<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de itecons - Edificios e Energia</title>
	<atom:link href="https://edificioseenergia.pt/tag/itecons/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/itecons/</link>
	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 16 Mar 2026 11:21:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2019/02/cropped-icon_001-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de itecons - Edificios e Energia</title>
	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/itecons/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Como está o mercado a responder à obrigatoriedade de incluir o PAG nos CE já a partir de 2028/30?</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/como-esta-o-mercado-a-responder-a-obrigatoriedade-de-incluir-o-potencial-de-aquecimento-global-ciclo-de-vida-nos-certificados-energeticos-ja-a-partir-de-2028-30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 16:49:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[APCMC]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Passivhaus]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[itecons]]></category>
		<category><![CDATA[PAG]]></category>
		<category><![CDATA[potencial de aquecimento global]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=35376</guid>

					<description><![CDATA[<p>A medição da pegada ambiental dos edifícios é um tema de enorme importância para o sector e para o mercado. Tudo indica que as empresas já estão preparadas para dar resposta a este tema. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/como-esta-o-mercado-a-responder-a-obrigatoriedade-de-incluir-o-potencial-de-aquecimento-global-ciclo-de-vida-nos-certificados-energeticos-ja-a-partir-de-2028-30/">Como está o mercado a responder à obrigatoriedade de incluir o PAG nos CE já a partir de 2028/30?</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">A medição da pegada ambiental dos edifícios é um tema de enorme importância para o sector e para o mercado. Tudo indica que as empresas já estão preparadas para dar resposta a este tema. Segundo José de Matos, Secretário-Geral da Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção (APCMC) </span><span data-contrast="auto">se falarmos apenas no carbono incorporado nos produtos, não precisamos das Declarações Ambientais de Produto (DAP). “Existem outras metodologias aceites, aprovadas e mais simples. Todos os produtos já têm informação sobre o carbono e vão ter de declarar o seu contributo para o equivalente de CO</span><span data-contrast="auto">2 </span><span data-contrast="auto">incorporado. Isso é suficiente. O carbono embebido nos materiais é um aspecto parcial em relação a uma DAP, que é muito mais completa”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para a </span><span data-contrast="auto">Associação Passivhaus Portugal estas mudanças não vão ter impacto. Segundo João Gavião, “o padrão Passive House assenta unicamente no desempenho e está baseado nos princípios da física das construções”. No entanto, “ao nível dos parceiros da rede Passive House em Portugal, há todo um trabalho que tem sido feito na caracterização do desempenho ambiental das suas soluções que nos deixa optimistas para implementar estas exigências”. Para João Gavião, é expectável que as novas regras possam traduzir-se num maior esforço nas fases de projecto e de obra.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No âmbito do tema de capa da revista #164, já em circulação, contactámos ainda o ITECONS (Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade): Inês Santos, Catarina Serra, Andreia Gil, e Nuno Simões fazem uma viagem sobre as novas regras, as normas existentes e os vários circuitos e metodologias relacionados com a introdução do PAG (Potencial de Aquecimento Global) até aos edifícios carbono zero. Para estes especialistas, &#8220;as empresas precisam de iniciar, desde já, a avaliação ambiental dos seus produtos, uma vez que são processos que exigem investimento de tempo. As Declarações Ambientais de Produto (DAP/EPD) constituem um ponto de partida natural, pois assentam na EN 15804, a norma de referência do Regulamento dos Produtos de Construção (RPC). Na prática, fabricantes com DAP ou informação ambiental verificada ganham vantagem competitiva, enquanto a ausência de dados pode traduzir-se em perda de mercado&#8221;. Com o objectivo de apoiar as empresas neste trajecto, o ITECONS “está a desenvolver a Plataforma </span><i><span data-contrast="auto">BuildingLCAcapacity </span></i><span data-contrast="auto">– Capacitação das PME do sector da construção na avaliação e comunicação do desempenho ambiental de ciclo de vida. Esta plataforma digital, de acesso gratuito, tem como objectivo transferir o vasto conhecimento técnico e científico detido pelo Itecons na área da Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) e preparação de DAPs de produtos de construção”.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Poderá ser uma corrida contra o tempo e os prazos definidos estão a criar uma grande pressão “sobre um sector tradicionalmente fragmentado e com grande diversidade de agentes”, alerta o ITECONS. “Uma implementação apressada de novas metodologias, exigências, sem maturidade técnica suficiente traduz-se num sério risco para o Sistema de Certificação Energética”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">*Leia o artigo completo no tema de capa da recente revista #164 de Março/Abril</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/como-esta-o-mercado-a-responder-a-obrigatoriedade-de-incluir-o-potencial-de-aquecimento-global-ciclo-de-vida-nos-certificados-energeticos-ja-a-partir-de-2028-30/">Como está o mercado a responder à obrigatoriedade de incluir o PAG nos CE já a partir de 2028/30?</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Itecons celebra 20 anos de contributo para a competitividade e modernização do setor</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/itecons-celebra-20-anos-de-contributo-para-a-competitividade-e-modernizacao-do-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 11:36:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[20 anos]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[itecons]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=34174</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Itecons celebrou no passado domingo o seu 22.º aniversário, assinalando mais de duas décadas de atividade dedicadas à investigação aplicada e à transferência de conhecimento para o setor da construção, energia, ambiente e sustentabilidade. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/itecons-celebra-20-anos-de-contributo-para-a-competitividade-e-modernizacao-do-setor/">Itecons celebra 20 anos de contributo para a competitividade e modernização do setor</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c928b3aae507879b43a387353b91ed49"><br><br>O <strong><a href="https://www.itecons.uc.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Itecons</a></strong> celebrou no passado domingo o seu 22.º aniversário, assinalando mais de duas décadas de atividade dedicadas à investigação aplicada e à transferência de conhecimento para o setor da construção, energia, ambiente e sustentabilidade.<br><br>Constituído a 11 de janeiro de 2006, o instituto afirma-se como uma associação sem fins lucrativos e instituição de utilidade pública, atuando como uma interface dinâmica entre a comunidade científica e a indústria. Ao longo do seu percurso, tem prestado serviços especializados de ensaios, consultoria e formação, reforçando o desenvolvimento tecnológico e a competitividade das empresas nestes domínios.<br><br><strong>Missão</strong><br>Estabelecer uma colaboração estreita e ágil entre a Universidade de Coimbra e a Sociedade, as Empresas e outros organismos dos sectores da Construção, da Energia, do Ambiente e da Sustentabilidade.<br><br><strong>Visão</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a896b9a8fde2bec39ac291cbf4e5bb83">Reforçar a sua posição como laboratório de ensaios de referência nas áreas da Acústica e Vibrações; Adesivos e vedantes; Agregados e inertes; Águas; Alvenaria; Asfalto, betume, alcatrão, piche e materiais betuminosos; Betões, cimentos e argamassas; Características metrológicas e funcionais; Combustíveis, óleos e lubrificantes; Construção; Dispositivos de queima; Efluentes líquidos; Ensaios Elétricos; Fertilizantes e fitofármacos; Materiais de engenharia, maquinaria, estruturas e produtos; Metais e ligas metálicas; Plásticos, borrachas e derivados; Resistência e reação ao fogo; Revestimentos; Rochas e pedras naturais (e outros materiais geológicos); Solos; Tintas, vernizes e pigmentos; Vidros e cerâmica, apoiando tecnologicamente empresas ligadas aos sectores da Construção, da Energia, do Ambiente e Sustentabilidade, particulares e entidades públicas, através da realização de ensaios, estudos e consultoria especializada; </li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a5884cbf5a3795200010c35e302bd75e">Promover o desenvolvimento de novas competências de apoio à inovação empresarial alinhadas com a Construção sustentável, a Eficiência produtiva, a Prevenção, Avaliação e mitigação de riscos e a Digitalização da economia;</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ab586ff5a885511cfcf4792853b52863">Reforçar a sua posição como instituição de I&amp;DT de referência, a nível internacional, no domínio das Ciências da Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade; </li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-980bdb55365c89951748f09764f7d683">Ser uma entidade de referência da formação profissional, contribuindo para o desenvolvimento e atualização de técnicos ligados aos sectores da Construção, da Energia, do Ambiente e da Sustentabilidade, de instituições públicas e privadas; </li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-d88bdc95d4037b800b0e8bead9d6a2fe">Ser uma entidade de referência na organização de eventos técnicos e científicos a nível internacional; </li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-00d6b8b54b45a622b32ddedc61782730">Ser uma entidade de referência na avaliação técnica de produtos de construção, a nível europeu, contribuindo ativamente para a aposição de marcação CE nos produtos de construção de acordo com a legislação em vigor.</li>
