eficiência dos equipamentos, a utilização de tecnologias inteligentes e a adoção de hábitos de consumo mais conscientes. Embora o potencial de redução dependa das características de cada habitação e da antiguidade dos equipamentos existentes, a modernização dos sistemas de climatização e de eletrodomésticos representa uma das medidas com maior impacto na redução dos consumos domésticos.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Pequenas decisões, grandes diferenças</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A poupança de energia não depende apenas da substituição de equipamentos antigos. Existem pequenos gestos que, quando combinados com tecnologia eficiente, podem fazer uma diferença significativa na fatura mensal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na climatização, manter portas e janelas fechadas durante o funcionamento do ar condicionado, evitar diferenças excessivas entre a temperatura interior e exterior e assegurar a limpeza regular dos filtros são também medidas simples que podem contribuir para um funcionamento mais eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando estes hábitos são complementados por sistemas inteligentes, a gestão torna-se ainda mais simples. Através de aplicações móveis, é possível monitorizar consumos, receber recomendações de utilização mais eficiente ou programar equipamentos à distância, permitindo um maior controlo sobre a energia utilizada no dia a dia.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Climatização: a eficiência começa antes de ligar o equipamento</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Nos meses de maior calor, a climatização assume um papel particularmente relevante no consumo energético das habitações. Para garantir um funcionamento eficiente, a escolha de um equipamento adequado à dimensão e às características do espaço é fundamental, mas também a instalação, configuração e manutenção têm um impacto direto no seu desempenho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O correto dimensionamento permite evitar que o equipamento trabalhe de forma excessiva para atingir a temperatura pretendida, enquanto uma instalação e configuração adequadas contribuem para garantir que o sistema funciona nas condições para as quais foi concebido. A utilização de sensores permite ainda ajustar o funcionamento às condições reais do espaço, enquanto a manutenção regular ajuda a preservar o desempenho e a eficiência ao longo do tempo. A monitorização e conectividade assumem igualmente um papel crescente, permitindo acompanhar o funcionamento dos sistemas, identificar eventuais desvios e antecipar necessidades de manutenção. Desta forma, a tecnologia pode contribuir não só para reduzir o consumo energético, mas também para prolongar a vida útil dos equipamentos e evitar perdas de eficiência.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Inteligência artificial ao serviço da eficiência</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial está a transformar a forma como utilizamos os eletrodomésticos. Nos equipamentos mais recentes, esta tecnologia consegue reconhecer padrões de utilização e adaptar automaticamente diferentes parâmetros para otimizar o desempenho. Já nos sistemas de climatização, sensores e algoritmos podem monitorizar continuamente parâmetros como temperatura, humidade e, em determinadas soluções, ocupação dos espaços, ajustando automaticamente o funcionamento para garantir o conforto pretendido com o menor consumo possível. Nos equipamentos mais recentes da <strong>Haier</strong>, estas tecnologias inteligentes foram desenvolvidas para simplificar a utilização diária e maximizar a eficiência energética, permitindo que o próprio equipamento tome decisões de otimização em tempo real sem exigir intervenção constante por parte do utilizador.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Eficiência energética é também sustentabilidade</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Consumir menos energia representa não apenas uma vantagem económica para as famílias, mas também um contributo direto para a redução das emissões associadas à produção de eletricidade e para uma utilização mais responsável dos recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que as casas se tornam mais inteligentes e conectadas, a gestão energética será cada vez mais automática, integrada e personalizada. A capacidade de antecipar padrões de utilização, comunicar entre equipamentos e otimizar consumos em tempo real permitirá reduzir desperdícios de forma praticamente invisível para os utilizadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/eficiencia-energetica-em-casa-como-a-climatizacao-e-eletrodomesticos-inteligentes-podem-reduzir-consumos-ate-mais-de-30/">Eficiência energética em casa: como a climatização e eletrodomésticos inteligentes podem reduzir consumos até mais de 30%</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Consumidores portugueses mostram elevada abertura a materiais reciclados e reutilizados nas habitações</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/consumidores-portugueses-mostram-elevada-abertura-a-materiais-reciclados-e-reutilizados-nas-habitacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 08:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia circular]]></category>
		<category><![CDATA[materiais de construção]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[reutilização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os consumidores portugueses mostram uma elevada abertura à utilização de materiais reciclados e reutilizados na construção e reabilitação de habitações. Mais de metade (54%) dos inquiridos num estudo europeu sobre economia circular no sector da construção aceita viver numa casa construída com vidro reciclado. A resposta é igualmente positiva no que toca a isolamento e janelas reutilizadas. Entre os países analisados, Portugal é dos que apresenta uma das menores preferências por construções exclusivamente feitas com materiais novos e convencionais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Os consumidores portugueses mostram uma elevada abertura à utilização de materiais reciclados e reutilizados na construção e reabilitação de habitações. Mais de metade (54%) dos inquiridos num estudo europeu sobre economia circular no sector da construção aceita viver numa casa construída com vidro reciclado. A resposta é igualmente positiva no que toca a isolamento e janelas reutilizadas. Entre os países analisados, Portugal é dos que apresenta uma das menores preferências por construções exclusivamente feitas com materiais novos e convencionais. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A abertura dos consumidores portugueses à economia circular na construção é elevada, embora dependa do tipo de material ou componente utilizado, bem como da forma como estes regressam ao mercado. Estas são algumas das conclusões de um estudo realizado no âmbito do projecto europeu <a href="https://co2nstruct.dtu.dk/" target="_blank" rel="noopener">CO2nstruct</a>, que analisou as percepções e comportamentos de cerca de 4 500 consumidores europeus &#8211; cerca de 500 por cada um dos nove países analisados -, relativamente à circularidade no sector da construção, incluindo a reutilização e reciclagem de materiais, a reparação e reabilitação de habitações e a disponibilidade para utilizar ou pagar por materiais circulares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os resultados dos inquéritos</span><span style="font-weight: 400;"> &#8211; realizados em Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Roménia, Alemanha, Polónia, Dinamarca e Reino Unido &#8211; foram apresentados durante o workshop nacional do projecto CO2nstruct, que decorreu em Lisboa, organizado pelo Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG). Várias das apresentações dos estudos elaborados no âmbito do projecto que decorreu nos últimos quatro anos estão agora disponíveis para consulta. </span><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os inquiridos em Portugal, o vidro reciclado &#8211; produzido a partir de vidro antigo recuperado e transformado &#8211; surge como o material circular com maior aceitação: 54% afirmaram que aceitariam viver numa habitação que integrasse este material. Este é o valor mais elevado entre os países que participaram no estudo, a par com o Reino Unido. A preferência por esta solução mantém-se quando a questão se aplica na reparação ou reabilitação da casa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A receptividade dos consumidores em Portugal estende-se também a outras soluções: 48% dos inquiridos nacionais mostraram-se disponíveis para a utilização de janelas reutilizadas, sendo este igualmente o resultado mais elevado entre o conjunto de países analisados. Já a aceitação de portas reutilizadas e de aço reciclado atinge, em ambos os casos, 46%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa disponibilidade diminui no que toca ao uso de tijolos e isolamento reutilizados, que se situa, em ambos os casos, nos 38%. Também é menor (36%) no caso de residências construídas inteiramente com materiais biológicos, isto é, de base natural, como a madeira. </span></p>
<h5 aria-level="2"><b><span data-contrast="auto">Preferem materiais reciclados a reutilizados</span></b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma geral, os resultados apontam para uma tendência de maior disponibilidade dos cidadãos para utilizar <b>materiais reciclados do que reutilizados</b>. Os autores do estudo identificam factores como a percepção de benefícios, os riscos associados à fiabilidade, segurança e durabilidade, bem como a confiança, certificação e existência de casos de sucesso como elementos relevantes na escolha destes materiais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerando a amostra total, entre os materiais reciclados, é o vidro e a madeira que obtêm maior aceitação, enquanto o isolamento e o cimento geram maior cepticismo. Ainda assim, Portugal evidencia uma elevada receptividade a várias destas soluções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa elevada receptividade à circularidade é ainda reforçada por outro resultado: apenas 8% dos inquiridos em Portugal manifestaram preferir o uso exclusivo de materiais novos e convencionais. Este é o segundo valor mais baixo entre os países analisados, depois de Espanha, com 6%. </span></p>
<h5 aria-level="2"><b><span data-contrast="auto">Preços podem condicionar uso das soluções</span></b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">Os investigadores observam ainda que a disponibilidade dos consumidores em adoptar estes materiais não significa, necessariamente, que estejam também dispostos a suportar custos adicionais. No conjunto dos nove países analisados, 30% dos inquiridos afirmaram que estariam dispostos a pagar menos por materiais de construção reciclados em comparação com as opções convencionais. No caso dos materiais reutilizados, o valor sobe para 38%.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Face às conclusões, os investigadores recomendam que, em vez de visar toda a população de forma uniforme, as estratégias de implementação da circularidade devem priorizar, numa primeira fase, grupos de cidadãos com intenções positivas e maior disponibilidade para adoptar práticas circulares. Posteriormente, importa acelerar a adopção e promover a difusão destas soluções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projecto CO2nstruct &#8211; coordenado pela Universidade Técnica da Dinamarca e financiado pelo programa Horizonte Europa, da União Europeia -, tem como objectivo modelar o impacte das cadeias de valor da construção na transição para uma economia circular e neutra em carbono, integrando materiais-chave com altas emissões de dióxido de carbono como cimento, aço, tijolos e vidro num modelo energético europeu. O projecto testou diferentes estratégias de economia circular para demonstrar como podem ajudar a reduzir emissões, melhorar a eficiência na utilização de recursos e contribuir para os objectivos climáticos estabelecidos por Bruxelas até 2050.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A União Europeia pretende acelerar a economia circular no sector da construção através da</span><span style="font-weight: 400;"> nova Directiva Europeia sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD). Para além da energia consumida durante a utilização, o impacte ambiental passa a considerar as emissões associadas ao ciclo de vida dos edifícios, incluindo a produção e transporte dos materiais de construção, a obra, a utilização e substituição de componentes, bem como a demolição, a gestão dos resíduos, a reutilização e a reciclagem. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotografia de destaque: © Magnific</p>
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		<title>Metodologia BIM chega às grandes infra-estruturas estratégicas do país</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/metodologia-bim-chega-as-grandes-infra-estructuras-estrategicas-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprovada este ano, a estratégia nacional para a implementação do BIM aguarda ainda um plano de acção que permita generalizar o uso da metodologia no sector da construção. A Infraestruturas de Portugal já está a dar alguns passos nesse sentido, ao integrar este modelo em grandes obras públicas como a linha de alta velocidade Porto-Lisboa e a ampliação da estação do Oriente na capital portuguesa. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">Aprovada este ano, a estratégia nacional para a implementação do BIM aguarda ainda um plano de acção que permita generalizar o uso da metodologia no sector da construção. A Infraestruturas de Portugal já está a dar alguns passos nesse sentido, ao integrar este modelo em grandes obras públicas como a linha de alta velocidade Porto-Lisboa e a ampliação da estação do Oriente na capital portuguesa. </span></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O BIM &#8211; <i>Building Information Modeling </i>(ou Modelagem da Informação da Construção) &#8211; já não é propriamente uma novidade no sector da construção, mas a sua adopção para uma parte significativa da indústria portuguesa ainda se encontra numa fase inicial. Numa altura em que se aguarda conhecer o plano de acção para a implementação da estratégia nacional &#8211; que pretende criar as condições para acelerar a utilização desta metodologia -, a Infraestruturas de Portugal (IP) está a integrar progressivamente o BIM.