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	<title>Pesquisou por formação - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Apr 2026 08:43:07 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Pesquisou por formação - Edificios e Energia</title>
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		<title>EFRIARC: Operacionalização das medidas fica aquém do necessário na renovação de edifícios</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/efriarc-operacionalizacao-das-medidas-fica-aquem-do-necessario-na-renovacao-de-edificios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 08:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[EFRIARC]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[PNRE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No seguimento da proposta do Plano Nacional de Renovação de Edifícios (PNRE), a Edifícios e Energia tem recolhido opiniões sobre a estratégia portuguesa para dar resposta aos edifícios carbono zero. Hoje, partilhamos as considerações da EFRIARC, a associação que reúne engenheiros de Frio Industrial e Ar Condicionado. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No seguimento da proposta do Plano Nacional de Renovação de Edifícios (PNRE), a <i>Edifícios e Energia</i> tem recolhido opiniões sobre a estratégia portuguesa para dar resposta aos edifícios carbono zero. Hoje, partilhamos as considerações da EFRIARC, a associação que reúne engenheiros de Frio Industrial e Ar Condicionado. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A associação não deixa margem para dúvidas quanto ao diagnóstico do parque habitacional nacional: “há em Portugal um número elevado de habitações, em todas as regiões, em que as condições mínimas de conforto são inalcançáveis”, sublinha, destacando que estas limitações se verificam “sobretudo na sua vertente térmica”, mas também ao nível “da qualidade do ar, da acústica e da luminosa”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na origem deste cenário estão problemas estruturais antigos e persistentes. “O conforto térmico está sobretudo relacionado com a má qualidade das construções e, às vezes, também com más soluções de arquitectura, quando não até de ausência desta”, refere a EFRIARC. A falta de ventilação adequada agrava ainda mais o problema, comprometendo a qualidade do ambiente interior.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">As patologias construtivas surgem, aliás, como um dos principais indicadores dessas falhas. “Entre elas e o desconforto a relação é praticamente biunívoca”, afirma a associação, defendendo que é precisamente aqui que deve começar qualquer estratégia de reabilitação. “Aqui deveria residir o ponto crítico da recuperação dos edifícios de habitação, antes de quaisquer outros objectivos definíveis.”</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para a EFRIARC, uma abordagem centrada na correcção das deficiências construtivas poderá desencadear ganhos mais amplos. “Nesta forma de abordagem simples, está o caminho para a resolução deste empreendimento”, indica, acrescentando que dessa intervenção poderão resultar benefícios como “a incorporação de energias renováveis, seja de forma passiva ou activa, a melhoria da eficiência energética e, no final, algum contributo para a descarbonização se conseguirá”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No plano das prioridades, a associação entende que, “em termos de actuação hierarquizada, os edifícios de habitação deverão constituir a prioridade”, ainda que reconheça que “na categoria de comércio e serviços, também existem semelhantes necessidades”, o que exige uma resposta igualmente estruturada.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar de considerar que o conhecimento técnico necessário já existe, o problema continua a residir na execução. “A caracterização do estado dos edifícios, bem como o conjunto das medidas necessárias para os renovar, provavelmente até está realizada, ou próxima disso”, admite. Contudo, alerta: “o que sempre fica aquém do expectável é a operacionalização dos processos de concretização dessas medidas”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A comunicação e o envolvimento dos cidadãos são apontados como factores críticos. “A primeira etapa para a renovação deverá ser a divulgação das acções e das suas medidas de actuação, mas também a sua compreensão pelo público em geral”, defende a EFRIARC. Neste âmbito, destacam-se iniciativas enquadradas pelo Plano de Recuperação e Resiliência, como o Portal Casa Mais e os Espaços Energia, que procuram centralizar informação e apoiar os cidadãos na melhoria do desempenho energético das suas habitações.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ainda assim, a associação considera que estes instrumentos devem ser reforçados. “Julga-se que seria ainda necessária maior divulgação e apoio de proximidade”, refere, apontando o papel determinante das agências regionais e locais de energia. “São elas que estão mais próximas dos cidadãos em cada local/região, que melhor poderão conhecer as realidades do parque construído e das suas carências mais acentuadas.”</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Nesse sentido, a EFRIARC defende uma maior descentralização da estratégia de renovação. “Razões mais do que suficientes para que tenham intervenção activa em todas as fases do processo de renovação dos edifícios”, conclui, sublinhando que, pelas suas implicações na eficiência energética, este processo “justifica a sua passagem para o nível dessas agências”.</span></p>
<p><span style="font-size: revert; color: initial;">Fotografia de destaque: © Shutterstock</span></p>
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		<title>Associativismo precisa-se! Sim, mas que associativismo?</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/associativismo-precisa-se-sim-mas-que-associativismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 09:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[associativismo]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[poupança energética]]></category>
		<category><![CDATA[renovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa conversa entre Jorge Carvalho (JC) e Ernesto Peixeiro Ramos (PR) fazemos uma viagem pelo mundo associativo. A união como ponto de partida poderia apontar para uma nova realidade associativa. "Falta um espaço onde todos os profissionais possam trocar experiências entre si, partilhar soluções, discutir problemas reais do terreno, sem barreiras baseadas na formação académica ou hierarquias”.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Numa conversa entre Jorge Carvalho (JC) e Ernesto Peixeiro Ramos (PR) fazemos uma viagem pelo mundo associativo. A união como ponto de partida poderia apontar para uma nova realidade associativa. &#8220;Falta um espaço onde todos os profissionais possam trocar experiências entre si, partilhar soluções, discutir problemas reais do terreno, sem barreiras baseadas na formação académica ou hierarquias”.</strong></p>
<p><strong>JMC:</strong> Já há décadas que ouvimos a mesma pergunta: “para que é que serve o associativismo?”. No sector do AVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado) a resposta parece óbvia, mas, curiosamente, tudo continua a funcionar como se não fosse. Temos um mercado tecnicamente exigente, com impacto directo no consumo energético, no conforto, na qualidade do ar interior e até na saúde pública, mas continuamos estruturalmente desunidos.</p>
<p><strong>EPR:</strong> É um paradoxo clássico. Trabalhamos diariamente com sistemas que só funcionam bem quando todos os componentes estão integrados, equilibrados e coordenados. No entanto, enquanto sector, aceitamos uma lógica fragmentada, quase improvisada. Cada interveniente optimiza o seu “subsistema” e depois espera que o conjunto funcione.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Depois, ficamos surpreendidos quando não funciona. A verdade é que o associativismo funciona mal, mas não por falta de boas intenções. Funciona mal porque reflecte alguns problemas mais profundos, quase culturais: a dificuldade em criar projectos colectivos duradouros, a tendência para a dispersão e uma visão demasiado centrada no curto prazo.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Isso nota-se logo na multiplicidade de estruturas com interesses muito específicos. Não é errado existirem associações por áreas, mas quando essas áreas se sobrepõem, competem por atenção e não comunicam entre si, o efeito global é o do enfraquecimento. Em vez de um sector forte, temos várias vozes médias a falar ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Depois surge a questão recorrente: onde estão os principais players? Empresas com peso real, com capacidade técnica instalada, com experiência acumulada. Muitas participam pontualmente, mas poucas se envolvem de forma continuada. A justificação é quase sempre a mesma: falta de tempo, falta de retorno, excesso de reuniões.</p>
<p><strong>EPR:</strong> E é realmente curioso, porque essas mesmas empresas sabem perfeitamente que a formação contínua, a normalização de procedimentos e a reputação do sector não se constroem sozinhas. Beneficiam de um mercado mais organizado, mas hesitam em investir na sua construção.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Outra tendência é a comparação constante com outros países. Usa-se frequentemente o argumento de que “lá fora o sector está muito mais avançado”. É verdade. Mas o que raramente se diz é que esse avanço foi construído com décadas de trabalho associativo consistente, com erros, conflitos e ajustes sucessivos.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Muitas vezes tentamos saltar etapas. Importam-se discursos, modelos e exigências sem criar a base que os sustenta. O resultado é um desfasamento entre o que se diz e o que se consegue aplicar no terreno. Isso afasta profissionais experientes que conhecem bem as limitações reais do mercado.</p>