</ul>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0094d3379d65715ede760f0ca622b675"><br>O <strong>Itecons</strong> dispõe de um corpo técnico multidisciplinar e de instalações técnicas modernas. Possui um sistema de gestão da qualidade certificado pela APCER (NP EN ISO 9001) e mais de 300 ensaios acreditados pelo IPAC (NP EN ISO/IEC 17025). É, também, Organismo Notificado (Sistema 3) e Organismo de Avaliação Técnica no âmbito da marcação CE para uma vasta gama de produtos de construção.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a0d99aa8124f69ad7d59dd80ddb84ff3">O <strong>Itecons</strong> é reconhecido como Instituição de Utilidade Pública e como CTI — Centro de Tecnologia e Inovação, promovendo a inovação e a capacitação das empresas, sendo igualmente reconhecido para a prestação<br>de serviços a PME no âmbito de diferentes tipologias de Vales</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-c07eb39323055b354de8f25c2caf0d83"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/itecons-celebra-20-anos-de-contributo-para-a-competitividade-e-modernizacao-do-setor/">Itecons celebra 20 anos de contributo para a competitividade e modernização do setor</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Webinar do Itecons esclarece sobre o novo Regulamento Europeu de Produtos de Construção</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/webinar-do-itecons-esclarece-sobre-o-novo-regulamento-europeu-de-produtos-de-construcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 08:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[digitalização]]></category>
		<category><![CDATA[itecons]]></category>
		<category><![CDATA[passaporte digital de produto]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamento Europeu de Produtos de Construção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=33820</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um webinar marcado para 10 de Dezembro irá dar a conhecer as principais alterações introduzidas pelo novo Regulamento de Produtos de Construção, detalhando as novas obrigações, os requisitos de desempenho e os avanços digitais que irão impactar o sector da construção nos próximos anos. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/webinar-do-itecons-esclarece-sobre-o-novo-regulamento-europeu-de-produtos-de-construcao/">Webinar do Itecons esclarece sobre o novo Regulamento Europeu de Produtos de Construção</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Um <em>webinar </em>marcado para 10 de Dezembro irá dar a conhecer as principais alterações introduzidas pelo novo Regulamento de Produtos de Construção, detalhando as novas obrigações, os requisitos de desempenho e os avanços digitais que irão impactar o sector da construção nos próximos anos. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O sector da construção entra numa nova fase de transformação regulatória com a apresentação do novo Regulamento (UE) 2024/3110, que estabelece regras harmonizadas para a comercialização dos produtos de construção e revoga o actual Regulamento (UE) 305/2011. O diploma entrará em aplicação a 8 de Janeiro de 2026, iniciando uma transição progressiva para um quadro normativo actualizado.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Com o objectivo de esclarecer o sector sobre as implicações desta mudança legislativa, será realizado no próximo dia 10 de Dezembro, entre as 14h30 e as 16h30, um </span><em>webinar </em><span data-contrast="auto">dedicado à apresentação do novo regulamento.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O encontro pretende dar a conhecer as principais alterações introduzidas pelo Regulamento (UE) 2024/3110, desde novos requisitos de desempenho, métodos de avaliação e verificação, até às obrigações alargadas para fabricantes, distribuidores, importadores e restantes operadores económicos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Um dos pontos centrais deste processo de actualização legislativa prende-se com o impulso à digitalização dos produtos de construção. O novo quadro regulamentar prevê a adopção de declarações de desempenho e conformidade em formato digital, assim como a criação do passaporte digital de produto, instrumento pensado para aumentar a transparência, rastreabilidade e sustentabilidade dos materiais utilizados nas obras.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A transição entre o regulamento de 2011 e o novo enquadramento europeu será também detalhada, com especial atenção às datas relevantes e aos períodos de adaptação que irão impactar empresas e profissionais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Além das obrigações normativas, o <em>webinar </em>vai abordar os desafios e oportunidades que esta revisão legislativa traz ao sector, especialmente no domínio da sustentabilidade. O reforço da avaliação do ciclo de vida dos produtos, a maior padronização dos requisitos ambientais e a integração de ferramentas digitais prometem acelerar a modernização do sector da construção, exigindo novas competências e ajustamentos operacionais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A iniciativa surge no âmbito do projecto ACCEPT+, financiado pelo Programa Inovação e Transição Digital, pelo Portugal 2030 e pela União Europeia. Durante o <em>webinar</em>, será ainda apresentada a nova Plataforma ACCEPT+, com funcionalidades pensadas para apoiar profissionais e empresas no cumprimento dos novos requisitos legais e na gestão da documentação digital associada aos produtos de construção.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O </span><em>webinar </em><span data-contrast="auto">é gratuito, mas requer inscrição prévia no </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://events.itecons.pt/novoRPC/site/homepage" target="_blank" rel="noopener">site do evento</a></span><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Unsplash</p><p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/webinar-do-itecons-esclarece-sobre-o-novo-regulamento-europeu-de-produtos-de-construcao/">Webinar do Itecons esclarece sobre o novo Regulamento Europeu de Produtos de Construção</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nexclay patrocina Congresso Nacional em Prefabricação de Betão – ANIPB 2025</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/nexclay-patrocina-congresso-nacional-em-prefabricacao-de-betao-anipb-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ANIPB 2025]]></category>
		<category><![CDATA[argila]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional de Prefabricação de Betão]]></category>
		<category><![CDATA[grupo preceram]]></category>
		<category><![CDATA[itecons]]></category>
		<category><![CDATA[Nexclay]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=33200</guid>

					<description><![CDATA[<p>Começa hoje o Congresso Nacional em Prefabricação de Betão – ANIPB 2025 que está a decorrer em Coimbra até amanhã, dia 17 de outubro. O evento é organizado pelo Itecons e ANIPB. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/nexclay-patrocina-congresso-nacional-em-prefabricacao-de-betao-anipb-2025/">Nexclay patrocina Congresso Nacional em Prefabricação de Betão – ANIPB 2025</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-51d215e2689d3397f9d22436129eada2"><br></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-18462143370e0492987e831de7f5e2b2">Começa hoje o <strong><a href="https://congressoanipb.uc.pt/index.php?module=sec&amp;id=1125&amp;f=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Congresso Nacional em Prefabricação de Betão – ANIPB 2025</a></strong> que está a decorrer em Coimbra até amanhã, dia 17 de outubro. O evento é organizado pelo Itecons e ANIPB.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-d3620b67644ba8b566bc514023af74f3">Os elementos de betão prefabricados são atualmente utilizados em muitas áreas da construção civil, nomeadamente na produção de artefactos, edifícios e obras de arte. A utilização de novos materiais, a implementação de novas tecnologias de produção, a fabricação de elementos com geometria complexa e/ou tolerâncias dimensionais muito apertadas e a adoção de práticas mais sustentáveis representam alguns dos desafios para a indústria da prefabricação que importa apresentar e discutir.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c14b355cd41ce3addafd4221963f3da4">A <strong><a href="https://nexclay.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Nexclay</a></strong> é patrocinadora do evento, sendo a argila expandida um produto amplamente utilizado na prefabricação de betão. A argila expandida Nexclay é usada na pré-fabricação com inúmeras vantagens: leveza, resistência mecânica, isolamento térmico, isolamento acústico e resistência ao fogo são algumas das propriedades dos pré-fabricados com Nexclay.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9d28af2e0c1d537d4f972589513e0eb1">Das múltiplas aplicações da argila expandida Nexclay relacionadas com betão destaca-se o fabrico de elementos de betão isolante, blocos leves e painéis pré-moldados leves. A Nexclay permite uma redução do peso destes produtos em cerca de 30%. É também aplicada nos enchimentos de betão leve, na regularização e isolamento de pisos, lajes aligeiradas, entre outras aplicações.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-349ff2e80111ca4ea1e4490d725fedf4">A argila expandida Nexclay é um agregado leve de formato esférico, com uma superfície rígida e resistente, o que a torna um produto de excelência para o sector da construção. A sua utilização permite reduzir a carga nas estruturas e contribui para uma significativa poupança de materiais.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1b8a3f62a5c938394dcf59f22e23350b">Mais informações e inscrições em: <a href="https://www.congressoanipb.uc.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">www.congressoanipb.uc.pt</a></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-93206e60ed95be1960252932155c9636"><strong>LOCAL: </strong>Itecons – Rua Pedro Hispano, s/n Pinhal de Marrocos 3030-289 Coimbra – <a href="https://maps.app.goo.gl/DyPY4yE1Ve1B3Nev9" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Ver mapa</a></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c1138f5276d8074321b68714f1b294ea"><strong>DATA:</strong>&nbsp;16 e 17 de outubro de 2025</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1dd67f530f3507cfe87463cf1bceab83"><strong>HORÁRIO:</strong>&nbsp;8h30 – 17h00</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-c07eb39323055b354de8f25c2caf0d83"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/nexclay-patrocina-congresso-nacional-em-prefabricacao-de-betao-anipb-2025/">Nexclay patrocina Congresso Nacional em Prefabricação de Betão – ANIPB 2025</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CEES 2025: “Mais do que nunca, é necessário reforçar a sustentabilidade do ambiente construído e das actividades de construção”</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/cees-2025-mais-do-que-nunca-e-necessario-reforcar-a-sustentabilidade-do-ambiente-construido-e-das-actividades-de-construcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 08:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente construído]]></category>