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objectivo é &#8220;modernizar os processos associados ao planeamento, conceção, construção e gestão das infraestruturas de transporte”, pode ler-se na informação divulgada no site da empresa pública. Segundo a IP, esta aposta insere-se na sua estratégia de transformação digital, adoptada para “reforçar a eficiência, a colaboração, a transparência, a fiabilidade e a rastreabilidade da informação ao longo do ciclo de vida dos activos”. O projecto do Terminal Técnico do Oriente, que deverá ser construído em Braço de Prata, em Lisboa, foi o primeiro a ser desenvolvido pela IP com recurso ao BIM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projecto serviu para experimentar e validar os referenciais internos necessários à implementação desta metodologia na empresa </span><span style="font-weight: 400;">responsável pelas redes rodoviária e ferroviária nacionais.</span><span style="font-weight: 400;"> Desde então, a experiência adquirida com o Terminal Técnico do Oriente tornou possível levar o BIM a projectos de maior dimensão e de elevado impacto estratégico, como a linha de alta velocidade Porto-Lisboa, actualmente, uma das principais empreitadas em desenvolvimento no país e cuja conclusão está prevista para 2032.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A IP revelou ainda que a metodologia está a ser integrada noutros projectos pelas próprias empresas projectistas, como é o caso do projecto de ampliação da Estação do Oriente. Esta estação ferroviária emblemática, localizada na capital portuguesa, terá de se adaptar à passagem de comboios de alta velocidade que passam a ligar as duas principais cidades do país em cerca de uma hora e 15 minutos. Prevê-se que a gare passe das actuais oito linhas para onze. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O BIM deverá, assim, ser progressivamente alargado a novas áreas de intervenção da empresa. Entre os projectos da IP previstos para os próximos anos incluem-se pontes, conservação rodoviária e sinalização ferroviária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que uma ferramenta digital de modelação tridimensional, o BIM permite reunir e gerir informação sobre um activo construído ao longo das diferentes fases do seu ciclo de vida. Através da metodologia, a IP pretende desenvolver um ecossistema digital integrado que permita “apoiar decisões baseadas em dados, promover a interoperabilidade entre plataformas e contribuir para a inovação dos modelos de gestão”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste processo, a IP considera que os grandes donos de obra podem desempenhar um papel determinante na modernização do sector. Ao introduzir requisitos BIM nos seus investimentos e ao desenvolver competências internas, a empresa defende que pode contribuir para acelerar a transformação da cadeia de valor da construção e das infraestruturas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os planos futuros da IP vão além da utilização do BIM durante a fase de projecto e construção. A empresa prevê articular a metodologia com tecnologias como a sensorização, gémeos digitais e a industrialização de processos para acompanhar e gerir as infra-estruturas de forma mais integrada. Por outras palavras, a ideia é passar de um modelo digital utilizado, sobretudo, para conceber os projectos para uma ferramenta capaz de acompanhar o activo depois da sua construção.</span></p>
<h5 aria-level="2"><b><span data-contrast="auto">Executivo cria estratégia nacional para acelerar adopção</span></b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta evolução surge em linha com a estratégia nacional PortugalBIM &#8211; aprovada em Abril passado e em vigor desde Maio -, que pretende criar as condições para a implementação da metodologia</span><span style="font-weight: 400;">, abrangendo as diversas vertentes da arquitectura, da engenharia, da construção e da operação (AECO)</span><span style="font-weight: 400;">. A estratégia pretende responder a alguns dos obstáculos que ainda limitam um uso generalizado da metodologia em Portugal, como a falta de formação, o acesso desigual às ferramentas, os custos associados e a necessidade de reforçar normas e práticas comuns. Caso sejam cumpridos os prazos definidos, o plano de acção, a cargo do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção (IMPIC), deve ser conhecido ainda este mês. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este modelo digital agrega </span><i><span style="font-weight: 400;">software</span></i><span style="font-weight: 400;"> e promove a partilha de informação e comunicação entre todos os intervenientes da cadeia de construção durante todo o ciclo de vida do edifício, desde a conceção até à operação e manutenção. Para tal, a informação deverá conter dados sobre as características de todos os elementos que compõem um edifício, bem como as suas propriedades e atributos, (sejam eles físicos, sejam relacionados custos ou com o tempo necessário para a sua construção). </span><span style="font-weight: 400;">A ferramenta permite, assim, reduzir custos e erros nos projectos de construção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Governo prevê, entre outras medidas, a criação de uma plataforma nacional de conhecimento e ferramentas BIM, o desenvolvimento de orientações práticas, a formação de, pelo menos, 3 mil profissionais dos sectores público e privado e o apoio à implementação nas pequenas e médias empresas. No caso dos municípios, estabeleceu como meta a promoção da integração do BIM em, pelo menos, 50 municípios por ano durante o período de implementação da estratégia. O Executivo prevê que a estratégia vigore durante seis anos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotografia de destaque: © Infraestruturas de Portugal (IP)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>OBO BETTERMANN: 30 Anos de Inovação, Segurança e Compromisso com o Mercado Português</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/obo-bettermann-30-anos-de-inovacao-seguranca-e-compromisso-com-o-mercado-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 13:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[obo bettermann]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=37753</guid>

