<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de arquitectura sustentável - Edificios e Energia</title>
	<atom:link href="https://edificioseenergia.pt/tag/arquitectura-sustentavel/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/arquitectura-sustentavel/</link>
	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Mar 2025 10:21:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2019/02/cropped-icon_001-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de arquitectura sustentável - Edificios e Energia</title>
	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/arquitectura-sustentavel/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Edifícios que são ecossistemas vivos</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/edificios-que-sao-ecossistemas-vivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Margarida Fialho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 10:19:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arquitectura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[fotobiorreactores]]></category>
		<category><![CDATA[microalgas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=30214</guid>

					<description><![CDATA[<p>Numa altura em que a palavra de ordem é a descarbonização dos edifícios e todas as estratégias apontam para essa ambição, é importante reflectir sobre formas inovadoras de tornar os edifícios menos “pesados” para o planeta e para as cidades onde vivemos. As microalgas podem ser um bom exemplo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/edificios-que-sao-ecossistemas-vivos/">Edifícios que são ecossistemas vivos</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="s1">Artigo publicado originalmente na edição de <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=157" target="_blank" rel="noopener"><span class="s2">Janeiro/Fevereiro de 2025</span></a> da Edifícios e Energia.</span></strong></em></p>
<p><strong>Numa altura em que a palavra de ordem é a descarbonização dos edifícios e todas as estratégias apontam para essa ambição, é importante reflectir sobre formas inovadoras de tornar os edifícios menos “pesados” para o planeta e para as cidades onde vivemos. As microalgas podem ser um bom exemplo.</strong></p>
<p>Investigadores da Universidade de Waterloo, no Canadá, aliaram a integração da inteligência artificial com fachadas de pele dupla com microalgas como fontes de energia. Desta forma, as microalgas ajudam a capturar carbono e a melhorar a qualidade do ar e, além disso, as próprias fachadas podem tornar-se espaços multifuncionais, criando também um “buffer” térmico, reduzindo as necessidades energéticas para aquecimento ou arrefecimento, especialmente em climas extremos.</p>
<h4>COMO DEVERÃO SER OS EDIFÍCIOS DO FUTURO?</h4>
<p>Os edifícios do futuro não devem ser vistos apenas como estruturas passivas, mas como ecossistemas vivos que interajam com o ambiente, funcionem como fontes energéticas, melhorem a qualidade do ar e façam a gestão dos recursos de forma eficiente.</p>
<figure id="attachment_30217" aria-describedby="caption-attachment-30217" style="width: 178px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-30217 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-1-565x1024.jpg" alt="" width="178" height="323" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-1-565x1024.jpg 565w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-1-165x300.jpg 165w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-1-768x1393.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-1-610x1106.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-1-scaled.jpg 662w" sizes="(max-width: 178px) 100vw, 178px" /><figcaption id="caption-attachment-30217" class="wp-caption-text">Instalação experimental de fachada de dupla pele com fotobiorreactor integrado</figcaption></figure>
<p>A grande questão para Mohamad T. Araji, investigador e professor na Escola de Arquitectura da Universidade de Waterloo, em Chicago, está em saber “como podemos criar cidades autossustentáveis, através de edifícios de energia zero, integrando fontes de energia renováveis e sistemas altamente eficientes para optimizar a utilização de recursos e minimizar o impacte ambiental”. Este investigador esteve envolvido no projecto do Masdar Headquarters (a sede de Masdar, em português), na cidade de Masdar, nos Emirados Árabes Unidos. “Esta sede foi concebida como o edifício de utilização mista mais ecológico do mundo, atingindo zero emissões de carbono e zero resíduos (líquidos e sólidos), estabelecendo um novo padrão de sustentabilidade para além do LEED Platinum”, afirma. O LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) é um sistema de certificação que avalia o desempenho ambiental e a sustentabilidade dos edifícios.</p>