		<category><![CDATA[CEES]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[itecons]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=31908</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Itecons – Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade organizou, em parceria com a Universidade de Coimbra e o Politécnico de Bari, a 3ª Conferência Internacional sobre Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade, CEES 2025, que decorreu de 11 a 13 de Junho em Bari, Itália. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/cees-2025-mais-do-que-nunca-e-necessario-reforcar-a-sustentabilidade-do-ambiente-construido-e-das-actividades-de-construcao/">CEES 2025: “Mais do que nunca, é necessário reforçar a sustentabilidade do ambiente construído e das actividades de construção”</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Itecons – Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade organizou, em parceria com a Universidade de Coimbra e o Politécnico de Bari, a 3ª Conferência Internacional sobre Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade, CEES 2025, que decorreu de 11 a 13 de Junho em Bari, Itália.</strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Esta é já a 3ª edição do evento que acontece bienalmente, após a passagem por Coimbra, em 2021, e pela ilha da Madeira, em 2023. A conferência reuniu investigadores e engenheiros, entre outros intervenientes, para discutir os desafios actuais. “A nível global, enfrentamos a escassez de recursos, as alterações climáticas e uma urbanização crescente. Mais do que nunca, é necessário aumentar a sustentabilidade da construção”, referiu Nuno Simões, co-presidente da conferência, à </span><em>Edifícios e Energia</em><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Foram submetidos à conferência mais de 340 sumários, que resultaram na aceitação de 219 artigos, com mais de 600 investigadores oriundos de 28 países a envolverem-se em coautoria.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os trabalhos apresentados resultam das preocupações enfrentadas à escala global, nomeadamente as que estão relacionadas com a escassez de recursos, as alterações climáticas e o aumento da urbanização. Este aumento das preocupações “força a que o sector da construção adopte novas tecnologias, processos e materiais quer na reabilitação do ambiente construído, quer na criação de novos ambientes”, esclarece Nuno Simões. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Neste sentido, assegura que os investigadores da comunidade CEES têm contribuído para o desenvolvimento de novos materiais e tecnologias inovadoras, na realização de estudos avançados de física da construção e do desempenho energético dos edifícios, na análise dos impactes ambientais das infraestruturas construídas, na implementação dos princípios da Indústria 4.0, sem esquecer os aspectos sociais e económicos da construção e da habitação sustentável.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para além das 51 sessões paralelas, a conferência contou com um conjunto de sessões plenárias. No primeiro dia, o destaque foi para a participação do Prof. Jeffrey D. Sachs, um reconhecido professor da Universidade de Columbia que preside actualmente a Rede Internacional para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. A palestra, centrada no tema &#8220;Climate Change and Urban Strategies to Mid-Century” (“</span><span data-contrast="auto">Alterações climáticas e estratégias urbanas até meados do século”)</span><span data-contrast="auto">, enfatizou a necessidade de uma transformação profunda dos sistemas económicos e sociais, orientada pelos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Destacou a necessidade de se pôr em prática o conhecimento científico através de propostas concretas de políticas públicas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Outro dos destaques do primeiro dia foi para a vice-reitora da Universidade de Coimbra, Patrícia Pereira da Silva, que elegeu como objecto de estudo da sua palestra as próprias universidades, que se compõem por um conjunto de infraestruturas complexas e que beneficiam de adequados esquemas de governança, centrados na sustentabilidade (&#8220;Sustainable Universities: Governance, Energy, and Environmental Approaches&#8221; &#8211; </span><span data-contrast="auto">Universidades sustentáveis: governação, energia e abordagens ambientais</span><span data-contrast="auto">).</span></p>
<p><span data-contrast="auto">No segundo e terceiro dia, dois investigadores centraram-se no tema da descarbonização. O professor Romeu Vicente, da Universidade de Aveiro, com a palestra sobre &#8220;Reducing operational carbon in Buildings: Challenges for smarter design, refurbishment and operation&#8221; (</span><span data-contrast="auto">&#8220;Reduzir o carbono operacional nos edifícios: desafios para uma conceção, renovação e funcionamento mais inteligentes&#8221;)</span><span data-contrast="auto">. Já o professor Aminhossein Jahanbin, da Universidade Politécnica de Bari, aprofundou a vertente de armazenamento de energia eléctrica (&#8220;Energy Storage Vectors for Building Decarbonization” &#8211; </span><span data-contrast="auto">Vectores de armazenamento de energia para a descarbonização de edifícios</span><span data-contrast="auto">).</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para Nuno Simões, também supervisor técnico e científico do Itecons, a conferência CEES “está a tornar-se uma referência na área”. Considera que o “número significativo de participantes” que marcou presença nas três edições do congresso é algo que “motiva bastante [a equipa] a dar continuidade a este projecto. Isso revela que a comunidade científica está comprometida com o CEES e a contribuir para o seu crescimento. Orgulha-nos ter a participação de muitos colegas das principais universidades portuguesas e assumimos a responsabilidade de continuar a merecer a sua confiança”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Um dos objectivos estabelecidos pelo Itecons é a criação de redes colaborativas: “Devo destacar que vários participantes já estão a colaborar em projectos europeus ou a preparar novas candidaturas. Pretendemos continuar a fomentar a relação entre os investigadores também nesta vertente”, salientou Nuno Simões à </span><em>Edifícios e Energia</em><span data-contrast="auto">.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Com o carácter internacional da conferência já enraizado, o Itecons considera importante continuar a privilegiar a disseminação de Portugal na comunidade científica e, por essa razão, anunciou que a próxima conferência decorrerá em Aveiro, em parceria com a Universidade da cidade. “Vamos continuar a fazer tudo para que seja ainda mais forte, ainda mais relevante cientificamente e ainda mais ligada à comunidade”, concluiu.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Itecons</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/cees-2025-mais-do-que-nunca-e-necessario-reforcar-a-sustentabilidade-do-ambiente-construido-e-das-actividades-de-construcao/">CEES 2025: “Mais do que nunca, é necessário reforçar a sustentabilidade do ambiente construído e das actividades de construção”</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Congresso Nacional em Prefabricação de Betão &#8211; ANIPB 2025: Subsmissão de Resumos até 10 de Julho, 2025</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/congresso-nacional-em-prefabricacao-de-betao-anipb-2025-subsmissao-de-resumos-ate-10-de-julho-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2025 13:59:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[betão]]></category>
		<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional em Prefabricação de Betão – ANIPB 2025]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[itecons]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=31021</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional em Prefabricação de Betão – ANIPB 2025 irá decorrer em Coimbra nos dias 16 e 17 de outubro de 2025. Este evento está a ser organizado pelo Itecons e pela ANIPB. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/congresso-nacional-em-prefabricacao-de-betao-anipb-2025-subsmissao-de-resumos-ate-10-de-julho-2025/">Congresso Nacional em Prefabricação de Betão &#8211; ANIPB 2025: Subsmissão de Resumos até 10 de Julho, 2025</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-da6af3784984af259fef9c6bfcc482a8"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a313e3c452e81ff9bdcbaedd30004556">O <strong><a href="https://www.congressoanipb.uc.pt/index.php?module=sec&amp;id=1125&amp;f=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Congresso Nacional em Prefabricação de Betão – ANIPB 2025</a></strong> irá decorrer em Coimbra nos dias 16 e 17 de outubro de 2025. Este evento está a ser organizado pelo <a href="https://www.itecons.uc.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Itecons</a> e pela <a href="http://anipb.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">ANIPB</a>.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4b09ab77cfe54c51ee202b82cb0f91f0">A comissão organizadora convida-o a participar no evento. A submissão de resumos decorrerá até 10 de julho de 2025.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8b52b7a2bf300650bec2d471bfde87a6">Os elementos de betão prefabricados são atualmente utilizados em muitas áreas da construção civil, nomeadamente na produção de artefactos, edifícios e obras de arte. A prefabricação apresenta reconhecidas vantagens relacionadas nomeadamente com a rapidez de construção, o controlo de qualidade, a gestão de resíduos e a menor necessidade de mão-de-obra.