<p><strong>JMC:</strong> E isso liga-se directamente à questão geracional. Costuma dizer-se que os mais jovens não se envolvem, mas essa é uma leitura superficial. Eles envolvem-se quando veem utilidade prática, quando sentem que a sua participação tem impacto real. O problema é que muitas estruturas continuam a funcionar com formatos que já não dialogam com essa realidade.</p>
<p><strong>EPR:</strong> As ferramentas digitais vieram alterar profundamente a forma como o conhecimento circula. Hoje qualquer técnico consegue aceder a manuais, vídeos, fóruns internacionais e documentação técnica em minutos. Isso é positivo, mas cria a ilusão de que a aprendizagem é um processo solitário.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Mas não é. Na nossa actividade, a aprendizagem mais valiosa vem da prática partilhada: discutir um erro de instalação, perceber porque é que um sistema nunca atinge o desempenho previsto, trocar experiências sobre soluções que funcionaram num contexto real. Isso não acontece num ecrã; acontece entre as pessoas.</p>
<p><strong>EPR:</strong> O digital, quando é mal utilizado, só isola. Reduz a presença, o convívio e aquelas conversas informais que tantas vezes resolvem problemas complexos. Quantas vezes uma solução surge num intervalo de uma reunião ou num café depois de um evento? Isso não se agenda, mas é preciso um contexto para que possamos vislumbrar essa solução.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Outro ponto crítico é a forma como as associações comunicam entre si. Ou melhor, como não comunicam. Falta coordenação, respeito por calendários, articulação de temas. Repetem-se eventos, sobrepõem-se datas, diluem-se audiências. Todos perdem, mas o sector perde mais.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Essa desorganização reflecte-se na participação dos associados. Assembleias gerais com meia dúzia de pessoas, grupos de trabalho reduzidos, sempre os mesmos a discutir os mesmos temas. Não é falta de massa crítica; é falta de mobilização eficaz.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Isso gera muito desgaste. O trabalho associativo é voluntário e muitas vezes é ingrato. Quem se envolve acaba por acumular funções, responsabilidades e frustração. Chega a um ponto em que a pergunta deixa de ser “quem quer ajudar?” e passa a ser “quem é que ainda aguenta?”.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Sem renovação, as estruturas envelhecem — não em idade, mas em dinâmica. Tornam-se previsíveis, pouco atractivas para quem está de fora, e incapazes de captar novas perspectivas. O sector muda, mas as associações nem sempre acompanham esse ritmo.</p>
<p><strong>JMC:</strong> O resultado é um sector que raramente fala a uma só voz. Quando surgem temas críticos — regulamentação, exigências técnicas, formação, sustentabilidade — as posições aparecem fragmentadas. Um sector fragmentado tem pouca influência e pouca capacidade de se fazer ouvir.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Talvez esteja na altura de olhar para o problema de outra forma. Em vez de perguntar apenas “como melhorar o associativismo existente?”, devíamos talvez perguntar “quem é que está estruturalmente fora dele?”. E quando fazemos essa pergunta, a resposta é evidente.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Uma parte significativa dos profissionais do sector de AVAC não tem um espaço natural de agregação. Falamos dos técnicos que fazem a montagem de tubagens e condutas, que instalam equipamentos, que realizam manutenção, os preparadores de obra, os que fazem comissionamento, operação e ajuste fino dos sistemas. No final, são eles que garantem que o projecto funciona.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Importa esclarecer um ponto fundamental: a inexistência de uma associação transversal destes técnicos não significa falta de formação ou de competência. Pelo contrário. Muitos têm formação especializada, certificações de fabricantes, anos de experiência acumulada e um conhecimento prático que não se aprende em livros.</p>
<p><strong>JMC:</strong> O problema não é técnico, é estrutural. Falta um espaço onde todos os profissionais possam trocar experiências entre si, partilhar soluções, discutir problemas reais do terreno, sem barreiras baseadas na formação académica ou no cargo hierárquico.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Uma associação com esse perfil não serviria apenas para representar interesses. Serviria para criar comunidade técnica, promover eventos práticos, workshops focados na realidade do terreno, divulgar boas práticas e informação técnica actualizada. Seria um espaço de construção colectiva de conhecimento. O único interesse seria o do enriquecimento técnico do sector.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Isso teria impacto directo na qualidade global do sector. Quando o conhecimento circula, a variabilidade de procedimentos diminui. Os erros repetem-se menos. As equipas comunicam melhor entre si. O sector pode tornar-se mais consistente e mais credível.</p>
<p><strong>EPR:</strong> No fundo, voltamos ao início da conversa. Um sector forte constrói-se com união, coordenação e partilha. E isso não acontece espontaneamente. Exige estruturas adequadas à realidade do mercado e das pessoas que nele trabalham.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Associativismo não é um fim em si mesmo. É uma ferramenta. Uma infraestrutura invisível que só se nota quando falha. Talvez o maior desafio seja aceitar que os resultados não são imediatos, mas acumulativos.</p>
<p><strong>EPR:</strong> A ironia é inevitável: passamos a vida a corrigir falhas em sistemas técnicos complexos, mas continuamos a adiar a intervenção no sistema mais crítico de todos — o próprio sector.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Há um ponto que raramente é abordado com frontalidade que é a ausência de espaços onde os técnicos possam discutir falhas, sem receio de julgamento. No nosso sector, o erro continua a ser tratado como falha individual, quando na maioria das vezes é consequência de processos mal definidos ou de falta de comunicação entre intervenientes.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Isso é crítico. A cultura de melhoria contínua constrói-se precisamente na análise estruturada do erro e não na sua estigmatização. Nos mercados mais maduros, os técnicos reúnem-se para discutir problemas reais, estudar causas, comparar abordagens. Não para apontar culpados, mas para melhorar o sistema. Aqui, essas conversas acontecem… mas de forma privada, quase clandestina.</p>
<p><strong>JMC:</strong> E isso é um desperdício enorme de conhecimento. Cada instalação problemática, cada arranque difícil, cada sistema que nunca atingiu o desempenho previsto contém lições valiosas. Sem um espaço colectivo, essas lições morrem com a equipa que as viveu.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Uma associação técnica transversal poderia funcionar como catalisador desse conhecimento. Não como entidade fiscalizadora, mas como plataforma segura para partilha de experiências reais. Estudos de caso práticos, apresentados por técnicos para técnicos, sem filtros comerciais nem discursos formatados.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Outro aspecto pouco discutido é o impacto disso na atractividade do sector. Falamos muito em falta de mão de obra qualificada, mas raramente reflectimos sobre a imagem que o sector projecta para o exterior. Um mercado desorganizado, fragmentado e pouco colaborativo dificilmente atrai jovens com ambição técnica.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Exato. Os profissionais mais novos procuram evolução, reconhecimento e pertença. Uma associação activa, dinâmica, tecnicamente relevante pode ser um factor decisivo para fixar talento. Não substitui a empresa, mas complementa o percurso profissional.</p>
<p><strong>JMC:</strong> E atenção, isto não é criar mais uma estrutura pesada. Pelo contrário. Uma associação moderna teria de ser ágil, orientada para os conteúdos técnicos, com forte componente presencial, mas bem apoiada por ferramentas digitais. O digital como meio, não como fim.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Eventos pequenos, focados, bem preparados. Grupos de trabalho temporários para temas concretos. Produção de documentação técnica simples, prática, baseada na realidade do mercado. Nada de excesso de burocracia. Técnica pura e aplicada.</p>
<p><strong>JMC:</strong> No fundo, estamos a falar de maturidade sectorial. Um sector maduro reconhece que a concorrência não impede a cooperação técnica. Pelo contrário: cooperação eleva o nível geral e torna a concorrência mais saudável.</p>
<p><strong>EPR:</strong> E talvez esse seja o ponto mais difícil &#8211; aceitar que ninguém perde espaço por partilhar conhecimento técnico. O que se perde é o medo, o isolamento e a repetição dos mesmos erros. O que se ganha é um sector mais sólido, mais respeitado e mais preparado para os desafios futuros.  hierárquico.</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>