<p>Explorar ideias sobre energias renováveis e a sua integração em edifícios foi o ponto de partida para pensar na aplicação de fotobiorreactores de microalgas em fachadas de edifícios, mas foi após Mohamad T. Araji se ter mudado para o Canadá que surgiu uma ideia complementar: fachadas de dupla pele que integram fontes renováveis em climas frios. “Isto inspirou-me a explorar novas ideias de investigação, como a integração de fotobiorreactores de microalgas em fachadas de pele dupla para climas mais frios. Esta abordagem ajuda a evitar a acumulação de neve e cria um amortecedor regulador da temperatura dentro da cavidade da fachada, optimizando, em última análise, o desempenho do sistema.”</p>
<p>Um exemplo prático da aplicação de um destes sistemas é a BIQ House em Hamburgo, na Alemanha. Este foi o primeiro edifício do mundo a integrar fotobiorreactores na sua fachada. Este projecto demonstrou como as microalgas podem ser utilizadas como fonte energética e melhorar a eficiência térmica do edifício, além de serem uma solução sustentável. Também em Hamburgo pode encontrar-se outro edifício que utiliza a outra solução explorada pelo investigador da Universidade de Waterloo. O Elbphilharmonie utiliza fachadas de dupla pele para a eficiência energética e controlo acústico, sendo mesmo considerada uma das salas de concertos mais avançadas do mundo em termos acústicos. Estas fachadas mostram assim como o design se pode adaptar a diferentes climas e também a diferentes funções.</p>
<h4>EDIFÍCIOS COM VIDA: FOTOBIORREACTORES COM MICROALGAS</h4>
<figure id="attachment_30218" aria-describedby="caption-attachment-30218" style="width: 215px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="wp-image-30218 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-2-577x1024.jpg" alt="" width="215" height="382" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-2-577x1024.jpg 577w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-2-169x300.jpg 169w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-2-768x1364.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-2-610x1083.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-2-scaled.jpg 676w" sizes="(max-width: 215px) 100vw, 215px" /><figcaption id="caption-attachment-30218" class="wp-caption-text">Vista de secção sem um lado da instalação</figcaption></figure>
<p>Mas como é que os fotobiorreactores funcionam? Para além de funcionarem como fontes de energia, estes sistemas desempenham várias funções em simultâneo: produzem oxigénio, captam dióxido de carbono e podem integrar sistemas de reutilização de águas residuais que acabam por ser utilizadas no próprio edifício para “alimentar” as algas. Esta integração multifuncional é um marco na arquitectura sustentável, transformando as fachadas em elementos produtivos em vez de meros protectores do clima.</p>
<p>Araji explica que este tipo de solução foi concebido para os centros urbanos, nomeadamente para os edifícios altos e onde existem vários tipos de edifícios de utilização mista, ou seja, sejam eles residenciais, escolares ou comerciais.</p>
<p>As fachadas destes edifícios são recetoras relevantes para este sistema, uma vez que cobrem a maior percentagem da envolvente de um edifício. “As superfícies dos edifícios nas cidades têm um potencial significativo para a produção de energia e a implementação deste sistema foi a chave para explorar esse potencial”. Nem todas as fachadas são ideais para esta solução de integração de biorreactores &#8211; as fachadas viradas a norte não recebem luz solar, pelo que não contribuem para a produção de biocombustível, por exemplo.</p>
<p>As fachadas de dupla pele também podem ser vistas como espaços multifuncionais, acrescenta o investigador: “E se concebermos uma fachada de dupla pele com 2 a 2,5 metros de largura? Ao maximizar estes espaços, podemos integrá-los na disposição do edifício, transformando-os em áreas como corredores, salas de espera ou zonas de lazer”. Esta abordagem não só optimiza o espaço, como também aumenta o valor arquitectónico do edifício.</p>
<p>Algo que ainda está a ser trabalhado é a trajectória do ar: “A forma como o ar circula pode influenciar o desempenho do fotobiorreactor e o fluxo de ar do interior do edifício para a cavidade na fachada pode melhorar o conforto térmico nos espaços ocupados”, diz.</p>
<h4>O PAPEL DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL</h4>