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-f3b7c656bdb09ae72ae48fedd104157b"><strong>Enquadramento</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-bd8dfb8d29b8847db322e216ee1de6c5">Na presença de estruturas com elementos prefabricados interessa estudar as ligações, o seu processo de montagem, bem como antever o seu comportamento a ações estáticas e dinâmicas resultantes da sua utilização, bem como a ações geradas por eventos naturais extremos, tais como ventos fortes e sismos. Dependendo da aplicação e do tipo de elemento, importa, ainda, estudar o seu comportamento físico, nomeadamente acústico e higrotérmico.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-874aa746c93cd20815646dc5e3a33f22">O processo de controlo de qualidade revela-se muito importante para garantir a conformidade com os requisitos de projeto bem como a segurança e a durabilidade desejadas.&nbsp;A utilização de novos materiais, a implementação de novas tecnologias de produção, a fabricação de elementos com geometria complexa e/ou tolerâncias dimensionais muito apertadas e a adoção de práticas mais sustentáveis representam alguns dos desafios para a indústria da prefabricação que importa apresentar e discutir.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ef8aca17d8143472540139aaa12e3a96">Face ao exposto, considera-se de grande importância a partilha do conhecimento técnico e científico que tem vindo a ser desenvolvido na área. É neste contexto que a comissão organizadora o(a) convida a participar no Congresso Nacional em Prefabricação de Betão – ANIPB 2025, que decorrerá em Coimbra nos dias 16 e 17 de outubro de 2025.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-525e6e81a8f66897818951a3ce669649">Temas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tópicos Gerais</li>



<li>Dimensionamento e Comportamento De Estruturas Prefabricadas em Betão</li>



<li>Soluções Prefabricadas Para a Ferrovia e Rodovia</li>



<li>Soluções Prefabricadas e Modulares Para Edifícios de Habitação</li>



<li>Inovação No Processo Industrial da Prefabricação em Betão</li>



<li>Sustentabilidade na Construção Prefabricada</li>
</ul>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1aebed9237fa2bba9b40acce073f9271"><strong>Inscrições</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-80f7cd39b88bc2689129da683b126095">Os participantes que pretendam participar no Congresso Nacional em Prefabricação de Betão – ANIPB 2025 deverão formalizar o seu pedido de inscrição através do preenchimento do Formulário de Inscrição em <strong><a href="https://webchairing.itecons.pt/anipb2025" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">webchairing.itecons.pt/anipb2025</a>.</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-100e593a4d4a63ebf8f589e367937508">Instruções detalhadas podem ser encontradas na secção <strong><a href="https://itecons.us18.list-manage.com/track/click?u=bc46977c6d2332ab162ea830e&amp;id=240b272866&amp;e=7679f45012" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">SUBMISSÃO DE RESUMOS</a></strong> do site do evento. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2d334f598b38fe3d2174199efe2ce89b">Mais informações através de <a href="mailto:congressoANIPB@itecons.uc.pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">congressoANIPB@itecons.uc.pt</a>.</p>



<p></p>



<div style="height:70px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</strong></em><br><em><strong>Fonte: Press Release</strong></em></p>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/congresso-nacional-em-prefabricacao-de-betao-anipb-2025-subsmissao-de-resumos-ate-10-de-julho-2025/">Congresso Nacional em Prefabricação de Betão &#8211; ANIPB 2025: Subsmissão de Resumos até 10 de Julho, 2025</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Certificação Energética de Edifícios: Webinars Itecons &#124; Ferramentas de Cálculo</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/certificacao-energetica-de-edificios-webinars-itecons-ferramentas-de-calculo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Certificado Energético]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho energético]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[itecons]]></category>
		<category><![CDATA[Webinars]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=30981</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Itecons - Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade, vai realizar dois Webinars nos próximos dias 23 e 30 de abril. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/certificacao-energetica-de-edificios-webinars-itecons-ferramentas-de-calculo/">Certificação Energética de Edifícios: Webinars Itecons | Ferramentas de Cálculo</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-da6af3784984af259fef9c6bfcc482a8"></p>



<div style="height:70px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5555fac41b8a9ddc543f19a7dbad7904">O <strong><a href="https://www.itecons.uc.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Itecons &#8211; Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade</a></strong>, vai realizar dois <em>Webinars</em> nos próximos dias 23 e 30 de abril.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2f660f342c45ecba950138a3661fcab2">Nestas sessões pretende-se fazer a apresentação das Ferramentas de Cálculo de aplicação do Decreto-Lei n.º 101-D/2020 de 7 de dezembro disponibilizadas para edifícios de habitação e para edifícios de comércio e serviços (cálculo monozona), onde pode ser preenchida toda a informação necessária à emissão do Certificado Energético (CE) com vista à importação da maioria dos campos necessários no portal da ADENE através da utilização da Plataforma de Criação e Gestão de XML desenvolvida pela Flor-de-Utopia. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-dac0c2bbda1cc3f1ff1f9a21c885a4af">Estas ferramentas estão disponíveis para download a partir da plataforma <a href="http://www.itecons.uc.pt/p3e">P3E</a>.<br>A criação do xml é possível através da Plataforma de Criação e Gestão de XML, disponível em <strong><a href="https://itecons.us18.list-manage.com/track/click?u=bc46977c6d2332ab162ea830e&amp;id=d1cea2484e&amp;e=7679f45012" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">www.flordeutopia.pt/xmlsce</a></strong>.<br></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a2e79343a104ef7c6a01b80b59a17b1b"><strong><a href="https://www.itecons.uc.pt/services/events/34" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">PLATAFORMA XMLSCE E FERRAMENTA DE CÁLCULO &#8211; HABITAÇÃO</a></strong></p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:31% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="640" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/04/Eventos_Ferramentas_HAB-1.jpg" alt="" class="wp-image-30991 size-full" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/04/Eventos_Ferramentas_HAB-1.jpg 640w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/04/Eventos_Ferramentas_HAB-1-300x300.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/04/Eventos_Ferramentas_HAB-1-150x150.jpg 150w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/04/Eventos_Ferramentas_HAB-1-610x610.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/04/Eventos_Ferramentas_HAB-1-440x440.jpg 440w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong>Local</strong>: Online<br><strong>Data de início</strong>: 23/04/2025<br><strong>Data de fim</strong>: 23/04/2025</p>
</div></div>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6243fa1383ac354604251380a160794c"><br>A emissão de um Certificado Energético (CE) de Edifícios Habitação implica, após efetuada toda a caracterização e cálculos necessários à determinação da classe de desempenho energético, o preenchimento de um vasto conjunto de elementos adicionais, e transcrição de dados da ferramenta de cálculo utilizada, no portal da ADENE.<br><br><strong>DESTINATÁRIOS:</strong><br>Peritos Qualificados do SCE, de Categoria I, candidatos a Peritos Qualificados do SCE, Categoria I e todos os técnicos que pretendam aplicar o Decreto-Lei n.º 101-D/2020 a edifícios do tipo habitação com recurso às Folhas de Cálculo do Itecons.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-76eec6497077932ef1f534e448734c4d"><br><strong><a href="https://www.itecons.uc.pt/services/events/33" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">PLATAFORMA XMLSCE E FERRAMENTA DE CÁLCULO DINÂMICO SIMPLIFICADO MONOZONA &#8211; COMÉRCIO E SERVIÇOS</a></strong></p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:31% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="640" height="640" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/04/Eventos_Ferramentas_CS.jpg" alt="" class="wp-image-30992 size-full" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/04/Eventos_Ferramentas_CS.jpg 640w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/04/Eventos_Ferramentas_CS-300x300.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/04/Eventos_Ferramentas_CS-150x150.jpg 150w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/04/Eventos_Ferramentas_CS-610x610.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/04/Eventos_Ferramentas_CS-440x440.jpg 440w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong>Local</strong>: Online<br><strong>Data de início</strong>: 30/04/2025<br><strong>Data de fim</strong>: 30/04/2025</p>
</div></div>



<p></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9f92b97707481281bc5b00e2eef6698e">A emissão de um Certificado Energético (CE) de Edifícios implica, após efetuada toda a caracterização e cálculos necessários à determinação da classe de desempenho energético, o preenchimento de um vasto conjunto de elementos adicionais, e transcrição de dados da ferramenta de cálculo utilizada, no portal da ADENE. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9f42444b5fb58167b3795f50aed5df9d"><strong>DESTINATÁRIOS</strong>:<br>Peritos Qualificados do SCE, de Categoria I e II, candidatos a Peritos Qualificados do SCE, Categorias I e II e todos os técnicos que pretendam aplicar o Decreto-Lei n.º 101-D/2020 com recurso ao cálculo dinâmico simplificado utilizando as Folhas de Cálculo do Itecons.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1fdc991120cfc1fd5fa3ea3e03d8a6fe"><br>Mais informações em <strong><a href="https://www.itecons.uc.pt/services/events" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Eventos Itecons</a></strong>.</p>