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		<item>
		<title>Alentejo 2030 lança 2 milhões de euros para eficiência energética em habitações sociais</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/alentejo-2030-lanca-2-milhoes-de-euros-para-eficiencia-energetica-em-habitacoes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 08:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[poupança energética]]></category>
		<category><![CDATA[renovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Alentejo 2030 abriu um novo aviso de candidaturas para apoiar investimentos em eficiência energética na habitação social da região. O objectivo passa por reduzir o consumo de energia e combater a pobreza energética entre as populações mais vulneráveis. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">O Programa Alentejo 2030 abriu um novo aviso de candidaturas para apoiar investimentos em eficiência energética na habitação social da região. O objectivo passa por reduzir o consumo de energia e combater a pobreza energética entre as populações mais vulneráveis.</span></b></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com a informação divulgada, o aviso conta com uma dotação de 2 milhões de euros, sendo financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), com uma taxa máxima de cofinanciamento de 85%.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">A iniciativa destina-se a apoiar intervenções na renovação energética do parque habitacional público existente, promovendo simultaneamente a descarbonização dos consumos de energia. Entre as prioridades está o reforço da electrificação e da eficiência energética, consideradas essenciais para cumprir os objectivos nacionais em matéria de energia e clima.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Entre as acções elegíveis destacam-se intervenções nas envolventes dos edifícios, como isolamento térmico e melhoria de fachadas, bem como a substituição de sistemas energéticos por soluções mais eficientes. Está também prevista a promoção da utilização de energias renováveis, contribuindo para a redução da dependência de fontes fósseis e para a diminuição das emissões de carbono.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O programa aposta ainda na adopção de soluções técnicas adequadas à renovação energética, com o objectivo de criar um parque edificado de elevado desempenho energético e baixo impacte ambiental.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Podem candidatar-se aos apoios os municípios e as associações de municípios da região do Alentejo. O período de candidaturas decorre em várias fases ao longo deste ano. A primeira termina a 30 de Abril, seguindo-se novas fases com prazos mensais até ao final do ano, sendo a última data fixada para 31 de Dezembro de 2026.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O aviso pode ser consultado através deste </span><a href="https://portugal2030.pt/wp-content/uploads/sites/3/2026/04/ALT2030-2026-17.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">site</span></a><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>