					<description><![CDATA[<p>A OBO Bettermann celebra 30 anos em Portugal e, nesta entrevista, Pedro Faria, diretor-geral da empresa, faz o balanço deste percurso e destaca a forma como a OBO pretende responder aos desafios da eficiência energética, sustentabilidade e eletrificação dos edifícios. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/obo-bettermann-30-anos-de-inovacao-seguranca-e-compromisso-com-o-mercado-portugues/">OBO BETTERMANN: 30 Anos de Inovação, Segurança e Compromisso com o Mercado Português</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entrevista Pedro Faria, Diretor Geral da OBO BETTERMANN Portugal</strong><br></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.obo.pt/" data-type="link" data-id="https://www.obo.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">OBO Bettermann</a></strong> celebra 30 anos de atividade em Portugal num momento em que o setor dos edifícios enfrenta novos desafios ligados à eficiência energética, à eletrificação, à sustentabilidade e à resiliência das infraestruturas. Nesta entrevista, <strong>Pedro Faria</strong>, <strong>diretor-geral </strong>da <strong>OBO Bettermann Portugal</strong>, faz o balanço de três décadas de presença no mercado e explica de que forma a empresa pretende continuar a responder às exigências de um setor em transformação.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/30Anos-RuiFaria-1024x576.png" alt="" class="wp-image-37757" style="width:544px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/30Anos-RuiFaria-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/30Anos-RuiFaria-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/30Anos-RuiFaria-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/30Anos-RuiFaria.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A OBO Bettermann assinala 30 anos de atividade em Portugal. Que significado tem este marco para a empresa e que legado considera ter sido construído ao longo destas três décadas?</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PF </strong>&#8211; Assinalar 30 anos de atividade em Portugal é, acima de tudo, uma oportunidade para refletir sobre um percurso construído com consistência, proximidade e compromisso com o mercado. Ao longo destas três décadas, acompanhámos a evolução das infraestruturas e dos edifícios em Portugal, participando em projetos de diferentes dimensões e setores, sempre com o objetivo de disponibilizar soluções seguras, fiáveis e duradouras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que o crescimento alcançado, o maior legado é a confiança que construímos junto de clientes, parceiros e prescritores. Essa confiança resulta não só do conhecimento técnico, mas também da combinação entre este, a qualidade das soluções que disponibilizamos e a nossa capacidade de adaptação a um setor em permanente transformação.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O setor dos edifícios enfrenta hoje desafios crescentes relacionados com eficiência energética, descarbonização e resiliência das infraestruturas. Como é que a OBO Bettermann responde a estas exigências?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PF </strong>&#8211; Acreditamos que a sustentabilidade dos edifícios começa muito antes da sua operação e depende da qualidade das soluções incorporadas desde a fase de projeto. Por isso, trabalhamos no desenvolvimento de sistemas que promovem instalações elétricas mais eficientes, seguras e preparadas para um ciclo de vida mais longo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nossa abordagem passa por disponibilizar soluções que reduzam necessidades de manutenção, aumentem a durabilidade das infraestruturas e permitam maior flexibilidade na adaptação dos edifícios às exigências futuras. Quando falamos de sustentabilidade, falamos também de robustez, longevidade e utilização eficiente dos recursos ao longo do tempo.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A sustentabilidade foi um dos temas centrais das comemorações dos 30 anos da OBO Bettermann Portugal. De que forma este compromisso está a influenciar a estratégia da empresa?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PF &#8211; </strong>A sustentabilidade deixou de ser uma tendência para se tornar um fator estruturante das decisões empresariais. Na OBO Bettermann, esta visão reflete-se tanto no desenvolvimento de produto como na forma como gerimos os nossos processos e operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo concreto é a aposta em materiais com menor impacto ambiental e no desenvolvimento de soluções que contribuam para reduzir emissões ao longo do ciclo de vida dos edifícios. Recentemente apresentámos a gama EcoLine, desenvolvida para reduzir significativamente a pegada carbónica associada aos produtos, mantendo os mesmos padrões de desempenho, segurança e compatibilidade exigidos pelo mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, procuramos envolver clientes e parceiros em iniciativas que promovam impacto positivo, demonstrando que a sustentabilidade é uma responsabilidade partilhada por toda a cadeia de valor.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A eletrificação dos edifícios e a mobilidade elétrica estão a ganhar cada vez mais relevância. Que oportunidades e desafios identifica nesta transformação?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PF &#8211; </strong>stamos a assistir a uma profunda transformação da forma como os edifícios consomem e gerem energia. A integração de sistemas fotovoltaicos, armazenamento de energia e carregamento de veículos elétricos exige infraestruturas cada vez mais preparadas, seguras e escaláveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta realidade representa uma oportunidade significativa para o setor, mas também aumenta a responsabilidade de projetistas, instaladores e fabricantes. A nossa missão é disponibilizar soluções que permitam responder a estas novas exigências sem comprometer a segurança, a fiabilidade ou a eficiência das instalações.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A inovação tem sido uma das marcas da OBO Bettermann ao longo da sua história. Quais são atualmente as principais áreas de investimento?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PF &#8211; </strong>A inovação continua a ser um dos pilares da nossa estratégia. Atualmente, estamos particularmente focados na digitalização, na otimização dos processos produtivos, na utilização de materiais mais sustentáveis e no desenvolvimento de ferramentas que simplifiquem o trabalho dos profissionais do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Investimos igualmente em soluções orientadas para os desafios emergentes dos edifícios, como a mobilidade elétrica, a produção descentralizada de energia e a necessidade de infraestruturas mais resilientes e adaptáveis. O objetivo é continuar a antecipar as necessidades do mercado e disponibilizar soluções que acrescentem valor real aos projetos.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que visão tem para o futuro da OBO Bettermann Portugal e para o papel que a empresa pretende desempenhar na evolução dos edifícios em Portugal?