<p></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</strong></em><br><em><strong>Fonte: Press Release</strong></em></p>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/certificacao-energetica-de-edificios-webinars-itecons-ferramentas-de-calculo/">Certificação Energética de Edifícios: Webinars Itecons | Ferramentas de Cálculo</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>APAL assume nova missão para um alumínio sustentável e inclusivo</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/apal-assum-nova-missao-para-um-aluminio-sustentavel-e-inclusivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ADENE]]></category>
		<category><![CDATA[apal]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Portuguesa do Alumínio]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[economia circular]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de género]]></category>
		<category><![CDATA[itecons]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Parceiros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=30593</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa do Alumínio (APAL) entra numa nova fase da sua história com uma missão renovada: impulsionar a modernização do setor, colocando a sustentabilidade, a inovação e a igualdade no centro da transformação industrial. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/apal-assum-nova-missao-para-um-aluminio-sustentavel-e-inclusivo/">APAL assume nova missão para um alumínio sustentável e inclusivo</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-05c0fbdf195b4fcae8b92f20beede880"><strong>Descarbonização, igualdade de género e inovação colocam a APAL na linha da frente da modernização da indústria</strong></p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-31ef8a46bf82daa30dab4b6adf99fd54"></p>



<div style="height:70px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-370cb673cc9a8cb0bbb577e1653470f2">A <strong><a href="https://apal.pt/home/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Associação Portuguesa do Alumínio (APAL)</a></strong> entra numa nova fase da sua história com uma missão renovada: impulsionar a modernização do setor, colocando a sustentabilidade, a inovação e a igualdade no centro da transformação industrial.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-b57925b868784a8c98eae3cbb28247e3">Pela primeira vez, a <strong>APAL</strong> assume um papel ativo na definição de um futuro mais sustentável para o alumínio em Portugal. Com um compromisso reforçado com a descarbonização e a economia circular, a associação quer ser um motor de mudança, promovendo a adaptação das empresas às novas exigências ambientais e sociais. A transição energética, a aposta em energias renováveis e a redução da pegada ecológica são agora prioridades no setor.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-756794d28b6ece172a101e441533ccef">Neste novo ciclo, a <strong>APAL</strong> lança o <strong><a href="https://apal.pt/home/parceiros-apal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Projeto Parceiros</a></strong>, um programa estratégico que fortalece o setor através de colaborações institucionais. As primeiras parcerias são com a ADENE – Agência para a Energia e o Itecons – Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade. Estas colaborações vão permitir capacitar as empresas com conhecimento técnico atualizado, apoiar a transição para práticas mais sustentáveis e alinhar a indústria com as metas nacionais e europeias de descarbonização e eficiência energética.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-143ebb1737e8e463fb3e5eac93892aee">A <strong>APAL</strong> assume ainda o compromisso de reforçar a igualdade de género e a diversidade na indústria, criando condições para um setor mais equilibrado e atrativo para as novas gerações.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-367fbd6129ff7a875f8d3b7611c63363">Este é um novo capítulo para a <strong>APAL</strong>, que pretende abrir caminho para um alumínio mais responsável, moderno e alinhado com as exigências da economia do futuro.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ac00cf961d1ea846fe5a532228b76c6"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</strong></em></p>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/apal-assum-nova-missao-para-um-aluminio-sustentavel-e-inclusivo/">APAL assume nova missão para um alumínio sustentável e inclusivo</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reflexão sobre o sistema de etiquetagem de janelas</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/reflexao-sobre-o-sistema-de-etiquetagem-de-janelas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 09:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[ADENE]]></category>
		<category><![CDATA[CERIS]]></category>
		<category><![CDATA[classificação energética]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho energético]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho térmico]]></category>
		<category><![CDATA[edifício]]></category>
		<category><![CDATA[etiquetagem]]></category>
		<category><![CDATA[itecons]]></category>
		<category><![CDATA[janelas eficientes]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=29875</guid>

					<description><![CDATA[<p>As janelas representam um dos elementos da envolvente com pior desempenho térmico, sendo responsáveis por 20 % a 60 % das perdas de energia nos edifícios, dependendo da idade, tipologia e tamanho dos mesmos. Valores elevados do coeficiente de transmissão térmica (Uw) são responsáveis por um maior consumo de energia para aquecimento, enquanto valores elevados do fator solar do vidro (g) conduzem a maiores necessidades de energia para arrefecimento. Um maior desempenho energético das janelas depende, assim, da correta combinação entre ambos os fatores.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/reflexao-sobre-o-sistema-de-etiquetagem-de-janelas/">Reflexão sobre o sistema de etiquetagem de janelas</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=156" target="_blank" rel="noopener">edição nº 156 da Edifícios e Energia</a> (Novembro/Dezembro 2024).</em></p>
<p><strong>Autores: </strong>Nuno Simões [a,b], Joana Prata [b,c], Rita Garcia [b,c], Paulo Santos [d], Bruna Morais [d]</p>
<p>[a] Universidade de Coimbra, CERIS, Departamento de Engenharia Civil</p>
<p>[b] Itecons</p>
<p>[c] Universidade de Coimbra, CERIS</p>
<p>[d] ADENE – Agência para a Energia</p>
<p>O setor da construção é responsável por 40 % do consumo de energia na União Europeia (UE) e 36 % das emissões de gases com efeito de estufa (Comissão Europeia, 2020), o que conduziu à necessidade de criar planos europeus que contribuam para a redução destes valores. A proposta de revisão da Diretiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) visa reduzir progressivamente as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) e o consumo de energia no setor da construção da UE, de forma a alcançar o objetivo de um impacto neutro no clima em 2050. Com este objetivo, surge a necessidade de transitar para níveis mais exigentes de desempenho nos edifícios, nomeadamente edifícios com necessidades energéticas quase nulas (nZEB) e edifícios com zero emissões de carbono (ZEB) (Parlamento Europeu, 2023). A escolha de soluções construtivas com maior desempenho térmico para a envolvente dos edifícios torna-se, assim, fundamental (Nair et al., 2022).</p>
<p>As janelas representam um dos elementos da envolvente com pior desempenho térmico, sendo responsáveis por 20 % a 60 % das perdas de energia nos edifícios, dependendo da idade, tipologia e tamanho dos mesmos (Moghaddam et al., 2023). Valores elevados do coeficiente de transmissão térmica (Uw) são responsáveis por um maior consumo de energia para aquecimento, enquanto valores elevados do fator solar do vidro (g) conduzem a maiores necessidades de energia para arrefecimento. Um maior desempenho energético das janelas depende, assim, da correta combinação entre ambos os fatores (Moghaddam et al., 2023; Wu e Skye, 2021; Gasparella et al., 2010).</p>
<p>A escolha de janelas com elevado desempenho energético constitui uma atual oportunidade de melhoria, quer para edifícios novos, quer para projetos de renovação de edifícios existentes (Karlsson e Roos, 2003), uma vez que contribuirá para a redução do consumo de energia nos edifícios, diminuindo as necessidades de aquecimento e arrefecimento, ao mesmo tempo que favorecem a iluminação e ventilação natural. No entanto, a escolha de janelas energeticamente mais eficientes requer a existência de informação sobre o seu desempenho que seja clara e comparável, permitindo aos projetistas e consumidores finais tomar decisões adequadas na escolha do produto. Um sistema de classificação energética, à semelhança do utilizado nos eletrodomésticos e sistemas de iluminação, permite não só fornecer informação clara e precisa sobre o desempenho da janela, como contribui para a melhoria da qualidade dos produtos existentes no mercado (Trząski e Rucińska, 2015).</p>
<p>Para facilitar a escolha de janelas mais eficientes, a ADENE – Agência para a Energia criou o sistema de etiquetagem energética CLASSE+, que tem como base a metodologia de cálculo descrita por Simões et al. (2012), desenvolvida pelo Itecons, de acordo com os pressupostos indicados na norma ISO 18292:2011. De acordo com a metodologia desenvolvida para o CLASSE+, a classe energética das janelas depende de diferentes fatores, nomeadamente o coeficiente de transmissão térmica da janela, o fator solar do vidro e a classe de permeabilidade ao ar da janela, fatores estes que condicionam fortemente o desempenho térmico da envolvente dos edifícios. Por este motivo, considera-se que a classificação energética de janelas constitui uma ferramenta importante na escolha de soluções eficientes para a construção e reabilitação de edifícios com vista à melhoria do seu desempenho energético. No entanto, não existem estudos que quantifiquem o impacto das diferentes classes de janelas no desempenho energético e na classe energética de edifícios.</p>
<p>O presente estudo teve assim como objetivo avaliar o impacto que a substituição de janelas existentes por janelas com classes energéticas superiores tem no desempenho térmico e energético de um edifício de habitação unifamiliar existente. Numa fase inicial do estudo, fez-se uma análise de todas as etiquetas emitidas no âmbito do sistema CLASSE+, de forma a verificar como se relacionam as atuais escalas de classificação energética com as diferentes tipologias de janelas e respetivos parâmetros térmicos. Com base nos resultados obtidos, apresenta-se, por fim, uma reflexão sobre a importância de uma atualização dos atuais níveis de classificação energética das janelas e da incorporação de parâmetros adicionais na etiqueta relacionados com segurança, sustentabilidade e o alinhamento com a taxonomia europeia.</p>