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		<item>
		<title>Edifícios Saudáveis e Eficientes: A Excelência Invisível que Garante o nosso Conforto</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/edificios-saudaveis-e-eficientes-a-excelencia-invisivel-que-garante-o-nosso-conforto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[grupo preceram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Preceram, desenvolve soluções que respondem aos desafios atuais do mercado: rapidez de execução, custos controlados e alto desempenho técnico. Acreditamos na "excelência invisível", os materiais que ficam ocultos dentro das paredes e tetos, mas que ditam a nossa qualidade de vida. ...</p>
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<p></p>



<p></p>



<p><br>A realidade portuguesa é conhecida: uma percentagem significativa da população vive em situação de desconforto térmico, tentando aquecer casas frias no inverno e arrefecer espaços sufocantes no verão. Com a urgência da descarbonização e os custos crescentes da energia, a questão já não é apenas estética, mas sim de saúde pública e sustentabilidade financeira. A solução não passa apenas por comprar equipamentos de climatização mais potentes, mas por melhorar a &#8220;pele&#8221; e a estrutura dos nossos edifícios.</p>



<p>O <strong><a href="https://preceram.pt/" type="link" id="https://preceram.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Grupo Preceram</a></strong>, desenvolve soluções que respondem aos desafios atuais do mercado: rapidez de execução, custos controlados e alto desempenho técnico. Acreditamos na &#8220;excelência invisível&#8221;, os materiais que ficam ocultos dentro das paredes e tetos, mas que ditam a nossa qualidade de vida.</p>



<p></p>



<p><strong>Soluções Integradas</strong></p>



<p>Construir ou reabilitar com qualidade exige uma visão de conjunto. Não basta aplicar isolamento; é preciso garantir que o sistema funciona como um todo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A Estrutura Inteligente:</strong> Com os tijolos de furação vertical, como o Tijolo Térmico PRO, conseguimos paredes com mais do dobro da resistência mecânica, térmica e acústica face ao tijolo tradicional. O seu formato permite uma construção mais rápida e com menor consumo de argamassa, reduzindo custos de mão de obra.</li>



<li><strong>O Isolamento que Respira:</strong> A lã mineral Volcalis é um elemento central nesta estratégia. Produzida a partir de areia (um recurso natural), é incombustível (Euroclasse A1) e garante uma qualidade do ar interior superior (certificação Gold pela <em>Eurofins</em>). Além de isolar termicamente, a sua estrutura interna absorve o ruído, transformando a casa num refúgio de silêncio.</li>



<li><strong>Sistemas de Construção Seca: </strong>A combinação da lã mineral com as placas de gesso Gyptec permite criar divisórias e revestimentos internos de forma rápida e limpa. Para zonas húmidas ou fachadas que exijam alta resistência, a placa Gyptec Protect oferece proteção contra a água e o fogo, sendo ideal para a reabilitação energética de edifícios antigos.</li>
</ul>



<p></p>



<p><strong>Reabilitação: O Investimento com Maior Retorno</strong></p>



<p>Muitas vezes, a reabilitação foca-se apenas na substituição de janelas. Contudo, é no isolamento das superfícies opacas (paredes e coberturas) que reside o maior potencial de poupança. Soluções como o sistema de isolamento pelo exterior com lã mineral Volcalis ALPHA Plus e placas Gyptec Protect, permitem eliminar as pontes térmicas e resolver problemas de condensação e bolores, comuns em casas mal isoladas.</p>



<p>Para as coberturas, a argila expandida Nexclay surge como uma aliada fundamental. Seja em enchimentos leves ou na criação de coberturas verdes e &#8220;biosolar roofs&#8221; (que combinam vegetação com painéis solares), a Nexclay ajuda a regular a temperatura do edifício e a gerir as águas pluviais, promovendo a biodiversidade urbana.</p>



<p></p>



<p><strong>O Caminho para a Sustentabilidade</strong></p>



<p>A descarbonização do parque imobiliário não é apenas uma meta europeia; é uma necessidade para garantir habitação digna e económica. Ao optarmos por materiais de fabrico nacional, com baixo impacto ambiental e elevada durabilidade, estamos a investir no futuro.</p>



<p>A tecnologia e as ferramentas de apoio ao projeto, como o Gestor de Soluções, permitem hoje que técnicos e proprietários escolham a solução mais eficaz e económica para cada caso, com toda a informação técnica e certificações à distância de um clique.</p>



<p>Construir com qualidade é, acima de tudo, um ato de racionalidade técnica. O conforto não deve ser um luxo, mas sim a base de cada casa portuguesa.</p>



<p></p>



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<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>



