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	<title>Arquivo de ETICS - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Sep 2025 14:46:39 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de ETICS - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>Saint-Gobain ajuda a alcançar os mais elevados níveis  na certificação LEED da construção sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[certificação LEED]]></category>
		<category><![CDATA[Climalit]]></category>
		<category><![CDATA[construção sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Saint-Gobain Portugal, através das marcas Isover, Placo®, Weber e Climalit Plus®, reforça o seu compromisso com a construção sustentável ao disponibilizar soluções inovadoras que contribuem diretamente para certificações ambientais como o LEED ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/saint-gobain-ajuda-a-alcancar-os-mais-elevados-niveis-na-certificacao-leed-da-construcao-sustentavel/">Saint-Gobain ajuda a alcançar os mais elevados níveis  na certificação LEED da construção sustentável</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<ul class="wp-block-list">
<li class="has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-1">Lã mineral, gesso, argamassas industriais e soluções em vidro duplo contribuem para até 44 pontos na certificação internacional de construção sustentável.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-2">Sistemas construtivos permitem reduzir até 80% do consumo energético em climatização.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-3">Novo eBook mostra impacto das soluções Saint-Gobain na certificação LEED para apoiar os profissionais do setor</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph"><strong>A Saint-Gobain Portugal, através das marcas Isover, Placo®, Weber e Climalit Plus®, reforça o seu compromisso com a construção sustentável ao disponibilizar soluções inovadoras que contribuem diretamente para certificações ambientais como o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Com os edifícios a representarem cerca de 39% das emissões globais de CO₂, a sustentabilidade do setor é cada vez mais urgente.</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5 wp-block-paragraph">As soluções da Saint-Gobain em lã mineral, gesso, argamassas industriais e vidro de alto desempenho contribuem para a obtenção de créditos LEED em diferentes categorias, com destaque para a eficiência energética, qualidade do ar interior, reaproveitamento de materiais, conforto térmico e acústico, entre outros.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6 wp-block-paragraph">O impacto ambiental positivo no caso do Isover é comprovado através dos isolamentos térmicos e acústicos com lã mineral que reduzem até 80% do consumo energético para climatização.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7 wp-block-paragraph">A marca Placo® apresenta soluções com tecnologia Activ’Air®, que eliminam até 70% dos Compostos Orgânicos Voláteis (COV) do ambiente interior. Acrescente-se ainda os gessos reaproveitáveis e sistemas de fachada leve que reduzem pontes térmicas, bem como as embalagens com plástico reciclado e serviço de reciclagem em desenvolvimento em Portugal.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8 wp-block-paragraph">No âmbito da oferta da marca Weber, o destaque vai para argamassas e ETICS (Sistema de Isolamento Térmico pelo Exterior) com materiais reciclados e base biológica (como a cortiça 100% natural). De sublinhar também o serviço weberfloor pump truck que reduz as emissões de CO₂ através da bombagem de betonilhas que não utilizam embalagem, além das argamassas e cimentos-cola com matérias-primas recicladas e soluções acústicas como o weberfloor impact.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9 wp-block-paragraph">Destaque ainda para as soluções em vidro duplo Climalit Plus® da Saint-Gobain Glass, com elevado desempenho térmico e controlo solar, o vidro ORAÉ® que, composto por 70% de vidro reciclado (casco), apresenta uma redução de aproximadamente 40% na pegada de carbono, em relação à média europeia de produção de vidro base, sem esquecer soluções como o STADIP SILENCE® que garante elevada atenuação acústica e segurança. Para além disso, conta ainda com um programa ativo de ecoinovação e desenvolvimento de serviços de reciclagem.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-10 wp-block-paragraph">“<em>Na Saint-Gobain, acreditamos que o futuro da construção é sustentável, eficiente e centrado no bem-estar das pessoas. É por isso que investimos continuamente na ecoinovação e em soluções que não só respondem às exigências ambientais, como contribuem ativamente para certificações como o LEED. Em Portugal, estamos a desenvolver novos serviços de apoio à gestão de resíduos e a promover produtos que ajudam arquitetos, engenheiros e construtores a projetar edifícios mais responsáveis, pois queremos ser parceiros de uma construção com o menor impacto ambiental possível</em>”, explica Asier Amorena, CEO da Saint-Gobain Portugal.<br></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-11 wp-block-paragraph"><strong><em>eBook</em> mostra impacto das soluções Saint-Gobain na Certificação LEED</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-12 wp-block-paragraph">A Saint-Gobain Portugal lançou um novo <em>eBook</em> dedicado à certificação LEED, que reúne de forma detalhada o contributo das suas soluções para a obtenção desta importante certificação ambiental. O documento apresenta, categoria a categoria, os créditos LEED que podem ser atingidos, incluindo exemplos práticos, evidências técnicas e documentação de apoio.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-13 wp-block-paragraph">Este novo <em>eBook</em> é uma ferramenta útil para arquitetos, engenheiros e equipas de projeto que pretendem alinhar os seus edifícios com os mais elevados padrões de sustentabilidade.<br>Pode consultar toda a informação através do seguinte link: <br><strong><a href="https://www.saint-gobain.pt/Documentos/brochure/ebook-certificacoes-leed-0.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O contributo das soluções Saint-Gobain para a Certificação LEED</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-14 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Isolamento térmico BARBOTHERM para mais conforto, menos humidade e maior eficiência energética</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/isolamento-termico-barbotherm-para-mais-conforto-menos-humidade-e-maior-eficiencia-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 08:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Barbot]]></category>
