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	<title>Arquivo de poupança energética - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Apr 2026 09:43:33 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de poupança energética - Edificios e Energia</title>
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		<title>Associativismo precisa-se! Sim, mas que associativismo?</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/associativismo-precisa-se-sim-mas-que-associativismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 09:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[associativismo]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa conversa entre Jorge Carvalho (JC) e Ernesto Peixeiro Ramos (PR) fazemos uma viagem pelo mundo associativo. A união como ponto de partida poderia apontar para uma nova realidade associativa. "Falta um espaço onde todos os profissionais possam trocar experiências entre si, partilhar soluções, discutir problemas reais do terreno, sem barreiras baseadas na formação académica ou hierarquias”.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Numa conversa entre Jorge Carvalho (JC) e Ernesto Peixeiro Ramos (PR) fazemos uma viagem pelo mundo associativo. A união como ponto de partida poderia apontar para uma nova realidade associativa. &#8220;Falta um espaço onde todos os profissionais possam trocar experiências entre si, partilhar soluções, discutir problemas reais do terreno, sem barreiras baseadas na formação académica ou hierarquias”.</strong></p>
<p><strong>JMC:</strong> Já há décadas que ouvimos a mesma pergunta: “para que é que serve o associativismo?”. No sector do AVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado) a resposta parece óbvia, mas, curiosamente, tudo continua a funcionar como se não fosse. Temos um mercado tecnicamente exigente, com impacto directo no consumo energético, no conforto, na qualidade do ar interior e até na saúde pública, mas continuamos estruturalmente desunidos.</p>
<p><strong>EPR:</strong> É um paradoxo clássico. Trabalhamos diariamente com sistemas que só funcionam bem quando todos os componentes estão integrados, equilibrados e coordenados. No entanto, enquanto sector, aceitamos uma lógica fragmentada, quase improvisada. Cada interveniente optimiza o seu “subsistema” e depois espera que o conjunto funcione.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Depois, ficamos surpreendidos quando não funciona. A verdade é que o associativismo funciona mal, mas não por falta de boas intenções. Funciona mal porque reflecte alguns problemas mais profundos, quase culturais: a dificuldade em criar projectos colectivos duradouros, a tendência para a dispersão e uma visão demasiado centrada no curto prazo.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Isso nota-se logo na multiplicidade de estruturas com interesses muito específicos. Não é errado existirem associações por áreas, mas quando essas áreas se sobrepõem, competem por atenção e não comunicam entre si, o efeito global é o do enfraquecimento. Em vez de um sector forte, temos várias vozes médias a falar ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Depois surge a questão recorrente: onde estão os principais players? Empresas com peso real, com capacidade técnica instalada, com experiência acumulada. Muitas participam pontualmente, mas poucas se envolvem de forma continuada. A justificação é quase sempre a mesma: falta de tempo, falta de retorno, excesso de reuniões.</p>
<p><strong>EPR:</strong> E é realmente curioso, porque essas mesmas empresas sabem perfeitamente que a formação contínua, a normalização de procedimentos e a reputação do sector não se constroem sozinhas. Beneficiam de um mercado mais organizado, mas hesitam em investir na sua construção.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Outra tendência é a comparação constante com outros países. Usa-se frequentemente o argumento de que “lá fora o sector está muito mais avançado”. É verdade. Mas o que raramente se diz é que esse avanço foi construído com décadas de trabalho associativo consistente, com erros, conflitos e ajustes sucessivos.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Muitas vezes tentamos saltar etapas. Importam-se discursos, modelos e exigências sem criar a base que os sustenta. O resultado é um desfasamento entre o que se diz e o que se consegue aplicar no terreno. Isso afasta profissionais experientes que conhecem bem as limitações reais do mercado.</p>
<p><strong>JMC:</strong> E isso liga-se directamente à questão geracional. Costuma dizer-se que os mais jovens não se envolvem, mas essa é uma leitura superficial. Eles envolvem-se quando veem utilidade prática, quando sentem que a sua participação tem impacto real. O problema é que muitas estruturas continuam a funcionar com formatos que já não dialogam com essa realidade.</p>
<p><strong>EPR:</strong> As ferramentas digitais vieram alterar profundamente a forma como o conhecimento circula. Hoje qualquer técnico consegue aceder a manuais, vídeos, fóruns internacionais e documentação técnica em minutos. Isso é positivo, mas cria a ilusão de que a aprendizagem é um processo solitário.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Mas não é. Na nossa actividade, a aprendizagem mais valiosa vem da prática partilhada: discutir um erro de instalação, perceber porque é que um sistema nunca atinge o desempenho previsto, trocar experiências sobre soluções que funcionaram num contexto real. Isso não acontece num ecrã; acontece entre as pessoas.</p>
<p><strong>EPR:</strong> O digital, quando é mal utilizado, só isola. Reduz a presença, o convívio e aquelas conversas informais que tantas vezes resolvem problemas complexos. Quantas vezes uma solução surge num intervalo de uma reunião ou num café depois de um evento? Isso não se agenda, mas é preciso um contexto para que possamos vislumbrar essa solução.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Outro ponto crítico é a forma como as associações comunicam entre si. Ou melhor, como não comunicam. Falta coordenação, respeito por calendários, articulação de temas. Repetem-se eventos, sobrepõem-se datas, diluem-se audiências. Todos perdem, mas o sector perde mais.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Essa desorganização reflecte-se na participação dos associados. Assembleias gerais com meia dúzia de pessoas, grupos de trabalho reduzidos, sempre os mesmos a discutir os mesmos temas. Não é falta de massa crítica; é falta de mobilização eficaz.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Isso gera muito desgaste. O trabalho associativo é voluntário e muitas vezes é ingrato. Quem se envolve acaba por acumular funções, responsabilidades e frustração. Chega a um ponto em que a pergunta deixa de ser “quem quer ajudar?” e passa a ser “quem é que ainda aguenta?”.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Sem renovação, as estruturas envelhecem — não em idade, mas em dinâmica. Tornam-se previsíveis, pouco atractivas para quem está de fora, e incapazes de captar novas perspectivas. O sector muda, mas as associações nem sempre acompanham esse ritmo.</p>
<p><strong>JMC:</strong> O resultado é um sector que raramente fala a uma só voz. Quando surgem temas críticos — regulamentação, exigências técnicas, formação, sustentabilidade — as posições aparecem fragmentadas. Um sector fragmentado tem pouca influência e pouca capacidade de se fazer ouvir.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Talvez esteja na altura de olhar para o problema de outra forma. Em vez de perguntar apenas “como melhorar o associativismo existente?”, devíamos talvez perguntar “quem é que está estruturalmente fora dele?”. E quando fazemos essa pergunta, a resposta é evidente.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Uma parte significativa dos profissionais do sector de AVAC não tem um espaço natural de agregação. Falamos dos técnicos que fazem a montagem de tubagens e condutas, que instalam equipamentos, que realizam manutenção, os preparadores de obra, os que fazem comissionamento, operação e ajuste fino dos sistemas. No final, são eles que garantem que o projecto funciona.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Importa esclarecer um ponto fundamental: a inexistência de uma associação transversal destes técnicos não significa falta de formação ou de competência. Pelo contrário. Muitos têm formação especializada, certificações de fabricantes, anos de experiência acumulada e um conhecimento prático que não se aprende em livros.</p>
