<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Edificios e Energia</title>
	<atom:link href="https://edificioseenergia.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://edificioseenergia.pt/</link>
	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 14 Oct 2026 11:52:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2019/02/cropped-icon_001-32x32.png</url>
	<title>Edificios e Energia</title>
	<link>https://edificioseenergia.pt/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Um em cada cinco portugueses vive em pobreza energética e nem sempre os apoios chegam às famílias mais vulneráveis</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/um-em-cada-cinco-portugueses-vive-em-pobreza-energetica-e-nem-sempre-os-apoios-chegam-as-familias-mais-vulneraveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 09:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38423</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em Portugal, uma em cada cinco pessoas não consegue pagar a energia necessária para satisfazer as necessidades em sua casa. A ineficiência do parque habitacional, os obstáculos no acesso aos apoios públicos e a dificuldade em chegar às famílias mais vulneráveis continuam a dificultar o combate à pobreza energética, alertam a DECO e os investigadores do CENSE, da NOVA FCT. Os especialistas, ouvidos pela Edifícios e Energia, defendem respostas que vão além do apoio às despesas e passam pela reabilitação energética das habitações. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/um-em-cada-cinco-portugueses-vive-em-pobreza-energetica-e-nem-sempre-os-apoios-chegam-as-familias-mais-vulneraveis/">Um em cada cinco portugueses vive em pobreza energética e nem sempre os apoios chegam às famílias mais vulneráveis</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Em </b><b>Portugal, uma em cada cinco pessoas não consegue pagar a energia necessária para satisfazer as necessidades em sua casa. A ineficiência do parque habitacional, os obstáculos no acesso aos apoios públicos e a dificuldade em chegar às famílias mais vulneráveis continuam a dificultar o combate à pobreza energética, alertam a DECO e os investigadores do CENSE, da NOVA FCT. Os especialistas, ouvidos pela </b><b><i>Edifícios e Energia</i></b><b>, defendem respostas que vão além do apoio às despesas e passam pela reabilitação energética das habitações. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma em cada cinco pessoas em Portugal (19%) não consegue pagar os recursos energéticos necessários para satisfazer as necessidades em casa. Este é um dos resultados do estudo “</span><span style="font-weight: 400;">Pobreza energética na Europa &#8211; Quem são os perdedores no nosso sistema energético?”</span><span style="font-weight: 400;">, divulgado, o mês passado, pela Fundação Friedrich Ebert Stiftung Portugal (FES), com base num inquérito à população, realizado no âmbito do <a href="https://genesys-project.eu/" target="_blank" rel="noopener">projeto europeu gEneSys</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Miguel Macias Sequeira, parceiro científico neste projeto, envolvido no enquadramento para o contexto português, considera que o estudo permite aprofundar o conhecimento sobre as desigualdades associadas à pobreza energética.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Este estudo tem uma parte muito interessante que nos permite ter dados para comprovar o que já sabíamos pela experiência prática e pela investigação de outros países: pessoas mais idosas, com problemas de saúde ou portadoras de deficiência, e com níveis de educação mais baixos, acabam por estar mais expostas a estes factores de vulnerabilidade que levam à pobreza energética. Muitas vezes, estes grupos são os mais difíceis de alcançar pelas políticas [públicas], explica, à Edifícios e Energia, o investigador do Centro de Investigação em Ambiente e Sustentabilidade &#8211; CENSE, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCT). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso português, os resultados mostram que as mulheres com problemas de saúde mental que vivem em zonas rurais ou cidades de média dimensão constituem o grupo mais vulnerável, com uma incidência de 33%. Em contrapartida, o valor desce para 7% entre pessoas sem problemas de saúde mental, com níveis de escolaridade elevados e residentes em grandes cidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo da FES comparou a situação em Portugal, França, Alemanha, Itália, Polónia e Suécia. Entre os países analisados, Portugal encontra-se entre aqueles onde a pobreza energética tem maior incidência. De forma geral, os resultados eram expectáveis, tendo em conta a recolha de dados destes indicadores por parte do Instituto Nacional de Estatística (INE). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o Inverno, 15,7% da população não consegue manter a casa adequadamente aquecida, face a uma média da União Europeia próxima dos 8%. Na estação quente, 29,9% vive em habitações que não são confortavelmente frescas. Segundo o Observatório Nacional da Pobreza Energética, estes números traduzem-se numa estimativa entre 699 mil e 1,7 milhões de pessoas vivam em situação de pobreza energética.</span></p>
<h6><b>Situações de pobreza energética escondida</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos anos, a subida dos preços da energia e o aumento do custo de vida agravam as dificuldades, sobretudo entre as famílias com menores rendimentos. “Cada vez mais os consumidores procuram a DECO e pedem ajuda para analisarmos a sua fatura de energia, de forma a reduzir o valor total pago, por ter já um peso considerável nas despesas mensais”, refere Ingride Pereira, jurista da associação de defesa dos consumidores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pobreza energética não se mede apenas pela capacidade de pagar a factura da electricidade ou do gás. Há famílias que, apesar de conseguirem suportar as despesas energéticas, são obrigadas a reduzir o consumo para evitar encargos incomportáveis, abdicando, assim, de condições adequadas de conforto térmico. “Frequentemente, ouvimos testemunhos de consumidores que evitam ligar equipamentos de aquecimento no Inverno para não receberem uma conta de eletricidade elevada”, revela. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pedro Palma salienta também situações escapam aos indicadores tradicionais. “Portugal tem uma percentagem da população em pobreza energética que, na literatura, se chama pobreza energética escondida”, explica. O investigador do CENSE/NOVA FCT refere-se aos agregados familiares que consomem menos energia do que aquela de que necessitam, não por serem mais eficientes, mas porque não conseguem suportar os custos associados ao conforto térmico.</span></p>
<h6><b>Um problema também habitacional</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A ineficiência energética dos edifícios é uma das dimensões estruturais desta problemática. Pedro Palma salienta que “quase 70% dos edifícios foram construídos antes de regulamentação térmica”, que estabeleceu os requisitos térmicos na construção, em 1990. “Nas décadas de 60 e 70, há uma grande variabilidade de qualidade de construção. A prioridade claramente não era construir casas eficientes energeticamente, mas sim dar casas às pessoas. Especialmente nos centros urbanos, onde se verificou muita construção rápida”, explica. </span></p>
<p>Segundo os dados do último Inquérito às Condições de Vida e Rendimentos do INE, referentes a 2023, 29% da população portuguesa vive em habitações com problemas de infiltrações, humidade ou elementos apodrecidos.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O investigador observa ainda que os certificados energéticos são sinal da ineficiência do parque habitacional português: entre 65% e 70% dos alojamentos têm classe energética C ou inferior, sendo que em edifícios existentes a classe C é a mínima exigida. Já os edifícios novos, isto é, construídos agora, tem de ter, pelo menos, a classe B-. “Grande parte das casas portuguesas estão abaixo dos requerimentos, do considerado </span><i><span style="font-weight: 400;">standard</span></i><span style="font-weight: 400;"> ideal para uma habitação”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Miguel Macias Sequeira identifica igualmente a qualidade do edificado como um dos factores determinantes para esta problemática, a par dos rendimentos e da eficiência dos equipamentos. “Não há como escapar. Se as pessoas têm pouco rendimento disponível, cortam nos custos e um dos que podem cortar é na energia. Mas é algo aplicável a todos os tipos de pobreza, quer seja pobreza económica, pobreza habitacional, pobreza energética. A qualidade do edificado e da falta de eficiência energética são duas peças importantes, e sabemos que em Portugal mais de dois terços dos edifícios não são eficientes”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A falta de equipamentos adequados de aquecimento e arrefecimento agrava as dificuldades, observa o investigador, acrescentando que a realidade em Portugal contrasta com a presença generalizada de aquecimento central em habitações e outros edifícios em países do Norte da Europa.</span></p>
<h6><b>Necessário renovar o parque habitacional </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A renovação do parque habitacional surge, assim, como uma medidas prioritárias. O isolamento térmico, a melhoria das coberturas e a substituição de janelas podem aumentar a eficiência energética das habitações, reduzindo as necessidades energéticas e a exposição das famílias às oscilações dos preços da energia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A combinação de baixos rendimentos, habitações com baixo desempenho energético e os custos elevados na energia constituem um fator de agravamento da situação de pobreza energética, por isso é urgente agir e intervir nas habitações sociais para melhorar o seu desempenho energético”, defende Ingride Pereira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A jurista da DECO nota que as famílias portuguesas têm procurado apoios para melhorar a eficiência energética das suas habitações, nomeadamente substituir eletrodomésticos e janelas, “mas são confrontadas com burocracia e obstáculos”. Actualmente, não existe, nem se encontra anunciado, qualquer programa que permita ao consumidor aceder a apoio para a renovação e reabilitação energética da sua habitação, sublinha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pedro Palma acredita que, embora seja difícil de implementar, a renovação do edificado é das soluções maior impacto a longo prazo. “É uma medida que nos dá resultados duradouros porque permite reduzir as necessidades energéticas, ao mesmo tempo que se reduz também a dependência dos preços de energia”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todavia, estas intervenções no edificado devem ser acompanhada por financiamento público e capacidade de execução no terreno. O investigador concluíu, no âmbito da sua investigação de douturamento, que a renovação do parque habitacional de famílias em situação de pobreza energética exigiria cerca de 10 mil milhões de euros, mesmo num cenário de menor custo para o conjunto dos edifícios considerados.</span></p>
<h6><b>Apoios nem sempre chegam a quem precisa</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">No último processamento automático da tarifa social de energia o número de beneficiários ultrapassou os 800 mil, sendo que a maioria beneficia da tarifa de energia elétrica, revelou, em Agosto, a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Ingride Pereira, a adesão crescente a este instrumento de proteção social e de apoio às famílias com menores rendimentos “é reveladora da dimensão das dificuldades económicas que afetam muitos consumidores e da necessidade de manter e reforçar mecanismos de apoio à população mais vulnerável”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora a tarifa social de energia permita reduzir o peso da factura para as famílias elegíveis, não resolve, por si só, o problema da pobreza energética, alerta a jurista da DECO. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A pobreza energética não afeta apenas os consumidores economicamente vulneráveis, mas também muitos outros que, atendendo a distintos fatores, não têm ainda mecanismos para participar na transição energética”, sublinha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, apesar da existência de instrumentos de apoio, persistem obstáculos à sua utilização pelas famílias mais vulneráveis. A DECO tem acompanhado, ao longo dos últimos anos, programas como o Programa de Apoio Edifícios Mais Sustentáveis e o Vale Eficiência, geridos pelo Fundo Ambiental. Do contacto com os consumidores, a associação identifica dificuldades relacionadas com a burocracia, os atrasos na análise das candidaturas e a necessidade de adiantar dinheiro para realizar as intervenções.</span></p>
<h6><b>Famílias não conseguem suportar os custos iniciais </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Pedro Palma identifica as barreiras semelhantes. Os agregados familiares em situação de pobreza energética não dispõem de poupanças que lhes permitam suportar o investimento inicial, mesmo quando existe a possibilidade de serem reembolsadas posteriormente. “</span><span style="font-weight: 400;">Há uma boa prática que já tem vindo a ser adoptada noutros países que são os </span><i><span style="font-weight: 400;">vouchers</span></i><span style="font-weight: 400;"> de fundo de perdido, ou seja, a 100%. Caro que depois pode haver uma diferenciação, e as pessoas em maior vulnerabilidade têm um apoio maior, a nível percentual e do valor absoluto”</span><span style="font-weight: 400;">, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Miguel Macias Sequeira chama a atenção para a diferença entre os resultados dos programas dirigidos à população em geral com vista à transição energética e os que procuram apoiar especificamente as famílias em pobreza energética. &#8220;O Vale Eficiência, especificamente dirigido a famílias em pobreza energética, com a tarifa social da eletricidade, tinha disponíveis, na última fase, 100 milhões de euros, mas só foram gastos cerca de 30 milhões”, nota o investigador. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de ter admitido a existência de falhas e a introdução de alterações ao programa, o Governo acabou por cancelar a atribuição dos vales de apoio para mudar janelas, colocar bombas de calor ou instalar dispositivos de eficiência hídrica, deixando 28 mil candidaturas consideradas elegíveis sem resposta. Tal como foi noticiado em Fevereiro,o Ministério do Ambiente e Energia justificou a decisão com fraca execução do programa e o prazo limitado para cumprir a meta prevista no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), até 30 de Junho de 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o programa E-Lar distribuiu mais de 66 milhões de euros para apoiar a compra de equipamentos elétricos, mas apenas um terço destas verbas chegou às mãos de beneficiários da tarifa social de energia, revelou, recentemente, o</span><i><span style="font-weight: 400;"> Jornal de Notícias. </span></i><span style="font-weight: 400;"> Mas afinal, o que é que pode explicar este desfasamento? </span></p>
<h6><b>Falta de apoio e processos complexos afastam candidatos</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Miguel Macias Sequeira considera que os procedimentos demasiado complexos, a falta de informação e a insuficiência de apoio durante o processo ajudam a explicar a reduzida execução dos programas. “Sabemos que não é por falta de necessidade das pessoas, nem por falta de interesse. Mas é realmente por causa destas barreiras que tornam o acesso mais difícil. É preciso que as pessoas saibam o que é que podem usufruir e que consigam ter o apoio necessário para fazer a candidatura”, acrescenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A questão é também social. Idosos, pessoas com problemas de saúde ou portadoras de deficiência, pessoas com baixos níveis de escolaridade e que residem em zonas rurais podem enfrentar maiores dificuldades no acesso. Isto porque a baixa literacia digital e energética, a distância aos serviços e a falta de recursos financeiros tornam mais difícil iniciar e acompanhar uma candidatura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Este grupo de pessoas vulneráveis que a FES identificou no estudo não serão os primeiros a ir a um portal </span><i><span style="font-weight: 400;">online</span></i><span style="font-weight: 400;">, fazer uma candidatura complexa e a coordenar toda uma instalação na sua casa”, observa o investigador do CENSE/NOVA FCT.</span></p>
<h6><b>A importância de chegar às pessoas no terreno</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A intervenção de proximidade é, por isso, um dos pontos centrais da resposta defendida pelo investigador do CENSE. Mais do que disponibilizar financiamento, é necessário identificar as famílias, explicar-lhes as possibilidades de apoio e acompanhá-las durante todo o processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É preciso recursos no terreno que saibam quem é que são as pessoas que podem beneficiar deste apoio”, defende Miguel Macias Sequeira, apontando as instituições particulares de solidariedade social (IPSS), as associações de moradores, as juntas de freguesia e as agências de energia como potenciais parceiros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O CENCE tem desenvolvido iniciativas nesse sentido &#8211; tal como o <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/locatee-cruzar-dados-para-descobrir-em-que-habitacoes-se-esconde-a-pobreza-energetica/" target="_blank" rel="noopener">LOCATEE</a>. Anteriormente, criou um projecto na Baixa da Banheira e no Vale da Amoreira, na Moita, em Setúbal, em colaboração com a Unidade de Saúde Familiar  Querer Mais e uma agência de energia local. A iniciativa procurou identificar pessoas com necessidades energéticas através de profissionais de saúde, num contexto em que já existia uma relação de confiança com a população.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Realizámos essa tentativa de identificar as pessoas [em vulnerabilidade energética] num sítio onde elas já vão normalmente e onde existe pessoas em quem confiam, neste caso os profissionais de saúde que lhes prestam apoio. Na altura, conseguímos identificar 70 pessoas”, relata. Nem todas, porém, conseguiram obter uma resposta suficiente para as suas necessidades, devido à falta de financiamento adequado ou à inexistência de soluções que pudessem ser implementadas naquele momento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A intenção é aproximar o conhecimento sobre as necessidades concretas das populações dos processos de decisão. Já Pedro Palma alerta ainda para a necessidade de melhorar a comunicação das estruturas de apoio já existentes. «</span><span style="font-weight: 400;">Existem mais de 120 espaços de energia pelo país, mas muitos deles estão ainda inactivos. É preciso investir em recursos humanos e formar intermediários. Este é todo um processo que vai desde os fundos que existem à escala nacional, até à distribuição desses fundos a nível local. Para isso é necessário existir um ecossistema de partilha, e activar as infraestruturas que já existem”. </span></p>
<h6><b>Reduzir o IVA e apostar no autoconsumo e nas comunidades energéticas </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A DECO defende, entre outras medidas, a aplicação da taxa reduzida de IVA. Por agora essa redução existe com limitações, nota Ingride Pereira. Desde janeiro de 2025, passou a aplicar-se a taxa mínima de IVA (6%) para os consumidores cuja potência contratada não exceda 6,9 kVa, apenas nos primeiros 200 kWh consumidos e 300 kWh no caso de famílias numerosas. “Continuaremos a reivindicar a aplicação da taxa mínima de IVA em todas as componentes da factura de energia e sem limitações de consumo, o que representará um alívio significativo para os consumidores portugueses, tornando a eletricidade mais acessível e impulsionando a transição energética para fontes mais limpas”, adverte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, a associação defende a implementação de programas, apoios e facilidades de financiamento, os chamados “créditos verdes”, com condições suficientemente acessíveis, para todos aqueles que pretendam melhorar a eficiência energética das suas casas, resume a jurista. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Miguel Macias Sequeira acrescenta a importância de diversificar as respostas energéticas, através do autoconsumo de energia solar, das comunidades de energia renovável (CER) e da mudança de comercializador, sem perder de vista a necessidade de renovar o edificado e de garantir capacidade técnica para executar as medidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A<em> Edifícios e Energia</em> solicitou uma entrevista </span><span style="font-weight: 400;">à Equipa para os Consumidores de Energia Vulneráveis da DGEG,</span><span style="font-weight: 400;"> para contextualizar a problemática da pobreza energética em Portugal, incluindo o enquadramento das políticas públicas e medidas actualmente em vigor. No entanto, o pedido foi recusado. </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/um-em-cada-cinco-portugueses-vive-em-pobreza-energetica-e-nem-sempre-os-apoios-chegam-as-familias-mais-vulneraveis/">Um em cada cinco portugueses vive em pobreza energética e nem sempre os apoios chegam às famílias mais vulneráveis</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>75 anos de TROX: o futuro continua no ar</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/conteudos-patrocinados/75-anos-de-trox-o-futuro-continua-no-ar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 16:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[GRUPO CONTIMETRA | SISTIMETRA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38411</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há aniversários que assinalam uma data. Outros permitem olhar para trás, reconhecer quem fez o caminho e perceber por que razão uma ideia continua atual 75 anos depois. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/conteudos-patrocinados/75-anos-de-trox-o-futuro-continua-no-ar/">75 anos de TROX: o futuro continua no ar</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Uma história de engenharia, pessoas e gerações que a <strong>CONTIMETRA SISTIMETR</strong>A acompanha, em Portugal, desde 1966.</em></p>



