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	<title>Arquivo de AVACR - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Feb 2026 10:18:46 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de AVACR - Edificios e Energia</title>
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		<title>Entre o sensor e o algoritmo: &#8220;O futuro digital do sector do AVAC&#038;R&#8221;</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/entre-o-sensor-e-o-algoritmo-o-futuro-digital-do-sector-do-avacr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 10:18:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AVAC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A conversa entre Jorge Manuel Carvalho (JMC) e Ernesto Peixeiro Ramos (EPR) expõe, com franqueza e detalhe, os dilemas centrais da transição digital no sector do AVAC&#038;R e aponta um caminho realista: digitalização escalonada, interoperável e contextualizada — começando pela qualidade das medições.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/entre-o-sensor-e-o-algoritmo-o-futuro-digital-do-sector-do-avacr/">Entre o sensor e o algoritmo: &#8220;O futuro digital do sector do AVAC&#038;R&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=162" target="_blank" rel="noopener">edição nº 162 da Edifícios e Energia</a> (Novembro/Dezembro 2025).</em></strong></p>
<p><strong>A conversa entre Jorge Manuel Carvalho (JMC) e Ernesto Peixeiro Ramos (EPR) expõe, com franqueza e detalhe, os dilemas centrais da transição digital no sector do AVAC&amp;R e aponta um caminho realista: digitalização escalonada, interoperável e contextualizada — começando pela qualidade das medições.</strong></p>
<p><strong>JMC:</strong> Fala-se tanto do Passaporte Digital de Produto (PDP), e também já se falou do Passaporte Digital do Edifício (PDE), mas continuo a sentir um desfasamento enorme entre a ambição e a prática no terreno. A ideia parece boa, rastrear o ciclo de vida, medir o desempenho real, fechar o ciclo da circularidade. Mas quem é que vai medir, com que instrumentos, e com que fiabilidade?</p>
<p><strong>EPR:</strong> Essa é uma questão que quase ninguém quer enfrentar. Fala-se em digitalização como se bastasse ligar um sensor e pronto, os dados fluíssem magicamente. Mas medir a energia térmica, especialmente em circuitos de água, é das tarefas mais ingratas. Dois sensores de temperatura e um caudalímetro não bastam se não estiverem no sítio certo. Vês sondas mal instaladas, sem isolamento, ou mal posicionadas, e depois perguntam-se por que é que o Coeficiente de Desempenho (COP) parece instável.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Exactamente. Já encontrei sensores montados no mesmo troço, sem diferença de potencial térmico. E depois há os caudalímetros: troços rectos curtos, ar, turbulência, e nunca calibrados. No fim, o sistema “mede”, mas mede mal. E é com esses dados que se quer alimentar o Passaporte Digital do Edifício. Ou seja, criamos um edifício digitalmente “transparente”, mas baseado em dados duvidosos. É uma ironia tecnológica.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Totalmente. E não é por má vontade, é por falta de formação, de tempo e de dinheiro. Se quisermos medições com rastreabilidade metrológica, precisamos de infraestrutura. Um edifício médio com vários circuitos hidráulicos exigiria caudalímetros ultrassónicos ou magnéticos, sondas PT1000 calibradas, isolamento térmico adequado, gateways IoT e um servidor local para recolher e filtrar os dados antes de os enviar para a plataforma europeia. Estamos a falar de algumas dezenas de milhares de euros de investimento inicial, fora a manutenção anual e calibrações.</p>
<p><strong>JMC:</strong> E quem é que quer pagar isso? Um hospital ou centro comercial pode absorver, mas nos pequenos edifícios de serviços, ou nos condomínios residenciais é impossível. No fim, o custo da transparência acaba por afastar os pequenos proprietários. O PDP e o PDE só fazem sentido se forem escalonados: exigência mínima para edifícios simples, e máxima para os de alta complexidade. Senão, transformamo-nos em burocratas digitais em vez de engenheiros.</p>
<p><strong>EPR:</strong> E ainda há outro perigo: a duplicação de responsabilidades. O Passaporte Digital de Produto fica com o fabricante; o do edifício, com o dono ou promotor. Só que ambos pedem os mesmos dados: rendimentos, consumos, emissões e manutenção. No fim, o técnico de AVAC passa mais tempo a alimentar portais do que a optimizar sistemas. A digitalização devia libertar-nos, não afundar-nos em burocracia.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Era o que eu dizia antes. O PDP devia ser o bloco de construção do PDE. Cada equipamento, chiller &#8211; bomba de calor, ventiloconvector<br />