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PF &#8211; </strong>Queremos continuar a crescer de forma sustentada, reforçando a nossa posição como parceiro técnico de referência para todos os intervenientes do setor. O futuro dos edifícios passará inevitavelmente por uma maior eficiência energética, digitalização, eletrificação e sustentabilidade, e pretendemos contribuir ativamente para essa evolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os 30 anos que agora assinalamos dão-nos experiência e confiança, mas também uma responsabilidade acrescida. Queremos continuar a apoiar o mercado com soluções inovadoras, seguras e duradouras, ajudando a construir edifícios mais eficientes, resilientes e preparados para os desafios das próximas décadas.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/30Anos-2-1024x576.png" alt="" class="wp-image-37758" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/30Anos-2-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/30Anos-2-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/30Anos-2-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/30Anos-2.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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		<title>Agosto em tons de Lagoon: a cor da CIN que leva a energia do Verão para dentro de casa</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/agosto-em-tons-de-lagoon-a-cor-da-cin-que-leva-a-energia-do-verao-para-dentro-de-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[cin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tom verde-água luminoso da colecção de interiores da CIN inspira ambientes leves, luminosos e cheios de personalidade, mesmo depois dos dias fora de casa. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>O tom verde-água luminoso da colecção de interiores da CIN inspira ambientes leves, luminosos e</em> <em>cheios de personalidade, mesmo depois dos dias fora de casa.</em><br></p>



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<p class="wp-block-paragraph">Com os dias ainda longos e a vontade de manter a casa ligada à luz do Verão, a <strong><a href="https://cin.com/deco/pt/" data-type="link" data-id="https://cin.com/deco/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">CIN</a></strong> apresenta <strong>Lagoon #CH54</strong> como a sua cor de eleição para o mês de agosto. Inspirada nos tons verde-água, esta tonalidade luminosa convida a criar interiores mais leves, descontraídos e visualmente refrescantes, sem depender de uma lógica exclusivamente sazonal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre o azul e o verde, <strong>Lagoon</strong> distingue-se pela capacidade de introduzir luminosidade e movimento nos espaços. É uma cor que funciona tanto como apontamento inesperado como enquanto elemento central de uma decoração, adaptando-se a diferentes estilos de casa e a projectos de renovação com maior ou menor escala.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Lagoon1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-37746" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Lagoon1-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Lagoon1-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Lagoon1-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/Lagoon1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<p class="wp-block-paragraph">Para além da pintura de paredes, <strong>Lagoon #CH54</strong> revela-se uma aliada particularmente interessante na renovação de mobiliário e de detalhes arquitectónicos. Peças com história, como um antigo armário de madeira, uma cómoda herdada de família ou uma vitrina <em>vintage</em>, ganham uma nova presença no espaço, mantendo o seu carácter original e acrescentando uma leitura mais actual à decoração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tonalidade estende também a sua magia a elementos estruturais, sendo perfeita para reinventar caixilharias, portas interiores ou portadas, especialmente em casas de campo e de férias. O resultado é um diálogo elegante e harmonioso entre a arquitectura tradicional e uma abordagem contemporânea do uso da cor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, a sua aplicação em paredes continua a ser surpreendente. Quando aplicado num corredor, <strong>Lagoon</strong> é capaz de converter uma simples zona de passagem num espaço com uma identidade vincada. Já num escritório em casa, fomenta um ambiente estimulante, fresco e criativo, ideal para potenciar o foco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que toca à decoração e ao <em>styling</em> de interiores, a personalidade deste verde-água atinge a sua plenitude quando combinada com materiais de origem natural, como a madeira de carvalho, as fibras vegetais e o linho. Para projectos que pedem uma dose extra de audácia, a <strong>CIN</strong> sugere a introdução de pequenos apontamentos cromáticos em tons de vermelho, coral ou azul-cobalto, acrescentando energia ao ambiente sem comprometer o seu equilíbrio intrínseco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Lagoon é uma tonalidade que permite explorar a cor de forma expressiva tanto em grandes superfícies como em detalhes que dão uma nova leitura aos espaços. Ao escolhê-la para agosto, queremos inspirar projectos que tragam mais luz, energia e personalidade à casa, seja através da renovação de uma peça de mobiliário especial, da pintura de uma divisão inteira ou de pequenos apontamentos cromáticos”, refere <strong>Céline Azevedo, Colour Design da CIN.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Integrada na colecção de interiores da marca &#8211; com a qual a <strong>CIN</strong> reforça o seu compromisso constante com a inovação, a qualidade e a inspiração no mundo do design de interiores e da arquitectura -, <strong>Lagoon #CH54</strong> é, no fundo, um convite para prolongar o Verão todos os dias do ano. A cor encontra-se disponível numa vasta gama de soluções de pintura para paredes, madeiras e metais, podendo ser descoberta, em conjunto com as restantes tonalidades do catálogo, nas lojas próprias da <strong>CIN</strong>, nos revendedores autorizados e na plataforma <em>online</em> da marca.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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		<title>EPBD: Organizações europeias alertam que nova directiva para os edifícios arrisca ficar no papel sem condições para ser aplicada </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/epbd-organizacoes-europeias-alertam-que-nova-diretiva-para-os-edificios-arrisca-ficar-no-papel-sem-condicoes-para-ser-aplicada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 08:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Várias organizações europeias alertam que a simples transposição da Directiva Europeia sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) arrisca ficar no papel se não forem dadas as condições necessárias aos Estados-Membros para aplicarem as novas regras. Sem orientações práticas, fiscalização, capacidade administrativa e financiamento, várias das medidas previstas para a descarbonização e melhoria do desempenho energético dos edifícios podem ser atrasadas ou até mesmo ficar sem aplicação.