<div style="height:46px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Há aniversários que assinalam uma data. Outros permitem olhar para trás, reconhecer quem fez o caminho e perceber por que razão uma ideia continua atual 75 anos depois.</strong></p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>1951 — Quando o ar começou a ganhar forma</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>TROX</strong> nasceu em 1951, em Neukirchen-Vluyn, na Alemanha, pelas mãos dos irmãos Heinrich e Friedrich Trox. Eram sete pessoas a trabalhar num espaço de cerca de 110 m², instalado no terreno da família, dedicadas à produção de grelhas de ventilação. Num tempo em que a qualidade do ar interior estava longe de ocupar o lugar que hoje tem na engenharia dos edifícios, começava ali uma especialização que acabaria por acompanhar — e muitas vezes antecipar — a evolução do setor.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="663" height="1024" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/edificiotrox-663x1024.jpg" alt="" class="wp-image-38413" style="aspect-ratio:0.6474697846051786;width:327px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/edificiotrox-663x1024.jpg 663w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/edificiotrox-194x300.jpg 194w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/edificiotrox-768x1187.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/edificiotrox-994x1536.jpg 994w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/edificiotrox.jpg 1008w" sizes="(max-width: 663px) 100vw, 663px" /></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading">Uma história que atravessa gerações</h6>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento da <strong>TROX</strong> não se explica apenas por novos produtos ou pela expansão internacional. Explica-se também pela continuidade de uma visão. O legado familiar passou para as gerações seguintes, incluindo Karl e Heinz Trox, e, mais tarde, encontrou na Heinz Trox Foundation uma forma de preservar a independência, os valores e a orientação de longo prazo da empresa. Ao longo desse percurso houve crescimento, transformação e também períodos mais exigentes. Uma história que enfrentou desafios, dificuldades e obstáculos mas que valorizou sempre as pessoas e a sua capacidade de evoluir sem perder o propósito.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>1966 — duas histórias que passaram a caminhar juntas</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Em Portugal, a história da <strong>TROX</strong> cruza-se com a do <strong>Grupo CONTIMETRA / SISTIMETRA</strong>, pelas mãos do seu fundador Eng. Gama Caldas.  Em  Março1966, iniciou-se uma parceria que se mantém até hoje e que atravessou gerações. Duas empresas com raízes familiares, unidas por uma relação que não ficou presa às pessoas que a iniciaram, mas foi sendo renovada por quem lhes sucedeu.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>O que permaneceu foi a confiança; o que evoluiu foi a engenharia.</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de seis décadas de colaboração, a relação entre a <strong>TROX</strong> e a <strong>CONTIMETRA SISTIMETRA</strong> foi construída sobre conhecimento técnico,  proximidade ao mercado e procura das melhores soluções para cada projeto. Projetistas, instaladores, engenheiros e donos de obra conhecem bem essa evolução: do domínio da difusão e distribuição do ar para uma abordagem cada vez mais integrada, onde conforto, eficiência energética, acústica, controlo e qualidade do ar interior fazem parte do mesmo problema de engenharia.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="307" height="230" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/familiaContimetra.jpg" alt="" class="wp-image-38415" style="width:369px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/familiaContimetra.jpg 307w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/familiaContimetra-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 307px) 100vw, 307px" /></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Do domínio do ar à qualidade dos ambientes</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Se no início a <strong>TROX</strong> começou por dar forma e direção ao ar através de grelhas de ventilação, hoje o desafio é muito mais vasto. Os edifícios são chamados a consumir menos energia, a responder de forma inteligente à ocupação e, simultaneamente, a proporcionar ambientes interiores mais saudáveis, confortáveis e seguros. Isso exige componentes, sistemas, controlo e conhecimento aplicado ao projeto como um todo. A evolução tecnológica muda a escala da resposta, mas mantém uma ideia essencial: o ar não é apenas uma variável técnica. É uma condição de bem-estar para as pessoas que habitam os espaços.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>75 anos celebrados com os olhos postos no futuro</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A 18 de setembro de 2026, a <strong>TROX</strong> reuniu cerca de 200 clientes, parceiros, fornecedores e representantes internacionais numa celebração institucional a bordo de um navio no Reno, na região de Düsseldorf. Nos discursos, passado, presente e futuro surgiram ligados pela mesma linha: reconhecer a origem, compreender a dimensão alcançada e continuar a preparar a empresa para os desafios que vêm a seguir. No dia seguinte, a celebração regressou à casa da <strong>TROX</strong>, em Neukirchen-Vluyn, desta vez dedicada aos colaboradores e às suas famílias — outra forma de colocar as pessoas no centro do aniversário.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Contimetra75anos1-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-38418" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Contimetra75anos1-1-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Contimetra75anos1-1-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Contimetra75anos1-1-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Contimetra75anos1-1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">António Sampaio (esquerda), Udo Yung  e <br>Thomas Mosbacher (ao centro) Executive Board of Trox SE, Cristina Caldas (direita)</figcaption></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading">Um balão para tornar visível aquilo que não se vê</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os símbolos escolhidos para os 75 anos, nenhum traduz melhor a história da <strong>TROX</strong> do que o balão de ar quente criado para a ocasião. O ar é, por natureza, invisível; o balão transforma-o em presença, movimento e direção. Ao elevar-se, associa ainda esse elemento à visão de futuro, à inovação, à capacidade de ultrapassar fronteiras e à ambição de chegar mais longe. Não é apenas uma imagem comemorativa: é uma metáfora particularmente feliz para uma empresa cuja atividade sempre viveu de estudar, controlar e melhorar algo que não vemos, mas sentimos todos os dias.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>O futuro continua a passar pelo ar — e pelas pessoas</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">É difícil antecipar como serão os edifícios daqui a 25 ou 50 anos. Mas é muito mais fácil identificar os princípios que deverão orientar essa evolução: melhor qualidade do ambiente interior, utilização mais eficiente da energia, sistemas capazes de se adaptar às necessidades reais e uma engenharia cada vez mais integrada. A tecnologia continuará a mudar; a responsabilidade de criar melhores ambientes para as pessoas permanecerá.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É com esse sentido de continuidade que o Grupo CONTIMETRA / SISTIMETRA assinala os 75 anos da TROX e, em 2026, 60 anos de parceria entre as duas empresas. Às gerações que agora recebem este legado cabe algo igualmente importante: preservá-lo, fazê-lo evoluir e continuar a colocar a engenharia ao serviço das pessoas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-1 wp-block-paragraph"><strong><em>Conteúdo com o apoio </em></strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="979" height="551" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/03/GrupoContimetraSistimetraLogo.png" alt="" class="wp-image-35102" style="width:159px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/03/GrupoContimetraSistimetraLogo.png 979w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/03/GrupoContimetraSistimetraLogo-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/03/GrupoContimetraSistimetraLogo-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 979px) 100vw, 979px" /></figure>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-2 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/conteudos-patrocinados/75-anos-de-trox-o-futuro-continua-no-ar/">75 anos de TROX: o futuro continua no ar</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Geoterme lança novo episódio do podcast “Edifícios Prá Vida” dedicado à visão do Engenheiro</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/conteudos-patrocinados/geoterme-lanca-novo-episodio-do-podcast-edificios-pra-vida-dedicado-a-visao-do-engenheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[geoterme]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38404</guid>

