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	<title>Arquivo de inteligência artificial - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 03 Mar 2026 17:11:42 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de inteligência artificial - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>Expansão de data centers em Portugal reforça exigência técnica na construção</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/expansao-de-data-centers-em-portugal-reforca-exigencia-tecnica-na-construcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[climatização]]></category>
		<category><![CDATA[data centers]]></category>
		<category><![CDATA[digitalização da economia]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[GesConsult]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[projectos de construção de data centers]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal está a afirmar-se como um dos destinos mais atrativos para investimento em data centers (centros de processamento de dados) na Europa, refletindo um ciclo de crescimento impulsionado pela digitalização da economia, expansão da computação na cloud e pelo desenvolvimento global da inteligência artificial. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/expansao-de-data-centers-em-portugal-reforca-exigencia-tecnica-na-construcao/">Expansão de data centers em Portugal reforça exigência técnica na construção</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1 wp-block-paragraph"><strong>A GesConsult está envolvida em projetos de construção de <em>data centers</em> em Portugal</strong></p>



<div style="height:41px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2 wp-block-paragraph">Portugal está a afirmar-se como um dos destinos mais atrativos para investimento em <em>data centers</em> (centros de processamento de dados) na Europa, refletindo um ciclo de crescimento impulsionado pela digitalização da economia, expansão da computação na <em>cloud</em> e pelo desenvolvimento global da inteligência artificial. A <a href="https://gesconsult.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">GesConsult</a>, empresa especialista em gestão e fiscalização de obras, acompanha de perto esta nova dinâmica, estando atualmente envolvida em projetos de construção de <em>data centers</em> em território nacional.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3 wp-block-paragraph"><em>“O crescimento do setor de data centers transforma estas infraestruturas em elementos essenciais para a competitividade nacional, exigindo elevados padrões de resiliência, eficiência energética e especialização técnica. Portugal reúne condições únicas que garantem confiança a investidores internacionais e criam oportunidades de desenvolvimento de projetos de grande escala,</em>” afirma <strong>Nuno Garcia, Diretor-Geral da GesConsult</strong>.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph">A empresa identifica três tendências que irão marcar este setor em 2026:</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5 wp-block-paragraph"><strong>1 | Sustentabilidade e eficiência energética</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6 wp-block-paragraph">A redução do consumo energético, a otimização dos sistemas de arrefecimento, a diminuição do uso de água e integração de fontes de energia renovável são fatores determinantes para o sucesso dos projetos. Portugal beneficia de uma elevada disponibilidade de energia solar e eólica, permitindo que novos <em>data centers</em> alcancem metas de operação 100% renovável ou sejam suportados por contratos de aquisição de energia a longo prazo.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7 wp-block-paragraph"><strong>2 | Localização estratégica</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8 wp-block-paragraph">A posição geográfica de Portugal, aliada à estabilidade política e económica, clima moderado e conectividade internacional, com cabos submarinos que ligam Europa, África e América, torna o país um ponto de referência europeu e atlântico. Estes fatores oferecem vantagens essenciais, como redundância de ligações e redução de latência, cruciais para operadores globais e aplicações intensivas em dados.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9 wp-block-paragraph"><strong>3 | Processos construtivos especializados</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-10 wp-block-paragraph">Os <em>data centers</em> exigem abordagens técnicas diferenciadas face à construção tradicional, com redundância de energia, climatização e segurança como requisitos essenciais. Por isso, observa-se uma aposta crescente em construção modular e pré-fabricada, que permite reduzir prazos, aumentar o controlo de qualidade e minimizar riscos. A adoção de soluções avançadas para a resiliência sísmica e para a proteção de equipamentos críticos é exemplo da exigência de coordenação multidisciplinar e planeamento rigoroso.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-11 wp-block-paragraph">Com mais de uma década de experiência, a <span style="text-decoration: underline;">GesConsult</span> tem vindo a acompanhar as melhores práticas para responder a níveis de exigência cada vez mais elevados no desenvolvimento de novas infraestruturas e setores. A presença estratégica em Lisboa, Porto e Leiria, reforça este compromisso com uma atuação nacional de proximidade, rigor técnico e uma gestão de obra adaptada às necessidades estratégicas de cada cliente.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-12 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Madrid aposta na inteligência artificial para modernizar a gestão da habitação pública</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/madrid-aposta-na-inteligencia-artificial-para-modernizar-a-gestao-da-habitacao-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 08:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[habitação pública]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Madrid]]></category>
		<category><![CDATA[SCAMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Empresa Municipal de Vivienda y Suelo de Madrid (EMVS Madrid) lidera o desenvolvimento do SCAMIA — Sistema de Controlo de Activos através de Inteligência Artificial, um projecto de investigação, desenvolvimento e inovação que promete transformar a forma como são monitorizados e mantidos os edifícios do parque habitacional municipal. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/madrid-aposta-na-inteligencia-artificial-para-modernizar-a-gestao-da-habitacao-publica/">Madrid aposta na inteligência artificial para modernizar a gestão da habitação pública</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Empresa Municipal de Vivienda y Suelo de Madrid (EMVS Madrid) lidera o desenvolvimento do SCAMIA — Sistema de Controlo de Activos através de Inteligência Artificial, um projecto de investigação, desenvolvimento e inovação que promete transformar a forma como são monitorizados e mantidos os edifícios do parque habitacional municipal. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A Câmara Municipal de Madrid vai modificar a gestão das habitações públicas através da inteligência artificial. </span><span data-contrast="auto">O SCAMIA irá permitir a digitalização integral dos empreendimentos de habitação pública, criando gémeos digitais reais dos edifícios e centralizando, de forma automática, a gestão de incidências. Esta abordagem estabelece as bases para uma manutenção preditiva e preventiva, de modo a antecipar falhas e optimizar os recursos destinados à conservação do património imobiliário.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Gémeos digitais e controlo remoto</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Com o novo sistema, será possível controlar remotamente o funcionamento dos empreendimentos da EMVS Madrid e monitorizar em larga escala os seus activos, através da recolha de dados em tempo real. Esta informação será integrada numa plataforma única baseada no modelo BIM (Building Information Modeling), que funcionará como interface gráfica para a visualização e gestão dos edifícios.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Numa primeira fase, o projecto incidirá sobre 14 empreendimentos de habitação pública para arrendamento, seleccionados em função de diferentes estados de conservação.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Investimento de 4,5 milhões com apoio europeu</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">O SCAMIA conta com um orçamento total de 4,5 milhões de euros e uma duração inicial de três anos, com possibilidade de extensão por mais 18 meses. O projecto é cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no âmbito do Programa Operacional da Comunidade de Madrid 2021-2027.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A iniciativa envolve um agrupamento de empresas composto por </span><em>startups</em><span data-contrast="auto">, pequenas e médias empresas e centros de investigação, sob a coordenação da EMVS Madrid. A empresa municipal é responsável pela definição dos casos de uso, pela estratégia global do projecto, bem como pelo acompanhamento, testes e controlo de qualidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">As PME Desner e Unabiz ficarão encarregues da monitorização das instalações nos edifícios-piloto, recorrendo a tecnologias BMS e IoT. A Universidade Rey Juan Carlos, em colaboração com a EMVS Madrid, desenvolverá a plataforma de controlo e manutenção, assegurando a integração dos dados. Já a </span><em>startup </em><span data-contrast="auto">Viewtinet participará nas áreas de </span><em>big data</em><span data-contrast="auto">, divulgação e exploração dos resultados.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Actualmente, a EMVS Madrid gere cerca de 10 mil habitações públicas, o maior parque de arrendamento acessível entre as cidades espanholas, segundo o Observatório da Habitação e do Solo do Ministério da Habitação e Agenda Urbana. A empresa tem ainda cerca de seis mil habitações em diferentes fases de projecto e construção.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em 2024, a EMVS Madrid foi responsável pela construção de três em cada dez habitações destinadas a arrendamento acessível sem opção de compra em Espanha, consolidando-se como a principal promotora de habitação pública do país.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © EMVS Madrid</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Geoterme marca presença nos seminários da C&#038;R de Madrid</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/geoterme-marca-presenca-nos-seminarios-da-cr-de-madrid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[automação inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[bombas de calor]]></category>