<p><strong>JMC:</strong> O problema não é técnico, é estrutural. Falta um espaço onde todos os profissionais possam trocar experiências entre si, partilhar soluções, discutir problemas reais do terreno, sem barreiras baseadas na formação académica ou no cargo hierárquico.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Uma associação com esse perfil não serviria apenas para representar interesses. Serviria para criar comunidade técnica, promover eventos práticos, workshops focados na realidade do terreno, divulgar boas práticas e informação técnica actualizada. Seria um espaço de construção colectiva de conhecimento. O único interesse seria o do enriquecimento técnico do sector.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Isso teria impacto directo na qualidade global do sector. Quando o conhecimento circula, a variabilidade de procedimentos diminui. Os erros repetem-se menos. As equipas comunicam melhor entre si. O sector pode tornar-se mais consistente e mais credível.</p>
<p><strong>EPR:</strong> No fundo, voltamos ao início da conversa. Um sector forte constrói-se com união, coordenação e partilha. E isso não acontece espontaneamente. Exige estruturas adequadas à realidade do mercado e das pessoas que nele trabalham.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Associativismo não é um fim em si mesmo. É uma ferramenta. Uma infraestrutura invisível que só se nota quando falha. Talvez o maior desafio seja aceitar que os resultados não são imediatos, mas acumulativos.</p>
<p><strong>EPR:</strong> A ironia é inevitável: passamos a vida a corrigir falhas em sistemas técnicos complexos, mas continuamos a adiar a intervenção no sistema mais crítico de todos — o próprio sector.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Há um ponto que raramente é abordado com frontalidade que é a ausência de espaços onde os técnicos possam discutir falhas, sem receio de julgamento. No nosso sector, o erro continua a ser tratado como falha individual, quando na maioria das vezes é consequência de processos mal definidos ou de falta de comunicação entre intervenientes.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Isso é crítico. A cultura de melhoria contínua constrói-se precisamente na análise estruturada do erro e não na sua estigmatização. Nos mercados mais maduros, os técnicos reúnem-se para discutir problemas reais, estudar causas, comparar abordagens. Não para apontar culpados, mas para melhorar o sistema. Aqui, essas conversas acontecem… mas de forma privada, quase clandestina.</p>
<p><strong>JMC:</strong> E isso é um desperdício enorme de conhecimento. Cada instalação problemática, cada arranque difícil, cada sistema que nunca atingiu o desempenho previsto contém lições valiosas. Sem um espaço colectivo, essas lições morrem com a equipa que as viveu.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Uma associação técnica transversal poderia funcionar como catalisador desse conhecimento. Não como entidade fiscalizadora, mas como plataforma segura para partilha de experiências reais. Estudos de caso práticos, apresentados por técnicos para técnicos, sem filtros comerciais nem discursos formatados.</p>
<p><strong>JMC:</strong> Outro aspecto pouco discutido é o impacto disso na atractividade do sector. Falamos muito em falta de mão de obra qualificada, mas raramente reflectimos sobre a imagem que o sector projecta para o exterior. Um mercado desorganizado, fragmentado e pouco colaborativo dificilmente atrai jovens com ambição técnica.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Exato. Os profissionais mais novos procuram evolução, reconhecimento e pertença. Uma associação activa, dinâmica, tecnicamente relevante pode ser um factor decisivo para fixar talento. Não substitui a empresa, mas complementa o percurso profissional.</p>
<p><strong>JMC:</strong> E atenção, isto não é criar mais uma estrutura pesada. Pelo contrário. Uma associação moderna teria de ser ágil, orientada para os conteúdos técnicos, com forte componente presencial, mas bem apoiada por ferramentas digitais. O digital como meio, não como fim.</p>
<p><strong>EPR:</strong> Eventos pequenos, focados, bem preparados. Grupos de trabalho temporários para temas concretos. Produção de documentação técnica simples, prática, baseada na realidade do mercado. Nada de excesso de burocracia. Técnica pura e aplicada.</p>
<p><strong>JMC:</strong> No fundo, estamos a falar de maturidade sectorial. Um sector maduro reconhece que a concorrência não impede a cooperação técnica. Pelo contrário: cooperação eleva o nível geral e torna a concorrência mais saudável.</p>
<p><strong>EPR:</strong> E talvez esse seja o ponto mais difícil &#8211; aceitar que ninguém perde espaço por partilhar conhecimento técnico. O que se perde é o medo, o isolamento e a repetição dos mesmos erros. O que se ganha é um sector mais sólido, mais respeitado e mais preparado para os desafios futuros.  hierárquico.</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>


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		<title>Alentejo 2030 lança 2 milhões de euros para eficiência energética em habitações sociais</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/alentejo-2030-lanca-2-milhoes-de-euros-para-eficiencia-energetica-em-habitacoes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 08:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[poupança energética]]></category>
		<category><![CDATA[renovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Alentejo 2030 abriu um novo aviso de candidaturas para apoiar investimentos em eficiência energética na habitação social da região. O objectivo passa por reduzir o consumo de energia e combater a pobreza energética entre as populações mais vulneráveis. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">O Programa Alentejo 2030 abriu um novo aviso de candidaturas para apoiar investimentos em eficiência energética na habitação social da região. O objectivo passa por reduzir o consumo de energia e combater a pobreza energética entre as populações mais vulneráveis.</span></b></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com a informação divulgada, o aviso conta com uma dotação de 2 milhões de euros, sendo financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), com uma taxa máxima de cofinanciamento de 85%.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">A iniciativa destina-se a apoiar intervenções na renovação energética do parque habitacional público existente, promovendo simultaneamente a descarbonização dos consumos de energia. Entre as prioridades está o reforço da electrificação e da eficiência energética, consideradas essenciais para cumprir os objectivos nacionais em matéria de energia e clima.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Entre as acções elegíveis destacam-se intervenções nas envolventes dos edifícios, como isolamento térmico e melhoria de fachadas, bem como a substituição de sistemas energéticos por soluções mais eficientes. Está também prevista a promoção da utilização de energias renováveis, contribuindo para a redução da dependência de fontes fósseis e para a diminuição das emissões de carbono.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O programa aposta ainda na adopção de soluções técnicas adequadas à renovação energética, com o objectivo de criar um parque edificado de elevado desempenho energético e baixo impacte ambiental.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Podem candidatar-se aos apoios os municípios e as associações de municípios da região do Alentejo. O período de candidaturas decorre em várias fases ao longo deste ano. A primeira termina a 30 de Abril, seguindo-se novas fases com prazos mensais até ao final do ano, sendo a última data fixada para 31 de Dezembro de 2026.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O aviso pode ser consultado através deste </span><a href="https://portugal2030.pt/wp-content/uploads/sites/3/2026/04/ALT2030-2026-17.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">site</span></a><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>


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		<item>
		<title>ECLIPSE: redefinir o papel do cidadão na transição energética</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/eclipse-redefinir-o-papel-do-cidadao-na-transicao-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 08:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumo energético]]></category>