		<category><![CDATA[Barbotherm]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[ETICS]]></category>
		<category><![CDATA[fachadas]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento térmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Portugal, uma parte significativa da energia consumida nas habitações é usada para climatizar os espaços, ou seja, aquecer no inverno e arrefecer no verão. Mas o que muitos não sabem é que grande parte dessa energia se perde pelas fachadas dos edifícios.  ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-15 wp-block-paragraph" style="font-size:14px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"><br></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-16 wp-block-paragraph"><strong>Em Portugal, uma parte significativa da energia consumida nas habitações é usada para climatizar os espaços, ou seja, aquecer no inverno e arrefecer no verão. Mas o que muitos não sabem é que grande parte dessa energia se perde pelas fachadas dos edifícios. Estima-se que cerca de 35% da ineficiência energética térmica, perdas e ganhos de calor, está nas fachadas dos edifícios. A solução? Isolar. E isolar bem.</strong> <br><strong>O sistema ETICS &#8211; Sistema de Isolamento Térmico pelo Exterior atua diretamente neste ponto crítico, reduzindo significativamente essas trocas térmicas. Ao ser aplicado, é possível aumentar a eficiência energética da habitação, garantir um maior conforto térmico e alcançar poupanças reais nos custos de energia.</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-17 wp-block-paragraph">Analisando o parque habitacional português, estima-se que cerca de 69% dos edifícios ainda não tenham qualquer tipo de isolamento adequado. Esta carência revela-se assim um enorme desafio que exige um investimento substancial, e que se insere no esforço europeu de transição energética, recentemente reforçado pela nova Diretiva (UE) 2024/1275 do Parlamento Europeu e do Conselho, relativa ao desempenho energético dos edifícios. A lacuna tem também vindo a ser apoiada pelo Orçamento do Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente e da Ação Climática, com 1,8 mil milhões de euros atribuídos em 2024. A procura por soluções de isolamento térmico tem vindo, assim, a intensificar-se, impulsionada pela necessidade concreta dos consumidores, mas também pelo enquadramento regulatório europeu.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-18 wp-block-paragraph">Segundo dados da Eurostat 25% das habitações em Portugal apresentam infiltrações, o segundo pior resultado da União Europeia. Tendo isso em conta e preocupada com a ineficiência térmica dos lares portugueses, a Barbot acaba de lançar uma campanha de massas de revestimento final, com destaque para a sua solução BARBOTHERM, um sistema profissional que pode ser aplicado em qualquer habitação, para isolar o interior das temperaturas exteriores, impedindo o frio de entrar no inverno e o calor no verão. Trata-se de uma solução eficaz para melhorar o desempenho energético dos edifícios de forma sustentável.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-19 wp-block-paragraph">Este sistema é constituído por várias camadas: massa de colagem, placa isolante, rede, primário e acabamento, que juntos agem como uma barreira impenetrável, impedindo trocas de energia entre o exterior e o interior.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-20 wp-block-paragraph">Com o BARBOTHERM as melhorias são de fora para dentro. Por um lado, aumenta a poupança, reduzindo o consumo energético até 30% graças à menor necessidade de aquecimento ou arrefecimento do espaço interior, e consequentemente o conforto ao manter a temperatura equilibrada dentro do edifício ao longo do ano, já que aumenta a sua inércia térmica.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-21 wp-block-paragraph">Por outro, a impermeabilização das paredes exteriores, previne ao desenvolvimento de condensações e o aparecimento de manchas de fungos em interiores, causadores de inúmeros problemas de saúde, levando a uma melhoria da qualidade do ar interior, assim como a promoção da sustentabilidade ambiental ao diminuir o consumo energético dos edifícios, resultando também na redução da emissão de gases responsáveis pelo efeito de estufa.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-22 wp-block-paragraph">Com uma ampla paleta de mais de 30.000 cores e acabamentos, o BARBOTHERM é igualmente uma solução esteticamente atrativa, proporcionando simultaneamente maior durabilidade e resistência à fachada das casas. Permite, ainda, melhorias construtivas, sendo um isolamento exterior, poupa espaço no interior – ganho da área construtiva, reabilita sem desalojar, já que a obra é realizada no exterior e não perturba os moradores, protege a estrutura e a alvenaria dos choques térmicos, o que prolonga a vida útil dos materiais de construção e diminui a necessidade de manutenções frequentes e corrige fissuras e outras patologias nas fachadas, conferindo-lhe também uma renovação estética e funcional.