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	<title>Arquivo de CLIMASUN - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 May 2026 09:47:47 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de CLIMASUN - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>Mercado português das bombas de calor acelera com novas exigências energéticas</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/portugal-acompanha-crescimento-europeu-das-bombas-de-calor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:38:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bombas de calor]]></category>
		<category><![CDATA[CLIMASUN]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[EHPA]]></category>
		<category><![CDATA[mitsubishi]]></category>
		<category><![CDATA[samsung]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fabricantes e distribuidores apontam crescimento do mercado nacional, impulsionado pela eficiência energética, electrificação dos consumos e descarbonização dos edifícios. A formação técnica e os incentivos continuam a ser decisivos para consolidar o sector. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p aria-level="3"><b><span data-contrast="auto">Fabricantes e distribuidores apontam crescimento do mercado nacional, impulsionado pela eficiência energética, electrificação dos consumos e descarbonização dos edifícios. A formação técnica e os incentivos continuam a ser decisivos para consolidar o sector.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:281,&quot;335559739&quot;:281}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O mercado europeu das bombas de calor continua a crescer e Portugal acompanha essa tendência. Segundo dados recentes da Associação Europeia de Bombas de Calor (EHPA), as vendas destes equipamentos aumentaram 11% em 2025 em 16 países europeus, totalizando 2,63 milhões de unidades residenciais vendidas. No continente, estima-se que existam já cerca de 28 milhões de bombas de calor instaladas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em Portugal, os principais fabricantes e distribuidores confirmam igualmente uma evolução positiva do mercado, embora com características próprias. A combinação entre políticas de descarbonização, electrificação dos consumos e procura por soluções mais eficientes está a acelerar a adopção desta tecnologia, sobretudo nos segmentos residencial novo e da reabilitação energética.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para a Mitsubishi Electric, o mercado nacional “apresentou um enquadramento globalmente alinhado com o observado no contexto europeu”, ainda que com uma evolução distinta entre tecnologias. Segundo Nuno Iglésias, Systems Department Manager, “verificou-se uma alteração do ‘</span><i><span data-contrast="auto">product mix</span></i><span data-contrast="auto">’, com um crescimento expressivo dos sistemas monobloco, enquanto os sistemas </span><i><span data-contrast="auto">split </span></i><span data-contrast="auto">registaram um abrandamento na sua dinâmica de crescimento”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar disso, a empresa considera que “o interesse pelas soluções de bomba de calor continua a reforçar-se”, impulsionado “pela crescente sensibilização para a eficiência energética, pela electrificação dos sistemas de aquecimento e de AQS e pelo enquadramento favorável das políticas públicas”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Também a Samsung destaca um crescimento significativo do mercado português, que considera ter evoluído “acima da média europeia”. Ricardo Martins, responsável pela</span><span data-contrast="auto"> Divisão Climate Solutions da Samsung para Espanha e Portugal,</span><span data-contrast="auto"> sublinha que “este segmento está a ganhar relevância no contexto da transição energética”, impulsionado tanto por incentivos fiscais como pela procura de “soluções mais versáteis e integradas para aquecimento, arrefecimento e água quente sanitária”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A empresa aponta ainda para uma mudança de percepção sobre esta tecnologia. “As bombas de calor estão a deixar de ser vistas como uma solução isolada e passam cada vez mais a ser valorizadas pela sua capacidade de integrar diferentes funções num único sistema”, refere o responsável. Segundo a Samsung, a área de aquecimento cresceu 50% face ao ano anterior, em quantidade de equipamentos vendidos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Entre as tendências do mercado, destaca-se também a aposta em refrigerantes com menor impacte ambiental, como o R290, alinhados com as novas exigências do regulamento europeu F-Gas. A Samsung considera igualmente que a formação técnica será decisiva para sustentar o crescimento do sector. “O principal motor de crescimento deste mercado será a formação certificada para uma maior capacitação dos profissionais”, afirma Ricardo Martins.