<figure id="attachment_30219" aria-describedby="caption-attachment-30219" style="width: 170px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-30219 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-3-578x1024.jpg" alt="" width="170" height="301" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-3-578x1024.jpg 578w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-3-169x300.jpg 169w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-3-768x1361.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-3-610x1081.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-3-scaled.jpg 677w" sizes="(max-width: 170px) 100vw, 170px" /><figcaption id="caption-attachment-30219" class="wp-caption-text">Cavidade e camada interior da fachada de dupla pele</figcaption></figure>
<p>A monitorização é uma parte crucial do projecto e está a ser feita com a ajuda da inteligência artificial. Através de machine learning, “pretendemos optimizar o tempo de conversão da energia em biocombustível, medir a densidade das microalgas e avaliar factores como os padrões de sombra nas fachadas e a circulação da água no interior do edifício. Tudo isto é feito com base nos padrões de utilização ao longo do dia, da noite e do fim de semana”. Desta forma, o sistema está constantemente a ser “treinado” para que possa atingir o seu potencial máximo de produção de energia. Embora o projecto ainda esteja em fase de investigação, este processo de machine learning é fundamental para optimizar os procedimentos. Por exemplo, algo que tem sido analisado é o ângulo do sol. É importante verificar quais as fachadas que podem ser mais úteis e quais as que trazem mais vantagens. O objectivo é encontrar a melhor forma de aproveitar o sol para que a energia possa ser obtida de forma mais eficiente.</p>
<h4>PENSAR A LONGO PRAZO</h4>
<p>Quanto aos custos, Mohamad T. Araji diz que ainda estão em fase de investigação, mas que, provavelmente, e numa primeira fase, os custos não serão tão eficientes quando comparados com os de uma construção dita “normal” e típica, uma vez que a introdução de uma fachada de dupla pele implica, à partida, a utilização de mais materiais. No entanto, se pensarmos nos “benefícios que estas soluções podem trazer aos edifícios, talvez haja um maior equilíbrio”, afirma.</p>
<figure id="attachment_30220" aria-describedby="caption-attachment-30220" style="width: 163px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-30220 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-4-577x1024.jpg" alt="" width="163" height="289" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-4-577x1024.jpg 577w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-4-169x300.jpg 169w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-4-768x1363.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-4-610x1082.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-4-scaled.jpg 676w" sizes="(max-width: 163px) 100vw, 163px" /><figcaption id="caption-attachment-30220" class="wp-caption-text">Vista da camada exterior a partir do interior da cavidade</figcaption></figure>
<p>Para o investigador, os edifícios são um ponto central para a sustentabilidade urbana e explica que a mudança deve ser feita e pensada desde a construção. “O nosso sistema optimizou a utilização de microalgas para o controlo da temperatura interior e prevemos que, com a infraestrutura de construção adequada, o aumento do volume de biomassa possa ser convertido em biocombustível para a produção de energia no local. Este sistema pode ajudar a estabilizar ou mesmo inverter a perda de calor que os edifícios normalmente registam. Ao estudar várias geometrias de fachada, desde superfícies planas a superfícies curvas, os nossos resultados demonstraram um aumento de 80% no crescimento da biomassa de microalgas, o que melhorará significativamente a eficiência energética do edifício”, explica Araji.</p>
<p>O investigador avança ainda que o fotobiorreactor de microalgas em estado sólido poderá ser o próximo passo. O sistema actual pode ser objecto de apreensão por parte do público, devido a preocupações com o seu funcionamento básico: “Como gerir uma fuga de água no sistema de fotobiorreactores de um edifício e garantir que o sistema é mantido de forma adequada? Pode ser dispendioso, por isso estamos a procurar outras soluções que evitem que a água seja o meio de ligação, como os fotobiorreactores com cultivo de microalgas em estado sólido.”</p>
<figure id="attachment_30221" aria-describedby="caption-attachment-30221" style="width: 283px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-30221 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-5-1024x474.jpg" alt="" width="283" height="131" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-5-1024x474.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-5-300x139.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-5-768x356.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-5-610x283.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-5-1080x500.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/03/Figure-5-scaled.jpg 1200w" sizes="(max-width: 283px) 100vw, 283px" /><figcaption id="caption-attachment-30221" class="wp-caption-text">Fotobiorreactor de microalgas</figcaption></figure>