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-23 wp-block-paragraph">Para Diogo Barbot, Strategy Diretor no Grupo Barbot, <em>“a nossa ambição é desenvolver soluções, como é o caso do BARBOTHERM, que tornem os sistemas de isolamento térmico mais fáceis de aplicar, mais económicos e, por isso, ao alcance de todos. Em Portugal, 1,7 milhões de pessoas vivem em pobreza habitacional, o que nos obriga a pensar em soluções verdadeiramente inclusivas e democráticas”</em>.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-24 wp-block-paragraph"><em>“Na Barbot investimos no desenvolvimento de soluções de isolamento térmico que respondam a necessidades reais e urgentes dos consumidores, como o conforto térmico e a resistência à humidade, para que todos se sintam em casa em qualquer lugar”</em>.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-25 wp-block-paragraph">Segundo dados da Eurostat, 16% da população portuguesa declara não conseguir manter a casa adequadamente aquecida, colocando o país entre os cinco piores da UE neste indicador. “Estas carências, ainda que críticas, representam para nós oportunidades de inovação, que deve ser colocada ao serviço da acessibilidade”, reforça ainda o gestor.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-26 wp-block-paragraph">A Barbot disponibiliza a <a href="https://tecnologia.barbot.pt/barbotherm/?_gl=1*efq0lo*_gcl_au*MTg3MTcwMzI5NS4xNzUwMDkwNDQ3" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><strong>Calculadora BARBOTHERM</strong></a>, uma ferramenta prática e fácil de usar, que ajudará a determinar a quantidade ideal para cada projeto.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#0897a2;color:#0897a2"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-27 wp-block-paragraph"><strong><em><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</em><br><em>Fonte: Press Release</em></strong></em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/isolamento-termico-barbotherm-para-mais-conforto-menos-humidade-e-maior-eficiencia-energetica/">Isolamento térmico BARBOTHERM para mais conforto, menos humidade e maior eficiência energética</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Webinar APFAC: Sistema ETICS, do conceito à aplicação</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/webinar-apfac-sistema-etics-do-conceito-a-aplicacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[APFAC]]></category>
		<category><![CDATA[Envolvente Edifício]]></category>
		<category><![CDATA[ETICS]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[webinar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A APFAC (Associação Portuguesa dos Fabricantes de Argamassa e ETICS) promoverá a 26 de fevereiro de 2024, às 14:30, um webinar, dedicado à temática ETICS. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/webinar-apfac-sistema-etics-do-conceito-a-aplicacao/">Webinar APFAC: Sistema ETICS, do conceito à aplicação</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-28 wp-block-paragraph"></p>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-29 wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.apfac.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">APFAC (Associação Portuguesa dos Fabricantes de Argamassa e ETICS)</a></strong> promoverá a 26 de fevereiro de 2024, às 14:30, um webinar, dedicado à temática ETICS.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-30 wp-block-paragraph">Os requisitos legais relativos à eficiência energética dos edifícios e a crescente atenção às temáticas da eficiência energética e da sustentabilidade estão a provocar grandes alterações no sector da construção. Para responder às crescentes exigências de conforto higrotérmico, associadas às preocupações com eficiência energética e à proteção ambiental, é necessário isolar termicamente a envolvente dos edifícios, de modo a minimizar as trocas de calor com o exterior, com a consequente redução das necessidades de aquecimento/arrefecimento e a diminuição dos riscos de ocorrência de condensações. Neste enquadramento, o Sistema ETICS constitui uma das soluções mais eficientes para se obterem, fachadas com elevado desempenho nos requisitos mencionados.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-31 wp-block-paragraph">As Jornadas ETICS são dirigidas à generalidade dos agentes do sector da construção: Prescritores, Projectistas, Entidades Fiscalizadoras, Agentes do Imobiliário, Gestores de Condomínios, Construtores, Arquitectos e Engenheiros, Estudantes entre outros agentes.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-32 wp-block-paragraph">Inscreva-se a partir deste <a href="https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=3NspGy_Qz0qAHhoIjijaLiXh7pFLdKJIjl23zlz5IwhUODJBQUFITTRCT1BJS01TNU84WEUxVjhWOS4u"><strong>link</strong></a>!<br></p>



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<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</strong></em></p>



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<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/webinar-apfac-sistema-etics-do-conceito-a-aplicacao/">Webinar APFAC: Sistema ETICS, do conceito à aplicação</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Solução Protect para fachadas</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/solucao-protec-para-fachadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 07:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[alta resistência à humidade e ao fogo]]></category>
		<category><![CDATA[conforto]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
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		<category><![CDATA[reabilitação energética]]></category>
		<category><![CDATA[volcalis]]></category>
		<category><![CDATA[Volcalis ALPHA PLUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais o mercado da construção pede soluções rápidas e fáceis de executar não comprometendo a qualidade.<br />