		<category><![CDATA[ECLIPSE]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[poupança energética]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa altura em que a Europa procura acelerar a sua transição para um modelo energético mais descentralizado, digital e sustentável, um projecto europeu está a mudar a forma como os consumidores se relacionam com a energia. ECLIPSE é o nome da iniciativa e tem como missão envolver, informar e empoderar os consumidores de energia. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eclipse-redefinir-o-papel-do-cidadao-na-transicao-energetica/">ECLIPSE: redefinir o papel do cidadão na transição energética</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Numa altura em que a Europa procura acelerar a sua transição para um modelo energético mais descentralizado, digital e sustentável, um projecto europeu está a mudar a forma como os consumidores se relacionam com a energia. ECLIPSE é o nome da iniciativa e tem como missão envolver, informar e empoderar os consumidores de energia. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">“O projecto ECLIPSE coloca o utilizador final no centro, desenvolvendo uma aplicação intuitiva de monitorização de energia e um Quadro Europeu Comum de Referência (CERF) que, em conjunto, ajudam os consumidores a compreender, controlar e optimizar o seu consumo de energia”, explicam os coordenadores do projecto.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Mesmo com a proliferação de contadores inteligentes e plataformas de energia, muitos consumidores continuam à margem do sistema. Segundo a iniciativa, a explicação reside na falta de usabilidade, personalização e incentivos claros.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para colmatar essas lacunas, o projecto conduziu um inquérito europeu com quase 300 participantes, para compreender os comportamentos, motivações e obstáculos enfrentados pelos utilizadores. Com base nos resultados obtidos, o ECLIPSE criou um conjunto de cinco estratégias de envolvimento centradas no consumidor:</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="5" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559683&quot;:0,&quot;335559684&quot;:-2,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Benefícios económicos: A aplicação oferece notificações personalizadas com oportunidades para reduzir custos, integrando mecanismos de resposta à procura. “Ao integrar incentivos de resposta à procura, como contas mais baixas ou recompensas financeiras, os utilizadores são encorajados a reduzir ou alterar o consumo de energia em momentos importantes”, defendem os coordenadores do projecto;  </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="6" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559683&quot;:0,&quot;335559684&quot;:-2,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Incentivos não financeiros: Para os utilizadores movidos por causas ambientais, estão disponíveis selos ecológicos, </span><em>rankings</em> <span data-contrast="auto">de sustentabilidade e desafios comunitários;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
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</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="8" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559683&quot;:0,&quot;335559684&quot;:-2,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Alertas para situações na rede: Durante picos de consumo ou situações críticas, os utilizadores recebem alertas que os incentivam a reduzir o consumo de forma voluntária;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="-" data-font="Aptos" data-listid="9" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559683&quot;:0,&quot;335559684&quot;:-2,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Aptos&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;-&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Orientações sobre eficiência energética: Com dicas práticas e tutoriais, a aplicação promove a literacia dos consumidores e fornece informação para casos como a melhoria do isolamento ou a geração da sua própria energia.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<p><span data-contrast="auto">O projecto ECLIPSE está a ser testado em 16 locais-piloto em toda a Europa. De acordo com a iniciativa, as primeiras demonstrações revelaram que existe um elevado interesse dos utilizadores em receber </span><em>feedback</em> <span data-contrast="auto">em tempo real e que estão mais dispostos a participar em acções de redução de consumo. Registou-se também uma maior confiança no sistema energético graças a uma comunicação clara e personalizada.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O Quadro Europeu Comum de Referência (CERF), que se encontra em desenvolvimento pelo projecto, pretende ser uma estrutura comum que possa ser adoptada por outras plataformas e iniciativas, garantindo a interoperabilidade e centrando o sistema energético nas necessidades dos cidadãos.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © ECLIPSE</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eclipse-redefinir-o-papel-do-cidadao-na-transicao-energetica/">ECLIPSE: redefinir o papel do cidadão na transição energética</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Relatório analisa o progresso a curto prazo da eficiência energética na União Europeia</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/relatorio-analisa-o-progresso-a-curto-prazo-da-eficiencia-energetica-na-uniao-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 08:17:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[consumo energético]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[Direcção-Geral de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[poupança energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Direcção-Geral de Energia da Comissão Europeia publicou o relatório "Melhores Dados para a Eficiência Energética: Estimativas de curto prazo do progresso em eficiência energética", centrado no desenvolvimento de metodologias para estimar o progresso a curto prazo na eficiência energética, abordando tanto o consumo geral como as poupanças atribuíveis a medidas específicas.  </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/relatorio-analisa-o-progresso-a-curto-prazo-da-eficiencia-energetica-na-uniao-europeia/">Relatório analisa o progresso a curto prazo da eficiência energética na União Europeia</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Direcção-Geral de Energia da Comissão Europeia publicou o relatório &#8220;Melhores Dados para a Eficiência Energética: Estimativas de curto prazo do progresso em eficiência energética&#8221;, centrado no desenvolvimento de metodologias para estimar o progresso a curto prazo na eficiência energética, abordando tanto o consumo geral como as poupanças atribuíveis a medidas específicas.  </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O documento está estruturado em duas abordagens complementares: uma abordagem </span><em>top-down</em><span data-contrast="auto">, que estima o consumo e a poupança de energia com base em dados agregados, e uma abordagem </span><em>bottom-up</em><span data-contrast="auto">, que quantifica o impacto directo das medidas de eficiência energética implementadas. Estas metodologias visam reduzir o fosso entre os dados sobre o consumo de energia e a informação disponível sobre os ganhos de eficiência, especialmente nos sectores dos edifícios e da indústria, que representam uma parte significativa da procura energética na União Europeia (UE).</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Sabe-se que a eficiência energética desempenha um papel central na estratégia de descarbonização da UE. No entanto, o relatório refere que o progresso nesta matéria “está frequentemente sub-representado em comparação com áreas como as energias renováveis ou a substituição de combustíveis fósseis”. Esta discrepância decorre de vários factores, incluindo a heterogeneidade dos dados, as inconsistências, a disponibilidade limitada e o atraso significativo associado às estatísticas oficiais e aos mecanismos de monitorização.