					<description><![CDATA[<p>O quarto episódio da série analisa o papel da engenharia na transformação dos edifícios em espaços mais inteligentes, eficientes, sustentáveis e centrados nas pessoas. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/conteudos-patrocinados/geoterme-lanca-novo-episodio-do-podcast-edificios-pra-vida-dedicado-a-visao-do-engenheiro/">Geoterme lança novo episódio do podcast “Edifícios Prá Vida” dedicado à visão do Engenheiro</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O quarto episódio da série analisa o papel da engenharia na transformação dos edifícios em espaços mais inteligentes, eficientes, sustentáveis e centrados nas pessoas</strong>.</p>



<div style="height:46px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.geoterme.com/" data-type="link" data-id="https://www.geoterme.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Geoterme</a></strong> acaba de lançar o quarto episódio do <a href="https://www.geoterme.com/infosharepoint/podcast/" data-type="link" data-id="https://www.geoterme.com/infosharepoint/podcast/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">podcast <strong>“Edifícios Prá Vida”</strong></a>, uma série dedicada ao futuro dos edifícios de serviços e à forma como a tecnologia, a eficiência energética e a gestão dos recursos podem contribuir para espaços mais sustentáveis, eficientes e preparados para responder às necessidades dos seus utilizadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Intitulado<strong>“A Visão do Engenheiro”</strong>, o novo episódio coloca a engenharia no centro da reflexão sobre o desempenho dos edifícios e sobre a necessidade de integrar sistemas, equipamentos e dados numa estratégia coerente, capaz de melhorar a eficiência operacional, o conforto e a qualidade dos espaços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de abordar as perspectivas do legislador, do fabricante e do promotor, o podcast passa agora para a visão de quem tem a responsabilidade de transformar objectivos de sustentabilidade e desempenho em soluções técnicas concretas. Os episódios anteriores contaram com a participação de <strong>Rui Fragoso, responsável pela Direção de Edifícios e Eficiência de Recursos da ADENE; Miguel Rangel, director da área de Smart Infrastructure – Buildings da Siemens Portugal</strong>; e <strong>Mathias Bresson, da equipa de ESG da CBRE</strong>. </p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading">Da concepção à operação dos edifícios</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Neste episódio, a conversa centra-se na importância da engenharia para assegurar que as diferentes componentes de um edifício funcionam de forma integrada. Mais do que instalar tecnologia, o desafio passa por garantir que os sistemas comunicam entre si, respondem às necessidades reais do edifício e contribuem para uma utilização mais racional da energia e da água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A monitorização, a automação e a análise de dados assumem, neste contexto, uma importância crescente. Ao permitirem conhecer o funcionamento dos equipamentos e identificar consumos, desvios ou oportunidades de optimização, estas ferramentas ajudam a apoiar decisões técnicas mais informadas e uma gestão mais eficiente ao longo do ciclo de vida do edifício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio reflecte ainda sobre o papel do engenheiro na articulação entre as exigências regulamentares, os objectivos de descarbonização, a viabilidade técnica das soluções e as necessidades concretas dos proprietários, gestores e utilizadores.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Episodio3LuisMalheiro-2-1024x576.png" alt="" class="wp-image-38407" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Episodio3LuisMalheiro-2-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Episodio3LuisMalheiro-2-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Episodio3LuisMalheiro-2-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Episodio3LuisMalheiro-2.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading">Edifícios que contribuem para uma vida melhor</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Com o podcast <strong>“Edifícios Prá Vida”</strong>, a <strong>Geoterme</strong> pretende promover uma reflexão alargada sobre a evolução dos edifícios de serviços e o impacto que estes têm na sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A série parte da ideia de que um edifício deve ser entendido como um organismo vivo, capaz de adaptar o seu funcionamento às condições reais de utilização e de conciliar o uso eficiente da energia e da água com a saúde, o conforto e a produtividade dos ocupantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reunir diferentes intervenientes do sector, desde a regulamentação e a indústria até à promoção imobiliária e à engenharia, o podcast procura mostrar que a transformação dos edifícios depende de uma abordagem integrada e da colaboração entre diversas áreas de conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Edifícios Prá Vida”</strong> é um podcast para quem acredita que os edifícios devem ser pensados, geridos e otimizados em função das pessoas e do planeta<strong>.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O quarto episódio já se já está disponível em <a href="http://www.geoterme.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>www.geoterme.com</strong></a> e nas <a href="https://open.spotify.com/show/033dciqvLMG5vdZkm8w8gd?si=8225b211d15b427b" data-type="link" data-id="https://open.spotify.com/show/033dciqvLMG5vdZkm8w8gd?si=8225b211d15b427b" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">plataformas de streaming Spotify</a> e <a href="https://www.youtube.com/@Edif%C3%ADciosPr%C3%A1Vida" data-type="link" data-id="https://www.youtube.com/@Edif%C3%ADciosPr%C3%A1Vida" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Youtube Podcasts</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-3 wp-block-paragraph"><strong><em>Conteúdo com o apoio </em></strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="717" height="113" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme.png" alt="" class="wp-image-26303" style="width:159px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme.png 717w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme-300x47.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme-610x96.png 610w" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" /></figure>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-4 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/conteudos-patrocinados/geoterme-lanca-novo-episodio-do-podcast-edificios-pra-vida-dedicado-a-visao-do-engenheiro/">Geoterme lança novo episódio do podcast “Edifícios Prá Vida” dedicado à visão do Engenheiro</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ENEFIRST+ testa como tornar a eficiência energética uma prioridade nos edifícios, redes elétricas e planos municipais</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/enefirst-testa-como-tornar-a-eficiencia-energetica-uma-prioridade-nos-edificios-redes-eletricas-e-planos-municipais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 09:28:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38397</guid>