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na mesma linha, a CLIMASUN | Haier considera que Portugal “tem acompanhado a tendência europeia de crescimento, embora com particularidades próprias”. A empresa identifica três factores principais para esta evolução: “a crescente sensibilização para a eficiência energética, o reforço das políticas de descarbonização e a procura por soluções que reduzam a dependência de combustíveis fósseis”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A empresa admite que o ritmo nacional ainda não acompanha totalmente mercados mais maduros, como França ou Alemanha, mas considera evidente que “Portugal está a acelerar”. O residencial novo e a reabilitação energética são apontados como os segmentos mais dinâmicos, “com as bombas de calor a assumirem-se como solução de referência para climatização e AQS”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar do cenário positivo, as empresas não escondem a existência de desafios. A CLIMASUN | Haier alerta para questões como “a literacia energética e a qualificação técnica da instalação”, consideradas fundamentais “para garantir o pleno desempenho dos sistemas”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">De um modo geral, as empresas concordam que as bombas de calor ganharam espaço na estratégia de descarbonização dos edifícios e que deverão continuar a crescer nos próximos anos. Perante o papel central dos edifícios na transição energética, esta tecnologia afirma-se cada vez mais como alternativa às soluções convencionais baseadas em combustíveis fósseis.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Recorde-se que, a nível europeu, a EHPA considera que o aumento dos custos dos combustíveis fósseis está a impulsionar a procura por bombas de calor. Ainda assim, alerta que a capacidade produtiva europeia continua subutilizada, após a quebra da procura registada depois de 2022, defendendo medidas estruturais e sinais de mercado mais estáveis para sustentar o crescimento do sector a longo prazo.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Unsplash</p>


<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Climasun, Lda.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 08:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[CLIMASUN]]></category>
		<category><![CDATA[Electrodomésicos]]></category>
		<category><![CDATA[Electrodomésticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DIRECTÓRIO PROFISSIONAL – CONTEÚDO COMERCIAL CLIMASUN, LDA. Rua Urtigueira 26 4414-005 Canelas, Vila Nova de GaiaT.: 229 982 990 * www.haier-ac.pt * chamada para rede fixa nacional</p>
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<p class="has-text-align-right has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-da7b700a61467d698cd192a7f8709bf7 wp-block-paragraph" style="color:#979797"><br>* chamada para rede fixa nacional</p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-default" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ac00cf961d1ea846fe5a532228b76c6 wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Bombas de calor: empresas portuguesas reagem à evolução do mercado</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/bombas-de-calor-empresas-portuguesas-reagem-a-evolucao-do-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 09:20:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arfit]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Europeia de Bombas de Calor]]></category>
		<category><![CDATA[bombas de calor]]></category>
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		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
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		<category><![CDATA[sector das bombas de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tal como anunciado em Agosto pela Edifícios e Energia, as vendas de bombas de calor em 2023 foram 6,5% inferiores às do ano anterior, fomos ouvir algumas empresas do sector sobre o mercado das bombas de calor.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/bombas-de-calor-empresas-portuguesas-reagem-a-evolucao-do-mercado/">Bombas de calor: empresas portuguesas reagem à evolução do mercado</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tal como anunciado em Agosto pela Edifícios e Energia, as vendas de bombas de calor em 2023 foram 6,5% inferiores às do ano anterior, fomos ouvir algumas empresas do sector sobre o mercado das bombas de calor. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A redução de vendas registada em 2023 no espaço europeu representa uma inversão na tendência de crescimento contínuo da última década. A este propósito, a Associação Europeia de Bombas de Calor (EHPA) alertou para o risco de a União Europeia (UE) poder ficar aquém da meta traçada para 2030: “se as vendas anuais [de bombas de calor] se mantiverem a um nível de 3 milhões por ano, serão instaladas cerca de 45 milhões de bombas de calor até 2030 – cerca de 25% menos do que os objectivos da UE”. Perante este cenário, o que têm as empresas portuguesas a dizer sobre esta “turbulência”? A Edifícios e Energia reuniu os seus testemunhos.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Jorge Carvalho, </span><i><span data-contrast="auto">business director </span></i><span data-contrast="auto">da Eurofred Portugal, começa por referir que nos últimos anos o mercado português tem acompanhado a tendência europeia e que “dificilmente irá recuperar as previsões optimistas e até um pouco irrealistas”. O responsável menciona que, de momento e até Junho de 2025, o país apenas tem para “oferecer” um incentivo de 6% de IVA para as bombas de calor: “obviamente este incentivo só tem a ver com o cliente final, que, na maior parte das vezes, está mal informado”, acrescenta. </span><span data-contrast="auto">A resposta do mercado, segundo Jorge Carvalho, tem sido pautada por soluções diversificadas e por mais marcas a investir em novas opções, situação que “torna mais difícil o alcançar dos </span><i><span data-contrast="auto">budgets</span></i><span data-contrast="auto"> definidos pelas empresas e aumentar ainda mais a sensação de descida nestes segmentos”.