&#8211; teria o seu passaporte digital autónomo, com dados técnicos, ambientais e de desempenho real. O PDE apenas os agrupa, como um “contentor digital” do edifício. Assim, cada actualização de um produto reflectia-se automaticamente no passaporte do edifício.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Isso seria o ideal. Mas, para funcionar, precisaríamos de interoperabilidade real entre fabricantes e plataformas. Hoje, cada um fala a sua língua: BACnet, Modbus, KNX, protocolos proprietários. E o BIM, que podia ser o elo de ligação, ainda é visto como ferramenta de projecto, não de operação. Fala-se em Digital Twin (DT) (investimento entre 20 e 50 €/metros quadrados), mas poucos percebem que, sem medições fiáveis e sem API (Application Programming Interface) aberta, o DT é só uma bonita maquete.</p>
<p><strong>JMC:</strong> E também temos o factor climático, que a regulamentação ignora por completo. A Europa aplica as mesmas métricas de desempenho sazonal &#8211; SEER, SCOP &#8211; do Báltico ao Algarve. Mas as condições de operação são completamente diferentes. No Sul, o arrefecimento domina quase todo o ano, com grandes variações diárias, principalmente no interior e longos períodos de meia carga. Já no Norte, o aquecimento é estável e previsível. Usar o mesmo indicador é completamente inadequado, é uma distorção técnica e comercial.</p>
<p><strong>EPR:</strong> E não é pequena. Um chiller projectado para trabalhar a 35 °C de condensação em Bruxelas chega a Évora e enfrenta 45 °C. O rendimento cai 20 a 25%. E depois querem comparar como se o equipamento do Norte fosse “mais eficiente”. Falta contexto climático. O passaporte devia ter campos obrigatórios: zona CEN (quente, média, fria), temperatura média de condensação e evaporação, horas anuais de operação e perfil de utilização. Sem isso, os dados são inúteis para comparação. Quanto aos edifícios de alta carga interna, como centros comerciais, supermercados, hospitais ou data centers, o comportamento energético é determinado pelo uso, não pelo clima, daí que a parametrização deva ser dupla, por zona climática (EPBD, Eurocodes, etc.) ou por tipologia funcional (retalho, hospitalar, residencial, etc.).</p>
<p><strong>JMC:</strong> Exacto. E se formos justos, o Sul da Europa está em desvantagem. O custo da electricidade é alto, a amplitude térmica é enorme, e a poupança potencial dos sistemas de monitorização é menor. Instalar instrumentação custa o mesmo, seja em Portugal, seja na Alemanha, mas o payback cá é o dobro. No Norte, o sistema funciona mais horas, há contratos de desempenho energético e tarifas estáveis. No Sul, temos sazonalidade e ocupação flutuante. O business case da digitalização é mais fraco e a regulação não reflecte isso.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Essa é a parte que mais me incomoda: legislar como se a Europa fosse homogénea. As normas falam em “indicadores médios”, mas o clima, o uso e até a cultura de operação mudam tudo. Na Escandinávia, ninguém desliga sistemas; aqui, a primeira coisa que o utilizador faz é desligar o ar condicionado para poupar. O comportamento dos ocupantes influencia tanto quanto o equipamento e ninguém o modela. Se queremos passaportes que reflictam a realidade, temos de incluir a variável humana.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Falaste em comportamento e lembrei-me de outra coisa: o ruído de dados. Quando se ligam sensores em massa, há medições erradas, atrasos, falhas de comunicação. Sem validação, o sistema aprende com erros. O machine learning que devia optimizar, acaba por distorcer. Um passaporte digital baseado em dados crus é tão falível quanto um certificado energético teórico. A diferença é que agora o erro é automático e instantâneo.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Sim, temos o erro em tempo real! É por isso que insisto que a base tem de ser metrológica, não burocrática. Cada sensor deve ter rastreabilidade e calibração verificável. Caso contrário, teremos edifícios “inteligentes” que tomam decisões com base em dados fictícios. A engenharia tem de manter o pé na realidade física. O digital deve ser um espelho fiel, não uma fantasia bem formatada. Mas isto acarreta custos, só a calibração ronda os 50 a 200 euros por sensor por ano. Por exemplo, em edifícios comerciais e supermercados, se pensarmos só nos sensores críticos &#8211; temperatura, humidade relativa, caudal, energia, CO2, pressão –, teremos investimentos para sensores e implementação entre 10 mil euros e os 50 mil euros, aos quais acresce a manutenção anual entre os 5 mil euros e os 20 mil euros, dependendo do número de sensores e complexidade. Isto para garantir a conformidade contínua e a actualização dos dados. Repara que estes valores não incluem o fornecimento do sistema de gestão nem a sua manutenção anual.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Sabes, esta conversa resume o dilema actual do sector. Estamos entre a necessidade de modernizar e o risco de nos perdermos na complexidade. A Europa quer transparência total, mas não define quem assegura a qualidade dos dados. Quer rastreabilidade, mas não oferece interoperabilidade. Quer comparabilidade, mas ignora o clima e o uso. São só paradoxos.</p>