					<description><![CDATA[<p>A redução dos consumos de energia nem sempre ocupa um lugar central no planeamento das infra-estruturas e outras decisões de investimento. O projecto europeu ENEFIRST+ está a testar como alterar esta lógica, com oito casos-piloto em quatro países para demonstrar como o princípio da prioridade à eficiência energética pode ser aplicado aos edifícios, às redes eléctricas, ao aquecimento e arrefecimento e à gestão da procura.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/enefirst-testa-como-tornar-a-eficiencia-energetica-uma-prioridade-nos-edificios-redes-eletricas-e-planos-municipais/">ENEFIRST+ testa como tornar a eficiência energética uma prioridade nos edifícios, redes elétricas e planos municipais</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A redução dos consumos de energia nem sempre ocupa um lugar central no planeamento das infra-estruturas e outras decisões de investimento. O projecto europeu ENEFIRST+ está a testar como alterar esta lógica, com oito casos-piloto em quatro países para demonstrar como o princípio da prioridade à eficiência energética pode ser aplicado aos edifícios, às redes eléctricas, ao aquecimento e arrefecimento e à gestão da procura.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Descarbonizar os sistemas energéticos europeus não depende, apenas, da substituição de combustíveis fósseis por fontes renováveis ou da modernização das infra-estruturas que já existem. Esta transição exige também uma mudança na forma como se identificam as necessidades energéticas e se decidem os investimentos necessários para lhes dar resposta. É neste contexto que ganha relevância o princípio de <em>e</em></span><em><span style="font-weight: 400;">nergy efficiency first</span></em><span style="font-weight: 400;"> (EE1st, na sigla em inglês), ou princípio da prioridade à eficiência energética. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este princípio &#8211; consagrado na legislação europeia &#8211; pressupõe que a redução da procura de energia e as soluções de eficiência energética sejam consideradas </span>desde as fases iniciais do planeamento, <b>antes de se decidir investir em novas capacidades de produção, redes ou outras infra-estruturas. </b><span style="font-weight: 400;">A sua aplicação tem vindo a ser testada pelo <a href="https://ee1st.eu/" target="_blank" rel="noopener">ENEFIRST+</a>, projecto europeu que procura então aproximar o enquadramento legislativo das decisões tomadas por entidades públicas, operadores energéticos e outros intervenientes do sector. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde Novembro de 2023 que o ENEFIRST+ testou metodologias e instrumentos para aplicar este princípio em <a href="https://ee1st.eu/resources/the-8-enefirst-pilot-cases-at-a-glance/" target="_blank" rel="noopener">oito casos-piloto</a> na Croácia, Grécia, Itália e Polónia. O objectivo é garantir que a eficiência energética é avaliada em condições que são comparáveis com outras alternativas a investimentos do lado da oferta. Para determinar se essa opção é preferível, é necessário comparar os custos, benefícios e efeitos a longo prazo. Por outras palavras, o projecto está a testar, na prática, que metodologias podem permitir perceber se, por exemplo, uma medida de redução do consumo vai adiar ou redimensionar um investimento, diminuir os custos ou os riscos associados à evolução da procura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa &#8211; coordenada pelo Instituto para a Política Europeia de Energia e Clima (IEECP) &#8211; partiu de desafios identificados pelo próprio sector, nomeadamente o facto de as decisões de investimento serem frequentemente tomadas por entidades diferentes, com responsabilidades e critérios de avaliação próprios. Além disso, os benefícios da eficiência energética podem distribuir-se por vários intervenientes, enquanto os custos iniciais recaem sobre uma entidade específica.</span></p>
<h6><b>Como é que surgiu o EE1st? </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">O princípio da prioridade à eficiência energética não é novo no quadro legislativo europeu, uma vez que já estava contemplado no Regulamento (UE) 2018/1999, criado para garantir que a União Europeia cumpre com os objetivos energéticos e climáticos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi reforçado, em 2023, com a reformulação da directiva da eficiência energética, cujo artigo 3.º estabelece que os Estados-Membros devem assegurar que o princípio EE1st é considerado nas decisões de planeamento, de política e de investimento nos sectores energético e não energético. Na prática, isto significa que, antes de decidir construir ou ampliar uma infra-estrutura, importa avaliar se existem alternativas capazes de garantir uma utilização mais eficiente da energia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já </span><span style="font-weight: 400;">em Março deste ano, a Comissão Europeia adoptou uma nova recomendação  com orientações para criar metodologias de análise custo-benefício. Num momento em que urge cumprir as políticas de eficiência energética por toda a Europa, o desafio passa, agora, por assegurar que estas metodologias são utilizadas nos processos de decisão e não permanecem apenas como instrumentos de orientação.</span></p>
<h6><b>Oito casos-piloto para integrar a eficiência energética </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Em <a href="https://ee1st.eu/resources/embedding-the-ee1st-principle-into-secaps-findings-from-the-enefirst-plus-italian-pilot-case/" target="_blank" rel="noopener">Itália</a>, um dos casos-piloto focou-se na integração do princípio EE1st nos planos locais de energia e clima (conhecidos como SECAP). Segundo o IEECP, a análise procurou perceber até que ponto o princípio já se reflectia nos planos municipais, neste caso da cidade de Nápoles, e de que forma podia passar de referências genéricas para critérios explícitos na selecção e priorização das medidas de mitigação e adaptação às alterações climáticas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência italiana mostrou que muitos destes planos locais já incluem medidas favoráveis, nomeadamente no que toca aos edifícios e à mobilidade, mas nem sempre resultam na aplicação concreta do princípio EE1st. Os resultados evidenciaram que a existência de um plano climático não garante, por si só, que a eficiência energética seja utilizada como um critério transversal de decisão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já na <a href="https://ee1st.eu/resources/applying-energy-efficiency-first-in-transmission-grid-planning-and-cost-benefit-analysis-findings-from-the-enefirst-plus-croatian-pilot-case/" target="_blank" rel="noopener">Croácia</a>, o projecto avaliou a aplicação do princípio ao planeamento da rede de transporte de electricidade. A análise de um projecto de revitalização de uma linha de 220 kV permitiu testar uma metodologia de análise custo-benefício usada pelo operador croata HOPS. A experiência mostrou que a aplicação do EE1st não exclui a expansão ou modernização das redes, mas procura assegurar que as decisões são tomadas após a avaliação das alternativas relevantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na <a href="https://ee1st.eu/resources/implementing-ee1st-in-heating-and-cooling-plans-findings-from-the-enefirst-plus-greek-pilot-case/" target="_blank" rel="noopener">Grécia</a>, o foco esteve nos planos de aquecimento e arrefecimento do edificado. A metodologia usada comparou soluções tecnológicas e medidas de eficiência energética, tendo em conta os respectivos custos e benefícios. Mais uma vez, os resultados apontaram para um desempenho favorável de várias soluções de eficiência energética, com destaque para as bombas de calor aerotérmicas, bem como outros soluções que integram sistemas fotovoltaicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A abordagem desenvolvida na Grécia reforçou, assim, ser preciso avaliar as necessidades térmicas dos edifícios e as diferentes combinações tecnológicas possíveis antes de definir as opções de fornecimento de energia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por sua vez, um dos casos-piloto na <a href="https://ee1st.eu/resources/getting-small-end-users-part-of-demand-side-response-findings-from-the-enefirst-plus-polish-pilot-case/" target="_blank" rel="noopener">Polónia</a> centrou-se na participação dos pequenos consumidores em mecanismos de resposta da procura. Estes permitem ajustar o consumo às necessidades do sistema e podem constituir um recurso adicional para a gestão energética. A experiência polaca procurou identificar formas de ultrapassar barreiras à participação dos consumidores, sobretudo agregados familiares e outros pequenos utilizadores, para demonstrar que a flexibilidade do lado da procura também deve ser considerada no planeamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ENEFIRST+ deverá terminar no final deste mês. O IEECP espera que o projecto sirva para replicar as metodologias utilizadas nos casos-piloto noutros países europeus. Todavia, apesar de fornecerem uma base comum, a sua aplicação irá sempre depender dos enquadramentos regulatórios locais, das características dos sistemas energéticos, da capacidade das entidades públicas e dos mecanismos de financiamento disponíveis. </span></p>
<h6><b>O que está a impedir a aplicação do princípio?</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">As experiências dos casos-piloto apontam para barreiras que ultrapassam a dimensão tecnológica, aponta o IEECP. Uma das dificuldades na aplicação do EE1st consiste na disponibilidade de informação, uma vez que comparar alternativas exige dados sobre consumos, custos, desempenho energético, evolução da procura e impactes ambientais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, os diferentes benefícios nem sempre são considerados pela mesma entidade. Isto é, apesar dos benefícios para os consumidores, estas medidas de eficiência energética nem sempre são aprovadas se o seu valor global for superior ao benefício financeiro recebido por quem suporta o investimento inicial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fase final do ENEFIRST+ foi assinalada <a href="https://ieecp.org/2026/10/08/energy-efficiency-first-seeding-change-and-maximising-multiple-impacts-after-event-materials-enefirst-plus-and-seed-micat/" target="_blank" rel="noopener">num encontro</a>, em Bruxelas, no início deste mês, em que foram discutidos resultados e a importância de avaliar os múltiplos benefícios da eficiência energética. Para avaliar o impacto do projecto, o próximo passo será acompanhar a incorporação das metodologias nos procedimentos das entidades responsáveis, a revisão dos planos, a aprovação de medidas e os resultados obtidos com a sua execução. </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Pexels</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/enefirst-testa-como-tornar-a-eficiencia-energetica-uma-prioridade-nos-edificios-redes-eletricas-e-planos-municipais/">ENEFIRST+ testa como tornar a eficiência energética uma prioridade nos edifícios, redes elétricas e planos municipais</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Knauf Insulation reforça metas de descarbonização e aponta à neutralidade carbónica em 2045</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/knauf-insulation-reforca-metas-de-descarbonizacao-e-aponta-a-neutralidade-carbonica-em-2045/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 07:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[knauf insulation]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38392</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Knauf Insulation conclui a sua estratégia de sustentabilidade “For A Better World” (2020-2025) com progressos significativos na redução do seu impacto ambiental e na transformação dos seus processos para uma maior circularidade. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/knauf-insulation-reforca-metas-de-descarbonizacao-e-aponta-a-neutralidade-carbonica-em-2045/">Knauf Insulation reforça metas de descarbonização e aponta à neutralidade carbónica em 2045</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><strong><strong>A <a href="https://knauf.com/pt-PT" data-type="link" data-id="https://knauf.com/pt-PT" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Knauf Insulation</a> conclui a sua estratégia de sustentabilidade “For A Better World” (2020-2025) com progressos significativos na redução do seu impacto ambiental e na transformação dos seus processos para uma maior circularidade. Entre os principais resultados deste relatório destacam-se a redução de 54,9% das emissões associadas à energia comprada, o aumento para 64,3% do conteúdo reciclado na sua lã mineral de vidro e uma diminuição de 11,1% das emissões absolutas (diretas e indiretas).