Particularmente importante, são soluções que permitam resolver os problemas, já identificados, dos edifícios em Portugal e promover a sua reabilitação energética. Isto num contexto de reabilitação e reconversão do edificado. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/solucao-protec-para-fachadas/">Solução Protect para fachadas</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais o mercado da construção pede soluções rápidas e fáceis de executar não comprometendo a qualidade.</p>
<p>Particularmente importante, são soluções que permitam resolver os problemas, já identificados, dos edifícios em Portugal e promover a sua reabilitação energética. Isto num contexto de reabilitação e reconversão do edificado. Paralelamente existe uma urgência em cumprir com os objetivos do PRR e disponibilizar mais habitação, preferencialmente confortável e energeticamente eficiente.</p>
<p>Respondendo às solicitações do mercado e em particular de muitos dos nossos clientes, o <a href="https://preceram.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Grupo Preceram</strong></a> vem apresentar a solução <strong>Protect</strong> para fachadas, desenvolvida em conjunto com a <a href="https://www.mapei.com/pt/pt-pt/pagina-inicial" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mapei</strong></a>.</p>
<p>Tirando partido das excelentes características da placa <strong>Gyptec Protect</strong>, resistência mecânica, à água e ao fogo, foi possível a <strong>Mapei</strong> estudar e testar um conjunto de sistemas de revestimento e acabamento que permitissem estender a sua aplicação também a fachadas.</p>
<p>Tornou-se assim possível apresentar um sistema completo de isolamento pelo exterior, com lã mineral <strong>Volcalis</strong>, leve, fácil de instalar, incombustível e com excelentes propriedades de isolamento térmico e acústico.</p>
<p>As placas <strong>Gyptec Protect</strong> são compostas por gesso, tratado com agente hidrorrepelente para diminuir a absorção de água, revestido com uma tela especial em fibra de vidro de alta qualidade e incombustível. Estas placas foram desenvolvidas para utilizar em zonas que requerem alta resistência à humidade e ao fogo (classificação A1) e para as quais não se recomenda o uso de placas de gesso tradicionais.</p>
<p><strong>Volcalis ALPHA PLUS</strong> é uma lã mineral semirrígida com uma condutibilidade térmica muito baixa &#8211; 0,032 W/(m.K), incombustível e hidrorrepelente. Estas características técnicas permitem soluções de isolamento com elevado desempenho térmico mesmo com espessuras mais reduzidas.</p>
<p>Este sistema, aplicado sobre uma fachada existente, permite eliminar as pontes térmicas associadas à estrutura e aos pontos singulares, funcionando como uma segunda pele do edifício. Para além da redução dos consumos energéticos, tanto no inverno como no verão, resolve eventuais problemas de humidade e condensação, aumentando o conforto e a qualidade do ar interior.</p>
<p>Fundamental para o bom funcionamento da solução é o esquema de revestimento e acabamento preconizado pela <strong>Mapei</strong> especialmente para as placas <strong>Gyptec Protect</strong>.</p>
<p>No seguimento deste trabalho, foram também desenvolvidas soluções para a aplicação de isolamento sobre as placas Protect (sistema ETICS), o que permite a sua utilização em construções em aço leve, LSF, ou sistemas mistos com fachadas leves industrializadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
</span></span></strong></em><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">Fonte: Press Release</span></span></strong></em></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/solucao-protec-para-fachadas/">Solução Protect para fachadas</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Adequabilidade dos isolantes térmicos à aplicação em paredes</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/adequabilidade-dos-isolantes-termicos-a-aplicacao-em-paredes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 08:54:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[conforto térmico]]></category>
		<category><![CDATA[ETICS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avaliar a aplicação em paredes de isolantes térmicos implica considerar múltiplos aspetos, desde as caraterísticas dos produtos, até às ações a que vão ser expostos, de modo a reduzir anomalias resultantes de erros na seleção, aplicação, utilização ou manutenção e a promover objetivos de segurança, saúde, conforto e economia.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Avaliar a aplicação em paredes de isolantes térmicos implica considerar múltiplos aspetos, desde as caraterísticas dos produtos, até às ações a que vão ser expostos, de modo a reduzir anomalias resultantes de erros na seleção, aplicação, utilização ou manutenção e a promover objetivos de segurança, saúde, conforto e economia.</strong></p>
<p><strong>OS AUTORES: </strong>José Dinis Silvestre, Inês Flores-Colen e Cristina Matos Silva, CERIS, Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa</p>
<p>Os produtos para isolamento térmico de edifícios podem ser selecionados pelos projetistas, para cada zona do edifício, “sem limitações” impostas a priori pelas normas destes produtos. No entanto, essa escolha deve ter em consideração as ações a que o isolante vai estar exposto durante a vida útil do edifício, e a confir­mação de que este material tem caraterísticas que lhe permitem resistir a essas ações durante esse período (Figura 1), mantendo um desempenho aceitável e sem degradação precoce [1].</p>
<p><figure id="attachment_27112" aria-describedby="caption-attachment-27112" style="width: 364px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-27112 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig1.jpg" alt="" width="364" height="126" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig1.jpg 867w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig1-300x104.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig1-768x266.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig1-610x211.jpg 610w" sizes="(max-width: 364px) 100vw, 364px" /><figcaption id="caption-attachment-27112" class="wp-caption-text">FIGURA 1 Caraterísticas a considerar na seleção de um isolante térmico.</figcaption></figure></p>
