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	<title>Arquivo de poupança energia - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
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	<title>Arquivo de poupança energia - Edificios e Energia</title>
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		<title>Tendências 2025: AVAC para casas inteligentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 13:18:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O setor do AVAC está a passar por uma revolução tecnológica sem precedentes. A procura de um equilíbrio entre o máximo conforto, a sustentabilidade e a poupança de energia constitui um desafio que exige inovação e conhecimento, tanto a nível tecnológico como das novas instalações.. ...</p>
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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2 wp-block-paragraph"><strong>O setor do AVAC está a passar por uma revolução tecnológica sem precedentes. A procura de um equilíbrio entre o máximo conforto, a sustentabilidade e a poupança de energia constitui um desafio que exige inovação e conhecimento, tanto a nível tecnológico como das novas instalações</strong>.</p>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph">O sector do Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado – AVAC &#8211; transita por uma transformação, impulsionada pela inovação no sentido de soluções eficientes e sustentáveis que procuram maximizar a poupança de energia, o conforto térmico e a comodidade.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5 wp-block-paragraph">O novo ano acabou de começar e neste contexto, podemos identificar as principais tendências que vão marcar o mercado em 2025. Olhando para os interesses dos consumidores, percebemos que estes estão a dar prioridade a produtos tecnológicos que incluam inteligência artificial e que possam ser integrados em sistemas de domótica. O termo domótica é fruto da fusão de duas palavras distintas: “<em>domus</em>” que em latim significa “casa” e “robótica”, tradicionalmente associada a tudo o que são processos de automatização. Em Portugal, e de acordo com o S<em>tatista Market Insights</em>, a domótica no espaço doméstico está a crescer e estima-se que a penetração de casas inteligentes nas famílias tenha sido de 14,4% em 2025 e que chegue aos 34,2% em 2028. Esta tendência para a conetividade está a mudar o paradigma do mercado, conduzindo a soluções mais digitalizadas. Apesar do investimento inicial ser significativo, a utilização a médio e a longo prazo proporciona poupança através do controlo de custos, aliado a outras vantagens que permitem ao utilizador final uma maior qualidade de vida.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6 wp-block-paragraph">Por outro lado, em março de 2024, o Parlamento Europeu adotou a nova Diretiva EPDB, relativa ao desempenho energético dos edifícios. A EPDB apoia a descarbonização, com particular incidência nos parques habitacionais existentes, e afeta todos os Estados-Membros que terão de transpor as medidas para os seus países num prazo máximo de dois anos, ou seja, até março de 2026. Os objetivos europeus são assertivos: até 2040 todos os parques habitacionais dos países que integram a União Europeia devem ter a classificação energética de A ou B. Em concreto, para se alcançar este objetivo de descarbonização do parque imobiliário, estamos perante um desafio, um desafio que exige a renovação dos sistemas tradicionais de AVAC e AQS com equipamento de emissões quase nulas.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7 wp-block-paragraph">Neste contexto de digitalização, sustentabilidade e conforto, a <strong><a href="https://www.eurofred.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Eurofred</a></strong>, empresa especializada em soluções integrais de climatização, aerotermia e qualidade do ar interior, com mais de 50 anos de experiência, partilha a sua classificação das tendências de climatização para 2025:</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8 wp-block-paragraph"><strong>1) Hibridização com energias renováveis:</strong><br>Os sistemas de climatização híbridos que combinam métodos tradicionais com energias renováveis, como a energia aerotérmica, estão a consolidar-se no mercado devido à sua capacidade de otimizar o consumo de energia e de cumprir regulamentos ambientais mais rigorosos. Reconhecida como energia renovável pelas Diretivas 2009/28/CE e 2018/2001, a energia aerotérmica cobre as necessidades de climatização e AQS com um quarto das emissões de CO2 dos sistemas elétricos, 60% menos do que os sistemas a gasóleo e 40% menos do que os sistemas a gás. Além disso, quando combinada com painéis solares fotovoltaicos, reduz ainda mais as emissões e gera poupanças de energia significativas, tornando-a a alternativa de eleição.