</strong></strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da descarbonização, o carbono incorporado nos seus produtos de lã mineral diminuiu 11,1% face a 2021, aproximando-se da meta de 15%. Além disso, um estudo realizado pela <strong>Knauf Insulation</strong> em conjunto com a consultora Ramboll estima que as suas soluções de lã mineral permitem evitar aproximadamente 3,6 milhões de toneladas de emissões de carbono operacional por ano, nas condições analisadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na Knauf Insulation sabemos que, por um lado, o isolamento desempenha um papel fundamental na descarbonização, ao melhorar a eficiência energética dos edifícios. E que, por outro, temos o dever de minimizar a pegada ambiental das nossas próprias operações”, afirma <strong>Dominique Bossan</strong>, presidente da <strong>Knauf Insulation</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa acompanhou esta evolução com investimentos em tecnologias com menor pegada de carbono. Entre elas destacam-se a nova linha elétrica de fusão de lã mineral de rocha de Novi Marof (Croácia) e a conversão para fusão elétrica da fábrica de St. Egidien (Alemanha), cujo projeto prevê reduzir em mais de 90% as emissões de CO₂ associadas ao processo de fusão.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><strong>Economia circular</strong></strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A economia circular constitui outro dos grandes avanços deste período. O conteúdo reciclado da lã mineral de vidro passou de 61,7% em 2021 para 64,3% em 2025, muito próximo da meta de 65%, enquanto o conteúdo reciclado na lã mineral de rocha aumentou 61,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa implementou também sistemas de recolha de resíduos de obra em sete países e programas de reciclagem em seis, cumprindo a meta de disponibilizar programas de reciclagem de isolamento proveniente de demolições em, pelo menos, cinco países. Neste âmbito, destaca-se a Resulation, a unidade de reciclagem inaugurada em 2022 em Visé (Bélgica), após um investimento de 15 milhões de euros, que transforma lã mineral de vidro proveniente de fábricas, estaleiros e demolições em matéria-prima para fabricar novo isolamento. A esta instalação junta-se uma nova unidade em Ferndorf (Áustria), com um investimento de 30 milhões de euros e uma capacidade prevista de reciclagem de cerca de 20.000 toneladas de isolamento por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia permitiu igualmente avançar na redução de resíduos e embalagens. Em 2025, os resíduos enviados para aterro situaram-se nos 30 kg por tonelada de produção, enquanto aproximadamente 65% do volume total de película plástica utilizada já incorpora, pelo menos, 30% de resinas recicladas. Além disso, a tecnologia de embalagem por compressão permite colocar mais produto em cada embalagem, reduzindo a quantidade de material de embalagem necessária por metro quadrado e o número de veículos necessários para o transporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A circularidade é uma das áreas em que vemos mais claramente que a mudança é possível quando combinamos inovação, investimento e colaboração ao longo de toda a cadeia de valor. Ter criado sistemas de recolha em sete países e colocado em funcionamento instalações capazes de reintroduzir os resíduos de isolamento no processo produtivo demonstra que estamos a passar da teoria a soluções concretas”, afirma <strong>Oscar del Rio</strong>, <strong>diretor-geral da Knauf Insulation Iberia</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório apresenta também progressos em matéria de transparência e sustentabilidade dos produtos: 100% das fábricas da <strong>Knauf Insulation</strong> nas regiões EMEA (Europa, Médio Oriente e África) e APAC (Ásia e Pacífico) estão abrangidas pela certificação do sistema de processos EPD e foram publicadas mais de 900 Declarações Ambientais de Produto (EPD) desde 2021. Além disso, todas as novas construções e reabilitações da <strong>Knauf Insulation</strong> cumprem requisitos exigentes de sustentabilidade desde 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a conclusão de  “For A Better World”, a <strong>Knauf Insulation</strong> inicia uma nova etapa da sua <em>Sustainability Journey</em>. A estratégia que orientará os próximos anos assenta em três prioridades: aproveitar todo o potencial do isolamento para melhorar o ambiente construído, minimizar o impacto ambiental da empresa e construir um negócio sustentável para hoje e para o futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os novos compromissos estão reduzir para metade as emissões diretas e indiretas até 2032, diminuir em 30% as restantes emissões indiretas da cadeia de valor (matérias-primas, transporte, entre outras) e atingir a neutralidade carbónica (Net Zero) em 2045, além de avançar para zero resíduos destinados a eliminação até 2032. A empresa prevê também investir anualmente 75 milhões de euros em despesas de capital (CAPEX) relacionadas com a sustentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faça já o download do Relatório de Sustentabilidade, através deste <a href="https://knauf.com/api/download-center/v1/assets/6f36089f-7270-4fb0-94d3-8cc3091cf64a?download=true&amp;country=pt&amp;locale=pt-PT&amp;tenant=knauf" data-type="link" data-id="https://knauf.com/api/download-center/v1/assets/6f36089f-7270-4fb0-94d3-8cc3091cf64a?download=true&amp;country=pt&amp;locale=pt-PT&amp;tenant=knauf" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">link</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/knauf-insulation-reforca-metas-de-descarbonizacao-e-aponta-a-neutralidade-carbonica-em-2045/">Knauf Insulation reforça metas de descarbonização e aponta à neutralidade carbónica em 2045</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Baxi fornece solução sustentável com bombas de calor para o Pavilhão Eaton Park</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/baxi-fornece-solucao-sustentavel-com-bombas-de-calor-para-o-pavilhao-eaton-park/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[BAXI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38367</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma solução personalizada da Baxi, baseada em bombas de calor ar-água, está a assegurar o aquecimento e a produção de água quente sanitária com baixas emissões de carbono no histórico Eaton Park Pavilion, um edifício classificado situado num dos parques do Norwich City Council, no Reino Unido. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/baxi-fornece-solucao-sustentavel-com-bombas-de-calor-para-o-pavilhao-eaton-park/">Baxi fornece solução sustentável com bombas de calor para o Pavilhão Eaton Park</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><strong>Uma solução personalizada da Baxi, baseada em bombas de calor ar-água, está a assegurar o aquecimento e a produção de água quente sanitária com baixas emissões de carbono no histórico Eaton Park Pavilion, um edifício classificado situado num dos parques do Norwich City Council, no Reino Unido.</strong></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com quase 100 anos, o pavilhão foi alvo de uma ampla intervenção de reabilitação, que incluiu a modernização dos balneários desportivos, a criação de cabines de duche individuais, instalações sanitárias e espaços destinados às equipas de arbitragem. A intervenção procurou também tornar as instalações mais inclusivas e incentivar a prática desportiva feminina no parque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projecto enquadra-se no objectivo do município de atingir a neutralidade carbónica nas suas operações até 2030 e em toda a cidade até 2045. Para além da descarbonização do aquecimento e da água quente, foram realizadas melhorias na envolvente e na ventilação do edifício, bem como instalados painéis solares fotovoltaicos e sistemas de armazenamento de energia em baterias.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Uma solução totalmente eléctrica</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema instalado integra duas bombas de calor ar-água Baxi HP50, com 13 kW de potência cada, colocadas na cobertura, dois depósitos de inércia e dois acumuladores para bombas de calor, com capacidade de 300 litros cada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, estava prevista a substituição do anterior sistema a gás por uma solução mais eficiente, também a gás. No entanto, tendo em conta os objectivos de neutralidade carbónica do município, optou-se por uma instalação totalmente eléctrica baseada em bombas de calor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por se tratar de um edifício classificado, com uma arquitectura distintiva e frequentemente fotografado, a dimensão e o posicionamento das unidades exteriores constituíram factores determinantes. A solução escolhida permitiu minimizar a visibilidade dos equipamentos acima da balaustrada do pavilhão, preservando a imagem arquitectónica do edifício.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Resposta a uma elevada procura de água quente</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O parque acolhe vários jogos de futebol durante o fim-de-semana, alguns dos quais realizados em simultâneo. O sistema tinha, por isso, de responder a períodos de elevada procura de água quente para os duches, mesmo nos dias mais frios do inverno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o espaço disponível na sala técnica não permitia instalar depósitos de grande capacidade, a equipa de projecto estudou a integração das bombas de calor com os painéis fotovoltaicos e as baterias. Foram instalados 66 painéis solares, dimensionados para carregar duas baterias de 8 kW antes do fim-de-semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A electricidade produzida ao longo da semana é armazenada nas baterias. Quando estas atingem a carga máxima, o excedente de energia é encaminhado para as resistências eléctricas dos acumuladores de água quente. As bombas de calor utilizam a energia solar armazenada para aquecer a água, enquanto ventiloconvectores de baixa temperatura asseguram o aquecimento dos espaços interiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao privilegiar a utilização da energia solar, a solução reduz a dependência da rede eléctrica e contribui para a diminuição dos custos energéticos, aproveitando os excedentes de produção fotovoltaica para gerar calor.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Baxi-EatonParkPavillion.png" alt="" class="wp-image-38370" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Baxi-EatonParkPavillion.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/Baxi-EatonParkPavillion-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Monitorização e optimização do desempenho</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema permite monitorizar remotamente os consumos de energia e programar os períodos de produção de água quente. Esta funcionalidade facilita também a rápida activação do sistema em situações de utilização não prevista e permite identificar oportunidades de optimização, nomeadamente através de tarifários eléctricos ajustados aos diferentes períodos de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os responsáveis pelo projecto, a instalação tem funcionado sem problemas desde a sua entrada em operação, assegurando de forma eficiente a descarbonização do aquecimento e da produção de água quente das novas instalações. O desempenho energético continuará a ser acompanhado para maximizar os benefícios do sistema.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/EatonParkPavillion.png" alt="" class="wp-image-38371" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/EatonParkPavillion.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/EatonParkPavillion-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fotos © Baxi UK</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/baxi-fornece-solucao-sustentavel-com-bombas-de-calor-para-o-pavilhao-eaton-park/">Baxi fornece solução sustentável com bombas de calor para o Pavilhão Eaton Park</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Descarbonização dos edifícios e QAI em debate nas Jornadas de Climatização e Refrigeração</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/descarbonizacao-dos-edificios-e-qualidade-do-ar-interio-em-debate-nas-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 09:51:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ashrae]]></category>
		<category><![CDATA[climatização]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[ordem dos engenheiros]]></category>
		<category><![CDATA[REHVA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38379</guid>