<p>Cada isolante tem um comportamento diferente quando exposto a temperaturas extremas. Enquanto a lã mineral (Mineral Wool, MW) e o aglomerado de cortiça expandida (Insulation Cork Board, ICB) mantêm as suas caraterísticas inalteradas mesmo a temperaturas elevadas (450 ºC e 150 ºC, respetivamente), os isolantes de origem sintética podem perder capacidade isolante quando expostos a temperaturas superiores a 75 ºC. Por outro lado, as caraterísticas de todos estes isolantes correntes só são afetadas, a baixas temperaturas, para valores inferiores a -30 ºC [2].</p>
<p>Outra questão crítica poderá ser a exposição do iso­lante à água, que poderá levar a uma perda de resistência térmica e à degradação precoce deste material. Poderá também ocorrer a perda de resistência térmica do iso­lante se [este] for sujeito a esforços de compressão que lhe provoquem a redução de espessura.</p>
<p>Não se deve também deixar de lado a fase de instala­ção do isolante, selecionando-se aquele que minimize a probabilidade de erros nessa fase, por melhor adaptação ao suporte ou facilidade de montagem. A facilidade de instalação do isolante pode ainda reduzir o custo da intervenção, mas pode depender também do tipo da sua superfície ou do seu encaixe.</p>
<h4><strong>EXIGÊNCIAS FUNCIONAIS PARA OS ISOLANTES A SEREM APLICADOS EM PAREDES</strong></h4>
<p>Em certas situações, o isolamento térmico das paredes é garantido pelo próprio elemento constituinte da parede (contínuo ou em alvenaria). Nesses casos, é necessário ter em consideração as exigências funcionais aplicáveis a paredes, que correspondem nesta situação ao ele­mento que garante o isolamento térmico, mas também à vedação exterior ou à compartimentação do edifício e que, em alguns casos, têm função estrutural ou de suporte. Assim, esse elemento terá de cumprir com as seguintes exigências:</p>
<p><strong>Segurança:</strong></p>
<ul>
<li>Segurança e estabilidade estrutural;</li>
<li>Segurança contra risco de incêndios (resistência ao fogo);</li>
<li>Segurança contra intrusões;</li>
<li>Capacidade de permitirem a suspensão de equipa­mentos pesados.</li>
</ul>
<p><strong>Saúde e conforto:</strong></p>
<ul>
<li>Conforto higrotérmico;</li>
<li>Conforto acústico;</li>
<li>Estanqueidade ao ar e à água;</li>
<li>Conforto visual;</li>
<li>Conforto tátil;</li>
<li>Higiene.</li>
</ul>
<p><strong>Economia:</strong></p>
<ul>
<li>Custos iniciais;</li>
<li>Custos de exploração e manutenção;</li>
<li>Adaptabilidade e versatilidade;</li>
<li>Durabilidade e funcionalidade.</li>
</ul>
<p>Entre as soluções correntes que se enquadram nes­te grupo, podem destacar-se as seguintes: cofragem perdida em poliestireno expandido moldado (Expan­ded Polystyrene, EPS) para paredes de betão armado; construção em terra crua (Figura 2a); blocos de betão leve ou de tijolo cerâmico (Figura 2b), com desempenho térmico melhorado, para alvenaria; blocos de betão celular autoclavado.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-27114 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig2a.jpg" alt="" width="271" height="203" /><img decoding="async" class="alignnone wp-image-27113 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig2b.jpg" alt="" width="172" height="196" /></p>
<p>FIGURA 2 a) Parede em terra crua, e b) tijolo cerâmico.</p>
<p>No caso da aplicação do isolante na caixa-de-ar de paredes duplas, as caraterísticas a exigir ao isolante e à constituição da parede dependem do facto de se optar por um isolante em placa rígida, a granel, ou injetado, e de a parede ser interior ou de fachada.</p>
<p>Caso o isolante seja rígido [3]:</p>
<ul>
<li>Deverá ser imputrescível, indeformável e apresentar uma reduzida absorção de humidade;</li>
<li>Em paredes exteriores, as placas de isolamento térmico devem ser aprumadas, encostadas à face exterior da parede interior e fixas por espaçadores dos ligadores entre panos (Figura 3a);</li>
<li>Em paredes exteriores, a restante espessura livre da caixa-de-ar deve ter três centímetros de espessura, pelo menos, para permitir a ventilação e drenagem.</li>
</ul>
<p>Entre as soluções correntes que se enquadram neste grupo, podem destacar-se as placas de EPS (Figura 3b), ICB, MW, PUR (espuma rígida de poliuretano) e poliesti­reno expandido extrudido (Extruded Polystyrene, XPS).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-27117 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig3a.jpg" alt="" width="225" height="202" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig3a.jpg 452w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig3a-300x269.jpg 300w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-27116 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig3b.jpg" alt="" width="375" height="201" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig3b.jpg 685w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig3b-300x161.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig3b-610x327.jpg 610w" sizes="(max-width: 375px) 100vw, 375px" /></p>
<p>FIGURA 3 A) Caixa-de-ar de paredes duplas com placa rígida de isolan­te, incluindo b) a zona da laje de betão armado.</p>
<p>No caso de se optar pela utilização de materiais a granel para preencher a caixa-de-ar de paredes duplas, como os grânulos leves de argila expandida (Lightweight Aggregates, LWA), convém ter em conta que o desem­penho final vai depender bastante da qualidade da apli­cação, ou seja, de estes preencherem completamente o espaço entre panos da parede. O desempenho térmico destes materiais pode ainda ser afetado pela absorção de água, pela adsorção, e por assentamentos do próprio material (que ocorrem mais facilmente quando o índice de vazios inicial é elevado e quando a coesão interna, a dimensão das partículas ou o peso próprio, é baixa). Os assentamentos podem ser provocados pelo peso do material isolante, por vibrações do edifício ou por variações higrotérmicas [4]. Em resumo, caso o isolante seja fornecido a granel [4], deve garantir-se:</p>