		<category><![CDATA[C&R 2025]]></category>
		<category><![CDATA[climatização]]></category>
		<category><![CDATA[Climatización & Refrigeración 2025]]></category>
		<category><![CDATA[geoterme]]></category>
		<category><![CDATA[HVAC&R]]></category>
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		<category><![CDATA[otimização do consumo energético]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Geoterme reforçou a sua estratégia de expansão internacional ao marcar presença na feira Climatización &#038; Refrigeración (C&#038;R), em Madrid, um dos maiores e mais influentes eventos dedicados aos sectores da climatização, ventilação, aquecimento e refrigeração. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/geoterme-marca-presenca-nos-seminarios-da-cr-de-madrid/">Geoterme marca presença nos seminários da C&#038;R de Madrid</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-13 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-14 wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.geoterme.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Geoterme</a></strong> reforçou a sua estratégia de expansão internacional ao marcar presença na feira <strong><a href="https://www.ifema.es/cr" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Climatización &amp; Refrigeración (C&amp;R),</a></strong> em Madrid, um dos maiores e mais influentes eventos dedicados aos sectores da climatização, ventilação, aquecimento e refrigeração. Este ano, a participação da empresa ganhou especial relevância pela integração nos seminários dedicados ao papel da Inteligência Artificial (IA) como elemento transformador no futuro das áreas de Climatização e Refrigeração.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-15 wp-block-paragraph">A C&amp;R é reconhecida como uma das principais montras europeias do sector HVAC&amp;R, reunindo centenas de expositores e milhares de profissionais que procuram conhecer as tendências mais recentes em tecnologias de climatização, bombas de calor, refrigerantes de baixo impacto ambiental e sistemas de supervisão e controlo avançado (SACE).</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-16 wp-block-paragraph">Neste contexto, a presença da <strong>Geoterme</strong> nos seminários dedicados à IA permitiu reforçar uma visão de futuro para os sistemas SACE, destacando o papel da automação inteligente na otimização do consumo energético e na melhoria do conforto interior. A empresa sublinhou como a evolução dos sistemas de controlo — potenciados por algoritmos de IA, análise de dados e gestão preditiva — será determinante para aumentar a eficiência operacional dos edifícios e apoiar a transição energética do sector.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-17 wp-block-paragraph">A participação da <strong>Geoterme</strong> no programa técnico da C&amp;R evidencia o seu compromisso contínuo com a inovação, posicionando a empresa como um ator relevante na integração da inteligência artificial nas soluções de climatização e refrigeração do futuro.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-18 wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="340" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/11/Geoterme_CR2025-2.png" alt="" class="wp-image-33780" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/11/Geoterme_CR2025-2.png 640w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/11/Geoterme_CR2025-2-300x159.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/11/Geoterme_CR2025-2-610x324.png 610w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-19 wp-block-paragraph"><strong><em>Conteúdo com o apoio </em></strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="717" height="113" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme.png" alt="" class="wp-image-26303" style="width:159px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme.png 717w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme-300x47.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme-610x96.png 610w" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" /></figure>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-20 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/geoterme-marca-presenca-nos-seminarios-da-cr-de-madrid/">Geoterme marca presença nos seminários da C&#038;R de Madrid</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Obras360 lança nova loja online para melhorar experiência de compra no setor da construção</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/obras360-lanca-nova-loja-online-para-melhorar-experiencia-de-compra-no-setor-da-construcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Sotecnisol]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[nova loja online]]></category>
		<category><![CDATA[Obras360]]></category>
		<category><![CDATA[serviço de Click & Collect]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Obras360, insígnia do Grupo Sotecnisol especializada em materiais de construção para profissionais, acaba de lançar uma nova loja online, com o objetivo de garantir uma experiência de compra agradável e adaptada às melhores práticas do e-commerce atual para o Profissional da Construção. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/obras360-lanca-nova-loja-online-para-melhorar-experiencia-de-compra-no-setor-da-construcao/">Obras360 lança nova loja online para melhorar experiência de compra no setor da construção</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<ul class="wp-block-list">
<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-21"><strong>Empresa pioneira na venda online de materiais de construção reafirma o compromisso na modernização digital do setor.</strong></li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-22"><strong>Plataforma digital moderna e intuitiva visa simplificar o processo na aquisição de produtos para profissionais.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-white-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-23 wp-block-paragraph">O <strong><a href="https://www.obras360.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Obras360</a></strong>, insígnia do <strong><a href="https://sotecnisol.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Grupo Sotecnisol</a></strong> especializada em materiais de construção para profissionais, acaba de lançar uma <strong><a href="https://www.obras360.pt/loja" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">nova loja online</a></strong>, com o objetivo de garantir uma experiência de compra agradável e adaptada às melhores práticas do <em>e-commerce</em> atual para o Profissional da Construção.<br><br>A arquitetura da informação foi desenhada por forma a manter a simplicidade e clareza no conteúdo, onde as categorias dos produtos são organizadas de modo a garantir uma experiência mais eficiente e simplificada no processo de compra. Com um design totalmente renovado – mais moderno e apelativo – a nova plataforma foi concebida para oferecer uma navegação intuitiva em qualquer dispositivo móvel.<br><br>A nova loja online do Obras360 otimiza funcionalidades já existentes – como a visualização em tempo real de <em>stock</em> e prazos de entrega –, como introduz ferramentas inovadoras. Entre estas novidades, destacam-se o registo expresso como convidado, que agiliza o processo de compra, e a integração de Inteligência Artificial, que sugere produtos pertinentes para os clientes do Obras360.<br><br>Os utilizadores continuarão a beneficiar de campanhas e promoções exclusivas e da garantia de receção rápida dos produtos, seja através de entregas em obra ou do serviço de <em>Click &amp; Collect</em> em apenas uma hora, disponível nas lojas Obras360.<br><br><em>&#8220;O lançamento da nova loja online do Obras360 é mais do que uma atualização tecnológica, é um passo fundamental na nossa missão de sermos a referência no setor e ter uma plataforma criada por Profissionais da Construção a pensar no Profissional da Construção. Por isso, investimos na melhoria da comunicação com o nosso cliente. Temos registadas milhões de visitas no nosso website estamos certos que iremos aumentar esse número no final do ano”</em>, afirma José Luís Castro, CEO do Grupo Sotecnisol.<br><br>Esta atualização faz parte de uma estratégia do Obras360, orientada para reforçar a presença digital da marca e consolidar a sua posição no mercado. O objetivo passa por facilitar ainda mais o acesso a produtos e soluções, tornando a plataforma mais relevante, eficiente e próxima das exigências de um setor em constante evolução.<br></p>



<p class="has-black-color has-white-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-24 wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-25 wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-26 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Arquitectos debatem a “Inteligência Essencial” na era da inteligência artificial</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/arquitectos-debatem-a-inteligencia-essencial-na-era-da-inteligencia-artificial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 09:28:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso dos Arquitectos]]></category>