					<description><![CDATA[<p>A descarbonização dos edifícios e da indústria está a colocar novas exigências ao sector da climatização e da refrigeração, desde a escolha dos equipamentos e de fluidos frigorigéneos, até à qualificação dos profissionais. As 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração, que irão decorrer no próximo dia 15 de Outubro, em Lisboa, vão debater os desafios e as oportunidades da transição energética, com especial atenção à qualidade do ar interior (QAI) e à sustentabilidade. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/descarbonizacao-dos-edificios-e-qualidade-do-ar-interio-em-debate-nas-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/">Descarbonização dos edifícios e QAI em debate nas Jornadas de Climatização e Refrigeração</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A descarbonização dos edifícios e da indústria está a colocar novas exigências ao sector da climatização e da refrigeração, desde a escolha dos equipamentos e de fluidos frigorigéneos, até à qualificação dos profissionais. As 26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração, que irão decorrer no próximo dia 15 de Outubro, em Lisboa, vão debater os desafios e as oportunidades da transição energética, com especial atenção à qualidade do ar interior (QAI) e à sustentabilidade. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transição energética está a transformar o sector da climatização e da refrigeração, com novas exigências regulamentares sobre a redução dos consumos energéticos e a substituição progressiva de <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/gases-fluorados-fiscalizacao-e-transicao-para-alternativas-naturais-trazem-novos-desafios-para-o-sector/" target="_blank" rel="noopener">gases fluorados</a>, bem como a qualificação dos profissionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes são alguns dos temas que vão estar no centro do debate das <a href="https://www.ordemdosengenheiros.pt/pt/eventos/26-as-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/" target="_blank" rel="noopener">26.as Jornadas de Climatização e Refrigeração</a>, organizadas pela Comissão de Especialização em Climatização e Refrigeração da Ordem dos Engenheiros, em colaboração com a secção nacional da Federação Europeia das Associações de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (REHVA, na sigla em inglês) e o capítulo português da Associação Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado (ASHRAE). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Na Europa, a EPBD [Directiva do Desempenho Energético dos Edifícios] e o Regulamento F-Gas [relativo aos gases fluorados com efeito de estufa] estão a influenciar diretamente a escolha dos equipamentos e das soluções técnicas a implementar”, refere, à </span><i><span style="font-weight: 400;">Edifícios e Energia</span></i><span style="font-weight: 400;">, Odete Almeida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A coordenadora da Comissão de Especialização em Climatização e Refrigeração da Ordem dos Engenheiros acrescenta que, em Portugal, “um dos principais desafios é a existência de muitos edifícios antigos, nos quais a reabilitação energética exige um investimento significativo e nem sempre é fácil de executar”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A responsável alerta, por isso, para a necessidade de “encontrar um equilíbrio entre o cumprimento das exigências legais, os custos e a disponibilidade de técnicos qualificados no mercado”, o que se torna particularmente relevante num contexto de transformação tecnológica e de crescente complexidade dos sistemas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o tema “Climatização e Refrigeração na Transição Energética: Qualidade Ambiental Interior e Sustentabilidade”, o evento, que irá decorrer a 15 de Outubro, no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa, quer reunir especialistas, investigadores, projetistas, fabricantes, instaladores, gestores de edifícios, e representantes da indústria em torno dos desafios e das oportunidades da transição energética. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-38381" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/sem_titulo_1_7043047276a7464d2ae70c.png" alt="Jornadas Ordem dos Engenheiros" width="633" height="464" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/sem_titulo_1_7043047276a7464d2ae70c.png 573w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/sem_titulo_1_7043047276a7464d2ae70c-300x220.png 300w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">No primeiro painel, Eduardo Maldonado, professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e DRC da Região Europa XIV da ASHRAE, abordará a reabilitação dos edifícios e dos sistemas AVAC existentes para a descarbonização. A sessão contará também com uma apresentação de Chandra Sekhar, professor da Universidade Nacional de Singapura, dedicada à auditoria da QAI nos edifícios e ao conceito de zonas de sistemas. </span></p>
<h6><b>Bombas de calor, integrar renováveis e automação dos edifícios </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as soluções com potencial para acelerar a transição energética, Odete Almeida destaca as bombas de calor de elevada eficiência, sobretudo quando utilizam fluidos frigorigéneos com baixo potencial de aquecimento global. A recuperação de calor pode, igualmente, assumir um papel relevante em instalações com necessidades simultâneas de aquecimento e arrefecimento, nota a responsável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A integração destes sistemas com fontes de energia renovável, como a solar fotovoltaica, permite também aumentar o aproveitamento da energia produzida localmente e reduzir o consumo de electricidade proveniente da rede, sublinha. Também “a utilização plena dos sistemas de automação [dos edifícios]” podem optimizar o funcionamento dos equipamentos, ajustando os horários e as condições de operação à ocupação dos espaços, e analisar os consumos.</span></p>
<h6><b>Novas competências para os profissionais </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">A crescente complexidade dos sistemas exige também uma actualização das competências técnicas para </span><span style="font-weight: 400;">garantir que os trabalhos de instalação, comissionamento e manutenção são realizados por profissionais devidamente qualificados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Odete Almeida, nos próximos anos os profissionais vão ter de reforçar os conhecimentos em ferramentas de simulação energética, modelação BIM e análise do comportamento térmico dos edifícios. Mas também “a capacidade de utilizar a inteligência artificial de forma crítica e responsável, </span><span style="font-weight: 400;">validando os resultados obtidos e garantindo a sua aplicação adequada a cada situação”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Em termos práticos, o reforço da competência do profissional passará por desenvolver continuamente os conhecimentos técnicos ao longo da carreira, articulando-os com a experiência no terreno, a capacidade de análise e o domínio das novas tecnologias”, afirma a responsável.</span></p>
<h6><b>Centros de dados, sistemas frigoríficos e QAI</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa das jornadas coloca em discussão a forma como a engenharia pode conciliar a eficiência energética e a descarbonização com a saúde e o bem-estar dos ocupantes dos edifícios. Além da vertente tecnológica, entre as questões identificadas pela organização estão a necessidade de garantir uma climatização acessível, combater a pobreza energética, optimizar a cadeia de frio e acelerar a adopção de refrigerantes naturais. O financiamento, o papel das políticas públicas e a eficiência dos sistemas são outras das dimensões que integram a programação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estão previstos painéis dedicados aos centros de dados. Luís Pedro Duarte, presidente da Associação Portuguesa de Centros de Dados &#8211; Portugal DC, abordará o papel estratégico destas instalações na economia digital, enquanto Carlos Lisboa, fundador e CEO da Navitas Portugal, apresentará a perspectiva de um consultor sobre a modelação energética destas infra-estruturas, cujo funcionamento coloca exigências específicas ao consumo energético e à gestão térmica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no período da tarde, Marco Madureira, engenheiro projectista da Chilltek, dedicada às instalações de refrigeração com dióxido de carbono. </span>Seguir-se-á uma apresentação de Ángel Ros Dolz, director de Área da Tewis Portugal, apresentará soluções de sistemas frigoríficos transcríticos com subarrefecimento mecânico inteligente.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A programação abrange igualmente o controlo das condições ambientais interiores em edifícios com requisitos específicos. Michel Grabon, director de área de Data Centers da Carrier, apresentará o caso da Capela Sistina, no Vaticano. Já </span><span style="font-weight: 400;">Daniel Malveiro, responsável de soluções da Baxi Portugal, abordará soluções integradas de climatização para a transição energética, enquanto Vita Nils Baumann, director da unidade de negócio de gestão de produto da Delta Controls Alemanha, analisará o impacto dos sistemas BMS na transição digital.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A organização prevê também a distribuição de um livro técnico em língua portuguesa aos participantes, destinado a apoiar a consulta e a actualização de conhecimentos no sector. Por agora, as inscrições para as jornadas ainda estão abertas. </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © iStock</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/descarbonizacao-dos-edificios-e-qualidade-do-ar-interio-em-debate-nas-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/">Descarbonização dos edifícios e QAI em debate nas Jornadas de Climatização e Refrigeração</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IFV promove ciclo de 10 webinares dedicado à evolução do mercado AVAC</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/ifv-promove-ciclo-de-10-webinares-dedicado-a-evolucao-do-mercado-avac/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 07:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[vulcano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38362</guid>