<ul>
<li>O preenchimento total da caixa-de-ar, sem vazios ou zonas de diferente compacidade (Figura 4a);</li>
<li>Que o material não sofre qualquer compactação ou adensamento natural com o tempo que provoque a diminuição do volume que ocupa na caixa-de-ar;</li>
<li>Que o material é imputrescível, não absorvente e insensível à água;</li>
<li>Que a caixa-de-ar tem uma espessura mínima de três centímetros, e uma altura máxima de 12 metros, sem interrupções;</li>
<li>Em paredes exteriores, que a face exterior do pano exterior é impermeável à água, mas permeável ao vapor de água, e que o pano exterior tem 11 centímetros de espessura, no mínimo;</li>
<li>Em paredes exteriores, que é instalada a drenagem do fundo da caixa-de-ar, apesar de totalmente preen­chida com material granular, mas impedindo que os grânulos de isolante saiam ou obstruam os tubos de drenagem.</li>
</ul>
<p>Nos casos em que este isolante é injetado na caixa­-de-ar após a execução da parede dupla (Figura 4b), os materiais mais correntemente utilizados são o PUR, a espuma polimérica modificada e o papel triturado com aditivos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-27119 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig4a.jpg" alt="" width="279" height="163" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig4a.jpg 324w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig4a-300x175.jpg 300w" sizes="(max-width: 279px) 100vw, 279px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-27118 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig4b.jpg" alt="" width="319" height="150" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig4b.jpg 506w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig4b-300x141.jpg 300w" sizes="(max-width: 319px) 100vw, 319px" /></p>
<p>Figura 4 – a) LWA em caixa-de-ar, e b) isolante injetado.</p>
<p>Noutros casos, pode optar-se por sistemas que garantem, em simultâneo, o isolamento térmico e o revestimento exterior das fachadas. As exigências fun­cionais a ter em consideração, quando tal ocorre, são condicionadas pela exposição direta deste sistema ao exterior. Este sistema poderá, assim, enquadrar-se num ou mais dos seguintes grupos:</p>
<ul>
<li>Estanques à água, quando garantem praticamente por si só a estanqueidade à água exigível ao conjunto tosco de parede-revestimento;</li>
<li>Impermeáveis, quando conferem o complemento de impermeabilidade à água necessário para que o conjunto parede-revestimento seja estanque;</li>
<li>Isolantes, se conferem o complemento de isolamento térmico necessário ao conjunto parede-revestimento;</li>
<li>Acabamento e durabilidade, quando proporcionam às paredes um aspeto agradável durante um período de tempo razoável;</li>
<li>Não inflamável, em termos de reação ao fogo.</li>
</ul>
<p>Os sistemas compósitos de isolamento térmico pelo exterior (External Thermal Insulation Composite Sys­tem, ETICS) são um desses casos, e as placas a utilizar nessa solução têm caraterísticas, e devem cumprir exi­gências, específicas. Por exemplo:</p>
<p><strong>Devem ser aplicadas placas próprias para ETICS, isto é:</strong></p>
<ul>
<li>Placas e não “rolos” de MW, com densidade adequada;</li>
<li>Placas “escovadas de XPS, e não “vidradas”;</li>
<li>Podem usar-se placas com encaixe (meia-madeira ou macho-fêmea) no contorno (Figura 5a);</li>
</ul>
<p><strong>Para espessuras de isolante térmico iguais ou superiores a dez centímetros (Figura 5b):</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-27121 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig5a-866x1024.jpg" alt="" width="189" height="224" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig5a-866x1024.jpg 866w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig5a-254x300.jpg 254w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig5a-768x908.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig5a-610x721.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig5a-1080x1277.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig5a-scaled.jpg 1015w" sizes="(max-width: 189px) 100vw, 189px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-27120 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig5b.jpg" alt="" width="312" height="224" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig5b.jpg 676w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig5b-300x215.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig5b-610x438.jpg 610w" sizes="(max-width: 312px) 100vw, 312px" /></p>
<p>Figura 5 – a) Placas de XPS para ETICS, e b) placas de isolante de elevada espessura.</p>
<ul>
<li>Surgem dificuldades tecnológicas na conceção e apli­cação do sistema;</li>
<li>É necessário realizar uma análise dinâmica do com­portamento higrotérmico do ETICS.</li>
</ul>
<p>As placas mais usadas correntemente em ETICS são de EPS, MW, XPS, PUR e ICB.</p>
<p>Além do ETICS, outros sistemas que podem ser usa­dos no revestimento e isolamento de fachadas são:</p>
<ul>
<li>O reboco (de argamassa de base cimentícia com agre­gados leves: granulado de EPS ou de ICB) pintado;</li>
<li>O reboco (de argamassa à base de cal hidráulica natural com agregados leves: granulado de ICB) pintado;</li>
<li>Os painéis de betão reforçado com fibras de vidro (Glass Fiber Reinforced Concrete, GFRC) com núcleo em EPS;</li>
<li>As placas de ICB (Figura 6a).</li>
</ul>
<p>Existem ainda outros sistemas aplicados corrente­mente para isolamento térmico de fachadas pelo exterior com exigências próprias, como as fachadas ventiladas. Nesse sistema:</p>
<ul>
<li>A parede de suporte deve ter uma espessura mínima de 20 centímetros (Figura 6b);</li>
<li>A lâmina de ar ventilada para o exterior deve ter uma espessura não inferior a 20 milímetros, entre o re­vestimento e o isolante.</li>
</ul>