		<category><![CDATA[habitacao]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Ordem dos Arquitectos]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 17.º Congresso dos Arquitectos decorre de 13 a 15 de Novembro e propõe uma reflexão sobre o papel da profissão perante os desafios tecnológicos, sociais e climáticos. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/arquitectos-debatem-a-inteligencia-essencial-na-era-da-inteligencia-artificial/">Arquitectos debatem a “Inteligência Essencial” na era da inteligência artificial</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O 17.º Congresso dos Arquitectos decorre de 13 a 15 de Novembro e propõe uma reflexão sobre o papel da profissão perante os desafios tecnológicos, sociais e climáticos. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">De 13 a 15 de Novembro, Évora será o ponto de encontro de arquitectos, investigadores e pensadores nacionais e internacionais, no âmbito do 17.º Congresso, promovido pela Ordem dos Arquitectos (OA). O encontro propõe uma reflexão sobre o presente e o futuro da profissão, num contexto marcado pela revolução digital, as crises habitacionais e climáticas, e as transformações sociais em curso.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Sob o tema “Inteligência Essencial”, a Ordem dos Arquitectos destaca a importância de uma “inteligência profundamente humana, capaz de distinguir, compreender e transformar com sentido. Numa era em que a inteligência artificial desafia os fundamentos das profissões criativas, esta inteligência essencial — crítica, ética e sensível — assume-se como elemento distintivo e indispensável da prática arquitectónica”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O programa do congresso reúne personalidades de renome nacional e internacional e estrutura-se em torno dos seguintes temas:</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<ul>
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</ul>
<ul>
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</ul>
<ul>
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</ul>
<ul>
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</ul>
<ul>
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</ul>
<ul>
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</ul>
<ul>
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</ul>
<ul>
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</ul>
<p><span data-contrast="auto">A diversidade dos temas reflecte a multiplicidade de desafios que hoje se colocam à arquitectura, desde a urgência da habitação acessível à necessidade de integrar as novas tecnologias sem que tal implique perder o sentido humano e cultural da profissão.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para a Ordem dos Arquitectos, o congresso é uma oportunidade para reafirmar a relevância social, cultural e ética da arquitectura. Numa altura em que a profissão enfrenta transformações profundas, o encontro pretende reforçar o papel dos arquitectos na construção de um futuro mais justo, sustentável e humano.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Entre os principais objectivos do congresso estão a promoção da inovação responsável, o reforço da coesão territorial, a equidade no exercício profissional e o desenvolvimento de soluções arquitectónicas sustentáveis e acessíveis.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O programa completo está disponível neste </span><a href="https://www.congressodosarquitectos.pt/programa/index.htm" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">site</span></a><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Ordem dos Arquitectos</p><p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/arquitectos-debatem-a-inteligencia-essencial-na-era-da-inteligencia-artificial/">Arquitectos debatem a “Inteligência Essencial” na era da inteligência artificial</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Congresso “A Engenharia e o Futuro” debate desafios e oportunidades da Engenharia em Portugal</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/congresso-a-engenharia-e-o-futuro-debate-desafios-e-oportunidades-da-engenharia-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 09:06:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCB]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[LNEC]]></category>
		<category><![CDATA[ordem dos engenheiros]]></category>
		<category><![CDATA[PROFORUM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A PROFORUM – Associação para o Desenvolvimento da Engenharia assinala este ano o seu 30.º aniversário com um congresso dedicado ao tema “A Engenharia e o Futuro”. No dia 5 de Novembro, no Centro Cultural de Belém, serão debatidos os grandes desafios e oportunidades da Engenharia em Portugal. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/congresso-a-engenharia-e-o-futuro-debate-desafios-e-oportunidades-da-engenharia-em-portugal/">Congresso “A Engenharia e o Futuro” debate desafios e oportunidades da Engenharia em Portugal</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A PROFORUM – Associação para o Desenvolvimento da Engenharia assinala este ano o seu 30.º aniversário com um congresso dedicado ao tema “A Engenharia e o Futuro”<i>. </i>No dia 5 de Novembro, no Centro Cultural de Belém, serão debatidos os grandes desafios e oportunidades da Engenharia em Portugal. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O evento irá reunir empresas, entidades oficiais e especialistas num programa que abordará temas estratégicos como a gestão de talento na engenharia, a inovação e competitividade, a inteligência artificial nas empresas e o planeamento e financiamento de projectos de infraestruturas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No âmbito do evento, será ainda apresentado o estudo “Talent – Point of View”, desenvolvido pela PROFORUM em parceria com a Accenture, que analisa as tendências e desafios do mercado de talento e a sua influência na competitividade da economia portuguesa. O programa inclui ainda momentos de debate e </span><i><span data-contrast="auto">networking</span></i><span data-contrast="auto">, bem como a entrega de medalhas comemorativas que assinalam os 30 anos da associação.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O evento conta com a participação de oradores, entre os quais se destacam Gonçalo Saraiva Matias, ministro adjunto e da Reforma do Estado, Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação, assim como Fernando Almeida Santos, bastonário da Ordem dos Engenheiros, e Laura Caldeira, presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC). O painel será ainda reforçado com a presença de líderes do sector empresarial e financeiro.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O programa completo do congresso está disponível neste </span><a href="https://proforum.pt/project/congresso-do-30o-aniversario-da-proforum/" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">site</span></a><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © PROFORUM</p><p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/congresso-a-engenharia-e-o-futuro-debate-desafios-e-oportunidades-da-engenharia-em-portugal/">Congresso “A Engenharia e o Futuro” debate desafios e oportunidades da Engenharia em Portugal</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<item>
		<title>A inteligência nos edifícios</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/a-inteligencia-nos-edificios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Serafín Graña]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 09:21:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[armazenamento energético]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios zero emissões]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[SGTC]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=33260</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este tema transporta-nos para a vivência dos anos em que se começou a dar importância e reconhecimento às múltiplas vantagens que as novas tecnologias emergentes foram paulatinamente integrando nos novos edifícios e, também em alguns casos, nos edifícios existentes sujeitos a renovação. Recordemos um pouco de história, as datas e a evolução dos conceitos emergentes.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/a-inteligencia-nos-edificios/">A inteligência nos edifícios</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="s1">Artigo publicado originalmente na edição de <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=160" target="_blank" rel="noopener"><span class="s2">Julho/Agosto de 2025</span></a> da Edifícios e Energia.</span></strong></em></p>
<p>Este tema transporta-nos para a vivência dos anos em que se começou a dar importância e reconhecimento às múltiplas vantagens que as novas tecnologias emergentes foram paulatinamente integrando nos novos edifícios e, também em alguns casos, nos edifícios existentes sujeitos a renovação.</p>
<p>Recordemos seguidamente um pouco de história, as datas e a evolução dos conceitos emergentes:</p>
<p>O conceito Sistema de Gestão Técnica Centralizada (SGTC) foi implementado em Portugal desde, pelo menos, os anos 70. Empresas especializadas começaram a desenvolver soluções para monitorizar e otimizar o funcionamento dos edifícios, reduzindo custos e melhorando a eficiência energética.</p>
<p>Já o conceito Sistema de Gestão de Edifício, conhecido como Building Management System (BMS), ou também como Building Automation System (BAS), evoluiu ao longo das últimas décadas com o avanço da automação e da Internet das Coisas (IoT). Embora não haja uma data exata de início, a ideia de edifícios inteligentes começou a ganhar força nos anos 80 e 90, com sistemas de automação para controlo de iluminação, climatização e segurança.</p>
<p>Em Portugal, por força do novo quadro legislativo relativo aos edifícios &#8211; Decreto-Lei n.º 101/2020(1) (1), passou a prevalecer a designação de Sistema de Automação e Controlo do Edifício (SACE).</p>
<h4><strong>SISTEMA DE GESTÃO TÉCNICA CENTRALIZADA NOS EDIFÍCIOS (SGTC)</strong></h4>