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O principal objectivo deste projecto é desenvolver metodologias que complementem os dados oficiais do Eurostat, permitindo gerar estimativas mais actualizadas e específicas para os sectores da construção e da indústria transformadora. As abordagens propostas procuram colmatar as lacunas de informação sobre o consumo energético final e o impacto das medidas de eficiência, fornecendo uma base mais sólida para a definição de políticas sectoriais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Entrando em maior detalhe nas abordagens do relatório, a abordagem </span><em>top-down</em><span data-contrast="auto"> centra-se na estimativa de curto prazo do consumo de energia primária e final, com especial destaque para o gás natural, amplamente utilizado na indústria e nos sistemas de aquecimento de edifícios. Esta análise inclui ainda a quantificação das poupanças energéticas e das emissões evitadas de CO₂, tanto ao nível da economia em geral como especificamente nos sectores dos edifícios residenciais, comerciais e industriais. As estimativas são geradas com diferentes frequências — anual, trimestral e mensal — permitindo monitorização contínua.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na abordagem </span><em>bottom-up</em><span data-contrast="auto">, o foco é a avaliação detalhada das poupanças energéticas e das reduções de emissões decorrentes da implementação de medidas específicas de eficiência energética, como a renovação térmica de edifícios, a modernização de sistemas industriais e a substituição de equipamentos ineficientes. Esta abordagem oferece uma visão concreta de como cada medida contribui para a eficiência global no sector.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo o relatório, a comparação entre as duas abordagens revela que as estimativas </span><em>top-down</em><span data-contrast="auto">, baseadas em dados agregados, tendem a indicar poupanças superiores às derivadas directamente das medidas específicas (</span><em>bottom-up</em><span data-contrast="auto">). Esta diferença reflecte não apenas as melhorias tecnológicas e comportamentais espontâneas, mas também os efeitos dos preços e das políticas energéticas a nível macroeconómico.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Um dos principais desafios identificados é a necessidade de melhorar a qualidade, disponibilidade e normalização dos dados, como o armazenamento de energia. Além disso, o relatório destaca o potencial da inteligência artificial para melhorar a modelação de cenários, prever consumos e avaliar o impacto de medidas de eficiência com maior precisão, sobretudo em edifícios inteligentes e processos industriais automatizados.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório completo está disponível </span><a href="https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/9f833801-5c6e-11f0-a9d0-01aa75ed71a1/language-en" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">aqui</span></a><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Unsplash</p>
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		<title>ENTRAJUDA propõe pacto com impacto para combater pobreza energética em Portugal</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/entrajuda-propoe-pacto-com-impacto-para-combater-pobreza-energetica-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 07:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ADENE]]></category>
		<category><![CDATA[consumo eficiente de energia]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[Entrajuda]]></category>
		<category><![CDATA[ERSE]]></category>
		<category><![CDATA[literacia energética]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Nacional Integrado de Energia e Clima]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza energética]]></category>
		<category><![CDATA[Portal Energético]]></category>
		<category><![CDATA[poupança energética]]></category>
		<category><![CDATA[projeto ENERGÉTICO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ENTRAJUDA lançou no passado dia 20 de Janeiro, o projeto ENERGÉTICO, uma iniciativa que visa promover o conhecimento sobre o consumo eficiente de energia e contribuir para erradicar a pobreza energética em Portugal, que afeta mais de dois milhões de pessoas. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.entrajuda.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ENTRAJUDA</strong></a> lançou no passado dia 20 de Janeiro, o projeto <a href="https://www.energetico-social.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ENERGÉTICO</strong></a>, uma iniciativa que visa promover o conhecimento sobre o consumo eficiente de energia e contribuir para erradicar a pobreza energética em Portugal, que afeta mais de dois milhões de pessoas.</p>
<p>O projeto, que tem como base o portal <strong><a href="https://www.energetico-social.pt/">ENERGÉTICO</a></strong>, pretende promover a literacia e a eficiência energética da população, através do combate ao desperdício no consumo de energia. A iniciativa integra ainda o lançamento de campanhas de comunicação de sensibilização, promoção de eventos e outras atividades a realizar com os vários parceiros.</p>
<p>Atualmente, estima-se que entre 1,1 e 2,3 milhões de portugueses vivam em situação de pobreza energética moderada, e entre 660 e 680 mil em pobreza energética extrema, de acordo com as estimativas avançadas pela Estratégia Nacional de Longo Prazo para o Combate à Pobreza Energética 2021-2050.</p>
<p>A pobreza energética caracteriza-se pela incapacidade de satisfazer necessidades energéticas essenciais, nomeadamente em termos de aquecimento, refrigeração, iluminação e uso de eletrodomésticos. Tem impacto significativo na saúde, uma vez que casas demasiado frias ou quentes podem levar a problemas respiratórios, cardiovasculares e outras complicações; e no bem-estar, dado que a falta de energia adequada afeta o conforto e a qualidade de vida em casa. Também agrava as desigualdades e disparidades sociais e económicas, pelo que é importante e urgente adotar medidas que possam minimizar estes efeitos.</p>
<p>Tendo como objetivo contribuir para a redução de 35% do consumo de energia primária para 2030, meta prevista no Plano Nacional Integrado de Energia e Clima, o projeto ENERGÉTICO pretende promover um <em>“pacto com impacto”</em> entre municípios, regiões, agentes, associações, produtores, distribuidores e consumidores, com o objetivo de mudar hábitos e promover consumos mais eficientes.<br />
Estima-se, por exemplo, que o conjunto de todos os equipamentos em modo <em>stand-by</em> possam atingir 10% do consumo de energia elétrica total de uma casa. Mesmo desligado através do comando, um aparelho continua a gastar até cerca de 25% de energia, valor que varia de aparelho para aparelho e de marca para marca, representando um custo anual evitável superior a 120€.</p>
<p>Para auxiliar os consumidores a fazer escolhas mais informadas sobre preços de energia e potência contratada, o projeto disponibiliza simuladores de consumo e oferece orientações sobre as boas práticas para reduzir gastos energéticos com eletrodomésticos, como frigoríficos, máquinas de lavar roupa e loiça, fogões, em iluminação e ainda por via do isolamento adequado de portas e janelas. O portal disponibiliza ainda condições de acesso à <a href="https://www.energetico-social.pt/files/upload/documentos_e_brochuras/criterios-de-atribuio-da-tarifa-social.pdf">Tarifa Social</a>.</p>
<p>A iniciativa conta já como parceiros fundadores a <strong>EDP</strong>, <strong>Floene</strong>, <strong>Fundação Galp</strong>, <strong>REN</strong>, e como parceiros institucionais a <strong>ERSE</strong> e a <strong>ADENE</strong>, que juntos estão comprometidos em reduzir a pobreza energética e promover a literacia energética em Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div style="width: 640px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-29140-1" width="640" height="360" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://www.energetico-social.pt/files/upload/paginas/manifesto-energetico-principal-legendado.mp4?_=1" /><a href="https://www.energetico-social.pt/files/upload/paginas/manifesto-energetico-principal-legendado.mp4">https://www.energetico-social.pt/files/upload/paginas/manifesto-energetico-principal-legendado.mp4</a></video></div></p>
<pre></pre>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
</span></span></strong></em><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">Fonte: Press Release </span></span></strong></em></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como enfrentar os desafios da nova EPBD no setor AVAC</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/como-enfrentar-os-desafios-da-nova-epbd-no-setor-avac/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 06:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[AVAC]]></category>