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">Várias organizações europeias alertam que a simples transposição da Directiva Europeia sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) arrissca ficar no papel se não forem dadas as condições necessárias aos Estados-Membros para aplicarem as novas regras. Sem orientações práticas, fiscalização, capacidade administrativa e financiamento, várias das medidas previstas para a descarbonização e melhoria do desempenho energético dos edifícios podem ser atrasadas ou até mesmo ficar sem aplicação.</span></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Directiva Europeia sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) pode não produzir os resultados esperados se os Estados-Membros da União Europeia (UE) se limitarem a transpor as regras para a legislação nacional sem criarem as condições necessárias para a sua aplicação no terreno. O alerta é feito, num comunicado conjunto, por 27 organizações europeias &#8211; ligadas aos sectores da energia, construção, eficiência energética, climatização, automação de edifícios e de outras tecnologias &#8211; que pedem uma &#8220;implementação efectiva da directiva&#8221; e &#8220;uma maior certeza para empresas, investidores e proprietários dos edifícios&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As organizações sublinham que o prazo de transposição, fixado para 29 de Maio de 2026, representou &#8220;um marco importante&#8221;, mas consideram o panorama &#8220;desigual&#8221;, uma vez que alguns Estados-Membros estão a avançar na criação de instrumentos práticos para aplicar as novas regras, enquanto outros permanecem atrasados ou fazem apenas uma transposição parcial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há ainda casos em que o foco está sobretudo na dimensão legislativa, sem que sejam criadas as necessárias orientações, mecanismos de verificação e controlos de cumprimento das novas regras. Recorde-se que a EPBD</span><span style="font-weight: 400;">, adoptada em 2024, tem como objectivo tornar os edifícios energeticamente eficientes, ao definir como principais</span><span style="font-weight: 400;"> metas que todos os edifícios novos nos países-membros da União Europeia devem ter emissões nulas até 2030 e os edifícios públicos novos até 2028, para descarbonizar totalmente o sector até 2050. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para as organizações subscritoras do comunicado, é precisamente nesta passagem da legislação para a aplicação no terreno que reside um dos principais desafios da EPBD. Pedem, por isso, que os Estados-Membros avancem para além da aprovação formal das regras. &#8220;A mera transposição jurídica [para a legislação nacional de cada país] não é suficiente&#8221;, defendem, sublinhando que as medidas precisam de ser aplicadas através de &#8220;orientações práticas e de métodos de verificação proporcionais&#8221;, bem como de uma &#8220;capacidade administrativa suficiente&#8221; das entidades responsáveis pela aplicação das medidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Perante este cenário, as associações alertam que várias disposições da directiva europeia podem acabar por ser &#8220;enfraquecidas, adiadas ou deixadas sem aplicação na prática&#8221;. <span data-contrast="auto">A </span>falta de clareza pode também afectar o investimento no sector e a confiança nos mercados interno e europeu, referem. </span></p>
<h5 aria-level="2"><b><span data-contrast="auto">Reduzir facturas energéticas e melhorar conforto dos edifícios </span></b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">A importância da aplicação efectiva da EPBD está relacionada com o peso que os edifícios têm no consumo energético europeu. </span><span style="font-weight: 400;">Os edifícios representam cerca de 40% do consumo final de energia na UE, e aproximadamente metade do consumo de gás, enquanto o aquecimento, arrefecimento e água quente representam cerca de 80% do consumo energético doméstico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A directiva é, por isso, vista como uma das principais ferramentas europeias para reduzir a procura de energia nos edifícios, optimizar o uso de sistemas técnicos e diminuir as facturas energéticas. </span><span style="font-weight: 400;">A</span><span style="font-weight: 400;"> sua aplicação pode também melhorar o conforto e a qualidade do ambiente interior e reforçar o mercado europeu de tecnologias limpas, apontam as organizações. </span><span style="font-weight: 400;">Mas os benefícios previstos, sublinham, &#8220;só se materializarão se a directiva for integralmente transposta, efectivamente implementada na prática e devidamente aplicada&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sector defende ainda que a implementação das novas regras europeias deve ser acompanhada por apoios sociais e financiamento, de forma a garantir uma transição justa e que chegue às pessoas que mais necessitam. </span></p>
<h5 aria-level="2"><b><span data-contrast="auto">Países chamados a garantir a aplicação das regras </span></b><b></b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Julho, <a href="https://energy.ec.europa.eu/news/commission-calls-eu-countries-transpose-reinforced-rules-energy-performance-buildings-2026-07-15_en" target="_blank" rel="noopener">a Comissão Europeia (CE) notificou os 27 Estados-Membros pelo não cumprimento do prazo para a transposição integral da EPBD</a>. Muito em breve terminará o prazo de dois meses para os países responderem, concluírem a transposição dos documentos e notificarem Bruxelas. </span><span style="font-weight: 400;">As organizações manifestam apoio ao acompanhamento feito por Bruxelas sobre a transposição e implementação da directiva e consideram essencial que sejam tomadas medidas quando os Estados-Membros não tenham concluído a transposição ou disponham de enquadramentos nacionais incompletos ou difíceis de aplicar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As organizações deixam ainda um conjunto de recomendações dirigidas à CE e às autoridades nacionais, defendendo uma actuação conjunta para garantir que a implementação da directiva não fica limitada à sua transposição para a legislação de cada Estado-Membro. Desde logo,</span><span style="font-weight: 400;"> uma maior aposta na informação e comunicação dirigida aos cidadãos. As organizações pedem que os proprietários e ocupantes de edifícios tenham acesso a informação clara e acessível sobre o que as novas regras nacionais significam na prática e sobre os apoios disponíveis para responder às exigências resultantes da directiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as 27 entidades subscritoras estão a Climate Action Network Europe (CAN Europe), a European Alliance to Save Energy, a European Heat Pump Association (EHPA), a eu.bac &#8211; European Building Automation Controls Association, a Eurovent, a SolarPower Europe, a REHVA &#8211; </span><span style="font-weight: 400;">Federation of European Heating, Ventilation and Air Conditioning Associations</span><span style="font-weight: 400;">, e a LightingEurope.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<item>