<p>Revisitando o tema, não resisto à tentação de contar uma pequena história sobre um momento hilariante que ocorreu num passado recente, mas já há um bom par de anos, que presenciei durante uma apresentação dedicada à implementação de sistemas de gestão técnica centralizada em edifícios (SGTC). Esta apresentação esteve a cargo de um técnico operacional, que demonstrava possuir experiência em múltiplos e variados edifícios. A propósito de um caso de estudo que o técnico estava a apresentar, ao descrever os vários componentes do sistema, em determinada passagem, salientou com muita convicção que o dispositivo mais importante para provocar a poupança de energia seria, sem dúvida, um interruptor, pois na sua opinião ter-se-ia assim a certeza de que não haveria consumo de energia e corresponderia assim a uma poupança efetiva de energia, acabando ainda por concluir: &#8211; No poupar é que está o ganho! &#8211; E nós, perante uma conclusão tão primária pudemos e continuaremos a replicar a conhecida expressão, que é usual aparecer em filmes ou séries policiais, e legitimamente afirmar:</p>
<p>&#8211; Elementar, meu caro Watson!</p>
<p>A conclusão acima proferida, do ponto de vista financeiro, é um facto, no entanto, nos edifícios há muito mais aspetos a considerar.</p>
<p>&#8211; Aonde está a Qualidade do Ambiente Interior?</p>
<p>Para melhor exemplificar, hoje tomamos a liberdade de extrair parte do texto do discurso inaugural proferido pelo presidente eleito para o ano da sociedade ASHRAE SY 2025-26, Bill McQuade (2): “Hoje, o conceito de abrigo vai além de um simples telhado e quatro paredes. São os hospitais onde nascemos, as casas que habitamos, as escolas onde aprendemos e os edifícios onde trabalhamos. Um abrigo adequadamente projetado prioriza aspetos da qualidade ambiental interior — garantindo boa qualidade do ar, conforto térmico adequado, iluminação e acústica apropriadas, bem como acesso a água potável — que são fundamentais para a saúde e o bem-estar”.</p>
<h4><strong>A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NOS EDIFÍCIOS (SMART BUILDINGS)</strong></h4>
<p>Vejamos a evolução que ocorreu com a introdução da inteligência artificial nos edifícios, que está a revolucionar a forma como utilizamos/consumimos e gerimos a energia. Aqui estão alguns tópicos que dão conta de importantes avanços e que acabarão por ser certamente dominantes:</p>
<p>• Autossuficiência energética – Edifícios inteligentes estão a incorporar painéis solares, baterias e sistemas de cogeração para reduzir a dependência da rede elétrica;</p>
<p>• Armazenamento de energia – Tecnologias como baterias de íon-lítio e sistemas de armazenamento térmico permitem que edifícios armazenem energia para uso posterior, aumentando a eficiência;</p>
<p>• Gestão de energia – Sensores e inteligência artificial ajudam a otimizar o uso de energia, ajustando iluminação, climatização e equipamentos conforme a ocupação e necessidades;</p>
<p>• Eficiência energética – Edifícios inteligentes utilizam automação para reduzir desperdícios, garantindo que apenas a energia necessária seja utilizada e efetivamente consumida.</p>
<p>Analisemos dentro desta temática, e numa perspetiva macro, cada um dos conceitos acima referidos e a sua aplicabilidade:</p>
<h4><strong>AUTOSSUFICIÊNCIA ENERGÉTICA</strong></h4>
<p>O recente apagão que assolou o país, em 28 de abril passado, veio expor a nu a fragilidade do nosso sistema energético, não só em Portugal e Espanha, mas também noutros países da Europa. Este foi um enorme apagão que deixou milhões sem eletricidade e particularmente em Espanha e Portugal milhares, tendo causado o caos nestes dois países.</p>
<p>Uma síntese do que se passou e que se regista para memória futura: autoridades de Portugal e Espanha disseram no dia seguinte que “não havia indícios de que um ataque cibernético tivesse provocado o apagão do dia anterior. A causa do apagão ainda é desconhecida, e está a ser investigada pelas autoridades. O governo espanhol negou indícios de ataques cibernéticos, mas disse que está a investigar ‘todas as possibilidades’&#8221;.</p>
<p>A operadora espanhola de eletricidade Red Eléctrica disse que dois eventos consecutivos, com um segundo entre si, provocaram os apagões — e afirmou que não houve indícios de erro humano.</p>
<p>A empresa não detalhou o que seriam os eventos. O diretor de serviços operacionais da companhia, Eduardo Prieto, disse que a rede elétrica conseguiu recuperar do primeiro evento, mas não do segundo.</p>
<p>Ele disse também que a Red Eléctrica conseguiu reestabelecer a luz com uma operação de turbinas de gás e vapor.</p>
<p>Ashish Khanna, que dirige a Aliança Solar Internacional (ISA, na etimologia em inglês), nega responsabilidade de energias renováveis no apagão (3) &#8211; “Não acredito que esteja provado que os apagões em Espanha e em Portugal tenham sido causados sobretudo por programas de energias renováveis”. O diretor-geral desta aliança de 123 países, liderada pela França e pela Índia, sublinhou que, embora a investigação esteja em curso, publicações de prestígio mostram que o apagão se deveu a fatores mais técnicos, &#8220;especialmente relacionados com a transmissão e escoamento de energia&#8221;.</p>
<p>A Rede Europeia de Gestores de Redes de Transporte de Eletricidade anunciou a criação de um comité para investigar as causas deste apagão, que classificou como &#8220;excecional e grave&#8221;, e que deixou Portugal e Espanha às escuras.</p>
<p>Este painel de peritos terá de elaborar um relatório factual que constituirá a base do relatório final até o prazo máximo de 28 de outubro deste ano. O relatório final sobre a investigação do incidente deverá ser publicado, o mais tardar, até 30 de setembro de 2026.</p>
<p>Khanna defendeu que o armazenamento de energia e o desenvolvimento de uma infraestrutura adequada de transmissão são vitais para evitar apagões ligados aos períodos de ausência de geração de energia solar.</p>
<p>A Índia &#8220;implementou uma proporção muito maior [do que a Europa] de energia solar renovável, com quase 100 gigawatts já instalados. A China está a multiplicar este número, e não há apagões causados pela energia solar&#8221;, sublinhou. &#8220;São apenas exemplos de que não é o problema principal&#8221;, acrescentou Khanna.</p>
<p>A REN &#8211; Redes Energéticas Nacionais decidiu, entretanto, aumentar o limite das importações de eletricidade de Espanha nas horas de sol e retirar as restrições em vigor para as restantes, na sequência do apagão de abril.</p>
<p>Estas medidas implementadas pela gestora das redes elétricas fazem parte do processo de estabilização em curso do mercado ibérico de eletricidade (MIBEL), após o corte generalizado no abastecimento elétrico em 28 de abril, que deixou Portugal e Espanha praticamente sem eletricidade, bem como uma parte do território de França.</p>
<p>Após este apagão, os governos de Portugal e Espanha pediram logo em maio à Comissão Europeia um &#8220;compromisso político e financeiro firme&#8221; para avançar com interconexões entre a Península Ibérica e o resto da União Europeia (UE).</p>
<p>O anteriormente descrito vem evidenciar a importância de se providenciar, em cada país, sistemas de armazenamento de energia.</p>
<h4><strong>ARMAZENAMENTO DE ENERGIA</strong></h4>
<p>O armazenamento eficiente de energia reconhece-se como sendo um pilar fundamental da transição energética, pois permitirá flexibilizar a produção de energia renovável e garantir a sua integração no sistema. Deverão, pois, ser analisados quais os sistemas de armazenamento mais eficientes e qual deles poderá promover, com mais força, a tão necessária transição para um sistema elétrico descarbonizado.</p>
<p>A energia elétrica pode ser facilmente gerada, transmitida e transformada. Porém, até agora não foi possível armazená-la de forma prática, fácil e barata. Isto implica que a energia elétrica deva ser sempre gerada em conformidade com a procura e, consequentemente, as energias renováveis precisarão de apoio dos sistemas de armazenamento para se integrarem, evitarem descargas de energia limpa em períodos de necessidade mínima e darem maior eficiência e segurança ao sistema elétrico.</p>
<p>Num mundo em plena transição das energias fósseis para as fontes renováveis, como a energia eólica e a solar, uma melhoria do armazenamento de energia elétrica seria de vital importância para suportar estas tecnologias, garantindo que os sistemas de rede estejam equilibrados e contribuindo para aproveitar ao máximo cada megawatt verde gerado.</p>
<p>Como tal, não podendo a energia elétrica ser armazenada, será necessário transformá-la em outros tipos, como é o caso das energias mecânica ou química. Os sistemas de armazenamento podem conferir um valor agregado a todos os elos da cadeia de fornecimento.</p>
<p>Dependendo da sua capacidade, os sistemas de armazenamento de energia podem ser divididos em:</p>
<p>• Armazenamento em grande escala, utilizado em lugares onde se trabalha com escalas de GW;</p>
<p>• Armazenamento em redes e ativos de geração, onde se trabalha com escalas de MW;</p>
<p>• Armazenamento a nível do utilizador final, quando se está perante níveis residenciais e com escalas de kW.</p>
<h4><strong>AS TECNOLOGIAS DE ARMAZENAMENTO ENERGÉTICO</strong></h4>
<p>As tecnologias de armazenamento de energia são fundamentais para otimizar o uso de energia renovável e garantir uma rede elétrica mais estável. Elas abrangem desde sistemas em grande escala, como o armazenamento hidrelétrico, até soluções mais compactas e específicas para uso doméstico, como as baterias.</p>
<p>São várias as tecnologias e modos de armazenamento de energia:</p>
<p>• Baterias:<br />
São dispositivos eletroquímicos que armazenam energia elétrica em forma química, libertando-a quando necessário. As baterias de íon-lítio são as mais comuns devido à sua alta densidade de energia e longa vida útil;</p>
<p>• Armazenamento térmico:<br />
Armazena calor em materiais específicos, que podem ser utilizados posteriormente para geração de energia elétrica ou outros processos;</p>
<p>• Armazenamento mecânico:<br />
Utiliza mecanismos físicos, como volantes de inércia ou ar comprimido, para armazenar energia cinética;</p>
<p>• Armazenamento hidroelétrico:<br />
A energia é armazenada, elevando a água a um reservatório, que é disponibilizada posteriormente para gerar eletricidade;</p>
<p>• Armazenamento de energia magnética:<br />