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Embora não existam dados concretos sobre o mercado nacional, um </span><a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/o-que-explica-a-queda-nas-vendas-de-bombas-de-calor-em-2023/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">relatório da EHPA</span></a><span data-contrast="auto"> revelou que, em 2023, Portugal conseguiu aumentar as vendas de bombas de calor em cerca de 24% relativamente ao ano anterior. João Cunha, engenheiro e responsável pelo departamento técnico da HENQ, indica que se trata de um crescimento “em consonância com países como a Alemanha, Bélgica, Países Baixos e Espanha (com aumentos mais modestos), contrariamente a outros com redução significativa, como a França, Itália, Suécia, Finlândia, Polónia e Dinamarca”. O responsável tenta explicar esta tendência nacional: “julgamos que no caso de Portugal, o crescimento foi alavancado pelo Fundo Ambiental com o Programa de Apoio a Edifícios mais Sustentáveis 2023, apesar de uma conjuntura económica com taxas de juros e inflação elevadas”.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Relativamente aos resultados que poderão ser alcançados este ano, ao analisar os indicadores económicos, João Cunha acredita que “não é expectável” um aumento nas vendas das bombas de calor. A ausência de programas de apoio por parte dos governos europeus e o adiamento do plano de acção para as bombas de calor, a implementar pela Comissão Europeia, são alguns dos aspectos considerados.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A nível nacional, o responsável pelo departamento técnico da HENQ refere também que, apesar da redução do IVA para 6%, “a ausência prolongada do Fundo Ambiental no apoio financeiro à instalação de bombas de calor de climatização e produção de água quente sanitária não augura um crescimento relevante”. Ainda assim, tendo em conta a “necessidade urgente” de redução das emissões dos gases com efeito de estufa (GEE), João Cunha indica que é expectável que nos próximos anos a tendência seja invertida, uma vez que “as bombas de calor terão um papel importante na prossecução deste objectivo. Os acordos climáticos, estabelecidos a nível europeu e global, no que respeita à neutralidade carbónica, assim o exigem”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Por outro lado, a directora de Marketing e Comunicação do Grupo EFCIS, Susana Penedo, adianta à Edifícios e Energia que “excepcionalmente” o grupo EFCIS e CLIMASUN não sentiu a tendência do mercado, “muito pelo contrário, tem vindo a testemunhar um crescimento global em toda a gama de aquecimento</span><span data-contrast="auto">”. Também a Arfit indica que, na área comercial e industrial, </span><span data-contrast="auto">o mercado das bombas de calor “continua em forte crescimento”, refere Sónia Ribeiro, responsável pelo Marketing da empresa.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">AVAC na descarbonização do edificado</span></b><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Numa altura em que já estamos em contagem decrescente para a descarbonização dos edifícios &#8211; a acontecer em 2050 -, de um modo geral, todas estas empresas realçaram o papel “crucial” que o sector AVAC desempenha quando se fala desta meta, pelo peso que acarreta desde o início até ao fim de vida dos edifícios.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“A</span> <span data-contrast="auto">necessidade premente de uma transição energética efectiva deverá impor nos processos termodinâmicos de climatização a utilização, nos ciclos de refrigeração, de gases frigorigéneos de baixo potencial de aquecimento global (GWP), tais como o R290 e outros que estão num horizonte próximo”, refere o engenheiro João Cunha, responsável pelo departamento técnico da HENQ. Desta forma, torna-se “inevitável” a substituição dos equipamentos de climatização e produção AQS que ainda funcionam a combustíveis fosseis, por bombas de calor de elevada eficiência.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Complementarmente à projecção de soluções de AVAC eficientes, os responsáveis da Arfit e Eurofred convergem na ideia de que é fundamental a sensibilização, formação e certificação de técnicos e empresas. Como indica Sónia Ribeiro, esta questão deve ser tida em conta para que seja feita “uma melhor análise de eficiência e uma melhor condução das instalações”. E Jorge Carvalho recorda que “não podemos esquecer que estes equipamentos têm de ser mantidos ao longo da sua vida útil e, para tal, a gestão da manutenção é mais um ‘</span><i><span data-contrast="auto">player</span></i><span data-contrast="auto">’ que não pode, de modo algum, ficar de fora”.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Por último, o responsável menciona um outro aspecto: o fim de vida dos equipamentos. Este processo “tem também de seguir um caminho de desmantelamento dentro da legislação, isto é, as empresas de gestão de resíduos eléctricos e electrónicos têm o papel final no que diz respeito à descarbonização e ao encaminhamento correcto dos resíduos, que indirectamente teve a ver com o edifício”, conclui.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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