<h4>ANÁLISE DE DADOS DE DESEMPENHO ENERGÉTICO DE JANELAS</h4>
<p>A presente secção inclui os principais resultados da análise dos dados do sistema nacional de etiquetagem energética de janelas CLASSE+. Os dados analisados foram disponibilizados pela ADENE e referem-se a todas as etiquetas emitidas pelo sistema CLASSE+ até setembro de 2023.</p>
<p><strong>Análise de dados do sistema CLASSE+</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignright wp-image-29879 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091637.png" alt="" width="375" height="354" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091637.png 867w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091637-300x283.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091637-768x725.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091637-610x576.png 610w" sizes="(max-width: 375px) 100vw, 375px" /></p>
<p>De acordo com os dados fornecidos pela ADENE, foram emitidas mais de 490 mil etiquetas desde a implementação do sistema nacional de etiquetagem de janelas CLASSE+. De todas as etiquetas emitidas, 91,4 % são classe A+, 6,8 % são classe A e 1,6 % são classe B. As classes C, D, E e F representam apenas 0,2 % das janelas etiquetadas. Verificou-se ainda que 95,9 % das janelas etiquetadas têm classe de permeabilidade ao ar 4, 3,9 % têm classe de permeabilidade ao ar 3 e os restantes 0,2 % têm classe de permeabilidade ao ar 1 ou 2. Registe-se que o sistema é de regime voluntário, compreendendo-se que as empresas procedam sobretudo à etiquetagem dos seus melhores produtos.</p>
<p>A Figura 1 apresenta, para diferentes intervalos de coeficiente de transmissão térmica, Uw, a percentagem de etiquetas referentes a cada uma das classes energéticas. É possível verificar que cerca de 40 % das janelas com etiqueta classe A+ têm valor de Uw igual ou superior a 1,4 e inferior a 1,6 W/m2.°C, o que corresponde a cerca de 182 mil janelas etiquetadas. Outras 25 % têm Uw entre 1,2 e 1,4 W/m2.°C e apenas 1,0 % das janelas com a mesma classe têm Uw entre 1,8 e 2,0 W/m2.ºC. Relativamente às janelas com classe A, verifica-se que 29 % têm um valor de Uw entre 1,6 e 1,8 W/m2.ºC e 27 % têm entre 1,8 e 2,0 W/m2.°C. Note-se ainda que, de acordo com o gráfico, 25 % das janelas com classe E têm Uw entre 1,2 e 1,4 W/m2.°C, o que corresponde a 12 etiquetas emitidas, tendo estas um fator solar do vidro e uma classe de permeabilidade ao ar baixos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29880 alignleft" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091653.png" alt="" width="341" height="316" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091653.png 804w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091653-300x278.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091653-768x711.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091653-610x564.png 610w" sizes="(max-width: 341px) 100vw, 341px" /></p>
<p>A Figura 2 apresenta, para diferentes intervalos de fator solar do vidro (g), a percentagem de etiquetas referentes a cada uma das classes energéticas. É possível verificar que a maior parte das janelas etiquetadas têm um valor de g igual ou superior a 0,4 e inferior a 0,7. 40 % das janelas apresentam um valor de g entre 0,4 e 0,5, o que corresponde a cerca de 194 mil janelas etiquetadas. 37 % (cerca de 179,6 mil janelas) têm valor de g entre 0,6 e 0,7 e outras 11 % têm entre 0,5 e 0,6. Das janelas com g entre 0,4 e 0,7, cerca de 82 % têm classe A+ e 4 % têm classe A.</p>
<p>De acordo com os dados do CLASSE+, verificou-se ainda que a maior parte das janelas etiquetadas com classe energética A+, A e B têm caixilharia em PVC. O número de janelas etiquetadas com caixilharia em PVC ultrapassa os 450 mil, seguindo-se a caixilharia em alumínio com corte térmico, com cerca de 33 mil janelas etiquetadas. Os restantes tipos de caixilharia correspondem a menos de 1 % das janelas etiquetadas no âmbito do sistema CLASSE+.</p>
<h4><strong>IMPACTO DA CLASSE ENERGÉTICA DAS JANELAS NO DESEMPENHO TÉRMICO E ENERGÉTICO DE UM EDIFÍCIO</strong></h4>
<p>No presente estudo avaliou-se o impacto da substituição de janelas existentes por janelas com classes energéticas superiores no desempenho térmico e energético de um edifício de habitação unifamiliar existente. Para isso, determinara-se as perdas de calor através da envolvente do edifício, bem como as necessidades nominais anuais de energia útil e primária, considerando diferentes classes energéticas para as janelas. De modo a avaliar o impacto da substituição das janelas no edifício juntamente com outras medidas de melhoria de comportamento térmico da envolvente, fez-se a análise considerando diferentes soluções de isolamento para a envolvente exterior opaca vertical e diferentes zonas climáticas de inverno e de verão: I1, V3 (Évora); I2, V2 (Coimbra); I3, V2 (Bragança). A metodologia de cálculo utilizada foi a preconizada no Decreto-Lei n.º 101-D/2020, de 7 de dezembro.</p>
<p><strong>Caso de estudo</strong></p>
<p><figure id="attachment_29887" aria-describedby="caption-attachment-29887" style="width: 353px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29887 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Figura3-1-1024x455.jpg" alt="" width="353" height="157" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Figura3-1-1024x455.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Figura3-1-300x133.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Figura3-1-768x341.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Figura3-1-1536x682.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Figura3-1-2048x909.jpg 2048w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Figura3-1-610x271.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Figura3-1-1080x480.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Figura3-1-scaled.jpg 1200w" sizes="(max-width: 353px) 100vw, 353px" /><figcaption id="caption-attachment-29887" class="wp-caption-text">Figura 3: Caso de estudo – Edifício de habitação unifamiliar existente.</figcaption></figure></p>
<p>O caso de estudo corresponde a um edifício de habitação unifamiliar existente (Figura 3) de tipologia T4, com uma área útil de pavimento de 315 metros quadrados, classe de inércia térmica média, e fachadas orientadas a nordeste (NE), sudeste (SE), sudoeste (SO) e norte (NO). Para climatização de todos os espaços principais e zonas de circulação, está instalado um sistema de bomba de calor ar-ar com um SCOP de 4,0 e um SEER de 6,4.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-29881 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091729.png" alt="" width="362" height="331" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091729.png 886w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091729-300x275.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091729-768x704.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091729-610x559.png 610w" sizes="(max-width: 362px) 100vw, 362px" /></p>
<p>No estudo realizado consideraram-se diferentes soluções de isolamento para a envolvente exterior opaca vertical (paredes exteriores e pontes térmicas planas): paredes sem isolamento térmico; paredes com ETICS com 4 cm de EPS; paredes com ETICS com 8 cm de EPS. Na Tabela 1 são apresentados os valores dos respetivos coeficientes de transmissão térmica (U), calculado com base nos materiais que constituem as soluções construtivas da envolvente do edifício e respetivas propriedades térmicas, retiradas da publicação do LNEC ITE50 – Coeficientes de Transmissão Térmica de Elementos da Envolvente dos Edifícios.</p>
<p>Para a envolvente envidraçada, consideraram-se diferentes cenários (ver Tabela 2) com diferentes valores de Uw, de forma a avaliar o impacto da aplicação de janelas com as seguintes classes energéticas: D, C, B, A e A+. O objetivo é verificar qual o impacto da substituição de janelas com classe D por outras com classe energética superior. Considerou-se uma classe de permeabilidade ao ar 4 e um fator solar do vidro de 0,5 em todos os cenários.</p>
<h4><strong>RESULTADOS</strong></h4>
<p>Na Figura 4 são apresentadas as perdas de calor pelos vãos envidraçados (em W/°C), considerando cada uma das classes energéticas das janelas e as três soluções de isolamento térmico analisadas. Os gráficos permitem verificar que, ao substituirmos janelas de classe D por janelas de classe A+ ou A, as perdas de calor através dos vãos envidraçados reduzem para menos de metade, qualquer que seja o cenário considerado. O mesmo acontece quando substituímos janelas com classe C por janelas com classe A+.</p>
<p>A Figura 5 apresenta o peso dos vãos envidraçados nas perdas de calor pela envolvente exterior do edifício (em %), considerando as diferentes soluções para as janelas e envolvente opaca. É possível verificar que, quanto melhor a classe energética das janelas, menor o peso dos vãos envidraçados nas perdas de calor pela envolvente exterior do edifício. Ao substituirmos janelas de classe D por janelas de classe A+, o peso dos vãos envidraçados diminui mais de 40 %, podendo esta redução chegar acima dos 50 % em envolventes sem isolamento térmico. No caso de, na envolvente do edifício, ter sido instalado o sistema ETICS constituído por 8 cm de EPS e as janelas serem Classe D, 52 % das perdas totais de calor pela envolvente exterior do edifício ocorrem pelos vãos envidraçados. Neste caso, se as janelas forem substituídas por janelas com classe A+, esta percentagem reduz para 27 %.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29882 alignright" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091757.png" alt="" width="235" height="229" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091757.png 832w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091757-300x292.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091757-768x749.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091757-610x595.png 610w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></p>