<p></p>
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		<title>Comissão Europeia reforça estratégia para descarbonizar o sector da construção </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/comissao-europeia-reforca-estrategia-para-descarbonizar-o-sector-da-construcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 09:14:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Europeia apresentou novas orientações destinadas a acelerar a descarbonização do sector da construção. O documento “Abordagens do ciclo de vida para a descarbonização dos edifícios europeus” estabelece um quadro estratégico para reduzir o impacte ambiental dos edifícios desde a sua conceção até ao fim da sua vida útil. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">A Comissão Europeia apresentou novas orientações destinadas a acelerar a descarbonização do sector da construção. O documento “Abordagens do ciclo de vida para a descarbonização dos edifícios europeus” estabelece um quadro estratégico para reduzir o impacte ambiental dos edifícios desde a sua conceção até ao fim da sua vida útil.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O objectivo central destas directrizes é apoiar autoridades públicas, tanto a nível europeu como nacional e local, e profissionais do sector na adopção de práticas mais sustentáveis. A abordagem proposta assenta numa visão integrada do ciclo de vida dos edifícios, incluindo as fases de projecto, construção, utilização, renovação e demolição.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com o executivo europeu, a redução das emissões não deve focar-se apenas no consumo energético durante a utilização dos edifícios, mas também nas emissões associadas aos materiais de construção e aos processos construtivos. O documento destaca ainda a importância de considerar o fim de vida das estruturas, incentivando a reutilização e reciclagem de materiais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Um dos aspectos mais inovadores das orientações prende-se com as chamadas “medidas do lado da procura”. Estas incluem a optimização do uso de edifícios existentes, a redução de demolições desnecessárias e a diminuição da necessidade de novos materiais. A estratégia visa, assim, não apenas construir melhor, mas também utilizar de forma mais eficiente o património edificado já disponível.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Neste contexto, a Comissão Europeia sublinha o potencial da renovação e reconversão de edifícios. Um exemplo concreto apresentado no documento é a transformação de escritórios desocupados em habitação social e acessível, contribuindo simultaneamente para mitigar a crise habitacional e reduzir emissões.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">As novas orientações estão alinhadas com os objectivos climáticos da União Europeia e reforçam iniciativas como o Novo Bauhaus Europeu, que promove espaços habitacionais sustentáveis e inclusivos. Esta iniciativa pretende também impulsionar a inovação e a competitividade no sector da construção, enquanto acelera a transição para uma economia circular.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ao integrar políticas de eficiência energética, gestão sustentável de materiais e planeamento urbano inteligente, a Comissão Europeia pretende criar sinergias que permitam uma redução significativa das emissões no sector da construção. O documento pode ser consultado </span><a href="https://environment.ec.europa.eu/publications/commission-staff-working-document-supporting-life-cycle-approaches-decarbonise-european-buildings_en" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">aqui</span></a><span data-contrast="auto">.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>ADENE lança “Manual Poupança – Crise Energética”</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/adene-lanca-manual-poupanca-crise-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 16:39:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ADENE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perante o atual cenário de volatilidade nos mercados energéticos internacionais, a ADENE lança o “Manual Poupança – Crise Energética”, um guia com recomendações simples e imediatas para apoiar cidadãos, famílias, instituições e empresas. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/adene-lanca-manual-poupanca-crise-energetica/">ADENE lança “Manual Poupança – Crise Energética”</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p><strong>Guia prático com recomendações simples e imediatas para ajudar cidadãos, famílias, instituições e empresas a enfrentar a instabilidade do mercado energético, reduzindo custos, aumentando a eficiência e respondendo de forma informada à atual crise.</strong></p>



<p></p>



<p>Perante o atual cenário de volatilidade nos mercados energéticos internacionais, a <strong><a href="https://www.adene.pt/" type="link" id="https://www.adene.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">ADENE</a></strong> lança o “<strong><a href="https://www.adene.pt/Files/PDF/Crise_Energetica_Manual_Poupanca.pdf" type="link" id="https://www.adene.pt/Files/PDF/Crise_Energetica_Manual_Poupanca.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Manual Poupança – Crise Energética”,</a></strong> um guia com recomendações simples e imediatas para apoiar cidadãos, famílias, instituições e empresas. O objetivo é capacitar os portugueses com ferramentas úteis para reduzir consumos, aumentar a eficiência e mitigar o impacto da subida de preços na economia doméstica e empresarial.</p>



<p>O documento está organizado de forma a responder a diferentes níveis de pressão energética e estrutura-se em torno de quatro pilares fundamentais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Famílias</strong> – Um “Top 10” de ações imediatas aplicáveis em casa, desde a regulação de termostatos à gestão eficiente da água quente.</li>



<li><strong>Empresas</strong> – Estratégias para gerir semanas de maior pressão energética e reduzir custos operacionais e melhorar a gestão energética.</li>



<li><strong>Mobilidade</strong> – Conselhos práticos para diminuir a dependência de combustíveis fósseis e otimizar deslocações.</li>



<li><strong>Autarquias</strong> – Orientações para a gestão da iluminação pública e dos edifícios municipais em cenários exigentes.</li>
</ul>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Além das orientações práticas, o manual apresenta um sistema de cenários, do “Verde” ao “Vermelho”, que ajuda os utilizadores a ajustar comportamentos conforme a gravidade da situação.</p>



<p>Para facilitar a consulta e apoiar a comunicação em múltiplos setores, a <strong>ADENE</strong> desenvolveu ainda sete Guias Rápidos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cidadãos e Famílias </strong>– Foco na utilização eficiente de eletrodomésticos, iluminação e climatização.</li>



<li><strong>Transportes e Mobilidade</strong> – Estratégias de condução eficiente, partilha de recursos e redução de viagens não essenciais.</li>



<li><strong>Empresas e Organizações</strong> – Gestão de consumos em escritórios, serviços e operações de apoio.</li>



<li><strong>Autarquias e Serviços Públicos</strong> – Otimização da iluminação pública e das frotas municipais.</li>



<li><strong>IPSS e Instituições Sensíveis</strong> – Medidas específicas para lares, centros de apoio, hospitais e infraestruturas críticas.</li>



<li><strong>Indústria</strong> – Eficiência em processos térmicos, sistemas motores e organização de cargas.</li>



<li><strong>Comércio e Serviços</strong> – Gestão de montras, frio comercial e climatização de espaços abertos.</li>
</ul>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O objetivo deste Manual é ajudar os consumidores a tomar decisões mais informadas e a reduzir custos de forma imediata, num contexto particularmente exigente”<br><strong><em>Nelson Lage, Presidente da ADENE</em></strong></p>
</blockquote>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Além das recomendações práticas, o guia enquadra o impacto da crise energética em Portugal e na Europa, destacando a importância da eficiência energética e da redução da dependência de combustíveis fósseis como pilares da resposta estrutural.</p>



<p>Com este lançamento, a <strong>ADENE</strong> reforça o seu papel na promoção da literacia energética, disponibilizando ferramentas e informação que permitem aos cidadãos agir de forma simples, eficaz e com impacto direto no seu orçamento.</p>



<p>O <strong>“Manual Poupança – Crise Energética” </strong>está disponível <strong><a href="https://www.adene.pt/Files/PDF/Crise_Energetica_Manual_Poupanca.pdf" type="link" id="https://www.adene.pt/Files/PDF/Crise_Energetica_Manual_Poupanca.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">aqui</a></strong>!<br></p>



<p></p>



<p></p>



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<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/adene-lanca-manual-poupanca-crise-energetica/">ADENE lança “Manual Poupança – Crise Energética”</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>EVERY1 &#8211; Capacitação para a transição energética digital na Europa</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/conteudos-patrocinados/every1-capacitacao-para-a-transicao-energetica-digital-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:50:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[RdA Climate Solutions]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=35954</guid>