Utiliza campos magnéticos para armazenar energia, especialmente em materiais supercondutores.;</p>
<p>• Ar comprimido:<br />
Armazena ar comprimido em reservatórios, que pode ser expandido para gerar energia ou outros processos.</p>
<p>Vejamos as aplicações e vantagens do armazenamento:</p>
<p>• Estabilização da rede elétrica:<br />
As tecnologias de armazenamento de energia ajudam a compensar a intermitência das fontes renováveis, como a solar e a eólica, garantindo um fornecimento de energia contínuo;</p>
<p>• Gestão das necessidades e da procura:<br />
Permitem armazenar energia em períodos de baixa procura e libertá-la quando a procura é alta, evitando a sobrecarga da rede;</p>
<p>• Sistemas fora da rede (off-grid):<br />
As tecnologias de armazenamento de energia são essenciais para sistemas de energia fora da rede, como casas, habitações unifamiliares, prédios multifamiliares ou comunidades em áreas remotas;</p>
<p>• Redução de custos:<br />
O uso de tecnologias de armazenamento de energia pode reduzir os custos de geração e distribuição de energia, especialmente em sistemas renováveis;</p>
<p>• Sustentabilidade:<br />
As tecnologias de armazenamento de energia contribuem para a transição energética, permitindo um uso mais eficiente e sustentável das fontes de energia.</p>
<p>e também alguns exemplos específicos:</p>
<p>• Sistemas BESS (Battery Energy Storage Systems):<br />
Sistemas de armazenamento em bateria para armazenamento de energia elétrica em grande escala;</p>
<p>• Armazenamento por bombagem hidráulica:<br />
Armazenamento de energia em grande escala, utilizando o mecanismo de bombeamento de água entre reservatórios;</p>
<p>• Armazenamento de ar comprimido:<br />
Sistema que armazena ar comprimido em cavernas subterrâneas ou tanques.</p>
<p>Salienta-se, porém, que as tecnologias de armazenamento de energia estão em constante evolução e desenvolvimento, prometendo um futuro mais sustentável e eficiente na gestão da energia.</p>
<h4><strong>GESTÃO DE ENERGIA</strong></h4>
<p>Compreenderá o uso de sistemas que integram softwares e sensores para monitorizar e controlar o uso de energia, água e gás em tempo real.<br />
Estes sistemas permitem também identificar desperdícios e ajustar consumos e o uso da Inteligência Artificial ajudará a otimizar o uso de energia, ajustando a iluminação, climatização e equipamentos conforme a ocupação e necessidades. O objetivo é reduzir custos e melhorar a eficiência energética.</p>
<h4><strong>EFICIÊNCIA ENERGÉTICA</strong></h4>
<p>A construção e a gestão de edifícios sustentáveis contribuem para a redução de emissões de gases de efeito estufa, a conservação de recursos naturais e a promoção de espaços mais saudáveis e confortáveis.</p>
<p>Podemos, em síntese, afirmar que a Eficiência Energética e a Gestão de Energia nos Edifícios são elementos essenciais para a Sustentabilidade, apresentando diversos benefícios, nomeadamente uma forte contribuição para a minimização do impacte ambiental, a economia de custos operacionais, o reconhecimento do valor de mercado efetivo e correspondente valorização patrimonial, quer no presente, quer numa eventual futura transação, a promoção de um ambiente mais saudável e confortável para os ocupantes e a melhoria da qualidade de vida.</p>
<p>A Eficiência Energética e a Gestão de Energia nos edifícios são, pois, os temas centrais da Sustentabilidade e isso mesmo vem sendo reconhecido há muito pela União Europeia (UE) e pelos países membros.</p>
<h4><strong>A REGULAMENTAÇÃO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL</strong></h4>
<p>Aqui chegados, importa referir que a utilização da Inteligência Artificial na UE é regulada pela Lei da IA, a primeira lei abrangente do mundo sobre a IA. Para uma melhor e mais completa informação e compreensão desta regulamentação, poderemos observar como esta lei nos protege. Dada a extensão do documento, aconselha-se a navegação no portal do Parlamento Europeu. (4)</p>
<h4><strong>IMPLEMENTAÇÃO</strong></h4>
<p>O Parlamento criou um grupo de trabalho para supervisionar a implementação e a aplicação do regulamento sobre a Inteligência Artificial (IA), uma vez que os eurodeputados querem garantir que as regras de IA adotadas contribuam para o desenvolvimento do setor digital na Europa.</p>
<p>O grupo coopera com o Gabinete da Comissão Europeia para a IA (5), que foi criado para esclarecer as disposições-chave da legislação nesta matéria.</p>
<h4><strong>CALENDÁRIO DE CUMPRIMENTO DA LEI DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL DA UE</strong></h4>
<p>Em junho de 2024, a UE adotou as primeiras regras mundiais sobre a inteligência artificial. O Regulamento relativo à Inteligência Artificial (IA) será aplicável, na íntegra, 24 meses após a sua entrada em vigor. Algumas das suas disposições serão aplicáveis antes desse período, incluindo:</p>
<p>• a proibição dos sistemas de IA que apresentem riscos inaceitáveis começou a ser aplicada a partir de 2 de fevereiro de 2025;</p>
<p>• os códigos de prática serão aplicáveis nove meses após a entrada em vigor da legislação;</p>
<p>• as regras sobre sistemas de IA de uso geral que precisam de cumprir os requisitos de transparência serão aplicáveis 12 meses após a entrada em vigor.</p>
<h4><strong>AS NOVAS REGRAS</strong></h4>
<p>As novas regras estabelecem obrigações para os fornecedores e utilizadores em função da classificação do nível de risco da IA. Embora muitos sistemas de IA representem um risco mínimo, é necessário avaliá-los.</p>
<p>A classificação que referimos sucintamente estende-se desde risco inaceitável (aplicações de IA proibidas na UE) a risco elevado (sistemas de IA que afetam negativamente a segurança ou os direitos fundamentais).</p>
<p>Note-se que os sistemas classificados de risco elevado dispõem de mais tempo para cumprir os requisitos, uma vez que as obrigações que lhes dizem respeito serão aplicáveis 36 meses após a entrada em vigor da legislação sobre Inteligência Artificial.</p>
<h4><strong>E AGORA?</strong></h4>
<p>Aqui chegados, temos de aguardar o que vai acontecer, pois vamos ser confrontados, muito provavelmente, com propostas consistentes, umas verdadeiras e também com propostas que poderão ser perigosamente falsas.</p>
<p>O golpe com inteligência artificial já anda por aí e é uma fraude sofisticada, em que os golpistas utilizam a tecnologia para enganar, manipular ou explorar os indivíduos, ou até mesmo organizações.</p>
<p>Ainda que existam diferentes modalidades, basicamente esse tipo de ação criminosa consiste no uso da IA para criar textos, manipular dados ou até mesmo desenvolver áudios e/ou vídeos, usados como ferramentas de convencimento.</p>
<p>Quanto mais a tecnologia avança e expande as suas possibilidades, a tendência é que mais golpes elaborados sejam criados — aumentando também a necessidade de ficarmos todos atento a eles.</p>
<p>Teremos todos de estar permanentemente com redobrada atenção!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências</p>
<p>(1) https://files.dre.pt/1s/2020/12/23701/0002100045.pdf<br />
(2) https://www.ashrae.org/about/leadership/ashrae-board-of-directors<br />
(3) https://cnnportugal.iol.pt/eletricidade/espanha/alianca-solar-internacional-nega-responsabilidade-de-energias-renovaveis-no-apagao/20250520/682c1fdfd34ef72ee44631a6<br />
(4) https://www.europarl.europa.eu/topics/pt/article/20230601STO93804/lei-da-ue-sobre-ia-primeira-regulamentacao-de-inteligencia-artificial<br />
(5) https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/ai-office</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>As conclusões expressas são da responsabilidade dos autores.</strong></em></p>
<p>Fotografia de destaque: © Unsplash</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Split Tipo Mural Midea Solstice: Inteligência Artificial para maior conforto e elevada eficiência energética</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/split-tipo-mural-midea-solstice-inteligencia-artificial-para-maior-conforto-e-elevada-eficiencia-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 08:46:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[certificação INTERTEC]]></category>
		<category><![CDATA[climatização]]></category>
		<category><![CDATA[controlo térmico]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[SGT Energia e Climatização S.A.]]></category>
		<category><![CDATA[Split Tipo Mural Midea Solstice]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A SGT Energia e Climatização S.A. volta a posicionar-se na vanguarda da inovação em climatização, com o lançamento do novo Split Tipo Mural Midea Solstice. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-29 wp-block-paragraph" style="font-size:13px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-30 wp-block-paragraph"><strong>A <a href="https://www.sgtmidea.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">SGT Energia e Climatização S.A.</a> volta a posicionar-se na vanguarda da inovação em climatização, com o lançamento do novo Split Tipo Mural Midea Solstice. Este equipamento alia tecnologia de inteligência artificial de última geração, elevada eficiência energética e diversas funcionalidades inovadoras, pensadas para oferecer maior conforto, durabilidade e sustentabilidade.</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-31 wp-block-paragraph">No que diz respeito à resistência e durabilidade, o Split Mural Solstice integra componentes reforçados, como o tratamento anti-corrosão com revestimento de grafeno Prime Guard Hyper Grapfins™ (um material compósito estável e resistente usado na indústria Aeroespacial e médica) com resistência comprovada por mais de 1500 horas de teste com spray neutro salino.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-32 wp-block-paragraph">Este tratamento possui certificação INTERTEC, que atesta uma resistência à corrosão entre 20 e 50 anos, dependendo do ambiente externo com contaminação por sal, tornando-o a solução ideal para instalações junto ao mar.