<p>Os isolantes mais usados correntemente em fachadas ventiladas são o PUR projetado, a MW, o EPS, o ICB, as placas de PUR e o XPS.</p>
<p>Alguns dos referidos sistemas podem também ser usados para o isolamento térmico e para o revestimento de fachadas pela face interior da parede. As exigências de funcionalidade são diferentes da aplicação exterior, mas com uma abrangência equivalente, incluindo:</p>
<ul>
<li>Regularização, quando proporcionam planeza, verti­calidade e regularidade superficial à parede;</li>
<li>Acabamento, quando proporcionam à parede um complemento de regularização, garantindo ainda na maior parte dos casos um aspeto visual agradável;</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-27123 size-full" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig6a.jpg" alt="" width="335" height="134" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig6a.jpg 335w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig6a-300x120.jpg 300w" sizes="(max-width: 335px) 100vw, 335px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-27122 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig6b.jpg" alt="" width="161" height="209" /></p>
<p>Figura 6 – a) Ilustração de sistema de fachada ventilada, e b) revestimento de fachada com placas de ICB.</p>
<ul>
<li>Resistência à água, quando constituem a camada de acabamento das paredes nos locais onde a presença de água é frequente ou a limpeza é feita por via húmida;</li>
<li>Decoração, quando proporcionam o aspeto preten­dido pelos utentes em termos de conforto visual, quando as camadas subjacentes não o fazem por si só;</li>
<li>Não inflamável, em termos de reação ao fogo.</li>
</ul>
<p>Os sistemas que podem ser usados no revestimento e isolamento pelo interior de fachadas são:</p>
<ul>
<li>O reboco (de argamassa de base cimentícia com agre­gados leves: granulado de EPS ou de ICB) pintado;</li>
<li>O reboco (de argamassa à base de cal hidráulica natural com agregados leves: granulado de ICB) pintado;</li>
<li>Os painéis de betão reforçado com fibras de vidro (GFRC) com núcleo em EPS;</li>
<li>As placas de ICB com fixação mecânica à parede e acabamento em madeira ou em placas de gesso la­minado (Figura 7a e 7b);</li>
<li>O estuque (massa à base de gesso, com agregados leves: granulado de ICB) pintado;</li>
<li>Os sistemas ITICS (com composição semelhante aos sistemas ETICS, incorporando placas de EPS, ICB, MW, PUR ou XPS);</li>
<li>Placas compósitas de gesso laminado e isolante tér­mico incorporado (EPS, ICB, PUR ou XPS – Figura 7c).</li>
</ul>
<p>No caso de paredes divisórias entre espaços interiores úteis e não-úteis, pode ser prescrita a aplicação destes sistemas de isolamento na face da parede exposta a um ou a outro destes espaços.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-27125 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig7a.jpg" alt="" width="305" height="203" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig7a.jpg 388w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig7a-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 305px) 100vw, 305px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-27126 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig8.jpg" alt="" width="342" height="203" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig8.jpg 415w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig8-300x178.jpg 300w" sizes="(max-width: 342px) 100vw, 342px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-27124 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig7b.jpg" alt="" width="275" height="203" /></p>
<p>Figura 7 – a) Placas de ICB com fixação mecânica à parede; b) acabamento em madeira, e c) placas compósitas de gesso laminado e PUR</p>
<h4><strong>RISCO DE OCORRÊNCIA DE PATOLOGIA: PREVENÇÃO E CORREÇÃO</strong></h4>
<p>Pretende-se, neste ponto, exemplificar fenómenos pa­tológicos que podem resultar de uma incorreta seleção, aplicação, utilização ou manutenção do isolante térmico, ou do sistema onde este se inclui, numa dada aplica­ção em paredes. A correção das anomalias resultantes passará pela eliminação ou minimização das causas, e pela adequada reaplicação do isolante ou do sistema. Existem várias anomalias que ocorrem de forma fre­quente devido a erros na seleção, aplicação, utilização ou manutenção do isolante térmico. Para preveni-las, o projetista deve ter em conta as exigências funcionais e as soluções mais adequadas para cada aplicação. Mas é necessário cuidar não só da escolha do isolante mais adequado, mas também de todos os elementos do sis­tema onde este esteja incorporado.</p>
<p>Como exemplo, em ETICS recomenda-se que a cor do revestimento final não seja escura, de modo a controlar as temperaturas a que este sistema pode ficar submetido devido à ex­posição à radiação solar, e a consequente aceleração da degradação dos respetivos materiais da superfície. Para informação mais detalhada, consultar o Manual de Aplicação de ETICS, da APFAC [5], e a publicação sobre Patologias de Sistemas de Isolamento Térmico pelo Exterior do tipo ETICS [6]. No entanto, todo este cuidado pode não ser suficiente, se a preparação em obra e a instalação do isolante não forem cuidadas. Por exemplo, em ETICS:</p>
<ul>
<li>Uma incorreta preparação do suporte pode resultar numa insuficiente aderência entre o produto de co­lagem das placas e o suporte (Figura 8a);</li>
<li>Uma incorreta regularização do suporte pode provocar sobrespessuras localizadas do produto de colagem das placas (Figura 8a);</li>
<li>A falta de proteção de zonas acessíveis (até três me­tros de altura), a falta de rede nos perfis de esquina, a deficiente sobreposição da rede, ou o deficiente embebimento da rede e/ou das cantoneiras podem resultar em lacunas, mossas, amolgadelas e/ou per­furações (Figura 8b);</li>