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9 wp-block-paragraph"><strong>2) AVAC inteligente:</strong><br>A revolução da Internet das Coisas (IoT) está a transformar o sector do AVAC. Até 2025, os sistemas inteligentes capazes de se ligarem às redes domésticas e de ajustarem o seu funcionamento de forma autónoma continuarão a crescer. Neste caminho, as empresas e os profissionais do sector têm uma grande oportunidade de se diferenciarem por serem capazes de oferecer um melhor serviço, monitorizando e antecipando possíveis ineficiências através da manutenção preventiva e corretiva.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-10 wp-block-paragraph"><strong>3) Fluido frigorígeno com baixo GWP:</strong><br>Com a eliminação progressiva dos fluido frigorígeno com elevado potencial de aquecimento global (GWP), a indústria está a avançar para alternativas mais ecológicas, como o R-290 ou o R-744 (CO2). Embora estes fluidos frigorígenos sejam menos prejudiciais ao ambiente, também requerem mais conhecimentos para serem manuseados em segurança, garantindo assim a eficiência e a sustentabilidade em cada projeto.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-11 wp-block-paragraph"><strong>4) Soluções de ar condicionado à medida:</strong><br>Quando falamos de sistemas de ar condicionado eficientes, devemos evitar soluções de “tamanho único”. Garantir um consumo otimizado e facilitar a poupança de energia exige ouvir o cliente, compreender as suas necessidades e fornecer-lhe uma solução personalizada que garanta conforto e sustentabilidade. Assim, a personalização das soluçãos de climatização é fundamental para responder às expectativas dos clientes, melhorar a sua satisfação e oferecer um serviço diferenciado.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-12 wp-block-paragraph"><strong>5) Recuperação de calor:</strong><br>Os dispositivos de VMC (ventilação mecânica controlada) permitem renovar o ar das habitações sem penalizar a temperatura interior, maximizando assim a eficiência energética, otimizando o consumo e respeitando as normas ambientais mais rigorosas. Estes sistemas, especialmente os de duplo fluxo, incluem permutadores de calor que transferem a energia do ar extraído para o ar novo que entra, reduzindo as perdas de energia.</p>



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<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</strong></em></p>



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		<title>Geoterme implementa projecto de SACE que levou o IPO de Lisboa a uma poupança de 60%</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/geoterme-implementa-projecto-de-sace-que-levou-o-ipo-de-lisboa-a-uma-poupanca-de-60-290524-1-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2024 07:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Geoterme esteve presente no ambicioso projecto de renovação das centrais de produção de água quente e água gelada do IPO - Instituto Português de Oncologia de Lisboa, que consistiu na substituição dos equipamentos de produção e distribuição de energia térmica por outros mais eficientes, a par da instalação de um sistema SACE de alta eficiência.  ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Geoterme esteve presente no ambicioso projecto de renovação das centrais de produção de água quente e água gelada do IPO &#8211; Instituto Português de Oncologia de Lisboa, que consistiu na substituição dos equipamentos de produção e distribuição de energia térmica por outros mais eficientes, a par da instalação de um sistema SACE de alta eficiência.</p>
<p>Esta unidade hospitalar, do foro oncológico, está distribuída por 10 pavilhões, que foram construídos tendo em conta as necessidades que se fizeram sentir desde a sua génese. De entre estes pavilhões, o Pavilhão Central, onde se encontram sediados os principais serviços do IPO &#8211; Lisboa, foi inaugurado em 1948, tendo-se lhe seguido a construção do Pavilhão de Rádio, inaugurado em 1958, o Pavilhão da Medicina, inaugurado em 1971, o Pavilhão Lar &#8211; convertido do anterior Lar de Enfermeiras em 1975 e o Pavilhão de Radioterapia construído em 1980.</p>
<p>Tendo em conta a evolução do IPO, é fácil perceber, que as instalações técnicas integradas nos vários pavilhões evoluíram numa óptica da satisfação das necessidades imediatas, subordinando-se assim aos requisitos dos respectivos serviços.</p>
<p>Estas instalações, algumas ainda com componentes que vêm da construção original dos respectivos pavilhões, foram sendo remodeladas ao longo dos anos, mas a necessidade de as manter em serviço, sem grande perturbação, não permitiu uma intervenção profunda com o objectivo da sua racionalização como agora sucedeu com este projecto.</p>