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-33 wp-block-paragraph">No centro da inovação está o AI EcoMaster, um sistema de gestão inteligente que utiliza inteligência artificial para otimizar o funcionamento do ar condicionado. Esta tecnologia foi desenvolvida com base numa vasta base de dados &#8211; contendo biliões de pontos de informação permitindo ao equipamento monitorizar continuamente as condições do meio envolvente e antecipar alterações. Desta forma, ajusta automaticamente o desempenho em tempo real, garantindo maior eficiência e precisão na climatização do espaço.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-34 wp-block-paragraph">O resultado é um controlo térmico mais eficiente, com variações suaves de temperatura e uma redução no consumo de energia superior a 30%, tudo isto sem necessidade de ligação à internet. Além disso, o equipamento disponibiliza a função de curva de sono inteligente, que ajusta automaticamente a temperatura durante a noite, garantindo um ambiente mais tranquilo e confortável.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-35 wp-block-paragraph">Além da elevada eficiência energética, a Midea reforça o seu compromisso com o bem-estar e a saúde dos utilizadores ao integrar no Solstice um gerador de iões negativos, capaz de eliminar até 99,9% de vírus e bactérias. O equipamento também possui um sistema de autolimpeza em seis etapas, que atinge 56 °C de aquecimento, assegurando a qualidade do ar.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-36 wp-block-paragraph">A experiência do utilizador é igualmente potenciada através da aplicação SmartHome, que permite um controlo remoto total do equipamento e a consulta de relatórios periódicos de consumo e dicas de poupança personalizadas.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-37 wp-block-paragraph">Com uma classificação energética A+++ (SEER de 8.8 na unidade de 9.000 Btu/h e SEER de 8.5 na de 12.000 e 18.000 Btu/h), tecnologia de fluxo de ar a 0°, efeito cascata a 180°, bem como um design concebido para uma rápida instalação e uma fácil manutenção, o Midea Solstice apresenta-se como a solução perfeita para consumidores exigentes e profissionais do setor AVAC que procuram inovação aliada a desempenho e sustentabilidade.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-38 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Edifícios: Um novo patamar para a inteligência</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/edificios-um-novo-patamar-para-a-inteligencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Ascenso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 08:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho energético]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[SACE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eficiência e desempenho energéticos ou o ar que respiramos dependem de uma gestão afinada ao pormenor, mas, agora, a fasquia está mais alta. A descarbonização, a segurança energética, a saúde, as Comunidades de Energia ou o autoconsumo (fotovoltaico) são alguns dos factores que exigem conectividade e integração. Um mundo que se vai aperfeiçoando e abrindo para os novos desafios da sustentabilidade nos edifícios e nas cidades.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/edificios-um-novo-patamar-para-a-inteligencia/">Edifícios: Um novo patamar para a inteligência</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=160" target="_blank" rel="noopener">edição nº 160 da Edifícios e Energia</a> (Julho/Agosto 2025).</em></strong></p>
<p><strong>A eficiência e desempenho energéticos ou o ar que respiramos dependem de uma gestão afinada ao pormenor, mas, agora, a fasquia está mais alta. A descarbonização, a segurança energética, a saúde, as Comunidades de Energia ou o autoconsumo (fotovoltaico) são alguns dos factores que exigem conectividade e integração. Um mundo que se vai aperfeiçoando e abrindo para os novos desafios da sustentabilidade nos edifícios e nas cidades.</strong></p>
<p>Os edifícios duram mais de 50 anos, mas todas as infraestruturas associadas não chegam lá perto. As renovações estruturais são essenciais para garantir o conforto, a eficiência energética ou a sustentabilidade do parque edificado, sejam grandes edifícios ou habitacionais. Se pensarmos na inteligência dos sistemas técnicos e digitais, a vida útil é ainda mais curta, exigindo actualizações frequentes. Há, por isso, várias velocidades que caracterizam as diversas intervenções que são necessárias ao longo do tempo de vida das nossas casas ou edifícios de escritórios e outros.</p>
<p>Quando nos concentramos na inteligência dos sistemas, o projecto e a operação exigem uma abordagem rigorosa. Dela depende o ar que respiramos, a saúde dos ocupantes ou a eficiência de todos os sistemas integrados. Dessa abordagem depende ainda o desempenho energético e a concretização das metas europeias que já estão em cima da mesa. A descarbonização dos edifícios só se faz com o recurso a sistemas de inteligência e gestão a funcionarem em pleno e com ferramentas e tecnologias afinadas ao pormenor. Gestão, sensores, controlos e plataformas de software são algumas das peças essenciais nesta aventura que são os sistemas de automatização e controlo. Um tema em permanente actualização e aperfeiçoamento.</p>
<p>Depois, podemos começar a acrescentar outros desafios, como as alterações climáticas, o congestionamento ou a inércia da rede eléctrica, a permanente procura pelo conforto, pela qualidade do ar interior, a segurança e a necessária conectividade entre todas as peças que apontam para uma infraestrutura mais adaptável e eficiente do ponto de vista energético. Mais, adoptar soluções inteligentes de maneira não planeada pode levar à fragmentação dos sistemas, ao aumento de custos operacionais e à obsolescência prematura das instalações, caso a infraestrutura de base não esteja preparada para acomodar futuras actualizações tecnológicas.</p>
<p>É essencial garantir, desde o início, uma fundação “pronta para a inteligência”, seja durante a construção de novos edifícios ou em grandes renovações. Isso permite reduzir interrupções e minimizar custos ao longo do ciclo de vida do edifício.</p>
<p>Uma abordagem holística, que integra e relaciona os sistemas inteligentes com o ciclo de vida mais amplo do edifício, garante que as actualizações estejam alinhadas tanto às necessidades quanto aos objectivos de longo prazo. Essa abordagem começa com o envolvimento de todas as partes interessadas — proprietários, projectistas, gestores das instalações, ocupantes e especialistas técnicos — num processo colaborativo para definir o significado da &#8220;inteligência&#8221; para cada edifício e para as suas especificidades. Mais do que um desafio para os vários agentes, trata-se de uma disciplina essencial para que todas as outras partes possam desempenhar o seu papel com qualidade e eficiência. As fundações para que isso aconteça têm de ser fortes e é preciso garantir que tudo funciona da melhor forma.</p>
<p>Num artigo desenvolvido pela equipa editorial do BUILD-UP, o portal europeu promovido pela Comissão Europeia que se dedica à eficiência energética e às energias renováveis em edifícios, em Março deste ano, podemos perceber a actual importância de todos estes temas. &#8220;É essencial uma abordagem holística, que corresponda às necessidades das diversas partes interessadas e tenha em conta a tecnologia e a cibersegurança existentes”. A inteligência artificial (IA) é a ferramenta e existe hoje todo um mundo novo que se abre no sentido da excelência dos sistemas de gestão energética.</p>
<p>Ao alargarmos estes conceitos, percebemos que a descarbonização do parque edificado, a segurança, a eficiência das redes eléctricas, a sustentabilidade nas cidades, a mobilidade ou a importância da descentralização energética ao nível dos bairros ou das comunidades obrigam-nos a entrar noutro patamar de inteligência onde a conectividade e a integração de saberes são fundamentais. “Se antes os edifícios se centravam principalmente na integridade estrutural e na utilidade funcional, actualmente são avaliados em função de medidas mais amplas, como o bem-estar dos ocupantes, a eficiência energética, a conectividade digital e a resiliência a longo prazo. Os ocupantes exigem espaços mais confortáveis e flexíveis, e os decisores políticos impõem normas de eficiência mais exigentes, nomeadamente em resposta aos crescentes desafios climáticos. Estes desenvolvimentos realçam a necessidade de uma abordagem mais inteligente à conceção de edifícios &#8211; uma abordagem que se possa adaptar tanto aos requisitos actuais como às inovações futuras”.</p>
<h4><strong>A INTELIGÊNCIA NOS EDIFÍCIOS</strong></h4>
<p>Os edifícios são hoje mais do que ambientes cercados por quatro paredes. Neles encontram-se sistemas e mecanismos que, aliados à tecnologia, permitem regular o ambiente e desempenho energético de cada espaço. Surgiram assim os edifícios inteligentes. Mas o que é isto afinal? Ainda de acordo com o BUILD-UP, para que um edifício mereça a designação de “inteligente” deve ser capaz de “detectar, interpretar, comunicar e responder activamente às condições variáveis relacionadas com os sistemas do edifício ou com o ambiente externo (por exemplo, redes de energia)”.</p>
<p>Assim, através da optimização e da eficiência dos sistemas, é possível reduzir o desperdício de energia dentro do edifício e, ao mesmo tempo, melhorar as condições do ambiente interior. Melhorar a eficiência energética é igualmente sinónimo de facturas de energia mais baixas. Mas, para atingirem estes ganhos, os edifícios devem estar equipados com sensores, controladores, software e interfaces de utilizador que funcionem de forma harmoniosa e integrada para que seja possível monitorizar as condições e optimizar a utilização de recursos de forma a manter as condições ambientais adequadas. A este conjunto de saberes, ferramentas e tecnologias dá-se o nome de SACE &#8211; Sistemas de Automatização e Controlo de Edifícios. Com os SACE, os processos que antes eram geridos por seres humanos, como a regulação da temperatura e da iluminação nos espaços interiores, tornam-se automáticos.</p>