<li>A deficiente fixação das placas (insuficiente área de colagem), o incorreto alinhamento ou a incorreta espessura das placas, a aplicação irregular da camada de colagem, e/ou o tempo de trabalhabilidade da argamassa ultrapassado durante a colagem podem provocar o destacamento, o empolamento e/ou a fissuração das placas.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-27128 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig9a.jpg" alt="" width="177" height="260" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig9a.jpg 273w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig9a-204x300.jpg 204w" sizes="(max-width: 177px) 100vw, 177px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-27127 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig9b-scaled.jpg" alt="" width="585" height="172" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig9b-scaled.jpg 1200w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig9b-300x88.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig9b-1024x301.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig9b-768x226.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig9b-610x179.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/06/Fig9b-1080x318.jpg 1080w" sizes="(max-width: 585px) 100vw, 585px" /></p>
<p>Figura 8 – a) Destacamento e queda de placas de isolamento, e b) perfurações, mossas e lacunas, e amolgadela em ETICS.</p>
<p>Por outro lado, há omissões ou opções menos corretas na fase de projeto que podem ser corrigidas com suces­so através de alterações mais ou menos significativas nas fases de preparação em obra e/ou de instalação do isolante. Em muitos casos, seria suficiente seguir as especificações técnicas do fabricante para garantir uma correta seleção, instalação, e manutenção destes sistemas, um desempenho adequado e a prevenção eficiente de fenómenos patológicos.</p>
<p>Podem também surgir anomalias no edifício se ocorrer a redução da resistência térmica, e degradação precoce do isolante, devido à absorção de água (que pode ter várias origens). Por essa razão, o projetista deve compa­tibilizar a resistência à água dos isolantes que pretende utilizar (eventualmente em conjunto com proteções adicionais em relação ao contacto com a água) com as zonas do edifício em que estes poderão estar em contacto pontual, frequente ou permanente com este agente de degradação. Por exemplo [2]:</p>
<ul>
<li>Deve ser evitado o contacto pontual ou permanente com a água ou com a humidade de isolantes não re­sistentes a estes agentes;</li>
<li>Em paredes duplas, o isolante térmico instalado na caixa-de-ar deve ser imputrescível, ter reduzida ab­sorção de humidade e ser insensível à água (ex.: EPS, PUR, XPS e ICB);</li>
<li>Em fachadas ventiladas, o isolante térmico instalado na caixa-de-ar deve ser imputrescível e resistente à água e à humidade (ex.: EPS, PUR, XPS, ICB e MW).</li>
</ul>
<p>Convém, por isso, ter em conta que:</p>
<ul>
<li>Os isolantes sintéticos (EPS, PUR e XPS) têm absor­ção de água por imersão e capilaridade muito reduzi­da, podendo ser considerados impermeáveis à água;</li>
<li>O MW é pouco higroscópico (absorção de água por capilaridade) e tem bom comportamento à absorção de água por imersão parcial;</li>
<li>O ICB é imputrescível, retentor de humidade, e pouco higroscópico, é resistente à água e à humi­dade, embora tenha absorção elevada de água por imersão parcial;</li>
<li>O papel triturado com aditivos é imputrescível.</li>
</ul>
<p>Além disso, para evitar anomalias junto ao solo, deve garantir-se em ETICS que não existe um deficien­te remate da parede com o solo, e que não se omite a aplicação da proteção inferior (perfil de arranque) nem do revestimento de impermeabilização na parede.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agradecimentos</strong></p>
<p>Agradece-se à ADENE – Agência para a energia, à APFAC – Associação Portu­guesa dos Fabricantes de Argamassas e ETICS e aos fabricantes de materiais ou componentes para a construção (ACEPE, Amorim Isolamentos, Argex, Artebel, CIN, Diera, Dow, FassaLusa, Fibrosom, Foamglass, Grazimac, Gyptec, Iberfibran, LusoMapei, Onduline, Plastimar, Preceram, RockWool, Saint-Gobain Isover, Saint-Gobain Weber, Secil-Argamassas, Sika, Sival, Termolan) a disponibilização de documentação de apoio à elaboração deste artigo.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<p>[1] Silvestre, J.D.; Flores-Colen, I.; Silva, C. M. (2016): “Manual: Instalador de isolantes térmicos na construção – iniciação” (In Portuguese), Editado pelo Laboratório Nacional de Energia e Geologia, 208 p. Projeto Europeu “Build UP Skills-FORESEE – Training for renewables and energy efficiency in building sector” – IEE/13/BWI 702/SI2.680177.</p>
<p>[2] Rato, V. e Brito, J. de (2003). Isolamento térmico de coberturas em edifícios correntes. Lisboa: Instituto Superior Técnico (www.researchgate.net/publi­cation/282250997_Isolamento_termico_de _coberturas_em_edificios_cor­rentes).</p>
<p>[3] Santos, C. e Matias, L. (2006). Coeficientes de transmissão térmica de ele­mentos da envolvente dos edifícios, Informação Técnica de Edifícios, N.º 50. Lisboa: Laboratório Nacional de Engenharia Civil</p>
<p>[4] Santos, C. (1993). Materiais granulares leves no isolamento térmico de edifícios. Estudo experimental da sua viabilidade e desempenho. Tese de Doutoramento em Engenharia Civil, Instituto Superior Técnico, Universidade Técnica de Lisboa, Lisboa, Portugal.</p>
<p>[5] APFAC (2018). Manual ETICS. Coimbra: APFAC &#8211; Associação Portuguesa dos Fabricantes de Argamassas e ETICS (<a href="https://www.apfac.pt/uploads/documentos/APFAC-MANUAL-ETICS-2018.pdf" target="_blank" rel="noopener">https://www.apfac.pt/uploads/docu­mentos/APFAC-MANUAL-ETICS-2018.pdf</a>).</p>
<p>[6] Freitas, V. P. e Miranda, A. (2014). Patologias de sistemas de isolamento tér­mico pelo exterior do tipo ETICS. Relatório—LFC-IC-282A-2014, FEUP, Porto: APFAC -Associação Portuguesa dos Fabricantes de Argamassas e ETICS (www.apfac.pt/patologias/LFC-IC-282A-2014.pdf).</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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