<p><strong>EPR:</strong> E a consequência é previsível: excesso de plataformas, ficheiros redundantes, e técnicos desmotivados. Já vejo colegas a dizer “isto é mais papelada digital”. E no fundo têm razão. O Passaporte Digital do Edifício só fará sentido se conseguir unir o digital e o físico: o BIM com o BMS, o projectista com o técnico de campo, o dado com o contexto.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Para isso, talvez o caminho seja gradual. Começar pelos produtos — PDP automatizado e fiável — e evoluir para o nível do edifício quando já houver maturidade. A digitalização deve ser incrementada passo a passo, mas nunca imposta por decreto. E o investimento precisa de estar alinhado com o benefício, devemos medir o que faz a diferença, não tudo o que é possível.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Bem, o que me motiva ainda é acreditar que podemos usar esta transição para mudar mentalidades. Se o Passaporte Digital for bem implementado, pode valorizar o trabalho de quem mede e comissiona. Pode dar visibilidade ao desempenho real, e não apenas ao catálogo. Mas, para isso, temos de garantir que os dados são confiáveis, contextualizados e úteis.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Concordo totalmente. No fim, a tecnologia deve servir a engenharia, não substituí-la. O Passaporte Digital só será credível se reflectir o edifício real — com as suas perdas, incertezas e comportamento humano. Caso contrário, será apenas mais um PDF digital bonito, pendurado numa nuvem europeia qualquer.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Bonito, mas vazio. Se quiserem realmente avançar, que comecem por algo simples: formar técnicos em metrologia térmica, obrigar fabricantes a disponibilizar APIs abertas, e incluir no PDE um campo de “confiabilidade de dados”. A transparência começa por reconhecer o que ainda não sabemos medir bem.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Brilhante. Afinal, o verdadeiro passaporte do edifício não é digital — é a competência de quem o projecta, instala e mantém. O resto são carimbos electrónicos.</p>
<p><strong>EPR:</strong> O digital só fará sentido quando a precisão térmica se tornar cultura — não obrigação. O sensor será o novo lápis do engenheiro; mas, tal como o lápis que só bem afiado fará um melhor controle das linhas, o sensor só é útil se estiver bem instalado e no local adequado.</p>
<h4><strong>RESUMO DOS DILEMAS CENTRAIS</strong></h4>
<p><strong>Medição real:</strong> falhas práticas em sensores, caudalímetros e calibração comprometem a veracidade dos dados. Infraestrutura e custos: instrumentação e digitalização têm custos elevados e retorno desigual entre edifícios e regiões.</p>
<p><strong>Desigualdade climática:</strong> as métricas europeias ignoram variações térmicas e perfis de uso entre o Norte e o Sul.</p>
<p><strong>Interoperabilidade:</strong> falta de normalização entre protocolos e plataformas ameaça a utilidade dos passaportes digitais.</p>
<p><strong>Risco burocrático:</strong> sem integração entre os passaportes digitais do produto e do edifício, o processo duplica-se e desvia o foco da engenharia para a administração.</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>As conclusões expressas são da responsabilidade dos autores.</strong></em></p>
<p>Fotografia de destaque: © Freepik</p>
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		<title>Portugal acolhe Conferência Europeia da ASHRAE 2025</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/portugal-acolhe-conferencia-europeia-da-ashrae-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 08:52:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ordem dos Engenheiros, em colaboração com o Capítulo português da ASHRAE, vai coorganizar a Conferência dos Capítulos Europeus da ASHRAE (CRC 2025). Realizada anualmente numa base de rotação entre os capítulos, este ano a responsabilidade cabe a Portugal. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Ordem dos Engenheiros, em colaboração com o Capítulo português da ASHRAE, vai coorganizar a Conferência dos Capítulos Europeus da ASHRAE (CRC 2025). Realizada anualmente numa base de rotação entre os capítulos, este ano a responsabilidade cabe a Portugal. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A organização deste evento é feita em coordenação com a nova Comissão de Climatização e Refrigeração da OE, e integra, no dia 25 de Setembro, as 25ªs Jornadas de Climatização e Refrigeração da OE, que constituem a parte técnica do CRC, e que contam com a presença de três peritos da ASHRAE no seu programa de Oradores Distintos, bem como outros oradores nacionais e institucionais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em comunicado, a Ordem dos Engenheiros explica que o CRC 2025 será “uma excelente oportunidade para estabelecer contactos com representantes da Direcção da ASHRAE e com os líderes europeus do sector do AVAC e da Refrigeração, bem como conhecer as melhores práticas actuais do sector e ficar a conhecer as tendências para o futuro, em termos de tecnologias e políticas”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A CRC 2025 terá lugar de 25 a 27 de Setembro, em Lisboa, proporcionando uma oportunidade para estabelecer contactos com profissionais de AVAC&amp;R e membros da ASHRAE de toda a Região XIV, ao mesmo tempo que acontecem sessões lideradas por especialistas sobre eficiência energética, sustentabilidade e edifícios com elevado conforto ambiental interior.