<p>O futuro das cidades está intrinsecamente ligado à transformação dos edifícios. Tecnologias como os fotobiorreactores, as fachadas multifuncionais e a utilização da inteligência artificial estão a revolucionar a forma como olhamos para os edifícios, tornando-os não só consumidores, mas também produtores de recursos.</p>
<p>Como diz Mohamad T. Araji, “quanto mais eficientes forem os edifícios, maiores serão os resultados que alcançaremos e menor será a nossa pegada de carbono”. O caminho para o futuro urbano passa pela integração destas soluções de uma forma inteligente e inovadora, redefinindo, assim, o papel dos edifícios nas cidades.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/edificios-que-sao-ecossistemas-vivos/">Edifícios que são ecossistemas vivos</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Kongjian Yu pela primeira vez em Portugal no NBS Summit Urban Edition</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/kongjian-yu-pela-primeira-vez-em-portugal-no-nbs-summit-urban-edition-130324-1-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 16:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ANCV]]></category>
		<category><![CDATA[arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[arquitectura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[coberturas verdes]]></category>
		<category><![CDATA[Kongjian Yu]]></category>
		<category><![CDATA[NBS Summit Urban Edition]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=26179</guid>

					<description><![CDATA[<p>O evento dedicado às soluções baseadas na natureza chega ao Porto, Portugal, em Maio de 2024. Organizado pela ANCV  juntamente com a Câmara Municipal do Porto, através das Águas e Energia do Porto, o Nature Based Solutions Summit irá se realizar nos dias 23 e 24 de maio, no Super Bock Arena, no Porto.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/kongjian-yu-pela-primeira-vez-em-portugal-no-nbs-summit-urban-edition-130324-1-2/">Kongjian Yu pela primeira vez em Portugal no NBS Summit Urban Edition</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O evento dedicado às soluções baseadas na natureza chega ao Porto, Portugal, em Maio de 2024. Organizado pela <strong><a href="https://www.greenroofs.pt/" target="_blank" rel="noopener">ANCV</a></strong>  juntamente com a <a href="https://www.cm-porto.pt/" target="_blank" rel="noopener">Câmara Municipal do Porto</a>, através das <strong><a href="https://www.aguasdoporto.pt/" target="_blank" rel="noopener">Águas e Energia do Porto</a></strong>, o <a href="https://nbs-summit.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Nature Based Solutions</strong> Summit</a> irá se realizar nos dias 23 e 24 de maio, no Super Bock Arena, no Porto.</p>
<p>Esta plataforma interdisciplinar de primeira linha fomenta discussões sobre soluções baseadas na natureza, construção, arquitetura, design e engenharia do futuro no contexto nacional e internacional. Descubra as últimas tendências, avanços tecnológicos e soluções práticas que moldam o desenvolvimento urbano sustentável e as perspectivas de mercado global.</p>
<p>O <strong>NBS Summit</strong> tem como objectivo tornar-se numa referência olhando para as cidades e a sua relação com o meio ambiente em prol da sustentabilidade. Uma iniciativa inovadora no cenário nacional que reúne investigação, ciência, municípios, arquitetura, engenharia e sustentabilidade.</p>
<p class="p1">Pela primeira vez em Portugal irá estar presente<span class="s1"> o renomado arquiteto paisagista Kongjian Yu </span>como convidado especial.</p>
<p class="p1"><span class="s1"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-26181 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/KONGJIAN_YU-300x157.png" alt="" width="300" height="157" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/KONGJIAN_YU-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/KONGJIAN_YU-610x319.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/KONGJIAN_YU.png 650w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><br />