		<title>108 municípios continuam sem Plano Municipal de Acção Climática </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/108-municipios-continuam-sem-plano-municipal-de-accao-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 08:41:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Municipal de Acção Climática]]></category>
		<category><![CDATA[PMAC]]></category>
		<category><![CDATA[Quercus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O facto de 108 municípios portugueses ainda não terem Plano Municipal de Acção Climática (PMAC) está a limitar a capacidade de resposta das autarquias perante o agravamento dos fenómenos extremos, alerta a Quercus. A associação ambientalista considera positiva a criação de uma linha de apoio à implementação de refúgios climáticos, mas defende medidas urgentes para acelerar a adaptação das cidades. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/108-municipios-continuam-sem-plano-municipal-de-accao-climatica/">108 municípios continuam sem Plano Municipal de Acção Climática </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">O facto de 108 municípios portugueses ainda não terem Plano Municipal de Acção Climática (PMAC) está a limitar a capacidade de resposta das autarquias perante o agravamento dos fenómenos extremos, alerta a Quercus. A associação ambientalista considera positiva a criação de uma linha de apoio à implementação de refúgios climáticos, mas defende medidas urgentes para acelerar a adaptação das cidades.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Perante as ondas de calor registadas em Portugal, a Quercus defende que a criação de espaços verdes e termicamente confortáveis deve ser encarada como uma medida de adaptação climática e não apenas como uma opção de valorização paisagística.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A associação ambientalista congratula, nesse sentido, a iniciativa “Rede de Refúgios Climáticos | Stay Cool”, lançada pelo Turismo de Portugal. A medida disponibiliza uma dotação de um milhão de euros para apoiar a criação ou qualificação de espaços acessíveis, seguros e termicamente confortáveis durante períodos de calor extremo.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Enquadrada no Programa Crescer com o Turismo, a linha de apoio destina-se exclusivamente a Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia, que podem apresentar candidaturas individualmente ou em associação. A Quercus apela à Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e à Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) para que promovam uma elevada participação das autarquias.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="2"><b><span data-contrast="auto">108 municípios ainda sem PMAC</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335559738&quot;:299,&quot;335559739&quot;:299}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Apesar da criação de instrumentos de apoio à adaptação, a Quercus chama a atenção para uma lacuna: 108 dos 308 municípios portugueses continuam sem Plano Municipal de Acção Climática.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A situação ocorre apesar de a Lei de Bases do Clima ter estabelecido Fevereiro de 2024 como prazo limite para a aprovação destes planos. Para a associação, o incumprimento evidencia as dificuldades sentidas por várias autarquias, nomeadamente ao nível dos recursos técnicos, humanos e financeiros.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Já no que diz respeito às Estratégias Municipais de Adaptação às Alterações Climáticas, todos os municípios dispõem deste instrumento. No entanto, a Quercus alerta que muitas das estratégias têm horizontes temporais de dez ou mais anos, o que pode contribuir para a sua desactualização perante a evolução das projecções climáticas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A associação cita o Mapa da Acção Climática Municipal para sustentar que estas estratégias revelam, em muitos casos, um desfasamento face às novas projecções relativas aos impactos e danos das alterações climáticas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Quercus defende a elaboração de um diagnóstico aos 108 municípios que ainda não aprovaram os respectivos PMAC, identificando os principais obstáculos à sua concretização. A organização propõe ainda que o Governo estabeleça um calendário vinculativo, acompanhado de sanções, e fixe um prazo máximo de 12 meses para a aprovação dos planos, com divulgação pública trimestral do seu estado.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="2"><b><span data-contrast="auto">Refúgios climáticos como resposta às ondas de calor</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335559738&quot;:299,&quot;335559739&quot;:299}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">A pressão sobre as cidades deverá aumentar à medida que se intensificam os efeitos das alterações climáticas. De acordo com o relatório Lancet Countdown 2026 citado pela Quercus, as ondas de calor aumentaram 318% nos últimos dez anos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Neste contexto, a associação considera que os espaços verdes devem deixar de ser vistos apenas como elementos paisagísticos e passar a ser tratados como infra-estruturas essenciais de adaptação climática. A sua capacidade para reduzir temperaturas urbanas e proporcionar espaços de abrigo durante períodos de calor extremo pode contribuir para diminuir os riscos para a saúde da população.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Quercus defende ainda que as Estratégias Municipais de Adaptação com horizontes temporais superiores a dez anos sejam obrigatoriamente revistas e passem a adoptar ciclos de cinco anos, permitindo uma actualização mais regular.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Pexels</p>