					<description><![CDATA[<p>O projeto europeu Every1 - Enable eVeryone's Engagemet in the eneRgY transitiON desenvolveu um modelo de capacitação para a transição energética digital, combinando análise de stakeholders, desenvolvimento de conteúdos formativos e disponibilização de ferramentas digitais orientadas ao utilizador. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/conteudos-patrocinados/every1-capacitacao-para-a-transicao-energetica-digital-na-europa/">EVERY1 &#8211; Capacitação para a transição energética digital na Europa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p></p>



<p>O projeto europeu <strong><a href="https://every1.energy/" type="link" id="https://every1.energy/">Every1 &#8211; Enable eVeryone&#8217;s Engagemet in the eneRgY transitiON</a></strong> desenvolveu um modelo de capacitação para a transição energética digital, combinando análise de <em>stakeholders</em>, desenvolvimento de conteúdos formativos e disponibilização de ferramentas digitais orientadas ao utilizador.</p>



<p>Financiado pelo programa <a href="https://research-and-innovation.ec.europa.eu/funding/funding-opportunities/funding-programmes-and-open-calls/horizon-europe_en" type="link" id="https://research-and-innovation.ec.europa.eu/funding/funding-opportunities/funding-programmes-and-open-calls/horizon-europe_en" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Horizon Europe</a>, o projeto teve como objetivo endereçar um desafio crítico da transição energética: a assimetria de conhecimento associada à crescente digitalização do sistema energético, nomeadamente ao nível dos mercados, das tecnologias inteligentes, da gestão descentralizada e da interoperabilidade de dados.</p>



<p>O consórcio reuniu 11 parceiros de sete países europeus, combinando competências em energia, educação, ciências sociais e inovação digital, entre os quais se encontra a consultora nacional, <strong><a href="https://www.rda.pt/" type="link" id="https://www.rda.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">RdA Climate Solutions</a></strong>.</p>



<p>O projeto iniciou-se com uma caracterização sistemática dos perfis de utilizadores relevantes, incluindo cidadãos, comunidades de energia, autoridades locais, empresas, reguladores e operadores de rede. Esta análise permitiu identificar níveis diferenciados de literacia energética e digital, padrões de acesso à informação e lacunas críticas de conhecimento, que condicionam a participação efetiva destes atores nos novos modelos de mercado e de gestão de energia.</p>



<p>Com base neste diagnóstico, foi desenvolvido um modelo de capacitação segmentado, assente na definição de <em>personas</em> e <em>user journeys</em> para cada grupo-alvo, na identificação de casos de uso prioritários no contexto da energia digital, no mapeamento de soluções educativas existentes e das lacunas associadas e na estruturação de conteúdos alinhados com necessidades reais de utilização. Em vez de uma abordagem genérica, o <strong>EVERY1</strong> procurou, assim, adaptar linguagem, língua, formatos e profundidade técnica a diferentes perfis de utilizadores, garantindo maior relevância e eficácia dos materiais produzidos.</p>



<p>Um dos principais resultados do projeto consiste na criação de percursos de aprendizagem, organizados por perfil de utilizador e nível de complexidade. Estes percursos permitem uma progressão estruturada que cobre domínios como o funcionamento dos mercados de eletricidade, a integração de energias renováveis e a flexibilidade, as tecnologias digitais (como <em>smart meters</em>, IoT e plataformas energéticas), a gestão de energia em edifícios e comunidades, bem como temas de privacidade, proteção de dados e cibersegurança.</p>



<p>Complementarmente, foi desenvolvida uma biblioteca de conteúdos educativos, baseada numa lógica de granularidade e reutilização, que integra cursos online de curta duração, conteúdos audiovisuais e materiais explicativos, estudos de caso aplicados, recursos interativos e ferramentas pedagógicas. Estes conteúdos foram concebidos para garantir interoperabilidade pedagógica e adaptabilidade a diferentes contextos, incluindo formação profissional, capacitação institucional e ações de sensibilização pública, permitindo a sua integração em programas e iniciativas já existentes.</p>



<p>Para operacionalizar o acesso a estes recursos, o projeto desenvolveu o <strong><a href="https://every1.energy/knowledge-hub" type="link" id="https://every1.energy/knowledge-hub" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Every1 Knowledge Hub</a></strong>, uma plataforma digital que estrutura e organiza conteúdos e percursos de aprendizagem. O Hub funciona como um repositório navegável, no qual os utilizadores podem aceder a materiais, seguir percursos recomendados ou construir trajetórias de aprendizagem personalizadas, em função das suas necessidades, interesses e nível de conhecimento prévio.</p>



<p>Adicionalmente, foram desenvolvidas ferramentas educativas interativas, incluindo jogos educativos, com o objetivo de simplificar conceitos complexos e promover o envolvimento de utilizadores não especializados. O jogo “<em>Peak and OffPeak Peacock</em>” constitui um exemplo emblemático desta abordagem, ao traduzir conceitos de gestão de carga e otimização do consumo energético em experiências intuitivas, que ajudam a compreender, de forma lúdica, o impacto das decisões de consumo no sistema energético. Os recursos desenvolvidos foram testados e validados em contexto real, com aplicações em comunidades locais, ambientes educativos e iniciativas municipais, permitindo aferir a sua eficácia e adequação a diferentes públicos. No caso do jogo, este foi testado em parceria com o Município de Matosinhos e com uma das escolas primárias do concelho. Esta componente de validação em campo foi essencial para ajustar conteúdos, linguagens e formatos, garantindo maior usabilidade e pertinência prática das soluções propostas.</p>



<p>A relevância do <strong>EVERY1</strong> reside na sua capacidade de estruturar uma resposta integrada ao desafio da literacia na energia digital, contribuindo simultaneamente para a redução de assimetrias de informação, para a capacitação de <em>stakeholders</em> com vista à participação ativa nos mercados e sistemas energéticos, para o apoio à implementação de políticas de transição energética centradas no utilizador e para a promoção de modelos mais inclusivos e participativos no contexto da energia.</p>



<p>O projeto estabelece uma base metodológica e operacional replicável para futuras iniciativas de capacitação no domínio da energia e da digitalização, constituindo um quadro de referência robusto para diferentes geografias e contextos de aplicação.</p>



<p>Todos os conteúdos estão disponíveis em <a href="https://every1.energy/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">https://every1.energy/</a></p>