		<category><![CDATA[contimetra]]></category>
		<category><![CDATA[Delta T]]></category>
		<category><![CDATA[descarbização]]></category>
		<category><![CDATA[Guia RetroFIT Belimo]]></category>
		<category><![CDATA[Norma EPBD]]></category>
		<category><![CDATA[poupança energética]]></category>
		<category><![CDATA[projetos de renovação]]></category>
		<category><![CDATA[sistimetra]]></category>
		<category><![CDATA[uta]]></category>
		<category><![CDATA[ventiloconvectores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>75% dos edifícios na Europa têm uma fraca performance energética* (fonte: website comissão europeia) comprometendo o consumo energético e contribuindo para uma pegada carbónica mais elevada. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/como-enfrentar-os-desafios-da-nova-epbd-no-setor-avac/">Como enfrentar os desafios da nova EPBD no setor AVAC</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Artigo Técnico da responsabilidade do Grupo Contimetra/Sistimetra com base no Guia RetroFIT + da Belimo </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75% dos edifícios na Europa têm uma fraca performance energética* (fonte: website comissão europeia) comprometendo o consumo energético e contribuindo para uma pegada carbónica mais elevada.<br />
Os edifícios são o principal consumidor de energia elétrica, 80% desse consumo é utilizado para tornar o ambiente confortável através do aquecimento ou arrefecimento do ar ou aquecimento de água (QAS). Por isso, a otimização do consumo tem um papel crucial no alcance das metas de descarbonização propostas pela União Europeia, em vigor desde maio de 2024 e, que devem ser atingidas até 2050.<br />
No entanto, já em 2030 será necessário reduzir a emissão de gases de efeito de estufa em cerca de 60%. Para além disso, a maior parte dos edifícios são anteriores ao ano 2000 o que aumenta as necessidades de aplicação da Diretiva em ambientes de renovação.</p>
<p><strong>O Mito do investimento elevado </strong></p>
<p>Temos plena consciência que um dos grandes desafios aos projetos de renovação é também ele um mito e está relacionado com os elevados custos de implementação de ações em edifícios existentes que visem melhorar a performance energética dos equipamentos sobretudo, no que diz respeito à produção e distribuição do ar e da água. É certamente um investimento inicial maior partir para soluções de reforma totais com a vantagem de obter poupanças energéticas maiores de forma mais antecipada. Mas sabia que também pode fazê-lo de forma evolutiva?<br />
Centremos este artigo nas pequenas mudanças que podem gerar até 20% de poupança. Sabia que, num cenário de aquecimento (inverno) +1ºC do que o necessário pode consumir até mais 7%? Sabia também que, num cenário de arrefecimento (verão), numa sala em que a temperatura está -1ºC abaixo do necessário, pode levar a que o ar condicionado consuma mais 8% a 12%?</p>
<p>Sabendo que só é possível controlar aquilo que conseguimos medir, uma primeira fase de otimização do consumo passa pela implementação de três tipos de medidas.</p>
<ol>
<li>Colocação de sensores/transmissores de temperatura, humidade e CO2. Com possibilidade de ajuste dos set-points operativos. Com estes dados será possível otimizar o rendimento dos sistemas, melhorar a qualidade do ar interior e acima de tudo reduzir o consumo.</li>
<li>Também à medida que os equipamentos de campo envelhecem e carecem de substituição, os custos de funcionamento e manutenção aumentam. Substitui-los por dispositivos de campo (válvulas, sensores e atuadores) mais avançados ajudará a melhorar o funcionamento e a diminuir os tempos de inatividade.</li>
</ol>
<p>Finalmente, gerir eficazmente o Delta T (entre a ida e o retorno da água numa rede hidráulica) irá contribuir bastante para melhorar o rendimento global do edifício, ou seja, por um lado, melhora a eficiência energética, melhora o conforto e melhora a qualidade do ar, por outro, reduz os custos de funcionamento.</p>
<p><strong>O síndrome do Delta T</strong></p>
<p>A Belimo tem contribuído imenso neste último ponto e tem investido grande parte do seu tempo em ID no desenvolvimento de equipamentos que, integram um algoritmo de gestão do Delta T tornando possível a redução dos custos de produção/bombeamento e também de funcionamento/distribuição dos sistemas de arrefecimento e aquecimento. Este é sem dúvida um contributo muito importante no caminho da descarbonização e eficiência energética, é por isso que, a nova geração de válvulas de controlo, Belimo Energy Valve TM, é uma solução tão importante não só para a renovação dos edifícios como também, para o planeamento dos sistemas em edifícios novos.<br />
Na Contimetra há muito que apostamos em estabelecer parcerias para apresentar soluções e equipamentos de campo que contribuam para a descarbonização dos edifícios em Portugal. Através do programa Retrofit + da Belimo é possível avaliar a performance atual e o nível de implementação necessário para cumprir a Diretiva EPBD.</p>
<p><strong>Aplicação prática em Unidades de Tratamento de Ar (UTA’s) e Ventiloconvectores (VC’s)<br />
</strong>Um dos principais desafios dos profissionais do setor é a aplicação prática dos diversos equipamentos de campo à nossa disposição num determinado sistema instalado ou a instalar e que podem eles mesmos ser adaptados ao investimento que se pretenda fazer.</p>
<p><strong>Exemplo 1 &#8211; Unidades de Tratamento de Ar (UTA’s)<br />
</strong><strong>Situação atual: Caudais de ar e de água (quente e fria) constante.<br />
</strong>A otimização do caudal de água é uma excelente forma de reduzir o consumo de energia em AVAC. Imagine a seguinte Unidade de Tratamento de Ar com uma bateria de água fria e uma bateria de água quente com caudal de ar constante.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-28661 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_1.png" alt="" width="567" height="272" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_1.png 567w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_1-300x144.png 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></p>
<p><strong>Desafio:<br />
</strong>Neste caso, a rede hidráulica primária tem caudal constante com balanceamento estático. A variação do caudal de água nas duas baterias é controlada por duas válvulas de 3 vias montadas como se mostra na figura. Os ventiladores e filtros são monitorizados por pressostatos diferenciais. Estamos assim perante uma situação onde não é possível variar a velocidade das bombas da rede primária, nem dos ventiladores.</p>
<p><strong>Solução: </strong>Evolução para caudais de ar e água variáveis.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-28662 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_2.png" alt="" width="650" height="340" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_2.png 650w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_2-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_2-610x319.png 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><strong>1. Caudal de ar variável<br />
</strong><strong>1.1 </strong>Colocar variadores de velocidade de ar nos ventiladores de insuflação e de retorno/extração;<br />
<strong>1.2</strong> Colocar sensores de QAI (Temperatura + Humidade + CO2) no ambiente para permitir variar os caudais de ar de acordo com as necessidades em cada momento;<br />
<strong>1.3</strong> Monitorizar em contínuo as pressões diferenciais nos ventiladores e filtros trocando pressostatos diferenciais por transmissores de pressão diferencial simples ou duplos.</p>
<p><strong>Conclusão:</strong> esta evolução técnica permite variar os caudais de ar nos espaços servidos pela UTA de acordo com o índice de conforto necessários e não mais do que isso.</p>
<p><strong>2. Caudais de água variáveis </strong><br />
<strong>2.1</strong> Trocar as bombas secundárias dos circuitos de água quente e fria de caudal constante pela nova geração de bombas com variadores de frequência incorporados.<br />
<strong>2.2</strong> Trocar as válvulas de controle de 3 vias por válvulas da nova geração Energy Valve TM (EV)</p>
<p><strong>Conclusão:</strong> as Energy Valve TM da Belimo são controladas pelo sensor de temperatura principal (ambiente, insuflação ou de retorno) que, por sua vez, controlam os caudais de água quente e fria. Desta forma conseguimos equilibrar os circuitos de distribuição na Unidade de Tratamento de Ar e gerir o Delta T na água (quente e fria) otimizando as transferências na energia através das baterias e, por consequência, melhorar a eficiência dos equipamentos – Chillers, Bombas de Valor, Bombas, etc. &#8211; e otimizar o consumo energético global.</p>