					<description><![CDATA[<p>O mercado AVAC está a evoluir a um ritmo sem precedentes. Para acompanhar esta transformação, o Instituto de Formação Vulcano promove um ciclo de webinares dedicado à atualização e qualificação dos profissionais do setor, com sessões online todas as quartas-feiras, entre 30 de setembro e 2 de dezembro. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/ifv-promove-ciclo-de-10-webinares-dedicado-a-evolucao-do-mercado-avac/">IFV promove ciclo de 10 webinares dedicado à evolução do mercado AVAC</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><strong><em><strong>O mercado AVAC está a evoluir a um ritmo sem precedentes. Para acompanhar esta transformação, o Instituto de Formação Vulcano promove um ciclo de webinares dedicado à atualização e qualificação dos profissionais do setor, com sessões online todas as quartas-feiras, entre 30 de setembro e 2 de dezembro.</strong></em></strong></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong><a href="https://www.vulcano.pt/profissional/instituto-de-formacao-vulcano/" data-type="link" data-id="https://www.vulcano.pt/profissional/instituto-de-formacao-vulcano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Instituto de Formação Vulcano (IFV)</a></strong> reforça o seu compromisso com a formação e qualificação dos profissionais do setor AVAC através de um ciclo de <strong>10 webinares,</strong> que aborda diferentes temas técnicos e soluções que acompanham a evolução do mercado. As sessões decorrem em formato <em>online</em>, todas as quartas-feiras, das <strong>9h30 às 10h30</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do ciclo, serão abordados temas como <strong></strong><strong>novos produtos das marcas Bosch e Vulcano para água quente e climatização, equipamentos com refrigerante R290, bombas de calor, instalação e arranque de equipamentos de ar condicionado e VRF,</strong> entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa teve início a <strong>30 de setembro</strong>, com o <em>webinar</em> “<strong>Mitos e verdades sobre <s>as</s> bombas de calor”,</strong> e prossegue com os restantes:</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>14 de outubro</strong> – Requisitos de instalação e arranque de equipamentos VRF</li>



<li><strong>21 de outubro</strong> – Introdução ao R290 no ar condicionado</li>



<li><strong>28 de outubro</strong> – Instalação de ar condicionado sem erros</li>



<li><strong>4 de novembro</strong> – Bomba de calor AQS: Gama de R290</li>



<li><strong>11 de novembro</strong> – Ar condicionado: Gama Large Split</li>



<li><strong>18 de novembro</strong> – Quando a bomba de calor leva a culpa de erros de instalação</li>



<li><strong>25 de novembro</strong> – Bombas de calor de climatização:Nova Gama Compress 3800i AW</li>