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<div style="height:54px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://every1.energy/about" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/logosEUeRdA-1024x576.png" alt="" class="wp-image-35958" style="width:567px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/logosEUeRdA-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/logosEUeRdA-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/logosEUeRdA-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/logosEUeRdA.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/conteudos-patrocinados/every1-capacitacao-para-a-transicao-energetica-digital-na-europa/">EVERY1 &#8211; Capacitação para a transição energética digital na Europa</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Fronius Reserva Pro: a solução de armazenamento fabricada na Europa*</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/fronius-reserva-pro-a-solucao-de-armazenamento-fabricada-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 15:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[fronius]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fronius, a reconhecida empresa austríaca, amplia o seu portefólio de produtos com uma nova solução de armazenamento. ...</p>
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<p><strong>A <a href="https://www.fronius.com/es-es/spain/energia-solar/empresa" type="link" id="https://www.fronius.com/es-es/spain/energia-solar/empresa" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Fronius</a>, a reconhecida empresa austríaca, amplia o seu portefólio de produtos com uma nova solução de armazenamento. A Fronius Reserva Pro ajuda clientes com maiores necessidades energéticas, como explorações agrícolas, pequenas e médias empresas e até habitações de grande dimensão, a alcançar uma independência energética total. Esta solução de elevada eficiência mantém a qualidade comprovada da Fronius e incorpora células e módulos fabricados na Europa.</strong></p>



<p>Um dos aspetos mais destacados desta bateria de alta tensão é a sua escalabilidade flexível, com capacidades que variam entre 12 e 32 kWh por torre e até 128 kWh quando são ligadas 4 torres em paralelo. A <strong>Fronius Reserva Pro</strong>, totalmente compatível com os inversores híbridos <strong>Fronius Verto Plus e GEN24 Plus</strong>, integra-se perfeitamente com o restante portefólio de produtos <strong>Fronius</strong>, tanto durante a instalação como durante o funcionamento.</p>



<p><br><strong><u>Preparada para tudo, inclusive para apagões</u></strong></p>



<p>“Cada vez mais pessoas desejam ser realmente independentes em termos energéticos e estar preparadas para o futuro. Com a <strong>Fronius Reserva Pro</strong>, oferecemos esta possibilidade também a clientes com um elevado consumo de energia, como explorações agrícolas, pequenas e médias empresas ou habitações de grande dimensão ”, afirma <strong>Harald Scherleitner</strong>, <strong>CSO</strong> da <strong>Fronius International</strong>.</p>



<p>Graças à sua função de energia de emergência e à capacidade de arranque autónomo, a <strong>Fronius Reserva Pro</strong> garante um fornecimento estável mesmo em caso de interrupção da rede elétrica. Se ocorrer uma falha de energia, <strong>os inversores Fronius</strong>, em combinação com um componente de comutação como o <strong>Fronius Backup Controller</strong>, asseguram o fornecimento elétrico aos consumos conectados. O sistema passa para o modo de energia de emergência, enquanto a <strong>Reserva Pro</strong> disponibiliza a energia armazenada.</p>



<p>Esta combinação é decisiva para garantir a continuidade operacional, especialmente em setores como o agrícola, onde é imprescindível manter a estabilidade da cadeia de frio ou o correto funcionamento dos sistemas de ordenha. “O Reserva Pro e o Verto Plus formam a dupla perfeita. Esta poderosa parceria, que oferece capacidades de carga e descarga até 28,3 kW, garante que mesmo aparelhos de elevado consumo, como moinhos de ração ou plainas, possam continuar a funcionar em caso de falha de energia ou até mesmo serem reiniciados, se necessário”, afirma <strong>Harald Scherleitner</strong>, <strong>CSO</strong> da <strong>Fronius International</strong>.</p>



<p><br><strong><u>Máxima eficiência</u></strong></p>



<p>Graças ao acoplamento em CC, a energia fotovoltaica gerada é carregada na bateria e aproveitada de forma especialmente eficiente. Além disso, a instalação da <strong>Fronius Reserva Pro</strong> é rápida e simples, uma vez que os módulos podem ser empilhados uns sobre os outros, sem necessidade de parafusos. Isto simplifica e acelera tanto a instalação inicial como ampliações posteriores.</p>



<p>Con a ajuda da IA, o <strong>Fronius Energy Cost Assistant</strong> analisa continuamente a produção estimada da instalação fotovoltaica, o consumo e o preço atual da eletricidade. Tendo em conta as variações dos preços, calcula o momento ideal para carregar ou descarregar a bateria, contribuindo assim para a redução dos custos.</p>



<p><strong><u>Segurança, acima de tudo</u></strong></p>



<p>Graças à química das células de lítio-ferrofosfato da <strong>Fronius Reserva Pro</strong>, esta destaca-se pela sua longa vida útil e pelo elevado nível de segurança. No entanto, na <strong>Fronius</strong> não se prioriza apenas a segurança dos produtos, mas também a segurança dos dados. A informação é armazenada exclusivamente em clouds e servidores europeus, garantindo a cibersegurança e a proteção de dados. </p>



<p><em>“</em>A segurança dos dados é uma das nossas principais prioridades. Os dados dos clientes e dos sistemas, por exemplo, são armazenados separadamente e apenas na Europa”<em>, </em>explica <strong>Scherleitner</strong>. </p>



<p>A plataforma de monitorização <strong>Fronius Solar.web</strong> oferece aos clientes com um sistema de armazenamento a possibilidade de carregar a bateria de forma rápida e simples a partir da rede, diretamente através da aplicação. Isto permite, por exemplo, que a unidade de armazenamento esteja totalmente carregada antes de uma tempestade, garantindo o fornecimento elétrico à habitação mesmo em caso de falha de energia, mesmo quando não há sol.</p>



<p><strong><u>Fabricada na Europa*</u></strong></p>



<p>A empresa familiar Fronius fabrica a maioria dos seus produtos na Europa, principalmente nas suas instalações na Alta Áustria e na República Checa. A aposta na criação de valor na Europa contribui para garantir elevados padrões de qualidade e segurança. É por isso que tanto as células como os módulos da Reserva Pro são fabricados na Europa.</p>