<p>Face aos objectivos da eficiência energética, a gestão dos edifícios é uma necessidade e uma obrigatoriedade. A introdução de sistemas avançados de automatização de edifícios veio transformar de forma significativa a maneira como as organizações e entidades fazem a gestão da energia, contribuindo para o cumprimento das metas ambientais.</p>
<h4><strong>DESCARBONIZAR COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?</strong></h4>
<p>Para nos ajudar na descrição daquilo que são os desafios actuais para a implementação dos SACE, a nossa revista foi falar com alguns especialistas. Para António Vieira, director-geral da GEOTERME, não há dúvida de que os SACE são o “principal veículo para a descarbonização dos edifícios” pelo seu impacto “muito expressivo” na redução dos consumos energéticos. “Basta verificar os factores de poupança da norma ISO52120, que Portugal aplica, para constatar isso mesmo”. Esta norma internacional avalia os sistemas de automatização e controlo de edifícios, tendo como foco a eficiência energética e aponta para a forma como pode ser medida a sua contribuição na redução do consumo de energia.</p>
<p>Francisco Pombas, director-comercial do Grupo Domótica SGTA, reforça esta visão: nas duas últimas décadas, os SACE tornaram-se “imprescindíveis na garantia da maior eficiência energética e performance económica dos edifícios”. A junção entre sistemas cada vez mais desenvolvidos do ponto de vista tecnológico, e uma legislação também ela cada vez mais exigente, “massificou a utilização dos sistemas de controlo nos novos edifícios”, explica.</p>
<p>A inovação tecnológica continua a ser um factor-chave no sector da automatização dos edifícios. E agora a inteligência artificial, que já está incorporada nas nossas vidas, veio trazer mais possibilidades à gestão dos nossos edifícios. Através da combinação de várias capacidades, esta tecnologia é capaz de processar nova informação e interpretar todos os dados. Dados sensoriais como temperatura, humidade, movimento ou a ocupação são alguns exemplos, a que se segue a possibilidade de gerar insights para identificar padrões, fazer previsões e recomendar ou executar decisões. Depois, com esses insights é possível passar à acção e apontar para tarefas que permitem a automatização de operações, serviços ou manutenção.</p>
<p>Manuel Queiroz, country manager da Sauter Iberica Portugal, dá esta questão da inteligência artificial como fundamental: “à medida que as tecnologias inteligentes se tornam mais sofisticadas, a questão já não é se a IA deve ser integrada nos edifícios, mas sim como pode ser utilizada de forma responsável para melhorar o desempenho, o conforto e a sustentabilidade”. Para este gestor, a inteligência artificial “é mais do que uma tendência tecnológica, é uma base estratégica” e utilizada para “conceber e operar edifícios mais inteligentes, seguros e ambientalmente responsáveis”.</p>
<p>“Os SACE actuais utilizam soluções de Internet of Things (IoT) e soluções baseadas na nuvem e isso poderá ter impacto na satisfação dos ocupantes dos edifícios na medida em que os dados dos edifícios (temperatura, qualidade do ar interior, ruído, humidade, ocupação, consumos de energia, etc.) podem estar disponíveis para consulta e serem utilizados para a gestão dos espaços”, explica António Vieira.</p>
<p>Uma outra consequência da inteligência artificial apontada por Manuel Queiroz é o problema associado à substituição do trabalho humano pela tecnologia. O country manager da Sauter destaca que a IA deve ser vista “não como substituta da experiência humana, mas como uma ferramenta poderosa que melhora a forma como interagimos com os nossos ambientes. Seja através do controlo climático optimizado, de sistemas de iluminação inteligentes ou de ferramentas de manutenção preditiva”.</p>
<p>Embora ainda não esteja totalmente implementada, Manuel Queiroz assegura que está a “trabalhar activamente para integrar ferramentas de inteligência artificial nas fases de conceção e planeamento. O objectivo passa por criar sistemas capazes de gerar automaticamente a lógica de controlo e de simular o desempenho do edifício através de gémeos digitais, o que permite fazer previsões mais precisas e melhorar as decisões de investimento. Quando estas capacidades forem realizadas, irão permitir a arquitectos, engenheiros e promotores tomar decisões mais informadas logo desde o início do projecto e muito antes do início da construção”, adianta.</p>
<h4><strong>TENDÊNCIAS DO MERCADO</strong></h4>
<p>Com a evolução da tecnologia, é expectável que se concretize uma maior integração de inteligência artificial e do machine learning nas operações de edifícios. Francisco Pombas explica à Edifícios e Energia que “a complexidade dos sistemas técnicos, aliada à necessidade de obter a melhor performance energética e económica do conjunto de todos os sistemas técnicos, é actualmente um enorme desafio para fabricantes e integradores”. O surgimento de plataformas de machine learning e de inteligência artificial, quer sejam instaladas em servidores locais ou na nuvem, tem sido encarado como um “aliado cada vez mais utilizado na obtenção do objectivo de conforto dos ocupantes com a máxima eficiência energética e económica”.</p>
<p>“Neste domínio, para além de os fabricantes de referência estarem em constante desenvolvimento de advisors dedicados aos seus equipamentos e softwares, estão a surgir no mercado empresas especializadas em soluções na nuvem que conseguem interagir com diversos fabricantes e softwares na obtenção dos melhores pontos de funcionamento de todos e cada um dos sistemas técnicos de um determinado edifício”, acrescenta Francisco Pombas.</p>
<p>A adopção de interfaces mais simples de usar para ajudar na gestão de sistemas e garantir uma maior conectividade que permita controlar mais facilmente os equipamentos à distância é mais um caminho que se está a percorrer. A própria manutenção dos SACE pode ser assegurada de uma forma mais intuitiva através de sensores que recolhem e reúnem dados sobre o estado dos equipamentos, a sua necessidade de manutenção e reparação.</p>
<p>Uma outra tendência salientada por Francisco Pombas diz respeito ao lançamento de hardware e software “cada vez mais adaptados aos novos desafios, sejam tecnológicos ou legislativos” e dá como exemplo o lançamento de soluções de room controllers (ou controladores de ambientes ou divisões), em conformidade com a Classe A da já referida norma ISO52120, obrigatória em novos edifícios desde o começo de 2025. Através destas soluções, “a melhor performance do edifício é obtida, em primeiro lugar, pela garantia de que cada espaço individual (room) está no ponto de maior eficiência energética, combinando climatização, iluminação e sombreamento”.</p>
<p>Manuel Queiroz dá como exemplo o MeteoViva, uma plataforma baseada em IA que combina dados meteorológicos com modelos digitais do edifício: “[esta ferramenta] prevê as necessidades energéticas com base em previsões ambientais e algoritmos de aprendizagem automática, ajustando o aquecimento e arrefecimento de acordo com estas previsões”. O responsável acrescenta que os algoritmos de IA são capazes de adaptar o desempenho dos edifícios com base no comportamento dos seus utilizadores. “Por exemplo, ao aprender os hábitos de ocupação, o sistema pode pré-condicionar os espaços apenas quando necessário, evitando o uso de energia desnecessária e mantendo o conforto ideal. Com o tempo, isto leva a poupanças substanciais e a uma redução das emissões de carbono”, explica.</p>
<h4><strong>DIFICULDADES E DESAFIOS DO SECTOR</strong></h4>
<p>Apesar dos aspectos promissores, a verdade é que existem algumas dificuldades a ter em conta no mercado dos SACE. De acordo com o BUILD-UP, um dos principais desafios reside no facto de não existirem normas universais, algo que compromete a interoperabilidade entre produtos de diferentes fabricantes e dificulta a integração eficiente dos sistemas. As diferenças entre os produtos que se destinam aos sectores residencial e comercial também “conduzem a problemas de integração, de custos e de escalabilidade”.</p>
<p>Mais, o tempo de vida reduzido de muitos componentes, que frequentemente não podem ser substituídos, pode comprometer a longevidade dos sistemas. A implementação de inteligência artificial ainda enfrenta várias barreiras, como a necessidade de desenvolver “modelos leves e especializados que sejam treinados localmente com base nos dados recebidos”, assegurando a privacidade e permitindo a colaboração entre dispositivos e serviços em nuvem.</p>
<p>Manuel Queiroz explica à Edifícios e Energia que a Sauter está a desenvolver uma “estrutura ética abrangente para a IA”, que orienta a forma como as suas tecnologias são concebidas, implementadas e geridas. Os princípios que estão na base desta iniciativa são a transparência, sendo que a “tomada de decisões da IA deve ser compreensível para todas as partes interessadas, de técnicos a inquilinos”, e a supervisão humana, com as pessoas a manter o controlo sobre sistemas críticos, “com a IA a funcionar como apoio e não como substituição”.</p>
<p>A recolha e processamento cada vez maior de dados sensíveis por parte dos sistemas automatizados levanta também questões pertinentes relacionadas com a privacidade e segurança e exige soluções que não descartem a protecção dos utilizadores. Os riscos que se associam à cibersegurança são destacados por António Vieira: “Os SACE mais evoluídos utilizam protocolos de comunicação seguros, como o Bacnet-SC (BACnet Secure Connect)” e este “ainda é um tema pouco divulgado e um requisito pouco solicitado pelos clientes. No que diz respeito aos edifícios existentes, a escolha de tecnologia wireless permite uma instalação mais rápida e com menor impacto físico no edifício, respeitando a sua estrutura e reduzindo significativamente os custos operacionais associados à cablagem convencional.”</p>