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		<title>Lançada cidade virtual para explorar soluções para diferentes tipologias de edifícios </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/lancada-cidade-virtual-para-explorar-solucoes-para-diferentes-tipologias-de-edificios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[saint-gobain]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma nova plataforma digital interactiva, pensada para o mercado português, que permite explorar a aplicação de soluções construtivas em diferentes tipologias de edifícios. A Cidade Saint-Gobain, lançada esta semana, pretende simplificar o acesso à informação técnica e apoiar a tomada de decisão dos profissionais da construção. </p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Há uma nova plataforma digital interactiva, pensada para o mercado português, que permite explorar a aplicação de soluções construtivas em diferentes tipologias de edifícios. A Cidade Saint-Gobain, lançada esta semana, pretende simplificar o acesso à informação técnica e apoiar a tomada de decisão dos profissionais da construção.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Saint-Gobain Portugal acabou de lançar a <a href="https://cidade.saint-gobain.pt/?utm_source=site_saint_gobain&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=homepage" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cidade Saint-Gobain</a>, uma plataforma digital interactiva que reúne, num único ambiente virtual, soluções construtivas<em>,</em> aplicadas a nove tipologias de edifícios. O lançamento surge num momento em que a digitalização é apontada como um dos desafios do sector da construção, ainda marcado por um nível de adopção de tecnologias digitais inferior ao de outras áreas da indústria, como tem alertado a Comissão Europeia (CE). </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Bruxelas, o ecossistema industrial da construção, que engloba toda a cadeia de valor do sector, continua a ser o menos digitalizado da União Europeia: apenas 55% das empresas utilizam tecnologias digitais avançadas, abaixo da média de 76% dos restantes sectores industriais. A CE considera que acelerar a adopção de ferramentas digitais será determinante para aumentar a produtividade, a competitividade e a eficiência do sector.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É neste contexto que a Cidade Saint-Gobain pretende actuar.&#8221;A transformação digital está a mudar a forma como os profissionais projectam, especificam e executam edifícios. A Cidade Saint-Gobain aproxima a informação técnica da realidade da obra, permitindo visualizar soluções completas em contexto e tornando o processo de especificação mais simples, intuitivo e eficiente&#8221;, sublinha Rui Oliveira, director da Saint-Gobain Solutions Portugal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova ferramenta <em>online</em> &#8211; de livre acesso &#8211; foi desenvolvida para apoiar arquitectos, engenheiros, projectistas e aplicadores ao simplificar a consulta de informação técnica e na especificação de sistemas para diferentes contextos de construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de consultar documentação dispersa por diferentes catálogos, o utilizador pode navegar por diferentes tipologias de edifícios, identificar as soluções construtivas mais adequadas para cada aplicação e aceder, num único espaço digital, às respectivas características técnicas e sistemas associados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A intenção é, precisamente, eliminar alguma da complexidade associada à pesquisa de informação técnica, concentrando num único ambiente digital soluções que, tradicionalmente, poderiam exigir a consulta de diferentes catálogos, documentos ou fontes &#8211; Queremos que seja uma ferramenta útil tanto na fase de inspiração e pesquisa, como numa fase mais avançada de análise e especificação”, explica, à <em>Edifícios e Energia</em>, Rui Oliveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objectivo “foi criar uma experiência simples e visual, que permitisse passar da lógica de consultar produtos isoladamente para uma lógica de sistemas e soluções completas, tendo em conta a tipologia e as necessidades específicas de cada edifício”, reforça o porta-voz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rui Oliveira explica também que a ferramenta foi desenvolvida para o mercado nacional e responde às necessidades dos profissionais que trabalham em Portugal. “É uma iniciativa da Saint-Gobain Portugal, construída a partir das soluções e marcas disponíveis no nosso mercado e da realidade dos projectos que aqui são desenvolvidos”, afirma. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Plataforma reúne sistemas construtivos completos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A plataforma reúne nove tipologias edifícios, entre as quais habitação, edifícios industriais, escolas, hospitais, hotéis, edifícios de serviços e centros comerciais, permitindo explorar diferentes soluções para fachadas, isolamento, pavimentos, impermeabilização, divisórias, tectos, vidro e climatização. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta nova cidade virtual integra soluções das diferentes marcas do grupo Saint-Gobain, incluindo Isover, Placo®, Weber, Climalit®, Saint-Gobain Glass, Ecophon e Gabelex, o que permite uma abordagem baseada em sistemas construtivos completos. Ao longo da navegação, os utilizadores podem consultar informação técnica, compreender a interacção entre diferentes soluções e identificar os sistemas mais adequados para cada tipologia de edifício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Cidade Saint-Gobain não se trata apenas de apresentar produtos. A plataforma procura mostrar sistemas construtivos completos, o que permite compreender a forma como diferentes soluções se relacionam e respondem a necessidades como eficiência energética, sustentabilidade e conforto térmico e acústico”, sublinha o responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na selecção das soluções disponíveis a testar na plataforma foram tidos em conta critérios a nível da eficiência energética e sustentabilidade, embora a Cidade Saint-Gobain não substitua ferramentas específicas de cálculo, de orçamento ou de avaliação do desempenho.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evoluir em linha com o sector</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro da plataforma passa por acompanhar a própria evolução do sector. “Mais do que estabelecer um número fechado de soluções, a lógica da plataforma é precisamente a de criar um ambiente que possa evoluir. A construção está em permanente transformação, surgem novas soluções, novas exigências regulamentares e novas necessidades dos projectistas e donos de obra. Por isso, queremos que a Cidade Saint-Gobain seja uma ferramenta viva, que possa incorporar novas soluções e conteúdos e, no futuro, eventualmente novas tipologias de edifícios”, aponta Rui Oliveira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Cidade Saint-Gobain surge numa estratégia mais abrangente do grupo industrial francês “que tem vindo a reforçar a utilização de ferramentas digitais para facilitar o trabalho dos profissionais e promover uma abordagem baseada em soluções integradas”, explica Rui Oliveira, acrescentando que a empresa tem “vindo a investir de forma consistente” nas áreas da digitalização e da disponibilização de informação técnica em formatos mais acessíveis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Saint-Gobain Portugal, este lançamento representa mais um passo na estratégia de digitalização da relação com os profissionais da construção, ao responder à crescente necessidade de acesso rápido, integrado e contextualizado à informação técnica.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong><br><strong><em>Fotografia de destaque</em></strong>: <strong><em>© Saint-Gobain Portugal</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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