<p>Os gráficos da Figura 6 mostram a variação das necessidades nominais anuais de energia útil para aquecimento (Nic) e para arrefecimento (Nvc) com a classe energética das janelas para as diferentes zonas climáticas consideradas (I3, V2 (Bragança); I2, V2 (Coimbra); e I1, V3 (Évora), respetivamente) e tendo em conta as diferentes soluções de isolamento térmico. Os resultados obtidos permitem verificar que, ao substituirmos janelas de classe D por janelas de classe superior, reduzimos substancialmente o valor do Nic do edifício, podendo essa redução atingir os 48 % numa envolvente fortemente isolada e 38 % numa envolvente sem isolamento térmico. Por outro lado, com janelas com classe superior, obtiveram-se valores de Nvcmais altos, podendo esse aumento chegar aos 44 % em zonas climáticas V2, mas sendo, no entanto, muito reduzido em zonas climáticas V3 (apenas cerca de 5 % superior).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29883 alignleft" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091807.png" alt="" width="263" height="223" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091807.png 853w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091807-300x255.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091807-768x652.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091807-610x518.png 610w" sizes="(max-width: 263px) 100vw, 263px" /></p>
<p>A Figura 7 mostra a variação da relação entre as necessidades nominais anuais de energia primária e as necessidades de energia primária de referência (Ntc/Nt), com a classe energética das janelas, para as diferentes soluções de isolamento térmico consideradas (sem isolamento térmico; ETICS com 4cm de EPS e ETICS com 8cm de EPS). Nas figuras estão ainda representados os limites máximos das classes energéticas dos edifícios, de forma a ser possível identificar a classe energética obtida para o edifício em cada um dos cenários analisados.</p>
<p>Os gráficos anteriores mostram que o impacto da classe energética das janelas no edifício depende muito da localização do edifício, mas também do tipo de envolvente. No edifício em análise conclui-se que a substituição de janelas classe A por classe A+ não alterou a classe energética do edifício, devido à amplitude da classe. Numa envolvente fortemente isolada, janelas com classe energética igual ou superior a B são suficientes para garantir uma classe energética do edifício de B, qualquer que seja a localização do mesmo. Note-se que esta foi a classe máxima obtida na análise realizada para o edifício definido como caso de estudo. Considerando uma envolvente exterior vertical opaca sem isolamento térmico e uma zona climática com invernos mais rigorosos (I3), ao substituirmos janelas com classe energética C por janelas com classe B ou superior, é possível aumentar a classe energética do edifício de C para B-.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-29884 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091853.png" alt="" width="742" height="740" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091853.png 907w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091853-300x300.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091853-150x150.png 150w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091853-768x765.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091853-610x608.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091853-440x440.png 440w" sizes="(max-width: 742px) 100vw, 742px" /></p>
<h4><strong>REFLEXÃO SOBRE A POSSÍVEL EVOLUÇÃO DO SISTEMA DE ETIQUETAGEM DE JANELAS EM PORTUGAL</strong></h4>
<p><strong>Atualização da atual escala de classificação energética</strong></p>
<p>De acordo com o atual sistema CLASSE+ para etiquetagem energética de produtos de construção, existem 7 classes energéticas que variam entre a classe A+ (produto mais eficiente energeticamente) e a classe F (produto menos eficiente energeticamente). No caso das janelas, essa classificação depende das necessidades totais mensais de energia para climatização de um compartimento de referência servido pela janela a etiquetar (Simões et al., 2012).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-29885 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091917.png" alt="" width="302" height="546" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091917.png 444w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091917-166x300.png 166w" sizes="(max-width: 302px) 100vw, 302px" /></p>
<p>Da análise aos dados CLASSE+, verificou-se que, do total de etiquetas emitidas para as janelas, 91,5 % são classe A+. Também se concluiu que cerca de 96 % das janelas etiquetadas têm classe 4 de permeabilidade ao ar e os restantes 4 % classe 3. Por fim, verificou-se que a maior parte das janelas etiquetadas apresenta um valor de coeficiente de transmissão térmica (Uw) entre 1,2 e 1,8 W/m2.°C, sendo que 40 % das janelas com classe A+ tem um valor de Uw entre 1,4 e 1,6 W/m2.°C e que 40 % do total de janelas etiquetadas tem um valor de g entre 0,4 e 0,5 e 37 % tem um valor de g entre 0,6 e 0,7.</p>
<p>Na análise feita foi possível verificar que, para classes de permeabilidade ao ar 3 e 4, a classe energética A+ é aplicável a um grande grupo de janelas com valores de Uw que podem ir até 2 W/m2.°C, dependendo do valor do fator solar do vidro. Janelas com classe 4 de permeabilidade ao ar e valor de Uw inferior ou igual a 1,4 W/m2.°C apresentam classe energética A+, qualquer que seja o valor do fator solar do vidro. Nas duas classes de permeabilidade ao ar, a gama de valores de Uw e g que permite obter uma classe energética de A+ é muito superior quando comparada com a gama de valores que conduz a uma classe energética A. No caso de janelas com classe 4 de permeabilidade ao ar, essa diferença é ainda maior. Note-se que, de acordo com a análise dos dados CLASSE+, a classe 4 corresponde à classe de permeabilidade ao ar com um maior número de etiquetas emitido.</p>
<p>Face ao exposto, conclui-se que existe uma oportunidade de evolução no que se refere às exigências para obtenção de uma classe energética A+, beneficiando assim janelas com melhor desempenho térmico. A alteração dos critérios deve ter em conta a realidade do mercado nacional e as atuais exigências regulamentares referentes às janelas em Portugal. Note-se que os atuais critérios europeus para as janelas, referidos na Taxonomia Europeia e noutras certificações europeias como a Passivhaus e a Minergie, estabelecem valores de Uw muito baixos, que não traduzem as necessidades dos edifícios em climas da Europa Mediterrânea. Por exemplo, a Taxonomia Europeia refere como critério para o coeficiente de transmissão térmica da janela um valor de Uw inferior ou igual a 1,0 W/m2.°C. No entanto, considera-se que o cumprimento deste critério é uma informação relevante e que deve ser indicado na etiqueta.</p>
<p><strong>Novos parâmetros e informação a disponibilizar através da etiqueta</strong></p>
<p>A atual etiqueta energética, para além da classe energética da janela, contém informação sobre o nível de conforto no verão e no inverno, coeficiente de transmissão térmica da janela, Uw, fator solar e transmissão luminosa do vidro, classe de permeabilidade ao ar e atenuação acústica. No entanto, considera-se importante introduzir mais informação no que se refere à segurança e à sustentabilidade, bem como ao cumprimento de critérios de desempenho térmico mais exigentes, tal como o da Taxonomia Europeia. A Tabela 3 apresenta os parâmetros que se considera importante incluir na nova etiqueta energética.</p>
<h4><strong>CUMPRIMENTO DOS REQUISITOS DA TAXONOMIA EUROPEIA</strong></h4>
<p>O regulamento da Taxonomia, aprovado pela União Europeia (UE) em junho de 2020, pretende determinar quais as atividades que podem ser consideradas sustentáveis, com base num sistema de classificação comum em toda a UE. O regulamento aponta seis objetivos ambientais e estipula que uma atividade pode ser considerada ambientalmente sustentável se contribuir para um desses objetivos sem prejudicar significativamente os outros. Para isso, foram definidos critérios referentes a diferentes atividades económicas. Relativamente às janelas, o critério estabelecido consiste em fabricar sistemas com elevada eficiência energética, devendo o coeficiente de transmissão térmica Uw ser inferior ou igual a 1,0 W/m2.°C, de forma a contribuir substancialmente para a mitigação das alterações climáticas. Apesar deste requisito ser demasiado exigente para a zona climática da Europa Mediterrânea, e que não deve, por isso, definir a classe energética da janela, considera-se que os sistemas que cumprem este critério devem ser valorizados na etiqueta.</p>
<p><strong>Resistência ao vento</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29886 alignleft" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091944.png" alt="" width="359" height="262" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091944.png 894w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091944-300x219.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091944-768x562.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-ecra-2025-02-17-091944-610x446.png 610w" sizes="(max-width: 359px) 100vw, 359px" /></p>
<p>No que se refere à segurança, apesar de não determinar o desempenho energético de uma janela, a resistência ao vento constitui uma característica técnica de segurança muito importante a ter em conta na escolha do sistema que se pretende instalar, até por se relacionar com os mais frequentes eventos extremos. A resistência ao vento traduz os níveis de deformação da janela quando sujeita à ação do vento e depende fortemente do tipo de perfis de caixilharia e respetivo material e da resistência das ferragens, cuja seleção deve ter em conta o tipo de aberturas das janelas. No caso da resistência ao vento, o grafismo poderá ser baseado numa escala de desempenho final, que varie desde a opção menos resistente à mais resistente. Esta escala poderá ter em conta a resistência global da janela, ou seja, a sua classificação em relação à pressão de vento suportada e a sua classificação em relação à flecha relativa frontal.</p>
<p><strong>Sustentabilidade (parâmetros ambientais/circularidade)</strong></p>
<p>A atual etiqueta não inclui parâmetros que permitam distinguir as etiquetas com base no seu desempenho ambiental. Na reflexão realizada avaliou-se a possibilidade de adicionar à etiqueta novos parâmetros ambientais e de circularidade, de caráter voluntário. Identificaram-se parâmetros ambientais e de circularidade que traduzem os aspetos mais amplamente considerados na avaliação ambiental de janelas: carbono incorporado, energia incorporada e a taxa de entrada reciclada, calculados com base na metodologia de ACV (ISO 14040). A seleção dos mesmos teve em conta os seguintes critérios:</p>