<p>Os elevados custos iniciais e a complexidade de integração de novos sistemas com infraestruturas que já se encontram desactualizadas constituem entraves adicionais à adopção destas tecnologias em larga escala. Para Francisco Pombas, a maior barreira nos edifícios existentes “não reside nos SACE, mas sim nos sistemas técnicos instalados nesses edifícios, muitas vezes com uma ou duas décadas de serviço”. As soluções de comunicação, inclusivamente sem fios, que têm surgido permitem a instalação de “sistemas de tecnologia de topo na grande maioria dos edifícios de comércio e serviços, garantindo as melhores práticas de cibersegurança”. Contudo, o director comercial do Grupo Domótica SGTA realça que são várias as situações em que é efectivamente necessário remodelar ou até mesmo substituir os sistemas de climatização e iluminação para garantir ganhos significativos de eficiência: “É nestas remodelações dos sistemas técnicos que residem os maiores desafios, nomeadamente financeiros, e não nos SACE”.</p>
<h4><strong>OS SACE E A EPBD</strong></h4>
<p>A nova Directiva Europeia sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), em vigor desde Maio de 2024, veio reforçar a importância dos Sistemas de Automatização e Controlo de Edifícios (SACE) como uma ferramenta para a eficiência energética dos edifícios, em particular naqueles que pertencem ao sector não residencial, sejam eles novos ou existentes.</p>
<p>Como afirmou Francisco Pombas, há um ano, num artigo de opinião para a Edifícios e Energia, caso estes edifícios tenham uma potência nominal global igual ou superior a 290 kW, são obrigados a integrar os chamados SACE até ao final deste ano. “Ao transpor esta obrigatoriedade para o quadro legislativo nacional, o legislador clarificou que a data-limite para a instalação dos SACE nestes edifícios é 31 de Dezembro de 2025, tendo também definido quais os requisitos técnicos mínimos a que esses sistemas estarão sujeitos”. São eles:</p>
<p>• Monitorização, registo e análise contínuos do consumo de energia, e capacidade de regulação;</p>
<p>• Análise comparativa da eficiência energética do edifício e detecção de perdas de eficiência dos respectivos sistemas técnicos;</p>
<p>• Integração dos sistemas técnicos e outros equipamentos existentes no edifício, desde que disponham de protocolos normalizados (vulgarmente designados por protocolos standard).</p>
<p>Com a entrada em vigor da nova directiva, as alterações aos aspectos técnicos não são significativas, mas a sua abrangência sim. No que diz respeito aos edifícios de comércio e serviços, sejam eles novos ou existentes, o patamar de potência de obrigatoriedade de instalação de SACE baixou dos actuais 290 kW para 70 kW, sendo que a instalação dos sistemas terá de ser feita até ao final de 2029. Para Francisco Pombas, este será “um enorme desafio para o mercado, não pela vertente tecnológica, onde fabricantes e integradores estão totalmente alinhados com as linhas de orientação legislativas, mas devido à enorme escassez de recursos humanos no sector da engenharia”.</p>
<p>Para os edifícios residenciais, as novidades serão mais significativas. A partir de 2026, novas construções ou grandes renovações terão de incluir sistemas inteligentes capazes de realizar monitorização electrónica contínua da eficiência dos equipamentos, alertando os proprietários ou gestores em caso de anomalias ou necessidade de assistência. Além disso, estes edifícios deverão dispor de funcionalidades de controlo que permitam optimizar a produção, distribuição, armazenamento e consumo de energia, bem como a capacidade de resposta activa a sinais externos, ajustando o seu consumo energético em tempo real.</p>
<p>Além disso, todos os países da UE terão de implementar o Indicador de Aptidão para Tecnologias Inteligentes (SRI), um mecanismo europeu que avalia o grau de preparação de um edifício para integrar soluções tecnológicas inteligentes. Portugal é, neste momento, um dos 16 países da União Europeia que está a avaliar a implementação do SRI, que se encontra em fase de testes.</p>
<p>Os novos quadros regulamentares estão a ter impacto na indústria a nível tecnológico. Quem o diz é António Vieira, que salienta que se trata de uma situação potenciada pelas novas necessidades nos edifícios, sendo exemplo disso os sistemas de carregamento, o autoconsumo ou os controlos ambientais da qualidade do ar interior (QAI). Para além disto, considera que a necessidade de intervir em edifícios já existentes tem impacto no surgimento de novas soluções: “A escolha de tecnologia wireless permite uma instalação mais rápida e com menor impacto físico no edifício, respeitando a sua estrutura e reduzindo significativamente os custos operacionais associados à cablagem convencional. Sem recorrer a fios, o sistema SACE monitoriza e controla, de forma centralizada, os diversos equipamentos e sistemas técnicos, assegurando uma operação eficiente”. Tendo a flexibilidade como mais-valia, o sistema wireless facilita futuras expansões ou adaptações, “acompanhando as necessidades dinâmicas dos edifícios”.</p>
<p>Para Manuel Queiroz, a inteligência artificial “já não é um conceito futurista”, mas sim uma necessidade, no presente, no domínio da automatização de edifícios. “O futuro da automatização de edifícios não é apenas inteligente, é responsável, resiliente e já está a acontecer”, conclui.</p>
<p><strong>Mercado vale 6,1 mil milhões de euros</strong></p>
<p>De acordo com um relatório publicado em Abril de 2024 pela BSRIA, Building Services Research and Information Association, uma organização britânica focada em investigação, testes e consultoria no âmbito dos serviços técnicos e construção, o mercado global dos SACE cresceu quase 6% em 2023, atingindo 7,1 biliões de dólares (algo como 6,1 mil milhões de euros), com variações acentuadas entre países. A maior procura está voltada para softwares e sensores que optimizam o desempenho dos edifícios, superando os componentes mais tradicionais.</p>
<p>O software lidera o crescimento, enquanto dados e análises têm vindo a ganhar relevância. A BSRIA estima que o mercado de software de Análise e Eficiência Energética deve atingir uma Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR) de 10,7% até 2028. Embora ainda esteja em fase inicial no que diz respeito aos SACE, “os primeiros passos já foram dados com Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning, com exemplos que incluem manutenção preditiva e análise de ocupação de edifícios”.</p>
<p>Verifica-se também uma crescente procura por sensores sofisticados, impulsionada pela necessidade de dados para softwares de automação predial. A BSRIA assinala que “a tendência é para sistemas mais abertos e conectados, com mais dispositivos habilitados para Protocolo de Internet (IP) e capazes de suportar uma variedade de protocolos de comunicação abertos padrão da indústria. Ao mesmo tempo, os fabricantes estão a abordar a segurança cibernética desde a conceção inicial do produto, passando pelo design, fabricação e implementação”.</p>
<p>A crise energética e os preços elevados têm motivado investimentos em SACE, embora factores como a inflação e as altas taxas de juros tenham tido impacto no mercado das novas construções em alguns países. “Governos, especialmente na Europa e na América do Norte, têm legislado para incentivar uma maior eficiência, o que também está a incentivar uma maior concentração no mercado de reabilitações e uma maior implantação de SACE em edifícios menores. No entanto, uma grave escassez de mão de obra qualificada está a dificultar o desenvolvimento do mercado e a aumentar os custos em alguns dos países mais ricos”.</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>ASHRAE divulga plano estratégico 2025-2028</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/ashrae-divulga-plano-estrategico-2025-2028/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 09:15:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente construído]]></category>
		<category><![CDATA[ashrae]]></category>
		<category><![CDATA[AVAC]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ASHRAE lançou o seu Plano Estratégico para o quadriénio 2025-2028, desenvolvido para acelerar a transformação para um ambiente construído mais sustentável. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ASHRAE lançou o seu Plano Estratégico para o quadriénio 2025-2028, desenvolvido para acelerar a transformação para um ambiente construído mais sustentável. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O plano centra-se em três objectivos abrangentes: liderança na qualidade do ambiente interior (QAI); capacitação profissional e criação de parcerias que fortaleçam o AVAC&amp;R; expansão do acesso ao conhecimento e às oportunidades da ASHRAE, removendo barreiras estruturais, financeiras e de comunicação.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“O Plano Estratégico 2025-2028 visa promover edifícios que apoiem verdadeiramente o bem-estar humano”, disse Bill McQuade, presidente da ASHRAE para o período 2025-26. “Este plano garante que o trabalho da ASHRAE se traduza em benefícios concretos, que incluem ar mais limpo, espaços internos mais seguros e comunidades que estão mais bem equipadas para prosperar num clima em mudança”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A ASHRAE definiu quatro iniciativas estratégicas no seu plano. A primeira delas será o desenvolvimento e a adopção de normas, práticas e orientações técnicas que melhorem a qualidade do ambiente interior, reduzam as emissões de gases com efeito de estufa e melhorem a resiliência dos edifícios e das comunidades face aos desafios climáticos. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">É também mencionada a implementação de programas de desenvolvimento profissional para engenheiros, técnicos e outros responsáveis para reduzir a lacuna de capacidades. A ASHRAE investirá na transformação digital e em plataformas de comunicação para melhorar a velocidade e a clareza da partilha de informações entre os capítulos da ASHRAE, as regiões, os comités técnicos e os parceiros da indústria.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Por último, a inteligência artificial e as tecnologias de edifícios inteligentes serão também promovidas pela associação, no sentido de melhorar a tomada de decisões em todo o ciclo de vida do projecto, construção e operações.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © ASHRAE</p>
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