<p>*<em>Fabricada na Europa: células e módulos fabricados na UE</em></p>



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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/FroniusReservaPro2-1024x576.png" alt="" class="wp-image-35911" style="width:556px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/FroniusReservaPro2-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/FroniusReservaPro2-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/FroniusReservaPro2-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/FroniusReservaPro2.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



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<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>



<p></p>
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		<title>Associações ambientais pedem mais ambição política na transição energética e climática </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/associacoes-ambientais-pedem-mais-ambicao-politica-na-transicao-energetica-e-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A necessidade de acelerar a transição energética e reforçar a acção climática está a reunir posições convergentes entre organizações ambientais em Portugal. Em momentos distintos, mas com pontos de contacto claros, a ZERO e o GEOTA defendem maior ambição política, medidas estruturais e envolvimento activo do país em processos decisivos, tanto a nível internacional como nacional. </p>
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<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7bfc14c38ba493147f9a6e3e0b1125b6" style="font-size:14px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"></p>


<p><b><span data-contrast="auto">A necessidade de acelerar a transição energética e reforçar a acção climática está a reunir posições convergentes entre organizações ambientais em Portugal. Em momentos distintos, mas com pontos de contacto claros, a ZERO e o GEOTA defendem maior ambição política, medidas estruturais e envolvimento activo do país em processos decisivos, tanto a nível internacional como nacional.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No plano internacional, a ZERO apela à participação de Portugal ao mais alto nível na Primeira Conferência Internacional sobre a Transição Justa para o Fim dos Combustíveis Fósseis, que terá lugar este mês, na Colômbia. A associação considera que este é “um momento crítico para transformar compromissos políticos em acções efectivas”, num contexto marcado pelo “agravamento dos impactes climáticos, instabilidade geopolítica e crescente fragmentação internacional”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para a organização, a ausência de representação política por parte de Portugal enviaria um sinal negativo. Pelo contrário, defende que o país deve assumir um papel activo, sublinhando que “o Governo português deve participar de forma activa e ao mais alto nível”, aproveitando esta oportunidade para reforçar a liderança europeia na acção climática.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A ZERO destaca ainda que a transição energética é estratégica para Portugal, tendo em conta a forte dependência de importações de combustíveis fósseis. A aceleração deste processo permitirá “reforçar a sua autonomia energética, promovendo fontes renováveis endógenas e reduzindo a sua vulnerabilidade a choques externos”, enquanto cumpre os compromissos climáticos internacionais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5><b><span data-contrast="auto">Comunidades de energia no centro da transformação</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Já a perspectiva do GEOTA centra-se sobretudo na dimensão interna da transição, defendendo que o Programa de Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR) deve incorporar medidas mais estruturais e com impacto duradouro, com especial destaque para o sector energético.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No seu parecer, a associação sublinha “a urgência de acelerar a transição energética através de abordagens de baixo impacte ambiental, com especial atenção às comunidades de energia”. Para o GEOTA, estas estruturas são fundamentais para democratizar o acesso à energia renovável e aumentar a resiliência do sistema energético.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Entre as propostas concretas, destaca-se a criação de um portal de informação dedicado, a simplificação dos processos de licenciamento e a adaptação do enquadramento legal para facilitar a instalação de painéis solares, nomeadamente em condomínios. A organização defende também “a criação de um programa de apoio técnico, jurídico e financeiro à criação destas comunidades por parte das autarquias e do sector da economia social”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Além disso, o GEOTA considera essencial investir em soluções de armazenamento de energia em edifícios estratégicos, reforçando a capacidade de resposta em situações de emergência e contribuindo para um sistema energético mais robusto.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A posição da associação insere-se numa visão mais ampla sobre o PTRR, que, segundo o vice-presidente, Miguel Macias Sequeira, constitui “uma oportunidade decisiva para corrigir fragilidades estruturais do território português”, sendo fundamental garantir que os investimentos se traduzem em “acções concretas no terreno, com base no conhecimento acumulado e na participação das comunidades locais”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p><p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/associacoes-ambientais-pedem-mais-ambicao-politica-na-transicao-energetica-e-climatica/">Associações ambientais pedem mais ambição política na transição energética e climática </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Instituto de Formação VULCANO anuncia curso sobre &#8220;Legionella: Prevenção e Combate&#8221;</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/instituto-de-formacao-vulcano-anuncia-curso-sobre-legionella-prevencao-e-combate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[vulcano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto de Formação Vulcano (IFV), espaço de formação e certificação dos profissionais de hoje e do futuro nas áreas de água quente, energia solar térmica e climatização, apresenta o curso sobre Legionella: Prevenção e Combate. ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>O <strong><a href="https://institutoformacaovulcano.bosch-homecomfort.pt/sui/landingPage" type="link" id="https://institutoformacaovulcano.bosch-homecomfort.pt/sui/landingPage" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Instituto de Formação Vulcano (IFV)</a></strong>, espaço de formação e certificação dos profissionais de hoje e do futuro nas áreas de água quente, energia solar térmica e climatização, apresenta o curso sobre Legionella: Prevenção e Combate.</p>



<p>A formação, irá decorrer nos dias 29 e 30 de abril, em formato online, em horário pós-laboral. Destina-se a projetistas AVAC, projetistas de redes de abastecimento de água predial e industrial, bem como a diretores de obras, peritos qualificados, técnicos de instalação e manutenção de edifício e sistemas AVAC e responsáveis técnicos de laboratório que atuam na área da prevenção e controlo da Legionella.</p>



<p>Com uma duração de 6 horas, este curso irá proporcionar aos formandos um enquadramento teórico sobre a doença dos Legionários, os fatores que favorecem o desenvolvimento e disseminação da bactéria, assim como os requisitos normativos e legais.</p>



<p>Os formandos ficarão habilitados a identificar os fatores que favorecem o desenvolvimento e disseminação da Legionella, a caraterizar os sistemas e equipamentos AVAC favoráveis ao desenvolvimento da bactéria e definir planos de prevenção e controlo através da análise de resultados e relatórios, bem como da consideração de potenciais riscos. <br><br>Mais informações no website do Instituto de Formação Vulcano.</p>



<p></p>



<p></p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-a89b3969 wp-block-buttons-is-layout-flex">
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</div>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>



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