<p>1. Comparabilidade: os parâmetros devem ser calculados com base numa metodologia de cálculo normalizada, que permita a comparação dos resultados;</p>
<p>2. Informação verificada por terceira parte: a informação de base para o cálculo do parâmetro deve ter sido verificada por uma terceira parte independente;</p>
<p>3. Informação pública: a informação de base para o cálculo do parâmetro deve ser, sempre que possível, pública;</p>
<p>4. Consideração do ciclo de vida: o parâmetro deve refletir o impacto associado ao ciclo de vida da janela, de modo a evitar a transferência de impactos entre fases do ciclo de vida, de acordo com as práticas de avaliação da sustentabilidade ambiental de produtos preconizadas internacionalmente.</p>
<p>Nesse sentido, propõe-se que o referencial para a obtenção da informação ambiental a reportar no âmbito da etiqueta CLASSE+ sejam Declarações Ambientais de Produto (DAP) das janelas, verificadas por uma terceira parte independente. As DAP são ferramentas voluntárias de comunicação do desempenho ambiental de um produto ao longo do seu ciclo de vida, nas quais é apresentada informação ambiental quantificada e fidedigna, baseada na metodologia de avaliação de ciclo de vida (ACV), de acordo com os seguintes referenciais normativos: ISO 14025; ISO 21930; EN 15804; e EN 15942.</p>
<h4><strong>CONCLUSÕES</strong></h4>
<p>No presente estudo foram apresentados os principais resultados da análise dos dados CLASSE+, bem como um estudo do impacto da classe energética das janelas no desempenho térmico e energético de um edifício. Com base nestes resultados, fez-se uma reflexão sobre uma possível atualização da escala de classificação energética e sobre a possibilidade de incluir novos parâmetros na etiqueta, de forma a introduzir informação relacionada com a segurança e sustentabilidade da janela, bem como com o cumprimento dos atuais critérios da Taxonomia Europeia.</p>
<p>Os resultados obtidos no estudo realizado permitem ainda concluir que o impacto da classe energética das janelas no desempenho energético de um edifício a reabilitar vai depender de vários fatores, nomeadamente da localização do mesmo, da solução de isolamento térmico da envolvente opaca, entre outros. As particularidades de cada edifício podem, assim, ter como melhor opção janelas com classe energética elevada, mas não obrigatoriamente a classe A+. Face ao exposto, e como a etiqueta tem sido utilizada em contexto de financiamento para a implementação de medidas de melhoria da eficiência energética em edifícios existentes, considera-se que, tendo por base os resultados do estudo realizado e as atuais exigências do Decreto-Lei n.º 101-D/2020, não deve ser dado financiamento exclusivamente às janelas com classe A+ ou com classe A e A+, mas sim às janelas com etiqueta energética CLASSE+ e que estejam a cumprir os requisitos regulamentares.</p>
<h4><strong>AGRADECIMENTOS</strong></h4>
<p>Os autores agradecem o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia através do financiamento UIDB/04625/2020 da unidade de investigação CERIS (DOI: 10.54499/UIDB/04625/2020). Este artigo foi selecionado de entre os melhores apresentados na área da “Física das Construções e edifícios saudáveis” ao 5º Congresso Luso-Brasileiro de Materiais de Construção Sustentáveis (CLBMCS 2024) e Congresso Construção 2024, que terá lugar no Instituto Superior Técnico, em Lisboa, de 6 a 8 de novembro de 2024 (https://www.clbmcs-construcao-2024.com/).</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>Comissão Europeia (2020). Energy efficiency in buildings. Available online: https://commission.europa.eu/news/focus-energy-efficiency-buildings-2020-02-17_en (accessed on 22 may 2024).</p>
<p>Parlamento Europeu (2023). Redução das emissões de carbono: objetivos e políticas da União Europeia.Availableonline: https://www.europarl.europa.eu/topics/pt/article/20180305STO99003/reducao-das-emissoes-de-carbono-metas-e-politicas-da-ue (accessed on 22 may 2024).</p>
<p>Nair, G.; Verde, L.; Olofsson, T. (2022). A Review on Technical Challenges and Possibilities on Energy Efficient Retrofit Measures in Heritage Buildings. Energies, 15, 7472.</p>
<p>Moghaddam, S.A.; Mattsson, M.; Ameen, A.; Akander, J.; Gameiro Da Silva, M.; Simões, (2021). N. Low-Emissivity Window Films as an Energy Retrofit Option for a Historical Stone Building in Cold Climate. Energies, 14, 7584. https://doi.org/10.3390/en14227584</p>
<p>Moghaddam, S.A.; Serra, C.; Gameiro da Silva, M.; Simões, N. (2023). Comprehensive Review and Analysis of Glazing Systems towards Nearly Zero-Energy Buildings: Energy Performance, Thermal Comfort, Cost-Effectiveness, and Environmental Impact Perspectives. Energies, 16, 6283. https://doi.org/10.3390/en16176283.</p>
<p>Wu, W.; Skye, H.M. (2021). Residential net-zero energy buildings: Review and perspective. Renew. Sustain. Energy Rev, 142, 110859.</p>
<p>Gasparella, A., Pernigotto, G., Cappelletti, F., Romagnoni, P., Baggio, P. (2010). Analysis and modelling of window and glazing systems energy performance for a well insulated residential building. Energy and Buildings, No. 43, pp 1030-1037.</p>
<p>Karlsson, J., Roos, A. (2003). Evaluation of window energy rating models for different houses and European climates, Solar Energy, No. 76, pp 71-77, 2003.</p>
<p>Trząski, A., Rucińska, J. (2015). Energy labeling of windows – Possibilities and limitations. Solar Energy, Volume 120, Pages 158-174.</p>
<p>Simões, N., Gonçalves, E., Pedro, F. (2012). Sensitivity analysis for a Portuguese window energy rating system (PWERS); 7th Conference on Sustainable Development of Energy, Water and Environment Systems – SDEWES Conference, July 1 – 7, 2012, Ohrid, Republic of Macedonia.</p>
<p>ISO 18292:2011 Energy performance of fenestration systems for residential buildings &#8211; Calculation procedure.</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/reflexao-sobre-o-sistema-de-etiquetagem-de-janelas/">Reflexão sobre o sistema de etiquetagem de janelas</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Eficiência energética, hídrica e comunidades foram as palavras-chave do E2H</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-hidrica-e-comunidades-foram-as-palavras-chave-do-e2h/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 10:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[itecons]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação energética]]></category>
		<category><![CDATA[Simpósio E2H]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=28299</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aconteceu recentemente, em Coimbra, o Simpósio E2H, um evento focado na eficiência energética e hídrica do edificado, promovido pelo ITECONS.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-hidrica-e-comunidades-foram-as-palavras-chave-do-e2h/">Eficiência energética, hídrica e comunidades foram as palavras-chave do E2H</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Aconteceu recentemente, em Coimbra, o Simpósio E2H, um evento focado na eficiência energética e hídrica do edificado, promovido pelo ITECONS. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O Simpósio E2H dedicado ao tema &#8220;Eficiência energética e hídrica do edificado e das comunidades” teve como principal objectivo promover a discussão e a </span><span data-contrast="auto">troca de experiências e conhecimentos sobre as políticas, estratégias e soluções inovadoras para a eficiência energética e hídrica, não só no contexto de edifícios, mas também em comunidades urbanas.</span> <span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:384}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ao longo dos dois dias, a iniciativa contou com a presença de mais de 80 participantes &#8211; estudantes, investigadores, profissionais e figuras relevantes da área -, e um total de 40 oradores convidados.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:384}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A sessão dedicada a “Desafios e Perspectivas” contou com representantes do Banco Europeu de Investimento, do Fundo Ambiental, da CIM-Região de Coimbra e das Águas de Coimbra. A sessão intitulada “Experiências e Inovação” serviu essencialmente para a apresentação de projectos relevantes na área da inovação, com a presença de entidades como a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), a ADENE, o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), a Câmara Municipal de Viana do Castelo, o Laboratório da Paisagem e o Instituto de Sistemas e Robótica (ISR). </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No segundo dia do Simpósio E2H, a</span><span data-contrast="auto"> sessão “EPBD: Missão Possível?” dedicou-se à discussão da nova Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD). Com a moderação de Rita Ascenso, directora da revista </span><i><span data-contrast="auto">Edifícios e Energia</span></i><span data-contrast="auto">, o painel foi composto pelo professor Eduardo Maldonado, responsável pela transposição da primeira EPBD, Hélder Gonçalves, do LNEG, e Manuela Almeida, da Universidade do Minho.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:384}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Também no segundo dia foi feita uma experiência de cocção solar. O professor Celestino Ruivo, entusiasta da cozinha solar, demonstrou como o recurso ao sol pode substituir o gás e a electricidade no momento de cozinhar os alimentos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:384}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Este foi o primeiro simpósio promovido pelo ITECONS, uma associação sem fins lucrativos focada nas áreas da construção, energia, ambiente e sustentabilidade. Como o Itecons já havia referido, “n</span><span data-contrast="auto">o actual contexto de crescente escassez de recursos e mudanças político-sociais significativas, o simpósio pretende mobilizar diversos agentes do sector da construção, da indústria, da comunidade académica e científica, e da administração pública, criando um espaço de discussão e colaboração para enfrentar os desafios da sustentabilidade”.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © ITECONS</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-hidrica-e-comunidades-foram-as-palavras-chave-do-e2h/">Eficiência energética, hídrica e comunidades foram as palavras-chave do E2H</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