Doutorado pela </span><i>Harvard GSD </i><span class="s1">(1995), decano da</span><i> College of Architecture and Landscape Architecture </i><span class="s2"><i>Peking University</i></span> e fundador da <span class="s2"><i>Turenscape</i></span> — um dos mais proeminentes estúdios de arquitetura paisagista da China com mais de 500 colaboradores — Yu tornou-se numa das mais importantes e visionárias figuras da transformação urbana das cidades contemporâneas. A par da sua vasta prática projetual que procura integrar soluções conjuntas entre elementos tradicionais e contemporâneos chineses, Yu é igualmente reconhecido por ter desenvolvido o conceito de design ecológico <span class="s2"><i>Sponge </i></span><span class="s2"><i>City</i></span>. Por essa razões, ao longo de sua carreira, Yu foi galardoado com inúmeras distinções, das quais se destacam o IFLA Sir Geffrey Jellico Award (2020) — o mais alto reconhecimento da Federação Internacional de Arquitetos Paisagistas —, e Oberlander International Landscape Architecture Prize (2023) — uma distinção bienal que concebida para comemorar a famosa arquiteta paisagista canadiana Cornelia Hahn Oberlander, que morreu em 2021. Até à data, Yu desenvolveu mais de 600 projetos construídos em mais de 200 cidades, principalmente no continente Asiático.</p>
<p><em><strong>Sponge City e Nature Based Solutions<br />
</strong></em>Yu é reconhecido internacionalmente pelo seu trabalho inovador na criação de espaços urbanos que harmonizam de forma única a natureza e a função humana nomeadamente pelo conceito <span class="s1"><i>Sponge </i></span><span class="s1"><i>Cities </i></span>que visa enfrentar os desafios de inundações urbanas e escassez de água por meio de infraestruturas naturais e sustentáveis.</p>
<p><span class="s2">As suas investigações sobre </span><i>Ecological Security Patterns </i><span class="s2">(1995) e </span><i>Ecological Infrastructure, Negative </i><span class="s1"><i>Planning and Sponge Cities</i></span> (2003) foram adotadas pelo Governo Chinês (2013) como diretrizes para as campanhas de proteção e restauração ecológica. Tendo ajudado na transição das políticas ecológicas chinesas a nível nacional e tendo sido implementadas em mais de 200 cidades. Esta passagem de um urbanismo centrado no desenvolvimento económico para um urbanismo ecologicamente prudente deveu-se às mais de 600 palestras que Yu dirigiu a ministros, presidentes de câmara, e técnicos, assim como às numerosas cartas dirigidas aos principais dirigentes chineses.</p>
<p>O conceito de<span class="s1"><i> Sponge Cities</i></span> centra-se na problemática das inundações urbanas aceleradas pelas alterações climáticas, introduzindo zonas infra-estruturais em grande escala — como zonas húmidas construídas, vias verdes, parques, coberturas ajardinadas, entre outras — que atuem como dispositivos “esponja”, retendo a água em vez de drená-la. Através desta metodologia de Yu, é expectável que até 2030, 80% das cidades onde a estratégia foi implementada, sejam capazes de absorver 70% da sua precipitação.</p>
<p><iframe title="Sponge City and Sponge Planet  | Kongjian Yu | TEDxBoston" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/4YH6ZFvKzeE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p class="p1">Ao longo de sua carreira, <span class="s1">Kongjian Yu</span> tem sido um defensor incansável das soluções baseadas na natureza, acreditando firmemente no poder transformador que têm para criar cidades mais sustentáveis, resilientes e habitáveis.</p>
<p class="p1"><strong>NBS SUMMIT &#8211; na vanguarda do urbanismo sustentável<br />
</strong>Ao unir a experiência de <span class="s1">Kongjian Yu</span> com a diversidade de perspectivas representadas no <strong><span class="s2">NBS </span><span class="s2">Summit Urban Edition</span>,</strong> este evento promete ser um catalisador para ideias inovadoras e colaborações significativas. Os participantes terão a oportunidade não apenas de conhecer as últimas tendências e tecnologias, mas também de explorar o impacto transformador das soluções baseadas na natureza na construção de cidades mais sustentáveis e resilientes.</p>
<p class="p2">Junte-se a este evento único e faça parte da conversa sobre o futuro da sustentabilidade urbana, impulsionado pela presença inspiradora de<span class="s1"> Kongjian Yu </span>e outros líderes visionários no campo das Soluções Baseadas na Natureza<span class="s3">.</span></p>
<p class="p2">O <strong><span class="s2">NBS Summit Urban Edition</span></strong> está preparado para moldar a próxima era da inovação urbana econtamos com a sua participação para fazer parte dessa jornada rumo a um futuro mais verde e resiliente para as nossas cidades.</p>
<p class="p1">Para informações e inscrições, visite <a href="http://www.nbs-summit.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="s1">www.nbs-summit.com</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade da empresa/entidade em causa.</em></strong><br />
<strong>FONTE: <em>Press Release</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/kongjian-yu-pela-primeira-vez-em-portugal-no-nbs-summit-urban-edition-130324-1-2/">Kongjian Yu pela primeira vez em Portugal no NBS Summit Urban Edition</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