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSevsWGk4zng7MqtP1TUE3_IJjhmHTviE6ScDZyTHN3Gt2X-Hg/viewform" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="auto">formulário</span></a><span data-contrast="auto"> para inscrição encontra-se disponível no site da CRC.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Ordem dos Engenheiros</p>
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		<title>Eurovent destaca papel da indústria AVACR nas ambições da UE para uma indústria de emissões líquidas nulas</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/eurovent-destaca-papel-da-industria-avacr-nas-ambicoes-da-ue-para-uma-industria-de-emissoes-liquidas-nulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 09:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo para a Indústria Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[AVAC]]></category>
		<category><![CDATA[AVACR]]></category>
		<category><![CDATA[eurovent]]></category>
		<category><![CDATA[união europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Eurovent, Associação Europeia para a Indústria AVAC, apela ao reconhecimento do sector AVACR no Acordo para a Indústria Limpa, assim como noutras políticas europeias, a fim de preservar a competitividade da indústria. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eurovent-destaca-papel-da-industria-avacr-nas-ambicoes-da-ue-para-uma-industria-de-emissoes-liquidas-nulas/">Eurovent destaca papel da indústria AVACR nas ambições da UE para uma indústria de emissões líquidas nulas</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Eurovent, Associação Europeia para a Indústria AVAC, apela ao reconhecimento do sector AVACR no Acordo para a Indústria Limpa, assim como noutras políticas europeias, a fim de preservar a competitividade da indústria. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">“A Comissão Europeia, no seu novo mandato, está a levar a sério o desafio da competitividade”, começou por referir a entidade em comunicado, acrescentando que o programa de trabalho da Comissão Europeia para 2025 “delineou algumas primeiras medidas úteis para abordar os principais obstáculos estruturais que dificultam a competitividade das indústrias europeias”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ainda que tenha congratulado esta acção da Comissão Europeia, a Eurovent manifestou a sua preocupação com a tendência da União Europeia (UE) para escolher “vencedores” e “vencidos”, ao identificar “as indústrias que são consideradas suficientemente ‘estratégicas’ para receberem atenção e apoio”. O que a associação diz é que, embora a indústria AVACR tenha beneficiado parcialmente deste tratamento, já que as bombas de calor foram reconhecidas como uma tecnologia estratégica de emissões líquidas nulas, “não reconhece as ligações e interconexões entre tecnologias e sectores”. E, por isso, a Eurovent frisou: “Nenhum sector existe isoladamente”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Stijn Renneboog, secretário-geral adjunto da Eurovent, declarou que a associação apela ao reconhecimento de todo o sector AVACR &#8211; incluindo, mas não exclusivamente, as bombas de calor &#8211; no Acordo para a Indústria Limpa. “Este quadro político terá de ser eficaz para a indústria AVACR, tal como para outras indústrias, em reconhecimento do importante contributo do nosso sector para a qualidade de vida, para as ambições de emissões líquidas nulas da UE e para a prosperidade europeia”, acrescentou o secretário-geral adjunto.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O documento da Eurovent sobre o reconhecimento do sector AVACR no Acordo para a Indústria Limpa reitera o apelo do seu </span><a href="https://www.eurovent.eu/publications/eurovent-2024-2029-manifesto/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">manifesto</span></a><span data-contrast="auto"> à criação de uma “estratégia industrial que aprofunde o mercado único, elimine os obstáculos ao comércio interno e crie uma melhorada agenda ‘Better Regulation’ (em português, ‘melhor regulação’) que tenha em conta o seu impacto na competitividade”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Freepik</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eurovent-destaca-papel-da-industria-avacr-nas-ambicoes-da-ue-para-uma-industria-de-emissoes-liquidas-nulas/">Eurovent destaca papel da indústria AVACR nas ambições da UE para uma indústria de emissões líquidas nulas</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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