<li><strong>2 de dezembro</strong> – Ar condicionado: Gama Multi Split com AQS</li>
</ul>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições para os webinares podem ser realizadas através de <a href="https://institutoformacaovulcano.bosch-homecomfort.pt/sui/catalog/45572" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">IFV | Ciclo de Webinares</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta iniciativa, o IFV pretende contribuir para a <strong>atualização contínua dos conhecimentos dos profissionais</strong>, acompanhando a evolução tecnológica do setor AVAC, dando resposta às novas exigências e soluções do mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações e inscrições, consulte <a href="http://www.vulcano.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">http://www.vulcano.pt/ </a></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/ifv-promove-ciclo-de-10-webinares-dedicado-a-evolucao-do-mercado-avac/">IFV promove ciclo de 10 webinares dedicado à evolução do mercado AVAC</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gia Group reúne em Portugal clientes e instaladores num evento dedicado à inovação e ao futuro da climatização</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/gia-group-reune-em-portugal-clientes-e-instaladores-num-evento-dedicado-a-inovacao-e-ao-futuro-da-climatizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GIA GROUP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38356</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Gia Group, empresa líder em soluções de climatização, realizou em Portugal um encontro dirigido a clientes, instaladores e profissionais do setor, que teve como objetivo destacar a evolução da empresa, os seus principais avanços e a visão com que encara os próximos desafios da climatização. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/gia-group-reune-em-portugal-clientes-e-instaladores-num-evento-dedicado-a-inovacao-e-ao-futuro-da-climatizacao/">Gia Group reúne em Portugal clientes e instaladores num evento dedicado à inovação e ao futuro da climatização</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><strong><em>A empresa organizou uma convenção exclusiva para partilhar resultados, apresentar as suas mais recentes soluções e reforçar a relação com os profissionais do setor, num ambiente concebido para a partilha de conhecimentos e o networking.</em></strong></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong><a href="https://groupgia.com/pt/" data-type="link" data-id="https://groupgia.com/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Gia Group</a></strong>, empresa líder em soluções de climatização, realizou em Portugal um encontro dirigido a clientes, instaladores e profissionais do setor, que teve como objetivo destacar a evolução da empresa, os seus principais avanços e a visão com que encara os próximos desafios da climatização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento combinou conteúdos corporativos e demonstrações de produtos com experiências concebidas para promover a troca de ideias e fortalecer a relação com os profissionais que fazem parte do ecossistema da climatização.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Resultados, investimento e uma visão orientada para o futuro</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos centrais da convenção foi a apresentação de resultados e serviços, na qual a empresa partilhou os seus principais avanços, melhorias e investimentos, bem como as linhas estratégicas que marcarão a sua evolução nos próximos anos. No primeiro semestre de 2026, o <strong>Grupo GIA</strong> registou em Portugal um volume de negócios de 11,4 milhões de euros, o que representa um aumento de 11,5 % em relação ao mesmo período do ano anterior. Este crescimento, de 1,17 milhões de euros, dá continuidade a uma evolução que permitiu à filial portuguesa passar de um volume de negócios de 3,1 milhões de euros em 2016 para 22,4 milhões em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através de gráficos e dados, a apresentação procurou transmitir de forma clara o valor que as soluções e serviços da empresa proporcionam tanto aos clientes como aos instaladores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento destacou assim a importância de evoluir não só em termos de tecnologia e produto, mas também em serviços, apoio e experiência do cliente.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/EventoGIA_Porto2.png" alt="" class="wp-image-38358" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/EventoGIA_Porto2.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/10/EventoGIA_Porto2-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Uma experiência ligada ao território e à cultura portuguesa</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O programa prosseguiu com uma visita às caves de vinho Ferreirinha, uma experiência que permitiu aos participantes descobrir uma parte representativa da cultura e tradição vinícola de Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o almoço, o espetáculo de <em>stand-up comedy</em> trouxe um toque mais descontraído ao evento, concebido para criar um ambiente acolhedor antes de retomar as atividades da tarde.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia e soluções para uma climatização mais eficiente e conectada</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A inovação voltou a ocupar o centro das atenções durante a apresentação das novidades de produtos, um dos principais blocos do evento, onde foram apresentados os novos acumuladores aerotérmicos das marcas <strong>HTW</strong> e <strong>Giatsu</strong>, entre outros produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais temas abordados destacaram-se a eficiência energética, a conectividade e a manutenção, áreas cada vez mais relevantes para a evolução do setor da climatização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os participantes puderam conhecer em primeira mão as funcionalidades das diferentes soluções e colocar as suas questões diretamente aos colaboradores da empresa, criando um espaço de diálogo especialmente orientado para as necessidades reais dos instaladores e profissionais.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Um encontro para olhar para o futuro</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Com este encontro, a empresa reforça o seu compromisso com o mercado português e com uma rede de profissionais essenciais para a transformação do setor, apostando numa climatização cada vez mais eficiente e conectada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações em: <strong><a href="http://www.htwspain.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">www.htwspain.com</a></strong> <strong>|</strong> <strong><a href="http://www.giatsu.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">www.giatsu.com</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/gia-group-reune-em-portugal-clientes-e-instaladores-num-evento-dedicado-a-inovacao-e-ao-futuro-da-climatizacao/">Gia Group reúne em Portugal clientes e instaladores num evento dedicado à inovação e ao futuro da climatização</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Panasonic Heating &#038; Cooling apresenta a sua nova identidade para a Europa</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/panasonic-heating-cooling-apresenta-a-sua-nova-identidade-para-a-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[panasonic]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=38350</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Panasonic Heating &#038; Cooling reforçou as suas operações europeias através de uma nova estrutura organizacional e de um investimento importante na produção europeia, R&#038;D e formação profissional. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/panasonic-heating-cooling-apresenta-a-sua-nova-identidade-para-a-europa/">Panasonic Heating &#038; Cooling apresenta a sua nova identidade para a Europa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><strong>A nova identidade assinala uma fase de crescimento da Panasonic na Europa, apoiada por um investimento significativo na produção europeia, R&amp;D (I+D) e formação profissional.</strong></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.aircon.panasonic.eu/PT_pt/" data-type="link" data-id="https://www.aircon.panasonic.eu/PT_pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Panasonic Heating &amp; Cooling</a></strong> reforçou as suas operações europeias através de uma nova estrutura organizacional e de um investimento importante na produção europeia, R&amp;D e formação profissional. Tudo isto é agora acompanhado pelo lançamento de um novo logótipo e de uma renovada identidade visual de marca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta nova identidade surge após a criação da <strong><a href="https://news.panasonic.com/global/press/en260401-7" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Panasonic HVAC &amp; CC Co., Ltd</a>,</strong> a qual engloba as unidades de aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração da <strong>Panasonic</strong> sob uma única organização dedicada e focada em soluções conectadas com o ar, a água e a conservação alimentar. Na Europa, esta renovada identidade pretende ainda refletir o compromisso contínuo da <strong>Panasonic</strong> com a inovação, a sustentabilidade e o valor a longo prazo para os seus clientes, combinando a experiência global com soluções adaptadas às necessidades locais, concebidas segundo os parâmetros da eficiência energética, da descarbonização, da eletrificação e da climatização responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo desta estratégia na Europa é a ampliação e remodelação, por parte da <strong>Panasonic</strong>, das suas instalações de produção de bombas de calor em Pilsen (República Checa), com um investimento de 320 milhões de euros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O centro de Pilsen aproxima a produção e a R&amp;D dos clientes europeus e opera como uma fábrica <em>Net Zero</em> (zero emissões), apoiada pela compra de energia verde, por um sistema fotovoltaico de 1 MW na cobertura, gestão inteligente de edifícios e medidas de utilização eficiente de recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os últimos investimentos da <strong>Panasonic</strong> na Europa incluem instalações especializadas de produção, R&amp;D e formação em toda a região:</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pilsen, República Checa:</strong> Ampliação de 320 milhões de euros da produção de bombas de calor, apoiando o fabrico de soluções como a série Aquarea M.</li>



<li><strong>Tillières-sur-Avre, França:</strong> Capacidade de R&amp;D e fabrico especializado de soluções hidrónicas e de climatização (AVAC).</li>



<li><strong>Barlassina, Itália:</strong> R&amp;D e fabrico de AVAC comercial, apoiados por um amplo centro de formação.</li>



<li><strong>Polónia:</strong> Capacidade de R&amp;D e fabrico de soluções de refrigeração comercial e CO₂.</li>



<li><strong>Cardiff, Reino Unido:</strong> Centro de demonstração de energias renováveis que exibe tecnologias integradas de aquecimento e energia.</li>
</ul>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Enrique Vilamitjana, Managing Director da Panasonic Heating &amp; Cooling Europe</strong>, comentou: <em>&#8220;As necessidades de aquecimento e refrigeração na Europa estão a mudar rapidamente. Os clientes procuram soluções que reduzam o consumo de energia, impulsionem a descarbonização e ofereçam um conforto fiável a longo prazo. A nossa renovada identidade reflete um negócio que combina a solidez tecnológica global da Panasonic com soluções relevantes para o mercado europeu&#8221;</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Enrique</strong> acrescentou: <em>&#8220;Esta evolução da marca apoia-se nos mais de cem anos de herança de engenharia da Panasonic, ao mesmo tempo que reflete o nosso investimento contínuo no futuro. Ao ampliar as nossas capacidades europeias de fabrico, R&amp;D e formação, reforçamos a nossa capacidade para responder às necessidades dos clientes com maior rapidez, relevância e resiliência, demonstrando simultaneamente o nosso compromisso a longo prazo com a região&#8221;</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através de tecnologias eficientes de aquecimento, refrigeração e refrigeração comercial, controlos inteligentes e uma constante inovação, a <strong>Panasonic</strong> procura ajudar os clientes a abordar as prioridades europeias de desempenho energético, eletrificação, conforto em espaços interiores e uso responsável dos recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações sobre a vasta gama de soluções de aquecimento, climatização e refrigeração comercial da <strong>Panasonic</strong>, visite: <a href="https://aircon.panasonic.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">https://aircon.panasonic.eu/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/panasonic-heating-cooling-apresenta-a-sua-nova-identidade-para-a-europa/">Panasonic Heating &#038; Cooling apresenta a sua nova identidade para a Europa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