<p><strong>Características e Benefícios Operacionais e de Manutenção</strong><br />
Em termos operacionais, as Energy Valve TM  atuam com base na necessidade real do momento, permitindo a medição, controlo e consumo de energia para cada circuito específico. Além disso, o caudal de ar fornecido pode ser ajustado com base na qualidade do ar ambiente ou do ar extraído. Em termos de manutenção é possível criar alertas ou notificações sempre que as válvulas estiverem fora de serviço, se a potência ou o caudal necessário não for alcançado – por exemplo, devido a sujidade acumulada nas baterias. A gestão dos setpoints de ajuste têm evidentemente um papel importante.<br />
Um fator importante é o fato de se poder controlar e gerir o Delta T permitindo reduzir em até 50% os caudais de água quente e fria. A evolução do conceito de caudal constante, tanto no ar como na água, para o conceito de caudais variáveis permite uma atualização de cada edifício de modo a progredir para atingir a classificação “A” no contexto da nova diretiva ISO EN 52120-1 que regulamentará as novas exigências da EPBD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-28663 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_3.png" alt="" width="650" height="340" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_3.png 650w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_3-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_3-610x319.png 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Exemplo 2:<br />
</strong><strong>Ventiloconvectores</strong></p>
<p>Otimização de Ventiloconvectores com ventiladores de 3 velocidades de baixa eficiência<br />
Imagine a seguinte situação, ventiloconvectores com ventiladores com 3 velocidades de ventilação, motores cc e válvulas de 3 vias dependentes da pressão diferencial.<br />
Neste caso, a rede hidráulica tem um caudal constante nos circuitos terminais &#8211; válvulas de controlo de 3 vias e válvula de equilíbrio estático. A variação de caudal nas baterias é controlada por um ou duas válvulas de 3 vias instaladas como se mostra na figura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-28664 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_4.png" alt="" width="650" height="340" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_4.png 650w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_4-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_4-610x319.png 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desafio:</strong><br />
Esta solução, muito em voga há uns anos atrás (mais de 20) e presente em muitos edifícios atuais, é altamente ineficiente tanto ao nível dos ventiladores como também, quanto ao (des)equilíbrio hidráulico obrigando os produtores – Chillers, Bombas de Calor e Caldeiras – bem como as bombas respetivas a funcionarem no máximo da sua capacidade.</p>
<p><strong>Solução: </strong>Substituição dos ventiladores por modelos com motor EC (caudal de ar variável) e válvulas de controlo de 2 vias independentes da pressão diferencial e estanques (0% fugas).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-28665 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_5.png" alt="" width="650" height="340" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_5.png 650w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_5-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_5-610x319.png 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os ventiladores existentes são substituídos por ventiladores Eurovent classe A (motores EC) de alta eficiência. São instaladas válvulas de controlo de 2 vias independentes de pressão diferencial e totalmente estanques. As válvulas são controladas por atuadores eletromecânicos de baixa potência (fig. 5).<br />
Em termos operacionais, a modulação da potência térmica das unidades terminais é assegurada pela variação do caudal de água e pela variação da velocidade dos ventiladores.</p>
<p><strong>Características e Benefícios Operacionais e de Manutenção<br />
</strong>Em termos operacionais, a modulação da velocidade do ventilador proporciona uma economia significativa de energia e conforto acústico. As válvulas de controlo de duas vias independentes de pressão diferencial permitem modular a velocidade das bombas enquanto equilibram automaticamente todo o sistema hidráulico. A estanqueidade das válvulas garante uma otimização energética avultada ao longo da vida útil da instalação.<br />
Em termos de manutenção é possível substituir uma válvula defeituosa ou aumentar o número de ventiloconvectores sem ter de reequilibrar a instalação. A maior vida útil dos motores eletromecânicos que equipam as novas válvulas de controlo de duas vias reduz significativamente os custos de manutenção.</p>
<p><strong>Conclusão:</strong> A atualização dos ventiladores dos Ventiloconvectores – motores com 3 velocidades para motores EC de velocidade variável &#8211; a par da troca de válvulas de controlo de 3 vias com equilíbrio estático (caudal constante) para válvulas de controlo de 2 vias independentes de pressão diferencial e totalmente estanques permitem reduzir entre 50% a 70% a energia elétrica consumida em todos os órgãos da instalação – Chillers, Bombas de calor, Bombas primárias e secundárias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-28666 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_6.png" alt="" width="650" height="340" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_6.png 650w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_6-300x157.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/12/EPBD-img_6-610x319.png 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
</span></span></strong></em><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">Fonte: Press Release</span></span></strong></em></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/como-enfrentar-os-desafios-da-nova-epbd-no-setor-avac/">Como enfrentar os desafios da nova EPBD no setor AVAC</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Eficiência energética: AIE alerta para a necessidade de progressos “muito mais rápidos” para atingir o objectivo global de 2030</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-aie-alerta-para-a-necessidade-de-progressos-muito-mais-rapidos-para-atingir-o-objectivo-global-de-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 09:58:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[aie]]></category>
		<category><![CDATA[COP]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[poupança energética]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Internacional de Energia (AIE), no seu relatório anual sobre a evolução da eficiência energética em todo o mundo, indica que os países ainda não estão “no bom caminho” para atingir o compromisso assumido na COP28. A AIE exige uma acção e cooperação mais fortes para que os países se alinhem com as suas ambições.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Agência Internacional de Energia (AIE), no seu relatório anual sobre a evolução da eficiência energética em todo o mundo, indica que os países ainda não estão “no bom caminho” para atingir o compromisso assumido na COP28. A AIE exige uma acção e cooperação mais fortes para que os países se alinhem com as suas ambições.</strong><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, realizada no Dubai no ano passado, quase 200 países concordaram com o objectivo de duplicar a taxa de melhoria da eficiência energética, o que significaria aumentar de 2 % em 2022 para 4 % em 2030. A duplicação do valor desta taxa vai exigir que os países acelerem a implementação de políticas para melhorar a segurança energética, reduzir os custos da energia e diminuir as emissões de carbono. </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo mostra o relatório </span><em>Energy Efficiency 2024</em><span data-contrast="auto">, os governos estão a fazer progressos políticos, com aqueles que representam mais de 70 % da procura global de energia a implementarem políticas de eficiência novas ou actualizadas em 2024 &#8211; desde logo com a União Europeia a rever regulamentos para alcançar um parque edificado com emissões zero até 2050. O documento aponta também elementos de progresso nas principais economias emergentes e nas crescentes taxas de implementação global de bombas de calor e veículos eléctricos, que, de um modo geral, utilizam uma quantidade de energia consideravelmente menor do que as tecnologias que substituem. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No entanto, a Agência Internacional de Energia alerta que, para que os países se alinhem com os objectivos globais, “é necessário que novas políticas cheguem mais rapidamente a todo o mundo e que muitas das existentes sejam reforçadas”. “O que esperamos ver agora são respostas políticas mais rápidas e mais fortes em todo o mundo”, disse, em comunicado, Fatih Birol, director executivo da AIE, acrescentando que “a eficiência energética é um pilar fundamental das transições energéticas seguras, acessíveis e inclusivas”. E uma maior eficiência energética exigirá um investimento igualmente maior. O investimento em tecnologias energeticamente eficientes cresceu 4 % em 2024 e está a caminho de atingir um recorde de 660 mil milhões de dólares, de acordo com o relatório.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para aumentar a visibilidade da eficiência energética e apoiar um progresso mais forte em direcção ao objectivo global de duplicação, juntamento com o relatório, a AIE lançou um novo </span><a href="https://www.iea.org/data-and-statistics/data-tools/energy-efficiency-progress-tracker" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Monitor do Progresso da Eficiência Energética</span></a><span data-contrast="auto">, alargando a análise do </span><em>Energy Efficiency 2024</em><span data-contrast="auto"> para fornecer informações detalhadas através dos indicadores regionais mais actualizados sobre a intensidade energética, a procura e os níveis de electrificação.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eficiencia-energetica-aie-alerta-para-a-necessidade-de-progressos-muito-mais-rapidos-para-atingir-o-objectivo-global-de-2030/">Eficiência energética: AIE alerta para a necessidade de progressos “muito mais rápidos” para atingir o objectivo global de 2030</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Sessão Técnica Exclusiva: EPBD &#8211; Como projetar poupanças energéticas nos sistemas AVAC dos edifícios!</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/sessao-tecnica-exclusiva-epbd-como-projetar-poupancas-energeticas-nos-sistemas-avac-dos-edificios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 08:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Belimo]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Contimetra Sistimetra]]></category>
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		<category><![CDATA[Norma EPBD]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Contimetra/Sistimetra, em parceria com a Belimo, irá realizar uma sessão técnica exclusiva em Lisboa e Porto, nos próximos dias 9 e 10 de Outubro sobre "Como projetar poupanças energéticas nos sistemas AVAC dos edifícios de acordo com a norma EPBD". ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/sessao-tecnica-exclusiva-epbd-como-projetar-poupancas-energeticas-nos-sistemas-avac-dos-edificios/">Sessão Técnica Exclusiva: EPBD &#8211; Como projetar poupanças energéticas nos sistemas AVAC dos edifícios!</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<p>O <a href="https://www.contimetra.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Grupo Contimetra/Sistimetra</strong></a>, em parceria com a <a href="https://www.belimo.com/us/en_US/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Belimo</strong></a>, irá realizar uma sessão técnica exclusiva em Lisboa e Porto, nos próximos dias 9 e 10 de Outubro sobre <b>&#8220;Como projetar poupanças energéticas nos sistemas AVAC dos edifícios de acordo com a norma EPBD&#8221;</b>.</p>
<p><strong>Conteúdos a transmitir:<br />
</strong>● Norma EPBD: requisitos e implicações para projetos de renovação.<br />
● Ferramenta RetroFIT+ &#8211; simular cenários de renovação e calcular o retorno do investimento.<br />
● Novas válvulas Belimo: características técnicas, aplicações e benefícios.</p>
<p><strong>Porquê participar:<br />
</strong><strong>● Norma EPBD e RetroFIT+</strong>: Esteja preparado para os novos desafios do mercado, entenda os requisitos da norma e como a ferramenta RetroFIT+ o pode ajudar na quantificação dos benefícios da renovação.<br />
<strong>● Conhecimento técnico aprofundado</strong>: Descubra as últimas novidades em válvulas de borboleta, atuadores e a inovador a Energy Valve da Belimo.<br />
<strong>● Aplicações práticas</strong>: Aprenda como aplicar estes produtos nos seus projetos, otimizando o desempenho dos sistemas AVAC e reduzindo custos operacionais.<br />
<strong>● Networking</strong>: Interaja com outros profissionais do setor e compartilhe experiências.</p>
<p>As apresentações estarão a cargo de Jorge Gimenéz &#8211; Director Técnico da Belimo Portugal, Enrique Galán &#8211; Sales Manager Portugal e responsável técnico da Belimo na área dos sistemas hidrónicos e Cláudio Pereira Khan &#8211; Prescription Manager Portugal e responsável da Belimo pelo apoio a projetos no mercado Português.</p>
<p>A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas:<br />
Lisboa, 09 de Outubro &#8211; Holiday Inn Oeiras &#8211; <strong><a href="https://www.contimetra.com/PagComum/Formulario.aspx?Depart=AC&amp;Assunto=Sim+estou+interessado+em+participar+na+sess%C3%A3o+t%C3%A9cnica+em+Lisboa+9+de+Outubro" target="_blank" rel="noopener">Link para inscrição</a><br />
</strong>Porto, 10 de Outubro &#8211; AC Hotel &#8211; <a href="https://www.contimetra.com/PagComum/Formulario.aspx?Depart=AC&amp;Assunto=Sim+estou+interessado+em+participar+na+sess%C3%A3o+t%C3%A9cnica+em+Porto+10+de+Outubro" target="_blank" rel="noopener"><strong>Link para participação</strong></a></p>
<p>Não perca esta oportunidade de se atualizar sobre as últimas tendências do mercado e otimizar os seus projetos!</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
Fonte: Press Release</span></span></strong></em></p>
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<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
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<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/sessao-tecnica-exclusiva-epbd-como-projetar-poupancas-energeticas-nos-sistemas-avac-dos-edificios/">Sessão Técnica Exclusiva: EPBD &#8211; Como projetar poupanças energéticas nos sistemas AVAC dos edifícios!</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>A rápida implementação de tecnologias limpas torna a energia mais barata, garante relatório da AIE</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/a-rapida-implementacao-de-tecnologias-limpas-torna-a-energia-mais-barata-garante-relatorio%e2%80%afda-aie/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 08:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
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		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) sublinha que quanto mais célere for a transição energética, mais rentável será para os governos, empresas e famílias e propõe medidas para tornar as tecnologias limpas mais acessíveis. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/a-rapida-implementacao-de-tecnologias-limpas-torna-a-energia-mais-barata-garante-relatorio%e2%80%afda-aie/">A rápida implementação de tecnologias limpas torna a energia mais barata, garante relatório da AIE</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">Um novo relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) sublinha que quanto mais célere for a transição energética, mais rentável será para os governos, empresas e famílias e propõe medidas para tornar as tecnologias limpas mais acessíveis.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">&#8220;Há ainda um importante debate a realizar sobre a acessibilidade e a equidade nas transições para energias limpas”, começa por dizer Fatih Birol, director executivo da AIE, no preâmbulo do relatório, “nomeadamente em termos da forma como os custos e os benefícios serão partilhados &#8211; e por isso quisemos fornecer uma base de dados e conselhos accionáveis para os decisores políticos, à medida que estes consideram as suas estratégias para o futuro”. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">E alerta para um dos principais riscos da transição para uma economia de energia limpa: a possibilidade de famílias, comunidades e países mais pobres serem excluídos pelo facto de não conseguirem suportar as despesas iniciais que a mudança para um sistema energético mais seguro e sustentável exige. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Perante este risco, o relatório </span><a href="https://www.iea.org/reports/strategies-for-affordable-and-fair-clean-energy-transitions" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">“Estratégias para Transições para Energias Limpas Acessíveis e Justas”</span></a><span data-contrast="auto"> destaca que a principal tarefa dos governos é tornar as tecnologias energéticas limpas mais acessíveis a todas as pessoas, em especial àqueles que se encontram em situações de maior vulnerabilidade. Fatih Birol acrescenta que “colocar o mundo na via para atingir emissões líquidas nulas até 2050 exige investimentos adicionais, mas também reduz os custos operacionais do sistema energético global em mais de metade na próxima década, em comparação com uma trajectória baseada nas actuais configurações políticas, como mostra este relatório”. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Energias limpas: serão competitivas?</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Segundo o relatório, em muitos casos, as tecnologias de energia limpa já conseguem ser mais competitivas em termos de custos ao longo do seu ciclo de vida do que aquelas que são dependentes de combustíveis fósseis. Os módulos solares são exemplo disso – o documento indica que o seu preço diminuiu 30% em 2023, criando uma maior abertura até para sistemas solares domésticos, com o seu valor a ser reforçado por baterias mais baratas. Também as bombas de calor são mencionadas. Embora possam ser mais caras do que as caldeiras a gás apenas para aquecimento (dependendo dos preços relativos da electricidade em relação ao gás), são normalmente competitivas quando se considera tanto o arrefecimento como o aquecimento.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“A concretização dos benefícios trazidos pela transição para energias limpas depende do desbloqueamento necessário de níveis mais elevados de investimento inicial”, salienta a AIE, especialmente no caso das economias emergentes e em desenvolvimento, que enfrentam custos maiores.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório indica ainda que existem distorções no actual sistema energético global que acabam por favorecer os combustíveis existentes. Assim, os investimentos na transição energética tornam-se mais difíceis. Em 2023, a nível global, os governos gastaram cerca de 620 mil milhões de dólares em subsídios para o uso de combustíveis fósseis. Já nesse mesmo ano, o valor gasto em apoios aos consumidores para investimentos em energias limpas ronda os 70 mil milhões de dólares.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Como garantir energia livre de combustíveis fósseis para todos? </span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></h4>
<p><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">Soluções existem, assegura o documento, ao apresentar uma série de medidas com base em políticas implementadas em vários países no sentido de incluir os mais vulneráveis. São elas:</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Implementação de programas de reabilitação da eficiência energética, de modo a torná-los mais acessíveis às famílias com rendimentos mais baixos: “países como a França, a Irlanda e o Reino Unido centraram estes programas nos agregados familiares com rendimentos mais baixos, que são frequentemente inquilinos e não proprietários, e que têm mais probabilidades de viver em casas com um desempenho energético relativamente fraco”; </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Uso de instrumentos políticos para aliviar as despesas iniciais dos agregados mais  pobres, obrigando, por exemplo, os fornecedores de energia a financiar sistemas de aquecimento ou arrefecimento mais eficientes; </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Tornar os aparelhos de elevada eficiência mais acessíveis através de normas mínimas de desempenho energético e financiamento complementar por parte dos governos;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Substituição de subsídios aos combustíveis fósseis por apoios direccionados aos mais vulneráveis; </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Utilização das receitas associadas aos regimes de tarifação de carbono, quando existam, para resolver aspectos sociais das transições energéticas – o relatório apresenta como exemplo o Fundo Social para o Clima da União Europeia.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Assim, de acordo com a AIE, a intervenção política desempenha um papel fundamental na resolução das desigualdades que existem, assegurando que as energias livres de combustíveis fósseis não continuem fora do alcance de muitos lares.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>2ª Edição do Lisbon Energy Summit &#038; Exhibition 2024 chega de 27 a 29 de Maio</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/2a-edicao-do-lisbon-energy-summit-exhibition-2024-chega-de-27-a-29-de-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 08:22:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Lisbon Energy Summit & Exhibition]]></category>
		<category><![CDATA[poupança energética]]></category>
		<category><![CDATA[produção de energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considerado um dos maiores eventos do sector da energia na Europa, o Lisbon Energy Summit &#038; Exhibition 2024 decorre de 27 a 29 de Maio, na FIL, no Parque das Nações. “Criar hoje o sistema energético de amanhã” é o tema da edição deste ano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Considerado um dos maiores eventos do sector da energia na Europa, o <a href="https://www.lisbonenergysummit.com/" target="_blank" rel="noopener">Lisbon Energy Summit &amp; Exhibition 2024</a> decorre de 27 a 29 de Maio, na FIL, no Parque das Nações. “Criar hoje o sistema energético de amanhã” é o tema da edição deste ano. </strong></p>
<p><span data-contrast="none">O evento conta com o patrocínio do Ministério do Ambiente e Energia e será a ministra Maria da Graça Carvalho a pessoa responsável pelo discurso na cerimónia de abertura. Governantes, decisores políticos, promotores de projectos, investidores e empreendedores vão reunir-se nesta cimeira para trocar ideias sobre a transição do sistema energético da União Europeia para um sistema baseado em energias renováveis e em conformidade com as iniciativas REPowerEU.</span></p>
<p><span data-contrast="none">O programa conta com três conferências: </span><a href="https://www.lisbonenergysummit.com/conference/strategic-conference/2024-agenda/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Estratégica</span></a><span data-contrast="none">, </span><a href="https://www.lisbonenergysummit.com/conference/hydrogen-decarbonisation-conference/2024-hydrogen-decarbonisation-conference-agenda/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Hidrogénio e Descarbonização</span></a><span data-contrast="none"> e </span><a href="https://www.lisbonenergysummit.com/conference/climatetech-conference/2024-climatetech-conference-agenda/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Tecnologia Climática</span></a><span data-contrast="none">. “Estes temas cobrirão toda a cadeia de valor do sector energético nesta fase crucial da transição para o carbono zero, com discussões sobre o reforço da segurança energética da Europa e a descarbonização do seu aprovisionamento energético”, refere a organização do evento em comunicado.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p aria-level="3"><span data-contrast="none">Em cada uma das conferências serão debatidos cenários possíveis para o caminho da descarbonização do sistema energético europeu, considerando os recursos disponíveis, o seu preço e utilização na indústria. Cada conferência conta com várias sessões: “Mobilizar capitais públicos e privados para acelerar a transição energética”, “Repotenciar os activos de energias renováveis, maximizando as economias de custos e os ganhos da economia circular</span><span data-contrast="none">” ou a apresentação “</span><i><span data-contrast="none">Blockchain</span></i><span data-contrast="none">, cidades inteligentes e partilha de energia dentro das comunidades” são apenas algumas das sessões que terão lugar durante os três dias da cimeira.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">São esperados mais de 3 000 visitantes na FIL, em Lisboa, para assistir ao Lisbon Energy Summit &amp; Exhibition 2024.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Lisbon Energy Summit &amp; Exhibition</em></p>
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