<p><strong><u>Soluções técnicas existentes à partida para o projeto:</u></strong></p>
<p><strong>Sistema SACE</strong>: Inexistente, com recurso a sistemas de controlo individual pontuais.</p>
<p><strong>Água Quente</strong>: A produção de água quente para a satisfação das necessidades de AQS e Climatização era realizada na Central Térmica, dotada de 2 Caldeiras de Vapor, alimentadas a Gás Natural e que entraram em produção no final dos anos setenta. Estas Caldeiras tinham uma capacidade unitária da ordem dos 2.000 kW.</p>
<p><strong>Água Gelada</strong>: A produção de água gelada para a satisfação das necessidades de climatização e arrefecimento de equipamentos tais como os aceleradores lineares e o datacenter era realizada com recurso a vários chillers instalados de acordo com as necessidades dos serviços, com uma potência total instalada da ordem dos 3.400 kW.</p>
<p><strong><u>Soluções adoptadas neste projecto:</u></strong></p>
<p>Numa estratégia claramente orientada para a descarbonização do edifício, o IPO teve à partida, como principal ambição, a redução substancial dos consumos energia primária e a redução das emissões de CO2, bem como, uma estratégia para a redução de utilização de combustíveis fósseis.</p>
<p>O sistema SACE teve na abordagem deste projecto um especial enfoque porque aí se baseava todo o controlo e automatização dos novos sistemas a instalar e somente dessa forma se poderiam obter as poupanças de energia e de emissões ambicionadas.</p>
<p>Neste sentido foi desenvolvido e implementado pela Geoterme um sistema SACE de alta eficiência com recurso a sistemas e equipamentos de última geração a comunicar no protocolo BacNet/IP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-26926 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/05/GeotermeEsquema1-300x157.png" alt="" width="704" height="368" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/05/GeotermeEsquema1-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/05/GeotermeEsquema1-610x319.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/05/GeotermeEsquema1.png 650w" sizes="(max-width: 704px) 100vw, 704px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A distribuição de energia térmica recorre a sistemas de medição e controlo inteligentes e, deste modo, é fornecida de uma forma variável e ajustada às necessidades do consumo em cada instante. Para o melhor controlo da instalação a Geoterme recorreu a algoritmos de controlo com o princípio “Demand Control System” que se baseia no ajustamento constante dos sistemas de produção às flutuações do lado do consumo conduzindo a uma substancial redução dos consumos de energia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-26927 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/05/GeotermeEsquema2png-300x157.png" alt="" width="749" height="392" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/05/GeotermeEsquema2png-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/05/GeotermeEsquema2png-610x319.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/05/GeotermeEsquema2png.png 650w" sizes="(max-width: 749px) 100vw, 749px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O funcionamento do sistema de SACE é assegurado a partir da sala de operação da central térmica do IPO, local onde se localiza o posto de sistema de supervisão com certificação BacNet/AWS e onde corre o programa de gestão técnica centralizada. Através da WEB os utilizadores podem aceder ao sistema de supervisão em qualquer parte do mundo, desde que estejam ligados à rede interna do IPO.</p>
<p>O sistema de supervisão está ligado a vários monitores para o constante acompanhamento e gestão da instalação por parte dos técnicos de operação e manutenção, orientados para a constante maximização da eficiência energética da instalação.</p>
<p>No campo dos equipamentos de produção de energia térmica foi adoptada uma solução de produção de água quente em Chillers/Bomba de Calor, ao longo de todo o ano, com recuperação de água gelada para satisfação das necessidades de frio, também ao longo de todo o ano.</p>
<p>Atendendo a que o COP dos Chillers/Bomba de Calor baixa com a temperatura exterior, ficando a sua utilização inviabilizada para temperaturas exteriores reduzidas, a produção de água quente, quando a temperatura do ar exterior desce abaixo de um valor definido, é realizada em Caldeiras de Condensação. Estas Caldeiras são ainda utilizadas para produzir água quente, no tratamento da Legionella.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo tem o apoio da Geoterme.</em></strong></p>
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